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Linha Viva 1436

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30 anos LV

DESDE 1988 AO LADO DOS TRABALHADORES

INTERCEL | INTERSUL | JORNAL LINHA VIVA No 1436 - 10 DE JANEIRO DE 2019

V

"OUVIR AS PESSOAS"

Governador defende Celesc Pública e afirma que gestão tem que ouvir os trabalhadores


CELESC

OUVIR AS PESSOAS Governador defende Celesc Pública e afirma que gestão tem que ouvir os trabalhadores

ELETROBRAS

ELETROBRAS FA

Seis Distribuidoras de Ener

A Equatorial Energia, que já contr lava a Companhia Energética do Mar nhão (Cemar), a Centrais Elétricas d Pará (Celpa) e a Companhia Energéti do Piauí (Cepisa), e que tem uma partic pação no capital da Termoe­létrica Ger dora de Energia do Norte (Geranorte), f a única a dar o lance mínimo de R$ 5 mil, no leilão da Companhia Energéti de Alagoas (Ceal). O leilão foi realizad na última semana de 2018, no dia 28 dezembro. A empresa foi a últi­ma d seis distribuidoras da Eletro­bras a s privatizada sob comando do governo Michel Temer (MDB). Além dela, havia sido vendidas em 2018, também por R 50 mil cada uma: a Ama­zonas Distribu dora de Energia; a Boa Vista Energia, qu atende Roraima; a Centrais Elétricas Rondônia; a Companhia de Eletricida do Acre e a Companhia de Energia d Piauí (Ce­pisa). Míseros 50 mil reais por cada dist buidora, caracterizam a doação do pat mônio público para a inciativa privad que obviamente irá transferir para popu­lação os custos dos inves­timent obrigatórios previstos nas regras do le

ELETROBRAS As primeiras palavras de Carlos Moisés da Silva, GoverO Governador afirmou que há um novo momento em Santa nador de Santa Catarina, aos trabalhadores da Celesc eram Catarina e que a empresa tem grandes desafios, acompaaguardadas com expectativa e curiosidade. Afinal de con- nhando os movimentos do novo Governo do Estado. Retotas, desde sua rápida ascensão até a acachapante vitória mando as cobranças de compromisso contra a privatização na eleição de 2018, Poucas palavras foram destinadas aos da Celesc durante a campanha, Moisés afirmou que o Estacelesquianos. Em meio a um cenário nacional que defende do tem muito a crescer com a empresa, que é fundamental as privatizações, os trabalhadores quepara a aplicação de políticas públicas. O "É preciso que o riam ouvir de Moisés seus planos para a Governador também deu ênfase ao promaior estatal Catarinense. cesso de ouvir as pessoas. “É preciso ter Governador do Estado Nesta quarta-feira, dia 09, o Goverhumildade para conversar com os emse proponha ao diálogo pregados”, afirmou. nador enfim falou aos celesquianos. Em ato realizado na sede da empresa e O diálogo sempre foi o caminho para a com a representação transmitido a todas as Agências Regioconstrução de uma Celesc Pública que nais, a visita do Governador serviu para legítima dos celesquianos respeite seus trabalhadores e atenda a apresentar a nova diretoria, o presidencom qualidade. Os sindicatos e receba os sindicatos sociedade te e as premissas desta nova gestão aos da Intercel sempre estiveram dispostos empregados. Indicado à presidência e para conhecer a história ao debate franco, já tendo agendada empossado pelo Conselho de Adminis- de luta dos trabalhadores uma reunião com o Presidente da emtração ainda em dezembro de 2018, presa, Cleicio Poleto Martins, para o dia que impulsionou a Celesc Cleicio Poleto Martins focou o discurso 07 de fevereiro. Receber as entidades na necessidade de dar continuidade ao a ser referência no setor sindicais que tem histórico de luta e, processo de atingimento de metas da principalmente, construíram o modelo elétrico nacional" concessão, parabenizando os trabalhade gestão participativa premiado pela dores pelo serviço realizado até o mosociedade é fundamental para que a mento. O presidente afirmou que o foco deve ser a manuten- Celesc mantenha seu papel de motor do desenvolvimento ção da concessão da Celesc, a satisfação dos consumidores do Estado. Da mesma forma, é preciso que o Governador do e o avanço na geração, transmissão e novos negócios, forta- Estado se proponha ao diálogo com a representação legítima lecendo ainda a distribuição de energia. Ao terminar a sua dos celesquianos e receba os sindicatos para conhecer a hisfala, Cleicio Poleto disse acreditar em uma Celesc Pública tória de luta dos trabalhadores que impulsionou a Celesc a e de qualidade, que será construída ouvindo a sociedade, os ser referência no setor elétrico nacional com reconhecimensindicatos e os empregados. to da própria população catarinense.

