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PANROTAS 1.622 - Edição Especial Travel Connect 2026

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ANO 34 | 1.622 | 9 a 15 de setembro de 2026

www.panrotas.com.br

22 a 28 de agosto de 2022 — PANROTAS

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1.622

9 A 15 DE SETEMBRO DE 2026 WWW.PANROTAS.COM.BR | R$ 11,00

6 Editorial — Muito além do prompt 8 — Eventos — Travel Connect 2026

12 Entrevista — Tecnologia a favor do protagonismo humano

34 — Mercado — Como a VOLL impacta a vida dos clientes

40 — Operação VIP — Concierge exclusivo para secretárias e C-level

Quer receber a revista PANROTAS pelo celular? Leia o QR Code ao lado.

56 — Pesquisas e Estatísticas — Panorama de dados VOLL 60 — Artigo — A evolução da mobilidade corporativa no Brasil

50 — Tendências globais — GBTA Convention: o epicentro do setor

18 — Tecnologia — O gestor de viagens ganha um copiloto

28 — Mercado — Viajantes corporativos mais exigentes

Media Partner

CNPJ 46.375.531/0001-60 PRESIDE NTE José Guillermo Condomí Alcorta GESTÃO José Guilherme Condomí Alcorta TECNOLOGIA Ricardo Jun Iti Tsugawa

Parceria Estratégica

EDITORIAL Artur Luiz Andrade

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EDITORIAL

MUITO ALÉM DOS PROMPTS Se a inteligência artificial fosse substituir o trabalho humano nas viagens corporativas, as empresas do ecossistema não estariam com tanta dificuldade para contratar...humanos. Mas estão. Consolidadoras disputam operacionais, TMCs oferecem pacotes agressivos para reter quem entende do negócio e até áreas de suporte sofrem com a escassez de profissionais que dominem a lógica do Turismo. O efeito cascata começou na década passada e se intensificou em 2020. A pandemia forçou a saída de muitos talentos e, quando o volume retornou com força a partir de 2023, o mercado se viu com demanda por gente e vendas em alta. Todo mundo na corrida para contratar, pouco profissional disponível. Formar um profissional da área não é simples. É preciso entender políticas, negociar com fornecedores, operar reservas, conciliar despesas e lidar com imprevistos para um C-level que não pode perder uma reunião. Não se resolve com um onboarding de duas semanas. A inteligência artificial vai ajudar, aliás, já está ajudando, como você verá nas próximas páginas. Processos repetitivos tendem a ser absorvidos por automação, o que é inevitável e bemvindo. Contudo, o efeito não será eliminar postos de trabalho. Será liberar os profissionais para atender, negociar e resolver o que a máquina não resolve. A IA não substitui o consultor que entende uma viagem complexa, conhece o perfil do viajante e percebe quando algo vai dar errado antes de dar. O setor não precisa escolher entre tecnologia e pessoas. As empresas que crescem entenderam que IA sem seres humanos qualificados é ferramenta sem mão. A VOLL fez uma aposta improvável ao combinar profissionais de fora do Turismo, sem os vícios do setor, com gente experiente da indústria. A fórmula vem dando certo: caso contrário, a jovem VOLL não chamaria atenção, muito menos passaria pelo crivo da experiente Warburg Pincus. Quando a empresa foi fundada, em 2017, o que existia de inteligência artificial no Turismo? Quase nada. Havia gente com vontade de resolver problemas. E, enquanto houver deslocamentos corporativos pelo mundo, haverá problemas longe do alcance dos prompts.

Rodrigo Augusto Vieira Editor

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rodrigo@panrotas.com.br

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EVENTOS

TRAVEL CONNECT 5 ANOS: REFERÊNCIA EM INOVAÇÃO PARA VIAGENS CORPORATIVAS A EVOLUÇÃO DO TRAVEL CONNECT

de IA

Ano após ano, o Travel Connect se firma como a referência nacional em inovação aplicada às viagens e despesas corporativas, colocando lado a lado quem decide, quem viaja e quem constrói o setor. Com a chegada da IA agêntica, a indústria discute sistemas capazes de planejar, decidir e executar tarefas sem depender de comando manual em cada etapa. O Travel Connect chega à sua quinta edição no centro dessa conversa, movido por uma comunidade que não fala mais de automação isolada, e sim de estratégia,

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dados e decisão em tempo real. Nesta edição especial de 5 anos, o Travel Connect ganhou um palco à altura da celebração: o Golden Hall WTC, em São Paulo, reunindo cerca de 2 mil pessoas em torno de um único propósito, conectar o que há de mais relevante no universo corporativo de viagens, com quem tem protagonizado suas transformações. Esta edição especial de 5 anos ganhou, também, uma parceria inédita: a PANROTAS, maior veículo de notícias do setor, se uniu à VOLL para contar essa trajetória.

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NOVIDADES DESTA EDIÇÃO Pela primeira vez, o conteúdo ganhou três trilhas simultâneas, cada uma com um jeito próprio de mexer com o setor. Viagens sem fronteiras mergulha nas tendências que estão redesenhando o Viagens Corporativas. Procurement em rota, trilha inédita construída com a Live University, referência nacional em compras e supply chain, coloca em cena profissionais de compras, supply chain e facilities, que em muitas empresas já respondem pelas Viagens Corporativas e assumem, de vez, a cadeira de gestor.

Quem faz acontecer subiu ao palco com cases de quem vive a transformação na prática. E o Travel Connect foi além do palco: lançando o VOLL Cast, conversas sem escalas, com episódios que foram gravados ao vivo em um estúdio profissional montado dentro do evento. O Radar Business Travel, estudo inédito da VOLL sobre o setor de viagens corporativas, chegou como o primeiro panorama real da gestão de viagens no Brasil, com benchmark global e impacto mensurável da IA.

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Em uma ação inédita, o Travel Connect abriu espaço para conexões que vão muito além dos negócios. VOLL Pets, em parceria com a ONG Desabandone, transformou a força dessa comunidade em ajuda concreta, por meio de doação ou adoção. Pela primeira vez, o palco recebeu referências internacionais como Katharine Farrell, da GBTA, Linda Zhang, da 99 para Empresas, e Clyde Rosanowski, da Mastercard. Um Lounge VIP exclusivo recebeu clientes VOLL com experiências à altura, enquanto Luciano Huck e Paola Carosella provaram, ao vivo, que inovação e entretenimento cabem no mesmo palco. E, em um feito inédito, LATAM, GOL e Azul, as três maiores companhias aéreas do Brasil, aterrissaram juntas no Travel Connect.

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UMA COMUNIDADE QUE SÓ CRESCE Com 45 marcas patrocinadoras, recorde entre todas as edições, e um mercado que se reconhece e se fortalece aqui, o Travel Connect segue firme como o maior evento de inovação em viagens, mobilidade e despesas corporativas do Brasil. Cinco anos depois do início de tudo, uma coisa não mudou: este continua sendo o lugar onde o setor se encontra, aprende e, principalmente, decide para onde vai.

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Como estão as vendas do Turismo brasileiro? Confira o índice exclusivo da PANROTAS com as 33 maiores empresas de Turismo no Brasil Vendas Confiança Contratações

Relatório mensal, disponível no Portal PANROTAS

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ENTREVISTA

TECNOLOGIA A FAVOR DO PROTAGONISMO HUMANO RODRIGO VIEIRA

Poucos minutos de conversa com Luciano Brandão são o suficiente para notar toda a inquietude e visão de futuro do empresário. E aí fica mais fácil entender o fenômeno VOLL, entender como uma startup de mobilidade urbana se tornou a maior agência de viagens corporativas digital da América Latina. Brandão é a personificação da empresa que ajudou a fundar. Obcecado pela experiência do cliente e sempre de olho na próxima fronteira tecnológica, o cofundador e CEO da VOLL começou como estagiário na Localiza, empresa que depois se tornaria sócia da TMC. Para o mineiro, não é preciso escolher entre ser uma empresa de tecnologia ou uma agência de viagens prestadora de serviços. Para ele, o segredo é unir os dois. Nesta entrevista exclusiva para a Revista PANROTAS, Brandão desmistifica o antagonismo entre inteligência artificial e atendimento humano. Com o recente aporte de R$ 700 milhões do fundo global Warburg Pincus e um crescimento que multiplicou a receita da VOLL por seis nos últimos três anos, o executivo fala sobre a nova fase da empresa, tecnologia, serviço, consolidação do mercado, as lições de sua carreira e como a paternidade transformou sua visão sobre a experiência do viajante corporativo.

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Revista PANROTAS — A VOLL nasceu como uma startup de tecnologia em viagens corporativas e hoje se posiciona como a maior TMC digital da América Latina. Afinal, como você define a VOLL hoje? É uma empresa de tecnologia ou uma TMC? LUCIANO BRANDÃO — A primeira distinção que fazemos é que uma coisa não precisa eliminar a outra. Você pode ter excelência em construir tecnologia e igualmente ter excelência em prestação de serviço. Gostamos de sair dessa visão polarizada. O que realmente resolve as dores das empresas é combinar serviço e tecnologia de maneira muito eficiente. Então somos, sim, uma empresa de tecnologia e uma TMC em nossa essência. PANROTAS — Quando lhe trazemos essa polarização é porque existe um debate forte no mercado sobre inteligência artificial versus atendimento humano. Na prática, como a IA está mudando o trabalho dos consultores e operadores da VOLL? BRANDÃO — Acreditamos muito no potencial da IA. Temos até um manifesto interno apontando para esta confiança. Lá atrás, quando o Excel surgiu, imagina a empresa que ignorou essa ferramenta e ficou no fax? Isto é, um ser humano que usa IA potencializa o valor que consegue entregar. Hoje, conseguimos monitorar 100% do que a VOLL faz, independentemente do canal, graças a um agente de IA que avalia cada atendimento.

