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Jornal PANROTAS 1171

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www.panrotas.com.br

R$ 11,00 - Ano 23 - nº 1.171 17 a 23 de junho de 2015

TURISMO LEVADO A SÉRIO

Na primeira parte de nossa cobertura especial sobre o IPW 2015, confira os números do turismo nos Estados Unidos, as novidades da Universal em Orlando e Hollywood, e ainda entrevista exclusiva com o vice-presidente de Vendas da Disney Destinations, Kenneth Svendsen, sobre a diversificação e expansão do império de contar histórias > Páginas 04 a 14


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LEIA NESTA EDIÇÃO

17 a 23 de junho de 2015 JORNAL PANROTAS

Check-IN

Página 15

Taxa DCC ganha apoio de aéreas e aumenta polêmica

“

Houve uma feira neste semestre em que não se viu agentes, e a nossa tem. Em 2014, a Abav Expo recebeu mais de oito mil agentes

Páginas 20 e 21

Gol anuncia voo para Mendoza (Argentina)

”

Antonio Azevedo, presidente da Abav Nacional, durante reunião internacional da associação em Marrocos, ao defender a Abav Expo.

“

David Neeleman vence concorrência da Tap

Argentina realiza eventos e premia trade

>

DO PORTAL

PANROTAS 4/6 a 10/6

1 Visual anuncia contratações para Vendas e Atendimento – em 5/6

2 Alitalia muda logomarca e lança nova pintura de aviões – em 5/6

3 Agaxtur, Ancoradouro e Flytour 4 CVC revela os cinco Estados com

”

Akbar Al Baker, CEO da Qatar Airways, referindo-se à American Airlines, que está tentando restringir as operações da aérea árabe em território norteamericano.

Páginas 25 e 26

D

iniciam ação de vendas – em 9/6

Se uma grande companhia nos convida para nos juntarmos à Oneworld e hoje restringe nossas operações nos Estados Unidos, então não preciso fazer parte dessa aliança, posso continuar sozinho

Página 22

S

UE Q A T ES

maior volume de vendas – em 8/6

5 Passagens aéreas: veja trechos que estão mais baratos – em 10/6

6 CEO da Qatar ameaça deixar Oneworld por causa da AA – em 9/6

7 Master contrata ex-presidente da CWT; saiba mais – em 9/6

8 Delta inicia no sábado (6) vendas do voo SP-Orlando – em 5/6

9 Trend contrata Ernesto Rosa, exNascimento, para Lazer – em 9/6

10 Trend inicia campanha com tarifas

“

nacionais agressivas – em 8/6

Em meio a um ano de crise, que está atingindo o mercado como um todo, nós solicitamos a não-participação em uma das feiras da Braztoa, mas tivemos o nosso pedido negado por ela. Por conta disso, pedimos o nosso desligamento da associação

”

Alexandre Paiva, gerente de Vendas da Intravel, ao justificar a saída do quadro de associados da Braztoa.

Editorial >

Artur Luiz Andrade

>

11 Caso Lufthansa: JP analisa impactos da taxa para o trade – em 8/6

12 Tam migra 1,5 mil funcionários para novo escritório – em 10/6

13 Conheça as novidades da Alitalia com sua nova marca – em 5/6

14 Site permite aquisições com o cartão Voe Fácil, da Gol – em 8/6

15 André Carvalhal fala sobre os novos

artur@panrotas.com.br

desafios na Master – em 9/6

Assista ao editorial comentado na versão digital do JP

Círculo empresarial Página 29

Nova Zelândia entra na briga por mais brasileiros PANROTAS Destinos

Dubai: juventude e audácia no meio do deserto

A lei dos mais fortes, bem preparados e criativos continua valendo em qualquer segmento da economia. No turismo é igual. E mais forte pode ser uma empresa, uma categoria ou meia dúzia de amigos. Vale a máxima de estar atento ao mercado e saber usar suas melhores ferramentas, seus pontos mais fortes. Se você tem uma Ferrari nas mãos, voe. Se tem um fusca vintage, descubra caminhos alternativos. Um carro igual ao de todo mundo requer bala na agulha. Bicicleta te coloca em um nicho e requer comunicação específica com seu cliente. E por aí vai. A classe das agências de viagens, e aqui incluímos operadores e consolidadores, sempre será alvo de corte de custos, de tentativas de otimização de receita, de ideias mirabolantes para que fornecedores se adequem a novos tempos. Novos tempos que trazem novos desafios, novos custos, novos interme-

diários. E o fortalecimento da classe ameaçada passa tanto pela valorização junto ao cliente quanto ao fornecedor. Mostrar aos dois lados sua importância, seu valor agregado. O quanto sua máquina pode render, e em que percursos, estradas, épocas do ano. A falta de união e a pulverização das agências jogam contra. A Babel da internet joga a favor. As companhias aéreas sempre vão querer controle absoluto dos passageiros e a venda em seus próprios sites. Impossível, mas lutam com as armas que têm. A recente taxa cobrada pela Lufthansa e elogiada por tantas outras segue essa linha. Qual a resposta de OTAs, consolidadores, operadores e afins? As operadoras sofreram e sofrem bastante com a facilidade da internet para montar viagens e roteiros. Por que demoraram tanto a reagir? E agora? O que fazer? Como usar a máquina que têm nas mãos para continuar corren-

do e oferecendo o melhor aos clientes? Lembrando que tecnologia é meio e a expertise acumulada nas empresas off-line dificilmente é vista na internet com suas lacunas a serem preenchidas. Sim, falta união e faltam líderes novos. De idade, de cabeça, de ideias, de ações. A política associativa afastou os jovens do turismo e não se criou uma transição natural. Há iniciativas boas, como na Braztoa e na Abracorp, para preencher esse vácuo. Mas ainda assim a necessidade é muito maior. Essa mescla de gerações, a descoberta da força de cada um (e do papel na cadeia produtiva do turismo) e a aplicação de modelos de gestão e comercialização modernos e atualizados formam uma equação que é única para cada player e segmento. O que você vai fazer com sua máquina? Abastecer, contratar novo motorista, dar um upgrade, colocar na garagem ou vender? Decida rápido.


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17 a 23 de junho de 2015 JORNAL PANROTAS

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> Expediente PRESIDENTE José Guillermo Condomí Alcorta DIRETORA EXECUTIVA Marianna C. Alcorta DIRETORA DE MARKETING Heloísa Prass DIRETOR FINANCEIRO ADMINISTRATIVO José Guilherme Alcorta DIRETOR DE TI Ricardo Jun Iti Tsugawa

REDAÇÃO Editor-chefe: Artur Luiz Andrade (artur@panrotas.com.br) Editores: Alex Souza (alex@panrotas.com.br) e Renê Castro (rcastro@panrotas.com.br) Editor Rio de Janeiro: Diego Verticchio (diego@ panrotas.com.br) Reportagens: Claudio Schapochnik, Danilo Alves, Rodrigo Vieira, Henrique Santiago, Karina Cedeño, e Raphael Silva (estagiário) Fotógrafos: Emerson de Souza e Marluce Balbino MARKETING Assistente: Erica Venturim Marketing Digital: Sandra Gonçalves PRODUÇÃO Coordenação: Alice I. Rezende (alice@panrotas.com.br) Gerente de Produção: Newton dos Santos (newton@panrotas.com.br) Diagramação e tratamento de imagens: Kátia Alessandra, Marilani Pistori, Pedro Guilherme Moreno Querim e Rodrigo Mota Projeto Gráfico: Graph-In Comunicações COMERCIAL Executivos: Angela Chamma (angela@panrotas.com.br) Paula Monasque (paula@panrotas.com.br) Priscilla Ponce (priscilla@panrotas.com.br) Ricardo Sidaras (rsidaras@panrotas.com.br) Tais Ballestero de Moura (tais@panrotas.com.br) Analista Adm. de Vendas Nathália Falcão (nathalia@panrotas.com.br) EXECUTIVO SÊNIOR DE RP Antonio Jorge Filho (jorge@panrotas.com.br) FALE CONOSCO Matriz: Avenida Jabaquara, 1761 – Saúde São Paulo - Cep: 04045-901 Tel.: (11) 2764-4800 | Fax:(11) 2276-1602 Brasilia: Flavio Trombieri (new.cast@panrotas.com.br) New Cast Publicidade Ltda SRTVS - QD 701 - BL. k - Sala 624 Ed. Embassy Tower - Cep: 70340-908 | Tel : (61) 3224-9565 Rio de Janeiro: Simone Lara (sblara@seasoneventos.tur.br) Season Turismo e Marketing e Esportes Ltda R. Gal. Severiano, 40/613 - Botafogo | Cep: 22290-040 - Rio de Janeiro - RJ Tel: (21) 2529-2415 / 8873-2415 ASSINATURAS Chefe de Assinaturas: Valderez Wallner O Jornal PANROTAS é vendido somente por assinatura. Para assinar, ligue no (11) 2764-4816 ou acesse o site www.panrotas.com.br Assinatura anual: R$ 468 Impresso na Lis Gráfica e Editora Ltda. (Guarulhos/SP)

No topo do Portal PANROTAS está uma área capaz de levá-lo a praticamente todos os espaços web que disponibilizamos. É no menu principal que se tem acesso às notícias divididas por temas, conferir coberturas especiais em eventos, horários de voos, informações sobre aeroportos, empregos, novidades de hotelaria, no Portal PanHotéis, informações sobre a editora e muito, muito mais. Navegue e descubra o universo que compõe o maior portal brasileiro especializado na indústria turística.