DE CONTRADIÇÃO PROJETO DE PRIVA

Contrariando promessa de c

Que o Governo Bolsonaro é o gove no do fala e depois desmente, 10 di de gestão já deixaram claro. A eno me quantidade de anúncios feitos depois "desfeitos" demonstra as co tradições entre uma equipe montad com o que há de pior na política br sileira, como disse o professor Lu Felipe Miguel (UNB). Esse bater de cabeças de quem i centivou o povo a bater panelas, no e tanto, só dói em um lugar: no povo br sileiro. Jair Bolsonaro foi enfático n campanha: nenhum país entre­ga pa outro o controle de energia. Dito iss afirmou que não privatiza­ria a Eletr bras. Se durante a campa­nha a fala Bolsonaro convenceu muita gente, ag ra as falas de seus ministros vão cont tudo que ele anuncia. E nessa toada Eletrobras volta ao centro da privatar Em­possado, o novo Ministro de Min e Energia, Bento Albuquerque afirmo


AZ DOAÇÃO DO PATRIMÔNIO PÚBLICO

TRIBUNA LIVRE

rgia no Norte e Nordeste, são entregues por R$ 50 mil cada uma

"UM GOVERNO QUE APONTA"

rorado ica cirafoi 50 ica ado de das ser de am R$ uique de ade do

tritrida, a tos ei-

lão, através dos aumentos da tarifa. O histórico recente de privatizações das distribuidoras da Eletrobras, de acordo com a Federação Nacional dos Urbanitários (FNU), já dá mostras deste efeito. Em agosto deste ano, a Agência Nacional

objeto de várias disputas também no âmbito judicial. Em novembro, a juí­za Raquel de Oliveira Maciel, da 49ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, concedeu uma liminar que suspendeu o leilão das distribuidoras, atenden­ do a uma ação dos sindicatos dos urbanitários e eletricitários dos esta­dos afetados. Na "Míseros 50 mil reais ação, os sindicatos exigiam a realização por cada distribuidora, de estudos so­bre o impacto das pricaracterizam a doação do vatizações para os trabalhadores das distribuidoras. Atendendo a uma ação patrimônio público para similar, no dia 10 de dezembro, uma a inciativa privada, que decisão liminar do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região suspendeu os obviamente irá transferir efeitos do leilão da Amazonas Energia, para a popu­lação os cus- vendida no mesmo dia ao consórcio Oliveira/Atem. O Diário Oficial da União tos dos inves­timentos" publi­cou, no dia 28 de novembro, um aviso da Eletrobras informando que o de Energia Elétrica (ANEEL) autorizou a Pre­sidente do Tribunal Regional do Tra­ Celpa, já sob comando da Equatorial, a balho da 1ª Região havia suspendido aumen­tar a conta de luz em 11,75%. Na a decisão da juíza Raquel de Oliveira oca­sião, a empresa passou a ser a con­ Maciel. Em meio às batalhas jurídicas, cessionária que cobra a energia mais os trabalhadores vão pagando o preço, cara do Brasil: R$ 0,671 por kWh. na Cepisa, nos primeiros 30 dias da adO processo de privatização das seis ministração privada, 30 trabalhadores distribuidoras da Eletrobras tem sido foram demitidos pela Equatorial.