Luciano Brandão, cofundador e CEO da VOLL

DIARIAMENTE, ESSA IA DÁ FEEDBACK PARA O CONSULTOR MELHORAR O SERVIÇO. ISSO PROVA QUE, QUANDO BEM USADA, A IA NÃO SUBSTITUI O HUMANO, SÓ POTENCIALIZA A GERAÇÃO DE VALOR. NÓS FAZEMOS MAIS DE 100 MIL ATENDIMENTOS POR MÊS; NÃO HÁ SER HUMANO CAPAZ DE MONITORAR UM VOLUME TÃO GRANDE. POR OUTRO LADO, MÁQUINA NENHUMA VAI SUBSTITUIR O CARINHO E O CUIDADO DA RELAÇÃO HUMANA. O QUE A VOLL SE PROPÕE A FAZER É POTENCIALIZAR, COM TECNOLOGIA, O QUE O HUMANO TEM DE ÚNICO. REVISTA PANROTAS - ESPECIAL TRAVEL CONNECT 2026

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PANROTAS — Pode dar um exemplo concreto de como a IA já melhorou a eficiência de um atendimento na VOLL? BRANDÃO — Mais do que a parte de viagem, nós gerenciamos despesas corporativas. Imagina empresas que fazem centenas de milhares de transações? É humanamente impossível auditar se tudo está em compliance. Então criamos uma ferramenta de IA que analisa 100% dos comprovantes e monitora desvios de orçamento. Se há algo fora do padrão, como uma bebida alcoólica que foge da política, a própria IA questiona o viajante. Se ele não consegue justificar para a IA, a situação escala para uma decisão humana. Isso livra o atendimento burocrático para que o humano tenha o discernimento. Tudo o que é muito operacional passa a ser avaliado pela tecnologia, mas a decisão estará sempre ancorada no humano. PANROTAS — A entrada da Warburg Pincus foi um marco e tem potencial para transformar o futuro da VOLL. O que muda na TMC com um fundo global de private equity como sócio? Quais são as prioridades imediatas? BRANDÃO — O investimento da Warburg Pincus tem por conceito elevar o nível de serviço e a oferta de tecnologia para o mercado. Investiremos bastante para buscar a liderança em nível de serviço e dar passos para internacionalizar o negócio. Já oferecemos nível internacional, com multimoedas e idiomas, porque nossos clientes nos levaram para fora. O principal objetivo é ter combustível para construir a melhor solução de viagens e despesas do Brasil e do mundo. PANROTAS — O mercado de viagens corporativas no Brasil ainda é muito fragmentado. Como você enxerga o potencial de consolidação nos próximos anos? BRANDÃO — Realmente, o mercado é gigantesco, gira em torno de R$ 100 bilhões, e o líder tem apenas 2% ou 3% de market share. Nossa visão é chegar a pelo menos 10% dentro de alguns poucos anos. Acreditamos que esse mercado deva se consolidar.

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PANROTAS — Há apetite por aquisições? BRANDÃO — É algo que sempre analisaremos. Entendemos que há muitos talentos fora da VOLL e que soluções que ainda não construímos podem se conectar à nossa plataforma. Não temos a pretensão de ter todas as respostas. PANROTAS — A VOLL sextuplicou sua receita nos últimos três anos. O que sustenta esse crescimento? BRANDÃO — O que nos conduz é a nossa paixão pelo cliente. Essa obsessão é o que nos faz construir uma tecnologia melhor. Temos o privilégio de atender as empresas que lideram seus segmentos no Brasil. Nossa taxa de retenção e fidelização é gigantesca. Em poucas exceções, dividimos contas de grandes empresas com algumas TMCs, mas na maioria das vezes entramos como quarta agência e rapidamente nos tornamos a única. Hoje posso dizer orgulhosamente que a VOLL é TMC oficial de dezenas de empresas líderes de seus mercados. PANROTAS — Nesse projeto de internacionalização da VOLL, vocês aumentaram muito o contato com práticas do mercado lá de fora. Como você vê o gestor de viagens corporativas brasileiro? Ele tem dores diferentes do gestor americano ou europeu?

BRANDÃO — VEJO O GESTOR DE VIAGENS BRASILEIRO ENTRE OS MAIORES ESPECIALISTAS DO MUNDO. ATÉ PELA COMPLEXIDADE DA NOSSA INDÚSTRIA, O BRASIL JÁ TEM INICIATIVAS AVANÇADÍSSIMAS. O GESTOR BRASILEIRO ELEVA O PADRÃO INTERNACIONAL, ELEVA A INDÚSTRIA, E MUITAS VEZES AS SOLUÇÕES CRIADAS AQUI SÃO EXPORTADAS PARA AS MATRIZES INTERNACIONAIS.

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Grande parte do time da VOLL no Travel Connect 2025

PANROTAS — Se você pudesse mudar algo no ecossistema de viagens corporativas do Brasil imediatamente, o que seria? BRANDÃO — Eu investiria na mudança na maneira como as agências concorrem. O mercado é muito emocional. Quando a gente não se dá o direito de admirar o concorrente e reconhecer suas qualidades, nos impedimos de evoluir. Tem gente que quer se promover falando mal do concorrente, e a VOLL já sofreu muito com isso. Quando as empresas vão por esse caminho, deixam de olhar para o cliente. PANROTAS — Daqui a cinco anos, como vai ser a gestão de viagens corporativas? BRANDÃO — O gestor será cada vez mais protagonista. Ele conseguirá gerar 100 vezes mais valor do que gera hoje, com mais autonomia e sem depender tanto de terceiros para o operacional. PANROTAS — Você começou a carreira no mercado de Turismo bem jovem. Tem algum momento da trajetória em que você olha para trás e pensa "foi ali que virou a chave"?

BRANDÃO — Os primeiros anos foram de muitas dúvidas. O marco foi quando nos tornamos investidos pela Telefônica. Era um player de fora do setor colocando dinheiro e acreditando em nós. Quando a empresa começa a ter conquistas incríveis que não dependem só de você, você percebe que o negócio tomou corpo. A VOLL hoje é muito maior que o Luciano Brandão e qualquer outro fundador. PANROTAS — Se você pudesse voltar no tempo e dar um conselho ao Luciano de 2017, lá no começo da VOLL, o que diria? BRANDÃO — Diria: em tudo o que for fazer, dê o seu melhor. Não negocie isso jamais. Quando comecei na Localiza como estagiário, eu assumia responsabilidades que não eram minhas e muita gente me achava tolo por isso, mas tenho certeza de que esse apetite foi o que atraiu a Localiza para ser minha sócia na VOLL anos depois. Então eu diria para aquele Luciano não sabotar sua vida e sua carreira entregando menos do que ele pode.

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PANROTAS — E o Luciano viajante corporativo, como era antes da VOLL? BRANDÃO — Eu era um viajante inconformado. Me incomodava não ter um app para resolver minha vida enquanto eu estava em deslocamento. Reembolso muitas vezes eu desistia de pedir. Gestão de despesas era uma rotina sofrida, desmotivante. Hoje, a dor que sinto é a falta de inteligência das ferramentas. Gosto de hotel com academia para manter minha rotina. Por que o sistema já não sabe que isso é importante para mim? Por que não guardar minhas preferências e ser consultivo, oferecendo o que eu gosto alinhado à política da empresa? Antes da IA, personalização em escala era impossível. Agora é possível, e nem sempre custa mais. O hotel com academia nem sempre é o mais caro. Pergunte para os gestores de viagens: "se não gastar mais e não infringir a política, vocês não gostariam de melhorar a vida do viajante?" Qual vai dizer que não? PANROTAS — Com a rotina intensa de CEO, o que te desliga do trabalho? BRANDÃO — Tive minha primeira filha há um ano e estou completamente bobo por ela. Nada me dá mais prazer e me reenergiza do que estar com ela. Antes dela nascer, eu diria que minha paixão é por atividade física, mas desde que ela nasceu, nada compete. E curiosamente, depois que minha filha nasceu, nunca viajei tanto, pois ela é contemporânea à chegada da Warburg Pincus, da internacionalização e da expansão da VOLL.

VIAJO MUITO, E A CHEGADA DA MINHA FILHA TAMBÉM ME FEZ PERCEBER QUE A DOR DO VIAJANTE CORPORATIVO VAI MUITO ALÉM DO QUE ENXERGAMOS: A SAUDADE DA FAMÍLIA, O TEMPO LONGE DE CASA. ISSO VAI ALÉM DA PASSAGEM, DO HOTEL, DO TRANSPORTE. MUITAS VEZES, DIANTE DOS NÚMEROS E DO SETOR CORPORATIVO, FICAMOS MÍOPES EM RELAÇÃO A ESSES DETALHES. EXISTE UM ESPECTRO HUMANO ENORME ENVOLVIDO. 16

PANROTAS — Vocês estão na 5ª edição do Travel Connect. Fale sobre esta edição. BRANDÃO — É a maior edição do evento. Teremos mais de 45 estandes de parceiros, e o objetivo não é ficar falando da VOLL. Queremos conectar o mercado brasileiro com o que está acontecendo lá fora. Será palco de muitas novidades e soluções, mas sempre mirando em tornar a vida do gestor de viagens e do viajante mais eficiente.

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TECNOLOGIA

O GESTOR DE VIAGENS GANHA UM COPILOTO Imagine uma caixa de texto. Só isso. Mas por trás dela, uma equipe inteira. Por escrito ou por voz, o gestor pergunta e do outro lado responde um time de especialistas: em dados, em orçamento, em mercado. O número, o gráfico e o recorte chegam na hora.

Toda troca de era escolhe seus protagonistas. E, na que a viagem corporativa atravessa agora, eles não são plataformas nem empresas de tecnologia. São os profissionais que gerenciam programas de viagens e despesas nas maiores companhias do país,

Tela inicial da nova plataforma da VOLL, com sugestões personalizadas e acesso rápido a voos, hotéis e carros

muitos deles há décadas no ofício. É essa experiência que momentos assim mais valorizam: ninguém atravessa melhor um território do que quem o conhece de cor. O modelo que essas pessoas operaram até aqui, voo num sistema, despesa em outro, suporte no e-mail, sempre entregou menos do que elas eram capazes de fazer. A novidade não é o fim de um modelo. É que, pela primeira vez, 18

a ferramenta alcançou o tamanho da função. O que a VOLL, solução de gestão de viagens e despesas corporativas, levou ao Travel Connect 2026 existe para servir essa travessia: agentes de IA que executam a rotina do programa, do planejamento da viagem à prestação de contas, sob o comando de quem gerencia. "A inteligência artificial dá ao nosso time mais contexto, mais repertório e mais tempo

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para o que só uma pessoa faz: acolher, entender a entrelinha e resolver com sensibilidade", diz seu confundador e diretor de negócios, Luiz Moura. É a síntese dos dois pilares da casa: IA para eficiência e gente no cuidado.

O DESAFIO POR TRÁS DA JORNADA Quem gerencia um programa de viagens não foi contratado para apagar incêndio. Foi contratado para gerir, analisar, decidir. E passa o dia cobrindo as lacunas de uma operação que deveria ser fluida: conferindo notas, caçando relatório atrasado, respondendo por um gasto que só aparece no fim do mês. Do outro lado, o viajante repete perfil, centro de custo e aprovador a cada solicitação, como se o sistema não guardasse histórico. São dois profissionais que a rotina atual impede de entregar o melhor de si, pelo mesmo motivo: no mundo em que a IA faz os profissionais descobrirem novos limites, o modelo de gestão de viagens e despesas ficou pequeno para o que eles têm a entregar.

A PROATIVIDADE DA IA AGÊNTICA

O coração da nova plataforma é a IA agêntica. Os modelos tradicionais de inteligência artificial esperam um comando para gerar uma resposta. A IA agêntica identifica o que precisa ser feito e toma a iniciativa para resolver. Felipe Borges e Marcus Costa, sócio-diretores de Engenharia e Produto da VOLL, são dois dos principais nomes por trás da nova ferramenta e explicam como ela funciona.

