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R$ 11,00 - Ano 23 - nº 1.172 24 a 30 de junho de 2015
QUE PENSA? Vinícius Lummertz, novo presidente da Embratur, fala de modelos, prioridades e do atual momento do instituto
QUE PASSA?
> Páginas 20 e 21
QUE PAÍS É ESSE? Sea World, Busch Gardens, Nova York, Best Western e mais novidades dos Estados Unidos
> Páginas 37 a 39
Louis du Plessis e Marc S. Cavaliere, da SAA, contam como está a companhia no Brasil e no mundo
QUE PENA! > Páginas 06 a 17
> Páginas 27 e 34
Boatos, insegurança e taxa da Lufthansa estressam o setor
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LEIA NESTA EDIÇÃO
Check-IN
Página 04
Palmas para Orlando e a Kontik
Página 18 e 19
Abav Nacional vai ao Marrocos em busca de novos ares
24 a 30 de junho de 2015 JORNAL PANROTAS
Magda Nassar, em artigo veiculado no Portal PANROTAS. A dirigente criticou os profissionais que “disseminam catástrofes” no mercado
S
“
A história do Brasil mostra que sempre podemos sair mais fortes das adversidades. Precisamos trabalhar juntos, buscando sempre valorizar o nosso setor, que além de gerar emprego, renda e divisas, tem realizado sonhos e proporcionado experiências únicas de viagem para milhões de turistas
”
“
Página 24 e 25
Gol investe em wi-fi e TV nos voos
UE Q A T ES
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>
DO PORTAL
PANROTAS 11/6 a 17/6
1 David Neeleman é vencedor na corrida pela Tap – em 11/6
2 França mobiliza 2,4 mil agências contra Lufthansa – em 15/6
3 Ancoradouro dá acesso a suas certidões negativas – em 12/6
4 Nelson de Oliveira deixa SAA depois de 25 anos – em 11/6
5 Designer Tours nega venda para a
Ainda que esse ruidoso falatório negativo, inconveniente e, por vezes, mal-intencionado, pudesse vir a ser considerado uma maneira de tentar ajudar o mercado a antever possíveis problemas, a verdade é e sempre será o único alicerce sob o qual a indispensável credibilidade setorial se sustenta
”
Francisco Leme, presidente da Abav-SP, também em artigo no Portal PANROTAS sobre os muitos boatos que rondam o setor nos últimos meses.
Nova York recebe famtour da Delta, Starwood e NYC & Company
Editorial >
Artur Luiz Andrade
6 Aéreas “aplaudem” taxa DCC do Grupo Lufthansa – em 11/6
7 Universal Orlando anuncia fechamento do Wet´n Wild – em 17/6
8 Magda (Braztoa) critica boatos: “que profissional é você?” – em 17/6
9 Azul confirma e parabeniza Neeleman pela compra da Tap – em 11/6
10 Executivos comentam sobre compra
O Jornal PANROTAS desta semana vem acompanhado do PANROTAS Compras no Exterior 2015, suplemento essencial para quem deseja informações sobre o segmento nos Estados Unidos, na Europa e em outros destinos que atraem milhões de aficionados por roupas, sapatos, eletrônicos, acessórios diversos, artigos para bebê e gestante e muito, muito mais. Aproveite bem este material e boas compras para você e seus clientes.
Páginas 30 e 33
Agaxtur – em 12/6
>
da Tap – em 11/6
11 Projeto Carioquinha 2015 volta em agosto – em 12/6
12 “Estariam as aéreas armando contra os agentes?” – em 16/6
13 Agaxtur promove almoço para 200 agentes; veja fotos – em 11/6
14 Veja fotos do voo da Tam de Brasília para Orlando – em 13/6
15 Presidente da Abav-SP critica nível de
artur@panrotas.com.br
boatos no setor – em 12/6
Assista ao editorial comentado na versão digital do JP
Turismo levado a sério
Página 35
Ex-funcionários da Nascimento abrem agência em São Paulo PANROTAS Tendências e Tecnologia
Sabre dá o passo a passo para quem quer inovar em hotelaria
A manchete principal da última edição do Jornal PANROTAS (e que repetimos no título deste editorial) se referia à indústria do turismo nos Estados Unidos. Quando vemos o presidente da US Travel Association, Roger Dow, falando grosso porque a infraestrutura aeroportuária do país precisa de melhorias, temos até medo de convidá-lo a voltar ao Brasil e experimentar nossos terminais. A organização e força dos CVBs, atrações, restaurantes, receptivos e muitos outros nos deixa com aquela que dizem ser a “inveja branca”. Vemos a prefeitura de Orlando homenageando a operadora Kontik Franstur, de Salvador, com a justificativa de que gera negócios e divisas para a região, e temos um dos motivos por que o destino recebe 62 milhões de visitantes. Por aqui, para convencer governos de que o turismo precisa de
investimento porque o retorno é garantido para a comunidade é praticamente uma impossibilidade. Mas a iniciativa de Orlando nos faz refletir sobre como deve ser a gestão do turismo. A cidade de Orlando é parte de um condado (Orange County) e a administração é toda voltada aos benefícios locais (uma cidade depende da outra, pois nenhum turista visita apenas uma delas, e sim todo o condado). E em parceria estreita com a iniciativa privada. São os CVBs (de Orlando, Kissimmee, Tampa, St. Pete, Miami e Palm Beach, para ficarmos apenas na Flórida) que colocam a mão na massa, facilitados pelas medidas, leis e decisões dos prefeitos e parlamentares das cidades e dos condados. O turismo tem impacto imediato na comunidade e são muitas nos Estados Unidos que dependem dessa indústria. No Brasil, não há um trabalho de incentivar
o turismo a partir desses núcleos regionais. Sim, já tivemos programa de municipalização, regionalização, destinos indutores e destinos prioritários e nada mudou. Muda o nome mas o resultado é o mesmo: pífio. Os cases de sucesso que temos são fruto da iniciativa privada. Ou da sorte. Da confluência de astros. E estamos perdendo tempo e oportunidades para profissionais, destinos, comunidades, prefeituras, empresários... para o País. Dica para prefeitos, governadores, deputados, senadores: facilitem o trabalho dos empresários do turismo, incentivem, viabilizem. E dediquem mais dinheiro para o setor investir em infraestrutura, promoção, inteligência de mercado. Ou se passarão mais 50 anos e estaremos mais uma vez embasbacados admirando a grama verde, macia e confortante do jardim vizinho. #menoschoromaisação
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#FICADICA NOTÍCIAS MAIS LIDAS
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> Danilo Alves – Orlando (Estados Unidos)
Reconhecimento
Fernando Pereira e Claudia Menezes, da Pegasus, com Maria José, Fernando, Duda e Eduardo Vasconcellos e o prefeito de Orlando, Bubby Dyer
A PEGASUS BUS TRANSPORTATION, EM UMA INICIATIVA INÉDITA NOS ESTADOS UNIDOS, solicitou à cidade de Orlando o reconhecimento da Kontik Franstur como pioneira na venda do destino. A nobre atitude teve como único objetivo a valorização da operadora brasileira em um dos destinos mais visitados no mundo. E a proposta foi aceita. O prefeito Buddy Dyer declarou 15 de junho
como o “Dia de Eduardo Vasconcellos e Kontik”, em um pronunciamento recheado de felicitações e agradecimento pela longa parceria que a empresa tem com a cidade. Segundo o dirigente, a Kontik foi a responsável por trazer turistas da América do Sul para o Walt Disney World, Universal Studios e Sea World desde o início das operações dos complexos. “São empresas como a Kontik que
merecem uma homenagem assim. A companhia injeta no destino, por meio de seus clientes, cerca de US$ 10 milhões por ano”, encerrou ele. A vice-presidente da Pegasus Bus Transportation, Claudia Menezes, afirmou que “a missão com a criação desta petição foi conscientizar a comunidade das contribuições econômicas da Kontik, que por seu pioneirismo e hospitalidade, merecem
o reconhecimento de todos”. “No ano passado, mais de 773 mil brasileiros passaram as férias em Orlando e a Kontik é um fator-chave do motivo pelo qual os sul-americanos continuam escolhendo este destino como o lugar perfeito para as férias.” Para Duda Vasconcellos, um dos filhos do homenageado, a nomeação de Orlando nada mais é do que a coroação de um trabalho bem desenvolvido. “Eu cresci vendo ele desempenhar um excelente papel à frente da empresa, prezando sempre pela qualidade e transparência. Acho justo o reconhecimento e agradeço a todos que estiveram e estão com a Kontik até hoje”, finalizou Duda. No discurso mais esperado do encontro, Eduardo Vasconcellos lembrou da família e dos cerca de 400 colaboradores. Com a voz embargada, ressaltou também os 60 de mercado da Kontik, hoje com sedes em Salvador e São Paulo. “É uma honra ser o primeiro brasileiro a receber esse reconhecimento da prefeitura de Orlando. Eu estou emocionado com o que acabou de acontecer”, completou ele, ao receber a honraria.
Proclamação emitida pela prefeitura de Orlando
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IPW 2015 Turismo levado a sério – parte 2
O JORNAL PANROTAS TRAZ A SEGUNDA PARTE DA COBERTURA ESPECIAL DO IPW 2015, feira para vender Estados Unidos a compradores estrangeiros, e que ocorreu em Orlando, na Flórida, no começo do mês. Os investimentos dos destinos, as novidades dos parques temáticos, a hotelaria de olho no mercado brasileiro, os exemplos que devem servir de inspiração... Veja a seguir alguns destaques do evento, realizado pela US Travel Association, e que em 2016 acontecerá em Nova Orleans.
> Páginas 06 a 17
Pa rques te mát ico s
> Artur Luiz Andrade e Rodrigo Vieira — Orlando (Estados Unidos)
Tubarão caçador
Projeto da montanha-russa Mako: atração promete altos índices de adrenalina no Sea World Orlando
O SEA WORLD ORLANDO ALTERNA SUAS INAUGURAÇÕES ENTRE ATRAÇÕES RADICAIS (como as montanhas-russas Manta e Kraken) e as mais educativas, com exposição de animais em habitats naturais (caso de Antarctica, inaugurada há dois anos e onde as estrelas são os pinguins). A próxima abertura, marcada para 2016, é uma das mais
ousadas e promete ser a mais alta, longa e rápida da Flórida. É a montanha-russa Mako, cujo nome vem de um dos tubarões mais rápidos e agressivos dos oceanos. Mako “reproduzirá” os movimentos e a velocidade do tubarão, chegando a incríveis 117 km/h, a mais alta velocidade entre todas as montanhas-russas de Orlando (recorde hoje da
Incredible Hulk, da Universal). A ideia é fazer com que os visitantes tenham a impressão de que o carrinho é o tubarão perseguindo uma presa. Mako também será a mais alta e longa montanha-russa do destino norte-americano, com 61 metros de altura e 1.451 metros de extensão. De acordo com diretor de Criação do Sea World, Brian Morrow, que apresentou a no-
vidade a jornalistas no final de maio, Mako será uma hypercoaster, nome dado às montanahas-russas muito rápidas, com quedas íngremes e que proporcionam uma sensação de gravidade zero. “Na Mako, todos viverão a experiência de ser um superpredador atravessando a água em alta velocidade e perseguindo sua presa ao longo de um imenso arrecife. Será uma
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mescla selvagem de medo, emoção e diversão”, garantiu o executivo. Segundo ele, as curvas fechadas e a velocidade da Mako são inspiradas na vida real, na habilidade dos tubarõesmako em efetuarem enormes saltos e mudarem de direção rapidamente enquanto perseguem a vítima.
ÁREA REVITALIZADA A motanha-russa será construída em uma área de oito mil metros quadrados, sob o tema dos tubarões, e que aproveitará espaços já existentes, como o Shark Encounter
EM TAMPA O BUSCH GARDENS TAMPA, A UMA HORA E MEIA DE ORLANDO, TAMBÉM ANUNCIOU UMA NOVA ATRAÇÃO,
prevista para ser inaugurada no ano que vem. Tratase da Cobra’s Curse (veja projeto abaixo), localizada na área do Egito. A atração dará aos visitantes a oportunidade de ficar cara a cara com uma cobra de 24 metros de altura, para, em seguida, deslizar em trilhos por cima da Serengeti Plain e descobrir os mistérios de uma escavação arqueológica egípcia. “Essa não é uma montanha-russa de rodopios convencional. Com o verdadeiro estilo Busch Gardens, a atração ganhou um gingado diferente, que levará os visitantes para uma emocionante e inesquecível jornada”, afirmou o presidente do Busch Gardens, Jim Dean. A atração é voltada para as famílias, ou seja, nada das radicais quedas das montanhas-russas do parque.
> Continua na pág. 08
e o restaurante Sharks Underwater Grill. Lojas temáticas, esculturas representando mais de 100 espécies de tubarões e naufrágios, experiências educacionais e a montanharussa Mako transformarão a área completamente. “O reino inteiro foi criado para que o visitante se sinta como se estivesse debaixo da água, sendo parte de um grupo de tubarões e animais dentuços explorando um enorme arrecife formado em um naufrágio”, explica o Sea World em comunicado. É praxe do parque aproveitar áreas já existentes e envolver com nova tematização e novas atrações.
