Boletim semanal - Ano VI - Edição 22 - 3º Domingo da Páscoa
Moços, tendes alguma coisa para comer?
Lançai a rede à direita da barca e achareis
IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA GLÓRIA
LARGO DO MACHADO - RIO DE JANEIRO - RJ
Pascom Nossa Senhora da Glória Dirigente espiritual - Diácono Jorge
Agentes - André Pessôa Flávia Mascarenhas Maria das Graças Luciana Gonçalves Colaboradora: Cidália Aragão (fotos)
Coordenação - Elydia Sérgio Fadul Jr
Capa - Jesus aparece na Galiléia, no mar de Tiberíades - artista desconhecido
Missa em honra a São Padre Pio Quarta-feira dia 04 de maio às 20 h. Missa em honra a Santa Dulce dos Pobres Dia 14/05, sábado às 13 h. Dízimo Todo 2º domingo do mês. Seja um cristão comprometido, ajude sua Paróquia, seja um dizimista!!!! Grupo de Oração Todas as terças-feiras às 19:30 h.
Pastoral do Catecumenato Convida a todos, a partir de 14 anos, que buscam os Sacramentos do Batismo, Eucaristia e/ou Crisma a participar dos encontros que acontecem às 18:30 h, aos domingos. Movimentos Marianos Convidam a todos para rezarem juntos o Terço, durante o mês de maio. Durante a semana após a Missa das 18 h. Apostolado da Oração Dia 05/05 às 16 h - Hora Santa Dia 06/05 às 15 h - Missa em honra ao Sagrado Coração e, após, a reunião.
Pároco - Padre Geovane Ferreira da Silva
IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA GLÓRIA
LARGO DO MACHADO - RIO DE JANEIRO - RJ
Meu Senhor e meu Deus, arrancai de mim mesmo tudo o que me impede de ir a Vós. Meu Senhor e meu Deus, dai-me tudo aquilo que me conduz a Vós. Meu Senhor e meu Deus, tirai-me de mim mesmo e entregai-me todo a Vós.
Oração de São Nicolau de Flue
Quando o amor vos chamar, segui-o, embora seus caminhos sejam agrestes e escarpados; E quando ele vos envolver com suas asas, cedei-lhe, embora a espada oculta na sua plumagem possa ferir-vos; E quando ele vos falar, acreditai nele, embora sua voz possa despedaçar vossos sonhos Como o vento devasta o jardim. Pois, da mesma forma que o amor vos coroa, assim ele vos crucifica. E da mesma forma que contribui para vosso crescimento, trabalha para vossa poda. E da mesma forma que alcança vossa altura e acaricia vossos ramos mais tenros que se embalam ao sol, assim também desce até vossas raízes e as sacode no seu apego à terra. Como feixes de trigo, ele vos aperta junto ao seu coração. Ele vos debulha para expor vossa nudez. Ele vos peneira para libertar-vos das palhas. Ele vos mói até a extrema brancura. Ele vos amassa até que vos torneis maleáveis. Então, ele vos leva ao fogo sagrado e vos transforma no pão místico do banquete divino. Gibran Khalil Gibran
01 - Glaucia Costa Tiago Reis Yone de Lima 02 - Ana Maria Andrade Cosme Menezes Gilvani Batista 03 - Marília Tardin Patrícia Rohlfs Vera Lúcia Aurélio 04 - Angela Gaeta Gabriela Rangel Maria Ignez
05 - Célida Garcia Iolanda Mariano Maria da Conceição Gorgolho Maria José Bezerra 06 - Adriana Márgara Maria Helena Portugal Theresinha Ladeira 07 - Flor de Lys Almeida Simoni de Macedo 08 - Olívia Agostini
01 - São José Operário 02 - São Atanásio de Alexandria 03 - São Felipe e São Tiago menor 04 - São Floriano 05 - Santo Angelo de Jerusalém 06 - São Domingos Sávio 07 - Santa Flávia Domitila 08 - São Pedro de Tarantásia
São José Operário: “Padroeiro dos trabalhadores” São José “foi dado à humanidade para exprimir visivelmente as adoráveis perfeições do Pai, para ser a sua imagem aos olhos do Filho de Deus”. Hoje, 1º de maio, celebramos o Dia do Trabalhador e, juntamente, o São José Operário. Tal dignidade da comemoração deste santo foi dada em 1955, pelo Papa Pio XII que, em meio a Praça de São Pedro, repleta de mais de 200 mil pessoas, cristianizou a festa civil, para dignificar os frutos do esforço humano através do trabalho: “Queremos reafirmar, em forma solene, a dignidade do trabalho, a fim de que inspire na vida social as leis da equitativa repartição de direitos e deveres.” (Pp. Pio XII). São José “foi dado à humanidade para exprimir visivelmente as adoráveis perfeições do Pai, para ser a sua imagem aos olhos do Filho de Deus”. Então, como deve ser excelsa a sua santidade, a beleza desse grande santo que Deus Pai criou com suas mãos para representar a si mesmo ao Filho unigênito. O Evangelho especifica o tipo de trabalho, pelo qual José garantia a sustentação da família: o trabalho de carpinteiro.