“A PLATAFORMA É MULTIAGENTE. É COMO SE, DENTRO DE UM MESMO SISTEMA, EXISTISSEM DIVERSOS ESPECIALISTAS, CADA UM DOMINANDO UMA ÁREA DE CONHECIMENTO: PASSAGEM AÉREA, HOTEL, DESPESAS, APROVAÇÃO. ESSES AGENTES DE IA CONVERSAM ENTRE SI PARA CHEGAR À MELHOR SOLUÇÃO E DAR AS MELHORES RECOMENDAÇÕES AOS GESTORES DE VIAGENS E VIAJANTES” FELIPE BORGES, SÓCIO-DIRETOR DE ENGENHARIA E PRODUTO NA VOLL REVISTA PANROTAS - ESPECIAL TRAVEL CONNECT 2026

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A novidade nasce da evolução do VOLL Smart Hub, o marketplace de agentes de IA que a VOLL já operava com agentes como o AirSave, que retarifa passagens aéreas antes da aprovação, e o ExpenseHelper, que audita despesas. Agora, a arquitetura se amplia para cobrir toda a jornada do gestor e do viajante. "Queremos entregar aos clientes o que há de melhor no mercado em termos de tecnologia. Por isso, estamos criando uma plataforma própria de agentes para servi-los integralmente", diz Borges.

O QUE MUDA PARA QUEM GERENCIA A palavra que resume a mudança é uma que todo gestor conhece: delegar. Delegar nunca foi sinal de dispensabilidade. É o verbo que separa quem opera de quem lidera: o analista executa, o diretor delega. Com a nova plataforma, quem gerencia ganha o que a função nunca teve, uma equipe que executa a rotina e presta contas, enquanto a decisão permanece onde sempre deveria estar. E o copiloto do título, na prática, é uma tripulação de especialidades. Atrás de uma interface conversacional que também recebe mensagens de voz e anexos, o gestor passa a dispor, na mesma interação de estatística aplicada aos próprios gastos, projeção de orçamento, leitura de mercado e 20

câmbio, estratégia de fornecedores e inteligência de tarifas aéreas e hoteleiras. As perguntas que a própria interface sugere dão a medida: "com quais fornecedores tenho volume para negociar uma tarifa melhor?", "qual a projeção de gasto do próximo mês no ritmo atual contra o orçamento?", "quais centros de custo estão acima do padrão e o que explica o desvio?". Cada resposta chega com o número, o gráfico e o recorte, na hora. São análises que costumavam esperar semanas na fila do BI, respondidas durante a reunião em que a decisão acontece.

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Marcus Oliveira e Felipe Borges, sócios-diretores de Engenharia e Produto da VOLL

A interface respeita os dois jeitos de trabalhar. Quem prefere tela tem os menus pré-definidos e os painéis determinísticos, com mais de 154 indicadores em tempo real e análise preditiva para controle financeiro. Quem prefere conversa pede e vê acontecer. O gestor escolhe o caminho a cada passo, e a própria política de viagens deixa de morar em planilha: as regras são ajustadas em linguagem natural e aplicadas pela IA, sem depender de TI. A análise também deixa de olhar só para dentro. Os agentes buscam dados de mercado e fluxos de viajantes fora da plataforma: um grande evento no destino vira sugestão de ajuste na política, um fechamento de aeroporto ou um evento climático vira ponto de partida para reprogramar viagens, rever o budget e até renegociar acordos. O programa de viagens, que sempre operou como um sistema fechado, ganha uma janela permanente e segura para o mundo em que as viagens de fato acontecem. Além disso, a economia deixa de ser caçada manual. O monitoramento contínuo de preços revela as alavancas reais de saving, a gestão de bilhetes não voados reaproveita créditos que costumavam expirar sem uso, e a plataforma sugere onde economizar antes de o gestor perguntar. Na frente de despesas, a VOLL Wallet lê comprovantes por OCR, interpreta e cruza os dados dos recibos com outras informações do histórico de pagamentos e reembolsos do colaborador e da empresa, audita 100% das compras com agentes de IA e aponta anomalias como nota duplicada e gasto fora do padrão. É o fim da (enfadonha e pouco produtiva) conferência nota a nota. REVISTA PANROTAS - ESPECIAL TRAVEL CONNECT 2026

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E PARA QUEM VIAJA Para o viajante, a promessa é personalização sem esforço extra. Quem prefere assento na janela, voo direto e chegar cedo ao destino não precisa repetir essa preferência a cada compra: a plataforma já aplica esse padrão. O mesmo vale para hospedagem, hotel com estrutura de academia, a poucos minutos a pé do compromisso do dia, com café da manhã incluso, tudo filtrado dentro da política

da empresa e com programas de fidelidade reconhecidos direto na reserva. Para o gestor, o ganho está em visibilidade e controle sem esforço manual. A plataforma cruza automaticamente política de viagens, centro de custo e agenda conectada com o histórico de cada viajante, o que reduz o trabalho de conferência e o risco de exceções passarem despercebidas.

Busca de passagens conectada à agenda do viajante, com sugestão de datas mais econômicas, locais de hospedagem de acordo com o compromisso e consideração de tempo de deslocamento

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Voo, transfer e pagamento da viagem reunidos em um só lugar, sem trocar de tela; na foto, Jordana Souza, cofundadora e CRO da VOLL

AGENDA INTEGRADA Um dos grandes diferenciais da nova plataforma é a possibilidade de integrar a agenda do viajante à ferramenta. Compromissos, horários e deslocamentos passam a ser considerados juntos, e não um a um, o que permite montar um itinerário coerente com a rotina real de quem está viajando, por exemplo, sugerindo hospedagem mais próxima de um compromisso à noite em vez de aplicar apenas a regra de menor custo.

“POR QUE COSTUMAMOS ENCAIXAR O NOSSO DIA NA VIAGEM A TRABALHO EM VEZ DE COLOCAR A VIAGEM A TRABALHO COMO PARTE DO NOSSO DIA? ESTE FOI O QUESTIONAMENTO QUE FIZEMOS. NA NOVA PLATAFORMA, A VIAGEM DEIXA DE SER ANALISADA DE FORMA ISOLADA E PASSA A CONSIDERAR COMPROMISSOS, HORÁRIOS E DESLOCAMENTOS PARA CONSTRUIR UM ITINERÁRIO COERENTE COM A ROTINA DO VIAJANTE, PRIVILEGIANDO SEMPRE O QUE SUA EMPRESA DEFINIU COMO POLÍTICA” LUIZ MOURA, COFUNDADOR E DIRETOR DE NEGÓCIOS DA VOLL REVISTA PANROTAS - ESPECIAL TRAVEL CONNECT 2026

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MAIS TEMPO PARA DECISÕES ESTRATÉGICAS Felipe Borges e Marcus Costa destacam que a nova plataforma traz praticidade à tomada de decisões, tornando-a mais ágil. "O colaborador entra no aplicativo da VOLL e aciona um chat, informando nele que fará uma viagem para Brasília, por exemplo. O sistema já saberá a política de viagens da empresa e as preferências, restrições e histórico completo desse viajante. Com base nesses dados, fornecerá opções de reservas e, em poucos cliques, o usuário pode-

rá concluir a solicitação", explica Borges. Fluxo conversacional e telas convivem na mesma solução, e o viajante escolhe o caminho a cada passo. “Em uma reserva corporativa complexa, como um roteiro de São Paulo para Lisboa e depois para Singapura, por exemplo, uma interface convencional teria limitações. Já uma solução estruturada com agentes de IA consegue facilitar esse processo e apoiar decisões mais assertivas”, destaca.

Fluxo conversacional e telas determinísticas convivem na mesma solução, o viajante escolhe o caminho a cada passo

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Luiz Moura, cofundador e diretor de negócios da VOLL, mostra a nova plataforma no aplicativo

A PROPOSTA É REDUZIR OS PONTOS DE ATRITO AO LONGO DA JORNADA DE UMA VIAGEM CORPORATIVA. DA ESCOLHA DE VOOS E HOTÉIS A ALTERAÇÕES DE ITINERÁRIO, BOA PARTE DAS DEMANDAS OPERACIONAIS SE RESOLVE SEM FRICÇÃO, ENQUANTO O TIME DE ATENDIMENTO SE DEDICA AOS CASOS QUE PEDEM JULGAMENTO HUMANO E OS GESTORES GANHAM ESPAÇO PARA A ESTRATÉGIA" MARCUS COSTA, DIRETOR DE ENGENHARIA E PRODUTO DA VOLL

AS PESSOAS QUE JÁ FIZERAM ESSA TRAVESSIA Toda tecnologia com esse alcance carrega uma pergunta que o mercado faz em voz baixa: o que acontece com as pessoas? A resposta que existe não é promessa. Ela está na capa desta edição. Os rostos ali são de gestores que sentiram antes dos outros que o modelo tradicional tinha ficado pequeno para a própria entrega, e confiaram seus programas de viagens e despesas à VOLL. O que aconteceu com eles responde à pergunta: trocaram a fila de aprovações pela projeção de orçamento, a conferência de nota pelo business case, o incêndio do dia pela conversa de estratégia. Seguem fazendo parte da história admirável de suas empresas, muitos com o mesmo escopo e atuação, mas com outro peso na mesa. A função não mudou de dono; mudou de tamanho. É esse movimento que a nova plataforma da VOLL acelera. "O tempo que o time recupera vira análise. Quem gerencia o programa deixa de operar exceção e passa a ser analítico, estratégico, propositivo, capaz de sentar em qualquer mesa da empresa e falar de resultado. A cada ciclo, apresentamos um business case com a evolução do programa, comparando com o mercado, o câmbio e a inflação. Ao vivo, não em uma reunião trimestral", afirma Borges. REVISTA PANROTAS - ESPECIAL TRAVEL CONNECT 2026

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EXPERTISE HUMANA E IA AVANÇADA Deborah Calazans e Regiane Candida, ambas diretoras de sucesso do cliente da VOLL, contam que na empresa a IA é vista e reconhecida como potencializadora do trabalho humano e explicam como essa combinação funciona na prática. "Somos conhecidos pela entrega de soluções inovadoras e temos feito com que a IA atue junto ao nosso time de consultores de viagens, para que possamos trazer, além do impacto da tecnologia, o nosso calor humano e o jeito VOLL de atender", conta Regiane Candida. "A IA garante escala, agilidade e contexto em todos os atendimentos, ao mesmo tempo em que o consultor conduz os casos que pedem uma interação mais profunda e especializada", acrescenta Deborah Calazans. Não existe hora da máquina e hora da pessoa: os dois pilares trabalham em paralelo, o tempo inteiro. 26

Regiane Candida, diretora de sucesso do cliente da VOLL

QUALIDADE ACOMPANHADA EM TEMPO REAL

Deborah Calazans diretora de sucesso do cliente da VOLL

Um dos agentes de IA internos da VOLL, carinhosamente denominado eVOLLuir retroalimenta o ciclo de qualidade do atendimento. "Nosso agente de IA acompanha cada jornada de atendimento e devolve feedback contínuo ao time: reforça o que o consultor está acertando e aponta onde precisa evoluir. E o caminho inverso tam-

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bém vale. Nossa equipe vê, em tempo real, como a IA interage com cada cliente, com total autonomia para intervir quando for preciso", destaca Regiane. "Antes, esse acompanhamento era feito por amostragem e exigia muita gente envolvida. Com a tecnologia, os avanços acontecem todos os dias, em cada momento da jornada. E o impacto disso para o cliente é gigantesco", comenta Deborah.

