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Boletim do Conselheiro Especial - 10º Congresso dos Empregados da Celesc

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CONSELHEIRO Representante dos Empregados | Leandro Nunes | leandronusi@gmail.com

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Congresso Empregados da Celesc

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NÓS VAMOS CONSEGUIR SUPERAR OS DESAFIOS

O fim do 10º Congresso dos Empregados da Não existe nenhuma outra categoria que há Celesc, neste sábado, dia 27, me deixou uma 20 anos se propõe a debater a gestão de sua certeza: nós vamos superar os desafios e man- empresa, possibilitando aos trabalhadores a ter a concessão da nossa Celesc Pública. Essa influenciarem os rumos da Celesc. certeza veio de observar a Neste boletim apresen“Essa certeza veio de determinação dos trabalhatamos um relato breve das dores da empresa em apren- observar a determinação dos palestras e debates realider, debater e contribuir com trabalhadores da empresa zados nestes 3 dias de ina gestão da Celesc. tenso trabalho. Em tempo em aprender, debater e Tivemos um evento muito lançaremos um material contribuir com a gestão da bom, com alto nível de paespecial com as deliberalestras e discussões que, ções do 10º Congresso e Celesc” com certeza contribuirão um grande histórico destes com a nossa luta pela manutenção da con- 20 anos de trabalho coletivo. Essa é uma hiscessão da empresa. tória que temos que ter orgulho de contar. É Reforço uma constatação muito importante: a história dos celesquianos construindo, dia a o nosso congresso é único em todo o Brasil. dia, a Celesc Pública!

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UM OLHAR SOBRE O BRASIL ATUAL

Medidas de inclusão social são sequestradas pela desigualdade social. Isso exige que retomemos políticas muito mais profundas e a prova de manipulação das adotadas

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“A atual estrutura da conjuntura política e econômica do país está vulnerável. As mudanças que ocorreram surpreenderam o Brasil e mudaram o panorama, especialmente pela situação de termos um presidente vulnerável, que coloca em risco vários desdobramentos, inclusive seu cargo de chefia”. Com esse olhar, o filósofo, cientista político e ex-ministro da educação, Renato Janine Ribeiro, conduziu a palestra de abertura na 10ª edição do Congresso dos Empregados da Celesc. O palestrante, que também é professor da Universidade de São Paulo (USP) e acumula vasta experiência, traçou uma reflexão sobre o atual cenário, as mudanças econômicas e sociais, bem como os impactos. Destacou o intenso momento político, influenciado pelos bruscos acontecimentos que geram a sensação de incerteza, em conjunto com desorganização e vulnerabilidade. “Desde o início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff o governo ficou fragilizado. Considero que o presidente da república precisa ter força o suficiente para se relacionar com o Congresso, mas não ser dominado por ele. A autoridade precisa fazer o congresso funcionar e para isso utiliza-se duas formas, a verba e outra que gosto de ironizar é o verbo. Assim, o executivo precisa de dinheiro, caso não tiver, situação que aconteceu no segundo mandato da Dilma, ele perde muita capacidade”, considerou. Para fazer uma análise com o panorama atual, o palestrante destacou a sensível atuação do Congresso no ano de 2015 ao transferir as significativas decisões para o Supremo Tribunal Federal, que executou o pedido de impeachment. “Normalmente essa decisão seria votada no Congresso, mas percebendo que o Executivo também estava debilitado, o Supremo legislou e quem acabou assumindo a liderança foi o Juiz Sergio Moro. O fato