No desenvolvimento humano de Jesus «em sabedoria, em estatura e em graça» a virtude da laboriosidade era notável, e neste sentido “São José tem uma grande importância para Jesus, se o Filho de Deus, verdadeiramente feito homem, o escolheu para revestir a si mesmo de sua aparente filiação... Jesus, o Cristo, quis assumir a sua qualificação humana e social deste operário” (Paulo VI – Alocução 19/3/1964) É através deste homem Justo, São José, que Deus nos cativa a buscar a santificação das nossas atividades laborais. Nos ensinando a dedicar cada dia de trabalho, as nossas forças, o fruto da nossa dedicação para o alcance da santificação da nossa vida. E, São José, sendo patrono dos trabalhadores, a Igreja se volta para a proteção daqueles que são tratados com injustiça e tem seus direitos violados perante o trabalho, assim, “a Igreja defende os trabalhadores de forma veemente, em seus ensinamentos, assegura que o trabalho é fundamento sobre o qual é edificada a vida familiar, que é direito do homem e da mulher por vocação. Neste sentido, o Estado, as empresas e sindicatos tem o dever de lutar por políticas públicas para assegurar tudo o que é de direito dos operários e famílias em vista de vida digna” (Pe Valdivino Guimarães, CSsR.).
Que São José Operário, modelo dos “Ó glorioso Patriarca São José, trabalhadores, seja nosso socorro em meios humilde e justo artesão de Nazaré” as labutas e desafios que possam aparecer do Papa Pio XII (1876-1958). em nossas atividades laborais e dar a dignidade de um emprego aqueles que "Ó glorioso Patriarca São José, humilde e buscam por trabalho e condições melhores justo artesão de Nazaré, que deste a todos os cristãos, mas especialmente a nós, o para sobrevivência. E rezemos: exemplo de uma vida perfeita em constante trabalho e em admirável união com Maria e Jesus, assisti-nos em nossa tarefa diária, para que também nós, artesãos católicos, encontremos nela os meios eficazes de glorificar o Senhor, de nos santificarmos e de sermos úteis à sociedade em que vivemos, ideais supremos de todas as nossas ações. Obtende-nos do Senhor, ó nosso amado protetor, humildade e simplicidade de coração, gosto pelo trabalho e benevolência para com aqueles que são nossos colaboradores, conformidade com as vontades divinas nas dores inevitáveis O menino Jesus na oficina de São José Gerrit van Honthorst (São Petersburgo - 1620) d esta vida e alegria em seu sustento, consciência de nossa particular missão Oração a São José (São Pio X ) social e senso de responsabilidade, espírito Glorioso São José, modelo de todos os que de disciplina e oração, docilidade e se dedicam ao trabalho, obtende-me a respeito para com os superiores, graça de trabalhar com espírito de fraternidade para com os iguais, caridade penitência para expiação de meus e indulgência para com os subordinados. numerosos pecados; Esteja conosco em nossos momentos de De trabalhar com consciência, pondo o prosperidade, quando tudo nos convida a culto do dever acima de minhas provar honestamente os frutos de nosso inclinações; trabalho; mas sustenta-nos nas horas de De trabalhar com recolhimento e alegria, tristeza, quando o céu parece se fechar olhando como uma honra empregar e para nós, e os próprios instrumentos de desenvolver pelo trabalho os dons trabalho parecem se rebelar em nossas recebidos de Deus; mãos. De trabalhar com ordem, paz, Deixe-nos, seguindo seu exemplo, manter moderação e paciência, sem nunca recuar nossos olhos fixos em nossa Mãe Maria, sua perante o cansaço e as dificuldades; esposa muito doce, que, em um canto de De trabalhar, sobretudo com pureza de seu modesto estúdio, estava girando intenção e com desapego de mim mesmo, silenciosamente, deixando o sorriso mais tendo sempre diante dos olhos a morte e a gracioso vagar em seus lábios; cuidai conta que deverei dar do tempo perdido, também de não desviarmos os olhos de dos talentos inutilizados, do bem omitido e Jesus, que trabalhou na vossa bancada de da vã complacência nos sucessos, tão carpinteiro, para que assim possamos levar uma vida pacífica e santa na terra, funesta à obra de Deus! prelúdio da eterna felicidade que nos Tudo por Jesus, tudo por Maria, tudo à espera no céu, ao longo dos séculos séculos. vossa imitação, oh! Patriarca São José! Que assim seja. » Tal será a minha divisa na vida e na Dom Eurico dos Santos Veloso morte. Amém. Arcebispo Emérito de Juiz de Fora, MG São José Operário, rogai por nós! Saudações em Cristo Ressuscitado! Aleluia!