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04 IPW 2015

17 a 23 de junho de 2015 JORNAL PANROTAS

> Artur Luiz Andrade e Rodrigo Vieira — Orlando (Estados Unidos)

Turismo levado a sério

Roger Dow, da US Travel Association

O IPW 2015, que ocorreu em Orlando, na Flórida, no começo do mês (foi a sétima edição do evento na cidade), reuniu mais de 6,5 mil delegados (incluindo 1.322 compradores internacionais) e deve gerar, em dois anos, negócios de cerca de US$ 4,7 bilhões para os Estados Unidos. O objetivo do evento, e por isso a US Travel se associa com a Brand USA na organização do mesmo, é vender e promover os destinos e as atrações turísticas americanos para o trade internacional. Mais de 100 mil entrevistas de negócios foram feitas em três dias de feira, além de inúmeras oportunidades de networking em eventos sociais privados ou oficiais. O presidente da US Travel Association, Roger Dow, divulgou números sempre superlativos do turismo americano, mas não fechou os olhos para gargalos que precisam ser resolvidos. Mandou recados diretos para os destinos, sobre a necessidade de melhorar e ampliar aeroportos, o governo federal, batendo na tecla da facilitação de entrada no país e da inclusão de novos mercados no programa de isenção de vistos, e até às empresas aéreas americanas, tomando claramente

Festa de abertura no Magic Kingdom, com direito a uma legião de Mickeys sincronizados

o lado da livre concorrência e das empresas árabes na recente disputa sobre a política de céus abertos. “Queremos companhias aéreas fortes nos Estados Unidos, mas não revendo a política de céus abertos. Não importa como o turista chega aos Estados Unidos, temos é que recebê-los bem”, disse. Segundo ele, cada americano precisaria pagar US$ 1.147 a mais de impostos caso os Estados Unidos não recebessem o número recorde de 75 milhões de visitantes internacionais. Ainda de acordo com Dow, é preciso que haja também um incentivo às viagens domésticas, es-

pecialmente aos trabalhadores que não tiram férias. São 169 milhões de dias de férias não usados, US$ 504 por funcionário, e US$ 224 bilhões que as empresas terão de pagar caso esses funcionários deixem as companhias. A US Travel lidera nos Estados Unidos o “Project Time Off” (Projeto Tempo de Descanso), para mostrar que viajar é importante para a saúde, para o convívio familiar, para a produtividade no trabalho, entre outros. Quanto ao programa Visa Waiver (e Waiver quer dizer liberação, isenção), Dow sugere uma mudança de nome, algo como Programa de

Segurança Intensificada de Entrada nos Estados Unidos, para os congressistas entenderem que estar no Visa Waiver não significa entrar sem inspeção de segurança no país. Já há 38 países no programa. “A segurança sempre vai estar em primeiro lugar e é até reforçada. Os processos não mudam com o Visa Waiver”. Roger Dow diz que se o Brasil entrasse no programa, os Estados Unidos veriam, em um ano, um milhão a mais de brasileiros viajando para lá (em 2014 foram 2,2 milhões). A Coreia do Sul, no ano seguinte à entrada no programa, > Continua na pág. 06


06

< Continuação da pág. 04

cresceu 46% no envio de turistas. E a China, que saltou de 500 mil turistas em 2009 para dois milhões em 2014, deve ter novo incremento por causa da mudança da duração do visto para dez anos. A previsão é chegar a quatro milhões de turistas nos Estados Unidos em 2017 e 7,5 milhões em 2021, com gasto médio de US$ 7,2 mil por pessoa. Já em 2015 a China deve passar o Brasil, hoje quinto colocado no envio de viajantes aos Estados Unidos. Outras facilidades sugeridas por Dow incluem uso de videoconferência nas entrevistas para obtenção de visto, e mais rapidez nos processos de chegada (há um programa em curso em 17 dos principais aeroportos americanos). Hoje, as entrevistas de visto já estão mais rápidas e diversos aeroportos já contam com quiosques de auto-atendimento para quem está em outro programa, o Global Entry, que também deve ser ampliado e atualmente atende dois milhões de viajantes em 44 aeroportos. O governo americano também já testa o controle de passaporte por dispositivo móvel e o controle automatizado em máquinas de auto-atendimento. O IPW 2016 será em Nova Orleans, de 18 a 22 de junho.

Os anfitriões dos próximos IPW: Ernest Wooden, Jr, do Los Angeles Tourism & Convention Board (2024); Michael Goldsmith, Las Vegas Convention & Visitors Authority (2020); Jay Burress, Anaheim/Orange County Visitor & Convention Bureau (2019); Casandra Matej, San Antonio Convention & Visitors Bureau (2023); Roger Dow, president da US Travel Association, organizadora do evento, Don Welsh, Choose Chicago (2021); George Aguel, Visit Orlando (2022); e Stephen Perry, New Orleans Convention & Visitors Bureau (2016)

banco dedados Os próximos IPW:

ll Nova Orleans (18 a 22 de

junho de 2016) ll Washington DC (3 a 7 de junho de 2017) ll Denver (19 a 23 de maio de 2018) ll Anaheim (2019) ll Las Vegas (2020) ll Chicago (2021) ll Orlando (2022) ll San Antonio (2023) ll Los Angeles (2024)

p

PRÉ-IMIGRAÇÃO

Hoje, o visitantes que segue por via aérea para os Estados Unidos a partir de oito aeroportos canadenses (Calgary, Toronto, Edmonton, Halifax, Montreal, Ottawa, Vancouver e Winnipeg), dois irlandeses (Dublin e Shannon), dois nas Bahamas (Freeport e Nassau) e ainda Abu Dhabi, Aruba e Bermuda, fazem todo o processo de Imigração e Alfândega no país de origem, chegando aos Estados Unidos como se estivessem em voos domésticos. O secretário de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Jeh Johnson, anunciou que uma de suas metas é aumentar o número de aeroportos com pre-clearance (nome dado à facilidade e que significa liberação prévia). E revelou o início de negociações com Bélgica, Holanda, Suécia, República Dominicana, Turquia, Japão, Espanha e Noruega. O processo pode levar alguns anos para ser implantado, mas faz parte das iniciativas para facilitar a entrada de visitantes nos Estados Unidos e também aumentar a segurança de viajantes e cidadãos americanos. O Brasil não está contemplado nessas negociações. No ano passado, 16 milhões de passageiros passaram por esse processo.p

--- O Jornal PANROTAS viajou a convite da US

Travel/IPW e Tam com proteção GTA

Saiba mais sobre o IPW 2015 na próxima edição do Jornal PANROTAS

17 a 23 de junho de 2015 JORNAL PANROTAS

Ex-diretor dos CVBs de Miami, na Flórida, e Toronto, no Canadá, David Whitaker, na foto com Guillermo Alcorta, da PANROTAS, participou de seu primeiro IPW como chief marketing officer da Brand USA, principal patrocinadora do evento e órgão de promoção dos Estados Unidos no Exterior. Whitaker, com 14 anos na indústria, está há pouco mais de um mês no cargo e bastante animado com as possibilidades na Brand USA, criada em 2010 e com autorização do Congresso para atuar até 2020. A Brand USA é presidida por Chris Thompson.

Panrotas distribui

o v er v ie w

Luiz de Moura Jr, do IPW no Brasil, Artur Andrade, editor-chefe, Marianna Alcorta, diretora executiva, Rodrigo Vieira, repórter, Maria Camilla Alcorta, da Interamerican, Guilherme Alcorta, diretor administrativo, e Guillermo Alcorta, presidente da PANROTAS

Desde a década de 1980 a PANROTAS produz a publicação Brazilian Overview, para distribuir aos executivos da indústria de viagens dos Estados Unidos durante o IPW. A edição 2015 fez

sucesso em Orlando, trazendo dados exclusivos e análises do mercado brasileiro emissivo. “Somos a sétima economia do mundo e já nos habituamos a viajar. Gostamos e precisamos viajar e os Estados Unidos são um de nossos

destinos preferidos Por isso, o Brazilian Overview é útil para facilitar a relação entre empresários dos dois países”, diz Guillermo Alcorta, presidente da PANROTAS. Este ano a edição, muito usada também por representantes para apresentar o País a seus clientes, traz um mapa de quem é quem na indústria, as tabelas de voos entre o Brasil e os Estados Unidos e outros destinos, os principais operadores, dicas dos hábitos do brasileiro, ten-

dências de mercado, dados econômicos e muito mais.