EM CONTRADIÇÃO, BOLSONARO MANTÉM ATIZAR A ELETROBRAS

campanha, Governo retomará projetos privatistas de Temer

er­ ias or­ se on­ da ra­ uiz

in­ enrana ara so, rode gotra a, a ria. nas mou

que o Governo retomará o processo de privatização da Eletrobras. Além disso, o pior presidente da história da Eletrobras, Wilson Pinto Jr., foi confirmado para permanecer à frente da Estatal, dando sequência aos ata­ques aos trabalhadores e defendendo a venda da maior empresa de energia elétrica da

América Latina. A atual proposta de privatização da Eletrobras, defendida por Pinto Jr, obrigará o consumidor a pagar mais pela mesma energia, enquanto montanhas de dinheiro irão para os bolsos de especuladores, para fundos estrangeiros, espoliando a Nação e os brasileiros em um crime lesa a pátria.

UMA ALEGORIA DO BOLSONARISMO GOVERNAMENTAL Por Paulo Guilherme Horn, Diretor do Sindinorte e jornalista da Intercel

Coube a trabalhadores protagonizar uma das imagens mais impactantes deste início de 2019. Logo no terceiro dia do ano, terceiro dia de mandato do Presidente Jair Bolsonaro, uma determinação serviu para uma analogia ao futuro dos direitos trabalhistas. Extinto pelo novo Governo, o Ministério do Trabalho não aparece nem mais na fachada dos prédios da esplanada dos Ministérios, em Brasília. O fatiamento das atribuições do Ministério do Trabalho entre outras pastas é também uma bela ilustração do que nos aguarda. Enquanto dividem o espólio roubado dos trabalhadores, anunciam novos ataques. Mesmo após a reforma trabalhista do Governo Temer ter rasgado a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), reduzindo direitos e atacando sindicatos, o presidente tem afirmado que há muita proteção para os trabalhadores. Aponta para a necessidade de uma nova reforma trabalhista, beirando a informalidade - e apro­fundando os cortes nos direitos. Aponta também para o fim da justiça do trabalho. Ou seja, além de poucos direitos, quando estes não forem respeitados (o que sempre acontece), você não terá mais como contestar. A justiça servirá apenas a uma casta de abastados que exploram o suor dos trabalhadores. Bolsonaro é o presidente das alegorias. A maior delas é sua marca registrada: a mania de fazer “arminhas” com as mãos. Mas ela não é uma alegoria de masculinida­ de, de força ou qualquer outra baboseira que conquista moleques (ou quem pensa como moleque). Também não é uma imagem de luta contra bandidos (é só ver seu ministério). É da violência contra o povo. Contra as minorias. Contra negros, po­bres, índios. Contra cada trabalhador brasileiro. A cada gesto de “arminha” apontada, estão dando um tiro em algum direito que lutaram para você ter. Cada tiro acaba com uma conquista. E conquistas, são feitas de lutas árduas. Por que, em lugar nenhum do mundo, um benefício para o povo para os trabalhadores cai do céu. Por isso que é uma conquista. E nos­sas conquistas estão caindo a cada "tiro". Existe na política um período chamado "lua de mel" do governo. São, basica­ mente, os seis primeiros meses onde a população apoia e espera melhoras. Em 10 dias, só vimos "tiros" e erros. Anúncios feitos e desmentidos. Ainda há quem ache que o governo está no caminho certo. O que é estanho e incompreensível, pois recente pesquisa de opinião pública demonstrou que a maioria da população é contra a venda de estatais - principal plano econômico - e contra a liberação das armas - principal promessa e alegoria de todo o bolsonarismo. Sem querer ser pessimista (“mas vocês já tão torcendo contra”), o fato é que uma hora a lua de mel acaba e não tem casamento que resista à violência, mesmo de “arminhas” feitas com as mãos.