“Eu conheço a tua miséria, as lutas, as aflições de tua alma, as fraquezas do teu corpo. Conheço também tua covardia, teus pecados e, apesar disso, Eu te digo: Dá-me o teu coração. Amo-te assim como tu és!” Se esperas tornar-te um anjo para então te entregares ao amor, nunca me amarás. Mesmo se fores covarde no cumprimento de tuas obrigações e no exercício das virtudes, mesmo se caíres frequentes vezes naqueles pecados que não desejas mais cometer, Eu não permito que não Me ames! Ama-Me assim como tu és! Em cada momento e em qualquer situação, em que te encontrares, na consolação ou na aridez, na fidelidade ou infidelidade: “Ama-Me assim como tu és”! Eu quero o amor do teu pobre coração; pois se esperas até que seja perfeito, tu nunca me amarás! Não poderia Eu criar de cada grão de areia um serafim, radiante de pureza, de nobreza e de amor? Não sou Eu o todo poderoso? E se eu quis deixar aqueles seres maravilhosos no céu, para preferir o teu amor tão fraco e miserável – não sou Eu o Senhor do Meu amor? Meu filho, deixa que Eu te ame. Eu quero o teu coração. Podes estar certo, Eu te transformarei com o tempo, mas agora Eu te amo assim como tu és e Eu quero que também tu Me ames assim como tu és. Eu quero ver o teu amor brotar do abismo da tua miséria. Eu amo em ti também as tuas fraquezas, pois amo o amor dos pobres e dos
miseráveis. Eu quero que dum coração cheio de misérias, como o teu, suba a incessante prece: “ Jesus, eu te amo!” Eu não preciso da tua sabedoria e dos teus talentos. Uma só coisa é importante para Mim: “Ver-te lutar e agir com amor!” Não são as tuas virtudes que Eu desejo. Se tivesse que dar-te tais virtudes a ti, que és tão fraco, isto só nutriria o teu amor próprio. Porém não te preocupes com isso. Eu poderia operar grandes coisas em ti, mas não, tu serás o sevo inútil, e Eu tirarei de ti até mesmo o pouco que tens, porque Eu te criei só para o amor. Hoje me apresento qual mendigo na porta do teu coração - Eu o Reis dos Reis! Eu bato e espero! Apressa-te e abre-te para Mim! Não te desculpes com a tua miséria. Se conhecesse a plenitude da tua miséria, morreria de dor. O que Me faria o coração seria ver que duvidas de Mim e deixes de confiar em Mim. Eu quero, que pratiques mesmo o mais insignificante ato só por amor a Mim. Eu conto contigo e espero que Me proporciones muita alegria. Não te preocupes se tu não possuis nenhuma virtude – Eu te darei as minhas. Quando tiver que sofrer, Eu te darei forças. Se Me deres o teu amor, dar-te-ei mais do que possas imaginar para que entendas o amor. Mas não esqueças: “Ama-Me como tu és!” Eu te dei a Minha Mãe. Deixa tudo, sim tudo, para depositá-lo em Seu coração imaculado! Em todo caso não esperes até te tornares santo para então te entregares ao amor; tu nunca Me amarias. – E agora, "coragem!”. Fonte: “ Ecc Mater Tua” Nr. 268, de Mons. Lebrun, Traduzido do Italiano.
O sacrifício celeste instituído por Cristo é verdadeiramente um dom do Novo Testamento concedido como herança; é o dom que ele nos deixou como garantia da sua presença, na noite em que foi entregue para ser crucificado. Este é o viático da nossa peregrinação. É o alimento que nos sustenta nos caminhos desta vida até o dia em que, partindo deste mundo, formos ao encontro do Senhor. Pois ele mesmo disse: Se não comerdes a minha carne e não beberdes o meu sangue, não tereis a vida em vós (cf. Jo 6,53). Ele quis efetivamente com seus dons permanecer junto de nós; quis que as almas, remidas com o seu sangue precioso, se santificassem continuamente pelo memorial de sua Paixão. Por esse motivo, ordenou aos seus discípulos fiéis, constituídos como primeiros sacerdotes de sua Igreja, que sem cessar celebrassem estes mistérios da vida eterna. É nec es s ári o, po rta nt o, q ue es tes sacramentos sejam celebrados por todos os sacerdotes em cada Igreja do mundo inteiro, até que Cristo desça novamente dos céus. Deste modo, tanto os sacerdotes co m o to d o o po vo f ie l , t en d o diariamente ante os olhos o sacramento da Paixão de Cristo, tomando-o nas suas mãos e recebendo-o na boca e no coração, guardem indelével a memória de nossa redenção. Com razão se considera o pão como uma imagem inteligível do Corpo de Cristo. De fato, assim como para fazer o pão é necessário reunir muitos grãos de trigo, transformá-los em farinha, amassar a farinha com água e cozê-la ao fogo, assim também o Corpo de Cristo reúne a