HOTSITE

Além do PANROTAS Brazilian Overview 2015, a editora criou um hotsite exclusivo para o IPW, que facilita a leitura para quem quer saber das notícias referentes ao evento. Ao acessar www.panrotas.com.br/cobertura-especial/ipw-2015 o leitor tem acesso imediato a todas as fotos, notícias, entrevistas e eventos do IPW.p


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17 a 23 de junho de 2015 JORNAL PANROTAS

TURISTAS ESTRANGEIROS NOS EUA

A secretária de Comércio dos Estados Unidos, Penny Pritzker

Estados mais visitados:

Cidades mais visitadas:

1. Nova York: 9,98 milhões de visitantes, 2% de crescimento e 29% de share 2. Flórida: 8,50 milhões, 18% e 24,7% 3. Califórnia: 7,15 milhões, 11% e 20,8% 4. Havaí: 3,06 milhões, -3% e 8,9% 4. Nevada: 3,06 milhões, 5% e 8,9% 6. Texas: 1,54 milhão, -1% e 4,5% 7. Massachusetts: 1,51 milhão, 10% e 4,4% 8. Illinois: 1,37 milhão, -5% e 4% 9. Guam: 1,34 milhão, -9% e 3,9% 10. New Jersey: 964 mil, 4% e 2,8%

1. Nova York: 9,74 milhões de visitantes, 2% de crescimento e 28,3% de share 2. Miami: 4,85 milhões, 21% e 14,1% 3. Los Angeles: 4,40 milhões, 17% e 12,8% 4. Orlando: 4,13 milhões, 11% e 12% 5. São Francisco: 3,13 milhões, 3% e 9,1% 6. Las Vegas: 2,99 milhões, 5% e 8,7% 7. Honolulu: 2,47 milhões, -3% e 7,2% 8. Washington: 1,92 milhão, 14% e 5,6% 9. Boston: 1,41 milhão, 10% e 4,1% 10. Chicago: 1,30 milhão, -5% e 3,8% Fonte: NTTO

O DEPARTAMENTO DE COMÉRCIO DOS ESTADOS UNIDOS DIVULGOU DURANTE O IPW AS LISTAS DOS ESTADOS E DAS CIDADES NORTE-AMERICANAS mais visitadas por viajantes de longa distância (ou seja, excluindo-se Canadá e México, mercados vizinhos) em 2014, ano em que o país registrou o recorde de 74,8 milhões de viajantes internacionais. A meta estabelecida pelo presidente Barack Obama é de 100 milhões de visitantes estrangeiros até 2021, algo que Roger Dow acredita seja atingido dois anos antes. O National Travel & Tourism Office (NTTO), que gerou os dados, avalia que o crescimento nas visitas foi impulsionado principalmente por viagens a lazer (23,5 milhões, crescimento de 10%, inclusive do Brasil) e para visitar parentes e amigos (10,4 milhões, +13%). As viagens corporativas somaram 5,2 milhões, crescimento de 5% (liderado pela Ásia), e as para participação em convenções, três milhões, mesmo volume de 2013. As iniciativas da Brand USA, com autorização de funcionamento até 2020, também ajudaram no resultado final. “O tamanho da importância do turismo para a economia dos Estados Unidos é inestimável, e a Brand USA é um fator de grande contribuição para isso. Desde que foi criado, há cinco anos, houve um aumento de dois milhões de visitantes, US$ 6,5 bilhões em gastos desses turistas aqui, 50 mil empregos criados anualmente e mais de US$ 118 milhões recebidos em parcerias”, afirmou o presidente da Brand USA, Chris Thompson. A Brand USA tem 12 escritórios ao redor do mundo. O único deles na América Latina é no Brasil. > Continua na pág. 08


< Continuação da pág. 07

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17 a 23 de junho de 2015 JORNAL PANROTAS

PERFIL DOS BRASILEIROS O estudo do Departamento de Comércio dos Estados Unidos também inclui dados do perfil do viajante brasileiro para as cidades ame-

The Boathouse, novo restaurante de Downtown Disney, que terá mais lojas e opções gastronômicas, de olho nos brasileiros e latinos

ricanas em 2014. Foram 2,27 milhões, com gastos de US$ 13 bilhões, sendo US$ 2,52 bilhões apenas com bilhetes aéreos (somente a parte que conta como exportação para o país). Segundo a pesquisa do International Trade Administration, 57% responderam que receberam informações prévias à viagem de companhias aéreas, 43% de amigos e parentes, 32% de OTAs, 27% de órgãos oficial de turismo, 19% de agências de viagens, 19% de departamentos de viagens corporativas, 18% de guias e revistas, 15% de operadores e 6% de outros meios. O principal motivo da viagem foram férias/lazer para 72% dos entrevistados. Já 9% foram visitar parentes e amigos, 8% viajaram a negócios, 6% participaram de convenções e eventos diversos e 4% foram estudar. O restante visitou o país por motivos outros, como a religião. Compras continuam sendo a atividade que os brasileiros dizem mais fazer nos Estados Unidos. Veja abaixo: 1 — Compras - 92% 2 — Passeios - 68% 3 — Parques temáticos - 52% 4 — Parques nacionais monumentos - 34% 5 — Noite/boates - 31% 6 — Museus - 28% 7 — História - 26% 8 — Shows, teatro e musicais - 25% 9 — Gastronomia refinada - 23% 10 — Visita a cidades menores e ao interior do país - 16% Outras atividades: tours guiados (15%), eventos esportivos (13%), ida a cassinos (7%), esportes aquáticos (3%), golfe e tênis (2%), esqui (2%), ecoturismo (2%) e pesca (1%).

TRANSPORTE NO PAÍS Segundo o Departamento de Comércio dos Estados Unidos, o brasileiro que viaja ao país aluga carro (56%, com crescimento de quase 5% sobre 2013), mas também usa transfers privados (32%), voos internos (31%, queda de quase 8%), táxis (25%) e transporte público (21%). Os brasileiros compram sua viagem aos Estados Unidos com 90 dias de antecedência e 20% visitaram o país pela primeira vez. A média de noites ficou em 15,4 (em 2013 foram 15,2) e 78% visitam apenas um Estado. Quanto à hospedagem, 84% ficam uma ou mais noites em hotéis. Os homens (55%) têm média de idade de 40 anos e as mulheres 38.p


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17 a 23 de junho de 2015 JORNAL PANROTAS

V ISIT O R L A ND O O IPW 2015 FOI “MARAVILHOSO” PARA ORLANDO, NA OPINIÃO DO VICE-PRESIDENTE DO VISIT ORLANDO, JAY SANTOS. Ele aponta que o desti-

no é muito dinâmico e está bem diferente desde 2010, última vez que recebeu o evento. Já são sete IPW recebidos pela cidade e o próximo já está marcado: 2022. Além das novas atrações nos famosos parques temáticos, Orlando mostrou aos participantes do evento, por exemplo, o I-360: complexo com aquário (Sea Life), roda-gigante (Orlando Eye) e museu de cera (Madame Tussauds, com direito a estátua de Walt Disney). Tudo no mesmo

NOVA ORLEANS É com muito jazz e uma gastronomia de primeira que Nova Orleans, na Louisiana, pretende receber o IPW 2016, que acontecerá de 18 a 22 de junho. Pelo menos foi o que demonstrou o presidente e CEO do CVB do destino, Stephen Perry, na contagem regressiva para o evento. Perry disse que uma feira deste porte é muito importante para fomentar um destino mais consagrado no doméstico e mostrar o quanto New Orleans é capaz de receber grandes eventos. “Em Nova Orleans já recebemos alguns eventos para 35 mil a 40 mil pessoas e até mais do que isso, como o Super Bowl. Daremos um grande IPW 2016, com direito a frutos-do-mar em abundância e muito jazz”, completa. O presidente e CEO admitiu, no entanto, a falta de conexões internacionais com a cidade, mas garante que há chance grande de pelo menos os europeus terem condições facilitadas. “Ainda não posso dar detalhes, mas estamos muito avançados na negociação para começar 2016 com um voo diário direto de Nova Orleans para uma cidade europeia.” O IPW será uma oportunidade também de o turismo mundial rever a cidade após a destruição causada pelo Katrina, em 2005. Segundo Perry, muitos jovens foram atraídos para a cidade, com o objetivo de ajudar na reconstrução, e no renascimento Nova Orleans ficou mais dinâmica que nunca.

local, com o mesmo ingresso. Jay Santos, aliás, crê que o IPW 2015 não foi bom apenas para o destino, como também para os negócios em geral. Para o executivo, o evento aconteceu na época perfeita. “Escutei muita coisa boa em relação aos negócios. Estamos entrando no segundo semestre, em que todos esperam que seja melhor em termos de câmbio. Já estamos negociando muita coisa para o ano que vem, pois a expectativa é de que o dólar já esteja mais baixo a partir de janeiro. O que incomoda mesmo é a oscilação, que traz incertezas para o mercado e faz todo mundo esperar”, avalia.

Jay Santos, do Visit Orlando


10 Pa rques te mát ico s

17 a 23 de junho de 2015 JORNAL PANROTAS

> Artur Luiz Andrade — Orlando (Estados Unidos)

Histórias para todos

Patrick Yvars, Zitka Ferreira, Maria Fernandez-Zayas, os VPs Sharon Siskie e Kenneth Svendsen, Deborah Baldin, Vincent Perez, Flávia Light e Ramiro Vazquez

NO MEIO CINEMATOGRÁFICO, A PIADA (COMPLETAMENTE VERDADEIRA) É QUE TUDO O QUE VOCÊ VAI ASSISTIR NA TELA GRANDE nos próximos anos pertence ao império Disney. A lista inclui os novos filmes da Marvel (como Homem Formiga, Guardiães das Galáxias 2, Capitão América 3, Thor 3, Pantera Negra e Vingadores: Guerra Infinita, em duas partes, com a primeira sendo rodada 100% em Imax), a volta da saga Star Wars (este ano ainda, com novos e velhos personagens), uma nova série Star Wars, mas fora das histórias da família Skywalker ( Rogue One ), versões com atores e efeitos especiais de O Livro da Selva (Mogli) e A Bela e a Fera, animações como Divertida Mente (neste verão americano, já sendo endeusada pela crítica), Frozen 2, mais sucessos Pixar e Disney Animation Studios, mais continuações de Piratas do Caribe e Alice no País das Maravilhas, filmes sérios focando o Oscar, como Bridge of Spies, com Tom Hanks e direção de Steven Spielberg... Ufa! E há mais. Muito mais. Tanto nos cinemas, quanto nos parques temáticos, canais de TV, navios, resorts...