LV

EXPEDIENTE Linha Viva é uma publicação da INTERCEL e da INTERSUL Jornalista responsável: Paulo G. Horn (MTE 3489/SC) Conselho Editorial: Wanderlei Lenartowicz Rua Max Colin, 2368, Joinville, SC CEP 89216-000 | E-mail: sindsc@terra.com.br As matérias assinadas não correspondem, necessariamente, à opinião do jornal.


1º de janeiro de 2019, 60 anos da Revolução Cubana. Quem diria? Para a soberba dos serviços de inteligência dos EUA a ousadia dos barbudos de Sierra Maestra, ao livrar Cuba da esfera de domínio de Tio Sam, era um “mau exemplo” a ser o quanto antes apagado das páginas da história. A CIA mobilizou e treinou milhares de mercenários e Kennedy mandou-os invadir Cuba (1961). Foram vergonhosamente derrotados por um povo em armas. E, de quebra, a hostilidade da Casa Branca levou Cuba a se alinhar à União Soviética. O tiro saiu pela culatra. Mexer com Cuba passou a significar aquecer a Guerra Fria, como o demonstrou a crise dos mísseis (1962). Tio Sam não botou as barbas de molho. Transformou cubanos exilados em Miami em terroristas que derrubaram aviões, explodiram bombas, promoveram sabotagens. E investiu uma fortuna para alcançar o mais espetacular objetivo terrorista: eliminar Fidel. Foram mais de 600 atentados. Todos fracassados. Fidel faleceu na cama, cercado pela família, em 25 de novembro de 2016, pouco antes de a Revolução completar 58 anos. Havia sobrevivido a 10 ocupantes da Casa Branca que autorizaram operações terroristas contra Cuba: Eisenhower, Kennedy, Johnson, Nixon, Ford, Carter, Reagan, Bush pai, Clinton e Bush filho. Fracassada a invasão da Baía dos Porcos, impôs-se o bloqueio a Cuba (1961). Medida criticada por três papas em visita a Havana: João Paulo II (1998), Bento XVI (2012) e Francisco (2015). Porém, a Casa Branca não escuta vozes sensatas. Prefere se isolar, ao lado de Israel, a cada ano em que a Assembleia da ONU vota o tema do bloqueio. Pela 27ª vez, em 2018, 189 países se manifestaram contra o bloqueio a Cuba. Com a queda do Muro de Berlim e o desaparecimento da União Soviética (1989), os profetas da desgraça prenunciaram o fim do socialismo cubano. Não falharia a teoria do dominó... Equivocaram-se. Cuba resistiu, suportou o Período Especial (1990-1995) e se adaptou aos novos tempos de globalização. Muitos se perguntam: por que os EUA não invadiram Cuba com tropas convencionais (já que os mercenários foram derrotados), como fez na Somália (1993), Granada (1983), Afeganistão (2001) e Iraque (2003), Líbia (2011), Síria (2017), Níger (2017), e Iêmen (2018)? A resposta é simples: uma potência bélica é capaz de ocupar um país e derrubar-lhe o governo. Mas não derrotar