é que, diante de todo o protagonismo crescente do poder constitucional não eleito pelo judiciário, fez com que os dois poderes falhassem na sua capacidade de exercer o que gostariam de fazer,” destacou Ribeiro. No decorrer de sua fala, o filósofo identificou os desdobramentos dessa postura, que segundo ele, causa uma sensação de vazio e deficiente segurança “A situação de surpresas só acontece quando não se tem relações sólidas. Podemos fazer um paralelo com a vida pessoal, exemplificando através do casamento. Em um casamento sólido, bem estruturado você dificilmente será surpreendido, já se você tem um casamento frágil está mais propenso a se desfazer.” Ribeiro identificou nesse processo problemático o surgimento das denúncias ao presidente Michel Temer, reforçadas pelas acusações a alguns integrantes do ministério e o surgimento de debates quanto a eleições diretas ou indiretas, como plano de fundo para uma convicção de “que o presidente vai deixar o cargo, em virtude de ter sido destinado à executar uma série de reformas que estão duvidosas quanto a sua efetivação.” Ainda sobre o momento de incerteza, o filósofo prevê uma sensação de suspense, sem conhecimento quanto as resoluções e que só existe pela democracia ter chegado a um impasse. Outras considerações compreenderam aos aspectos históricos do Brasil, mencionado por Ribeiro como um país excludente que necessita de igualdade e oportunidades. “Medidas de inclusão social são sequestradas pela desigualdade social. Isso exige que retomemos políticas muito mais profundas e a prova de manipulação das adotadas.” Em contrapartida, destacou as vantagens e projetos para melhoria em termos de educações e resoluções para os problemas da sociedade.

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SEMINÁRIOS REGIONAIS

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“ A legislação impede que um sindicalista possa fazer parte do conselho. Pior! Agora, o candidato tem que ter sido chefe nos níveis mais altos da empresa. E nós, da Intercel, temos bem claro que quem é sindicato, não pode ser chefia”

Na primeira palestra da sexta-feira, o jornalista da Intercel e Diretor do Sindinorte, Paulo Guilherme Horn, apresentou aos participantes as discussões realizadas nos Seminários Regionais, em 2016. Promovidos pelos sindicatos da Intercel em conjunto com o Representante dos Empregados no Conselho de Administração da Celesc, os seminários debateram a atuação da Intercel, o diagnóstico das Agência Regionais feito no Jornal Linha Viva e a tragetória da representação dos trabalhadores no conselho de Administração desde 1994, quando os sindicatos passaram a apoiar candidatos. Uma das mais importantes constatações é a manifestação

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dos celesquianos pela manutenção deste apoio e os problemas que a lei das estatais traz para a lógica com que a Intercel trabalha: “com a lei das estatais, a Intercel não consegue mais preprar um companheiro como faz desde 1994. Isso por que a legislação impede que um sindicalista possa fazer parte do conselho. Pior! Agora, para poder representar os trabalhadores o candidato tem que ter sido chefe nos níveis hierárquicos mais altos da companhia. E nós, da Intercel, temos bem claro que quem é sindicato, não pode ser chefia. Hoje, temos apenas 2 companheiros que poderiam concorrer. Então, temos um grande debate pela frente.”

ASPECTOS DA CONCESSÃO DA CELESC

É uma equação que precisa ser bem equilibrada, temos uma exigência cada vez maior do serviço, tanto pela sociedade, como pela Aneel, e isso gera uma necessidade constante no sistema elétrico, na eficiência de gestão

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O chefe de Departamento de Regulação Técnica e Comercial da Celesc, Fábio Valentin, enfatizou os pontos do contrato de concessão e indicou a postura da companhia diante das fiscalizações. Destacou a inadimplência como fator agravante, além de perdas e as parcelas não reconhecidas na tarifa, que tiveram significativo aumento e influenciam a saúde financeira. “Esses pontos refletem nas metas a serem alcançadas e trazem ainda mais desafios para a distribuidora”, disse Valentin.

Em sua explanação também apontou as ações desenvolvidas para sustentar o contrato de concessões, ampliar a capacidade e cumprir com as metas estabelecidas pela ANEEL. “É uma equação que precisa ser bem equilibrada, temos uma exigência cada vez maior do serviço, tanto pela sociedade como pela agência reguladora, e isso gera uma necessidade constante no sistema elétrico, na eficiência de gestão e no ganho de produtividade.”

