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Jornal PANROTAS 1197

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www.panrotas.com.br

R$ 11,00 - Ano 23 - nº 1.197 16 a 22 de dezembro de 2015

UMA

NOVA VISÃO Agências de Viagens

Mudança

Agências de Viagens

Mudança PARA A ABAV Conheça Edmar Bull, o novo comandante da Abav Nacional para o biênio 2015/2017. Considerada a figura certa para a tão aguardada mudança da entidade, o experiente empresário revela planos, desafios e dificuldades à frente do novo projeto. A promessa, no entanto, é uma só: muito trabalho. > Páginas 29 a 32

Agências de Viagens


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16 a 22 de dezembro de 2015 JORNAL PANROTAS

Check-IN LEIA NESTA EDIÇÃO Páginas 04 a 08

Tudo sobre o PANROTAS Next Rio de Janeiro

Páginas 12 e 13

MSC inaugura Esplendida no Brasil, mas já pensa no mercado internacional Páginas 18 e 19

Royal Caribbean é outra companhia que se despede da costa brasileira *não confirmado

E d i t o r i a l > Artur Luiz Andrade > artur@panrotas.com.br Esquiando de A a Z

Conheça Snowmass, a maior montanha de Aspen, nos Estados Unidos PANROTAS Corporativo

Os highlights da convenção anual da Abracorp

Liderança conquistada Esta é a última edição “tradicional” do Jornal PANROTAS deste ano, já que na próxima semana traremos nossa Retrospectiva 2015 - um ano para não ser esquecido (nem lembrado com carinho). Será? As reportagens especiais que trazemos neste número mostram que as turbulências continuarão, mas que os bons pilotos e comandantes aparecem exatamente nesses momentos. Infelizmente, e por diversos motivos, os cruzeiros marítimos vivem uma má fase na costa brasileira e a temporada 2016/2017 chegará aos mais baixos índices de oferta dos últimos tempos. Uma pena que as autoridades não tenham enxergado as oportunidades dessa indústria, que só faz crescer em todo o mundo. Mesmo com o dólar ainda alto, apostamos que o brasileiro vai continuar navegando em um dos segmentos mais inovado-

res e completos do Turismo. Também trazemos a cobertura da convenção da Abracorp, e é no setor de viagens corporativas que estão as melhores práticas da indústria, com ou sem crise. As TMCs foram as primeiras a se adaptar ao fim da comissão, ao aumento da produtividade, ao investimento em profissionalização e tecnologia. As TMCs apostam na transparência com os clientes, pois quanto mais bem gerenciada a viagem de suas contas, mais bem remunerada ela será por isso. A própria Abracorp é um exemplo de entidade que soube mudar, evoluir e se transformar em referência com três dezenas de associados. O destaque da edição, a eleição de Edmar Bull para a Abav Nacional é também a coroação de um novo modelo de fazer negócios e política associativa no Turismo brasileiro. Não im-

porta mais a simpatia, a antiguidade, o evento mais tradicional... parceiros e fornecedores querem resultados, querem ganha-ganha, querem crescer juntos. O trânsito livre de Bull na indústria, sua visão moderna do mercado, seu estilo objetivo e inteligente e o conhecimento sobre o que diz (das negociações de meios de pagamento ao NDC, do papel das entidades regionais à profissionalização das empresas) trazem a esperança de um novo ciclo para o Turismo brasileiro. Crises vão sempre existir. Traumas e mudanças também. Mas lideranças dispostas a colaborar para a coletividade, como mostram nossos políticos em Brasília, são cada vez mais raras. Não, não teremos saudades de 2015. Mas não podemos esquecer suas lições e conquistas. Boa leitura e bom final desse ciclo a todos.


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16 a 22 de dezembro de 2015 JORNAL PANROTAS

Expediente PRESIDENTE José Guillermo Condomí Alcorta DIRETOR EXECUTIVO José Guilherme Condomí Alcorta DIRETORA INTERNACIONAL Marianna C. Alcorta DIRETORA DE MARKETING Heloísa Prass DIRETOR DE TI Ricardo Jun Iti Tsugawa

S

E U Q A DES T >

DO PORTAL

PANROTAS 3/12 a 9/12

1 Operadores comentam IRRF, o novo imposto do setor – em 3/12

2 “É tensa a situação da Gol e das

REDAÇÃO Editor-chefe: Artur Luiz Andrade (artur@panrotas.com.br) Editor: Renê Castro (rcastro@panrotas.com.br) Editor Rio de Janeiro: Diego Verticchio (diego@ panrotas.com.br) Coordenadores: Danilo Alves e Paula Daidone Reportagens: Henrique Santiago, Rodrigo Vieira, Hugo Okada, Karina Cedeño, Luiza Gil (estagiária) e Roberta Queiroz (estagiária) Fotógrafos: Emerson de Souza e Marluce Balbino MARKETING Assistente: Erica Venturim Marketing Digital: Sandra Gonçalves PRODUÇÃO Coordenação: Alice I. Rezende (alice@panrotas.com.br) Gerente de Produção: Newton dos Santos (newton@panrotas.com.br) Diagramação e tratamento de imagens: Kátia Alessandra, Pedro Moreno e Rodrigo Mota Projeto Gráfico: Graph-In Comunicações COMERCIAL Executivos: Paula Monasque (paula@panrotas.com.br) Priscilla Ponce (priscilla@panrotas.com.br) Ricardo Sidaras (rsidaras@panrotas.com.br) Tais Ballestero de Moura (tais@panrotas.com.br) EXECUTIVO SÊNIOR DE RP Antonio Jorge Filho (jorge@panrotas.com.br) FALE CONOSCO Matriz: Avenida Jabaquara, 1761 – Saúde São Paulo - Cep: 04045-901 Tel.: (11) 2764-4800 Brasilia: Flavio Trombieri (new.cast@panrotas.com.br) New Cast Publicidade Ltda SRTVS - QD 701 - BL. k - Sala 624 Ed. Embassy Tower - Cep: 70340-908 | Tel : (61) 3224-9565 Rio de Janeiro: Simone Lara (sblara@seasoneventos.tur.br) Season Turismo e Marketing e Esportes Ltda R. Gal. Severiano, 40/613 - Botafogo | Cep: 22290-040 - Rio de Janeiro - RJ Tel: (21) 2529-2415 / 8873-2415 ASSINATURAS Chefe de Assinaturas: Valderez Wallner O Jornal PANROTAS é vendido somente por assinatura. Para assinar, ligue no (11) 2764-4816 ou acesse o site www.panrotas.com.br Assinatura anual: R$ 468 Impresso na Lis Gráfica e Editora Ltda. (Guarulhos/SP)

PARCEIRAS ESTRATÉGICAS

MEDIA PARTNER

ASSOCIAÇÕES

outras aéreas ”, diz vp – em 4/12

3 Agaxtur, CVC, TZ Viagens e mais contratam; confira – em 3/12

4 Complexo de Harry Potter será inaugurado em abril – em 8/12

do mundo; conheça – em 3/12

6 Conheça o entretenimento de bordo nos anos 1960 – em 4/12

7 Conheça 10 dos melhores parques do mundo – em 4/12

8 Tap tem nova estrutura organizacional; conheça – em 7/12

9 Azul e restaurantes Si Señor fecham parceria – em 3/12

5 Orlando terá maior montanha-russa 10 Esferatur encerra o ano com

resultados positivos – em 7/12

11 Air France anuncia duas rotas adicionais em 2016 – em 8/12

12 Tam estreia voo para Punta Cana – em 6/12

13 United “presenteia” funcionários com 6 mil Iphones – em 3/12

14 PANROTAS Next: É para ter medo de 2016? – em 8/12

15 Tripadvisor lista destinos nacionais preferidos no verão – em 4/12


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Eventos

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> Diego Verticchio e Rodrigo Vieira — Rio de Janeiro

Até 2016

Casa cheia na terceira edição do PANROTAS Next. Cerca de 200 participantes do trade carioca foram ao Rio Othon Palace acompanhar os debates do evento

Palco dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e uma das cidades que mais tem recebido investimentos em Turismo, o Rio de Janeiro recebeu a terceira e última edição do PANROTAS Next, a nova geração de eventos da PANROTAS Editora. Depois de passar por Recife e Belo Horizonte, o evento desembarcou na capital fluminense com o desafio de levar conhecimentos e recomendações práticas para o dia a dia do profissional da indústria de viagens. O encontro foi realizado no último dia 8, no Rio Othon Palace, rede parceira da PANROTAS no evento. Organizada em parceria com a Imaginadora, a edição carioca contou com patrocínio da Best Western Hotels & Resorts, Iberostar Hotels & Resorts, Executive One, Travelport e do destino Mônaco. O evento teve pouco mais de 200 profissionais, entre agentes de viagens, operadores e representantes do trade. Durante a abertura, o presidente da PANROTAS, Guillermo Alcorta, agradeceu a presença dos participantes e reiterou a importância do destino Rio de Janeiro para o Turismo nacional. “É muito bom poder encerrar esse ciclo no Rio, uma cidade que está em evidência

no mercado, e poder levar temas que são importantes para discussão”, enfatizou Alcorta. Ainda em seu pronunciamento, o dirigente lembrou o difícil momento político e econômico do País e apostou na ousadia para virar o jogo. “Ninguém sai da crise fazendo a mesma coisa. É preciso ousar, ser otimista. Em 2016, pensem em novas atitudes, tenham novas estratégias, façam mais relacionamento e sejam otimistas”. Para esta última edição, a PANROTAS trouxe para discussão a mudança de comportamento do consumidor em tempos de internet e as diversas formas de informar este novo conceito. A palestra foi feita pela head de Turismo do Google no Brasil, Farouk Azanki, que, apesar do nome, é brasileiro, natural de Goiás. Jovem e antenado com as novas tecnologias, Azanki apresentou ainda cases de empresas que fazem uso de alguma plataforma Google para potencializar seus resultados. Em sua palestra, o executivo apresentou números divulgados pelo Google, que revelam que o mercado de Turismo no Brasil movimenta cerca de R$ 30 bilhões ao ano. Deste gigantesco montante, R$ 8,4 bilhões são transações realizadas pela internet. “De cada quatro vendas, uma é

feita via digital”, revelou. Segundo ele, a presença de smartphones está crescendo em ritmo chinês nos últimos anos e a consequência disso é a maior transação feita em celulares e tablets. “O site de vocês está pronto para ser navegável pelo smartphone?”, questionou Azanki. “Pense nisso, vai ser uma mudança interessante e eficaz”, concluiu. Segundo ele, o processo de viagem passa por quatro etapas: curiosidade, inspiração, descoberta e transação. A diferença é que nos últimos anos o contexto mudou. “Hoje, tudo acontece em micromomentos pelo mobile e pela internet”. Mais do que discutir temas pertinentes, o PANROTAS Next trouxe ainda como característica a interatividade e inovação. A palestra de Farouk Azanki contou com a atuação dos participantes e a velha discussão envolvendo agentes de viagens e internet voltou à tona. A agente de viagens Elizabeth Fernandes afirmou que, embora faça uso do Google Search com frequência para buscar respostas a perguntas dos seus clientes, o Google continua sendo seu maior concorrente. “O profissional chega com informações dos preços de hotel e aéreo e quer que a gente cubra, do contrário vão comprar com alguma a OTA”, argumentou ela.

Azanki rebateu lembrando que o agente de viagens deve se aproveitar da internet fazendo uso das informações fornecidas em sites de Turismo. “Use a internet ao seu favor. Pegue fotos e informações de destinos e jogue na sua página. Se você colocar o crédito, não haverá problema. Aproveite a internet como um amigo, e não como um concorrente”, disse. A palestra contou ainda com o “embate” entre agências de viagens e OTAs. Durante a discussão, a executiva da Decolar.com, Marcia Motta, lembrou que há dentro da agência de viagens on-line uma área dedicada ao relacionamento com as agências de viagens, na qual os profissionais podem absorver toda a expertise da OTA. “Nós abrimos nossa cabeça, entendemos a importância das agências de viagens na cadeia produtiva do Turismo e criamos esta área de relacionamento e hoje trabalhamos em parceria com algumas agências de viagens. Comprando com a gente, ele (agente de viagens) ganha comissão”, resumiu a executiva. Para Farouk Azanki, é um caminho natural. “A margem de lucro vai cair, mas o volume de negócios vai aumentar. E isso faz parte dos negócios”, concluiu.


