30 anos LV
DESDE 1988 AO LADO DOS TRABALHADORES
INTERCEL | INTERSUL | JORNAL LINHA VIVA No 1416 - 02 DE AGOSTO DE 2018
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É HORA DE UNIÃO
Trabalhadores da Celesc unificam pauta de reivindicações em Assembleia Estadual
CELESC
É HORA DE UNIÃO Trabalhadores da Celesc unificam pauta de reivindicações para o Acordo Coletivo de trabalho 2018/19 na Assembleia Estadual Unir os trabalhadores em defesa da Celesc Pública e dos direitos conquistados no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). Este é o principal objetivo da Assembleia Estadual dos trabalhadores da Celesc, que acontece neste sábado, dia 04, em Lages. Realizada pelos sindicatos que compõem a Intercel, a Assembleia Estadual é um ato político onde a categoria demonstra a disposição de lutar por uma negociação justa com a empresa. Em um cenário conturbado de incertezas políticas e econômicas, é fundamental que os trabalhadores se mobilizem para participar da Assembleia, demonstrando que não aceitarão ataques aos seus direitos. Além de demonstrar politicamente a união da categoria, a Assembleia Estadual tem o dever de unificar a pauta de reivindicações dos trabalhadores da Celesc para as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho 2018/19.
CELESC
PLENÁRIA DOS TRABALHADORES DA ENGIE DEBATE PAUTA PARA O ACT
A ORIENTAÇÃO DOS CELES SOBRE A ELEIÇÃO DA DCL
Campanha salarial inicia neste sábado, em Florianópolis
Categoria orienta sindicatos a defender e
Acontece dia 04/08 em Florianópolis – SC, a Plenária de Fechamento de pauta dos/as empregados/as da ENGIE Brasil Energia. Este ano a Plenária será realizada no Morro das Pedras Clube Hotel, onde são esperados delegados da maioria das áreas da empresa. É um momento impar da campanha em que as dificuldades, os anseios e as expectativas vindas das assembleias serão transformadas em cláusulas a serem discutidas com a empresa a partir do dia 07/08, data agendada para a entrega da pauta.
A eleição para Diretoria Comercial tem movimentado os trabalhadores da Celesc. Enquanto alguns cobram independência, outros cobram um posicionamento dos sindicatos da Intercel. Mas, afinal de contas, qual o papel da Intercel neste processo? A eleição para a DCL foi conquistada através dos sindicatos. Durante o processo de desverticalização, por força do novo marco regulatório de 2004, a proposta de eleger um trabalhador do quadro próprio da empresa foi levada pelos representantes dos trabalhadores ao debate com o Governo. Foi nas linhas da Lei 13570, que regula a estrutura da administrativa da Celesc que a conquista foi registrada. É importante registrar que, apesar de ser uma conquista da categoria, as regras da eleição nunca foram debatidas com os sindicatos, sendo de inteira responsabilidade da administração da empresa. A primeira eleição foi realizada em 2006 e os sin-
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ELETROBRAS SINDICATOS DOS TRABALHADORES NAS INDÚSTRIAS DE ENERGIA ELÉTRICA DE LAGES – STIEEL. AVISO RESUMIDO: ELEIÇÕES SINDICAIS PARA REPRESENTANTE SINDICAL
PINTO JUNIOR BATE O MARTELO DA PRIVATIZAÇÃO Além de privatizar Cepisa, presidente da Eletrobras posa junto com compradores
A diretoria do Stieel informa que estão abertas as inscrições para eleição de representante Sindical, em toda sua base territorial, conforme número de vagas nos principais locais de trabalho: Base Celesc são 16 vagas para titular e suplentes: 1- Chapecó 4 vagas, sendo 2 para Regional e duas para escritórios; 2- Concórdia 2 vaga, sendo 1 Regional e 1 para escritórios; 3- Lages 4 vagas. Sendo 2 para Regional e para Curitibanos e 1 para São Joaquim; 4- Videira 3 vagas, sendo 1 para Regional e 1 para Caçador e 1 Fraiburgo; 5- S.M.O 3 vagas, sendo 2 para Regional e 1 para escritórios;
Base Eletrosul e Engie 2 vagas para titular e suplentes: 6- Eletrosul – 1 vagas, para Regional Oeste de Xanxerê 7- Engie – UHMA 01 vaga
Os interessado deverão solicitar informações e registrar a candidatura a partir dia 02/08/2018 a 10/08/2018, tendo a secretaria da Entidade, sito a rua: Ernesto Neves nº 18 sala 10 – Casa do Trabalhador em Lages. Fone 049 – 3222-6711, 3222-6391 – e-mail: stieel@gmail.com, ou, com os diretores do Stieel. As eleições serão realizadas em conjunto com as eleições da diretoria no dia 29 e 30 de agosto de 2018. PAULO R. X. DE OLIVEIRA Presidente do Stieel.