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O OLHAR DO ÓRGÃO REGULADOR

“Fiscalizar visando o lucro é totalmente desnecessário, nós multamos sim, mas a nossa prioridade é orientar e adequar para a busca da constante eficiência de mercado

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Apresentar o histórico e função da ANEEL em termos de representação estadual, bem como, o formato das decisões como responsável pelo setor elétrico e os contratos de concessões das distribuidoras foram as pautas apresentadas na palestra do superintendente de Concessões, Permissões e Autorizações de Transmissão e Distribuição da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Ivo Sechi Nazareno, no 10º Congresso dos Empregados da Celesc, realizado na última semana, em Chapecó. Falando como reguladora da Celesc, Nazareno apresentou as novas metas dos contratos de concessões e os desafios para os próximos anos. Assegurou que a empresa está em boas condições para continuar no processo de concessão, considerando alguns aspectos econômicos e financeiros. Em contrapartida, explicou que todas as decisões da ANEEL são submetidas à audiência pública prévia e sua função destina-se a regulação de funcionamento do setor. “Uma distribuidora de energia em termos econômicos que representa, é tida como um monopólio natural, uma vez que não faz sentido

duas empresas prestarem o mesmo serviço. Diante disso, se a distribuidora de energia não atende bem o consumidor, não há como substituí-la, nesse ponto entra a atuação da Agência, que leva em consideração vários critérios para controlar o serviço”, exemplificou o superintendente. Acrescentando que, ao fiscalizar a Celesc, “a empresa se incumbe de garantir o serviço prestado de forma mais barata e eficiente para o consumidor final.” Já na situação de renovação da concessão, Nazareno explicou ser especificado no contrato as condições mínimas para prestação do serviço adequado: “Se a empresa aceitar as indicações será prorrogado o contrato, no caso da Celesc, para até 2045.” Quanto à aplicação de multas, o superintendente foi claro ao destacar a fiscalização da ANEEL no sentido de orientação e prevenção: “Fiscalizar visando lucro é totalmente desnecessário, nós multamos sim, mas a nossa prioridade é orientar e adequar para busca da constante eficiência de mercado.”

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UM PAÍS SEM DIREITOS

,, Se aprovadas, estas propostas irão reduzir e quebrar os direitos, assim voltaremos ao século XIX, onde não tinha Estado e direitos no Brasil

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O economista e coordenador regional do Diesse, José Álvaro Cardoso, apresentou uma análise da conjuntura política e econômica de Santa Catarina, considerando a gravidade econômica em que o país se encontra. Frente ao Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, Álvaro considerou-se felizardo por poder avaliar e analisar o atual cenário e o movimento sindical brasileiro. Identificando que a dureza do momento revela a preocupação dos movimentos sindicais em representar e defender os trabalhadores, sendo os únicos a essa atribuição. Em paralelo a crise, o palestrante disse ser a maior da história. “Temos que prestar atenção no que está acontecendo. Isso está relacionado com o processo de golpe que reflete em três vetores e, muitas vezes, é difícil as pessoas enxergarem. Primeiro trata-se da entrega de matéria-prima para as multinacionais, em segundo, os aspectos ligados à soberania, enquanto o terceiro fator, corresponde à retirada de direitos. Isso tudo em conjunto com três grupos básico de interesse, o império, o plutogracia e o último grupo são os ladrões.” O economista também fez dura críticas à pos-

tura do país em promover um movimento contra corrupção, assinalando dois aspectos. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287 que prevê a reforma da previdência e a reforma trabalhista, atribuindo as essas atitudes uma verdadeira decadência. “Se aprovadas, essas propostas irão reduzir e quebrar os direitos, assim voltaremos a século XIX, onde não tinha Estado e direitos no Brasil.” Com mais de 25 anos de experiência no Dieese, José Álvaro foi pontual ao indicar uma proposta de extinção da previdência através de um processo que identificou como golpe: “Na medida em que se reduz o benefício e o acesso da população com uma postura agressiva e profunda, acontece a evasão entre os que contribuem com a previdência. Ou seja, a intenção é abrir espaço para a previdência privada.” Novamente, criticou o governo reforçando o indicativo de um golpe contra o Brasil e da classe trabalhadora, exequindo a seguridade social. “A política governamental de um país deve ser para atender o seu povo,” destacou, acrescentando a previdência sem déficit: “é importante dizer, que há um fatalismo fiscal por achar que o país irá quebrar e o fatalismo demográfico, baseado em mentiras.”