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Brian Morrow e o projeto da Mako
Assista ao vídeo de como será a montanha-russa Mako
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< Continuação da pág. 07
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TOURS VIPS E DE BASTIDORES
Encontro com animais, muitos deles resgatados e em tratamento, são algumas das opções
Tour para ver animais e alimentar as girafas
OS PARQUES TEMÁTICOS SABEM QUE, ALÉM DA ENTRADA REGULAR, PRECISAM DAR AOS VISITANTES OPÇÕES MAIS INTERATIVAS, exclusivas e que permitam
BUSCH GARDENS TAMPA
experiências únicas. Além de encantar os turistas (e isso rende compartilhamentos valiosos nas redes sociais), esses adendos ao menu do parque significam uma importante receita adicional. São tours de bastidores, encontros com animais, passeios por áreas restritas e que fazem muito sucesso com um público de maior poder aquisitivo, que vê valor agregado e vantagens e não se importa em pagar US$ 40 ou US$ 400 a mais para momentos tão especiais. Confira a seguir alguns tours vips do menu do Busch Gardens Tampa Bay e do Sea World Orlando, na Flórida.
JUNGALA INSIDER Os visitantes transformam-se em conhecedores da área Jungala e os grupos encontram-se com os tratadores de animais nos bastidores, enquanto esses cuidam de espécies como o tigre de bengala e o orangotango de Bornéu. Duração do tour: 45 minutos. Idade mínima: cinco anos. Não tem acessibilidade para cadeirantes. Grupos de no máximo 12 pessoas. Valor: US$ 29 por pessoa + taxas.
HEART OF AFRICA Tour com os tratadores de animais pelos bastidores do parque, com encontros bem de perto com hipopó-
Os pinguins da Antarctica vistos dos bastidores
tamos, guepardos e leões. Duração do tour: cerca de 90 minutos. Idade mínima: dez anos. Não tem acessibilidade para cadeirantes. Grupos de no máximo 12 pessoas. Valor: US$ 39 por pessoa + taxas.
ANIMAL CARE CENTER “BEHIND THE SCENES”: Visita guiada ao Animal Care Center. Pode-se ver bem de perto o que os veterinários e cuidadores fazem todos os dias, aprender sobre exames médicos e alguns tratamentos que salvam a vida dos animais, além de entender como funcionam os programas de cuidados de alguns dos moradores mais famosos do Busch Gardens. Duração
do tour: 75 minutos. Idade mínima: oito anos. Acessível a cadeirantes. Grupos de no máximo oito pessoas. Valor: US$ 29 por pessoa + taxas.
SERENGETI SAFARI Um safári em jipe aberto pela área do parque conhecida como Serengeti Plain, de mais de 260 mil m². Durante o passeio há encontro com a vida selvagem africana, além da oportunidade de alimentar com as próprias mãos algumas girafas. E tirar fotos com elas, claro. Duração do tour: 30 minutos. Idade mínima: cinco anos. Grupos de no máximo 18 pessoas em cada jipe. Valor: os preços mudam de acordo com a temporada, variando de US$ 29 a US$ 39 por pessoa + taxas. Há promoções em janeiro e uma versão noturna por US$ 69, mais longa.
KEEPER FOR A DAY Um curso intensivo de cuidados zoológicos nos bastidores do parque. Duração do Programa: seis horas e meia. Idade permitida: a partir de 13 anos – visitantes com menos de 18 anos devem estar acompanhados por um adulto responsável. Os visitantes devem ter altura mínima de 1,3 metro e serem capazes de subir lances de escada e carregar sete quilos. Grupo de até duas pessoas. O programa inclui o ingresso para o parque, garrafas de água, petiscos e almoço. Valor: US$ 250 por pessoa + taxas (reserve com uma semana de antecedência).
ELITE ADVENTURE TOUR Grupo tem guia vip, que montará uma aventura personalizada, seja com encontro com animais ou ida a montanhas-russas. Duração do tour: até sete horas, começando no momento da chegada dos visitantes. Inclui café da manhã continental, garrafas de água e estacionamento. Grupos de no mínimo duas pessoas. Dá acesso prioritário nas atrações, mas não garante que será na primeira fileira. Valor: US$ 199 por pessoa + taxas.
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SEA WORLD ORLANDO Beluga Interaction Program O programa de interação com as belugas é um dos poucos do mundo onde os visitantes podem experimentar um contato bem de perto com essas baleias. O programa é limitado a quatro visitantes por sessão, e estes devem ter dez anos de idade ou mais. Valor: a partir de US$119+impostos.
Marine Mammal Keeper Experience No Marine Mammal Keeper Experience do Sea World, os visitantes vivem o sonho de cuidar de golfinhos, belugas e leões marinhos. O tour de oito horas custa US$ 399 por pessoa e inclui o ingresso geral do parque.
Penguin Up-Close Tour Os visitantes que são apaixonados por pinguins podem conhecer os bastidores da Antarctica: Empire of the Penguin e ter a rara experiência de tocar em um deles. Dura cerca de 45 minutos e custa US$ 59 para visitantes acima de dez anos e US$ 39 para crianças entre três e nove anos, mais taxas.
Behind-The-Scenes Tour Essa experiência leva os visitantes a um passeio de aproximadamente 75 minutos para descobrir como os especialistas em animais do parque cuidam de peixes-bois e tartarugas marinhas resgatadas. Os preços são a partir de US$ 29 para visitantes acima de dez anos e US$ 9 para crianças entre três e nove anos.
Sea Lion and Otter Up-Close Tour Para os visitantes que adoram leões marinhos e lontras, esse tour irá proporcionar a oportunidade de tirar uma foto com eles. Os valores variam sazonalmente.
Wild Arctic Up-Close Experience Vá aos bastidores do Wild Arctic para uma experiência única de 60 minutos e descubra tudo sobre focas, baleias belugas e morsas. Os valores são a partir de US$ 59 para visitantes acima de oito anos.
Dolphin Encounter Os visitantes podem ficar bem próximos de golfinhos
da espécie Nariz de Garrafa no Dolphin Cove. O pacote inclui um encontro guiado com um golfinho, um rápido treinamento sobre eles, instruções e uma interação individual de três a cinco minutos. Todos os visitantes menores de 18 anos devem estar acompanhados no tour por um adulto pagante. p
informações
Saiba mais em www.seaworldparks. com.br ou enviando e-mail para Maurício Alexandre, da Imaginadora, representante dos parques Sea World no Brasil, no mauricioseaworld@imaginadora.com.br.
Teinadora explica cuidados com as baleias em um dos tours vips do Sea World em Orlando
10 Hotelaria
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> Rodrigo Vieira, Orlando (Estados Unidos)
O melhor de dois mundos
Dias ensolarados privilegiam o já belo complexo com os hotéis Walt Disney World Swan e Walt Disney World Dolphin
Os dois hotéis Starwood situados dentro do Walt Disney World Resort, em Orlando (Swan e o Dolphin), e que carregam as bandeiras Westin e Sheraton, respectivamente, estão em fase de renovação. Todos os apartamentos do Swan passam por uma reforma completa, que deve estar concluída até o final do ano (alguns andares já estão prontos). As obras no Dolphin iniciam ano que vem. A ideia é dar um tom mais moderno nos hotéis de mais de duas décadas, até porque estão situadas em um complexo altamente estruturado, onde a preocupação com o visual está entre as prioridades. Ao todo são 2,3 mil apartamentos e muito espaço ao ar livre, incluindo piscinas, inúmeros restaurantes de altíssima qualidade (e bom custo-benefício), atrações e acesso à Boardwalk e aos parques Disney. “Renovar para dar tudo de melhor e mais moderno ao nosso hóspede. É essa filosofia que torna nosso público fiel. Quem fica aqui quer voltar”, avalia a diretora de Vendas de Grupo e Lazer, Livia Cohen. “Somos os únicos hotéis de outra marca que possui todos os benefícios Disney, como as horas mágicas, serviço de delivery e transporte para os parques do complexo”, completa. Muita gente pode pensar que, por estar localizado dentro da Disney, os hotéis
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O bar da ESPN no Disney’s Boardwalk, muito próximo do Swan and Dolphin. Barquinhos como esse saem de poucos em poucos minutos do hotel
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Il Mulino New York, um dos quatro restaurantes luxuosos do complexo
Quarto duplo do Swan já reformado
Em poucos minutos, o passageiro vai de barco ao Disney’s Boardwalk (ao fundo), Epcot e ao Disney’s Hollywood Studios
são totalmente voltados ao lazer, mas nessas horas a identidade Starwood, voltada ao corporativo, também fala alto. “Recebemos muitos grupos de incentivo e diversos executivos para fechar negócios. Com isso, nosso share fica em 50% lazer e 50% business”, afirma Livia. A área de eventos recebe convenções dos mais diversos tamanhos.
AMENIDADES
Para agradar um público tão diversificado, o Swan and Dolphin procura característica que favoreça tanto as famílias quanto os empresários. É muito fácil, por exemplo, ir aos parques, já que se leva poucos minutos de barco, a pé ou de ônibus do Epcot e do Disney´s Hollywood Studios. Tal como é muito fácil o acesso ao wi-fi (grátis) e aos 17 restaurantes situados nos hotéis – dos quais quatro são de luxo. “Temos o melhor dos dois mundos. Estamos situados dentro da Disney e com muitas possibilidades de flexibilização. Para o turista de lazer, principalmente o brasileiro, que é um dos nossos maiores mercados, temos transporte gratuito ao Orlando Premium Outlet, piscinas, spa, restaurantes e bufês 24 horas. Tudo o que o brasileiro adora”, comemora a executiva. “Contamos também, de outro lado, com centro de eventos, chefs renomados, bares e condições diferenciadas para quem precisa vir a negócios ou viagens de incentivo.”
SERVIÇO Saiba mais em www. swandolphin.com, com Livia Cohen no livia. cohen@swandolphin.com ou no escritório da Starwood no Brasil: cristina. nersessian@starwoodhotels.com, com Cristina Nersessian.
Flashes
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IPW 2015
1 Claudia Menezes, da Pegasus Bus, Marianna Alcorta, da PANROTAS, Maria Camilla Alcorta, da Interamerican, e Melissa Basilio, de Kissimmee 2 O diretor executivo de Visit St. Petersburg e Clearwater, David Downing, e a diretora para América Latina, Ana Fernandez 3 Lesley White, do Turismo do Estado de Massachusetts 4 Julia Marrek, do Loews Regency Hotel de Nova York, Christina McAree, do Loews Madison Hotel de Washington DC, e Yuria Rodriguez, do Loews Miami Beach 5 O jogador Kaká, sucesso no Orlando City. Experience Kissimmee levou grupo de brasileiros para assistir a uma partida durante o IPW 6 Kelly Defebo e Nicole Rissler, do Sarasota County, da Flórida 7 Da Hertz/Dollar: Robert Stuart, Lourdes Vera, Juan Ballesteros e Margarita Castañeda 8 Jerry T. Wu e Maria Magda de Quesada, da Bloomingdale´s
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15 9 Lorena Garcia, dos Premium Outlets em Orlando, e Lyndsay Rossman, diretora de Marketing global da Simon Shopping Destinations, que inclui os outlets Premium, o Florida Mall, entre outros 10 Christine Sory e Jessica Quiroz, da rede Sonesta 11 Vicky Ramani, do Sawgrass Mills, e Marianna Alcorta, da PANROTAS, na Universal Orlando 12 Milena Sena, do Fontainebleau Miami Beach, e Graziella Makdissi, do complexo de luxo East, em Miami 13 Gisela Marti e Carlos Tait, do Greater Miami Convention & Visitors Bureau 14 Alice Norsworthy e Pedro Davoli, da Universal Orlando, na festa de encerramento do IPW 2015 15 Tania Demato e Lissette Jordan, do Ramada, Tania Medina, do Wyndham Hotel Group, e Lindsay Altieri, do Wyndham Garden
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Destinos
Mais quartos No ano passado, Nova York recebeu 56,4 milhões de visitantes, que geraram US$ 61,3 bilhões para a cidade. Do Brasil foram 936 mil, a segunda nacionalidade internacional de longa distância, atrás apenas do Reino Unido, com 1,1 milhão. A cidade recebeu 12,2 milhões de estrangeiros, dos quais 10,7 milhões intercontinentais, que gastaram mais de US$ 18 bilhões. A China vem em terceiro lugar, com 809 mil e depois França, Austrália, Alemanha e Itália. A expectativa do destino para este ano é de 58,1 milhões de turistas e a meta é chegar a 2021 com 67 milhões. O parque hoteleiro de Nova York segue a demanda aquecida e atingiu em 2014 a marca de 103,9 mil quartos e 32,4 milhões de room nights para 22 milhões de visitantes. Nos próximos três anos mais 20 mil quartos serão adicionados ao portfólio hoteleiro e a NYC & Company aponta os hotéis-butique ou design e os de alto luxo como tendência, tanto para inaugurações como para reformas.