multidão de todo o gênero humano e o leva à perfeita unidade de um só corpo por meio do fogo do Espírito Santo. Cristo nasceu pelo poder do Espírito Santo. E porque convinha que nele se cumprisse toda a justiça, penetrou nas águas do batismo para santificá-las, e saiu do rio Jordão cheio do Espírito Santo que tinha descido sobre ele em forma de pomba. O evangelista dá testemunho disso dizendo: Jesus, cheio do Espírito Santo, voltou do Jordão (Lc 4,1). Do mesmo modo, o vinho do seu sangue, proveniente de muitos cachos, quer dizer, feito das uvas da videira por ele plantada, espremido no lagar da cruz, fermenta por si mesmo em amplos recipientes que são os corações dos fiéis. Todos vós, pois, que fostes libertados do Egito e do poder do Faraó, isto é, do demônio, recebei com santa avidez de coração junto conosco, este sacrifício pascal portador de salvação. E assim, sejamos santificados até o mais íntimo de nosso ser por Jesus Cristo nosso Senhor, que cremos estar presente em seus sacramentos. Seu poder inestimável permanece por todos os séculos. São Gaudêncio (Tratados - Séc V)
A ninguém é permitido participar da Eucaristia, a não ser àquele que, admitindo como verdadeiros os nossos ensinamentos e tendo sido purificado pelo batismo para a remissão dos pecados e a regeneração, leve uma vida como Cristo ensinou. Pois não é pão ou vinho comum o que recebemos. Com efeito, do mesmo modo como Jesus Cristo, nosso salvador, se fez homem pela Palavra de Deus e assumiu a carne e o sangue para a nossa salvação, também nos foi ensinado que o alimento sobre o qual foi pronunciada a ação de graças com as mesmas palavras de Cristo e, depois de transformado, nutre nossa carne e nosso sangue, é a própria carne e o sangue de Jesus que se encarnou. Os apóstolos, em suas memórias que chamamos evangelhos, nos transmitiram a recomendação que Jesus lhes fizera. Tendo ele tomado o pão e dado graças, disse: Fazei isto em memória de mim. Isto é o meu corpo (Lc 22,19; Mc 14,22); e tomando igualmente o cálice e dando graças, disse: Este é o meu sangue (Mc 14,24), e os deu somente a eles. Desde então, nunca mais deixamos de recordar estas coisas entre nós. Com o que possuímos, socorremos a todos os necessitados e estamos sempre unidos uns aos outros. E por todas as coisas com que nos alimentamos, bendizemos o Criador do universo, por seu Filho Jesus Cristo e pelo Espírito Santo. No chamado dia do Sol, reúnem-se em um mesmo lugar todos os que moram nas cidades ou nos campos. Lêem-se as memórias dos apóstolos ou os escritos dos profetas, na medida em que o tempo permite.
Terminada a leitura, aquele que preside toma a palavra para aconselhar e exortar os presentes à imitação de tão sublimes ensinamentos. Depois, levantamo-nos todos juntos e elevamos as nossas preces; como já dissemos acima, ao acabarmos de rezar, apresentam-se pão, vinho e água. Então o que preside eleva ao céu, com todo o seu fervor, preces e ações de graças, e o povo aclama: Amém. Em seguida, faz-se entre os presentes a distribuição e a partilha dos alimentos que foram eucaristizados, que são também enviados aos ausentes por meio dos diáconos. Os que possuem muitos bens dão livremente o que lhes agrada. O que se recolhe é colocado à disposição do que preside. Este socorre os órfãos, as viúvas e os que, por doença ou qualquer outro motivo se acham em dificuldade, bem como os prisioneiros e os hóspedes que chegam de viagem; numa palavra, ele assume o encargo de todos os necessitados. Reunimo-nos todos no dia do Sol, não só porque foi o primeiro dia em que Deus, transformando as trevas e a matéria, criou o mundo, mas também porque neste mesmo dia Jesus Cristo, nosso salvador, ressuscitou dos mortos. Crucificaram-no na véspera do dia de Saturno; e no dia seguinte a este, ou seja, no dia do Sol, aparecendo aos seus apóstolos e discípulos, ensinou-lhes tudo o que também nós vos propusemos como digno de consideração. São Justino (Primeira Apologia a favor dos cristãos - Séc I)
O Milagre Eucarístico em Lanciano é um dos muitos casos ocorridos no mundo, onde o pão e o vinho se transformam sensível e visualmente no corpo e sangue de Jesus.
