Con a o Informativo do Sindicato dos Eletricitários do Norte de Santa Catarina
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CELESC
FROTA EM DEBATE
Trabalhadores da Agência Regional de Mafra criticam péssimas condições da Frota de veículos na regional e pedem intervenção do Sindinorte
PLANO DE EQUALIZAÇÃO DOS DÉFICITS NA CELOS É DEBATIDO COM TRABALHADORES Leia na página 3
PERICULOSIDADE DEVIDA E NÃO PAGA EM CANOINHAS PREJUDICA CELESQUIANOS Leia na página 2
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FROTA EM DEBATE Trabalhadores da Agência Regional de Mafra criticam péssimas condições da Frota de veículos na regional e pedem intervenção do Sindinorte Nas últimas semanas os trabalhadores da Agência Regional de Mafra têm procurado o Sindinorte para denunciar uma série de problemas de gestão que estão interferindo no dia a dia de trabalho e prejudicado o bom atendimento à sociedade. Dirigentes sindicais da região foram procurados e o relato que se ouve dos celesquianos é alarmante. Em todos os cantos da regional os veículos estão sucateados. A reclamação com relação à situação dos veículos da regional não é nova. Em 2013, após constantes reclamações e denúncias dos trabalhadores não terem sido atendidas pela regional, o Sindinorte organizou uma reunião dos celesquianos com o presidente da Celesc. Lá os celesquianos expuseram as dificuldades em atender a sociedade com qualidade com a falta de investimentos na rede e na frota. Os investimentos na rede demoraram, mas a conclusão da subestação de Papanduva melhorou a distribuição de energia na região. E para a fro-
ta a Presidência deu carta branca à regional para nominar os valores necessários para sanar os problemas. Agora, após um curto período de tempo, a frota volta a ser um impeditivo. Além de impedir que os trabalhadores executem suas funções, a falta de resolução do problema é agravada pela atuação de empreiteiras. Segundo denúncias de trabalhadores, com veículos quebrados os celesquianos não podem ir a campo e o serviço está sendo repassado às terceirizadas, enquanto a frota continua parada. Os dirigentes sindicais do Sindinorte estiveram reunidos com a Administração da Regional para cobrar ações para o caso. Segundo a Regional, os problemas estão sendo levantados em um relatório. O Sindinorte, que antes já interveio para resolver o problema da frota, levará novamente o assunto até a presidência. Apesar da urgência, a Regional, que comprometeu-se a encaminhar ao sindicato o relatório da real situação da frota, ainda não o fez.
PERICULOSIDADE DEVIDA E NÃO PAGA EM CANOINHAS Trabalhadores aguardam pagamento após sucessivos erros da regional e da Diretoria da Celesc A periculosidade na Celesc é um tema de grande debate nos últimos tempos. Recentemente a Celesc acabaou com a periculosidade fixa, moralizando a concessão desta indenização. Assim, apenas trabalhadores que realmente se expõe à riscos de segurança em sua atividade laboral devem receber a periculosidade. Mas e se você se expõe a risco e, mesmo assim, não recebe? É o que está acontecendo em Canoinhas. Dois trabalhadores da Celesc estão aguardando desde julho o pagamento da periculosidade, já que efetuaram atividades em área de risco e tiveram o valor descontado de sua remuneração. Segundo a denúncia dos trabalhadores, o não pagamento da periculosidade foi gerado por erros no
apontamento de horas. Mas agora, quase 3 meses de inoperância prejudicam os trabalhadores. A chefia da Agência Regional já admitiu que os valores são devidos, e, à despeito de solicitações terem sido encaminhadas à Diretoria Técnica para o pagamento aos trabalhadores, é evidente a falta de empenho para resolver a situação. Em contato do Sindinorte com a Diretoria de Gestão, mais desencontro: segundo a Diretoria, nenhuma solicitação para o pagamento do que é devido foi enviada. Enquanto este imbróglio não se resolve, mais uma vez os trabalhadores são prejudicados. O Sindinorte utilizará todos os meios cabíveis para resguardar os direitos dos celesquianos e o pagamento daquilo que lhes é devido.
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PLANO DE EQUACIONAMENTO DOS DÉFICITS NA CELOS É DEBATIDO COM CELESQUIANOS Sindinorte organizou reuniões com a Diretoria da Celos nas Regionais de Joinville e Mafra, para discutir o equacionamento dos déficits dos planos Misto e Transitório da Celos
O equacionamento dos déficits dos Planos Misto e transitório administrados pela Fundação Celos tem gerado uma série de dúvidas em trabalhadores e aposentados da Celesc. O que é déficit? De onde ele veio? O que fazer? Por que pagar? Para responder estas questões, o Sindinorte entrou em contato com a Diretoria da Fundação para organizar um evento junto aos trabalhadores das regionais que formam a base de atuação do Sindicato, promovendo uma reunião para debater os déficits e o plano. Assim, nos dias 27 e 28/10 foram realizadas re-
uniões nas Agências Regionais de Joinville e Mafra, com a presença do Diretor Administrativo-financeiro, Henri Claudino, e do Presidente da Fundação, Admir Zanella. O debate produtivo ajudou a compreender os motivos dos déficits e a necessidade da equalização, para que a Celos continue sendo forte e cumprindo o papel de garantir uma aposentadoria tranquila aos celesquianos. As demais regiões da base do Sindinorte ainda receberão a visita dos diretores, completando o compromisso do sindicato com a transparência nos assuntos da Fundação Celos.
Con a o é uma publicação do Sindinorte - Sindicato dos Eletricitários do Norte de Santa Catarina Rua Max Colin, nº 2368 Bairro Glória | CEP 89216-000 sindsc@terra.com.br facebook.com.br/sindinortesc Jornalista responsável: Paulo Guilherme Horn (SRTE/SC 3489 ) Diretores responsáveis: Dirceu Simas, João Roberto Maciel, Wanderlei Lenartowicz e Jair Maurino Fonseca As matérias assinadas não correspondem, necessáriamente, à opinião do jornal
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