DORA VOLTOU Depois da Vila Sésamo (Sesame Street), Dora, a Exploradora, os Smurfs, os Muppets, Onde está Wally e George, o Curioso, Nova York anunciou durante o IPW 2015, em Orlando, o retorno da menina Dora como embaixadora para as famílias que visitam a cidade. Desde 2009, quando o destino lançou seu programa de Embaixador das Famílias, as viagens nesse nicho cresceram 30,3%, segundo a New York & Company. O programa posiciona Nova York como um destino seguro e repleto de atrações para as famílias, que são bem recebidas e têm seu
espaço na Big Apple. A cidade também tem outra embaixadora global, a cantora Taylor Swift, que fez uma música para o destino e empresta sua imagem em campanha. p
Fred Dixon, presidente da NYC & Company
14 Hotelaria
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> Artur Luiz Andrade
Global e dinâmica A vice-presidente sênior de Vendas e Marketing da rede Best Western International, Dorothy Dowling, esteve no IPW 2015, em Orlando, e recebeu a reportagem da
Matt Teixeira, diretor para América Latina, e Dorothy Dowling, vice-presidente de Vendas e Marketing da rede Best Western
PANROTAS para um bate papo exclusivo. Com mais de 4,2 mil hotéis no mundo, uma marca forte e lançamentos que estão mudando a cara (mas não o DNA) do grupo, a Best Western está bem posicionada e sabe o que quer em tecnologia, distribuição e parcerias nos Estados Unidos e no mundo. Dorothy Dowling disse estar bastante satisfeita com as parcerias da rede hoteleira com a Expedia, o Google e a Tripadvisor, que oferecem à BWI a possibilidade de estar em prateleiras onde não estaria sem essas alianças. “Não trabalhávamos com a Expedia e desde a assinatura do acordo no fi-
nal do ano passado já integramos ao sistema deles todos os 2,1 mil hotéis da América do Norte. Falta agora o portfólio internacional, que já começamos a integrar”. O próximo grande acordo deve ser com a Booking.com, mas ela deixa bem claro: a maior parte das vendas vem do público fiel associado ao programa de fidelidade Best Western Rewards (com 23,6 milhões de membros) e da venda direta no bestwestern.com. No Brasil, com o investimento da Expedia na Decolar.com, a gigante mundial passou a prover toda a hotelaria para a OTA brasileira, o que inclui as condições com a Best Western.
FORÇA DA MARCA A Best Western conta com a força de sua marca no mundo todo e com o fato de a maioria de seus hotéis ter diária entre US$ 100 e US$ 150, para combater a alta do dólar em mercados internacionais, como o Brasil. “Há muito cross-selling entre os hotéis e escritórios no mundo todo e a consolidação de nossa marca ajuda bastante. Temos a diária que cabe no orçamento do viajante”, disse a vice-presidente. O fato de estar no mundo todo também traz como benefício a compensação de um mercado pelo outro, fora a força do doméstico americano, que já se recuperou da crise de 2008. “Temos ainda uma experiência única que nos diferencia”. Para o diretor América Latina, Matt Teixeira, a alta do dólar no Brasil não afetará o movimento na rede. “Os brasileiros estão conseguindo lidar com a variação do câmbio e as promoções aéreas têm incentivado as viagens”, disse.
NOVAS MARCAS
A Best Western conta, porém, com desafios à frente: novas marcas e parcerias com hotéis independentes, especialmente fora dos Estados Unidos. A marca Vib é uma das que mais entusiasmam a executiva. O primeiro será lançado em 2017, em Seul, mas já há contratos assinados em Miami e Los Angeles. “Talvez consigamos abrir um no final de 2016. São hotéis que precisam de 12 a 15 meses para ficarem prontos, com um conceito de otimizar os espaços, tanto para o público
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N ú mer o s No ano passado, a Best Western International atingiu US$ 3,9 bilhões de receita na América do Norte (recorde para
a empresa) e mais de US$ 1 bilhão de vendas em seu sistema próprio (seja via site ou call center). O Revpar na América do Norte atingiu 111,2, continuando a marca de mais de 110 dos últimos dois anos. Para 2015 a meta de ficar acima dos 110 no Revpar continua. Somente na América do Norte há 160 projetos de adição de hotéis este ano, 60% dos quais novas construções. Entre os que ganharão a marca Best Western Plus, 65% também são novos projetos. A Best Western comemorou, ainda, a marca de 1.808 hotéis em todo o mundo com o Certificado de Excelência do Tripadvisor este ano. Na América do Norte foram 1.051 nos Estados Unidos e 110 no Canadá. Na região, o crescimento em hotéis certificados foi de 12% em relação a 2014.p
corporativo quanto de lazer, em destinos urbanos”, explica ela. E por otimizar ela quer dizer aproveitar bem espaços às vezes limitados, devido ao alto custo imobiliário das grandes cidades americanas e do mundo. “Vamos entregar um valor incrível ao nosso hóspede, com expertise local. É um produto muito bonito e eficiente, com funcionalidade. Não há nada comparável na concorrência”. Outra novidade da Best Western é a Premier Collection, em que a rede fecha acordos de distribuição com hotéis independentes. Já há três contratos fechados e segundo Dorothy Dowling são hotéis três ou quatro diamantes. Para finalizar, a VP da Best Western elogiou a parceria com a Brand USA na divulgação dos Estados Unidos no Exterior. “Fomos a primeira empresa a investir US$ 1 milhão na Brand USA e valorizo muito seu trabalho B2B e as ações globais”.p
Site da rede é principal fonte de reservas
Dorothy Dowling, no IPW 2015
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Pelos
corredores IPW 2015
Destaques do evento para vender Estados Unidos
THE MALL AT MILENIA EM MIAMI
VISIT CALIFORNIA Segundo o Visit California, cidades como Los Angeles, São Francisco e San Diego já são destinos consagrados, portanto o órgão foi ao IPW 2015 para promover atrações de fora dessa rota. Palm Springs, Oakland, Berkeley, Napa Valley, Lake Tahoe, Yosemite Park e outros destinos ligados ao ecoturismo e turismo de aventura foram os de maior enfoque. No ano passado, o Estado recebeu 231 mil brasileiros, que geraram receita de US$ 502 milhões. O Brasil é considerado mercado prioritário na divulgação da marca Califórnia, ao lado do Reino Unido, Canadá, Austrália, México e China. O destino tem sites em 11 línguas, inclusive a versão em português: www.visitcalifornia.com.br. A presidente do Visit California, Caroline Beteta, também abordou a questão da seca no Estado. De acordo com ela, pesquisas mostram que
LEGOLAND FLORIDA
Miami deve ganhar mais um shopping center em breve. A The Forbes Company, proprietária do The Mall at Millenia, em Orlando, do The Gardens Mall, em Palm Beaches, e do Waterside Shops, em Naples, anunciou para o início de 2017 o Miami World Center. A propriedade ficará próxima à American Airlines Arena, em Downtown, e contará com uma ampla gama de lojas, desde eletrônicos a grifes de luxo, além de restaurantes.
SAN DIEGO
Caroline Beteta, presidente do Visit California
o tema não afeta a intenção de se viajar para a Califórnia e que a hotelaria tem sido líder em boas práticas de economia e conservação em relação à falta de água. Há áreas mais afetadas que outras, mas o Estado tem conseguido manter a oferta variada de cenários e produtos para diferentes bolsos e gostos.
O parque da marca Lego na Flórida reforça a abertura de seu Legoland Hotel, que aconteceu em maio deste ano, além de chamar atenção no IPW para sua nova área, Heartlake City. Trata-se de um espaço cheio de cores e experiências vibrantes para todas as idades, que terá característica da linha de brinquedos Lego Friends. A Heartlake City será aberta no próximo dia 26, no Legoland Florida.
A fronteira entre Tijuana (México) e San Diego (EUA) terá uma nova maneira de trânsito de passageiros. Está em construção no aeroporto da cidade mexicana uma ponte de acesso entre os dois países, pela qual as pessoas não precisarão nem deixar o equipamento para a passagem. O trânsito será permitido nos dois sentidos. A obra é investimento 100% privado e deve ser entregue ainda este ano.
SÃO FRANCISCO
A partir de 17 de setembro, São Francisco, na Califórnia, ganhará um voo da Copa Airlines. Será uma rota diária do hub da aérea, no Panamá. Os voos de São Francisco sairão às 23h19, chegando no Panamá às 8h32. No sentido oposto, o voo sai do Panamá às 9h41 e chega em São Francisco às 14h54. Os horários são os locais de cada destino. O tempo estimado de voo é de seis horas.
TOURICO HOLIDAYS O Brasil é o principal mercado para a Tourico Holidays no que diz respeito a aluguel de casas para temporada, ou home rentals. A distribuidora hoteleira, que possui mais de 20 mil casas no mundo todo em seu portfólio, pretende divulgar ainda mais esse modelo para o mercado brasileiro. Na Feira da Abav, em setembro, em São Paulo, esse será seu maior chamariz.
NEVADA O maior desafio do Estado é mostrar que há produtos interessantes para além de Las Vegas. A dica é sugerir ao turista internacional pegar o carro na cidade e passear pelas icônicas estradas até Reno, cidade rica gastronômica e culturalmente, Lake Tahoe, onde há resorts de esqui, e o National Park, que não é muito conhecido entre os brasileiros, mas pode ser uma alternativa para descansar do agito de Vegas.
VIRGINIA O Estado, que com Washington e Maryland forma a Região da Capital dos EUA (Crusa), recebeu 95 mil brasileiros ano passado e pretende crescer 15% este ano. Entre as novidades, um mercado de bebidas artesanais em franco crescimento. Virginia está entre os cinco maiores produtores de uva e vinho, além de ver o número de cervejarias crescer a cada ano. Outro atrativo é o Shenandoah National Park, para os amantes de caiaque, rafting e outros esportes de aventura.
PEGASUS BUS Um dos principais e mais conhecidos receptivos da Flórida, com sede em Orlando e filiais em Miami e Fort Lauderdale, a Pegasus Bus agora tem representante no Brasil. É Fernanda Cecco Barone, da Concierge de Viagens. A Pegasus tem frota própria com 30 ônibus com wi-fi e oferece hotéis, ingressos e transporte aos parques e mais variados itinerários na Flórida. Pouco antes do IPW, o receptivo lançou dois ônibus com promoções de destinos: um para o Experience Kissimmee e outro para o Greater Fort Lauderdale.
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ALOHA OF AMERICA
Nick Santos e Alex Leitão, CEO do Orlando City
O Walt Disney World Resort, em Orlando, receberá pela primeira vez eventos privados de Natal e Réveillon. A organizadora das festas, Aloha of America, é especializada no público latino-americano. As prometidas noites serão no Epcot e contarão com personagens da Disney a caráter para as ocasiões. Os ingressos já estão à venda para operadores. “Serão festas muito exclusivas, para 300 pessoas”, adianta a representante brasileira da Aloha of America, Annie Marie Correa.
ORLANDO CITY O time de Kaká celebrou no IPW o sucesso cada vez maior em termos de turismo. Tanto que o estádio particular do Orlando City, que era para ter capacidade de 18 mil pessoas, agora terá de 25 mil a 30 mil. O projeto deve ser concluído no meio do ano que vem. Segundo Nick Santos, representante do setor de Turismo da equipe, “os diálogos com as operadoras brasileiras são cada vez mais intensos, tal como a demanda dos brasileiros pelo acréscimo de um jogo dos Leões em seus pacotes.” Jessica Nardulli e Annie Marie Correa, da Aloha of America
DALLAS Dallas, no Texas, levou ao IPW o lançamento de seu City Pass. O passaporte oferece mais de 40% de desconto em visitas ao Perot Museum of Nature and Science, Reunion Tower Geo-Deck e ao Dallas Zoo. O turista também tem benefícios no acesso ao The Sixth Floor Museum, à George W. Bush Presidential Library, ao Museu e Jardim Botânico Dallas Arboretum. O City Pass Dallas custa US$ 44 para adultos e US$ 30 para crianças com idade entre três e 12 anos.
EAST MIAMI
Vem aí mais um empreendimento de luxo em Miami voltado ao público latino-americano e com foco no brasileiro. Serão duas torres comerciais e duas residenciais, cuja ligação entre elas será por meio de um shopping center de grifes e marcas de alto padrão. Situado no topo do Brickell City Centre também está o Hotel East. A construção deve ser entregue em dezembro, e o shopping em junho de 2016. Quase US$ 2 bilhões foram investidos no East Miami, que levará a bandeira do grupo Swire Hotels.
TEXAS
Em médio prazo, a meta do Texas é receber 100 mil brasileiros - em 2013, foram 70 mil. E de acordo com a especialista de Marketing do destino, Morgan Taylor, o IPW é a prova de que o investimento em capacitação do trade e da mídia no Brasil tem dado certo. “A mídia voltada ao público final nos procurou muito na feira, e isso é porque o interesse de seus leitores aumentou. Sinto que os brasileiros estão começando a entender que o Texas é capaz de oferecer tudo o que eles apreciam nos Estados Unidos”, avaliou Morgan. Viagens de moto, eventos esportivos, compras e o novo City Pass de Dallas estão entre as principais novidades.
--- O Jornal PANROTAS viajou a convite da US Travel Association e Tam, com proteção GTA
18 Eventos
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> Claudio Schapochnik — Marrocos
Buscando soluções
Grupo de abavianos posa para a foto na Medina em Marrakech
NA REUNIÃO INTERNACIONAL 2015 DA ABAV NACIONAL, UM DOS TEMAS MAIS DISCUTIDOS FOI A ABAV EXPO INTERNACIONAL DE TURISMO DESTE ANO, que será realizada de 24 a 26 de setembro, no Anhembi, em São Paulo. O encontro dos abavianos ocorreu este mês, no hotel La Tour Hassan Palace, na capital marroquina, Rabat. A viagem ao Marrocos percorreu ainda as cidades de Casablanca, Fez e Marrakech. “Nossa feira tem agentes de viagens”, enfatizou o presidente da associação, Antonio Azevedo, se referindo à Abav Expo. “Houve uma feira neste semestre que não se viu agentes, e a nossa tem”, alfinetou Azevedo, sem citar nome, durante a coletiva de imprensa. “Em 2014, a Abav Expo recebeu mais de oito mil agentes”, completou ele. “Aqui na Reunião Internacional, houve um consenso de todas as Abav estaduais e do Distrito Federal: trabalhar mais fortemente no sentido de levarem mais agentes à feira”, afirmou Azevedo. “Queremos e vamos motivar nossos associados para conversar com os expositores, que o profissional de fato não passe no estande apenas para pegar material”, emendou ele.