Alguns discípulos não reconheceram Jesus ressuscitado. Isso aconteceu, por exemplo, com Maria Madalena (João 20,15), com os discípulos quando estavam pescando (João 21,4) e com os dois discípulos no caminho de Emaús (Lucas 24,13-35). Fica claro, porém, que a fisionomia de Jesus era diferente nessas aparições. Cristo ressuscitou com seu próprio corpo: “Vede as minhas mãos e os meus pés: sou Eu!” (Lc 24,39). Mas ele não voltou a uma vida terrestre como antes. O nosso Catecismo explica que o corpo de Jesus ressuscitado era o mesmo corpo dele: “Jesus ressuscitado estabelece com seus discípulos relações diretas, em que estes o apalpam e com Ele comem. Convida-os, com isso, a reconhecer que Ele não é um espírito, mas sobretudo a constatar que o corpo ressuscitado com o qual Ele se apresenta a eles é o mesmo que foi martirizado e crucificado, pois ainda traz as marcas de sua Paixão. Contudo, este corpo autêntico e real possui, ao mesmo tempo, as propriedades novas de um corpo glorioso: não está mais situado no espaço e no tempo, mas pode tornar-se presente a seu modo, onde e quando quiser, pois sua humanidade não pode mais ficar presa à terra, mas já pertence exclusivamente ao domínio divino do Pai. Por esta razão também Jesus ressuscitado é soberanamente livre de aparecer como quiser: sob a aparência de um jardineiro ou “de outra forma” (Mc 16,12), diferente das que eram familiares aos discípulos, e isto precisamente para suscitar-lhes a fé” (n.645).
Com essas palavras a Igreja deixa claro que Jesus podia aparecer de maneiras diferentes (“como jardineiro ou outra forma”), já que seu corpo ressuscitado tem propriedades novas por não estar mais sujeito ao tempo e ao espaço. Isto significa que as leis da natureza já não tem mais poder sobre o seu corpo, por isso Ele pode entrar e sair do Cenáculo onde estão os Apóstolos, sem abrir a porta e sem rasgar as paredes; seu corpo já não ocupa mais espaço como antes. É agora como se vivesse de maneira “invisível”, embora pudesse se deixar ver quando quisesse. Quando São Paulo explica como será o nosso corpo ressuscitado, ele afirma que, da mesma forma, em Jesus “ressuscitarão com seu próprio corpo, que têm agora”; porém, este corpo será “transfigurado em corpo de glória”, em “corpo espiritual” (1Cor 15, 44): “Semeado corruptível, o corpo ressuscita incorruptível (…) os mortos ressurgirão incorruptíveis. (…) Com efeito, é necessário que este ser corruptível revista a incorruptibilidade e que este ser mortal revista a imortalidade” (1Cor 15,35-37.42.52-53). Alguns levantam a hipótese de que os discípulos no caminho de Emaús, não o reconheceram porque o Senhor teria fechado os olhos deles para que não o reconhecessem, só permitindo isso na fração do pão. O evangelista São Lucas afirma que “os olhos deles estavam como que fechados, para que o não conhecessem” (Lc 24,16) e “abriram-selhes então os olhos, e o conheceram, e ele desapareceu-lhes” (Lc 24,31).
Parece-me, no entanto, que esta não é a melhor explicação, embora possa ser possível, uma vez que a Igreja diz no Catecismo que o seu corpo ressuscitado “pode tornar-se presente a seu modo, onde e quando quiser”, com outras aparências, “diferente das que eram familiares aos discípulos” (n 645). De fato, diante de Jesus ressuscitado estamos perante um corpo em um estado novo que é completamente desconhecido da criação natural. A ciência não tem condições de explicar isso.
Outros alegam que os discípulos não o reconheceram por vários motivos, como incredulidade (Jo 20,24-25); decepção (Jo 2 0 .1 1 - 1 5 ); p av o r (L c. 2 4, 36 - 37 ) ; embaçamento da luz por ocasião da aurora (Jo 20,1,14-15), etc.. Mas essas hipóteses também não parecem ser as melhores, tendo em vista que a Igreja afirma que o não reconhecimento Dele foi “precisamente para suscitar-lhes a fé”; então, foi algo da vontade de Jesus mesmo e não de outras causas. Há que se notar que em todos os casos a dificuldade em reconhece-Lo foi apenas temporário, em seguida o reconheceram; os discípulos em todas as aparições do M e s tr e e s t a v am a b s o lu ta m e n te convencidos de que se tratava do mesmo Jesus, no mesmo corpo físico que Ele possuía antes da ressurreição. E, com esta certeza saíram pela mundo testemunhando corajosamente a Sua ressurreição, enfrentando as perseguições e até a morte sem medo, tal era a certeza e a alegria da ressurreição do Senhor. Isto foi a causa da força com que evangelizaram o mundo.