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Para o head do Turismo do Google no Brasil, Farouk Azanki, “é possível agências e OTAs trabalharem juntas”

futuro

O evento foi realizado na parte da manhã e, logo após o intervalo, entrou em discussão as perspectivas para o próximo ano. É para ter medo de 2016? Quais são os rumos e desafios do ano que vem para o setor? O último debate da edição carioca do PANROTAS Next levou executivos à mesa redonda, mediada por Ana Maria Donato, da Imaginadora, para debater o que será do ano que vem após um 2015 complicado. Participaram a CEO do metabuscador Mundi, Ana Araújo, o diretor comercial do Rio CVB, Michael Nagy, o empresário e pioneiro na atividade de incentivos no Brasil, Gilmar Pinto Caldeira, e o sócio e VP da Alatur JTB, Ricardo Ferreira, que em sua abertura apontou a importância das agências corporativas reforçarem o diálogo com as empresas-clientes. “Enxugar custos é essencial, mas de maneira inteligente. Pergunte-se a si mesmo por quais tipos de serviços seu cliente, que também reduziu o budget, está disposto a pagar. O que tem valor para ele? As agências corporativas precisam ter isso definido com urgência em um momento frágil como esse. É uma série de coisas que antes fazíamos no automático, mas a crise não permite mais”, avaliou Ferreira. “Por exemplo, antes nossa empresa tinha 20 agentes de aeroporto, mas, ao alinhar com o cliente, notamos que esse não era um serviço tão necessário, então terceirizamos e enxugamos o custo nesse tipo de operação. Isso é ter a lógica do bom senso alinhada com o cliente corporativo. Mostre para o consumidor que, assim como ele, precisa reduzir os custos, sua agência também tem essa necessidade”, completou, prevendo que 2016 será ainda mais difícil que 2015.

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Ana Maria Donato, da Imaginadora, conduziu o evento


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O QUE VOCÊ FARIA?

O diretor executivo da PANROTAS Editora, José Guilherme Alcorta, responsável por interagir com a plateia, levantou um exercício que intrigou os membros da mesa redonda. Ele supôs: “em 2016, cada um de vocês ganha uma agência de viagens física, já com uma carteira de clientes. No passado, vocês foram empresários bem-sucedidos no setor, mas o futuro da agência de vocês é incerto por conta da crise e da instabilidade econômica. O que cada um de vocês faria com essa agência em mãos?”, questionou.

José Guilherme Alcorta estimulou os participantes com questionamentos sobre o futuro

Nem tudo é má notícia para o setor, e o corporativo pode ter esperanças em 2016, segundo Gilmar Caldeira. “Viagens de incentivo são excelentes remédios para esses momentos ruins. O primeiro sintoma da crise é a falta de vendas, e são nas viagens e eventos de incentivos que as empresas se apoiam para aumentar a performance. Portanto, o nicho precisa ser fomentado durante esses momentos, pois além de premiar os principais vendedores, o segmento certamente aumenta a produtividade deles em vendas”, destacou, ainda mencionando o valor de manter os clientes já existentes. “Redobrar atenção nas contas que você já tem é, no momento, mais importante do que buscar novos negócios.” Ana Araújo apontou a importância de tirar a crise como aprendizado. Para ela é essencial que os empresários não se apeguem a um modelo de negócios. “Ninguém está livre do processo disruptivo. A tecnologia chegou a um ponto em que os empresários não conseguem mais acompanhar e nem prever um futuro distante. Os mo-

delos mudam rapidamente e quem se apegar ao seu sem enxergar o que vem por aí ficará de fora. É preciso acompanhar o mercado e entender o que está sendo feito para adaptar seu produto. Se for preciso abrir mão de algo que era a maior fonte de renda da sua empresa há uma década, abra sem medo. Enfrente. Modelos engessados quebram”, destacou a CEO do Mundi. Para Michael Nagy, do Rio Convention & Visitors Bureau, o segmento de receptivo será o “salvador da pátria” no ano que vem. “Com a alta do dólar, o Brasil está mais fácil para os estrangeiros e, com os jogos Rio 2016, os receptivos terão de se preparar para garantir um serviço de ponta, pois eles serão o grande salvador da pátria no País. Os receptivos farão a economia movimentar muito”, afirmou Nagy, alertando os hoteleiros. “O ano que vem será um divisor de águas. Foi quando acabou a Copa do Mundo que a crise iniciou, mas podemos fazer uma história diferente em 2016, após o término dos Jogos Olímpicos.”

Ricardo Ferreira (Alatur JTB) Minha agência teria um nicho de mercado muito bem definido e tentaria ser brilhante nesse segmento, seja em viagens religiosas, seja Ásia. Ademais, minha empresa seria transparente em seus números: sabe o que vende, sabe suas margens de custos e é enxuta. Outro ponto importante é que minha agência ideal tem líderes com empatia tanto dos seus funcionários quanto dos clientes. Muitos donos de agências no Brasil seriam mais felizes se seguissem um modelo similar a esse, com nichos. Gilmar Pinto Caldeira A grande ameaça para o mercado de viagens é a mesa de procurement. Nisso se caracteriza a commoditização, e você descobre que está commoditizado quando vê que a única diferença entre você e o seu concorrente é o preço. Portanto, minha agência também teria um nicho muito claro e, principalmente, não entraria em guerras tarifárias, pois isso é uma loucura. Minha agência procuraria um diferencial para se livrar da commoditie e precisaria ter uma equipe motivada, pois o bom serviço passou a ser obrigação em tempos de venda on-line. Ana Araújo (Mundi) Minha agência focaria nos millenials e investiria forte em fontes não pagas de audiência com um bom conteúdo em redes sociais, parceria com blogueiros, buscaria embaixadores para nossa marca com perfil de jovens que viajam e produzem coisas interessantes com apelo para essa nova geração. Ter conteúdo é a metade do caminho. Minha agência teria um site com um blog muito bonito, que funcionasse em todas as plataformas. É crucial que essa página on-line seja adaptável para o mobile e seja lindo em design. Michael Nagy (Rio CVB) Essa agência precisa ter visão. Em pleno 2016, quem não olhar para frente não tem sobrevida. Chegamos a uma maturidade de mercado na qual o empresário que estiver seguindo o mesmo molde de uma década atrás já está falindo ou já faliu. Falta visão de futuro para muita gente no setor. O dono ou diretor de empresa que está pensando no mês que vem está muito atrasado, pois esqueceu de fazer o dever de casa seis meses atrás. Minha agência estaria sempre olhando para o futuro.

De olho em 2016

Para a PANROTAS Editora, 2016 já começou. A Editora já organiza a 14ª edição do Fórum PANROTAS, que mais uma vez acontecerá no WTC São Paulo, entre 15 e 16 de março, novamente em uma terça e quarta-feira, respectivamente. Paralelo aos trabalhos do fórum, reconhecido como o mais importante encontro fórum de discussão do trade, a PANROTAS segue com planejamento para o PANROTAS Next. Para 2016, a editora deve levar o evento para outras regiões, como Sul, Centro-Oeste e Norte, que já demonstraram desejo de receber uma edição do encontro.p > Continua na pág 08


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< Continuação da pág 06

Flashes

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PANROTAS Next Rio 2015

1 Farouk Azanki, palestrante do Google 2 Fernando Chabert, do Othon, Teresa Cristina Fritsch, da ABAV-RJ, e Guillermo Alcorta 3 Karen Schmidt, da Best Western (ao centro), com José Guilherme Alcorta e Heloisa Prass, da PANROTAS 4 Orlando Giglio, da Iberostar, e Guillermo Alcorta 5 Gisele Abrahão e Mara Pessoa, da GVA, representante do Turismo de Mônaco no Brasil 6 Ricardo Viola e Fernanda Leão, do Travelport 7 Ao centro, o diretor comercial e de Marketing da Rede Othon, Tomas Ramos, com sua equipe 8 Ricardo Viola e José Guilherme Alcorta 9 Solange e Luís Vabo, do Reserve 10 Antoine de Charbonnières, da Françatur, e Eliane Azevedo, da Privillege Viagens 11 Maurício Werner com Renata Hein e Ana Claudia Nery 12 José Guilherme Alcorta, Michael Nagy, Ana Donato, Ana Araújo, Gilmar Caldeira, Ricardo Ferreira, Heloisa Prass e Guillermo Alcorta 13 Miguel Andrade, da Transmundi, Rosana Lopes, da Touristcard, e Claudio del Bianco (Del Bianco) 3

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Política

Aposta no azar A Comissão Especial de Desenvolvimento Nacional aprovou, no último dia 9, o projeto de lei que regulamenta a exploração de jogos de azar no Brasil. O texto estabelece o funcionamento de cassinos e bingos, regulariza o jogo do bicho, traz a definição dos jogos que podem ser explorados, os critérios para autorização e as regras para distribuição de prêmios e arrecadação de tributos. O projeto é do senador Ciro Nogueira (PP-PI) e foi relatado pelo senador Blairo Maggi (PR-MT), que apresentou substitutivo fazendo algumas alterações ao texto. Maggi acatou emenda do senador Benedito de Lira (PP -AL) para proibir que políticos possam ser donos de casas de jogos de azar. Além disso, o texto do relator inclui uma restrição: apenas pessoas jurídicas que comprovem regularidade fiscal podem explorar esse tipo de negócio. A matéria prevê ainda o credenciamento máximo de dez casas de bingo por município e que os cassinos funcionem ligados a complexos integrados de lazer, construídos especificamente para esse fim, com hotéis e restaurantes. A ideia é associar os jogos ao Turismo, de modo a potencializar os lucros e, consequentemente, a arrecadação do governo com essa atividade. O autor do projeto estima que o Estado brasileiro pode arrecadar até R$ 15 bilhões em impostos após a regulamentação dos jogos de azar. Como o texto aprovado é um substitutivo, ele ainda precisará passar por nova votação em turno suplementar para ratificar o resultado. Em seguida, deverá ir para a Câmara dos Deputados, exceto se nove senadores apresentarem recurso para que o projeto seja apreciado também no plenário da casa.p

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Mercado

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> Paula Daidone — Brasília (DF)

O maior da América do Sul

Instalações modernas são a marca registrada do complexo

Brasília foi escolhida para abrigar o maior centro de eventos e convenções da América do Sul, o Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). Fachada do CICB

Com investimento inicial de R$200 milhões, o CICB está em uma área de 100 mil metros quadrados e tem capacidade para comportar até 200 mil pessoas. Instalado no Setor de Clubes Esportivos Sul, o centro de convenções estava operando há mais de um ano em soft opening, e, agora, abre as portas em sua totalidade. Isto é, com 120 salas disponíveis para locação. O período anterior foi utilizado para testar todos os equipamentos do centro, ajustar sistemas e procedimentos operacionais, além de ter sido o tempo de espera para a liberação do habite-se, alvará e a licença de funcionamento permanente. De acordo com o consultor geral e gestor da implantação do projeto, Marcos Cumagai, o CICB foi projetado nas necessidades dos organizadores de congressos. “A ideia é oferecer um ambiente que permitisse a redução dos custos de montagem de um grande evento em um local seguro e com privacidade.” A localização também foi pensada nas facilidades que a região oferece, como distância média entre o espaço e locais como aeroporto, zona hoteleira e área gastronômica. Assim como a escolha por Brasília, uma cidade de acesso fácil, enquanto hub aéreo, e que tem grande oferta hoteleira. O local está preparado para receber eventos de todas as magnitudes e realizar diversas ações simultaneamente. “Nossas salas possuem paredes móveis que se adaptam ao tamanho do evento, além de termos salas vips com entradas independentes, gerando privacidade para diferentes eventos e ambientes vips”. O centro de convenções conta com 120 salas com paredes móveis, que podem ser adaptadas de sete a 20 mil lugares, e sete salas vips com elevador e estacionamento privativo, acesso independente e banheiros feminino e masculino em cada sala. Área de isolamento para eventos estratégicos/sigiloso, área externa com vista panorâmica da cidade e restaurante que tam-