ESTANDES E MAIS TEMPO De acordo com Azevedo, a procura por parte dos expositores segue melhor na área privada e de outros países. “Hoje há mais de 50% do espaço locável reservado de forma firme, ou seja, que acreditamos que seja efetivada,
50 MIL B R A SILEIR OS / A N O A ESTIMATIVA DO ESCRITÓRIO NACIONAL DE TURISMO DO MARROCOS (ENTM) É QUE NOS PRÓXIMOS DOIS ANOS O PAÍS ESTEJA RECEBENDO
cerca de 50 mil visitantes do Brasil por ano. A perspectiva foi apresentada pelo diretor geral da ENTM em Portugal, Abdellatif Achachi, durante a abertura da Reunião Internacional 2015 da Abav Nacional. “Estudamos as preferências dos brasileiros quando vão viajar e, aqui no Marrocos, eles vão encontrar um rico patrimônio histórico e cultural, destinos como as cidades imperiais e o deserto e gastronomia ímpar, entre outros aspectos”, afirmou Achachi, “O Reino do Marrocos é, ainda, um refúgio de paz, com um povo hospitaleiro e tolerante”, destacou o diretor. Nos últimos anos, o número de brasileiros que visitou o Marrocos foi de pouco menos de 25 mil. “Queremos receber 50 mil por ano nos ainda que a economia não esteja tão boa”, ponderou ele. “Portugal, por exemplo, decidiu que terá presença em poucas feiras no mundo, e uma delas é a Abav Expo, cujo estande terá uma área bem grande este ano”, garantiu Azevedo. “É uma notícia que nos deixa muito feliz. Os Estados Unidos também terá uma boa presença.” O horário de funcionamento é novo: será do meio-dia às 20h. No ano passado, começava às 10h. “Atendemos a uma reivindicação dos expositores e visitantes.”
próximos dois anos”, estimou Achachi. Para alcançar seu objetivo, ele enumerou alguns fatos, como os três voos semanais da Royal Air Maroc entre Guarulhos e Casablanca, a inexistência de visto para o brasileiro, a promoção no Brasil (como o
estande na Abav Expo e outras iniciativas junto às agências de viagens e à imprensa) e a parceria com o pool de 12 operadoras que vende o destino. “Nossa ambição é abrir uma representação no Brasil”, finalizou Achachi, sem revelar data. p
Abdellatif Achachi e Antonio Azevedo
Em relação ao Congresso da Abav, Azevedo disse que o tempo das capacitações será ampliado. “Cada sessão – serão três por dia – terá meia-hora a mais, ou seja, passará a ter de uma hora e meia em vez de uma hora. Era uma queixa de muitos agentes, que não tinham tempo de fazer perguntas e por isso decidimos ampliar”, justifiou ele.
EVOLUÇÃO
Na avaliação geral, Antonio Azevedo considerou a reunião, “a última sob sua ges-
tão na presidência”, de forma positiva. “O encontro foi pautado pelo amadurecimento e pela seriedade nos debates. Eu me sinto gratificado em ver todo o Sistema Abav com o foco no caminho certo: a defesa dos agentes de viagens”, afirmou ele. “A reunião foi um sucesso”, resumiu. p
--- O Jornal PANROTAS viajou a convite da Abav Nacional e do Escritório Nacional de Turismo do Marrocos, com apoio de Atlas Hotels, Jardins de L´Agdal Marrakech, La Tour Hassan Palace, Monarch Travel, Alizés Travel, Royal Air Maroc, KTI Voyages e Travel Ace Assistance
Flashes
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Abav no Marrocos
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1 A presidente da Abav-GO, Tereza Augusta de Aquino Melo, comemorou aniversário no almoço em um restaurante de Fez 2 O presidente da AbavMT, Joari Proença da Cruz, o presidente em exercício da Abav-PE, Jorge Sales, e o consultor jurídico da associação, Marcelo Oliveira, adornados como os habitantes do deserto, também em Fez 3 No almoço em Casablanca: o conselheiro Kid Stadler (SC), o presidente da Abav-SE, Sérgio Oliveira, e o diretor de Relações Institucionais, Pedro Galvão (BA) 4 Na Medina em Marrakech: Cruz, Gonçalves e o conselheiro João Ávila (SE) 5 No jantar em Marrakech: o presidente da Abav Nacional, Antonio Azevedo, com a esposa, Maria Cristina, o past president Carlos Alberto Amorim Ferreira e Oliveira 6 No mesmo jantar: o presidente da Abav-RR, Francisco Dorado, Kátia Dorado e o casal Anna Souza e Galvão
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7 Azevedo, o gerente geral da Monarch Travel, Ali Benaddou, o presidente da PANROTAS, José Guillermo Alcorta, e o guia do grupo de abavianos, Khalifa, na casa de shows Chez Ali, em Marrakech 8 O conselheiro Ney Gonçalves (MS), a presidente da Abav-AC, Janete Franke, a presidente da Abav-AM, Maria Helena de Souza Fonsêca, e o conselheiro Francisco Edmilson Rodrigues (CE) no Memorial Yves Saint Laurent, no Jardin Majorelle, em Marrakech 9 No Jardin Marjorelle: Kaká, Maria Cristina, Azevedo e Cruz 10 No hotel Jardins de L’Agdal, em Marrakech: Oliveira, Vitor Bargas Chiganças (Abav Nacional), as presidentes da Abav-RN, Deassis Holanda, Oliveira, e Verônica Patrício de Holanda, da Abav-CE, e o vice-presidente de Turismo Especializado da Abav Nacional, Alessandro Macedo 11 Na praça central da Medina, em Marrakech, Luciana Ferreira, da Abav Nacional, posa com cobra e encantador de serpentes 12 Azevedo entre Lamia El Alaoui e Ghita Sekkat, ambas da Atlas Hospitality Hotels & Resorts
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> Antonio Roberto Rocha, especial para o Jornal PANROTAS
Visão de futuro Formado em Ciências Políticas pela Universidade Americana de Paris, o presidente da Embratur, Vinícius Lummertz, estava no Ministério do Turismo desde setembro de 2012, onde era secretário nacional de Políticas de Turismo, por indicação do PMDB de Santa Catarina. Lummertz foi secretário de Turismo, Esporte e Cultura de Florianópolis e diretor nacional e estadual do Sebrae. Também foi secretário de Estado do Planejamento e Relações Internacionais de Santa Catarina (2007-2010). A indicação dele para a presidência da Embratur foi tanto do partido (PMDB) quanto do próprio ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (também do PMDB). Houve, digamos, convergência política e técnica. Segundo se comenta nos bastidores do Ministério do Turismo, Lummertz é um dos técnicos mais preparados que já passaram pela pasta nos últimos anos. Daí o interesse de Alves em tê-lo na Embratur, pois poderá haver uma junção de ações políticas (do próprio ministro) com conhecimento de turismo (Lummertz). Confira a seguir entrevista exclusiva concedida por Lummertz ao Jornal PANROTAS.p JORNAL PANROTAS — O modelo de gestão da Apex Brasil cabe bem na “nova” Embratur? VINÍCIUS LUMMERTZ — O modelo institucional e de gestão não está definido. Esperamos avançar nessas discussões nas próximas semanas. Qualquer que seja o novo modelo, os direitos adquiridos do quadro de funcionários serão respeitados. JP — A Embratur é uma autarquia atada, como diz o ministro
Alves, que foca apenas no mercado internacional e não permite sequer convênios ou parcerias empresariais. Foi (ou é) falta de visão de governo? LUMMERTZ — Instituições devem estar à frente do seu tempo e não atrás. O atual modelo da Embratur foi concebido em 2003 e trouxe avanços, com maior número de turistas visitando o Brasil, mas agora é o momento de buscarmos um novo modelo. Um modelo que traga mais resultados. O ministro Henrique Eduardo Alves está focado em melhorar o ambiente para investimentos no Brasil. Isto é urgente. Outras medidas importantes são a suspensão de vistos para a América do Norte e as zonas especiais de interesse turístico. JP — Qual é sua principal meta à frente da Embratur? LUMMERTZ — A Embratur, que completa 50 anos em 2016, teve um grande papel no desenvolvimento do turismo no Brasil. Seu passado deve ser honrado. E a melhor forma de fazê-lo é fortalecendo sua capacidade de entrega e a ampliação do seu papel na economia brasileira. Além da ampliação da promoção, vamos trabalhar a captação de investimentos estrangeiros, integrando o turismo brasileiro nas cadeias produtivas internacionais. Queremos também que a Embratur trabalhe com a possibilidade do marketing interno, além do internacional. Vamos incorporar nas nossas ações as mais modernas ferramentas de comunicação digital, acompanhando as evoluções que estão ocorrendo em entidades semelhantes ao redor do mundo, adaptando-as à realidade brasileira. JP — Os Jogos Olímpicos serão melhores, turisticamente, do que a Copa do Mundo? LUMMERTZ — São eventos com características diferentes. Nosso grande desafio é repetir nos Jogos Olímpicos o mesmo sucesso
da Copa do Mundo. Nós temos um quadro bom no Rio de Janeiro, que é uma das cidades que mais recebe investimentos no mundo. Porém, lá há um conflito social que existe e está presente. Fora isso, os Jogos Olímpicos são uma grande oportunidade de mostrar que existe um novo Brasil. O Brasil já foi um País aberto e hoje nós somos fechados. Nós somos um País de ideias muito recorrentes. E o turismo, tanto para ir quanto para voltar, é uma forma de abrir esse país. JP — O Nordeste deve mesmo se vender em bloco? E o Sul? Dá para comercializar Gramado e Florianópolis no mesmo pacote?
LUMMERTZ — Devido às dimensões, cada região do Brasil tem suas peculiaridades. Por meio de parcerias vamos avaliar junto aos Estados e municípios qual a melhor maneira de comercializar cada destino turístico. JP — As capacitações no País pararam? O turismo brasileiro perde com a falta de manutenção de ações como o Pronatec? LUMMERTZ — As capacitações não pararam. Como já disse o ministro Renato Janine Ribeiro (Educação), esse é um ano atípico, depois de 12 anos de investimentos crescentes em educação. Apesar da redução de recursos, o Pronatec vai
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oferecer mais de um milhão de vagas neste ano. A saída é retomarmos o crescimento econômico. JP — Sebrae e Fecomércio dão o apoio necessário ao setor de Turismo? Cumprem bem seus papéis? LUMMERTZ — Queremos ampliar nossas parcerias com o setor privado e com instituições da área de Turismo, como Sebrae e Fecomércio. Vamos atuar para que o trabalho da Embratur esteja alinhado com as ações do Sebrae, da Fecomércio e da CNC. Afinal, o setor de Turismo é composto principalmente por micro e pequenas empresas de comércio e serviços. JP — A produção associada ao turismo anda esquecida. Qual o caminho para valorizar os municípios com potencial agregado? LUMMERTZ — A Embratur vai se alinhar com o trade. Trabalhar para o trade não funciona, é preciso trabalhar com ele. Em feiras, missões e demais ações, a Embratur deve sintonizar os agentes de mercado e não repetir o que se fazia no passado. O turismo deve ser visto como uma mola propulsora da economia. E para isso vamos aprofundar negociações com os municípios e Estados para implementar medidas que possam explorar o potencial de cada município. JP — Quais os mercados internacionais prioritários para a Embratur no momento? LUMMERTZ — Em um primeiro momento, o foco continua sendo os países do continente americano, não só pela proximidade geográfica, mas porque são a origem da maior parte dos estrangeiros que visitam o Brasil. Mas, no médio e longo prazos, precisaremos ampliar ações na Europa e na Ásia, em especial na China. Neste ano, segundo estimativa da OMT, os chineses farão mais de 100 milhões de viagens ao estrangeiro e, até, 2020 esse número deverá duplicar. p
Lummertz busca formas de melhorar a atuação da Embratur
24 Aviação
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> Artur Luiz Andrade
Aérea conectada UMA COMPANHIA AÉREA LOW COST/LOW FARE TEM SERVIÇOS LIMITADOS POR NATUREZA. NADA DE COMIDA GRATUITA E
muito menos quente, classe executiva nem pensar, regras rígidas de bagagem e mudança de voos... Itens que, em muitos casos, irão gerar
receita adicional (ancillaries) para essa mesma empresa. Na Europa, onde as low cost são mais agressivas, a passagem aérea pode custar 20 euros, mas comprando serviços extras esse valor mais que dobra. No Brasil, a low cost nacional mais reconhecida por atuar nesse segmento é a Gol Linhas Aéreas, que, no entanto, passou a atender o viajante corporativo, especialmente depois da compra da Varig. Algumas mudanças em seu produto foram feitas para atender esse passageiro, como o projeto Gol +, que aumentou o espaço entre as poltro-
Diagrama das alterações necessárias para instalação do sistema de wi-fi e entretenimento da Gogo
nas e chega ao luxo de deixar sete fileiras sem ocupação nos assentos do meio na ponte Rio-São Paulo. Mas o Gol + também atendeu ao perfil low cost da empresa, pois a frota de Boeing foi toda padronizada com o mesmo conceito, e assim um avião pode fazer tanto o trecho Rio-SP quanto um voo doméstico ou mesmo internacional. Isso gera menos tempo no solo, substituição mais rápida de aeronaves, mais pontualidade, entre outros ganhos. “Nosso nome desde o começo enfatiza a inteligência a serviço do cliente e da filosofia da empresa, a inovação está em nosso DNA. Somos liderem em quantidade de assentos classe A da Anac, com 48%, em vendas no mercado corporativo e pontualidade”, disse o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, na apresentação de um novo passo na história da empresa, de olho no que quer o cliente e no que pode trazer mais receita à companhia. A partir de 2016, a Gol passa a oferecer um sistema de entretenimento e wi-fi a bordo de suas aeronaves no Brasil e para o Exterior. A previsão é de que até 2018 toda a frota de 140 aeronaves esteja equipada com o sistema, fornecido pela Gogo, empresa que tem clientes como Delta e American Airlines. Todo o conteúdo será acessado a partir dos dispositivos móveis do próprio passageiro. Parte desse conteúdo, como TV ao vivo, filmes de catálogo, música e jogos, será gratuita, e parte cobrada do passageiro, como uso do wi-fi, filmes que estão no cinema e outros serviços ainda não especificados. Segundo Kakinoff, não há limite de uso a bordo (nem em quantidade de pessoas e nem em conteúdo acessado), sendo que para baixar vídeos será necessário um pacote robusto. “Mas acredito que 95% das necessidades serão atendidas com o pacote regular”, afirmou. O preço do serviço de wi-fi deve seguir padrões mundiais e ficar entre US$ 10 e US$ 20 o pacote mais comum (a precificação pode ser por hora, dias, mês ou duração do voo, dependendo do serviço adquirido), mas para os clientes Smiles diamante e ouro os preços devem cair para de US$ 3 a US$ 5. “Os nossos clientes sabem que somos uma empresa de baixo custo,
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Corporativo
p r im eir o ?