MAIS QUALIDADE DE RESPOSTA E RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS

Para a VOLL é muito importante que o atendimento seja sempre híbrido. Não único com o consultor, porque o cliente merece o mesmo padrão de qualidade em qualquer atendimento, a qualquer hora, mesmo nos dias de maior demanda. Nem único com a IA, porque há situações em que só a expertise humana resolve. Nosso maior objetivo é aumentar a qualidade da resposta e garantir que a resolução dos problemas seja antecipada", resume Regiane. Quando um passageiro perde o voo, por exemplo, nosso agente de IA identifica a ocorrência, reúne as alternativas disponíveis e entrega tudo ao consultor com o contexto completo: preferências, compromissos do dia, política da empresa. É o consultor quem avalia a situação, negocia alternativas e decide junto com o passageiro. É nesse momento que a promessa da VOLL se cumpre: quando o dia desmorona, existe gente com quem contar, municiada pela tecnologia para resolver antes

que o problema cresça. Regiane explica que a VOLL conta com pessoas responsáveis por compliance que validam todo conteúdo ou comportamento incorporado ao treinamento do agente de IA, com acompanhamento contínuo e validação antes que a ferramenta seja considerada apta a operar. "Fazemos a análise e o acompanhamento do eVOLLuir e a validamos quando entendemos que está, de fato, pronta para entregar o serviço no padrão VOLL, sempre com transparência para o cliente sobre quais etapas são conduzidas pela tecnologia e sobre a disponibilidade do nosso time para dar o suporte necessário".

CONSULTORES MAIS EXPERIENTES, CLIENTES MAIS SATISFEITOS Conforme o time vai sendo qualificado e ganhando senioridade, os clientes vão ficando mais satisfeitos, segundo Deborah e Regiane. "Nossos consultores estão fazendo entregas muito melhores e o cliente quer ver essa evolução, sabendo que terá todo o respaldo quando precisar de uma solução de maior complexidade", destaca Deborah. No dia 9 de setembro, a plataforma foi a grande novidade no palco do Travel Connect. Mas o protagonista da história estava na plateia: as pessoas que gerenciam, as que viajam, as que decidem atravessar primeiro. O compromisso com elas continua o mesmo: viagens e despesas corporativas com controle, economia e gente com quem contar.

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MERCADO

VIAJANTES CORPORATIVOS MAIS EXIGENTES RODRIGO VIEIRA

O viajante corporativo brasileiro mudou e está mais exigente. Faz questão de ter conforto, conectividade, personalização e, acima de tudo, que a viagem não atrapalhe o trabalho. Quem traz essa percepção são as companhias aéreas e redes hoteleiras que atendem esse público todos os dias. Para a Revista PANROTAS, lideranças de quatro corporações que atuam diretamente com o mercado de viagens corporativas no Brasil contam como estão se adaptando a um cliente mais exigente, a um setor cada vez mais digital e a um País com dimensões que ainda desafiam a logística. O Brasil ainda realiza cerca de meia viagem aérea por habitante por ano, índice inferior ao de outros mercados relevantes, segundo a LATAM. O potencial de crescimento é grande, e quem viaja mais passa a comparar mais. Programas de fidelidade com benefício duplo, cabines diferenciadas e hubs que encurtam conexões deixaram de ser vantagem competitiva e viraram expectativa básica do viajante corporativo. Na hotelaria, a palavra de ordem é previsibilidade: em cidades com pouca oferta, o hotel é o único ponto de apoio de quem está trabalhando longe de casa.

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CONECTIVIDADE E PERSONALIZAÇÃO O CEO da LATAM Airlines Brasil, Jerome Cadier, observa que o viajante de negócios valoriza cada vez mais conforto, conectividade e personalização ao longo de toda a jornada. "A forma como esse perfil evoluiu ajuda a explicar os investimentos que a LATAM tem realizado nos últimos anos e a relevância crescente do segmento corporativo para a companhia", afirma. Cadier acrescenta que o mercado corporativo brasileiro é naturalmente resiliente. O viajante a trabalho tende a ser menos sensível a preço, já que a necessidade da viagem é determinada por objetivos de negócios. Essa resiliência é reforçada pela dimensão continental do País e pela menor disponibilidade de alternativas ao transporte aéreo em médias e longas distâncias. "Costumo dizer que somos um mercado enorme para a aviação, mas que ainda poderia ser muito maior. Hoje, realizamos cerca de meia viagem por habitante por ano, um índice bastante inferior ao observado em outros mercados relevantes", aponta. Desde 2019, a LATAM ampliou sua operação de 44 para 63 aeroportos no Brasil. Agora, com a entrada do Embraer E195-E2, a companhia expandirá sua rede para 67 destinos domésticos, a maior da história da empresa no País. "As TMCs têm um papel relevante para que essas novas opções de conectividade cheguem rapidamente às empresas e aos viajantes corporativos", afirma Cadier, que cita um roadshow recente em São Paulo com mais de 150 profissionais do setor para apresentar a estratégia da nova oferta regional. A LATAM também tem investido em produtos voltados ao

Jerome Cadier, CEO da LATAM Airlines Brasil

público que busca diferenciação, como as cabines Premium Economy e Premium Comfort, a nova sala VIP em Guarulhos e o programa de gastronomia Sabores que Transportam. "Nosso objetivo é colocar o cliente no centro das decisões, com opções de personalização para escolher como quer viajar", resume o CEO. Questionado sobre inteligência artificial, Cadier afirma que vê potencial para tornar a gestão de viagens mais eficiente e personalizada. "A IA permite colocar informações mais relevantes sobre cada cliente nas mãos de quem participa da sua jornada, desde o agente de atendimento até o tripulante a bordo", afirma. Mas faz uma ressalva: "A tecnologia amplia capacidades, mas não substitui o relacionamento." REVISTA PANROTAS - ESPECIAL TRAVEL CONNECT 2026

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CAPILARIDADE COMO DIFERENCIAL

A Azul é a companhia aérea com o maior número de cidades atendidas no Brasil, naturalmente vários deles atendidos com exclusividade, e o CEO John Rodgerson destaca que esta capilaridade não surgiu por acaso. "É resultado de anos de investimento em mercados regionais e de uma visão de longo prazo de que o Brasil precisava de uma companhia comprometida em conectar cidades além dos grandes centros", afirma. Para Rodgerson, empresa e viajante querem a mesma coisa: que a viagem aconteça da melhor forma possível. "Quando combinamos os benefícios do Azul Empresas com o Azul Fidelidade, conseguimos entregar valor para toda essa jornada. A empresa encontra soluções adequadas e o cliente continua sendo reconhecido pela sua preferência e recorrência", explica. A conclusão do Chapter 11, em 2025, representa um marco para a Azul. "Nos permite voltar a concentrar toda a nossa energia no futuro da companhia e naquilo que fazemos de melhor: atender os nossos clientes", afirma o CEO. Especificamente sobre as viagens corporativas, a prioridade da companhia é estar cada vez mais próxima das empresas, entendendo suas necessidades. "As empresas precisam estar cada vez mais conectadas aos seus clientes, parceiros e mercados, e a aviação tem um papel fundamental

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John Rodgerson, CEO da Azul

nesse movimento. É justamente o que a Azul busca”, pondera. Sobre a parceria com a VOLL, Rodgerson aponta resultados concretos: na comparação ano contra ano, as vendas cresceram 28%. "Menos tempo com processos significa mais tempo para focar no negócio", resume.

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Alexandre Cavalcanti, diretor comercial e de Alianças da American Airlines para Miami, América Latina e Caribe

CONECTIVIDADE INTERNACIONAL Na American Airlines, o diretor comercial e de Alianças para Miami, América Latina e Caribe, Alexandre Cavalcanti, reforça que o mercado corporativo brasileiro é extremamente relevante para a companhia, que mantém presença no País há 36 anos. Atualmente, a AA opera 35 voos semanais entre Brasil e Estados Unidos durante todo o ano, chegando a 58 frequências em períodos de alta demanda. A conectividade é o principal trunfo. Miami, Dallas/Fort Worth e Nova York funcionam como portas de entrada para centenas de destinos nas Américas e na Europa. "Miami oferece mais de 600 voos diários, proporcionando conexões convenientes para toda a América do Norte, Caribe e Europa. Dallas é o maior hub da American e conecta nossos clientes a centenas de destinos", detalha Cavalcanti. O AAdvantage Business, programa de fidelidade corporativo lançado recentemente no Brasil, tem sido bem recebido. "O principal diferencial é que ele gera valor tanto para a empresa quanto para o viajante. A organização acumula milhas pelas viagens realizadas

por seus colaboradores, enquanto o passageiro continua acumulando seus benefícios pessoais", explica. A American também oferece quatro opções de cabine, incluindo Flagship First, e lounges exclusivos em Guarulhos e no Galeão. Cavalcanti destaca que a parceria com a VOLL tem evoluído de forma consistente. "Nosso objetivo em conjunto é oferecer mais transparência, conveniência e agilidade tanto para os gestores de viagens quanto para os viajantes corporativos." REVISTA PANROTAS - ESPECIAL TRAVEL CONNECT 2026

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O HOTEL COMO PONTO DE APOIO O Vice-Presidente Sênior de Operações, Vendas e Marketing da Atlantica Hospitality International, Guilherme Martini, traz a perspectiva da hotelaria sobre as viagens corporativas e a VOLL. Com mais de 170 hotéis em diferentes categorias e regiões, a Atlantica atende desde viagens operacionais até necessidades do CLevel. "Para o gestor de viagens, isso significa ter um parceiro capaz de acompanhar diferentes políticas de viagem dentro de uma mesma organização", afirma. Martini explica que os acordos corporativos da rede são construídos com visão de longo prazo, analisando volume, destinos, sazonalidade e oportunidades. "A negociação não termina na assinatura do contrato. Acompanhamos a performance e buscamos ajustar a estratégia ao longo do ano", aponta. Em cidades com menor oferta hoteleira, destinos obrigatórios para muitos viajantes de negócios, o hotel assume um papel que vai além da hospedagem. "O viajante corporativo busca segurança, praticidade, conectividade, alimentação adequada e, principalmente, previsibilidade. Em destinos com menor oferta, essa responsabilidade é ainda maior", reconhece o executivo. Martini também acrescentou a importância crescente do compromisso ESG no setor de hospitalidade. Segundo ele, os três pilares deixaram de ser diferencial para se tornar

Guilherme Martini, da Atlantica Hospitality International

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o d critério decisivo na contratação de fornecedores. Ele conta que a Atlantica estruturou o programa Aja, com ações de eficiência energética, redução de plásticos e pegada de carbono, gestão de resíduos e compromisso social com comunidades locais. "Ao disponibilizarmos dados operacionais transparentes sobre essas práticas, permitimos que os gestores comprovem o cumprimento de suas metas corporativas de sustentabilidade", explica.