Jesus ressuscitou em glória. Não carregava mais nossas fraquezas nem enfermidades. Não estava mais desfigurado, e nem tinha mais a aparência de um condenado, nem era mais desprovido de beleza como disse Isaías (Is 52,13; 53,12). Isto pode, de certa forma, ter também dificultado de certa forma o Seu reconhecimento por seus discípulos, mas não foi a causa mais importante. São Paulo diz que “o Senhor Jesus Cristo transformará o nosso mísero corpo, tornando-o semelhante ao seu corpo glorioso, em virtude do poder que tem de sujeitar a si toda criatura” (Fl 3.20). Só então poderemos saber exatamente como é corpo de Jesus ressuscitado. Prof. Felipe Aquino
Estimados irmãos e irmãs, bom Domingo! O Evangelho da Liturgia hodierna (Jo 21, 1-19) narra a terceira aparição de Jesus Ressuscitado aos Apóstolos. É um encontro que tem lugar no lago da Galileia e diz respeito sobretudo a Simão Pedro. Tudo começa com ele que diz aos outros discípulos: «Vou pescar» (v. 3). Nada de estranho, era pescador, mas tinha abandonado aquela profissão desde quando, precisamente nas margens do lago, tinha deixado as redes para seguir Jesus. E agora, enquanto o Ressuscitado se faz esperar, Pedro, talvez um pouco desanimado, propõe aos outros o regresso à vida anterior. E os outros aceitam: «Também nós vamos contigo». Mas, «Naquela noite nada apanharam» (v. 3). Também nos pode acontecer, por cansaço, desilusão, talvez por preguiça, de esquecer o Senhor e negligenciar as grandes escolhas que fizemos, contentarmo-nos com qualquer outra coisa. Por exemplo, não dedicamos tempo a falar uns com os outros em família, preferindo passatempos pessoais; esquecemos a oração, deixando-nos levar pelas próprias necessidades; negligenciamos a caridade, com a desculpa das urgências diárias. Mas, fazendo assim, ficamos desapontados: foi precisamente a deceção que sentiu Pedro, com as redes vazias, como ele. É uma estrada que te leva para trás e não te satisfaz. E o que faz Jesus com Pedro? Volta novamente para a margem do lago onde tinha escolhido Pedro, André, Tiago
e João, os quatro. Ele não repreende – Jesus não repreende, toca o coração, sempre – mas chama ternamente os discípulos: «Amigos» (v. 5). Depois convida-os, como antes, a lançarem de novo as redes, com coragem. E mais uma vez as redes se enchem até transbordar. Irmãos e irmãs, quando as nossas redes estão vazias na vida, não é o momento de sentir pena de nós mesmos, de nos divertirmos, de regressar aos velhos passatempos. É tempo de recomeçar com Jesus, é tempo de encontrar a coragem para recomeçar, é tempo de se fazer ao largo com Jesus. Três verbos: repartir, recomeçar, fazer-se ao largo. Sempre, perante uma desilusão, ou uma vida que perdeu um pouco o sentido – “hoje sinto que voltei atrás...” – parte de novo com Jesus, recomeça, faz-te ao largo! Ele está à tua espera. E pensa apenas em ti, em mim, em cada um de nós. Pedro precisava daquele “choque”. Quando ouve João clamar: «É o Senhor!» (v. 7), mergulha imediatamente na água e vai em direção a Jesus. É um gesto de amor, porque o amor vai além do útil, do conveniente e do devido; o amor gera espanto, inspira impulsos criativos e gratuitos. Assim, enquanto João, o mais novo, reconhece o Senhor, é Pedro, o mais velho, que se lança para ir ao seu encontro. Naquele mergulho há todo o entusiasmo recém-descoberto de Simão Pedro.
Prezados irmãos e irmãs, hoje Cristo Ressuscitado convida-nos a um novo impulso, todos nós, cada um de nós, convida-nos a mergulhar no bem sem medo de perder algo, sem calcular demasiado, sem esperar que outros comecem. Porquê? Não esperar os outros, porque para conhecer Jesus tem é preciso arriscar. É preciso arriscar com coragem, e recomeçar, e recomeçar arriscando, correr riscos. Perguntemonos: sou capaz de algum ímpeto de generosidade, ou impeço os impulsos do coração e fecho-me no hábito, ou no medo? Lançar-se, mergulhar. Esta é a palavra de Jesus hoje. Então, no final deste episódio, Jesus dirige a Pedro, três vezes, a pergunta: «Amasme?» (vv. 15.16). O Ressuscitado pergunta hoje também a nós: Amas-me? Porque
na Páscoa Jesus quer que o nosso coração ressuscite; porque a fé não é uma questão de conhecimento, mas de amor. Amasme? pergunta Jesus a ti, a mim, a todos nós, que temos as redes vazias e muitas vezes temos medo de recomeçar; a ti, a mim, a todos nós, que não temos coragem de mergulhar e talvez tenhamos perdido o impulso. Amas-me? pergunta Jesus. A partir de então, Pedro deixou de pescar para sempre e dedicouse ao serviço de Deus e dos irmãos, a ponto de dar a vida aqui, onde nos encontramos agora. E nós, queremos amar Jesus? Que Nossa Senhora, que prontamente disse “sim” ao Senhor, nos ajude a redescobrir o impulso do bem. PAPA FRANCISCO REGINA CAELI Domingo, 1° de maio de 2022
Prezados irmãos, peço atenção para a catequese e, de antemão, peço minhas desculpas por não ter começado a passar a catequese anteriormente. Para os que tiverem interesse em ver as anteriores, disponibilizaremos no site os outros seis encontros sobre o tema.