O presidente da Gol, Paulo Kakinoff revelou que 55% dos passageiros da Gol são viajantes a trabalho e 45% a lazer, e que a
instalação do wi-fi e do novo sistema de entretenimento não obedecerá qualquer ordem de privilégio, por causa do sistema de frota padronizado, em que uma aeronave pode atuar de manhã em uma rota e à tarde em outra diferente. “Assim, todos os segmentos experimentarão o novo sistema ao mesmo tempo. Outras mudanças menores virão, mas Kakinoff acredita que o novo sistema é um marco na história da baixa tarifa, e que isso implica em não oferecer alguns serviços. Mesmo assim, a conectividade sempre está na lista de sugestões em relação ao que podemos melhorar. Achamos uma empresa que atende ao que precisamos”, continuou Kakinoff. Segundo ele, o break-even da operação é baixo e a empresa conta com a receita auxiliar do viajante conectado para aumentar seus ganhos. A aérea não revelou o investimento feito, e disse que a instalação da antena e do sistema leva três dias, no Centro de Manutenção próprio em Confins (MG). Segundo Kakinoff, a companhia conheceu sistemas de entretenimento de 20 outras empresas ao redor do mundo, inclusive de parceiras, como a Delta, e optou pelo sistema com “menor restrição em relação à transmissão de dados” e que o passageiro acessa a partir de seus aparelhos móveis. O sistema permitirá que o passageiro se conecte ainda em solo, mas essa funcionalidade depende de aprovação das autoridades regulatórias no Brasil. Quanto à aprovação dos demais serviços, a Gol acredita que será normal, pois já há companhias estrangeiras oferecendo wifi em voo ao Brasil. A Gol já teve uma experiência com entretenimento a bordo, o Gol no ar, que funcionava off-line, com conteúdo carregado em terra. “Permitia 25 acessos por voo e posso dizer que era 1% da utilização do novo sistema”, contou Kakinoff. p
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companhia, “ratificando o nosso DNA de inovação”. Ele afirma que a Gol será a primeira empresa aérea da América do Sul a ter wi-fi a bordo e que não vê qualquer movimento dos concorrentes nesse sentido. O acordo marca a entrada da Gogo no Brasil e a introdução no mercado de uma antena de última geração, modelo 2Ku, que terá comunicação e serviço de satélite de última geração, além de IPTV, o mais novo método de transmissão de sinais televisivos e do sistema de streaming para filmes e outros. “A Gol é a primeira companhia aérea a ser atendida pela Gogo na América do Sul
Paulo KaKinoff e Paulo Miranda, presidente e diretor de Produtos da Gol, respectivamente
e é ainda a primeira empresa a fechar acordo com o serviço de televisão, que representa a maior parceria com a tecnologia 2Ku fora da América do Norte”, diz Michael Small, presidente da Gogo. A companhia atua com mais de 2,3 mil
aeronaves comerciais equipadas com seus serviços em oito grandes companhias aéreas, entre elas a Delta Air Lines, parceira da Gol. Mais de 6,7 mil aeronaves executivas operam com suas soluções.p
26 Destinos
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> Henrique Santiago
Crescer no Brasil
Kate Richardson, diretora da Secretaria de Turismo de Saint Martin
Se você pensa em conhecer a ilha caribenha de Saint Martin/St. Maarten, as possibilidades se multiplicarão em um breve futuro. É o que afirma a diretora da Secretaria de Turismo de Saint Martin, o lado francês do destino, Kate Richardson, que em sua segunda visita ao Brasil revelou ao Jornal PANROTAS novidades para o mercado nacional.
Kate Richardson se reúne com a equipe da Cap Amazon, representante do destino no Brasil
“Nós vamos lançar uma campanha de marketing com nova marca e novo slogan dentro dos próximos meses”, afirmou, sem revelar mais detalhes sobre o processo. Confiante no turista brasileiro e na nova ação, a dirigente destacou o interesse da ampliação de frequências de voos oferecidos pela Copa Airlines.
“A companhia realiza entre três e cinco saídas semanais no Panamá, dependendo da alta temporada. Mas nós esperamos, talvez em dois anos, tornar essas saídas diárias”, comentou, acrescentando ainda que a Delta Air Lines e a low cost Jet Blue, ambas americanas, também se conectam à ilha caribenha.
LIDERANÇA
Tamanha aposta no Brasil se reflete em números. De acordo com Kate, o País foi responsável pela emissão de sete mil turistas em 2014, sendo o líder da América do Sul. “A Argentina e a Venezuela, que tem uma colônia em Saint Martin, são o segundo e terceiro países de maior representatividade para a ilha, respectivamente. A Colômbia, assim com o Chile, também tem apresentado um interesse crescente para o destino”, afirmou. Mas nada se compara com o Brasil, atesta Kate. No ano passado, a América do Sul registrou a ida de 12 mil turistas, dos quais, como apresentados, sete mil apenas brasileiros. Em nível mundial, o mercado nacional ainda é pequeno comparado ao número de visitantes que a ilha recebeu no último ano: 2,2 milhões, dos quais 1,7 milhão chegaram ao destino pelo mar, a bordo de cruzeiros marítimos. O “jovem mercado brasileiro”, porém, não preocupa o destino. Por meio da Cap Amazon, Kate revela que houve aumento de 50% de turistas nos últimos três anos. “Não é uma ação diária, mas a Cap conversa com o agente de viagens e com o operador para apresentar Saint Martin, suas vantagens e atrações, algo que não acontecia antes dessa parceria”, destacou. E, para este ano, espera-se que os sete mil turistas sejam superados. “Como a ilha é a mais cara do Caribe, o brasileiro que vai tem muito dinheiro”, assegurou. Mas os afortunados não têm características específicas. “Nós recebemos casais, famílias com crianças, parentes, jovens, enfim, Saint Martin sempre tem algo para você fazer de acordo com a sua disposição”, finalizou.p
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Mercado
Rede de boatos A instabilidade econômica no mercado de viagens, aliada à recente queda da Nascimento Turismo, foi o
combustível que a indústria da fofoca precisava para circular pelos quatro cantos do País espalhando e plantando sementes que, na maioria dos casos, tendem a não prosperar. A fumaça negra que paira na indústria parece não ter foco, nem ponto de saída, mas está sendo bastante utilizada em tempos de prejuízos, vendas, desespero, medo legítimo e pura especulação. A resposta aos falsos indícios está sendo encabeçada pelas próprias vítimas, por meio de comunicados ao trade, entrevistas à PANROTAS e eventos de autoafirmação. Abav-SP e Braztoa também se manifestaram, mas por meio de artigos recheados de críticas aos inimigos anônimos. Por meio de comentários, os profissionais se mostram divididos. Enquanto uns apoiam os “alertas informais”, com a justificativa de que é preciso se precaver e saber o que realmente está acontecendo, outros colocam-se ao lado dos alvos, opinando que boatos só prejudicam e geram insegurança exacerbada, prejudicando os que, mesmo batalhando para conquistar bons resultados, têm de lutar contra a desconfiança gerada por outras empresas. O VP executivo do Sistema Reserve e da Solid Corporate Travel, Luís Vabo, posicionou-se por meio do blog Distribuindo Viagens, hospedado no Portal PANROTAS. O dirigente considera que “falar mal do outro, em especial de um concorrente, é estratégia velha e corroída, mas ainda utilizada por quem não tem outra melhor”. Já o fundador e presidente da Avant Garde Participações, Sidney Alonso, preferiu adotar uma velha opinião do interior para despachar o assunto. No blog Sem Fronteiras, o post “Vai Capinar um Lote!” sugere que os bisbilhoteiros arrumem trabalho para ocupar os dias. O editor-chefe do Jornal PANROTAS, Artur Andrade, exibiu no blog Sem Reserva toda a complexidade que envolve pedidos de comprovantes de saúde financeira das empresas. “Como a Abav faria para exibir, aos consumidores, as
certidões de suas 3,4 mil associadas? E quem não for associado a qualquer entidade? A solução é uma black list de operadoras? E outra de agências? E outra de freelancers, companhias aéreas, locadoras, hotéis… Se alguém queria assustar o passageiro, já o fez.” O debate está aberto a todos que querem contribuir. Acesse a blogosfera do Portal PANROTAS e confira esses e outros artigos na íntegra.p
Sidney Alonso, Luís Vabo e Artur Luiz Andrade: blogueiros PANROTAS abordam indústria de boatos no turismo
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Mercado
Próximos anos O NÚMERO DE TURISTAS INTERNACIONAIS NO MUNDO TODO DEVE CRESCER EM UMA MÉDIA ANUAL DE 3,3% ATÉ 2030.
UNWTO Tourism Towards 2030: fatos e previsões entre 1950-2030/OMT FATOS
PREVISÃO
Chegadas de turistas internacionais (milhões)
1.800
1,8 bi
1.600 1.400 1.200 1.000
África Oriente Médio Américas Ásia e Pacífico Europa
1,4 bi
940 mi
800 600 400 200 0
Fonte: OMT
Em números absolutos, isso significa 43 milhões a mais de chegadas por ano, bem acima das 28 milhões por ano registrados no período de 1995 a 2010. Os dados são do estudo UNWTO Tourism Towards 2030, da Organização Mundial do Turismo (OMT), que mapeia as tendências do setor no período de 2010 a 2030. Seguindo essas projeções, a chegada de turistas internacionais deve alcançar a marca de 1,4 bilhão até 2020 e 1,8 bilhão até 2030. Os destinos de economias emergentes devem crescer o dobro em visitantes internacionais em comparação com os mais desenvolvidos economicamente. Entre eles, se destacam os países emergentes da Ásia, América Latina e Central, Oriente Médio e África. Eles crescerão 4,4%, enquanto os mais avançados aumentarão 2,2% em chegadas de turistas estrangeiros. Como consequência, os desembarques nesses países emergentes devem superar os de maior economia antes de 2020. Em 2030, 57% das chegadas internacionais serão em destinos de economias emergentes, bem acima dos 30% de 2018. As regiões de maiores crescimentos serão Ásia e Pacífico, onde as chegadas internacionais devem crescer de 331 milhões para 535 milhões em 2030 (4,9% em média anual). Nas Américas, esse número vai de 150 milhões para 248 milhões.p
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Hotelaria
Investimento tailandês O Minor Hotel Group (MHG) investirá US$ 20 milhões nos dois hotéis da marca Tivoli no Brasil. No País, em janeiro, o MHG adquiriu o Tivoli Ecoresort Praia do Forte (BA), arrendou o prédio da família Mofarrej — onde opera o Tivoli São Paulo Mofarrej — e comprou o direito de uso do nome Tivoli junto ao grupo português Tivoli Hotels & Resorts. “Daqui a seis meses vamos começar a investir esse valor na infraestrutura dos dois hotéis”, afirmou, em entrevista exclusiva, o CEO do MHG, Dillip Rajakarier. Ele veio ao Brasil com outros execuitvos da empresa para, oficialmente, conhecer as duas propriedades. No hotel paulistano, Rajakarier adianta que 110 apartamentos vão passar por uma grande modernização para tornarem-se suítes. “Os elevadores serão trocados e vamos abrir um novo restaurante”, diz ele. Na Bahia, a unidade passará por obras semelhantes. “Estamos reformando o Kid’s Club, construiremos mais uma piscina e reformaremos também os quartos, as áreas públicas e as piscinas.”