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MERCADO

COMO A VOLL IMPACTA A VIDA DOS CLIENTES DANILO ALVES, ESPECIAL PARA A PANROTAS

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Escolher uma empresa para gerir as viagens corporativas vai além de comparar preços e funcionalidades. Para companhias que lidam diariamente com deslocamentos de executivos e possuem líderes em diferentes partes do mundo, a gestão de viagens interfere na rotina dos colaboradores, no trabalho de aprovadores e solicitantes, no controle de custos e na experiência de quem trabalha fora do escritório. É nesse ambiente que as travel techs ganharam espaço. A mudança, porém, não se resume a trocar uma agência ou um conjunto de sistemas por uma plataforma. Ela mexe com processos, responsabilidades, políticas internas, prestação de contas e com a forma como os gestores passam a usar as informações geradas pelas próprias viagens.

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Cinco clientes da VOLL compartilharam com a Revista PANROTAS como esse processo aconteceu em suas empresas. São companhias de diferentes portes, regiões e setores, com pontos de partida e necessidades distintas. Em vez de separar essas experiências por temas, os relatos ajudam a entender como cada operação saiu de um modelo anterior e passou a incorporar autonomia, dados, automação e, em alguns casos, inteligência artificial.

GRUPO ÁGUIA BRANCA No Grupo Águia Branca, um dos clientes mais longevos da VOLL, a transformação pode ser observada ao longo de mais de uma década. Felipe Assis, coordenador administrativo de Suprimentos, acompanhou a digitalização dos processos e a redução de etapas que antes dependiam de trabalho manual. “Para nós, a principal transformação foi a digitalização progressiva dos processos. Não estamos falando apenas da retirada do papel, mas da automação de etapas que antes exigiam intervenção humana”, afirma. Antes, havia um centralizador de pedidos e uma pessoa responsável pelas viagens aéreas. Com a digitalização, a operação foi distribuída entre os usuários, dentro de um modelo com regras e acompanhamento contínuo. A mudança também alterou o trabalho de quem fazia a gestão. “Hoje o tempo do meu gestor não é mais ocupado para ficar conciliando

Felipe Assis, do Grupo Águia Branca, foi um dos primeiros clientes da VOLL

planilhas. Isso permitiu que ele adotasse uma posição mais estratégica, que pensasse nas viagens como estratégia para o crescimento dos negócios do grupo”, afirma Assis. O uso dos dados passou a interferir também na construção das políticas. O Grupo Águia Branca tem 3,5 mil viajantes frequentes, distribuídos pelas divisões de Logística, Comércio e Passageiros. Ao analisar o comportamento de compra, a empresa percebeu que uma mesma regra de antecedência não funcionava da mesma forma para todos. Uma das divisões, por exemplo, tinha dificuldade em cumprir o prazo de 15 dias.

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A partir daí, a companhia passou a observar perfil, usuário e área antes de definir a política. “A política deixa de ser apenas um conjunto de restrições e passa a funcionar como fonte de informação sobre o comportamento da organização”, explica Assis. A inteligência artificial aparece no próximo passo pensado para a operação. O agente de IA desenvolvido pela VOLL, voltado à hotelaria, poderá monitorar as compras e identificar quando uma reserva utiliza tarifa diferente do acordo vigente. A proposta é que o próprio agente informe o hotel e o gestor sobre a divergência.

GRUPO ÂNIMA

No Grupo Ânima, um dos maiores ecossistemas de ensino superior privado do Brasil, o ponto de partida era uma operação dividida entre diferentes sistemas e fornecedores para aéreo, hospedagem, mobilidade, cartões, adiantamentos e reembolsos. O acesso aos dados das viagens passou a ter peso também nas negociações com fornecedores. O uso frequente da ponte aérea Confins-Congonhas fez com que Gustavo Moreira, diretor de Suprimentos e Finanças da companhia, desenhasse uma política de descontos com as empresas aéreas que operam o trajeto. É muito importante ter acesso ao dashboard e saber utilizar os insights que ele traz para otimizar os recursos, não só com tari36

Segundo Gustavo Moreira, do Grupo Ânima, a análise de dados levou a empresa a renegociar tarifas em viagens recorrentes

fas. Segundo Gustavo, a análise de dados levou o Grupo Ânima a renegociar tarifas em viagens recorrentes, mas também entendendo comportamentos específicos para negociar com hotéis e outros fornecedores. A automação de etapas operacionais também entrou na pauta. Entre as demandas do Grupo Ânima está o reconhecimento de fotos de comprovantes e notas fiscais, uma atividade que a empresa pretende automatizar com inteligência artificial.

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RIACHUELO Na Riachuelo, a autonomia do viajante ganhou peso em uma operação que reúne, em média, 900 viajantes frequentes. Graziele Freitas, coordenadora de Viagens da gigante de moda e de varejo, relaciona a mudança à facilidade para organizar deslocamentos em uma rede que vai muito além dos grandes centros urbanos. “Eu tenho mais de 400 lojas espalhadas por todo o Brasil e em municípios muitas vezes com poucas opções para viagens de negócios. Hoje, o processo é muito mais fluido e ágil, interferindo diretamente nos nossos gastos, já que sabemos que antecedência é um bem precioso quando se trata de viagens”, explica. A autonomia foi o principal benefício destacado pela Riachuelo entre as mudanças percebidas na gestão de viagens.

Wirestock Creators / Shutterstock.com

Para Graziele Freitas, da Riachuelo, a autonomia tornou o processo de viagens mais fluido e ágil

FALCONI CONSULTORIA

Leandro Melo, gerente financeiro e de Suprimentos da Falconi Consultoria

Na Falconi, a mudança aparece de forma direta no tamanho da estrutura dedicada à gestão de viagens. Uma equipe que antes tinha quatro pessoas envolvidas na operação passou a trabalhar com uma. O controle das políticas também foi incorporado ao processo de compra da consultoria de gestão empresarial. Quando uma solicitação fica fora das regras definidas pela empresa, é preciso apresentar justificativa e obter aprovação. A inteligência artificial entrou no radar para tarefas que ainda exigem trabalho operacio-

nal. Uma das demandas é automatizar o reconhecimento de fotos de comprovantes e notas fiscais. “Sou um entusiasta da inteligência artificial porque ela trabalha a favor do crescimento da empresa. A IA não veio para substituir ou ameaçar as pessoas, mas sim para eliminar o comodismo e os processos estritamente operacionais. Nosso intuito é qualificar a equipe, transformando funções operacionais em papéis analíticos”, destaca Leandro Melo, gerente financeiro e de Suprimentos da Falconi Consultoria.

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VITRU EDUCAÇÃO A Vitru vinha de duas agências de viagens, planilhas e procedimentos tradicionais. A mudança envolveu cerca de 1,2 mil viajantes frequentes e trouxe um desafio específico: adotar uma nova rotina sem perder a percepção de atendimento pessoal que existia no modelo anterior. “Com as agências tínhamos um atendimento muito pessoal, mas arcaico, com diversas planilhas a serem preenchidas. Hoje, conseguimos adaptar a plataforma, que já se assemelha muito com a experiência de viagem individual de cada um”, afirma Tiago Póvoa, diretor de CSC da Vitru. A empresa registra NPS relacionado às viagens corporativas em zona de excelência desde 2023. Os dados de compra também passaram a orientar decisões. Em uma análise sobre antecedência, a Vitru identificou que ampliar o prazo de 16 para 21 dias poderia representar uma redução estimada de 15% no preço das passagens. “É nesse ponto que o gestor começa a mudar de função. A pergunta deixa de ser ‘quanto gastamos?’ e passa a ser ‘por que estamos gastando dessa maneira?’ ou ‘o que podemos mudar 38

Tiago Póvoa, da Vitru Educação

para melhorar esse resultado?’”, aponta Póvoa. Na operação, a inteligência artificial já é usada para ampliar a capacidade de análise dos comprovantes. Póvoa entende que o atendimento humano continuará existindo, mas tende a se concentrar em atividades mais especializadas, enquanto tarefas repetitivas passam para a tecnologia. “A IA é uma realidade em todas as frentes e profissões. Acredito

que ela passará a assumir cada vez mais atividades em que o ser humano pode ser dispensável. Precisamos entender que a inteligência artificial é um novo tipo de colaborador, por isso aqui na Vitru em todos os processos seletivos a gente se pergunta ‘é uma vaga de gente ou de robô?’”, afirma. Segundo o diretor, muita coisa ainda tende a ser digitalizada, mas a operação nunca chegará a 100%.

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ATENDIMENTO VIP

CONCIERGE EXCLUSIVO PARA SECRETÁRIAS E C-LEVEL FILIP CALIXTO

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Os principais índices referentes a Viagens Corporativas no Brasil, como os da Alagev e da FecomercioSP, mostram importante resiliência e crescimento deste mercado no primeiro semestre de 2026. Essa curva, ascendente desde o fim da pandemia, é acompanhada por uma demanda por serviços voltados a viajantes que não podem tratar seus deslocamentos como uma operação convencional. E é justamente para atender ao mais alto nível de exigência que a VOLL conta com uma estrutura específica para organizar a viagem do C-level e da alta liderança de seus clientes. O núcleo de Operações VIP reúne mais de 2 mil viajantes cadastrados, entre presidentes, diretores e membros de conselhos, e conta atualmente com mais de 60 consultores. São mais de 4 mil viagens realizadas mensalmente, que geram a partir de 15 mil contatos, de pedidos de reserva a consultas por serviços extras. Segundo Caroline Nogueira, diretora da operação VIP e de grupos e eventos da VOLL, essa estrutura já se tornou uma marca registrada para quem conhece a companhia. Caroline está nessa vertical há quase cinco anos e explica que o atendimento especializado acompanha a própria expansão da TMC. O que evoluiu foi a forma de conduzir essa operação: por entender essa expectativa, a VOLL se aprofundou no modelo, potencializando ferramentas e processos para garantir uma estrutura robusta e um serviço cada vez mais personalizado. "Os executivos das grandes empresas já esperam um atendimento diferenciado, e é nesse padrão que nossa operação VIP se consolidou, como um modelo de serviço exclusivo. A VOLL cresce ano após ano, e o núcleo VIP evolui no mesmo ritmo", afirma a líder do departamento.

Caroline Nogueira, diretora da operação VIP, grupos e eventos da VOLL

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DO ATENDIMENTO À OPERAÇÃO DEDICADA O serviço é destinado a viajantes de cargos de diretoria para cima, incluindo presidentes e demais níveis da alta liderança. Em grande parte dos casos, o contato cotidiano não é feito pelo próprio viajante corporativo VIP, mas por funcionários, como secretárias ou assistentes executivas, que administram sua agenda e seus deslocamentos. Essa relação influencia a maneira como o atendimento é estruturado. Antes de começar a operar, a VOLL realiza um processo de onboarding através do qual procura entender as regras da empresa, a política de viagens, as preferências dos executivos e a rotina das secretárias e EAs. As informações podem incluir desde preferência de assento e programas de fidelidade até restrições alimentares, horários em que o viajante pode ser contatado e situações em que a comunicação deve ser feita exclusivamente com a secretária. Há também informações ainda mais específicas. Caroline cita como exemplo a necessidade de um executivo ficar em determinados andares de um hotel ou evitar quartos próximos ao elevador.