Estimados irmãos e irmãs, bom dia e bem-vindos! Hoje continuamos a refletir sobre os idosos, sobre os avós, sobre a velhice, palavra que parece feia, mas não, os velhos são grandes, são belos! E hoje deixar-nos-emos inspirar pelo maravilhoso livro de Rute, uma preciosidade da Bíblia. A parábola de Rute ilumina a beleza dos laços familiares: gerados pela relação de um casal, mas que vão além do vínculo do casal. Laços de amor capazes de serem igualmente fortes, nos quais irradia a perfeição daquele poliedro dos afetos fundamentais que formam a gramática familiar do amor. Esta gramática traz linfa vital e sabedoria generativa ao conjunto das relações que edificam a comunidade. Em comparação com o Cântico dos Cânticos, o livro de Rute é como o outro painel do díptico do amor nupcial. Tão importante como essencial, celebra o poder e a poesia que devem habitar os laços de geração, parentesco, dedicação e fidelidade que envolvem toda a constelação familiar. E que se tornam até capazes, nas conjunturas dramáticas da vida de um casal, de conferir uma força de amor inimaginável, capaz de relançar a esperança e o futuro. Sabemos que os clichés sobre os laços de parentesco criados pelo casamento, sobretudo o da sogra, aquele vínculo entre sogra e nora, falam contra esta
perspetiva. Mas, precisamente por esta razão, a palavra de Deus torna-se preciosa. A inspiração da fé pode abrir um horizonte de testemunho que vai contra os preconceitos mais comuns, um horizonte que é precioso para toda a comunidade humana. Convido-vos a redescobrir o livro de Rute! Especialmente na meditação sobre o amor e na catequese sobre a família. Este pequeno livro contém também um valioso ensinamento sobre a aliança das gerações: onde a juventude se mostra capaz de dar novo entusiasmo à idade madura – isto é essencial: quando a juventude restitui entusiasmo aos idosos – onde a velhice se mostra capaz de reabrir o futuro para a juventude ferida. No início, a idosa Noemi, embora movida pelo afeto das noras, viúvas dos seus dois filhos, é pessimista quanto ao seu destino num povo que não é o seu. Por conseguinte, ela encoraja afetuosamente as jovens viúvas a regressarem às suas famílias para reconstruírem a vida – aquelas viúvas eram jovens –. Diz: “Não posso fazer nada por vós”. Isto já parece ser um ato de amor: a idosa, sem marido nem filhos, insiste para que as suas noras a abandonem. No entanto, é também uma espécie de resignação: não há fu turo p os s íve l par a a s v iú v as estrangeiras, privadas da proteção dos seus maridos. Rute sabe disto e resiste a esta generosa oferta, não quer voltar para a sua casa. O vínculo que se estabeleceu entre sogra e nora foi abençoado por Deus: Noemi não pode pedir para ser abandonada. Inicialmente, Noemi parece mais
resignada do que feliz com esta oferta: talvez ela pense que este estranho vínculo aumentará o risco para ambas. Em certos casos, a tendência do idoso ao pessimismo precisa de ser contrastada pela pressão afetuosa dos jovens. De fato, Noemi, comovida pela dedicação de Rute, sairá do seu pessimismo e até tomará a iniciativa, abrindo um novo futuro para Rute. Ela instrui e encoraja Rute, a viúva do seu filho, a conquistar um novo marido em Israel. Booz, o candidato, mostra a sua nobreza, defendendo Rute dos homens seus empregados. Infelizmente, este é um risco que também se verifica hoje. O novo matrimónio de Rute é celebrado e os mundos são de novo pacificados. As mulheres de Israel dizem a Noemi que Rute, a estrangeira, vale “mais de sete filhos” e que o matrimónio será uma “bênção do Senhor”. Noemi, que estava cheia de amargura e dizia até que o seu nome era amargura, na sua velhice conhecerá a alegria de desempenhar um papel na geração de um novo nascimento. Vede quantos “milagres” acompanham a conversão desta idosa! Ela converte-se ao compromisso de se tornar disponível, com amor, para o futuro de uma geração ferida pela perda e em risco de abandono. As frentes de recomposição são as mesmas que, de acordo com as probabilidades desenhadas pelos preconceitos do senso comum, deveriam gerar fraturas insuperáveis. Em vez disso, a fé e o amor permitem que sejam superados: a sogra supera o ciúme do próprio filho amando o novo vínculo de Rute; as mulheres de Israel superam a desconfiança em relação ao estrangeiro (e se as mulheres o