AGENTES
“Os agentes de viagens são nossos grandes parceiros”, destaca o CEO. “Eles têm nosso apoio para treinamentos, material promocional, famturs e outras ações, sempre com nossa equipe própria e dos nossos representantes.” No Brasil o Minor é representado pelo YHM Group: Leonardo Melro e Clara Campos atendem pelos e-mails lmelro@minor.com e ccampos@ minor.com. Com sede na Tailândia, o Minor soma 133 hotéis e resorts em 22 países que operam sob seis marcas – as mais conhecidas pelos brasileiros são a Tivoli e Anantara.p
O CEO do MHG, Dillip Rajakarier
30 Destinos
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> Raphael Silva – Nova York (Estados Unidos)
Sempre Nova York A vista do skyline de Nova York é uma das atrações gratuitas da cidade
Aconteceu, entre 12 e 15 de junho, o primeiro Mega Famtrip realizado pela Delta Air Lines, Starwood Hotels e NYC & Company. O objetivo da viagem foi um só: levar cerca de 60 profissionais do trade de cinco países diferentes da América Latina para conhecerem um pouco mais do que eles chamam de a “nova” Nova York. Atrações, acomodações, serviços, promoções e tudo o que está relacionado a uma viagem à Big Apple foram o foco da organização ao longo dos quatro dias. Só no último ano, a cidade recebeu um número recorde de 56,4 milhões de visitantes, e agora a previsão é de que chegue a 67 milhões até 2021. Para a diretora de desenvolvimento turístico para a América Latina do NYC & Company, Luisa Mendoza-Chavez, Nova York é um destino que precisa ser conhecido mais a fundo, para que os visitantes passem a desfrutar ainda mais do que a cidade tem de melhor. “Nova York é para todos, desde o mais novo ao mais velho. As atrações servem muito bem aos diferentes públicos, culturas e gostos, seja com seus diferentes restaurantes ou pela quantidade de espetáculos e lojas oferecidas pela cidade”, disse Luisa.
HOTELARIA
Junto à diversidade de atrações oferecidas, a Big Apple apresenta proporcionalmente as acomodações adequadas aos visitantes. E com isso os mais de dez estabelecimentos Starwood Hotels em Nova York podem ser usados como exemplo. O grupo hoteleiro garante a quem che-
tours para diferentes locais, desde a Times Square até o mais novo motivo de orgulho dos americanos: O One World Trade Center.
XODÓ DE NY
A bordo do Spirit of New York, o visual da Estátua da Liberdade é um dos destaques
ga a oportunidade de contar com três marcas de hotéis que representam a diversidade da cidade, do tradicional Sheraton, com mais de 70 anos de história, passando pela sofisticação do Westin e seus serviços vip e, por fim, a modernidade e personalidade do W Hotels. “O grupo Starwood conta com diferentes marcas, que oferecem acomodação aos diveros tipos de pessoas que chegam à cidade. Queremos que o público se sinta em casa, seja optando pelo Sheraton, Westin ou W”, disse o diretor de contas da Starwood, Lucas Bonasio.
TRANSPORTE
Por outro lado, algo não é novidade. O sistema de metrô de Nova York pode
até parecer complicado no início, mas as dez linhas férreas que cortam Manhattan podem ser um trunfo aos visitantes. Custando US$2,75 para uma viagem simples, o metrô também conta com tíquete por tempo de uso, com viagens ilimitadas durante um tempo determinado, tendo as opções por US$31 para sete dias ou US$116,5 para um mês inteiro. As estações estão por toda a ilha, conectando pontos turísticos de modo muito mais rápido, além de contar com serviço wi-fi gratuito para os usuários e ar-condicionado dentro de todos os vagões. Os táxis, que também não são novidade, são outra opção para se locomover por Nova York, além dos famosos ônibus conversíveis, que contam com
Situado no 100º andar do novo WTC. O One World Observatory é a bola da vez em Nova York. Desde a abertura oficial, em 29 de maio, o observatório já contabiliza mais de 120 mil visitantes. Por valores entre US$32, para adultos, e US$26, para crianças, é possível passar pela experiência única de ver a cidade a uma altura de 540 metros, fazendo de monumentos como a Estátua da Liberdade parecerem simples brinquedos de tamanho minúsculo. Desde a entrada já é possível ver a multidão aguardando ansiosamente para visitar a atração, que desce as escadas rumo ao Centro Mundial de Boas-Vindas, que conta com uma segurança digna de aeroporto, onde há um telão que apresenta em tempo real o número de visitantes. Após passar por um breve tour pelas fundações do novo prédio, com artes que contam a história da construção do WTC, chega-se aos elevadores, outra atração. Chamados de Skypod, são completamente feitos com telas de led que, ao longo dos 60 segundos que leva a viagem até o topo, apresentam uma animação time-lapse da criação da cidade de Nova York, desde 1890 até os dias atuais. Ao chegar ao 100º andar, o telão da sala Cinema See Forever se transforma em uma grande janela que mostra o primeiro visual panorâmico da cidade, onde, em seguida, o visitante desce ao piso principal do observatório. O local conta com janelas em todos os
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cantos, oferecendo uma vista 360º de tirar o fôlego, além de um guia interativo chamado City Pulse, uma loja com suvenires oficiais da atração e três diferentes opções de restaurantes.
DIVERSIDADE
Além do novo observatório, Nova York conta também com uma infinidade de outras atrações que também merecem a atenção de quem visita a cidade. Desde as clássicas, como o Empire State Building, a Estátua da Liberdade e o Museu Metropolitan, até algumas menos badaladas, como o 9/11 Memorial e o Top of the Rock, podem ser visitadas com o New York Citypass. O serviço dá ao visitante a possibilidade de desfrutar de diversas atrações a um preço fixo e único: US$114. São seis opções que, juntas, resultam em uma economia de 42% em relação ao valor de todas adquiridas individualmente. Já a famosa visita à Estátua da Liberdade pode ser feita de um jeito diferente. Com a Entertainment Cruises é possível realizar o passeio em um dos barcos da companhia, que contam com pista de dança e DJ ao vivo, além de opções de bar e alimentação inclusos. A rota sai do Pier 62, passando pelas pontes do Brooklyn e Manhattan, chegando à ilha da Liberdade, onde fica o monumento. Durante o percurso, a atenção é voltada às belas paisagens oferecidas pelo passeio, com destaque para o Skyline de Nova York — vista dos prédios no horizonte da ilha de Manhattan —, seja durante a tarde ou até mesmo à noite. Do outro lado do rio Hudson, o Hush Hip Hop Tours leva os visitantes a conhecerem o Brooklyn com foco no estilo musical local. Comandado pelo ex-produtor musical Uncle Ralf, o tour mostra um lado cultural com informações de artistas que viveram no distrito e que são tidos como símbolos, como Jay-Z e Notorious Big. Também é mostrada a evolução do Brooklyn nos últimos anos, passando de um local perigoso a uma das áreas mais agradáveis do subúrbio de Nova York. > Continua na pág. 33
Prédio mais alto do ocidente, o WTC tem 540 metros de altura
Wonderful Room é o quarto “standard” do W New York
Flashes
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Famtrip Delta, Starwood NYC & Company
1 Os brasileiros marcaram presença no evento que celebrou o início da viagem 2 Carol Pestana, da Agaxtur, e Bianca Motta, da MMTGapnet 3 Fellipe Evandro Cardoso, da Flytour Eventos, Andrew Bodziak, da Starwood, e Sean Verney, do Westin New York at Times Square 4 O espetáculo do Blue Man Group foi uma das atrações visitadas pelo famtrip 5 O grupo com cerca de 60 profi ssionais se reuniu na suíte do W Times Square para dar início ao famtrip 6 Luiza Mendoza-Chavez, do NYC & Company 2
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11 7 Representantes do NYC & Company para a América Latina participaram do passeio no barco Spirit of New York 8 Durante o Hush Hip Hop Tour, o grupo se reuniu com o ex-produtor musical Uncle Ralf para uma foto ao lado da ponte do Brooklyn 9 Os brasileiros do famtrip visitaram topo do novo One World Observatory 10 Roberto Girotti e Danilo Barbizan, da Delta 11 Angela Banzai, da Tourhouse, Glen Gamper, da TGK Mice, Juliana Balancin, da Trend Operadora, e Renato Oliveira, do NYC & Company
< Continuação da pág. 31
ELITE
O fim da viagem traz consigo, na maioria das vezes, um sentimento de tristeza, seja pelo término da experiência ou até pelo tempo em que leva um voo entre os Estados Unidos e o Brasil. Porém, quando há condições de se contar com uma classe executiva, a tristeza acaba nem sendo tanta. Quando se adquire um bilhete aéreo da Delta Business Elite/Delta One o passageiro também garante o direito de check-in rápido e acesso diferenciado pelo Sky Priority, além de uma entrada ao Delta Sky Club, lounge vip da aérea disponível em 50 aeroportos ao redor do mundo. Nele, é possível desfrutar do serviço de alimentação, com jantar, lanches, aperitivos e bebidas inclusos, além de poder tomar um banho em uma das cabines com chuveiro e utilizar o wi-fi de alta velocidade. Dentro do avião, os assentos que se tornam camas, com 180º de inclinação, são um dos benefícios de quem opta por voar na Business Elite/ Delta One. Ao chegar, o viajante ganha um kit de amenidades, além de poder usar o edredon e travesseiro Heavenly Bed, roupa de cama fornecida pela parceria com o Westin Hotels, tomada e USB para carregamento de dispositivos eletrônicos. O serviço Delta Club garante opções de entrada, prato principal e sobremesa para voos noturnos, enquanto, pela manhã, um café da manhã é servido pelos atendentes. Ao fim da experiência, resta somente as energias recuperadas pelo bom sono da noite no assento-cama, e boas histórias sobre a viagem à Nova York. Para o gerente executivo para a América Latina e Caribe da Delta, Roberto Girotti, esse famtrip apresenta o melhor dos produtos da aérea para os profissionais do trade. “Eventos como este são muito importantes, tanto para o relacionamento profissional quanto para a apresentação das marcas. Tenho certeza de que todos os envolvidos estão satisfeitos com os resultados e espero que os convidados tenham desfrutado de tudo o que lhes foi apresentado durante este final de semana em Nova York”, disse.
A330 NO BRASIL Com o objetivo de melhorar a qualidade dos produtos para o mercado brasileiro, a Delta trará, até o final do ano, o A330, que substituirá o Boeing 767 na
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rota entre Rio de Janeiro e Atlanta. “Temos muito para crescer no Brasil. A chegada do novo A330, assim como a recém-anunciada rota entre São Paulo e Orlando, são algumas das ações da Delta para melhorar os produtos levados aos brasileiros”, afirmou Roberto Girotti. Em relação ao atual 767, a nova aeronave conta com 15% mais espaço interno, além de apresentar a nova configuração para a classe executiva, com poltronas em um ângulo lateral em relação à janela. “Essa configuração é diferente dos modelos que já atuam no Brasil, e creio que torna a experiência de quem viaja na Business Elite/Delta One ainda mais completa”, finalizou.p
--- O Jornal PANROTAS viajou a convite da Delta Air Lines, Starwood Hotels e NYC & Company, com proteção GTA
Na Delta One (Business Elite), o passageiro conta com uma poltrona que reclina 180º, kit de amenidades Tumi, fones de ouvido anti-ruído e roupa de cama Heavenly Bed
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> Renê Affonso de Castro
Retaliação
A POLÊMICA ENVOLVENDO O GRUPO LUFTHANSA E A TÃO CRITICADA DISTRIBUTION COST CHARGE (DCC) NÃO TEM data para terminar. O último capítulo dessa história – sem indícios de final feliz – foi protagonizada por associações de agências de viagens francesas. Juntas, Cediv, Manor, Selectour Afat e Tour Com
resolveram tomar uma medida extrema e recomendaram às cerca de 2,4 mil associadas evitarem desde já as vendas de voos das empresas do grupo (Lufthansa, Austrian Airlines, Brussels Airlines e Swiss). A medida foi amplamente anunciada como resposta à decisão do conglomerado em introduzir uma taxa de 16 euros por reserva de bilhete feita via GDS.
As entidades argumentam que a taxa DCC vai contra a transparência de conteúdo do transporte aéreo e penaliza os profissionais da distribuição ao complicar a comparação de tarifas. “O Grupo Lufthansa demonstrou uma agressividade injustificada face às agências de viagens e os seus clientes”, criticaram os agrupamentos. Já o presidente do Sindicato Nacional
de Aências de Viagens francesas (Snav), Jean-Pierre Mas, quer ir além e já estuda ações jurídicas a para impedir que se crie uma “distorção da concorrência”. A Lufthansa, em espécie de inferno astral desde o acidente da Germanwings, ainda passa por demoradas negociações trabalhistas, que incluem ameaça de greve dos seus funcionários.