"Os consultores são orientados a perguntar até para qual lado o passageiro por costume cruza a perna, para orientar sobre o melhor assento em uma aeronave de dois corredores. Estamos falando de ultra personalização. Esse é o principal ponto que diferencia o atendimento VIP do suporte regular", diz. A partir desse levantamento, a VOLL define o consultor responsável pelo cliente. A regra é que cada viajante tenha um profissional de referência que pode ser acionado por ele mesmo ou por seu assistente. Dependendo do perfil e do volume de viagens da empresa, um consultor de viagens VIP pode atender mais de uma companhia. A apresentação das equipes também faz parte do processo. A secretária e/ou o próprio viajante VIP conhece o consultor, o líder e o gerente responsáveis pelo atendimento na VOLL. Em determinados contratos, há ainda profissionais que ficam alocados dentro da própria empresa cliente. A estrutura funciona em regime de atendimento estendido, com suporte 24 horas.

CANAIS DE ATENDIMENTO • WhatsApp dedicado: Com atendimento 24h e SLA prioritário para demandas urgentes. • E-mail exclusivo para VIPs: Com equipe treinada para lidar com complexidades como reservas

múltiplas, agendas voláteis e roteiros internacionais. • Linha telefônica de prioridade máxima: Para casos de emergência, alterações de última hora ou suporte imediato durante deslocamentos.

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TECNOLOGIA

PARA ACOMPANHAR A VIAGEM Ferramentas tecnológicas foram responsáveis por uma mudança importante no núcleo de Atendimento VIP da VOLL nos últimos dois anos. A estrutura passou a utilizar ferramentas de inteligência artificial para acompanhar os deslocamentos e identificar ocorrências que possam interferir na viagem. O sistema monitora, por exemplo, alterações e atrasos de voos e pode informar a equipe sobre mudanças de portão ou outras ocorrências. A partir dessas informações, os consultores conseguem agir antes que o problema chegue ao viajante ou à secretária. “Trouxemos agentes de IA para dentro da VOLL a fim de ajudar no acompanhamento das viagens do núcleo VIP, além de um monitoramento minucioso para garantir que a viagem desses executivos aconteça do início ao fim sem qualquer fricção”, explica Caroline. A IA também passou a participar da etapa de conferência das reservas. Em hotéis, por exemplo, a ferramenta pode apoiar a validação de uma reserva antes

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da chegada do hóspede, verificando se as condições solicitadas estão de acordo com o que foi contratado. Nesse processo, a tecnologia não substitui o consultor. Ela sinaliza situações que precisam ser verificadas e deixa a etapa final de validação para a equipe. Um dos exemplos citados por Caroline é o cruzamento de informações entre o pedido e a reserva. “Por exemplo, se a secretária solicita uma hospedagem de 20 a 21 de agosto e o sistema identifica uma reserva de 21 a 22, a divergência é sinalizada antes da chegada do viajante”, afirma a diretora. “A tecnologia monitora, inclusive, como é feito o atendimento pelo consultor, orientando sobre o que poderia ter sido melhorado e sinalizando quando alguma informação não foi compreendida ou registrada corretamente”, completa Caroline. O sistema também identifica sinais de insatisfação ou preocupação durante o contato e aciona a liderança para que a situação seja avaliada e acompanhada.

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DO BILHETE AO

ACOMPANHAMENTO DA VIAGEM O escopo do núcleo também ultrapassa a emissão de passagens e reservas de hotel. A equipe conta com uma célula de concierge para demandas como reservas de restaurantes e salas para reuniões, além de operações específicas de transporte executivo. Há casos envolvendo helicópteros e outros deslocamentos que exigem coordenação com áreas de segurança das empresas. Nessas situações, o trabalho começa antes do embarque e pode continuar durante todo o deslocamento. Um executivo pode, em alguns casos específicos, ter uma agenda sem horário definido para o retorno ao aeroporto. Em vez de esperar que ele confirme qual voo vai pegar, a equipe

acompanha sua programação e trabalha com as alternativas disponíveis. Em operações mais complexas, o consultor pode acompanhar o embarque, avisar o hotel sobre a proximidade da chegada e confirmar posteriormente se o check-in ocorreu conforme o planejado. A intensidade desse acompanhamento varia de acordo com o perfil do viajante. “Com foco em hiper personalização, a VOLL não atende todo executivo de alto escalão de forma igual”, resume Caroline. A organização da experiência de viagem e logística também pode alcançar familiares. Segundo a executiva, há situações em que o núcleo acompanha a viagem de cônjuges e filhos quando eles estão juntos dos viajantes corporativos.

SERVIÇOS PREMIUM PARA QUEM NÃO PODE PERDER TEMPO Executivos de alta liderança, membros de conselho e secretárias lidam com rotinas complexas e agendas apertadas, ao mesmo tempo que são responsáveis por decisões estratégicas. Por isso, a operação VIP da VOLL vai além do básico, oferecendo uma experiência personalizada com soluções que antecipam necessidades e evitam contratempos.

de agenda de última hora são tratadas com prioridade e resolvidas com rapidez, inclusive fora do horário comercial. • Upgrades e comodidades especiais: Quando aplicável, o time VIP atua para garantir acesso a categorias superiores de assentos, quartos ou veículos.

• Salas VIP e serviços de lounge: Suporte para inclusão de acessos em programas de ENTRE OS PRINCIPAIS fidelidade, passes avulsos ou reservas em SERVIÇOS ESTÃO: • Reservas complexas: Roteiros salas VIP nos principais aeroportos do mundo. internacionais com múltiplos destinos, fusos e integrações logísticas (carro, hotel, • Monitoramento em tempo real: O voo) coordenadas em uma única operação. time acompanha deslocamentos e está disponível em tempo integral para suporte • Remarcações urgentes: Mudanças proativo em caso de imprevistos.

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“O QUE ME MOTIVA É SABER QUE UMA BOA EXPERIÊNCIA É CONSTRUÍDA NOS DETALHES, MUITAS VEZES ANTES MESMO DE OS CLIENTES OS PERCEBER. PARA MIM, O VERDADEIRO SUCESSO DO ATENDIMENTO ESTÁ EM FAZER TUDO ACONTECER COM FLUIDEZ, CUIDADO E EXCELÊNCIA. É ESSA BUSCA CONSTANTE POR ANTECIPAÇÃO, QUALIDADE E PERFEIÇÃO QUE ME MOVE. QUANDO ME ANTECIPO ÀS NECESSIDADES E CUIDO DE CADA DETALHE, CONTRIBUO PARA PROTEGER O BEM MAIS VALIOSO DA EMPRESA: A CONFIANÇA E A EXCELENTE EXPERIÊNCIA DO CLIENTE NA VOLL." BRUNA VILLANI, LÍDER DA OPERAÇÃO VIP DA VOLL

O PROTAGONISMO DAS SECRETÁRIAS Embora o serviço seja direcionado à alta liderança, a secretária executiva ocupa posição central na operação. É com ela que os consultores frequentemente mantêm contato e é a partir da rotina dessa profissional que parte das demandas é organizada. De acordo com Caroline, entender esse público e sua rotina é uma etapa importante do atendimento porque a secretária concentra diferentes funções relacionadas ao executivo, seja relacionado a viagens ou não. “Nosso trabalho é facilitar o dia a dia dela”, afirma. Por isso, o relacionamento não fica restrito aos momentos em que há uma solicitação. Algumas secretárias mantêm reuniões periódicas com a equipe para revisar viagens

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futuras, identificar pendências e antecipar reservas que ainda não foram feitas. Prevenir é melhor do que remediar. A executiva da VOLL cita o exemplo de um cliente VIP que já tem o aéreo comprado, mas ainda não tem hotel ou transporte definidos. Nesse caso, o consultor pode identificar a pendência antes que a secretária faça uma nova solicitação. “É um atendimento que é proativo também, não só ela me demandando”, diz. A empresa também realiza pesquisas mensais com as secretárias para avaliar os atendimentos e identificar pontos de melhoria. Para os viajantes, há pesquisas específicas sobre a experiência de contato com o núcleo.

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CONSULTORES ESPECIALIZADOS A operação VIP da VOLL tem mais de 60 consultores de viagens, todos em nível sênior ou especialista. A preparação começa com a formação geral da VOLL e segue com uma trilha específica para o atendimento VIP. Os profissionais aprendem as ferramentas utilizadas pelo núcleo, os processos internos e os procedimentos definidos para esse tipo de operação. A formação também passou a incorporar os resultados das avaliações feitas pela inteligência artificial. Em vez de submeter todos os consultores às mesmas trilhas de treinamento, a empresa utiliza as informações coletadas nas monitorias para identificar necessidades individuais de desenvolvimento. “Agentes de IA desenvolvidos pela minha própria equipe têm nos apoiado por meio dessas monitorias para entender onde a gente pode melhorar cada consultor VIP”, afirma Caroline. Como a experiência exige um conhecimento profundo de cada cliente e seus viajantes, a VOLL também trabalha com preparação antecipada quando uma nova conta está prestes a ser incorporada à operação.

CONFIDENCIALIDADE O perfil dos viajantes atendidos pelo núcleo VIP acrescenta outra camada à operação: o controle das informações. O cadastro reúne preferências e dados pessoais dos executivos, e o acesso é restrito aos profissionais responsáveis por cada conta. A estrutura de segurança mantém registros de acesso às ferramentas, enquanto cada consultor visualiza apenas as informações dos executivos que atende. O mesmo princípio é aplicado às etapas que envolvem hotéis e transporte.

O PRÓXIMO PASSO A evolução do serviço, para Caroline, passa por ampliar o uso da tecnologia sem retirar o consultor do centro da relação com o cliente. A lógica é utilizar inteligência artificial para assumir tarefas de acompanhamento, validação e identificação de problemas, liberando tempo da equipe para situações que exigem interação e tomada de decisão. “Pode trazer oportunidades, melhorias, sem perder o calor do cuidado do atendimento humano”, afirma. A transformação do núcleo, portanto, não está apenas na criação de novos canais ou serviços. Nos últimos dois anos, a VOLL passou a combinar uma equipe dedicada, informações detalhadas sobre os viajantes e as secretárias, monitoramento tecnológico e acompanhamento antes, durante e depois dos deslocamentos.

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QUANDO A VIAGEM SAI DO PLANO Na rotina de quem cuida dos viajantes VIPs, nem sempre o desafio está em encontrar o voo ou reservar o hotel ideais. Muitas vezes, o trabalho está nos detalhes e, principalmente, na capacidade de reagir quando o planejamento muda. É nesse cenário que clientes da VOLL relatam como o atendimento dedicado tem entrado na rotina de viagens de alta liderança. Na empresa de educação médica Afya, Sandrine Mercês é secretária executiva do CEO e outros profissionais C-Level. Ela conta que oito executivos são atendidos pelo núcleo VIP da VOLL e que a operação conta com três profissionais da TMC para fazer o atendimento recorrente da equipe. Segundo Sandrine, um dos principais ganhos está na velocidade. As solicitações nacionais têm retorno em cerca de 15 minutos, enquanto as internacionais podem levar até 30 minutos, dependendo da demanda. A agilidade, afirma a secretária, reduz uma etapa que consumiria parte significativa de sua rotina.