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A CELESC NÃO É SÓ POSTES E CABOS

Minha posição não é terceirizar tudos, acreditamos nos celesquianos, nos nossos crachás, nas pessoas que estão comprometidas e interessadas nos avanços da empresa

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Um panorama sobre a Celesc e a postura da companhia diante das metas de concessões foram temas abordados pelo seu presidente, Cleverson Siewert em sua palestra. Com postura otimista, destacou em suas abordagens a intenção da Celesc em continuar investindo e identificou uma companhia movida por desafios ao longo dos seus 62 anos de história. Pontuou os esforços para continuar em constante evolução no que se refere à gestão e disse ser necessário encarar as lógicas discutidas para os próximos anos, especialmente em termos de concessão. “Nosso desempenho, as práticas, os investimentos, e as atitudes se traduziram na prorrogação da concessão por mais 30 anos, garantindo salários e direitos. Mas é necessário continuarmos com as metas financeiras e operacionais, caso contrário, corremos o risco de perder a concessão e essa é mais uma responsabilidade da companhia. Se não cumprirmos por dois anos consecutivos as metas financeiras e técnicas, podemos perder a concessão”. Sobre a situação de mudanças, a exemplo de novos critérios de contratação, o presidente foi enfá-

tico ao dizer que acredita nos funcionários. “Minha posição não é terceirizar tudo, acreditamos nos celesquianos, nos nossos crachás, nas pessoas que estão comprometidas e interessadas nos avanços da empresa.” Siewert apresentou dados das receitas e despesas, apontando melhorias nas áreas mais acentuadas como o valor gasto com ações judiciais, em termos de 12 milhões de reais e que segundo ele, poderiam ser reduzidas se abordadas de forma diferente. “Não sou contra ações judiciais, mas acredito que poderíamos primeiro tentar conversar, se mesmo assim não se obtém resolutiva, então segue-se por outro caminho, pois são valores altos do nosso caixa que poderiam ser utilizados com outros benefícios e investimentos.” Cleverson destacou a visão positiva da sociedade sobre a Celesc e disse que mais difícil do que evoluir é permanecer bem: “A Celesc não é só postes e cabos e a sociedade reconhece o trabalho desenvolvido, a exemplo dos 86% de satisfação dos serviços em termos de Estado, resultado do esforço coletivo e da postura contínua de melhoria.”

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MOÇOES

Durante a plenária, os trabalhadores aprovaram duas moções. A primeira, busca o comprometimento com a manutenção da Celesc Pública e a segunda, repudia as reformas do Governo Temer

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1) Os delegados reunidos no 10º Congresso dos Empregados da Celesc, realizado em Chapecó, de 25 a 27 de maio de 2017, aprovam moção para que os sindicatos que compõem a Intercel, em conjunto com o Representante dos Empregados no Conselho de Administração da Celesc encaminhem expediente aos pré-candidatos ao Governo do Estado de Santa Catarina para que estes comprometam-se com a manutenção do caráter público da Celesc, trabalhando para que ela seja o motor do desenvolvimento do estado e tenha como objetivo fundamental a prestação de um serviço público de qualidade para a população. 2) Os delegados reunidos no 10º Congresso dos Empregados da Celesc, realizado em Chapecó, repudiam as reformas trabalhista, previdenciária e a liberação irrestrita da terceirização no Brasil, encaminhadas pelo Governo federal, que destroem direitos históricos da população brasileira. Os trabalhadores rejeitam qualquer precarização trabalhista e social, uma vez que o governo mente para justificar o ataque aos trabalhadores, em benefício de empresários.

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HOMENAGEM

Que a história de luta dos companheiros Vitor Schmidt e Juraci Bolognest inspire a todos os trabalhadores para buscarem, no coletivo, conquistas e avanços para uma vida inteira

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Ao final da plenária, os trabalhadores também aprovaram uma homenagem especial para 2 companheiros que nos deixaram precocemente e tem uma bela história no movimento sindical. Os participantes acataram sugestão do Conselheiro Eleito, Leandro Nunes, e referenciaram os companheiros Vitor Schimidt e Juraci Bolognest. Vitor Schimidt foi dirigente sindical do Sinergia, sendo liderança que contribuiu com a transformação dos sindicatos para um modelo combativo, dei-

xando de lado o modelo assistencialista. Foi também vereador em Florianópolis e faleceu no início deste ano. Juraci Bolognest era diretor do Stieel, tendo acompanhado as lutas em defesa dos direitos dos trabalhadores com atuação destacada na Intersul, coletivo de sindicatos que atua na Eletrosul. Juraci faleceu no final de 2016. Que a história de luta dos dois companheiros inspire a todos os trabalhadores para buscar,em no coletivo, conquistas e avanços para uma vida inteira.