OPINIÕES NA BLOGOSFERA DO PORTAL PANROTAS, O TEMA ESTÁ GERANDO DISCUSSÕES CALOROSAS. NO POST “LH VS GDS VS
Agentes”, da página Consolidando, mantida pelo diretor executivo da AirTkt, Cássio Oliveira, uma trilha histórica sobre a criação dos GDSs e a evolução da relação com as aéreas chega a algumas conclusões. A mais preocupante é se as companhias estão, de fato, inclinadas a se livrarem de qualquer tipo de intermediação, incluindo as agências de viagens. Dúvidas sobre como seriam feitos rotineiros processos de remissão, reembolso, remarcação e inclusão de destinos “off-line” completam a análise do dirigente, que deixa claro em sua conclusão que as consolidadoras investem pesado em distribuição
Alexandre Camargo
Cássio Oliveira
e são parceiras essenciais no agenciamento de viagens. Novos tempos estão por vir? Já no blog Levantando Voo, do diretor B2B da Best Day Brasil, Alexandre Camargo, alusões a Neymar e Booking.com foram utilizadas para estabelecer um paralelo sobre a relação de dependência que as companhias aéreas têm com os GDS. Na opinião de Camargo, “não precisa ser nenhum expert em negociações comerciais para perceber que a taxa criada pela Lufthansa é apenas uma estratégia para forçar as empresas de GDS a negociar uma redução de custos”. A pergunta, porém, é uma só: quem vai vencer este embate? Ninguém, segundo o blogueiro. Confira as análises na íntegra nos blogs do Portal PANROTAS.
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Gente
Recomeço Após 18 anos dedicados à Nascimento Turismo, Silvia Bruna (foto) desligou-se do departamento de Vendas da matriz da empresa, em São Paulo, e decidiu seguir carreira solo. Com a recuperação judicial da operadora em andamento, a executiva não enxergou outra saída a não ser investir na própria experiência como consultora de viagens. Foi aí que nasceu a Diferenza Turismo, a primeira oportunidade legítima vislumbrada em meio à crise que enfrenta uma das maiores operadoras do País. Aplicando a teoria na prática, Silvia convidou os também ex-Nascimento Carlos Francisco e Marinella Cammarota, com 13 e quatro anos de casa, respectivamente, e divulgou sua nova empreitada com o que tinha em mãos: telefone, relacionamento e redes sociais. “Eu publiquei em meu Facebook [sobre a agência] e deixei o número do meu celular para contatos. Desde os meus tempos na Nascimento eu sempre procurei estreitar os relacionamentos com os clientes”, destacou. Com previsão de fechar o quadro de funcionários em cinco profissionais, Silvia adiantou que uma quarta pessoa, também ex-Nascimento, já foi contratada, porém, não revelou seu nome. De acordo com ela, a aposta já rende bons números. “Em 15 dias, nós vendemos R$ 260 mil, dos quais 12 são pacotes internacionais e dois nacionais”, disse. “Vendemos exatamente o que oferecíamos na Nascimento: roteiros voltados ao lazer com forte presença no internacional, uma vez que 75% do meu negócio era voltado para esse mercado, com destaque para Europa, Estados Unidos e Caribe, e 25% para o doméstico”, destacou. Ao falar sobre a Nascimento, Silvia revela que sabia que as coisas não andavam muito bem para a operadora, mas não esperava o pior. “Eu fiquei muito abalada. Nunca imaginei que aconteceria isso [recuperação judicial]. Mas eu estou na torcida para que a Nascimento reencontre o seu caminho”, finalizou.p
informações www.diferenzaturismo.com.br
Site da nova empresa
Destinos
Passeio privilegiado A Buenos Aires Bus é o meio de transporte ideal para conhecer os principais pontos turísticos da capital argentina, já que o turista não apenas receberá informações sobre o que visita, como também poderá descer nos lugares de seu interesse, criando seu próprio circuito Vale destacar que desde o início das operações, em maio de 2009, o ônibus transportou mais de 1,6 milhão de passageiros e, somente nos primeiros cinco meses de 2015, um total de 115.108 pessoas optaram pelo serviço. Do total de seus usuários, 25,5% são argentinos e o restante é estrangeiro. Entre os turistas internacionais se destacam os vindos do Brasil (32,3%), dos Estados Unidos (5,1%), da Colômbia (4,2%) e Espanha (3,7%). “Nosso cliente mais forte é o latino-americano, e por ele levamos a cabo ações de promoção em nível regional, junto à Entidade de Turismo da Cidade Autônoma de Buenos Aires e à Câmara de Turismo, como também estamos realizando um forte investimento em redes sociais”, comentou o diretor da Buenos Aires Bus, Gustavo Garófalo. Desde o começo das operações, o ônibus foi incorporando mais atrativos. No total, o circuito tradicional conta com 25 paradas em um percurso de três horas e quinze minutos, enquanto que o circuito Azul inclui o Planetário, Rosedal, o Bairro Chinês, o Está-
Com mais de 1,6 milhão de passageiros transportados, o ônibus é preferência nacional e internacional
dio Club Atlético River Plate, a Terra Santa e o Aeroparque Jorge Newbery. A empresa dispõe de 18 veículos, um exclusivo para o circuito Azul que sai a cada hora. A frequência do percurso tradicional é de aproximadamente 20 minutos. O serviço funciona em todos os 365 dias do ano. Além disso, o Planetário e Rosedal são pontos de encontro entre os dois circuitos, permitindo que os turistas troquem facilmente de transporte para continuar descobrindo as belezas da cidade. Entre as novidades, Garófalo anunciou que estão desenvolvendo um boleto mais tecnológico e um sistema de avisos de chegada
do próximo ônibus à parada. Ainda, o dirigente afirmou a aquisição de dois ônibus zero quilômetro. Os tíquetes podem ser adquiridos nas “paradas zero”, no Centro de Informação Turística de Recoleta, no Shopping Paseo Alcorta, através do site www.buenosairesbus.com. Já a bordo dos ônibus, só são aceitos pagamentos em pesos.
SERVIÇOS A BORDO Os turistas são recebidos por um chofer e um guia turístico trilíngue. Os ônibus contam com um sistema de
áudio conectado a um GPS, que proporciona a informação do lugar que se visita. Desta forma, são entregues fones de ouvido para que os passageiros possam ouvir a gravação em oito idiomas: espanhol, inglês, português, alemão, italiano, francês, mandarim e japonês. “A vantagem comparativa de Buenos Aires Bus é o serviço Hop On Hop Off, que permite ao turista criar seu próprio circuito de visitas, subindo e descendo nos pontos que são de seu interesse”, disse Garófalo. Ainda, os passageiros recebem um mapa informativo e uma revista com a agenda cultural do governo da cidade. p
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> Artur Luiz Andrade
De volta ao trilho
Louis du Plessis e Marc S. Cavaliere, da SAA: visita a São Paulo
No final de 2014 a South African Airways (SAA) anunciou um plano emergencial de recuperação, depois de problemas de má gestão, que desviaram a empresa de seu plano de longo prazo (Long-Term Turnaround Strategy), e dos reflexos da queda de demanda de viagens devido ao surto de ebola em alguns países da África. O plano de 90 dias visava recolocar a companhia no trilho da sustentabilidade, cortando custos, mudando processos de gestão e buscando parcerias. O plano foi realizado e aprovado pelo conselho da companhia aérea e teve como consequências a suspensão de rotas deficitárias, como Mumbai, na Índia, e Beijing, na China, o aumento dos acordos de code-share e, a instalação de melhores processos em diversas áreas. Um dos maiores destaques dessa
fase foi o anúncio de um acordo com a Etihad Airways, que culminou com o início de voos da SAA para Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, e o code-share com a companhia árabe para a Índia. No Brasil, mais mudanças. Há duas semanas a SAA anunciou a saída de três executivos: Nelson Oliveira, country manager, com quase 25 anos de empresa, Jairo Ribeiro, gerente de Aeroporto, e Vitor Correa, gerente financeiro. A empresa não entrou em detalhes sobre a mudança e disse estar olhando para frente, em um novo momento, de crescimento de rotas e parcerias e de ajustes pontuais, de acordo com os diversos cenários no mundo. Segundo o chefe global de Vendas e Alianças da SAA, Louis du Plessis, baseado em Johanesburgo, em entrevista exclusiva ao Jornal PANROTAS, na sede da companhia, em São
Paulo, os mercados emissores estão voltando e o medo do ebola já não existe mais. Ele atribui à desinformação sobre a doença e sobre o tamanho da África as causas para que a demanda para o continente e para a África do Sul caísse. “Houve exageros, especialmente na Ásia e nos EUA”, avalia Cavaliere. O problema pontual agora está no Brasil, com a crise econômica ainda impactando os resultados da empresa. Com isso a SAA decidiu cortar uma frequência semanal, saindo de 11 para dez voos do Brasil para Johanesburgo, mas Louis du Plessis acredita que ainda seja necessário, até o final do ano, cortar mais dois voos no mercado brasileiro. “Sabemos que é algo temporário, ainda queremos operar duas vezes por dia do Brasil para a África do Sul”, afirmou. Plessis e o vice-presidente executivo para a América do Norte, Marc S. Ca-
valiere, que fica em Fort Lauderdale, na Flórida, estiveram no Brasil para reuniões com a equipe, que agora se reporta diretamente a Cavaliere. Isso já aconteceu anteriormente e a SAA decidiu voltar com a unificação da área Américas. Um novo gerente será contratado e o VP acredita que em um mês tenha anúncios para serem feitos em relação à equipe no País. “Vamos aproveitar essa mudança (na equipe) e olhar para as oportunidades que se abriram, para novas práticas que serão benéficas e até mais econômicas para a companhia, mesmo não tendo sido esse o objetivo da troca de pessoas no Brasil. Haverá mais sinergias entre a equipe brasileira e a norte-americana”, disse Cavaliere. Ele, aliás, é conhecido no Brasil por ter dirigido a Pan Am no fim dos anos 1980 e começo da década de 1990. Também foi da TWA e da Braniff.p > Continua na pág. 38
< Continuação da pág. 37
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Estratégia mundial No Exterior, a aliança da SAA com a Etihad foi destacada pelos executivos e citada como modelo a ser seguido. A SAA iniciou voo para Abu Dhabi e de lá seus passageiros seguem para a Índia com a companhia árabe. Outros destinos também são servidos pela parceria. Mas sobre um possível investimento da Etihad na SAA, Louis du Plessis disse que não vê chances a curto prazo, pois o governo sul-africano não estaria preparado para dividir a gestão da companhia aérea. E sem a participação na gestão, ninguém quer investir quantias altas em uma empresa. Como o plano de 90 dias conseguiu bons resultados, especialmente no corte de custos, retirando rotas deficitárias e melhorando processos, ele acredita que a empresa seguirá sozinha rumo às metas do plano de longo prazo, mas buscando alianças e alternativas para otimizar os resultados.
ROTAS NA ÁFRICA
Cavaliere destaca que as novas rotas da SAA no Sul da África têm ajudado na retomada da demanda, inclusive do Brasil. Nas rotas domésticas ele disse que o sucesso da Mango, empresa de baixo custo pertencente à SAA, fez a empresa ter lucro novamente no último ano. “A malha da Mango e a doméstica da SAA nos permitem fazer uma conexão interessante com nossos voos internacionais”. Segundo ele, o mercado aéreo na África do Sul já está maduro e comporta a atuação das empresas low cost. Para atender a essas rotas curtas, a SAA está recebendo novos A320, mas a frota internacional ainda
Louis du Plessis: acordo com Etihad é referência
vive uma incógnita. A empresa quer substituir os A340, de quatro turbinas e com operação mais cara, por modelos com duas turbinas, mas ainda não bateu o martelo em relação a que aviões irá encomendar. A previsão era de um anúncio no Paris Air Show, há poucos dias, mas o governo sul-africano ainda está acertando detalhes da escolha. Um novo produto para a classe executiva também está sendo desenhado e será anunciado em breve.
Cavaliere: atenção para a Avianca na Star Alliance
PREMIAÇÃO
Os dois executivos destacaram ainda que a conquista de dois prêmios na Skytrax há poucos dias (e mais um para sua low cost, a Mango) são um símbolo da volta ao caminho do crescimento. A SAA ganhou como melhor companhia aérea na África e melhor serviço (atendimento de funcionários) de companhia aérea na África. “É o prêmio que todos querem ganhar, pois é votação direta do viajante”, finalizou Louis du Plessis.
banco de dados SOUTH AFRICAN AIRWAYS Mudanças no Brasil ll saída dos executivos Nelson Oliveira, Jairo Ribeiro e Vitor Correa ll redução de 11 para 10 voos semanais ll possível redução de mais dois voos semanais até o final do ano Prêmios ll Melhor companhia aérea da África e melhor atendimento de empresa aérea da África pela Skytrax ll Melhor low cost low fare da África, para a Mango, subsidiária da SAA Corte de malha ll Voos para a China e a Índia, agora operados em code-share com a Etihad Airways Novos voos ll Sul da África do Sul e Abu Dhabi Site ll www.flysaa.com Twitter ll @flysaa Facebook ll www.facebook.com/flysaa
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Altamiro Médici, Flávia Romani e Ricardo Cano: lideranças no Brasil
EQ U IP E B R A SIL Enquanto não há definição sobre o novo country manager da SAA no Brasil, a companhia segue com três gerentes bastante conhecidos do trade e
que estão se reportando diretamente ao vice-presidente Marc Cavaliere. São eles Altamiro Médici, gerente de Vendas (altamiromedici@flysaa.com), Flávia Romani, gerente de Marketing (flaviaromani@flysaa.com) e Ricardo Cano em reservas e customer service (ricardocano@flysaa.com). “O Brasil é um mercado com quem temos relação de longo prazo e que mostra muito bons resultados para nossos voos para Joanesburgo e além da África do Sul, especialmente Sul da África e Ásia”, disse Cavaliere. Segundo o gerente de Vendas, Altamiro Médici, 40% dos passageiros ficam na África do Sul e 60% seguem para destinos na Ásia, ilhas no Índico, como Maurício e Seychelles, e Austrália. Louis du Plessis destacou a parceria com a Tam no Brasil e a crescente aproximação com a Avianca Brasil, que entra em julho para a Star Alliance, mesma aliança da SAA. Marc Cavaliere preside o conselho da aliança e está acompanhando de perto a entrada da empresa brasileira. “Em julho CEOs das empresas associadas e o CEO da aliança estarão aqui para a oficialização da Avianca como membro.“p
SurFACE
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No comando
A Flytour American Express Serviços de Viagens, braço corporativo do Grupo Flytour, promoveu Ana Paula Freitas de Oliveira ao cargo de diretora executiva. A profissional está há cinco anos na companhia e já passou pelas áreas de Processos, Projetos e diretora comercial. Ana Paula responde agora diretamente ao COO do grupo, Christiano Oliveira.