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bém está disponível para locação. Dividido em dois pavimentos, a área de A&B conta com uma cozinha de 2,3 mil metros quadrados, elevador exclusivo de carga e área de serviço de 900 metros quadrados, que garantem a autonomia de atender até mil pessoas por vez servidas a cada 30 minutos. O empreendimento possui um conjunto de alojamento que serve para acomodar a brigada do evento e três pisos de estacionamento com mil vagas cobertas e 600 descobertas. Para suportar toda essa estrutura, o complexo conta com seis geradores próprios automatizados e ligados em série. A preocupação ambiental também é algo marcante no projeto. O empreendimento possui tratamento de esgoto e de resíduos, água de reuso, claraboias para iluminação natural, elevadores com sistema de reutilização da própria energia e recuperador de calor dos sistemas de ar-condicionado para o aquecimento de água.

planos

De acordo com Cumagai, 2015 seria o ano da consolidação e 2016 o ano para buscar o mercado de congressos internacionais. Com o atual cenário econômico, a estratégia mudou. “Podemos dizer que nascemos na crise, portanto considerando os desafios que a equipe do CICB enfrenta diariamente, entendemos que 2016 é um ano de consolidação, quando continuaremos enfrentando as dificuldades resultantes do momento econômico e político do País, no nosso caso agravado pelo fato de Brasília não ser reconhecida ainda como um destino para o segmento Mice. Em 2017, iniciaremos a estratégia de captação de eventos internacionais.” Para o consultor geral, as prioridades e necessidades do governo do Distrito Federal estão direcionadas a sanar as urgências e resolver as questões sociais, com isso, o setor de Turismo e Eventos acaba ficando um pouco de lado. “Depende da iniciativa privada buscar alianças e estabelecer uma visão conjunta de longo prazo. Devemos unir todos os players em um processo de integração horizontal, ou seja: hoteleiros, companhias aéreas, restaurantes, receptivos e espaços de eventos da cidade, buscando oferecer condições econômicas adequadas e níveis de serviço elevados”.p

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banco dedados Números do CICB

ll R$ 200 milhões de investimento ll 100 mil metros quadrados de área total ll 2.300 mil metros quadrados de cozinha industrial ll 120 salas ll Capacidade para 200 mil pessoas ll 3 pisos de estacionamento com 1600 Vagas ll 6 geradores Espaço para eventos em formato de ginásio

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Cruzeiros marítimos

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> Luiza Gil

Estreante A MSC Cruzeiros trouxe pela primeira vez ao Brasil o MSC Splendida. O navio substituirá o MSC Precioza, realizando roteiros de sete noites para o Nordeste e para Uruguai e Argentina. “A troca se dá por motivos de calendário. O Preziosa já estava no Mediterrâneo, enquanto o Splendida terminou a rota europeia e ficou disponível para vir ao País”, explica o diretor comercial e de Marketing da armadora, Adrian Ursilli. Com área equivalente a três campos de futebol, 137.936 toneladas, 18 deques, capacidade para 4.463 hospedes e 1.370 tripulantes, o transatlântico é o mais luxuoso dos quatro que ficarão em águas nacionais para a temporada 2015/2016, que se estende até abril.

INAUGURAÇÃO

O início das operações em solo brasileiro ocorreu entre 5 e 6 de dezembro, em um evento no porto do Rio de Janeiro, com desembarque em Santos (SP), base de grande parte das saídas da embarcação. A cerimônia foi marcada pela presença de Xuxa Meneghel, dirigentes da companhia, tripulação, o capitão do cruzeiro e agentes de viagens. É a quinta vez que a companhia marítima estabelece parceria com

Área da piscina coberta

Xuxa Meneghel, madrinha do navio, no evento de inauguração

a apresentadora, que também foi madrinha do Musica, Orchestra, Fantasia e Preziosa. O diretor geral da MSC na América do Sul, Roberto Fusaro, ressaltou a relevância do mercado brasileiro para a companhia durante a cerimônia. “Com o MSC Splendida mostramos a importância do Brasil para nós. Agora todos os nossos 12 navios já realizaram rotas em águas brasileiras e queremos for-

talecer essa parceria. É um mercado muito relevante, tanto que metade nos navios que circulam pelo País tem a nossa bandeira”.

CRISE

Porém, a novidade não significa que o cenário econômico brasileiro não interferiu nos planos da empresa. A MSC confirmou que irá reduzir a oferta de cruzeiros de quatro para dois na temporada 2017/2018, e o

diretor comercial e de Marketing da companhia aproveitou a inauguração do Splendida para se posicionar sobre a decisão. “Primeiro, a MSC tem um compromisso muito forte com o Brasil, na parte de cruzeiro e cargas e, segundo, esses roteiros são feitos com dois anos de antecedência. Quando programamos quatro navios, o mercado brasileiro estava em alta. Mas o recado é que nós não vamos deixar de investir aqui, só temos que esperar o ambiente ser mais propício para o negócio se sustentar novamente”, explica o diretor. Além disso, com a crise econômica, Ursilli afirma que não só o Turismo, mas todos os segmentos tiveram que se desdobrar para conseguir o mesmo resultado. “Nós estamos realizando promoções agressivas, como o congelamento do câmbio e o parcelamento a bordo. Estamos dando 25% de desconto. Praticamente diminuímos o preço na mesma proporção que aumentamos a oferta.” De acordo com Ursilli, a estratégia começou em julho. “Com dólar a R$ 4, se aumentássemos o preço e a oferta, iria sair navio vazio e os brasileiros começariam a procurar produtos substitutos. A gente sabe que a nossa capacidade turística interna tem um limite, por isso as viagens internacionais continuaram, com opções mais baratas. Nos cruzeiros, quem fazia 15 dias está fazendo dez, por exemplo.”


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OPORTUNIDADES NO EXTERIOR

A MSC opera atualmente com cinco navios na América do Sul, sendo quatro no Brasil e um na Argentina, mas a próxima temporada não será assim. O MSC Lírica deixará o Rio de Janeiro em março para atuar em águas chinesas, em um contrato de três anos. Já o Armonia tem como destino Cuba. De acordo com Ursilli, o Brasil também perde mercado da MSC para os Emirados Árabes, pelo incentivo fiscal e outras vantagens. Em 2017, o território sul-americano contará com apenas três navios, dois para a costa brasileira (Preziosa e Musica) e um para a Argentina (Orchestra). “O País está perdendo metade da frota. Mas, para não deixar o mercado carioca e do Sudeste órfãos, o Preziosa terá parada no porto da Cidade Maravilhosa”. A MSC possui frota de 12 navios, mas já encomendou outros sete, sendo quatro para a classe Vista e três classe Seaside. “Aumentamos a oferta com o projeto Renascimento, ampliando o Lirica, Armonia, Opera e Sinfonia, mas não teremos mais navios até 2017. Olhando o cenário mundial, com oportunidades, e local, com economia complicada e alta carga tributária e burocrática, estamos realocando cruzeiros daqui para novos roteiros”, enfatiza o diretor comercial e de Marketing da companhia marítima. p

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INFR A E ST R U T UR A

O teatro do Splendida, com capacidade para 1,6 mil pessoas

O navio é irmão gêmeo do Preziosa, com mudanças na decoração, voltada para o design europeu. Além dos diversos bares, restaurantes e áreas de convivência com música ao vivo distribuídas pelos quinto, sexto e

Um dos restaurantes do MSC Splendida

sétimo andares, a área externa traz cinco piscinas, sendo uma exclusiva para cliente do Yatch Club, a primeira classe localizada na proa. O Splendida também conta com o Aurea Spa, presente em todos as embarcações da

empresa, quadra para prática de esportes, áreas destinadas ao entretenimento infanto-juvenil, com salão de jogos e festas exclusivas para adolescentes, e teatro com capacidade para 1,6 mil espectadores. p


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Pa rques temát i co s

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> Karina Cedeño — Aquiraz (CE)

30 anos de diversão No aniversário de 30 anos do Beach Park, a máxima “a diversão vem depois do trabalho” nunca fez tanto sentido: os 950 mil visitantes que anualmente curtem as atrações do parque são resultado de todo o trabalho e

A nova atração esbanja 25 metros de altura e muitas cores no percurso

investimentos feitos em novas atrações. “A cada dois anos, em média, procuramos criar um novo brinquedo e, graças a esta estratégia, vimos o número de visitantes saltar dos 300 mil para quase um milhão nos últimos anos”, afirma o diretor geral do parque, Murilo Pascoal. Uma das novas atrações, inclusive, é o Vaikuntudo, que foi lançado no início deste mês e já é considerado o maior do mundo na categoria tornado. Não é para menos: a novidade tem 25 metros de altura e um funil de 18,5 metros de largura, que “escoa” os usuários em um tubo de 240 metros de comprimento a uma velocidade de 43 quilômetros por hora. O investimento na nova atração foi de R$ 15 milhões, e agora se junta às outras 18 já existentes no parque, que têm nomes tão interessantes quanto o Vaikuntudo. “Muitas atrações, como o Ramubrinká e o Arrepius, por exemplo, foram denominadas por um de nossos sócios, o João Gentil, que adora criar estes nomes. Mas o nome do Vaikuntudo foi sugerido por uma agência de branding”, explica Pascoal. Podendo ser utilizado por até quatro pessoas de uma vez, o brinquedo mal nasceu e já promete incrementar as vendas do parque no próximo ano. “Esperamos aumentar em 10% o nosso faturamento após o lançamento do Vaikuntudo, e posso adiantar que já estamos estudando a próxima atração a ser lançada” afirma Pascoal. Se depender do vice-presidente da Proslide (empresa canadense responsável pela fabricação do Vaikuntudo), Nik Paas, este objetivo será alcançado muito em breve, já que ele tem feito ao diretor geral do Beach Park novas propostas de brinquedos. “O design do Vaikuntudo começou a ser desenhado em agosto do ano passado, e todo este processo de construção das atrações é feito com base em padrões globais de

O diretor geral do Beach Park, Murilo Pascoal


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qualidade”, afirma Paas. Embora o novo brinquedo radical tenha roubado a cena cearense durante sua estreia, não foi o único lançamento do Beach Park nesta data.

Vila noturna Atendendo a pedidos de visitantes que sentiram a necessidade de opções de entretenimento no complexo durante a noite, o Beach Park também lançou a Vila Azul do Mar, espaço com 9,2 mil metros quadrados, sendo 1,8 mil deles de área construída, oferecendo ao público um restaurante, uma sorveteria da Diletto e diversas opções de lojas, sendo uma delas com design assinado por Marcelo Rosenbaum. Ainda que seja um espaço destinado à vida noturna, não significa que ele envolva badalação. “É um espaço destinado às famílias, público-alvo do parque, e foi criado para proporcionar maior conforto e qualidade aos visitantes e pessoas que estão no entorno", explicou Pascoal. A vila funciona até as 22h durante a semana e até a 0h, aos finais de semana. Mas, independentemente das novas atrações, a ocupação do resort já está garantida na alta temporada: dezembro fechou com 90% de ocupação, o que representa um aumento de 7%, em relação ao mesmo período do ano passado, e a previsão é de que esta porcentagem se mantenha no início do próximo ano. A diretora de Marketing do Beach Park, Clarisse Linhares, afirma que a alta do dólar contribuiu significativamente para o aumento dos visitantes. “Sentimos que muitos dos brasileiros que iriam para o Exterior preferiram passar as férias aqui. A tão falada crise também não nos assustou. Resolvemos, desde o início, não acreditar nela, e o que temos feito desde o ano passado é nos preparar com estratégias para passar

por este momento instável”, conta Clarisse. Uma dessas estratégias está relacionada à divulgação do parque junto aos agentes de viagens. "Promoveremos, no próximo ano, diversos famturs com o intuito de apresentar a nova atração aos agentes de viagens, já que esta é a melhor forma de eles conhecerem a fundo o produto", finaliza Pascoal.p

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Artistas fizeram a festa nos 30 anos do parque