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"SE EU FOSSE FAZER O QUE O TIME DA VOLL FAZ, TERIA QUE ENTRAR EM SITE INTERNACIONAL DE PELO MENOS TRÊS COMPANHIAS QUE SÃO AS MAIS CONHECIDAS, PESQUISAR EM CADA UM DOS SITES. FAZER UM LANÇAMENTO INDIVIDUAL DE MILHARES DE OPÇÕES DE ASSENTO. E HOJE, COM 15 MINUTOS, ELES ME DEVOLVEM ISSO DE UMA MANEIRA MUITO RÁPIDA" SANDRINE MERCÊS, SECRETÁRIA EXECUTIVA NA AFYA

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Sandrine Mercês, secretária executiva do C-Level da empresa de educação médica Afya

Um episódio envolvendo uma viagem internacional do presidente da Afya mostrou, na prática, como esse suporte pode ser acionado diante de uma mudança de última hora. O executivo faria uma conexão em Miami, nos Estados Unidos, mas, ao desembarcar, informou que seria necessário alterar o planejamento da viagem. A equipe da VOLL precisou reorganizar o trecho seguinte e ajustar a reserva para que o executivo pudesse seguir viagem conforme a nova necessidade. Segundo Sandrine, a alteração envolveu inclusive a confirmação do assento e da classe de serviço. "Naquele momento, eles tiveram que reprogramar toda a viagem. Foi uma questão de resposta rápida. Eles conseguiram apurar, já com assento marcado, já na classe correta, e a gente fez esse voo de volta”, conta. Para ela, o atendimento também funciona como uma extensão da própria secretária executiva. "Tempo é dinheiro", resume Sandrine ao explicar o impacto do serviço na rotina.

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ATENÇÃO AOS DETALHES A percepção é semelhante à de Marcela Barreto, secretária executiva do iFood. Para ela, o diferencial está não apenas na resolução de problemas, mas no acompanhamento próximo da viagem. Na avaliação da secretária, essa possibilidade de delegar parte da operação permite que ela concentre seu tempo em outras demandas relacionadas à agenda da liderança.

"TER ESSE ATENDIMENTO MAIS PRÓXIMO, COM O PARCEIRO DA VOLL CONECTADO COM VOCÊ VIA WHATSAPP O TEMPO TODO, SEJA NA HORA DA COMPRA DA VIAGEM OU ALI PARA ACOMPANHAR O MOMENTO EXATO QUE A VIAGEM ESTÁ ACONTECENDO, É MUITO BOM. O PONTO PRINCIPAL AQUI É QUE O ATENDIMENTO VIP PARA EMISSÃO DE VIAGENS LIBERA ENERGIA, TEMPO, ESPAÇO MENTAL MEU PARA QUE EU CONSIGA FOCAR EM OUTRAS DEMANDAS UM POUCO MAIS ESTRATÉGICAS EM RELAÇÃO À AGENDA DO EXECUTIVO QUE EU ATENDO " MARCELA BARRETO, SECRETÁRIA EXECUTIVA DO IFOOD 48

Marcela Barreto, secretária executiva do iFood

Marcela conta que já recorreu diversas vezes ao atendimento para ajustes relacionados a hotéis e horários de voos. Em uma situação recorrente, por exemplo, o agente que a atende diretamente, Felipe, sinaliza quando a programação do voo exige considerar uma diária adicional ou um late check-out. “Meu atendente na VOLL está sempre muito atento a esses pequenos detalhes que, no final do dia, na hora da viagem, se a gente esquecer de olhar, geram uma baita confusão ali para a agenda do executivo”, aponta. Por todo esse apoio, a satisfação do iFood para com a VOLL alcançou um NPS de 84, incluindo cargos de liderança, em apenas três meses após a contratação da TMC, com redução de etapas manuais e atenção total à experiência do viajante.

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QUANDO O PROBLEMA ACONTECE NO AEROPORTO O atendimento também é percebido diretamente por quem está viajando. Satisfez até mesmo, veja só, o executivo Fernando Maia, da Warburg Pincus, um dos principais responsáveis pelo negócio entre a gigante global de private equity e a VOLL. Maia conta que passou por uma situação em que o aeroporto de Belo Horizonte foi fechado devido ao mau tempo. O voo, que estava marcado para o fim da noite, precisou ser remarcado para a manhã seguinte. Ele mesmo entrou em contato com a operação VIP da VOLL e, segundo seu relato, a solução já estava encaminhada: a equipe havia identificado um hotel próximo ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, feito a reserva e entrado em contato com o estabelecimento para confirmar a hospedagem.

“O AEROPORTO ESTAVA FECHADO E ME COLOCARAM NO PRÓXIMO VOO, JÁ TINHAM RESERVADO. EU ESTAVA EM BELO HORIZONTE, ESTAVA CHOVENDO MUITO, O AEROPORTO FECHOU, MEU VOO ERA TARDE DA NOITE, O ÚLTIMO QUE TINHA. TIVE QUE REMARCAR O VOO PARA A MANHÃ SEGUINTE E NEM PRECISEI FAZER NADA” FERNANDO MAIA, VIAJANTE VIP NA VOLL E EXECUTIVO DA WARBURG PINCUS Para Maia, o episódio chamou atenção justamente pela quantidade de etapas resolvidas sem que ele precisasse assumir a operação. “Foi um nível de cuidado com o viajante que eu nunca tinha visto com outras agências”, afirma. Os relatos de Sandrine, Marcela e Maia mostram diferentes pontos de contato do serviço: da organização prévia e atenção aos detalhes à atuação diante de mudanças durante a viagem.

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TENDÊNCIAS

GBTA CONVENTION: O EPICENTRO DO SETOR BEATRICE TEIZEN

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Todos os anos, durante três dias, o setor global de viagens corporativas se reúne na GBTA Convention, principal hub para quem compra, vende e debate viagens a negócios, para uma programação que concentra muito conteúdo educacional com exposição e networking. A feira, realizada pela GBTA (Global Business Travel Association), principal entidade da indústria, mostra para onde o mercado está indo, para onde deve olhar, o que as marcas expositoras – entre empresas de tecnologia, hotéis, companhias aéreas, plataformas de reserva e mais – estão lançando, o que os profissionais estão buscando e o que vem por aí. De acordo com o Relatório Anual e Previsão Global 2026 do Business Travel Index (BTI), divulgado pela associação no evento, as viagens corporativas devem alcançar o recorde de US$ 1,71 trilhão em 2026, índice embalado pelo número de deslocamentos a trabalho em todo o mundo, que deverá superar 1,84 bilhão.

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Luiz Moura e Jordana Souza em Chicago

Mesmo em um ano totalmente desafiador, com o aumento de conflitos geopolíticos, as diferentes regras impostas a cada dia pelos EUA, a alta da inflação, entre outras complicações econômicas, o aumento dos custos de transporte e viagens a negócios está impulsionando o crescimento do setor mais do que o avanço no número de deslocamentos. O estudo prevê ainda que os gastos globais com viagens a trabalho crescerão 7,2% neste ano. O relatório também mostrou que os custos em todo o mundo com viagens a negócios aumentaram 8,4% em 2025, totalizando US$ 1,59 trilhão, superando a previsão anterior de crescimento de 6,6%. A expectativa é que estes gastos ultrapassem US$ 2 trilhões até 2030. Apesar de todas as dificuldades, as previsões são otimistas, o mercado está aquecido e as empresas não deixaram de viajar – ainda que estejam cada vez mais seletivas e focadas em produtividade.

BRASIL LIDERANDO O CRESCIMENTO NAS AMÉRICAS O relatório da GBTA revelou também que o Brasil se encontra em um lugar de destaque, em 10º no ranking global, com US$ 35,8 bilhões estimados em gastos em viagens corporativas em 2026, alta de 13,8% em relação ao ano passado. Segundo os dados, o crescimento econômico dos Estados Unidos é impulsionado pelos investimentos em inteligência artificial e tecnologia, enquanto os preços mais altos da energia favorecem o Brasil e a maior estabilidade econômica fortalece a Argentina e outros mercados latino-americanos.

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9 TENDÊNCIAS VISTAS NA GBTA CONVENTION 2026

A edição da GBTA Convention deste ano, realizada em Chicago, mostrou que a IA está por todos os lados e seu objetivo é ajudar o viajante corporativo a ter uma viagem sem fricções. Mas ele, assim como o travel manager, precisa ter confiança na tecnologia. O que mais foi debatido por lá? Veja os principais insights.

1 IA DEIXA DE SER PROMESSA E COMEÇA A VIRAR INFRAESTRUTURA Há alguns anos já é um discurso forte na GBTA, mas, nesta edição, ficou ainda mais claro durante os três dias: não é mais “vamos usar IA”. Travelport, Sabre, Amadeus, companhias aéreas, hotéis, gestores de viagens e outros players estão pensando em IA dentro da busca, atendimento, gestão, recomendação, conteúdo e tomada de decisão. Dica: quem ainda trata IA como um projeto paralelo pode ficar para trás. Ela começa a virar camada da operação.

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2 O GRANDE DESAFIO AGORA É CONFIANÇA Agora, com a IA cada vez mais implementada e, de fato, nas operações das organizações e gestão de viagens, o que entra em discussão é o desafio da confiança. O viajante corporativo até pode querer usar agentes e ferramentas de IA, mas precisa confiar que a resposta está correta, que a reserva será feita, que as políticas serão respeitadas e que haverá alguém para resolver quando algo sair errado.

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3 NDC SAI DO DISCURSO TÉCNICO E ENTRA NA EXPERIÊNCIA DO VIAJANTE A discussão não é mais simplesmente “NDC versus GDS”. O que importa é conseguir oferecer conteúdo aéreo mais rico, tarifas, ancillaries e serviços de maneira integrada ao ecossistema corporativo. Dica: o fornecedor que conseguir transformar conteúdo fragmentado em uma experiência simples ganha valor.

4 PERSONALIZAÇÃO VIRA OBRIGAÇÃO – E NÃO LUXO O viajante corporativo espera cada vez mais uma experiência parecida com a que tem no lazer: preferências, contexto, histórico, conveniência. Só que, em viagens a trabalho, isso precisa coexistir com política de viagens, orçamento, duty of care e compliance. Dica: o futuro não é personalização ou controle. É personalização dentro do controle.

5 A EXPERIÊNCIA DO VIAJANTE ESTÁ NO CENTRO DA CONVERSA A GBTA vem mostrando uma mudança importante: o programa de viagens não pode ser avaliado apenas por economia. Produtividade, experiência, bem-estar, retenção de talentos e satisfação do viajante entram cada vez mais na equação.

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6 DADOS DEIXAM DE SER RELATÓRIO E PASSAM A SER INTELIGÊNCIA Existe uma quantidade enorme de dados no segmento business travel – reservas, gastos, comportamento, políticas, fornecedores, emissões, alterações, cancelamentos. O próximo passo é transformar isso em decisão.

7 SUSTENTABILIDADE ENTRA EM UMA FASE MAIS PRAGMÁTICA Menos discurso e mais mensuração, política, escolha de fornecedores e prestação de contas. Especialmente porque o corporativo precisa equilibrar sustentabilidade com custo, disponibilidade e objetivos de negócio. Dica: soluções que conseguem transformar sustentabilidade em dado operacional tendem a ganhar espaço.