Uma expansão de negócios como nunca houve no império Disney. No IPW 2015, que ocorreu em Orlando, na Flórida, conversamos com vice-presidente global de Vendas e Marketing da Disney Destinations e presidente da Adventures by Disney, Kenneth Svendsen, que falou da estratégia do grupo, especialmente na área de viagens e turismo. Com a diversificação de produtos e de destinos (seja com parques, hotéis ou navios, ou ainda com a operadora própria), a Disney, além de atingir o consumidor dos dois aos 80 anos, também se defende de possíveis momentos de instabilidade econômica mundial, pois há uma constante movimentação e compensação de canais, mercados e fontes de receita. E com o cross-selling de tantos produtos e marcas e a força do império Disney, os efeitos de qualquer crise econômica são menos sentidos ou minimizados. Em 60 anos (idade do primeiro parque, o Disneyland Resort, na Califórnia), a Disney recebeu dois bilhões de visitantes de todo o mundo, 700 milhões somente no complexo da Costa Oeste. E pelos investimentos que estão sendo feitos, esse número crescerá rapidamente.p

JORNAL PANROTAS — Como a Disney vê esse fortalecimento do dólar em diversos mercados internacionais, o que acaba encarecendo uma viagem aos Estados Unidos? KENNETH SVENDSEN — A Disney é uma marca global e não importa a moeda, o crescimento continuará. Estamos investindo mais que nunca em nossa história, o que mostra nossa confiança no futuro. Diversificação é a palavra de ordem, sempre tendo em mente que nossa missão é contar histórias e queremos evoluir constantemente nisso. São vários os exemplos dessa diversificação. Por exemplo, a transformação de Downtown Disney em Disney Springs, em Orlando. Vamos dobrar o tamanho da área, oferecer mais opções de lojas, restaurantes e entretenimento. Queremos inovar e investir na ampliação do nosso portfólio. JP — Depois de Disney Springs, o foco dessa diversificação será no Animal Kingdom? SVENDSEN — Já tivemos a maior expansão do Magic Kingdom, dobrando a área da Fantasyland. E em 2017 o Animal Kingdom ganhará sua maior ampliação, com a abertura da terra

de Avatar, e a criação de atividades noturnas, como espetáculos novos e até o Kilimanjaro Safari. A terra de Avatar vai adicionar muito espaço no parque, com as Montanhas Flutuantes do filme e tudo o mais, então decidimos estender o horário e criar essas novas atrações à noite. Avatar casa muito bem com a proposta de preservação e valorização da fauna e flora do Animal Kingdom. JP — Antes de Avatar, vocês ampliarão bastante a presença na Ásia... SVENDSEN — Sim, antes disso, abriremos a Shangai Disneyland, em 2016, e comemoraremos este ano uma década do parque de Hong Kong, que ganhará, no próximo ano, uma área do Homem de Ferro com personagens da Marvel e com uma atração que se passa no skyline da cidade. Em Xangai teremos um Magic Kingdom muito forte, que vai revigorar nossa presença na China. O parque terá ainda dois hotéis, um tematizado com Toy Stoy e outro com Star Wars, os primeiros no mundo com essas marcas. As novas franquias, aliás, como Marvel e Star Wars, abrem inúmeras possibilidades para a Disney nessa


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estratégia de diversificação. Também levamos a Marvel e a Star Wars para os navios, por exemplo. O Disney Magic, com a Marvel, e o Disney Dream com Star Wars, a partir de outubro. JP — A Disney já vê o público brasileiro visitando esses outros produtos fora de Orlando, como os navios, parques da Ásia e Europa, ou mesmo Disneyland? SVENDSEN — Claro que sabemos que Orlando é o principal destino dos brasileiros, mas as experiências que têm aqui na Disney World os levam a outros destinos Disney. Temos registrado, sim, mais brasileiros na Disneyland, que este ano completa seis décadas e está com muitas novidades. Nos navios também. O brasileiro adora a marca Disney (muitas mudanças em Downtown Disney foram pensadas para o público latino, que adora compras e bons restaurantes) e cuidamos para que cada visitante tenha sua experiência facilitada pela tecnologia, pelas afinidades culturais pelos gostos específicos, sem nunca esquecer da prioridade que é contar uma boa história. JP — Com tantos investimentos, parques em diferentes destinos e ampliações em Orlando, o senhor acha que muda a forma como o viajante consome a Disney? Por exemplo, antes quem vinha a Orlando tinha que ir em todos os quatro parques, hoje ele pode optar por algo mais personalizado, de acordo com seus interesses. SVENDSEN — Há sim uma mudança de mentalidade. E por isso estamos mais preocupados com a relevância do conteúdo, com a inovação, entregar uma experiência mais integrada, em um só processo, orientada para as famílias e tendo como âncora as histórias a serem contadas. Mesmo em um investimento como o resort Aulani, no Havaí, isso fica bem claro. É o melhor hotel para famílias no Havaí, e o com mais integração à cultura local. Em Orlando, temos agora o Four Seasons, que atende a um público específico dentro da Disney e que mostra que temos opções para todo um leque de hóspedes. Na Ca-

lifórnia isso também existe, pois temos parceria com 45 hotéis vizinhos. JP — Como a operadora Adventures by Disney entra na estratégia de diversificação? SVENDSEN — Ela assegura que tenhamos mais opções para hóspedes dos dois aos 100 anos. São 50 diferentes destinos e estamos lançando cruzeiros fluviais. Não importa onde esteja, o viajante terá a certeza de ter as melhores histórias para contar.p Kenneth Svendsen, VP global de Vendas e Marketing da Disney Destinations

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> Rodrigo Vieira — Orlando (Estados Unidos)

Orlando e Holly wood Volcano Bay, parque aquático que será aberto em 2017

Marcos Paes de Barros, diretor sênior para América Latina da Universal Orlando

Diagon Alley, no Universal Studios

O Universal Orlando Resort aproveitou que era um dos anfitriões do IPW 2015 para dar uma grande festa de despedida do evento. Afinal, com tantas novidades a serem anunciadas, o complexo tem o que comemorar. A primeira será a chegada do NBC Sports Bar and Grill, um grande espaço temático de alimentação. Em 2016, haverá a inauguração do quinto hotel in loco, o Loews Sapphire Falls Resort, o segundo da bandeira Loews. Ainda no ano que vem, o Universal Orlando terá o Skull Island: Reign of Kong, com a volta triunfal de King Kong a Orlando. Em 2017 será a vez do Volcano Bay, uma experiência que promete ser totalmente inédita em termos de parque aquático. A empresa ainda não revelou o que fará com o Wet ‘n Wild Orlando, que pertence à Universal. “Hoje, o brasileiro dedica um dia a cada um dos três complexos da Universal, mas, principalmente com a chegada do Reign of Kong e do Volcano Bay, ele deverá aumentar essa frequência para quatro dias para ter uma experiência realmente completa”, avalia o diretor sênior para América Latina, Marcos Paes de Barros. “Agora com 5,2 mil apartamentos, entraremos de uma vez por todas como um dos mais importantes players da hotelaria em Orlando.”


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Café da manhã

gr á tis

O Cabana Bay Beach Resort, mais novo hotel do Universal Orlando, dá direito a café da manhã gratuito aos hóspedes que permanecerem por quatro ou mais noites no resort, no período que

Lobby do Cabana Bay Beach Resort

COSTA OESTE

Prestes a completar 50 anos, o Universal Hollywood, em Los Angeles, foi um dos produtos com mais novidades no IPW 2015. Seu maior chamariz, o tour pelos estúdios de cinema, contará com um passeio noturno pela primeira vez em sua história. Serão várias atrações diferenciadas para o turista que já fez o passeio tradicional, na parte do dia. Outra novidade é a Fast & Furious Supercharged, novíssima atração do Velozes e Furiosos, com destaque a um simulador de perseguição 360º, colocando o visitante dentro de um carro a quase 200 quilômetros por hora.” Isso é para este ano, mas o grande foco do Universal Hollywood é o lançamento do “The Wizarding World of Harry Potter”, dedicado ao bruxinho mais famoso do mundo. A atração, igual à de Orlando, ficará pronta dentro de um ano. “Foram cinco anos de espera para o anúncio da construção do castelo de Hogwarts e de outras atrações do mundo mágico de Potter. Não vemos a hora de trazer os fãs ao parque”, afirmou o presidente de Criatividade da Universal, Mark Woodbury. A atração contará com uma diferença importante em relação a Orlando: terá simulador “hiper-realista” em HD e com uso de 3D. A Universal Orlando com certeza já está se mexendo para atualizar a sua versão de Forbidden Journey no Islands of Adventure. p

vai de 7 de setembro a 17 de dezembro deste ano. Válida para as reservas feitas até o final de junho, a oferta é oferecida por tempo limitado. Os visitantes hospedados em um dos hotéis do complexo Universal Orlando Resort podem desfrutar de diversos benefícios, como a entrada an-

tecipada nos parques para atrações selecionadas, além de transporte gratuito para o complexo Universal City Walk e para os parques Universal Studios Florida e Islands of Adventure. O Universal Orlando Resort anunciou também a chegada de uma loja temática de Hello Kitty. Com previsão de abrir até o fim deste ano, a nova atração terá a marca Sanrio, detentora dos direitos da personagem, e será a primeira a estar dentro de um parque temático dos Estados Unidos.p