Desfalque
A Tam confirmou que o executivo Fernando Passeto, que desde 2014 desempenhava a função de gerente Nacional de Key Accounts, cuidando de áreas como a consolidação, entre outras, deixou a companhia em 12 de junho para atuar pela Johnson & Johnson. A nova gestão da gerência de Key Accounts, baseada em São Paulo, ainda não foi definida pelo diretor de Vendas Indiretas da Tam, Igor Miranda.
Adeus
A Universal Orlando anunciou que fechará, em 31 de dezembro de 2016, o Wet´n Wild Orlando, parque aquático aberto em 1977 e único de propriedade da Universal. A empresa já havia anunciado, em maio, a abertura de um novo parque aquático, o Volcano Bay, previsto para 2017 e que estará dentro do complexo Universal Orlando (o Wet´n Wild está fora, necessitando de transporte para quem quer visitá-lo a partir dos hotéis ou parques Universal).
Aposta alta
O empresário e publicitário Nizan Guanaes falou a uma plateia repleta de personalidades do trade sobre o tema “O Destino São Paulo por Cima da Crise”. O evento foi realizado em parceria com a SP Turis e o São Paulo Convention and Visitors Bureau (SPCVB). Com frases de efeito e exemplos do dia a dia da capital paulista, o dirigente incentivou os profissionais a investirem no destino em momentos de instabilidade econômica. “São Paulo foi construída por meio da adversidade. Libaneses, italianos, portugueses fugiram da guerra e da fome para fazer a vida aqui. Para se ter uma ideia, com ou sem crise, eu não consigo entrar no Eataly”, brincou, referindo-se às longas horas de espera para entrar no recém-inaugurado complexo gastronômico.
Fernando Passeto e Igor Miranda
Ponto a ponto Shi Shuai é o novo gerente geral da Air China no Brasil. Andrea Azem agora está na Velle Representações como executiva de Vendas para o Rio. A Abav Nacional agora faz parte da Organização Mundial de Turismo (OMT).
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Recolocação
Mudança
A Tam informou que está “estudando a possibilidade de transferência do acervo do Museu Tam para outra localidade”. O espaço, hoje em São Carlos, no interior de São Paulo, deve ter como destino a capital paulista nos próximos anos. O museu foi aberto ao público em novembro de 2006, fechou em 2008 para reformas e reinaugurou em 2010. O espaço possui 22 mil metros quadrados, mais que duplicado em relação aos nove mil metros quadrados anteriores, e conta com mais de 90 aeronaves em seu acervo.p
Eduardo Pereira e Wagner Dias são as novas contratações da operadora mineira Snow. Pereira atuou por quase quatro anos na Nascimento Turismo e chega para ser executivo de Contas para o mercado do interior do Estado. Já Dias trabalhou na Nascimento Turismo durante quase três anos e agora exerce a função de consultor de vendas para agências de viagens. Segundo a empresa, o profissional é especialista em cruzeiros.p Foto da reinauguração do espaço, em 2010
Eduardo Pereira e Wagner Dias
MELHORES A Skytrax, consultoria e centro de pesquisas no mercado de aviação, elegeu a Qatar Airways como melhor companhia aérea do mundo em 2015. Além de faturar o prêmio principal, a Qatar ainda ganhou nas categorias Melhor Companhia Aérea do Oriente Médio e Melhor Assento de Classe Executiva. A brasileira Azul, de David Neeleman, novo dono da Tap, também está entre as vencedoras, na categoria Melhor Companhia Aérea Low Cost da América do Sul. A chilena Lan faturou pelo segundo ano seguido o prêmio de Melhor Companhia Aérea da América do Sul. A votação foi realizada a partir da opinião de 18,9 milhões de passageiros de 110 países que julgaram diversos quesitos, desde a qualidade da comida à simpatia dos tripulantes da cabine. A lista completa das premiadas está disponível no Portal PANROTAS.p
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(foto: reprodução/Facebook)
tendências e tecnologia Edição 85 - 24 a 30 de junho de 2015
Pesquisa
> Artur Luiz Andrade
Hotelaria antenada
O SABRE LANÇOU UM NOVO RELATÓRIO SOBRE AS TENDÊNCIAS DE VIAGENS (O FUTURO DAS RESERVAS DE HOTEL – GUIA PARA MARKETING ONLINE), QUE EXplora as últimas inovações em varejo, tecnologia, publicidade, viagens e turismo. O estudo traz as melhores práticas para a indústria da hospitalidade em cada tendência apontada e também identifica dez tendências impulsionadas pela tecnologia e focadas em três áreas: multi-dispositivos (mídia), inteligência durante o
contato e serviço instantâneo. A abundância de serviços de tecnologia aos consumidores tem multiplicado as opções de compra com uma série de informações on-line para quem quer efetuar uma reserva hoteleira. Da comparação de preços à avaliação de promoções e ofertas especiais, está tudo on-line atualmente. “Embora esta rápida expansão do mercado de viagens beneficie o viajante, também apresentam um desafio para os negócios hoteleiros, que precisam conectar com
seus clientes de forma inovadora e significativa, especialmente quando trata-se de reservas e estadas”, diz o relatório do Sabre. Assim os hotéis precisam desenvolver estratégias para canais on-line, mídias sociais, aplicativos móveis e motores de meta-busca. Uma combinação de canais que lhes permite responder às expectativas de serviços e propostas disponibilizados em tempo real e personalizados durante o momento de compra. “A tecnologia hoje traz oportuni-
dades sem precedentes para a indústria da hospitalidade”, disse o presidente do Sabre Hospitality Solutions, Alex Alt. “O objetivo deste relatório é ajudar aos proprietários e gerentes de hotéis em adotar melhores práticas de outras indústrias, para definir estratégias ligadas ao crescimento de seus negócios, receita e cultivando a preferência de seus clientes”. Veja seguir as dez tendências apontadas pelo relatório do Sabre.p
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O MUNDO COMO MÍDIA Aqui estão as tendências sobre o uso da tecnologia não apenas para se conectar com o hóspede, mas para oferecer informação relevante quando ele mais precisa. Contexto e interatividade são as palavras-chave.
24 a 30 de junho de 2015 PANROTAS TENDÊNCIAS E TECNOLOGIA
1 Contexto certo
As tecnologias fornecem informações importantes aos viajantes em momentos críticos de seu dia e ajudam a personalizar o caminho para a descoberta e a compra. Seja construindo uma lealdade pertinente para oferecer ofertas especializadas ou usando fatores situacionais, como localização, clima e hora do dia para oferecer uma assessoria específica, essas soluções oferecem uma camada extra de relevância que pode assegurar que uma experiência única foi construída em pontos-chave do processo de planejamento. Confira cases de sucesso como o Tripcase (que envia alertas pertinentes ao itinerário), Epicurious (que dá dicas de receitas enquanto o cliente está em um mercado ou deli) e Cover (que administra a visualização dos apps mais usados na tela de segurança do smartphone). Conhecer as preferências do hóspede e seu histórico de reservas são fundamentais nessa etapa de engajamento.
2 Comece de
qualquer lugar
Permita que o hóspede feche o negócio não importa como ou onde. Pode ser na rede social, no dispositivo móvel, completando a transação off-line... Cases de sucesso são o Satyful, que permite fazer reserva com a hashtag do Twitter, Mastercard X Allure (permite a compra diretamente no site da revista), Target (reconhece imagens e as transforma em produtos para serem comprados imediatamente), Hilton (reserva via Instagram) e Be.hotel (permite reservas diretamente dos sites de reviews).
3 Sincronize as
preferências em um processo único
O processo de reserva tem de ser um só e multi-tela, como o viajante. As preferências e re-
servas do cliente devem atravessar todas as plataformas. Se ele quiser começar no smartphone e fechar a venda no desktop ou em uma agência off-line, os dados da reserva têm de ser matidos. Cases de sucesso: Thales Group (a poltrona do avião sincroniza conteúdo com o smartphone do passageiro), Rebecca Minkoff (a compra on-line e a off-line é uma só), Hertz (o GPS do carro alugado sincroniza com o travel planner para simplificar a navegação) e Facebook (curadoria de conteúdo digital segue os usuários em todos os dispositivos).
4 Teste antes de viajar
Use tecnologias que levam o cliente, virtualmente, aos locais e hotéis que vai conhecer. Veja nos sites da Marriott, Fiat, Lufthansa, Audi, Loews e Bristish Airways exemplos de como os produtos e destinos podem ser vivenciados antes da compra.
INTELIGÊNCIA ÍNTIMA
5 Escolha sua própria aventura
Conhecer o cliente, seus hábitos e histórico de compras, ajuda a criar ofertas que adicionam valor e conhecimento à viagem e diminuem o possível estresse.
Dê poder ao usuário para customizar sua experiência e busca on-line, de forma que ele experimente algo que tenha a ver com ele e seus gostos. Cases sugeridos incluem a Kwoller, Virgin e True & Co, que com 16 perguntas ajuda mulheres a escolher seu sutiã ideal.
6 Planeje com um local
É importante permitir que o viajante possa ver redes sociais dos locais e se engajar. Uma perspectiva local em cada destino dá autenticidade às experiências, algo buscado em qualquer viagem atualmente. Veja os exemplos do Zoola Fix (locais desenham uma noite ideal para os visitantes), Tripr, Vayable (tours liderados por locais) e Kimpton Hotels (com dicas locais em toda propriedade).
7 Oriente por experiência
Adicionar informações sazonais e eventos locais a um roteiro de viagem faz com que o hóspede sinta que está
tirando o proveito máximo da viagem e cria uma imagem do hotel como alguém que sabe dar dicas de experiências únicas e que têm a ver com o perfil do cliente. Confira os cases do Discover Africa (com informação em tempo real da movimentação das manadas de animais), Dash (você checa o movimento nos bares locais) e What´s it like (que destaca destinos pela sazonalidade). > Continua na pág. 03
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< Continuação da pág. 02
8 Conecte-se com o concierge
SERVIÇO INSTANTÂNEO Em uma cultura sempre conectada, o reconhecimento e atendimento imediatos passaram a ser uma obrigação. O hóspede quer poder planejar uma viagem reservar, pedir ajuda e comprar no momento em que precisar. Isso também diminui o atrito entre a busca e a compra, potencializando a venda.
A conexão com membros da equipe é hoje um fator diferencial e importante nos hotéis. Uma resposta personalizada ou receber o hóspede pessoalmente pelo nome quando ele sai do táxi (a tecnologia permite saber esse exato momento) mudam a relação do cliente com o empreendimento. E adicionam um toque humano à reserva no smartphone. Cases para você estudar: Conrad Hotel (acesso ao concierge do hotel), Zappos e Neiman Marcus.
24 a 30 de junho de 2015 PANROTAS TENDÊNCIAS E TECNOLOGIA
9 Reserve no voo
O processo de reservas de última hora precisa receber atenção e ser simplificado. Quem precisa de um hotel para daqui a algumas horas, quer respostas rápidas. Oferecer ofertas de última hora sabendo os gostos de seu cliente também é uma tendência. Cases: Booking.com, Groupon e Hoteltonight.
10 Reserva
em um só clique
Interface única para diversas buscas, processos rápidos e unificados, opção de compra em um clique... ou seja, descomplique e facilite o processo de venda. Confira os casos da Loungebuddy (que compara automaticamente preços de uso de salas vips em aeroportos), Vamo (simplifica itinerários multi-cidades) e Zappos.
OPINIÕES
Confira no estudo completo do Sabre, diversos cenários criados para mostrar na prática alguns processos de reserva e ainda mais dicas e exemplos. Também há opinião de executivos da indústria. Kristie Goshow, vice-presidente comercial sênior da Viceroy Hotels & Resorts, comentou sobre a importância de uma estratégia multicanal para cumprir as metas do grupo. “Nosso objetivo é conectar com os clientes a partir do momento da pesquisa até o final da compra. Precisamos adaptar-nos a forma como os clientes querem contratar serviços, o que significa em última instância ter uma distribuição que abrange todos os pontos de interação”. Já a a diretora de e-commerce de Kimpton Hotels & Restaurants, Nadine Pagel, destacou a importância de criar uma experiência única e pessoal para os hóspedes. “No processo de tomada de decisão as primeiras impressões fazem a diferença. Nós acreditamos no valor de oferecer um serviço altamente personalizado, com recomendações de especialistas mesmo antes de chegar a uma propriedade. Isto faz que as estadias no Kimpton sejam realmente únicas”. Acesse o relatório completo em www.sabrehospitality.com p