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8 RESULTADOS E MAIS RESULTADOS Com as viagens tendo de ter cada vez mais propósito e motivo, a pressão de custo e pelo ROI se torna ainda mais pertinente. As lideranças das companhias mostram querer conexão clara entre o gasto do deslocamento e o resultado do negócio. A frase que resume o ano: a viagem não é mais medida por viagens feitas e, sim, por resultado entregue. Experiência, controle e dado deixaram de ser objetivos concorrentes: juntos, são o que produz valor mensurável.

9 EM INOVAÇÃO, TECNOLOGIA É ESSENCIAL, MAS NÃO É TUDO Falando de inovação, é possível notar quatro fatores que predominaram na convenção em Chicago, e nenhum deles é sobre adotar mais tecnologia. n Experiência com controle: melhorar a jornada precisa reforçar visibilidade, conformidade e disciplina de gasto, e não enfraquecê-las. Quando as duas coisas brigam, é sinal de processo mal desenhado; n Decisão mais inteligente: o dado precisa influenciar comportamento e resultado, e não apenas relatar o passado. Relatório que ninguém usa para decidir é custo, não informação; n Flexibilidade com política: a flexibilidade funciona melhor quando a política é clara, prática e fácil de cumprir. Regra que exige interpretação vira exceção, e exceção vira gasto fora do canal; n Fluxo conectado: reserva, pagamento, despesa e relatório operando como um ecossistema só. Cada emenda entre sistemas é onde o dado se perde e o controle escapa.

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PESQUISAS E ESTATÍSTICAS

PANORAMA DE DADOS VOLL

A VOLL processa milhões de transações por ano entre passagens aéreas, hospedagens, deslocamentos por aplicativo e pagamentos via VOLL Wallet. Esse volume gera um retrato detalhado de como o viajante corporativo brasileiro se comporta, gasta e se desloca. Nas próximas páginas, reunimos os principais indicadores das reservas entre janeiro de 2025 e agosto de 2026: custos por cidade, horários de pico, rotas mais utilizadas, sazonalidade, antecedência de compra e a surpreendente expansão dos voos corporativos para a China.

COMO O BRASILEIRO CORPORATIVO GASTA NO DIA A DIA

A VOLL Wallet concentra o retrato mais granular do comportamento de consumo em viagem. São Paulo lidera com folga o custo médio por transação entre as dez maiores capitais, seguida por Rio de Janeiro e Natal, num intervalo relativamente próximo entre si. Na outra ponta, Curitiba e Goiânia aparecem com os custos médios mais baixos do ranking. As transações da VOLL Wallet são pagamentos feitos com o cartão corporativo ou Pix, e não incluem reembolso. O Pix é o método predominante, usado em 64,6% das transações e 65,6% do valor, contra 35,4% e 34,4% no cartão de crédito.

CUSTO MÉDIO POR TRANSAÇÃO, TOP 10 CAPITAIS (VOLL WALLET)

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o horário de pagaHORÁRIO DE PAGAMENTO NA VOLL WALLET, % DAS TRANSAÇÕES Olhando mento (já ajustado para o (horário de Brasília)

13%

TIPO DE ESTABELECIMENTO NA WALLET, % DAS TRANSAÇÕES 10,5%

fuso de Brasília), o gasto segue claramente o relógio da refeição corporativa: o horário de almoço, entre 12h e 13h, concentra 22% das transações, e o intervalo entre 18h e 22h, mais concentrado no jantar, responde por quase 38%. Juntos, esses dois blocos somam perto de 60% de todo pagamento feito no aplicativo no período.

3,4% 2,5% 2,1% 1,9% 1%

MOBILIDADE E A PONTE ENTRE AEROPORTO E CIDADE

Nos deslocamentos por aplicativo com origem em aeroportos, o contraste mais relevante é a diferença entre aeroportos de acesso mais central e aeroportos afastados do centro urbano. Congonhas e Santos Dumont, ambos com acesso rodoviário curto às respectivas capitais, têm custo médio de corrida bem inferior a Guarulhos e Confins, que ficam mais distantes das áreas centrais.

CUSTO MÉDIO DE CORRIDA POR AEROPORTO DE ORIGEM

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PARTICIPAÇÃO NO TOTAL DE RESERVAS NACIONAIS, POR DIA DA SEMANA 22,2% 17,7% 15,9% 14,7% 14,3% 5,9% 8,9% Sobre a evolução de preços, o tíquete médio aéreo nacional e a diária de hotel nacional subiram em ritmo parecido na comparação entre o primeiro semestre de 2025 e o primeiro semestre de 2026, o aéreo com alta um pouco mais acentuada que a hospedagem. Quanto a hábitos de embarque, o horário de maior concentração de voos fica entre 9h e 12h, com pico às 11h. Segunda-feira concentra a maior parcela das reservas nacionais, mais do que o dobro de qualquer dia de fim de semana, e o volume cai de forma consistente ao longo da semana até o sábado, o dia de menor movimento. Já em relação ao tipo de classe da passagem aérea, 99,3% são referentes à econômica, reforçando a disciplina de política de viagens.

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ROTAS E A EXPANSÃO PARA A ÁSIA No internacional, São Paulo concentra a origem de todas as cinco rotas mais utilizadas, o que reflete a concentração do fluxo internacional na cidade. Cidade do México lidera a participação, seguida por Miami, Bogotá, Nova York e Santiago.

As rotas nacionais mais utilizadas se mantiveram praticamente as mesmas entre 2025 e o acumulado de 2026. São Paulo e Rio de Janeiro entre si, e São Paulo e Belo Horizonte entre si, respondem juntas por cerca de um quinto de toda a emissão nacional em ambos os períodos. A leve variação de participação de um ano para o outro não altera o ranking.

TOP 5 ROTAS NACIONAIS, % DAS EMISSÕES NACIONAIS 5,1% 5% 5% 4,8% 4,7% 4,5% 4,2% 4,3% 1,8% 1,7%

PARTICIPAÇÃO POR CIDADE DE DESTINO NA CHINA 32,5% 31,5% 22,3% 18,6% 3,1% 1,9% 2,6% 0,2%

Para chegar à China, Dubai e Doha dividem a liderança como escalas mais usadas, juntas respondem por cerca de metade de todas as passagens por cidade de conexão registradas no período. Paris e Frankfurt aparecem na sequência, com participação relevante mas bem abaixo das duas primeiras. A permanência média do viajante corporativo na China fica em torno de 12 dias, o que sugere uma viagem de trabalho mais longa que o padrão doméstico, coerente com o custo e o tempo de deslocamento até o destino.

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ARTIGO

A EVOLUÇÃO DA MOBILIDADE CORPORATIVA NO BRASIL BRUNO LASANSKY, CEO DA LOCALIZA

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A mobilidade urbana vive um momento de profunda evolução no Brasil. A busca do nosso cliente migrou para um novo patamar: autonomia, flexibilidade, tecnologia de ponta e previsibilidade. Atualmente, temos o privilégio de servir a mais de 12 milhões de clientes em toda a nossa plataforma. É para encantar cada uma dessas pessoas e empresas, superando suas expectativas todos os dias, que o nosso time acorda motivado. No ambiente corporativo, essa dinâmica ganha ainda mais relevância no segundo semestre. Projeções da FecomercioSP e da Alagev apontam que as viagens corporativas faturarão cerca de R$ 158 bilhões em 2026. Na Localiza, respondemos a essa demanda integrando escala, tecnologia proprietária e disciplina operacional para transformar o deslocamento em uma jornada simples e previsível. A pesquisa GPS do Futuro, realizada com mais de 1.500 brasileiros pela nossa área de Consumer Insights, traz um retrato desse perfil. O estudo aponta que o grupo dos chamados “Rea-

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listas” — impactados pela imprevisibilidade no trânsito — busca pragmatismo e eficiência. Ao mesmo tempo em que a demanda por acesso flexível cresce, também entendemos o valor que a propriedade do veículo ainda tem para milhões de brasileiros. Como o maior vendedor de carros seminovos da América Latina, nós valorizamos quem quer comprar: quem busca a posse encontra na nossa rede de Seminovos um veículo de confiança, de baixa quilometragem e com a garantia de um processo transparente. Quem prefere apenas o uso, aluga ou assina. Atender à pluralidade dessas demandas exige uma visão integrada de ecossistema. Evoluímos para uma plataforma completa que conecta o aluguel de curto e médio prazos à terceirização e gestão estratégica de frotas leves e de veículos comerciais leves e pesados. O resultado para os nossos clientes corporativos é controle orçamentário, inteligência preditiva e consultoria técnica. Nossa escala e capilaridade, com uma frota de 670 mil veículos e mais de 700 agências na América Latina, nos permitem atender desde profissionais em trânsito até operações corporativas e de carga de alta complexidade. A consolidação dessa plataforma e o fortalecimento do nosso ecossistema sustentam-se em parcerias estratégicas sólidas. Um exemplo é a nossa construção conjunta com a VOLL, que fez parte do ecossistema Localiza de 2022 a 2025 e de quem hoje somos clientes. Está no nosso DNA mantermos relacionamentos de alto valor com parceiros empenhados em impulsionar e transformar o setor de viagens e mobilidade corporativa. Por trás dessa eficiência está a nossa infraestrutura de tecnologia. Com mais de 95% da frota operacional conectada via telemetria, realizamos diagnósticos remotos preditivos que antecipam ocorrências

graves e garantem rotas mais seguras. Paralelamente, os mais de 1.500 profissionais do Localiza Labs e o uso de inteligência artificial vêm transformando a jornada do cliente. Com a Retirada Digital FAST, o cliente realiza a escolha do modelo, faz o check-in por biometria e abre o carro pelo aplicativo. Atualmente, uma em cada quatro locações já é realizada de forma 100% digital, proporcionando uma experiência ágil e sem atritos. Além de acelerar nossa infraestrutura de tecnologia, assumimos o protagonismo na evolução da mobilidade no Brasil. Como parceiros estratégicos de longo prazo de montadoras e concessionárias, conseguimos levar aos nossos clientes, em primeira mão, os principais lançamentos do mercado, como o novo Nissan Kicks, o Renault Boreal, o Hyundai i20 e as novas linhas eletrificadas de BYD e GWM. Em alguns casos, nossos clientes podem acessar esses veículos simultaneamente ao lançamento nas concessionárias, como aconteceu com o Chevrolet Sonic e o VW Tera. Dessa forma, ampliamos o acesso dos clientes às novidades da indústria automotiva e transformamos a relação com o carro em uma plataforma de experimentação e uso inteligente, seja no aluguel, na gestão de frotas ou na assinatura. Com mais de 50 anos de história, mantemos a convicção de que o resultado passado não garante o sucesso futuro. Seguimos construindo o futuro da mobilidade com o nosso time, movidos pela paixão em colocar o cliente no centro de todas as decisões e em cultivar parcerias duradouras. Vamos continuar acelerando a convergência entre tecnologia, inteligência de dados e gestão de frotas para entregar o ecossistema de mobilidade mais completo e encantador para pessoas e empresas.

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