Flashes

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IPW 2015

1 Renata Saraiva, da Brand USA no Brasil, Suzana Durini, gerente de Mercados, Karyn Gruenberg, vice-presidente de Parceiras da Brand USA, Marianna Alcorta, diretora executiva da PANROTAS, Carolina Cordioli, da Brand USA no Brasil, e Artur Luiz Andrade, também da PANROTAS 2 Fernanda Cecco Barone (segundo à esquerda) agora representa a Pegasus Bus no Brasil. Na foto, ela com Claudia Menezes, Fernando Pereira e Fernanda Vanetta, da Pegasus 3 Beto Roman, da Travel Ace, Claudia Lobo, do Visit Orlando no Brasil, Marianna Alcorta, da PANROTAS, e Maria Camilla Alcorta, da Interamerican 4 Hubertus Funke e Tom Kiely, da San Francisco Travel, com Newton Vieira, representante do destino no Brasil 5 Sylvio Ferraz, da MMTGapnet, com Livia Cohen, do Walt Disney World Swan and Dolphin, e Cristina Nersessian, da Starwood 6 Julienne Gananian e Bob Hofmann, da Broadway Collection e Broadway Inbound

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7 Luiz Echezabal, do Turnberry Isle, Miami, membro da Autograph Collection da Marriott, e Bruna Lima Duarte, diretora de Vendas da Marriott International no Brasil 8 Fábio Oliveira, da Flytour, e Marianna Alcorta, da PANROTAS 9 Maria Camilla Alcorta, da Interamerican, com Roberto Sanches, da Orinter 10 Ana Maria Donato e Daniela Bergamini, da Imaginadora, representante de Capital Region USA, Sea World Parks, Los Angeles e Miami no Brasil 11 Jack Wert e JoNell Modys, de Naples, Marco Islands e Everglades (Paradise Coast, na Flórida), e Marcos Teodoro, da Aviareps, representante no Brasil 12 Emerson Amaral e Barbara Picolo, da Flytour Viagens, na festa no Magic Kingdom 13 Flávia Light, da Disney, com Marcelo Dezem, da Tam Viagens, e Silvia Fagundes, da Trade Tours 14 Da Enterprise Holdings (Alamo, Enterprise e National), Jerry Mosiello, VP Internacional, Newton Vieira, representante no Brasil, Enrique Tomé, diretor América Latina, e Egidia Thomas, gerente de Marketing Internacional 15 Luiz de Moura Jr., da Insight, representante de Kissimmee no Brasil, a diretora do Experience Kissimmee, Ana Gonzalez, Magda Nassar, presidente da Braztoa, e John Poole, diretor de Marketing Esportivo da Comissão de Esportes de Kissimmee 16 José Eduardo Sanches, da TGK Turismo, Saulo Reis Jr., da Schultz Operadora, Patrick Yvars, gerente da Disney para o Brasil, Claudia Lobo, do Visit Orlando, Lisha Duarte, do Sea World, Marianna Alcorta, da PANROTAS, e Flavia Light, da Disney


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Aviação

A capa da última edição do Jornal PANROTAS, que debate o recente anúncio do Grupo Lufthansa em cobrar 16 euros por emissão via GDS, segue movimentando o mercado. Quem decidiu se posicionar foi a Fenactur, que por meio de carta de protesto do presidente Michel Tuma Ness, cogitou boicotar o conglomerado caso a iniciativa seja levada adiante. “Para que não sejamos compelidos a incentivar os nossos filiados, que, somam mais de 20 mil agentes de viagens no Brasil, a migrarem as suas operações para outras companhias aéreas, que agem com mais transparência, respeitando a boa e salutar parceria com os agentes de viagens, é que nos leva a pedir que tal prática seja revista e a sua implementação coibida.”

APOIO

Mais que reclamações e ameaças, a Distribution Cost Charge (DCC) ganhou apoio de quem o mercado mais temia: das demais companhias aéreas. Durante o 71a Annual General Meeting (AGM) e World Air Transport Summit (leia na página 28), os CEOs do grupo Air France-KLM, Alexandre de Juniac, do IAG, Willie Walsh, e da Etihad, James Hogan, mostraram-se a favor da medida. “É um assunto-chave para nós também”, indicou Alexandre de Juniac, sem dar mais detalhes, embora tenha reconhecido que a companhia, pelos contratos que tem com o Amadeus, está impedida de avançar com uma medida idêntica neste momento. James Hogan, por sua vez, salientou que as companhias aéreas “precisam enxergar valor em seus fornecedores”, entregando que a distribuição ainda é encarada como custo pelas aéreas. Ele comentou também que outros CEOs de aéreas “aplaudiram” a decisão.p

Reprodução: lufthansagroup.com

Lenha na fogueira


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> Hugo Okada

Dedicado a fidelizar Localizados no complexo World Trade Center, zona Sul de São Paulo, o hotel Sheraton São Paulo e o WTC Events Center têm, há cerca de um mês, um novo diretor geral. Ele é Roberto Jeolas, profissional com Roberto Jeolas já tem metas definidas para o complexo

mais de 25 anos de mercado e passagens por hotéis e redes como Emiliano e Transamérica, além de fundador da Hip Hotels, especializada em representação hoteleira, e da HG Hospitalidade Global, consultoria também da área de hotéis. São dois objetivos principais que nortearão o trabalho do profissional nesse início de jornada à frente da nova casa: fidelização de atuais e futuros clientes e aumento da participação do mercado internacional na receita do hotel e do centro de convenções. “Quero manter a fidelização de nossos clientes, o que é um grande desafio hoje, devido ao aumento da demanda. Também buscarei novos segmentos para a área de eventos, temos crescido significativamente nesse sentido, afinal somos um empreendimento de eventos e convenções, e reconhecidos por isso”, afirmou o executivo. Sua chegada acontece em um momento positivo para o empreendimento. De acordo com Jeolas, essa é uma época de “reestruturação gerencial, uma estratégia de médio a longo prazo da WTC Hotelaria, no mundo todo e dentro do País. Estamos em fase de franca expansão e reestruturação inclusive do escritório de Vendas, com a chegada de um novo diretor de Vendas, Felipe Oliveira”. Para o diretor, a principal motivação, no entanto, vem do desafio, da visão de negócios e do relacionamento comercial. “Sempre fui voltado para essas características. E este empreendimento me encanta, é como um transatlântico em curso. Minha expectativa principal é: relacionamento hábil com a equipe, pois costumo dizer que se você fica parado por 15 minutos, perde uma semana”. O Sheraton Hotel WTC passa por processo de retrofit dos apartamentos que deve ser concluído, segundo o novo diretor, nos próximos quatro meses.p


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> Diego Verticchio

Sotaque mineiro Sete meses depois de se despedir da Carlson Wagonlit Travel, onde trabalhou por 17 anos ocupando, inclusive, a cadeira de presidente da empresa para o Brasil e América Latina, André Carvalhal está de casa nova. O executivo, formado no

Rio de Janeiro e com mais da metade da sua carreira profissional atuando em São Paulo, agora está em Belo Horizonte, onde responde pelo posto de diretor geral do Grupo Master, da operadora Viagens Master e das agências Master Turismo. Embora tenha começado oficialmente em 1º de junho, Carvalhal vinha prestando consultoria ao grupo desde março. “O trabalho de consultor virou algo maior”, afirmou o executivo. Sua apresentação foi feita no último dia 9, durante o 3º Workshop de Viagens Corporativas da Master, em Belo Horizonte. Ao Jornal PANROTAS, André Carvalhal disse que o fator decisivo para aceitar o desafio foi entender as ambições da Master, que busca ser um dos cinco maiores do Brasil no segmento corporativo. “O que me cativou foi o projeto que o Fernando Dias (presidente do Grupo Master) quer implementar. Não vim pelo emprego, e sim pelo projeto”, justificou.

André Carvalhal agora é do Grupo Master

Entre os desafios à frente do Grupo Master está tornar o conglomerado mais conhecido fora de Minas Gerais, onde lidera em diversos segmentos, entre eles lazer e corporativo. No plano de expansão está aumentar a presença em mercados importantes, entre eles São Paulo e Rio de Janeiro, onde o Grupo Master já tem atuação. Para isso, Carvalhal trouxe Luiz Valente, ex-diretor de Grupos e Eventos da Carlson Wagonlit Travel para a América Latina, que vai liderar a Unidade de Incentivos e Eventos em São Paulo integrando a equipe de José Cordeiro. Com a chegada do novo executivo, Fernando Dias se distancia e passa a presidir o Conselho da Família, um modelo de governança criado cujo objetivo central é colaborar para o crescimento do Grupo, além de deliberar sobre as estratégias e diretrizes da empresa. Carvalhal passa a ser o executivo do grupo, liderando o novo Conselho Diretivo, que opera de forma cole-

giada entre os Líderes de Unidades de Negócio e os Líderes Funcionais.