fizerem, todos o farão); a vulnerabilidade da jovem sozinha, perante o poder do homem, reconcilia-se com uma relação cheia de amor e respeito. Tudo porque a jovem Rute se obstinou a ser fiel a um vínculo exposto a preconceitos étnicos e religiosos. E retomo o que disse no início, hoje a sogra é um personagem mítico, a sogra, não digo que pensamos nela como o diabo, mas pensamos sempre nela como uma figura má. Mas a sogra é a mãe do teu marido, é a mãe da tua esposa. Pensemos hoje neste sentimento um pouco generalizado de que a sogra, quanto mais longe estiver, melhor é. Não! Ela é mãe, é idosa. Uma das coisas mais belas das avós é ver os netinhos, quando os filhos têm filhos, revivem. Prestai atenção à relação que tendes com as vossas sogras: por vezes são um pouco especiais, mas deram-vos a maternidade do cônjuge, deram-vos tudo. Pelo menos é preciso fazê-las felizes, a fim de que levem em frente a sua velhice com felicidade. E se tiverem algum defeito, devemos ajudá-las a corrigir-se. Também a vós, sogras, digovos: cuidado com a língua, porque a língua é um dos pecados mais terríveis das sogras, cuidado. E Rute neste livro aceita a sogra, fazendo-a reviver, e a idosa Noemi toma a iniciativa de reabrir o futuro para Rute, em vez de apenas desfrutar do seu apoio. Se os jovens se abrirem à gratidão pelo
a
que receberam, e os idosos tomarem a iniciativa de relançar o seu futuro, nada pode impedir o florescimento das bênçãos de Deus entre os povos! Por favor, que os jovens falem com os avós, que os jovens falem com os idosos, que os idosos falem com os jovens. Devemos restabelecer esta ponte com vigor, nela há uma corrente de salvação, de felicidade. Que o Senhor nos ajude, fazendo isto, a crescer em harmonia nas famílias, aquela harmonia construtiva que vai dos idosos aos mais jovens, aquela ponte positiva que devemos preservar e conservar.
Resumo da catequese do Santo Padre: A história de Rute nos fala da beleza dos laços familiares, que nascem da relação esponsal, mas que vão além desta. São laços de amor capazes de projetar esperança, mesmo nas conjunturas – por vezes dramáticas – da vida familiar. Sabemos que os lugares-comuns sobre alguns laços familiares, sobretudo aquele entre sogra e nora, possuem uma conotação negativa. Neste ponto, a Palavra de Deus se torna ainda mais preciosa, pois traz-nos um testemunho que supera os preconceitos mais comuns. Convido-vos a redescobrir o livro de Rute! Este contém um ensinamento precioso sobre a aliança entre as gerações: a juventude revela-se capaz de dar entusiasmo à idade madura, e a velhice descobre-se capaz de reabrir horizontes de futuro à juventude ferida. A fé e o amor são capazes de recompor as fraturas – aparentemente insuperáveis – geradas pelos preconceitos comuns. Se os jovens se abrirem à gratidão por tudo o que receberam e os idosos tomarem a iniciativa de repropor seu futuro, nada poderá frear o florescimento das bênçãos de Deus entre os povos! Que Ele nos co n c ed a s e r m o s t e s t em u n ha s e mediadores destas bênçãos! Papa Francisco Audiência Geral Praça São Pedro Quarta-feira, 27 de abril de 2022
SAUDAÇÃO - Queridos peregrinos de língua portuguesa: Peço-vos que persevereis na oração incessante pela paz. Calem-se as armas, a fim de que aqueles que detém o poder de parar a guer ra, escut em o clamor d a humanidade inteira por paz! Que Deus vos abençoe!
ESPAÇO DAS CRIANÇAS O Ressuscitado anunciou Para na Galileia O encontrar Mas Pedro logo se cansou E decidiu que sairia para pescar Nenhum deles nada pegou Até Jesus lhes ajudar (SCFJ)
PENSE E RESPONDA O QUE JESUS PERGUNTOU AOS DISCÍPULOS? POR QUE ELES NÃO PESCARAM NADA? QUAL OUTRO MOMENTO SE ASSEMELHA A ESTE? POR QUE JESUS PERGUNTOU A PEDRO SE ELE O AMAVA?
VAMOS PINTAR?
DECIFRE A MENSAGEM A
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Q
R
S
T
U
V W X
Y
Z
A B C D E F G HIJ K L M N O P Q R S T U V W XY Z
JESUS TE PERGUNTA SE VOCE O AMA
LOCAL MARCADO JESUS HAVIA PEDIDO PARA AS MULHERES FALAREM QUE ERA PARA OS APÓSTOLOS ENCONTRAREM ELE NA GALILEIA. E ELE ESTAVA LÁ... ENCONTRE OS 12 ERROS NAS IMAGENS AO LADO.
DESCOBRINDO VAMOS ENCONTRAR NO DIAGRAMA ABAIXO AS PALAVRAS QUE ESTÃO ESCONDIDAS?
COELHO PÁSCOA GULOSO
CHOCOLATE MANHOSO
IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA GLÓRIA
LARGO DO MACHADO - RIO DE JANEIRO - RJ
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