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Cruzeiros marítimos

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> Roberta Queiroz

Despedida

Rhapsody foi lançado em 1997 e modernizado em 2012

A temporada de cruzeiros marítimos no Brasil iniciou em novembro. Os rumores, por outro lado, começaram com o cais ainda vazio. A realidade econômica e política do País não poupou o setor e algumas companhias já se posicionaram sobre o próximo período de cruzeiros, que acontece entre 2016/2017. Enquanto algumas companhias resolveram diminuir a frota ou abreviar a temporada, outras estudam deixar a costa brasileira. A Royal Caribbean colocou um ponto final nas análises de mercado e foi a primeira a afirmar que não navegará no Brasil na próxima temporada. “Foi uma decisão estratégica da empresa, em função de questões aeroportuárias, de infraestrutura e de custo operacional”, explicou a gerente de Marketing da armado-

ra no Brasil, Fernanda Dominicis, sem criticar leis trabalhistas que, segundo ela, foram flexibilizadas ao longo deste ano. “É importante lembrar que essa escolha não está restrita à Royal, ela faz parte de um movimento geral, afinal, desde 2011, o setor está desacelerado”, completou. Como esperado, Fernanda relacionou a sentença da companhia ao momento vivido pelo Brasil. “Se a economia está aquecida e alguma dessas questões pesa, nós conseguimos balancear. Mas quando elas pesam em um cenário de economia fraca, tudo complica”, ilustrou. Para suprir o capital investido por aqui, mercados asiático, europeu e, principalmente, caribenho serão explorados pela Royal na temporada seguinte. “Basta comparar números e perceber que não está va-

Gerente de Marketing da Royal Caribbean no Brasil, Fernanda Dominicis

lendo a pena investir aqui. Não pela companhia, mas pela realidade do Brasil”, argumentou a gerente. O fim da operação não significa o adeus da representação. O escritório da empresa no Brasil perma-

nece e ainda figura entre o quarto maior da marca no mundo. Esse é um dos motivos que levam a gerente a crer em uma mudança de planos. “Sou uma otimista e, como tal, acredito que o momento pode ser


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Piscina externa é uma das atrações do navio

revertido. Já vivemos uma situação parecida com o Splendour of the Seas há alguns anos e, pouco depois, as embarcações estavam aqui”, opinou. “Só precisamos ajustar alguns pontos e contar com a colaboração das instituições locais. Até 2020 a Royal entregará mais seis navios e eles precisam navegar por vários destinos”.

Saguão central do Rhapsody está pronto para as celebrações de Natal

ATÉ LOGO

Dos nove transatlânticos que atracaram por aqui, o Rhapsody of the Seas foi o navio escolhido pela Royal Caribbean para substituir o Splendour of the Seas, que deixou o País após nove anos. Ambas as embarcações pertencem à divisão Vision, portanto, repetem uma fórmula parecida. O Rhapsody passou por uma revitalização em 2012 e atualmente acomoda 1,9 mil passageiros em ocupação dupla, 2,4 mil em ocupação total e 765 tripulantes.Aqueles que optarem pelos cruzeiros do Rhapsody encontrarão cerca de mil cabines à disposição, distribuídas entre quatro categorias principais: Suite Deluxe, Vista Para o Mar, Cabine com Varanda e Cabine Interna. Após decidir a classe, basta escolher o tipo de acomodação. A maior delas faz parte da categoria Suite Deluxe e pode chegar a 109 metros quadrados.

Tradicional Casino Royale

DIVERSÃO E GASTRONOMIA

“Esta é a primeira vez que o Rhapsody vem até o Brasil. Sua infraestrutura é oferecida a partir de 11 deques que, em conjunto, oferecem nove elevadores, spa Vitality, piscina externa, solarium, academia, espaços para crianças, centro de conferência e biblioteca”, elencou Fernanda. A diversão a bordo fica por conta de experiências já consagradas pela armadora. Casino Royale, parede de escalada, campo de golfe, pista de cooper, fliperama, tela de cinema, teatro, lojas e boates podem ser desfrutados durante a viagem. Comer e beber no Rhapsody também não deixa a desejar. Na lista de restaurantes all inclusive estão Edelweiss, Park Café e o bufê Windjammer. Já o setor de especialidades inclui nomes como Izumi (asiático), Chops Grille (grelhados) e Chef´s Table (degustação). No entanto, a exclusividade da oferta gastronômica atende pelo nome de Giovanni´s Table. Esta é a primeira vez que a casa italiana, famosa na Europa, navega por águas brasileiras.

Até então, a Giovanni's Table só podia ser encontrada no Oasis of the Seas e no Allure of the Seas

DESTINOS E VENDAS

A primeira saída do Rhapsody aconteceu no dia 5 deste mês, no porto de Santos (SP). Há cruzeiros nacionais de três, sete e oito dias, incluindo réveillon em Copacabana (RJ), e outros de até 14 dias entre Brasil, Chile e Uruguai. Paradas por cidades como Valparaíso, Estreito de Magalhães, Punta Arenas, Ushuaia, Puerto Madryn, Buenos Aires, Montevidéu e Punta del Este já estão confirmadas. “Alcançamos 100% de ocupação em dezembro. Já em janeiro e fevereiro temos poucas cabines disponíveis”, revelou Fernanda Dominicis. Para alcançar resultados sólidos, o escritório da Royal Caribbean no Brasil antecipou as vendas e investiu em diversas ações de marketing pelo território. De acordo com a gerente, essa será uma das receitas para a temporada que bate à porta. 

Suíte Deluxe tem dimensão de 22 a 109 metros quadrados


Esquiando

A aZ

de

Neve em família por LUIZA GIL

Não é uma tarefa difícil apresentar argumentos para convencer os viajantes a trocar o clássico sol e praia pelas paisagens de neve. Ao se falar sobre Estados Unidos, outras vantagens surgem automaticamente, já que não há o que se preocupar com infraestrutura e qualidade de serviço. Visuais estonteantes completam o pacote que dificilmente vai desagradar o consumidor, seja ele um novato ou praticamente um expert em destinos gelados. O desafio do profissional é encontrar o produto certo para cada perfil. Neste especial, conheça as principais atrações da montanha Snowmass, em Aspen, no Colorado. Com pistas para absolutamente todos os níveis de esportista, o destino é um dos queridinhos do recém-descoberto mercado brasileiro.

Esta edição do Esquiando de A a Z é a segunda de uma série mensal. Sugestões e colaborações: redacao@panrotas.com.br.


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Para passar bons momentos em família, às sextas-feiras ocorrem as Urll Nights A Snowmass é considerada uma das melhores montanhas de esqui para se visitar em família

Snowmass Aspen, no Estado do Colorado, é um dos destinos de inverno dos Estados Unidos mais populares. Os atrativos são os hotéis premium, a alta gastronomia, as lojas famosas, os passeios inusitados e as pistas para todas as idades. O destino apresenta quatro montanhas: Aspen Mountain, Buttermilk, Hihlands e Snowmass. Esta última, além se ser a maior de todas, é a que chama mais atenção dos brasileiros, principalmente por ser considerada uma das melhores áreas de esqui para famílias. A temporada em Snowmass teve início em 26 de novembro e se encerra em 17 de abril de 2016. Na chamada Elk Mountains há atividades que incluem snow tubing, programas infantis, restaurantes de todos os tipos, compras e esqui e snowboard de alto nível. A Snowmass possui 94 pistas para todos os níveis de habilidade – 6% delas são destinadas a iniciantes, 47% para os que possuem nível intermediário, 17% avançado e 30% aos

chamados profissionais. A mais indicada para dar as primeiras deslizadas é em Lowdown Park; para quem já tem alguma experiência, a aposta pode ser Makaha Park e, para pessoas que já esquiam a algum tempo, em Snowmass Park a adrenalina é garantida. E os clientes não precisam se preocupar com o transporte: são 21 teleféricos que deslocam até 33.058 passageiros por hora. Porém, um dos maiores potenciais da montanha são as atividades para os jovens. O primeiro incentivo é que a montanha abaixou os preços: aluguel de equipamentos de esqui e snowboard para crianças entre sete e 12 anos na pista Four Mountain Sports dá direito a um tíquete gratuito de teleférico por dia e sem limite de uso, além de garantir o desconto de 30% em aulas em grupo na famosa Escola de Ski e Snowboard na compra do pacote de sete ou mais dias. Vale ressaltar que menores de seis anos continuam esquiando de graça.

Uma das principais atrações é o tubing, um tobogã na neve

Mostrando mais uma vez a importância das famílias, Elk Camp promete, às sextas-feiras até 1 de abril, transformar-se em um paraíso de inverno noturno, com tubing hill (tobogã na neve), snowbiking, patinação e uma festa exclusiva com pratos deliciosos, fogueira e biscoitos recheados com marshmallow e chocolate, além, claro, de música ao vivo. O final do ano também conta com programação especial: entre 21 e 24 de dezembro, as crianças poderão fazer seus pedidos na vila mágica do Papai Noel. No último dia do ano, haverá uma parada de tochas e queima de fogos para celebrar a chegada de 2016. Visitantes a partir de oito anos e adultos serão convidados a participar da tradicional descida com tochas na montanha. > Continua


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HOSPEDAGEM

Os tipos de acomodações nas montanhas de Aspen são bastante exclusivos e prezam pelo conforto. No caso da Snowmass, é fácil destacar alguns, como o Hyatt Grand Aspen, localizado a poucos passos das pistas. Os chalés de até três quartos possuem cozinha equipada com aparelhos premium, lareiras, varandas, TV em todos os cômodos e internet. E ainda há privilégios, como concierge, café da manhã continental, piscina, fitness center, facilidade para os equipamentos de esqui e serviço diário de limpeza. Já o The Crestwood conta com apartamentos de diversos tamanhos, ideal tanto para casais quanto para grandes famílias. O hotel oferece ski-in/ski-out de acessibilidade, varandas privadas com churrasqueiras, lavanderia como cortesia, piscina exterior aquecida, academia com sauna, além de traslado até o aeroporto. A sete quilômetros do centro de Aspen fica o Viceroy Snowmass, ideal para os viajantes que buscam um resort de luxo. Na porta do estabelecimento já é possível praticar esqui, snowboard, patinação no gelo e passeios de trenó. Além disso, a piscina no terraço, o café da manhã com vista para as montanhas e o Ute spa com certeza irão garantir uma experiência de alto nível. Com estilo retrô, mas sem perder a elegância, o Wildwood Snowmass tem 145 acomodações e seis suítes, que se destacam pela arquitetura com fotos e pinturas. Os hóspedes podem se entreter com a piscina, hidromassagem, sala de lareira, galeria de jogos, restaurante e bar com grande carta de cervejas. Por fim, a última sugestão é o Destination Resorts Snowmass, que oferece tanto apartamentos de condomínios quanto quartos de hotel, dispostos em quatro vilas: Top of the Village, Interlude, Shadowbrook e Base Village Capital Peak. Escolhendo as vilas, vale ressaltar a comodidade em ter acesso instantâneo às melhores lojas e gastronomia. Já os estúdios incluem cozinha completa (utensílios e bancada), lareira a gás e varanda privada.

Restaurantes

Além dessas opções, a gastronomia também é um ponto forte em Snowmass. Com sete restaurantes, há muita variedade para agradar todos os paladares. No Ullrhof, os clientes encontrarão a típica comida norte-americana. Estamos falando de um dos melhores hambúrgueres com batata frita da região. Reserve tempo para visitar também o Up 4 Pizza, que já deixa claro qual a sua especialidade. Com cardápio mais gourmet, o Gwyn’s High Alpine, eleito um dos melhores estabelecimentos das montanhas por diversas publicações do país, é uma ótima aposta. Já o Elk Camp traz diversidade de espaços, incluindo rotisserie, panini, saladas, padaria artesanal e pizzas. E, para uma experiência inusitada, o Lynn Britt Cabin oferece transporte de trator de neve até o local, onde os clientes podem desfrutar de música e bons pratos. Outro local recomendado é o Sam’s Smokehouse, para saborear um bom churrasco com as melhores vistas das montanhas. Para quem não estiver disposto a apreciar

Uma das opções de hospedagem é o luxuoso Hyatt Grand Aspen, em Snowmass

um prato de comida, a opção é o Two Creeks Cafe, que traz diversos drinques com a bebida, além de todas as delícias de padaria.