DE SAÍDA

Enquanto um diretor chega, outro sai. Depois de 15 anos trabalhando na Master Turismo, Lenini Lamounier não é mais diretor comercial do grupo. Por uma decisão pessoal, o executivo optou por investir em projetos próprios. A saída coincidiu com a chegada de André Carvalhal à Master. Lamounier começou a trabalhar com turismo em 1985, na Globotour, de Belo Horizonte. O executivo tem passagens por Kontik Franstur e Pan Am. Na Master, ele entrou em 2000 como gerente geral e vinha atuando desde 2007 como diretor comercial. O novo diretor geral do Grupo Master lamentou a saída de Lamounier. “A gente contava com a experiência dele, mas respeitamos a decisão de sair. É uma grande perda para o Grupo Master”, encerrou André Carvalhal.p

Lenini Lamounier


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> Danilo Alves

5ª base na Argentina Mendoza será o 17º destino internacional da Gol Linhas Aéreas a partir de 4 de julho. Com a inauguração da rota, a aérea passa

Federico Fores, do Ministério do Turismo de Mendoza, Emiliano Parrilli, do Inprotur, Eduardo Bernardes, da Gol, a rainha Rocio Valdivia, Javier Espina, do MTur de Mendoza, Jaime Ríos, do Inprotur, e Diego Hejiej, da Gol

a ser reconhecida como a empresa com maior número de voos ligando o Brasil e a Argentina, com 76 frequências semanais para Buenos Aires (Ezeiza e Aeroparque), Córdoba, Rosário e agora Mendoza. “É um destino que tem tudo para agradar qualquer turista. Lá é possível encontrar grandes vinhos, excelente gastronomia, praticar esportes de aventura, jogar em cassinos, ver neve e montanha. Só não tem mar. Se tivesse, Deus seria argentino, e não brasileiro”, brincou o vice-presidente de Vendas e Marketing da Gol, Eduardo Bernardes, durante o lançamento da nova rota, em um restaurante na capital paulista. Mendoza é uma das principais cidades turísticas da Cordilheira dos Andes, conhecida pela grande quantidade de vinícolas locais. Outro destaque é o Aconcágua, com mais de seis mil metros de altitude. Além disso, é sede das estações de esqui Los Penitentes, com mais de 20 pistas de diferentes graus de dificuldade. A Gol será a única empresa brasileira e da América do Sul a fazer um voo direto entre Mendoza e o Brasil. Hoje, essa ligação só é possível com conexão em Santiago ou Buenos Aires, Javier Espina, do Turismo de Mendoza. A Gol terá dois voos partindo do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, às quartas-feiras e aos sábados, com destino ao Aeroporto Interncional Gobernador Francisco Gabrielli. As passagens já estão à venda pelos canais da companhia e, de acordo com Bernardes, a comercialização está bem positiva e dentro do esperado. Ao lado de Javier Espina, Bernardes disse que a nova operação faz parte da política de crescimento que a companhia vem desenvolvendo para toda América Latina. “Esta província, pela sua localização e importância econômica e turística, é vital para nossa empresa”, destacou. “Esse lançamento vai ao encontro do nosso projeto de crescimento como destino turístico internacional. Ter uma conexão direta com o nosso segundo maior emissor de visitantes (atrás apenas do Chile) amplia as oportunidades e os negócios entre os dois países”, completou


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Espina. O vice-presidente da Gol relembrou ainda, que em um primeiro momento, a ideia da empresa era manter um voo sazonal, de julho a agosto apenas. “Mas vimos que há potencial para que essas frequências que já estamos vendendo continuem por mais tempo. Por isso, pedimos às autoridades que concedam a autorização para que os voos sejam regulares”, explicou, dizendo ainda que o aval deverá sair já nos próximos dias. De São Paulo para Mendoza, o voo 9316 decolará às 10h10 e pousa às 14h. No sentido inverso, a decolagem vai acontecer às 16h45 e a chegada às 20h. A rota será realizada por aeronaves Boeing 737-800, configuradas nas classes comfort ou econômica, com serviço de bordo gratuito. Além disso, será disponibilizado também o serviço Gol+, que oferece ao passageiro mais espaço entre as poltronas. “Tudo isso são diferenciais. Trabalhamos para proporcionar uma experiência de voo com comodidade aos nossos passageiros”, disse Bernardes. No próximo mês, a companhia começará a operar voos diretos para a aeroporto de Ezeiza, em Buenos Aires, com decolagem aos sábados de Natal, e saídas às segundas, quintas e sextas-feiras e aos domingos do Aeroporto de Brasília.

PRIORIDADE

O ministro Javier Espina falou sobre a importância que tem o Turismo – e todos os setores que estão ligados a ele – para a economia de Mendoza. “O mercado brasileiro é prioritário para nosso destino. Entre 2011 e 2014, o número de turistas que recebemos do Brasil teve crescimento de 50%. Somente em 2014, chegaram a Mendoza 86.814 visitantes brasileiros. Com este novo voo, o acesso aos nossos atrativos de turismo enológico, de aventura, de montanha e de gastronomia ficará muito mais fácil”, disse. “Nossa projeção é que 2015 feche com um incremento de até 17% no número de turistas do Brasil que desembarcam em nosso destino”, completou. O acordo faz parte do Plano Estratégico de Desenvolvimento Sustentável e Inovação Turística Mendoza Turismo 2024, particularmente vinculado ao programa de Melhora da Conectividade, contido na Política de Desenvolvimento Turístico, um dos três pilares da ação

para a próxima década. A província conta com três aeroportos de escala internacional localizados em Mendoza, San Rafael e Malargüe. Somente no aeroporto de Mendoza, o movimento anual é de mais de um milhão de passageiros, contabilizando as chegadas e partidas de turistas e residentes locais. A província está conectada com Buenos Aires, La Pampa, Córdoba, Jujuy, Salta, Misiones, Chubut, Neuquén, San Juan, e Santiago do Chile com voos diretos. Bernardes acredita que após o lançamento do voo, em um primeiro momento, o maior share da rota será formado por clientes que viajarão a lazer, mas que após um curto período, esse número será dividido com o mercado corporativo. p

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Eduardo Bernardes, da Gol, e Javier Espina, do Ministério do Turismo de Mendoza


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Aviação

A Tap é dele O governo português bateu o martelo sobre a privatização da Tap e aceitou a proposta de David Neeleman, fundador da Jet Blue e da Azul. O empresário, em parceria com Humberto Pedrosa, considerado um dos homens mais ricos de Portugal, venceu a forte concorrência imposta por German Efromovich, da Avianca, e agora caminha para comprar 61% da companhia. Durante a reunião do conselho de ministros, realizada no último dia 11, a justificativa para a escolha se deu por “mérito”, pelo “projeto estratégico apresentado” e, sobretudo, pela “contribuição para o reforço da capacidade econômico-financeira do Grupo Tap”. Segundo a secretária de Estado do Tesouro de Portugal, Isabel Castelo

Branco, o valor do negócio é de cerca de 354 milhões de euros, podendo chegar a 488 milhões de euros, dependendo da performance da companhia este ano. Importante ressaltar que os ministros chegaram a um consenso de que a venda tem como condição a manutenção do hub atual (Lisboa) em pelo menos 30 anos, além de manter a sede operacional em Portugal por pelo menos dez anos, bem como licenças de exploração, a obrigação de serviço público e as ligações-chave. A formalização da compra deve sair até o final deste ano, após uma série de procedimentos legais que Neeleman e Pedrosa devem cumprir. O contrato será assinado nos próximos dias.p

David Neeleman

Votos de

sucesso Logo após o anúncio do resultado da concorrência pela Tap, a Azul Linhas Aéreas enviou comunicado ao mercado parabenizando David Neeleman pela vitória. Confira abaixo. “A Azul Linhas Aéreas Brasileiras parabeniza seu fundador e CEO, David Neeleman, por vencer o processo de privatização da Tap. A companhia acredita que essa aquisição será uma oportunidade muito boa para o Brasil, uma vez que Portugal é a principal entrada dos brasileiros para a Europa e vice-versa, com aproximadamente 1,8 milhões de pessoas por mês que viajam por esta rota, sendo a maioria parte de lazer. E a Tap é líder nesse mercado e fundamental para atender a essa demanda. Desejamos sucesso a ele e ao seu grupo de investidores neste novo desafio.p


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Gente

Novo projeto Viviânne Martins

Viviânne Martins, da Academia de Viagens e do conselho da Alagev, agregou mais uma tarefa à já concorrida agenda: presidir o Conselho Executivo de Viagens e Eventos Corporativos (Cevec) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio SP). Segundo comunicado da entidade, “a missão do Cevec é gerar inteligência de mercado, buscando a transversalidade e a sustentabilidade do setor de viagens, turismo e eventos corporativos, com o objetivo de debater temas relevantes e de impacto para as empresas do segmento”. A tradução, na versão informal de Viviânne, é, basicamente, construir um novo conceito. “O meu trabalho está focado na criação de um encontro que seja capaz de reunir lazer, corporativo e eventos em um mesmo lugar. Estou trabalhando nos bastidores desde 2 de abril, e já posso adiantar que teremos um comitê executivo que será responsável por apresentar projetos que possam unir poder público e iniciativa privada em um ambiente neutro, dedicado ao enriquecimento e à discussão sobre temas do interesse da indústria.” “Queremos misturar tudo, literalmente, e particularmente não considero isso uma tarefa complicada”, garantiu a dirigente. Além de Viviânne Martins na presidência, o conselho terá na assessoria técnica Jéssica Kobayashi Corrêa, coordenadora da área de Turismo, Lazer do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac).p