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AVALIAÇÃO DO 10º CONGRESSO Ao final do Congresso, os participantes puderam avaliar os principais pontos do evento: tempo de duração, conteúdo, metodologia, coordenação, organização, local, alimentação e deslocamento. Da mesma forma que ocorreu com os Seminários Regionais, a menor avaliação ficou com o tempo de duração, com 69,5% dos participantes avaliando como bom. A avaliação baixa neste quesito foi complementada com a solicitação de que o congresso deveria ter, no mínimo, mais 1 dia para debater temas tão importantes para o futuro da empresa. O desafio é grande. Um evento desta estrutura demanda bastante esforço e recursos para acontecer. Abaixo o quadro de avaliação geral médio por conceito: ASSUNTO

BOM

MÉDIO

RUIM

TEMPO DE DURAÇÃO

65,9%

34,1%

0,0%

CONTEÚDO

96,7% 93,4% 97,8% 92,3% 97,8% 92,3% 86,8%

3,3% 6,6% 2,2% 7,7% 2,2% 7,7% 11,0%

0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 2,2%

90,4%

9,3%

0,3%

METODOLOGIA ORGANIZAÇÃO PALESTRAS LOCAL ALIMENTAÇÃO DESLOCAMENTO MÉDIA GERAL

Depois de avaliarem os conceitos, cada participante atribuiu uma nota geral para o Congresso, em uma escala de 0 a 10. A nota média da avaliação geral desta 10ª edição foi de 9,27.

NOTA MÉDIA DO 10º CONGRESSO

9,27

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AGRADECIMENTOS

O 10º Congresso dos Empregados da Celesc foi um evento à altura de seus 20 anos de importância para a manutenção da Celesc Pública. E é preciso ser grato por isso. Agradeço aos amigos que ajudaram a organizar o evento: Paulo Guilherme Horn, Jair Fonseca, Samya Campan, José Álvaro, Mairon Brandes, Júlia Latrônico, Mario Valeriano, Patrícia Mendes, Cleber Borges, Iria Spiecker, Paulo Roberto Oliveira e Lucio da Silva. Tamém agradeço a todas as autoridades que atenderam o convite e participaram do evento: Deputado Federal Pedro Uczai, os Deputados Estaduais, Direceu Dresch, Cesar Valduga, Gelson Merísio e Luciane Carminatti, e ao Governa-

dor Raimundo Colombo. Muito obrigado, ainda, aos palestrantes que engrandeceram o congresso: Renato Janine Ribeiro, Paulo Guilherme Horn (Intercel), Ivo Sechi Nazareno (ANEEL), Fabio Valentim (Celesc), Cleverson Siewert (Celesc) e José Álvaro (Dieese). E, finalmente, obrigado a todos os celesquianos que participaram desse grande momento, debatendo a gestão da Celesc Pública e a melhoria na qualidade dos serviços prestados à população. Com certeza, o caminho para superarmos os desafios e mantermos a concessão é um caminho coletivo. Trabalhando juntos, seguiremos com o lema que tanto nos orgulha: CELESC PÚBLICA, BOM PARA TODO MUNDO!

VAMOS À LUTA! Abraços, Leandro Acompanhe minhas redes sociais

EXPEDIENTE Boletim do Conselheiro é uma publicação do Representante dos Empregados no Conselho de Administração da Celesc Jornalista Responsável: Paulo Guilherme Horn (MTB 3489) Textos: Paulo Guilherme Horn e Isabel Guzzon (MB Comunicação) Revisão: Patrícia Mendes e Jair Maurino Fonseca Telefone / Whatsapp: (47) 9187-6572 Email: leandronusi@gmail.com https://www.facebook.com/LeandroNunesConselheiro

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