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Banco de Dados Temporada: 26 de novembro de 2015 a 10 de abril de 2016 Área: 1.267 hectares Altura: 2.473 metros de base e 1.343 metros de desnível Pistas: são 91, sendo a mais íngreme a Gowdy’s e AMF (ângulo 40º) Maior percurso: 8,5 quilômetros Temperatura no inverno: -6° / 4° Gastronomia: sete restaurantes (Elk Camp, Gwyn’s High Alpine, Lynn Britt Cabin, Sam’s Smokehouse, Two Creeks Café, Ullrhof e Up 4 Pizza). A montanha disponibiliza 21 teleféricos com capacidade de 33.058 passageiros por hora

NOVIDADES

Os visitantes poderão ter ainda mais desafios nas descidas com a troca e o realinhamento do teleférico High Alpine, no verão desse ano, com a instalação de equipamentos de produção de neve em duas pistas e projetos adicionais de trilhas e áreas de esqui nas árvores. Por fim, um pouco de cultura nas alturas. O artista Shinique Smith vai expor uma peça exclusiva, combinando moda, dança, caligrafia, entre outros elementos japoneses no restaurante Elk Camp.

Sobre a united Os brasileiros que pretendem esquiar nesta temporada 2015/2016 têm muitos motivos para escolher a United Airlines como companhia aérea. A aérea oferece as melhores conexões para os principais destinos de esqui nos Estados Unidos: Aspen, Denver, Jackson Hole, Vail, Eagle, Salt Lake City entre outros, e como parte da estratégia em oferecer sempre mais aos seus clientes, a partir de dezembro, a United aumentará frequências de voos para esses destinos. Partindo do Brasil, a companhia possui voos diários, sem escalas, de São Paulo para Chicago, Washington, Nova York/Newark e Houston, e do Rio de Janeiro para Houston. Além da quantidade de voos, a frota operada no País é uma das mais modernas do mundo, incluindo os Boeing 787 Dreamliner, nas rotas de São Paulo e Rio de Janeiro com destino a Houston. “A United é a melhor escolha quando se pensa em destinos com esportes de neve, pois a companhia conta com um excelente diferencial: um hub em Denver, Colorado, um aeroporto de grande porte que além da proximidade aos melhores resorts e montanhas para esquiar, proporciona aos passageiros mais conforto no desembarque, pois tem esteiras especiais para equipamentos de esqui e snowboard”, comenta a diretora de Vendas da United Airlines no Brasil, Lucimar Reis. Escolher a United traz inúmeros benefícios aos passageiros, incluindo a recente parceria com a Jackson Hole Mountain Sports School, na qual todo brasileiro voando United ganha uma aula gratuita de esqui, uma economia de US$ 135 em sua viagem. Os investimentos em conforto para os passageiros também não param. A empresa está em processo de finalização da instalação de wi-fi a bordo de toda sua frota, e também anunciou recentemente um investimento de US$ 100 milhões na renovação do United Club, a sala vip da empresa.

A United Airlines e a United Express operam em média cinco mil voos diários para mais de 360 aeroportos em todo o mundo e, anualmente transportam aproximadamente 140 milhões de clientes. A United se orgulha de possuir a mais ampla rede de rotas do mundo, incluindo centros de conexão nas principais cidades americanas, como Chicago, Denver, Houston, Los Angeles, New York/Newark, São Francisco e Washington D.C, além de Guam no Pacífico Sul e Tóquio/Narita no Japão. São cerca de 700 aeronaves em operação, e este ano a companhia antecipa a entrega de 34 novas aeronaves Boeing, incluindo o 787-9 e o 737-900ER, e também receberá 49 novas aeronaves Embraer 175 para a United Express. A companhia aérea é membro fundador da Star Alliance, que oferece voos em 192 países, através de 28 companhias aéreas membro. Mais de 84 mil funcionários da United residem em todas as regiões dos Estados Unidos e em países de todo o mundo. Para saber mais sobre os destinos operados, promoções e outras informações, entre em contato com o departamento comercial, nos telefones (11) 3145-4200 ou (21) 25311850.


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Destinos

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> Rodrigo Vieira – Barbados

Mais perto do paraíso Decolou de Bogotá, em 2 de dezembro, o voo que é a grande aposta do ano da Avianca Holdings no Brasil: da capital colombiana com destino a Barbados. Serão duas frequências semanais (às quartas e aos sábados), com conexão de pouco mais de uma hora no hub da aérea colombiana. A companhia espera que os brasileiros ocupem pelo menos 40 dos 100 assentos do A318 que opera a rota. Ao desembarcar na ilha caribenha, o Jornal PANROTAS perguntou a um funcionário do aeroporto quantos habitantes Barbados tem. Ele respondeu que são pouco mais de 200 mil. Entretanto, quando questionado sobre o número de turistas que desembarca anualmente na ilha, o barbadiano abriu um sorriso e afirmou “muito, mas muito mais do que isso”. Ele tem razão. O turismo é o principal combustível da economia de Barbados, sem nem dar chances para as outras atividades financeiras que o seguem. Em 2014, foram mais de 503 mil visitantes internacionais em Barbados, a grande maioria composta por britânicos, seguidos por outros países da Europa, norte-americanos e canadenses. Eis que, na primeira semana do mês, oito operadores brasileiros de diferentes perfis (surfe, mergulho, público jovem e família) foram checar in loco por que não para de desembarcar em Barbados voos da Europa, Estados Unidos e Canadá. A impressão inicial, em inspeção aos hotéis, foi de que a infraestrutura deve agradar os passageiros e aumentar o número de visitantes daqui, cuja fatia total de desembarques em Barbados é de menos de 1%.

Grupo visita a caverna Harrison's Cave

Em inspeção ao The Crane, Marcelo Pereira (Flot), Karen Oliver (Hotel The Crane), Flavio Lara (Azul Profundo), Tassia Resende (CVC), Ludmila Aurelie (Zarpo), Claudia Shishido (Avianca), Mariana Abrantes (GVA-Barbados), José Eduardo Sanches (TGK), Kelly Leão (New Age), Fabian Saraiva (Une World) e Heider Dutra (Soul Traveler)

OPINIÕES

“Barbados é ideal para um passageiro acima dos 50 anos, com bom poder aquisitivo, que busca tranquilidade e bom serviço. Isso o destino e seus hotéis certamente podem oferecer”, aponta o representante da Flot, Marcelo Pereira. “Uma opção que me parece muito boa para explorar a nova rota da Avianca é conjugar Barbados com Bogotá para um passageiro corporativo que viaje a negócios na capital colombiana, como fazemos com a Copa para executivos em viagem ao Panamá. Dá muito certo.” A maioria dos operadores elegeu os hotéis The House e The Crane como os favoritos na disputa pelo gosto do passageiro brasileiro. “Ambos são hotéis butique, têm café da manhã e são os melhores para receber criança”, explica a operadora da New Age, Kelly

Leão. “São hotéis bem charmosos e ideais para atingir o padrão que o passageiro da New Age procura no Caribe: sete noites com café da manhã. Apesar de apresentar opções no all inclusive, eu não recomendaria aos meus passageiros esse modelo em Barbados, pois se trata de um destino para explorar. Cada canto da ilha é diferente e muito bonito, não creio que seja apenas para ficar em resorts.” Realmente, para um país tão pequeno (432 quilômetros quadrados), Barbados tem um produto turístico de fazer inveja a outros destinos, inclusive a grande parte dos concorrentes caribenhos. Snorkel, mergulho, surfe, kitesurfe, golfe, exploração de caverna, ecoturismo, catamarã e outras atividades podem agradar passageiros com diferentes perfis. O diretor da operadora especializada em mergulho Azul Profundo, Flávio Lara, está otimista com o que o voo da Avianca pode acrescentar. “Essa nova oferta permite que a gente flexibilize os pacotes. O roteiro ideal da Azul Profundo contará com cinco saídas e dez mergulhos. Cada ponto de mergulho é em um lugar diferente e Barbados tem uma boa diversidade para os mergulhadores, inclusive navios naufragados”, afirma. Especializada em surfe, a TGK, do diretor José Eduardo Sanches, também pode ver boas vendas para Barbados. “O voo da Avianca deve aumentar em pelo menos 80% as vendas para Barbados, principalmente pela opção de voo de meio de semana. Muitos surfistas preferem ficar não sete, mas

dez dias, e a companhia dá essa possibilidade”, afirma. “Na TGK, Barbados vem para concorrer diretamente com destinos do Caribe, pois o país tem boas opções para o surfe, enquanto outros, como Aruba e Curaçao, não são bons para a prática do esporte.” Representando a carioca Soul Traveler, Heider Dutra afirma que ficou surpreso com o que encontrou em Barbados, e pretende transmitir esse fator a seus clientes. “Achava que Barbados configurava o mesmo público que procura Costa Rica, algo exclusivamente voltado ao turismo de aventura, mas, depois do fam, eu vejo que tem, sim, a oferta de aventura, mas é ideal mesmo para quem quer relaxar, descansar, sair um pouco da vida corrida”, compara. “Aventura e esporte existem aqui, mas é bem restrito e notei isso ao ver o tipo de turista que frequenta a ilha. O foco da Soul Traveler é oferecer o diferencial, o novo, conhecer o inusitado, portanto o passageiro perfeito para Barbados é um viajante já experiente, que conhece Cancun, Punta Cana, San Andrés e procura algo distinto. Nada de resorts gigantescos com um mundo de gente. Vamos vender Barbados para quem procura o silêncio.” O diretor comercial da Une World, a única operadora gaúcha do famtour, Fabian Saraiva, segue uma linha similar. “Os passageiros das classes A e B serão os mais propensos a ir a Barbados, pois é um país cujo idioma é o inglês, o que pode complicar um pouco diante de outros destinos caribenhos.


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Esse passageiro pode até ser jovem, mas é um jovem mais viajado, que pretende explorar o desconhecido”, aponta, satisfeito com as novas possibilidades que a Avianca traz. “Sempre que uma aérea cria uma rota, ela faz um favor para o mercado pelo seu investimento em marketing. A Avianca tem uma atuação boa no mercado gaúcho, com escritórios locais. Isso vai ajudar o destino a crescer.” Para a CVC, a aposta em Barbados é grande, como garantiu a representante da operadora, Tássia Resende. “Chegamos agora a um ponto crucial. Aumentamos o investimento em marketing em Barbados, pois sabemos da oportunidade que a Avianca traz. Apenas com a Gol, o pacote ficava limitado, mas agora poderemos diversificar o produto em quatro, sete ou dez dias. O desenvolvimento do produto ficará ainda melhor. Temos receptivo em Barbados, além do nosso completão, com todas as dicas sobre o destino”, comemora Tássia. “O público da CVC é muito variado, então creio que atingiremos tanto casais em lua-de-mel quanto famílias, esportistas e jovens.”

APOSTA DO ANO

A Avianca Internacional encara o voo para Barbados como sua grande aposta do ano para o Brasil. Apesar de ter a concorrência da Gol, que conta com um voo direto de Guarulhos a Barbados aos sábados, o novo voo da Avianca é visto com muito otimismo pela possibilidade de montar viagens curtas, o que tem tudo a ver com o destino caribenho, segundo a gerente regional de Vendas Internacionais da companhia, Claudia Shishido. “Escolhemos as quartas e os sábados estrategicamente para a montagem de roteiros curtos. Seremos a escolha dos passageiros em busca de viagens em feriados prolongados, casamentos, lua-de-mel eventos, festas... Por isso Barbados é a grande aposta do ano da Avianca internacional no Brasil”, explica Claudia.

vIBRANTE

Como não poderia ser diferente, a expectativa também é alta pelos lados da GVA, representante de Barbados no Brasil. “Em 2010, o escritório de turismo de Barbados começou a investir

no Brasil. Nessa época, o destino recebia cerca de 500 brasileiros por ano. Hoje, esse cenário mudou muito e Barbados é visto e reconhecido como um dos destinos mais visados e sofisticados do Caribe, recebendo mais de 5,5 mil passageiros brasileiros por ano, representando aproximadamente 45 mil pernoites”, afirma a assessora de Relacionamento com o Trade e responsável por Barbados na GVA, Mariana Abrantes. “Os novos voos da Avianca, com duas saídas semanais, vão contribuir para o aumento das viagens focadas em romance, negócios e incentivo, uma boa oportunidade para aumentar vendas nestes segmentos. Além disso, com o voo no meio da semana, os turistas vão poder aproveitar feriados prolongados na ilha.”p

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No lado Atlântico da ilha, Ludmila Aurelie (Zarpo), Flávio Lara (Azul Profundo), Fabian Saraiva (Une World), Mariana Abrantes (GVA-Barbados), o motorista barbadiano do grupo, Kelly Leão (New Age), Marcelo Pereira (Flot), Heider Dutra (Soul Traveler) e Claudia Shishido (Avianca)


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Cruzeiros marítimos

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> Danilo Alves

Passos para trás

Em entrevista ao Jornal PANROTAS, o presidente da Clia Abremar, Marco Ferraz, falou da crise que o Brasil enfrenta no segmento de cruzeiros, com armadoras deixando o País, e como sua associação vem trabalhando para reconquistar essas companhias e atrair novas empresas para a costa brasileira já na temporada 2017/2018.