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Consolidadoras

Nova fase Criada em 1978, no Rio de Janeiro, a ITS Turismo está entrando em uma nova fase, que tem como ponto alto sua expansão. A consolidadora, que desde 1989 é dirigida pelos irmãos Helio, Luiz Mauro e Fabrizzio Soares, mudará de sede neste segundo semestre, passando dos atuais 500 metros quadrados para 1,1 mil metros quadrados. A mudança física vem atender a dois motivos: redução de custos (a empresa deixa de pagar aluguel para uma sede própria) e maior espaço físico, capaz de atender toda equipe atual e os novos funcionários que serão contratados. A expansão faz parte de um plano estratégico que começou a ser desenhado há três anos e contempla ainda presença física maior em outros importantes mercados. “O ano não está sendo fácil para o turismo. Para nós da consolidação,

Helio e e Fabrizzio Soares, diretores da ITS Turismo

enfrentamos os preços baixos oferecidos pelas companhias aéreas diretamente nos sites, mas há três

anos que estamos elaborando este planejamento e vamos colocá-lo em prática”, afirmou um dos dire-

tores da ITS, Fabrizzio Soares. No plano de expansão da ITS, que hoje conta com a sede no Rio e filiais em São Paulo e Espírito Santo, está a criação de duas novas filiais em capitais para o segundo semestre, além da presença em outros Estados por meio de representantes. “O Nordeste pode ser uma região que a gente venha a ter uma estrutura maior, com escritório próprio, pegando uns três ou quatro Estados”, adianta Fabrizzio. “Todas as oportunidades estão sendo analisadas. Como pensamos nisso há três anos, temos bem nítido o que queremos”, complementou.

Núcleo de Negócios A nova fase da ITS Turismo contempla a criação do Núcleo de Negócios, setor que tem como objetivo principal oferecer todas as ferramentas possíveis em uma consolidação às agências parceiras. A equipe, formada por cinco executivos, dos quais três ex-Tam que trabalhavam nesta área, atua diretamente com o setor de vendas da consolidadora. “Embora a gente tenha uma participação significativa no mercado, sentimos a necessidade de estar mais próximos das agências parceiras, e por isso criamos esta área, que é na verdade um segmento que atua pro-ativamente, entendendo a demanda do cliente e oferecendo todas as ferramentas possíveis para suprir aquela necessidade”,


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> Karina Cedeño

Parceria reforçada Como parte da Semana Argentina em São Paulo, o Instituto Nacional de Promoção Turística da Argentina (Inprotur) e o Ministério da Argentina promoveram, no último dia 9, O Venda Argentina, evento direcionado à comercialização e promoção do destino aos operadores brasileiros. Entre os 400 convidados, estiveram presentes agentes de viagens, operadores e autoridades, que puderam conferir as novidades apresentadas pelo país vizinho por meio de 53 expositores, 30 deles novos este ano. “O Brasil é o principal mercado para a Argentina e recebemos, anualmente, um milhão e meio de brasileiros em nosso destino. Por meio deste evento, muitas empresas estão, pela primeira vez, comercializando de forma mais direta com o mercado brasileiro. Esperamos manter o crescimento anual de 5% a 7% que temos apresentado nos últimos anos”, disse o ministro de Turismo da Argentina, Carlos Enrique Meyer. O coordenador do Inprotur para o Brasil, Jaime Ríos, também concorda que o evento contribui para retomar o crescimento das vendas do destino. “O brasileiro, que sempre foi muito interessado em descobrir novos destinos na Argentina, antes tinha o costume de planejar suas viagens com meses de antecedência. Ultima-

mente, devido às flutuações da moeda, eles têm comprado mais de última hora, o que provocou uma queda nas vendas. Sendo assim, este evento é importantíssimo para promover o destino e retomar o crescimento neste mercado”, diz Ríos. O evento também contou com rodadas de negócios e 15 capacitações, além da presença de seis regiões argentinas: Cuyo, Litoral, Patagônia, Norte, Buenos Aires e Córdoba.

Bariloche

O secretário de Turismo de Bariloche, Fabián Szewczuk, também esteve presente e falou que o destino espera receber, durante a temporada de inverno deste ano, 30 mil brasileiros. “O número é similar ao do ano passado, mas é interessante frisar que hoje os brasileiros procuram Bariloche durante o ano inteiro, não apenas no inverno, como ocorria antes”, disse. Para atrair mais visitantes, o novo parque de neve de Cerro Catedral promete incrementar ainda mais neve no local, por meio de dez canhões que aumentarão a quantidade produzida. Há ainda novidades como pistas mais extensas e dois novos meios de elevação. Szewczuk também destacou que, durante esta temporada de inverno em Bariloche, crianças de até 16 anos acompanhadas dos pais não pagam os meios de elevação, e nem a hos-

A rainha nacional de Vendimia, Rocio Valdívia, e o coordenador do Inprotur para o Brasil, Jaime Ríos

O secretário de Turismo da Argentina, Daniel Aguilera, e o ministro de Turismo, Carlos Enrique Meyer

pedagem em um dos 40 hotéis associados à campanha. A promoção é válida durante todo o inverno e só não se aplica ao período de 9 a 30 de julho, quando começa a alta temporada.

“Queremos que Bariloche se torne um destino também reconhecido por receber os principiantes no esqui, fazendo com que iniciem o esporte no destino argentino”, finaliza o secretário. p

O secretário de Turismo de Bariloche, Fabián Szewczuk > Continua na pág. 26


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< Continuação da pág. 25

Flashes P re m i a ç ã o d o t ra d e

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O Turismo da Argentina premiou os principais parceiros em uma noite de gala, realizada na Casa Argentina, em São Paulo. Os agraciados foram divididos por categorias “Gratidão”, “Companhias Aéreas” e “Companheirismo”. Confira alguns cliques.

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1 Marco Ferraz, pela Clia Abremar, foi lembrado pelo trabalho realizado à frente da entidade 2 Aviesp, Abav e Alagev foram premiados como parceiras e receberam homenagens do Turismo da Argentina 3 A PANROTAS, representada pelo editor Renê Castro, foi premiada como uma das grandes parceiras do Turismo da Argentina 4 Aerolineas Argentinas, Gol e Latam foram homenageadas na categoria “Companhias Aéreas” 5 Heloisa e Fred Levy receberam prêmios em nome da Interpoint e da Braztoa 6 Eduardo Barbosa, da Flot, recebe o prêmio das mãos de Meyer 7 Marcelo Cusnir e Carla Davidovich, ambos da New Age 8 Cassulino e Juarez Cintra, do Grupo Ancoradouro 9 Pela CVC, Rodrigo Vaz Ribeiro e Heloisa Ananias 10 Marcelo Dezem, diretor da Tam Viagens, representou a operadora na premiação e também levou um troféu para a empresa 11 Roberto Simon Adler recebeu o prêmio em nome da Agaxtur 12 Bruno Galo, da Hotel Urbano, exibe o prêmio entregue pelo Turismo da Argentina 13 Jorge Souza, da MMTGapnet 5

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Gente

Despedida Após 25 anos de serviços prestados, Nelson de Oliveira não é mais o diretor geral para a América do Sul da South African Airways (SAA). A companhia comunicou o mercado no último dia 11, e no mesmo dia o Jornal PANROTAS entrou em contato com o executivo, que falou a respeito da decisão. “Deixo a empresa com a sensação de dever cumprido. Hoje a SAA é constatadamente uma das mais competitivas companhias aéreas no mercado brasileiro e a África do Sul um dos destinos turísticos mais desejados pelo público. Agora vou descansar um pouco e depois me dedicar a meus novos projetos que serão anunciados em breve. Agradeço o apoio da minha equipe, da direção da SAA em Johanesburgo e de todos os parceiros e amigos.” Nelson de Oliveira começou na empresa no Rio de Janeiro como promotor de Vendas e chegou ao cargo máximo na região, tendo passado por várias posições, como gerente Rio, gerente Nordeste e diretor Brasil. A empresa, por sua vez, reconheceu que “à frente da SAA, Oliveira contribuiu enormemente para o sucesso da rota e o crescimento da South African Airways no continente. Nesse período, a empresa saltou de um para 11 voos semanais entre São Paulo e Johanesburgo e a rota atualmente é uma das mais rentáveis da empresa”. O executivo também foi o idealizador dos eventos Explore South Africa, que ajudaram a promover e consolidar o destino no País, e foi reconhecido e premiado em diversas ocasiões pelo mercado. Nelson de Oliveira afirmou que vai buscar novos desafios, depois de um quarto de século dedicado à SAA e à África do Sul, e que está entusiasmado com o que pode encontrar. A SAA ainda não divulgou

quem fica em seu lugar, mas a regional Brasil responde ao escritório nos Estados Unidos, que fica em Fort Lauderdale. O e-mail de Oliveira é ndo@uol.com.br p