um povo. Esta lição os estadunidenses aprenderam amargamente no Vietnã, onde foram escorraçados por um povo camponês (1955-1975). Atacar Cuba significaria enfrentar uma guerra popular. Após a humilhação sofrida no Sudeste Asiático, a Casa Branca prefere não correr o risco. Por que Cuba incomoda a tantos que associam, indevidamente, capitalismo e democracia? Porque Cuba convence as pessoas intelectualmente honestas, que não se deixam levar pela propaganda anticomunista fundada em preconceitos, e não em fatos, que, apesar de toda a campanha mundial contra a Revolução, na ilha ninguém morre de fome, anda descalço, é analfabeto com mais de 6 anos de idade, precisa ter dinheiro para ingressar na escola ou cuidar da saúde, seja uma gripe ou uma complexa cirurgia do coração ou do cérebro. No IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) da ONU, que abrange 189 países, Cuba ocupa melhor lugar (68º) que a maioria dos países da América Latina, incluído o Brasil (79º lugar). Enquanto o capitalismo enfatiza, como valor, a competitividade, a Revolução incute no povo cubano a solidariedade. Graças a isso Cuba despachou tropas, nas décadas de 1960 e 1970, para ajudar nações africanas a se libertarem do colonialismo europeu e conquistarem sua independência. Raúl Castro foi o único chefe de Estado estrangeiro a ter direito a discursar nos funerais de Mandela, porque o governo da África do Sul reconheceu a importância da solidariedade cubana para o fim do apartheid. Graças à solidariedade, professores e médicos cubanos se espalham por mais de 100 países, trabalhando nas áreas mais pobres e remotas. E graças aos princípios éticos da Revolução, em Cuba não se vê famílias debaixo de pontes, crianças de rua, mendigos estirados pelas calçadas, cracolândia, máfias de drogas. Os delatores da Odebrecht denunciaram todos os agentes públicos corrompidos nos países da América Latina nos quais a empresa atuou. Menos Cuba, onde ela construiu o porto de Mariel. Algum delator quis defender Cuba? Óbvio que não. Apenas nenhum cubano se deixou corromper. O povo cubano chegou ao paraíso? Longe disso. Cuba é uma nação pobre, porém decente. Apesar do bloqueio e de todos os problemas que ele acarreta, seu povo é feliz. Por que então muitos saem de Cuba? Ora, muitos saem de qualquer país que enfrenta dificuldades. Saem da Espanha, da Grécia, da Turquia, do Brasil, da Venezuela e da Argentina. Mas quem sai? De Cuba, aqueles que, contaminados pela propaganda do consumismo capitalista, acreditam que o Eldorado fica acima do Rio Grande. Os mesmos que se regozijam com a emigração de uns poucos cubanos jamais se indagam por que nunca houve em Cuba uma manifestação popular contrária ao governo, como acaba de ocorrer na França (jalecos amarelos) e também recentemente na Tunísia (2011), Egito (2011), Turquia (2016), e anteriormente nos EUA (Seattle, 1999). Haveria um Cuba soldados ou guardas em cada esquina? João Paulo II declarou que lhe chamou a atenção não ver veículos militares nas ruas ao visitar Havana, como observou em tantos outros países. A maior arma da resistência cubana é a consciência da população. A Revolução Cubana comemora 60 anos! É muito pouco para um país triplamente ilhado: pela geografia, pelo bloqueio e por ser o único da história do Ocidente a adotar o socialismo. E quando os cubanos comemoram, não olham apenas para o passado de tantas gloriosas conquistas entre muitos desafios e dificuldades. Inspirados por Martí, Che, Fidel e Raúl, os cubanos sabem que a Revolução ainda é um projeto de futuro. Não só para a Cuba, mas para toda a humanidade, até que as diferenças (idioma, cultura, sexo, religião, cor da pele etc.) não sejam mais motivo de divergências, e a desigualdade social figure nos arquivos de pesquisas apenas como uma abominável referência histórica, como é hoje a escravatura.

"A Revolução Cubana comemora 60 anos! É muito pouco para um país triplamente ilhado: pela geografia, pelo bloqueio e por ser o único da história do Ocidente a adotar o socialismo. E quando os cubanos comemoram, não olham apenas para o passado de tantas gloriosas conquistas entre muitos desafios e dificuldades. Inspirados por Martí, Che, Fidel e Raúl, os cubanos sabem que a Revolução ainda é um projeto de futuro"

Longa vida à Revolução Cubana! POR FREI BETO AUTOR DE PARAÍSO PERDIDO – VIAGENS PELO MUNDO SOCIALISTA (EDITORA ROCCO), ENTRE OUTROS LIVROS.


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