JORNAL PANROTAS — Como você explica toda a redução de oferta prevista para 2016/2017? MARCO FERRAZ — A resposta tem um pouco de cada coisa que estamos falando há algum tempo sobre custos, impostos, infraestrutura, regulamentação e um pouco da promoção do Brasil. Aliado a isso, também temos a situação econômica, social e política do País, que diminui a confiança da população. A diferença entre as receitas e as despesas de cada armadora no Brasil são enormes. Enquanto isso, outros mercados despontam no cenário de cruzeiros marítimos, como é o caso da China, que vem crescendo bastante, Cuba, que tem uma grande possibilidade de incremento, e Austrália. Tudo o que foi feito até agora, foi feito contra o setor. Aumentaram os impostos e as tarifas portuárias. Demos dois passos para trás. JP — Qual é a postura da Clia Abremar diante da crise e de toda essa redução? O que tem sido feito na esfera governamental para minimizar os impactos? FERRAZ — Em relação aos custos, temos conversado com os portos para a

redução nos valores de atracagem, embarque e desembarque. Estamos com um projeto para reduzir a importação e o fretamento de um navio. Seguimos conversando com as cidades para que elas melhorem suas infraestruturas. Recentemente, participei de uma audiência pública para pedir mudanças na lei de visto de trabalho de um tripulante, que, além de gerar custos, é bastante demorado. Nossa ideia é trabalhar junto com o governo para reverter o quanto antes essa redução e voltar a atrair navios. Os itinerários são estudados com dois anos de antecedência. Estamos mirando na temporada de 2017/2018 e 2018/2019. Apesar do cenário atual, estou otimista. A crise que todo mundo imaginava, realmente aconteceu. Algumas cidades vão sentir no bolso a redução dos navios. A gente precisa agir rápido. Temos de bater na mesa e fazer do Brasil um destino importante para o segmento. A movimentação econômica total do setor no Brasil (impactos diretos e indiretos das armadoras e dos cruzeiristas e tripulantes) foi de R$ 2,142 bilhões durante a temporada 2014/2015. Para a próxima temporada, com as saídas já anunciadas pelas armadoras, teremos no mínimo 40% a menos, ou seja, o País está perdendo quase R$ 1 bilhão. JP — Com a alta do dólar, ainda é possível e vantajoso fazer um cruzeiro no Brasil? FERRAZ — É o melhor custo-benefício que o mercado oferece ao cliente. Não somos apenas transporte, hospedagem ou entretenimento, somos um pouco de tudo e com vários destinos em uma única viagem. Apesar dos problemas que temos, os portos de São Paulo e do Rio de Janeiro são de fácil acesso. Os navios que atracam no Brasil contam com uma gama imensa de serviços e facilidades para os hóspedes. Mesmo com o câmbio alto, as vendas estão acontecendo. O dólar impacta muito nos custos da armadora, pois o fretamento do navio, os salários dos tripulantes e o combustível são cotados em moeda norte-americana. JP — Qual é a sua previsão para a temporada de 2016/2017? FERRAZ — Apesar da redução grande que vamos ter, espero que todas as pessoas do setor público e privado, que trabalham com e para o Turismo do Brasil, consigam reverter esse cenário já para 2017/2018. Muitas embarcações estão sendo construídas, queremos elas navegando aqui. Vamos participar do Sea Trade no ano que vem com um único objetivo: vender a imagem do Brasil para todos armadores. p


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Política

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> Danilo Alves

Renovação com visão Edmar Bulll é o novo presidente da Abav Nacional. Sua eleição por aclamação, já que não houve chapa concorrente, e posse, realizadas no último sábado (12), em São Paulo, reuniram alguns dos principais nomes da indústria turística que, assim como boa parte do trade, acreditam em uma renovação da entidade. E é a visão e a experiência de Bull empresarial e politicamente que enchem de otimismo uma categoria acostumada a perdas e enfraquecimento nos últimos anos. Curiosamente, Edmar Bull vem de um dos setores que mais bem souberam enfrentar as mudanças: o de viagens corporativas. Mas seu perfil vai além disso e passa por bom trânsito em todas as esferas da indústria, a qualidade de saber ouvir e agir rapidamente e a consciência de que são muitos os segmentos que interagem no Turismo. Sua promessa de focar nas Abavs regionais, fortalecê-las e, a partir daí, fazer a entidade crescer, é apenas uma prova do que vem por aí. Ao abrir mão do cargo de presidente da Abracorp, Edmar Augusto Bull inicia uma nova fase no associativismo, enriquecendo uma carreira que teve início em 1973, como executivo de Vendas. No currículo, passagens por Transeuropa, Promotur e Expansão. Em 1982, deu o salto definitivo e tornou-se empresário com a compra de participação societária na agência Copastur Viagens e Turismo. Hoje é o diretor-presidente do grupo, que

inclui as empresas Corporate Travel, G8 Serviços Especiais de Viagens (que presta serviços, como emergenciais, para outras agências) e a representação da ATPI no Brasil. Líder natural, na visão de muitos amigos, Bull carrega ainda o título de cofundador do Favecc, com participação ativa na diretoria ao longo dos 15 anos de existência da entidade, e dirigente por 12 anos da Abav-SP. Na mesma Abav, foi eleito por aclamação presidente para o exercício de dois mandatos consecutivos, de 2008 a 2012. Em 2009, foi conselheiro do Projeto Harmonia, que resultou na criação da Abracorp no ano seguinte. De 2012 a 2015, exerceu o mandato de presidente do Conselho de Administração da Abracorp e vice-presidente da Abav Nacional. Seu mais novo desafio é comandar uma das principais associações do setor em um cenário totalmente adverso. Segundo o próprio dirigente, o fator predominante que o levou à candidatura da entidade foram as inovações pelas quais o mercado vem passando nos últimos anos. “Os agentes de viagens precisam de ajuda. Observamos muitas inovações surgindo diariamente e um dos meus principais objetivos é fazer com que as agências caminhem junto com essas inovações, sem ficarem para trás. Proponho muita mudança, tecnologia e informação”, afirmou. “Sou uma pessoa que gosta de inovação, seriedade, transparência e de dividir com os outros o trabalho e o meu sucesso”, diz

Edmar Bull atua na indústria desde 1973

o novo presidente da Abav Nacional. Uma grande oportunidade de a Abav voltar a crescer, pois estima-se uma perda de cerca de 300 associados nos últimos anos.

FAMÍLIA BULL

Bull e a esposa Celeste

“O Edmar é uma pessoa muito atenciosa em casa, sempre pronto para resolver qualquer situação, muito rápido no raciocínio. Se há um problema ele tem a solução em minutos, por isso costuma resolver os problemas da família inteira. É também uma pessoa fácil de conviver, sempre pronto para fazer qualquer programa”, resumiu Celeste Andrade, sua esposa. E olha que ele ainda tem tempo para despachar, cinco minutos, diariamente, com o zelador do prédio onde mora, já que é síndico. Edmar Mendoza Bull, o filho, tem uma visão ainda maior do pai, pois além da figura familiar, convive há dez anos com o “Edmar empresário”. “Ele é um exemplo. Eu o admiro por ter uma visão de futuro muito bem apurada, apostan-

do sempre em ideias novas, sem contar que ele é muito humilde no dia a dia de trabalho”, comentou. “Na cabeça dele não existe crise. É uma pessoa otimista e está sempre se reinventando quando aparece algum problema”, acrescentou a filha Sabrina. A reportagem do Jornal PANROTAS, não conseguiu até o fechamento desta edição contato com a outra filha de Edmar, Samantha.

VALORIZAÇÃO

Segundo o novo presidente da Abav Nacional, enfrentar ameaças e vencer desafios que pautam a luta em defesa dos legítimos direitos e interesses das agências de viagens, exige, desde já, a coesão de propósitos e capacidade de organização para agir coletivamente. Por esse motivo, sua chapa recebeu o nome de “Valorização”. “Os constantes avanços da tecnologia da informação tornam a qualificação profissional um dos principais pilares para a sustentação do


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desempenho empresarial das agências de viagens”, avalia. “Cabe ao sistema Abav como um todo estar coeso para atender os anseios dos agentes de viagens, que buscam e que merecem ter o seu valor devidamente reconhecido”, defende. Em entrevista ao JP, Bull afirmou que sua chapa foi formada pensando no fortalecimento da associação e, por isso, escolheu nome por nome para estar junto a ele nesse novo desafio. “São pessoas com alto grau de conhecimento do mercado e que vão trabalhar diariamente para a associação. Cada uma delas vai desempenhar papel importante na Abav e no setor em geral. Sabemos das necessidades dos agentes de viagens e vamos trabalhar para supri -las”, prometeu. Mas o que será valorizado na gestão Edmar Bull? A marca Abav, as Abavs Estaduais e os agentes de viagens. “Eu tenho 50 projetos para entregar em dois anos de presidência. Destes, 16 já estão prontos para serem implantados”, adiantou. Para resumir sua administração, Edmar encerrou a eleição com um sonoro “unidos somos muito mais fortes”. p

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Visão dos

C o l eg a s Antonio Azevedo — ex-presidente da Abav Nacional e diretor do Iccabav na gestão Edmar Bull “Não poderia estar mais tranquilo e confiante na transmissão da presidência da Abav Nacional para Edmar Bull, que muito tem agregado à entidade com sua larga vivência no setor, tanto com sua atuação no comando da Abav-SP quanto na vice-presidência administrativa. Desde que manifestou-se disponível à sucessão, antes mesmo de formalizar sua candidatura recebeu apoio do Sistema Federativo Abav, o que se comprovou com uma eleição tranquila e sem qualquer disputa. Empresário bem sucedido, Edmar conhece profundamente todos os segmentos do Turismo” Cássio Oliveira — diretor da Air Tkt “Um executivo brilhante e exemplar como líder, parceiro e cliente. Meu filho já foi chefiado por ele e já trabalhamos juntos em quatro lugares diferentes. O Edmar é um profissional completo. Ele é um aglutinador.” Eduardo Bernardes — vice-presidente de Vendas e Marketing da Gol Linhas Aéreas “Um profissional super atualizado e defensor das

boas práticas que beneficiam a indústria. Tem um olhar para o setor e não somente para a sua empresa. Sempre disposto a discutir políticas e processos que possam contribuir para uma maior padronização da indústria e maior transparência nos relacionamentos” Goiaci Alves Guimarães — presidente do Conselho de Administração da Rextur Advance “Falar sobre o Edmar é muito fácil. Conheço ele há muitos anos, é um grande empresário e com uma importância muito grande no nosso setor. Tudo o que ele fez foi com bastante capacidade e conhecimento. Um excelente administrador e que tem prazer em trabalhar pela sociedade como um todo. Não é só comercial, é um amigo pessoal e que sempre terá meu apoio” Kleber Barbarotti — gerente operacional da Copastur “Trabalho com o Edmar há dez anos na Copastur e atuar ao lado dele foi uma das coisas mais profissionais que aconteceram em minha vida. Ele é extremamente correto em tudo o que faz. Todo o histórico dele no Turismo é regado de profissionalismo. Além de ser justo e correto, o Edmar é um líder nato, e isso é algo que já nasceu com ele.” Francisco Leme — Jet Stream e vicepresidente da Abav Nacional “Aprendi muito com ele trocando informações. Ele é uma pessoa super antenada e que compartilha todo conhecimento que possui. Ele também é um grande parceiro e esse reconhecimento não é só meu, mas de todo o trade. Me sinto honrado em estar ao lado dele em tantas entidades” Luís Vabo — vice-presidente executivo do Reserve “O Edmar é um profissional focado e obstinado, quando ele traça uma meta, segue até o fim. Ele trabalha guiado por conceitos como parceria e ética. Acompanho ele há muitos anos e estou seguro de que foi eleito o melhor presidente da Abav Nacional” Guillermo Alcorta — presidente da PANROTAS “O Edmar é uma das figuras mais importantes do nosso mercado, pois participa ativamente das principais discussões que envolvem a indústria. Tem uma vasta experiência como gestor de associação, que pode ser notada por meio dos resultados conquistados na Abav-SP e Abracorp, e também como empresário, com a Copastur. Tenho certeza de que ele desempenhará um excelente papel à frente da Abav Nacional”