Enquanto 93% dos eletricitários do Norte e Nordeste realizavam 48h de greve contra privatizações de empresas do setor elétrico, o governo ilegítimo e golpista de Michel Temer vendia em lance único e sem concorrência para a empresa Equatorial, a distribuidora de energia Cepisa, do Piauí. Entidades sindicais afirmaram que o leilão se deu com "cartas marcadas" para beneficiar a empresa Equatorial Energia, único grupo a apresentar proposta oficial durante o pregão que efetivou a venda da distribuidora estatal. Em uma cena lamen-
tável, o presidente da Eletrobras, Wilson Pinto Jr comemorou junto aos compradores da Cepisa, posando para fotos batendo o martelo da privatização. Pinto Jr, que agrediu todos os trabalhadores da empresa chamando-os de vagabundos, segue demonstrando desrespeito com a maior estatal do setor elétrico e com seus empregados. Após uma batalha jurídica de liminares que impediam o leilão de privatização, a Cepisa foi a primeira das distribuidoras da Eleletrobras a ser privatizada pelo governo Temer.
CELOS
SQUIANOS AOS SINDICATOS
AÇÕES CONTRA CELOS SÃO INDEFERIDAS Justiça extingue ação civil pública contra fundação e ex-administradores
espaço de representação dicatos não apoiaram candidatos. Apenas na terceira eleição a Intercel lançou uma candidatura que foi derrotada no voto, com a justificativa de que aquele não era um espaço de enfrentamento sindical. A consulta de como se posicionar foi feita à categoria nos Seminários Regionais de 2013 e ratificada em 2015. A orientação é clara: os sindicatos devem garantir as eleições o direito dos trabalhadores de elegerem um candidato, mas não devem apoiar ninguém. Assim chegamos a esta eleição, com novas regras impostas pela Lei 13.303. Os sindicatos continuarão a respeitar as orientações soberanas da categoria, defendendo a realização da eleição e o cumprimento das regras e da legislação. Apesar da discordância ideológica com a Lei das Estatais, é preciso respeita-la, evitando problemas que prejudiquem o direito dos celesquianos de elegerem entre os seus pares um trabalhador de carreira para conduzir a Diretoria Comercial.
De acordo com comunicado da Diretoria executiva da Celos, a Ação Civil Pública proposta por um instituto contra a Celos, Celesc e ex-diretores e Conselheiros da fundação foi extinta pela justiça sem apreciação de mérito. Na decisão, proferida pelo Juiz Federal Substituto Diógenes Tarcísio Marcelino Teixeira, o magistrado considerou que o INBRAS não tem legitimidade
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para promover a ação, justamente porque suas atividades não têm nenhuma relação com a proteção dos interesses dos participantes da CELOS. A justiça também negou os recursos e embargos declaratórios da instituição, deixando evidente a contundência dos argumentos do magistrado considerando o despropósito da ação, seja porque quem a propôs não poderia fazê-lo, seja por-
que suas teses jurídicas são frágeis e absolutamente genéricas. A Celos ainda noticiou que outras ações movidas por participantes requerendo suspensão dos descontos decorrentes do equacionamento do déficit, tem sido negadas pela justiça, com várias as decisões de mérito favoráveis à CELOS, no sentido de considerar que a Fundação está agindo rigorosamente de acordo com a lei.
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CULTURA
POR VITO GIANOTTI
POR ONDE COMEÇAR? Dezembro de 1901. Já naquela época, Lênin, em artigo chamado ‘Por onde começar’ para o jornal do Partido Social Democrata Russo, não tinha dúvidas. Em seu texto ele afirmava que o primeiro passo a ser dado, para construir a revolução, era a "criação de um jornal para toda a Rússia". Era a afirmação da centralidade e da necessidade da comunicação para fazer a revolução. Ou seja, para conquistar sua hegemonia, o partido da classe trabalhadora deveria começar por criar um jornal que unificasse e organizasse a luta. Óbvio que Lênin sabia, melhor do que ninguém, que apenas com um ou mil jornais não se chegaria a lugar algum. Mas também sabia que, sem um jornal, a revolução não chegaria nunca. Como os milhões de operários, soldados e camponeses seriam convencidos da sua necessidade? Como teriam informação e formação suficiente para abraçar a ação revolucionária, sem um jornal? O século 20 nos trouxe um arsenal de meios de comunicação. O que era a simples imprensa virou mídia. Do velho jornal e dos raros livros chegou-se ao cinema, ao rádio e depois à televisão. Depois, finalmente, à Internet e toda a mídia eletrônica. Mudaram e se ampliaram enormemente as ferramentas. Se Lênin tivesse escrito seu texto hoje, não falaria só do jornal, mas de todas as armas da mídia atuais, do boletim eletrônico à cartilha, do rádio à TV. Tudo enfim.