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NOVA DIRETORIA ABAV NACIONAL

Presidente: Edmar Augusto Bull Copastur (SP)

e Certificação: Antonio Azevedo – Eventtour (PR)

Diretora para Assuntos Jurídicos: Rose Larrat - Boeing Turismo (PA)

Vice-presidente administrativo: Francisco Leme - Jet Stream (SP)

Vice-presidente de Marketing e Eventos: Fernando Dias - Master Turismo (MG)

Diretor de Tecnologia e Integração: Luís Vabo – Solid (RJ)

Vice-presidente financeiro: Ronaldo Waltrick – Maiorca (SP) Vice-presidente de Relações Internacionais: Guilherme Paulus - CVC Turismo (SP) Vice-presidente de Capacitação

Vice-presidente de Turismo Especializado: Ney Gonçalves - Impacto Tour (MS) Vice-presidente de Relações Institucionais: Pedro Galvão - Atlas Turismo (BA)

Conselho Fiscal (Titulares) Marcelo Matera - ABC Turismo (Taubaté-SP) Afrânio Lages - Aero Turismo (AL) Helvécio Garofalo - Confiança Turismo (MT) Suplentes André Krammel - Allestur (SC)

Geraldo Zaidan - GR Tur (PR) Conselho de Ética, Conciliação e Arbitragem (Titulares) George Irmes - Irmes Tour (RJ) Antonio da Mata - Bl Union Travel (MG) Rita Vasconcelos - RC Tour (RS) Suplentes Paulo Tadros - Equatorial Passagens e Turismo (AM) Lamarck Rolim - Zeus Turismo (DF)

PROJETOS FUTUROS Quais são os valores, as visões e causas da nova diretoria da Abav Nacional? Qual é o planejamento para 2016-2017? Segundo Edmar Bull, todo o trabalho está desenhado em resultado, empreendedorismo, profissionalização, gestão e fortalecimento. “O objetivo principal é fortalecer a imagem da Abav e gerar maiores resultados para os agentes de viagens associados em todo o Brasil”, ressaltou. Para isso, três pilares estratégicos foram estabelecidos. São eles: gestão participativa, Abav profissional e agente empreendedor. As principais ações destacadas pelo dirigente são promover a união da base nacional com as entidades estaduais, por meio do projeto “Somos 1 Abav”; estimular a inovação, criatividade e objetividade; gerir com estratégia, executar com efi-

cácia e ter foco no resultado; praticar marketing inteligente, moderno e economicamente viável; e buscar novos associados através da geração de valor. Além disso, Bull promete profissionalizar a gestão associativa da Abav Nacional e Abavs Estaduais, contratar um diretor executivo, criar o Fórum Abav, promovendo encontros trimestrais com os presidentes das estaduais e realizar a depuração e consolidação dos dados estatísticos gerados pelo mercado (Abear, Abracorp, Alagev e ABIH, por exemplo). Em relação aos agentes de viagens, Bull prometeu estabelecer uma política nacional de qualidade, padronização e automação de processos nas agências e Abavs, por meio do projeto “Agente de Qualidade”. “Vou intensificar projetos de capacitação com foco na ampliação das atividades, diversificação de negócios

e expansão da matriz de serviços dos agentes”, afirmou. Novas tecnologias também entraram na pauta do novo presidente, que vai democratizar o acesso às novas tecnologias, gerando a oportunidade de transformar cada agência de viagens associada em uma OTA. “E, por fim, criar o Registro Profissional Abav, vinculando as universidades de Turis-

mo, com apoio e reconhecimento dos Ministérios da Educação e do Turismo”, comentou. Edmar Bull não discutiu mudanças ou atualizações para a Feira da Abav. “Esse é um dos casos que vamos começar a discutir a partir de agora, com a parceria de toda a diretoria e do trade”, disse ele. p


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Flashes Eleições Abav 2015/2017

1 Antonio Azevedo (Abav Nacional), Guillermo Alcorta (PANROTAS), Edmar Bull, Roberto Silva (Sanchat) e Ricardo Roman (Interamerican) 2 Edmar Bull com o amigo e conselheiro, Goiaci Guimarães, da Rextur Advance 3 Rose Larrat (Abav-PA) e Joari Proença (Abav-MT) 4 Antonio da Matta (Abav-MG) e Geraldo Zaidan (Abav-PR) 5 Fábio Mader, da Gol, com Fernando Dias, do Grupo Master 6 Edmar Bull e Antonio Azevedo celebram a passagem de diretoria 7 Salvador Saladino (Abav-RJ), Guilherme Valente (Abav-MA) e João Ávila (Abav-SE) 8 Celeste Bull e Luis Vabo (Reserve e Solid Corporate) 9 Antonio Azevedo e Edmar Bull, da Abav Nacional, com Guillermo Alcorta, da PANROTAS

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SurFACE

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Media partner

Nova associada

A Braztoa anunciou a afiliação da Know How Operadora, do Rio de Janeiro, ao seu quadro de associados. A empresa possui 20 anos de atuação, sendo 18 deles dedicados à especialização em destinos da América do Sul. Recentemente a empresa acrescentou ao portfólio destinos da América do Norte e Caribe. “Estamos à disposição para ajudar a associação a planejar e executar todo tipo de ação que venha consolidar as melhores relações comerciais entre os parceiros do nosso mercado”, declarou o sócio-diretor da operadora, Caius Marcelo Costa.

Pela primeira vez a PANROTAS é media partner do maior evento do setor de viagens de esqui, o Mountain Travel Symposium (MTS), que em sua 41ª edição será realizado em Keystone, no Colorado (Estados Unidos), de 3 a 7 de abril do próximo ano. O MTS é o evento ideal para as empresas que desejam comercializar viagens de esqui, já que o encontro proporciona contato altamente qualitativo entre fornecedores e empresas que organizam roteiros para a próxima temporada de neve. A dinâmica do simpósio é simples: encontros agendados, com possibilidade de escolha entre mais de 600 operadores e fornecedores de várias regiões do mundo, incluindo resorts, destinos, empresas de marketing, locadoras e receptivos. Ocorre em paralelo um grande fórum com sessões educacionais, trazendo aos participantes tendências e novos produtos. Informações sobre a participação neste evento businessto-business podem ser solicitadas para Martina Routh (mrouth@mtntrvl.com) ou no site do evento www.mtntrvl.com/international.

De saída

O brasileiro Jay Santos, que ocupava o cargo de vice-presidente de Vendas e Marketing do Visit Orlando, não faz mais parte do quadro de executivos da entidade. Em contato com profissionais norte-americanos, o bureau informou que, após a saída de Santos, o cargo foi extinto e agora faz parte das atribuições da vice-presidente associada de Operações para a Indústria de Viagens, Elaine Blazys. No dia seguinte ao anúncio, Santos enviou e-mail agradecendo o mercado pelo relacionamento construído e prometeu novidades. “Resolvi sair do Visit Orlando após sete anos e meio para contemplar novos desafios. Agradeço imensamente o apoio de todos amigos e clientes e aviso que melhores tempos virão”, disse Jay, deixando o e-mail jay-santos@live.com e o tel.: 407 793 1459.

Após 17 anos

Erivaldo Silva, o Sagui, assumiu as operações Brasil da MMTGapnet. O executivo passou os últimos 17 anos na Tam Viagens. O profissional chega para integrar o time da gerente geral de Operações, Adriana Fredericce, sob o comando da diretora de Operações e Produtos da operadora, Mariana Azevedo. “Estou muito animado com esse novo desafio e tenho certeza que, com o conhecimento que temos e o nome forte que a MMTGapnet adquiriu ao longo desses 13 anos de operações, os nossos resultados irão aumentar ainda mais”, encerrou Sagui.

Ponto a ponto  A Accor anunciou hoje a aquisição da FRHI Holdings, detentora das marcas Fairmont, Raffles e Swissôtel.  Em quatro anos de parceria, Gol e Delta transportaram, juntas, mais de 500 mil passageiros. Universal Studios Hollywood anunciou a chegada do “The Wizarding World of Harry Potter” para 2016. 

Empresário

Após atuar na CVC por 22 anos, Roberto Vertemati abriu as portas da quarta filial da operadora em São Caetano do Sul e a 30ª na região do Grande ABC (SP). Quem também está à frente da loja é a esposa e sócia do empresário, Viviane Vertemati. O espaço CVC – Visconde de Inhaúma conta com 70 metros quadrados e quatro posições de atendimento. Ao todo, o portfólio oferece mais de mil opções de viagens com opções pré-formatadas e passíveis de customização.


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Casa nova

Fernão Loureiro é o novo gerente de Viagens Corporativas Latam da Philips. O executivo, que assina o blog Gestor de Viagens, no Portal PANROTAS, começou no novo desafio no último dia 30. “Estava muito feliz na Ambev, mas o desafio proposto foi bem empolgante. A Philips tem um programa de viagens maduro e globalizado, e devido a algumas aquisições, fusões e separação de unidades de negócios, necessitava focar mais na gestão estratégica de viagens Latam, além de ter neste momento a incorporação da Costa Rica e do Panamá no programa de viagens”, explicou. O novo e-mail de Loureiro é fernao.loureiro@philips.com.

Sem renovação

Exatos seis meses após assumir a gerência de vendas da AIT Operadora, Dyrana Oliveira e a empresa não renovaram o acordo. Profissional experiente e conhecida do trade carioca, Dyrana conta com quase três décadas de experiência e foi responsável por trazer e montar a filial da Nascimento Operadora no Rio, empresa que atuou por dez anos. A executiva informa que está em busca de novas oportunidades, mas não descarta atuar em outras áreas, como representação de uma operadora no Rio. Os contatos da executiva são dyranaoliveira@ hotmail.com e (21) 9 7692-8888. 

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corporativo Edição 93 – 16 a 22 de dezembro de 2015

Eventos

> Danilo Alves — Ilha de Comandatuba (BA)

Troca de comando

Reunião da Abracorp reuniu representantes das 29 associados

O resort baiano Transamerica Comandatuba, localizado na Bahia, foi palco da última reunião dos associados Abracorp. O evento, realizado entre 4 e 6 de dezembro, também ficou marcado pela despedida de Edmar Bull da entidade, presidente nos últimos quatro anos e que agora segue para Abav Nacional (leia tudo sobre a mudanças nas págs. 29 a 32). De portas fechadas, os 29 associados levaram para o destino o desafio de antever perspectivas para o mercado de viagens corporativas em 2016. “Durante um dia inteiro de reunião, analisamos possíveis cenários, projetando de maneira embasada as principais tendências setoriais e, com isso, certamente, renovando a convicção em valores que fortalecem a nossa união e permitem disseminar as melhores práticas de operação e rela-

cionamento com os clientes e demais integrantes da indústria de viagens corporativas”, explicou Bull. A grande parceira da Abracorp durante a reunião foi a Deloitte Touche Tohmatsu. Trata-se de uma sociedade privada, de responsabilidade limitada, estabelecida no Reino Unido e que atua no Brasil há mais de um século. Foi ela que desempenhou uma importante contribuição à Abracorp na definição do bem-sucedido modelo de governança corporativa adotado pela entidade, quando fundada após a união de parte das agências Favecc e TMC Brasil. Naquela época, a consultoria desenvolveu um plano estratégico para a Abracorp, que, por sua vez, optou por renová-lo esse ano, revendo algumas ações para se preparar melhor para os próximos anos. “Quando criamos a Abracorp, fizemos um planejamento muito bom em

conjunto com a Deloitte. De tudo o que estava programado, conseguimos fazer cerca de 60% do cronograma”, avaliou o dirigente, ressaltando que o que ficou para trás foi por conta das mudanças do mercado. “Vamos reavaliar quais metas devem continuar no nosso plano e quais deverão ser revistas ou descartadas. Muitas mudanças acarretaram em um novo percurso que a entidade seguirá a partir de agora”, completou Bull. Uma das conquistas da última reunião do ano foi o que a Abracorp chamou de Pesquisa Extraordinária. O estudo sai este ano e vai divulgar os resultados do aéreo (doméstico e internacional) das 29 associadas em outubro e novembro. “Com o resultado em mãos, poderemos nos preparar melhor para 2016. Foram nesses dois meses que a crise econômica se intensificou e, com esses dados, poderemos saber o


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real impacto da crise entre os nossos associados”, argumentou Edmar Bull. A divulgação está prevista para acontecer antes das festas de final de ano. Em janeiro, a Abracorp divulgará os resultados gerais de 2015. Após quatro anos no comando da Abracorp, Edmar Bull pede licença do cargo e passa o cargo máximo da associação para o seu vice-presidente, Rubens Schwartzmann, da Costa Brava. O executivo fica no cargo até março, mês em que ocorrem as eleições da entidade. Bull, por sua vez,

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assume a presidência da Abav Nacional. “Gostaria de fazer o mesmo que fiz na Abracorp”, respondeu o dirigente, após ser questionado quais são suas expectativas no novo desafio. Porém, ele sabe que são entidades distintas, com associados diferentes. “À frente da Abav, minha missão será levar ao setor o que eu já venho falando há algum tempo: treinamento e capacitação. Do meu antigo cargo, levarei a ideia de melhor integração com os fornecedores”, avalia.

Gervásio Tanabe e Edmar Bull

SITUAÇÃO TENSA UMA DAS APRESENTAÇÕES MAIS AGUARDADAS ENTRE OS ASSOCIADOS ABRACORP FOI TAMBÉM A RESPONSÁVEL POR encerrar a reunião. Na ocasião, o vice-presidente de Vendas e Marketing da Gol Linhas Aéreas, Eduardo Bernardes, falou da crise econômica, que fez o movimento corporativo despencar em 2015, e sintetizou: “a situação da Gol e das outras companhias aéreas brasileiras está cada vez mais tensa”. O executivo se referiu aos recentes resultados do mercado e da companhia. A desvalorização do real frente ao dólar nos últimos 12 meses é de 62,1%, sendo 55,5% apenas no terceiro trimestre. A Gol acumulou, de janeiro a setembro, um prejuízo de R$ 3,1 bilhões, sendo que R$ 2 bilhões foram apenas do reflexo da desvalorização cambial”, comentou o vice-presidente. Para tentar minimizar os efeitos desse cenário adverso, a companhia adotou algumas medidas. A primeira delas é a redução de oferta entre 5% e 7% no quarto trimestre deste ano, seguida por readequação de malha, aumento de subleasing em 2016 e postergação de recebimento de novas aeronaves entre 2016 e 2017, além de revisão de contratos e

redesenho da estrutura de pessoas. De acordo com Bernardes, a Abracorp é responsável por 22% da receita das vendas indiretas da Gol. “E se o parâmetro mudar de receita para rentabilidade, chegaremos a um resultado ainda superior, algo em torno de 30%”, afirmou. Em tempo: segundo resultados do terceiro trimestre, a aérea foi a companhia líder em emissões de bilhetes na associação, com 848,9 mil. Para o diretor comercial da companhia, Fábio Mader, e do gerente comercial corporativo, Anderson Wolf, esses resultados são apenas o começo de uma meta ainda maior. “Queremos ser líderes na Abracorp não só em bilhetes emitidos, mas em tudo”, finalizou Mader.

PRIORIDADE NO CLIENTE Investir em ações que promovam a melhoria no relacionamento com o cliente é a meta da Localiza para os próximos meses. De acordo com o diretor de Vendas da locadora, Paulo Henrique Pires, a empresa focará seu trabalho em três pilares: comercial, operacional e marketing. “Na área comercial, vamos desen-

Rodrigo Tort, da rede Transamerica, Paulo Henrique Pires, da Localiza, Eduardo Bernades, da Gol, Edmar Bull, da Abracorp, Vânia Dezodi, da rede Transamerica, Fábio mader, da Gol, e Gervásio Tanabe, da Abracorp

volver ações, prospectar novos clientes e melhorar a avaliação de resultados e relacionamento com as agências associadas à Abracorp, que detêm uma grande fatia do mercado corporativo no Brasil. Já no âmbito operacional, vamos garantir os melhores serviços e excelência no suporte ao trade, com a integração do back-office. E, por fim, no que diz respeito ao marketing, vamos estimular mais ações e intensificar a promoção do programa de relacionamentos, o Mul-

TEMPORADA V E N D I D A ENQUANTO MUITAS EMPRESAS ESTÃO SE QUEIXANDO DA ALTA DO DÓLAR, O TRANSAMERICA COMANDATUBA, LOCALIZADO NA BAHIA, NÃO TEM

muito do que reclamar. Segundo a gerente de Eventos do resort, Vânia Dezordi, o empreendimento deverá encerrar o ano com um crescimento de 13% na receita. Para Natal e réveillon já não há mais disponibilidade e a ocupação para janeiro ultrapassa 90%. O número de eventos realizados no Transamerica Comandatuba também aumentou nos últimos – e nos próximos meses -, segundo a executiva. “Tivemos um 2015 desafiador neste segmento, mas conseguimos superar nossas metas e atingir nossos resultados. Já fechamos 26 eventos para o primeiro

semestre de 2016, sendo que 11 são de fechamento de hotel”, anunciou Vânia. Para a gerente, os hóspedes e empresas que antes viajariam ou realizariam seus eventos no Caribe, nos Estados Unidos ou na Europa, estão optando pelo resort baiano. Os fretamentos para o aeroporto particular do Transamerica Comandatuba também já começaram. Serão 4,8 mil assentos no total, até o carnaval, sendo que 90% desta oferta já está vendida. Vânia revelou ainda que o aeroporto está em negociação para receber voos regulares. “As conversas já estão bem adiantadas com a Tam, Gol e Azul. Quando isso acontecer, será um marco na história do Transamerica Comandatuba”, completou.

tiprêmios Localiza”, explicou. Vale ressaltar que a Localiza é a locadora oficial dos Jogos Olímpicos 2016. A companhia prestará serviços para o Comitê Olímpico e transportará as delegações esportivas. “Existe uma oportunidade muito grande ainda para o setor de locação. O aluguel de carros vai existir com ou sem crise. Cabe a nós fomentar os canais de vendas, entre eles, o trade turístico, para introduzir esse serviço na mente dos consultores de viagens”, disse Pires.

HOMENAGEM MERECIDA Goiaci Alves Guimarães, da Rextur Advance, foi surpreendido com uma homenagem durante a última reunião do ano da Abracorp. Com mais de 30 anos dedicados ao Turismo, um dos empresários mais conhecidos e admirados pelo setor recebeu das mãos de Edmar Bull uma réplica de um automóvel, uma de suas grandes paixões. Guimarães participou ativamente da criação do Fórum das Agências de Viagens Especializadas em Contas Comerciais (Favecc), que depois se transformou em Abracorp. A homenagem recebida pelo empresário foi em função da sua

“incomparável lista de serviços prestados em favor do trade turístico do Brasil”. Em novembro, a Rextur Advance anunciou a sua saída da Abracorp, motivada pela segmentação do mercado, que ganhou ainda mais força com o nascimento da Air Tkt.  > Continua na pág 03


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Flashes Reunião Abracorp

1 Goiaci Guimarães, da Rextur Advance, Thomas Humpert, Charles Giudice e Heber Garrido, da rede Transamerica, com Rubens Schwartzmann, da Costa Brava 2 Thereza Carvalhaes, Rodrigo Tort, Rosely Noguchi e Vânia Dezordi, todos da rede Transamerica 3 Rubens Schwartzmann, da Costa Brava, com Edmar Bull, da Copastur 4 O cantor Toquinho fez um show intimista no encerramento do evento 5 Anderson Wolff, da Gol, com Reifer de Souza Jr, da Maringá 6 Amilton de Souza, da Promotional, e Orlando Moraes, da Rio Travel 7 Soely Oliveira, da BCD Travel, com a filha Mariana 8 Rubens Schwartzmann, da Costa Brava, e Reifer de Souza Jr, da Maringá 9 Marcelo Oliveira, advogado da Abracorp, Goiaci Guimarães, da Rextur Advance, com a esposa Rosette, e Eugênia Oliveira, mulher de Marcelo

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10 Gervásio Tanabe, da Abracorp, Thomas Humpert, da rede Transamerica, Edmar Bull, da Abracorp, e Heber Garrido, da rede Transamerica 11 Paulo Henrique Pires, Mark Bryan e Augusto Bezerra, da Localiza 12 Equipe Abracorp: Gervásio Tanabe, Edmar Bull, Daiane Moreira e Michelle Brito 13 Eduardo e Duda Vasconcellos, da Kontik Franstur, com Fábio Mader, da Gol 14 Marcos Balsamão, da Alatur JTB, Marcelo Restivo, da Tivoli Tur, e Brunno Bernardes, da Hostway Viagens

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Abracorp debate estratégias para o futuro A convenção de final de ano da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), realizada no Transamerica Comandatuba, de 4 a 6 de dezembro, com o apoio da Gol Linhas Aéreas e da Localiza, mobilizou a participação de todas as associadas, com foco na Revisão das Estratégias e Planos para 2016. Henri Vahdat, sócio consultor da Deloitte, convidado a contribuir, conduziu um dinâmico debate, que teve início a partir da retrospectiva dos principais marcos e realizações registrados nos primeiros cinco anos de relevantes atividades empreendidas pela entidade, desde a sua criação, em 11 de março de 2010. A partir da abertura do escritório e o lançamento da identidade visual da associação, foram avaliadas distintas iniciativas, tais como: criação dos comitês temáticos (Produtos, Desenvolvimento Humano e Tecnologia); ações de sinergia com outras entidades do setor; destacada presença da Abracorp nos principais eventos sediados no Brasil e no Exterior; consolidação de parcerias estratégicas com fornecedores; presença cada vez mais atuante da entidade nas mídias sociais; desenvolvimento da plataforma de reservas e de faturamento para hotelaria (B2B Reservas); divulgação de dados relativos ao desempenho setorial, consolidados por trimestre; criação da Ilha Corporativa na Feira da Abav; diversas ações voltadas ao treinamento e à qualificação profissional; maior presença junto aos órgãos oficiais e às agências regula-

doras do mercado de Viagens e Turismo; modernização do site corporativo e atuação mais direta com as associações que formam os gestores das principais empresas do Brasil (Alagev, GBTA, Gas e TMG), entre outras. “Ao longo desde tempo, os resultados obtidos foram relevantes e refletem o humor do ambiente macroeconômico”, concluiu Vahdat (foto), que também apresentou estatísticas compiladas de organismos internacionais que projetam crescimento do PIB mundial de 3,7% ao ano para as próximas duas décadas, com aumento de 5% na movimentação de passageiros e de mais 4,7% de cargas, com o incremento de novos mercados e destinos. Ou seja: “os dados históricos revelam uma curva de crescimento vigorosa nas últimas décadas que tende a se manter atrativa para o futuro dos negócios, ainda que sem a mesma pujança”, concluiu o consultor. Neste cenário, revisitar os valores, a visão e a missão da Abracorp constitui pauta para a entidade redefinir a sua estratégia de atuação em longo prazo, de forma estrutural, com parâmetros capazes de monitorar as forças incrementais que atuam ao longo do tempo. Para tanto, as associadas Abracorp, que planejam o desenvolvimento de ações focadas na busca de um portfólio de serviços que assegure singularidade; constituída a partir da concorrência orientada pela inovação de valor agregado, debateram a visão de alguns ícones do pensamento

estratégico em gestão. Entre eles: Peter Drucker, para quem “a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo”; Michel Porter, que afirma: “estratégia competitiva são ações ofensivas ou defensivas para criar uma posição defensável em uma indústria, para enfrentar com sucesso as forças competitivas e assim obter um retorno maior sobre o investimento” e W. Chan Kim: “o movimento estratégico mais importante é criar oceanos azuis. A estratégia do oceano azul desafia as organizações a transpor as barreiras do oceano vermelho da competição sangrenta, mediante a criação de espaços de mercado inexplorados que tornem a concorrência irrelevante”.


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