Nelson de Oliveira: 25 anos de SAA


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Aviação

Otimismo nas alturas Fotos: divulgação/Iata e Qatar Airways

PARA MUITOS ESPECIALISTAS, 2015 ESTÁ SENDO UM ANO DIFÍCIL PARA O TURISMO. PARA NÓS, BRASILEIROS, A JUSTIFICATIVA, ENTRE OUTRAS PARTICULARIDADES, É A OSCILAÇÃO E VALORIZAÇÃO DA MOEDA NORTE-AMERICANA. MESMO ASSIM, 2015 DEVE REGISTRAR O NÚMERO DE 2,5 BILHÕES DE PASSAGEIROS EMBARCADOS em todo o mundo. Em relação a cargas, cerca de 55 milhões de toneladas serão transportadas ao longo de 51 mil rotas. Os números foram divulgados na última semana, em Miami (Estados Unidos), durante a 71ª Annual General Meeting (AGM) e World Air Transport Summit, evento promovido pela Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata) e que contou com a presença de mais de mil líderes da indústria. O encontro foi sediado pela American Airlines, Fedex, UPS e Airlines for America (A4A). No encontro, o presidente e CEO da American Airlines, Doug Parker, foi eleito presidente do AGM e afirmou que a aviação contribui para que mais de 58 milhões de empregos sejam gerados e incrementa US$ 2,4 trilhões na atividade econômica. “Só nos Estados Unidos este número está em torno de 5,7 milhões de empregos gerados e uma contribuição econômica de US$ 561,7 bilhões”, disse. Segundo o pronunciamento do diretor geral e CEO da Iata, Tony Tyler, é esperado que a indústria aérea gere, neste ano, um lucro líquido de US$ 29,3 bilhões. “Este ano, espera-se que as companhias aéreas preencham 80% de seus assentos disponíveis, um nítido sinal de progresso nos negócios. Mas é importante frisar que o desempenho do setor está longe de ser uniforme. Enquanto algumas transportadoras norte-americanas têm contribuído com mais da metade do lucro gerado pela indústria — em torno de US$ 15,7 milhões —, outras têm enfrentado enormes desafios. A quantia de US$ 29,3 bilhões parece ser um número grande, mas deve-se lembrar que este valor está relacionado a receitas de US$ 727 milhões. Sendo assim, a margem de lucro obtida é de 4%, de maneira suada”, lembrou Tyler. Ele ainda cita, para ressaltar os contrastes, os lucros por passageiro obtidos pelas aéreas, cuja média é de US$ 8,2. “As companhias da América do

O diretor geral e CEO da Iata, Tony Tyler

Norte irão gerar mais do que o dobro deste valor, em torno de US$ 18,1, enquanto as do Oriente Médio terão um lucro por passageiro de US$ 9,3. Em contrapartida, as empresas europeias irão gerar US$ 6,3 por passageiro, e na Ásia-Pacífico, US$ 4,2. No que se refere à América Latina e à África, este valor é de US$ 2,2 e US$ 1,5, respectivamente”, concluiu o diretor e CEO da Iata.

AMEAÇA REAL

AMÉRICA LATINA

Durante o evento, a Iata anunciou que o crescimento de passageiros transportados na América Latina e no Caribe pode atingir a marca de 385 milhões em dez anos. Isso, claro, se os governos adotarem medidas como infraestrutura adequada e regulamentação mais inteligente, além de observar padrões de qualidade mundiais e melhores práticas. No ano passado, o número de passageiros transportados na região ficou em torno de 242 milhões. Concentrando 8% dos habitantes mundiais, a região representa apenas 5% do tráfego aéreo global, mas pode aumentar em mais de 50% este potencial, caso os bloqueios sejam removidos. Em um ranking de 35 países que apresentam infraestrutura de qualidade no transporte aéreo, somente Panamá e Barbados respondem pela região. Entre as maiores economias mundiais, o Brasil está em 131o lugar, a Colômbia em 105° e o México em 64o.p

A TURBULÊNCIA DO ENCONTRO FOI PROTAGONIZADA PELO CEO DA QATAR AIRWAYS, AKBAR AL BAKER, QUE AMEAÇOU DEIXAR A ALIANÇA GLOBAL ONEWORLD, POIS A AMERICAN AIRLINES, FUNDADORA DA

aliança e empresa que convidou a Qatar a fazer parte da mesma, estaria tentando restringir as operações da companhia árabe nos Estados Unidos. Como se sabe, American, Delta e United Airlines pediram que o governo americano revisse o acordo de céus abertos com o Catar e os Emirados Árabes Unidos, sob alegação de que as companhias nacionais desses países (Qatar, Emirates e Etihad) receberiam subsídios bilionários dos governos, o que seria uma concorrência desleal com as americanas em voos nos Estados Unidos.

“Se uma grande companhia nos convida para nos juntarmos à Oneworld e hoje restringe nossas operações nos Estados Unidos, então não preciso fazer parte dessa aliança, posso continuar sozinho”, disse ele. “Não viemos implorar à American para fazermos parte da aliança. Fomos convidados. Se eles não honrarem o compromisso de uma aliança, não queremos mais fazer parte”, finalizou, dizendo ainda que outras empresas americanas querem fazer negócios com a Qatar Airways O presidente da AA, Doug Parker, disse que a disputa não é entre empresas aéreas, e sim entre governos, mas o tema dominou a assembleia da Iata, inclusive com acusações de protecionismo americano e europeu por parte do CEO da Qatar. p


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> Henrique Santiago

Aposta no Brasil Quando o brasileiro pensa em viajar para o Exterior, dificilmente tem a Nova Zelândia em mente. De acordo com dados do governo local, o país recebeu apenas 12.240 brasileiros de abril de 2014 a abril de 2015. Disposto a mudar este panorama, o CEO do Turismo da Nova Zelândia, Kevin Bowler, desembarcou semana passada em São Paulo e concedeu uma entrevista exclusiva ao Jornal PANROTAS, quando revelou planos de expansão a longo prazo, suas impressões para este ano e, claro, se existe uma certa rivalidade com a vizinha Austrália, dona de uma fatia muito maior de brasileiros. De acordo com Bowler, a vinda ao Brasil já estava em seus planos desde a abertura do escritório em São Paulo, há cerca de um ano e meio. “[O mercado brasileiro] ainda é pequeno, mas o prospecto de crescimento do País é empolgante. Por isso, escolhemos como um dos três mercados emergentes [Índia e Indonésia são os outros dois]. Estamos confiantes e preparamos investir em crescimento ao longo dos próximos dez anos”, afirmou ele. Em 2014, a Nova Zelândia recebeu três milhões de viajantes internacionais.

Bola da Vez

Com investimentos de US$ 3 milhões anuais, a Nova Zelândia foca em três pontos vitais para atrair a atenção do público brasileiro. “Vamos trabalhar com a indústria de viagens em promoção, educação e treinamento de agentes de viagens, relações públicas e publicidade. Nós temos uma versão em português do site [www.newzealand.com] e vamos divulgar o endereço por meio de adwords e outros players”, pontuou o CEO. Ainda que nenhuma companhia aérea conecte São Paulo ou Rio a Auckland, capital do país, para Bowler isso não é um problema, uma vez que a Air New Zealand iniciará a nova rota Auckland–Buenos Aires em dezembro deste ano, o que ele considera um marco, sendo o primeiro voo para uma cidade sul-americana em quase 80 anos. “Além disso, nós temos a chilena Lan voando para Auckland. Agora, pre-

Kevin Bowler, CEO do Turismo da Nova Zelândia

cisamos de um voo para São Paulo”, complementou, aos risos. Enquanto para 2016 a previsão de crescimento de visitantes brasileiros ao país é de 6% a 7%, ou 15 mil turistas, para a próxima década a expectativa é mais ambiciosa: em torno de 40 mil a 50 mil. “É difícil mensurar a quantidade, pois a economia é incerta, e não sabemos como estarão as companhias aéreas no futuro, se a oferta estará maior que a demanda. Logicamente, precisamos que ambos cresçam bem”. Até 2025, a Nova Zelândia espera receber quatro milhões de viajantes internacionais, número que iguala sua população atualmente.

RivaLIDADE

A clássica rivalidade existente nos campos de futebol entre Brasil e Argentina também se faz real com a Nova Zelândia e sua vizinha Austrália, porém, fora do âmbito do esporte. “Eu vejo [a Austrália] como uma experiência complementar. Eles têm um país tão grande como o Brasil, mas uma boa parte de sua área é deserta, quente e seca. A Nova Zelândia é mais verde, mon-

tanhosa, é uma experiência geograficamente diferente. E, claro, nós temos os maoris, os nossos indígenas, que são diferentes dos aborígines australianos. Eu acredito que visitar ambos os países seriam muito bom para notar suas diferenças”, analisou. De acordo com Bowler, cerca de 1,2 milhão de australianos foram para Nova Zelândia em 2014.

Raio-X

O que motiva brasileiros a escolherem a Nova Zelândia? Segundo Kevin Bowler, o perfil de viajantes que procuram o país em nível global atinge pessoas mais maduras na faixa dos 60 anos por serem economicamente estáveis em um destino que não é barato e por não terem de levar crianças pequenas em uma viagem longa. Mas o Brasil, por sua vez, segue na contramão. “Com a possibilidade de aprender a língua inglesa, nós temos recebido cada vez mais jovens brasileiros em busca de estudo, à procura de esportes de aventura, como mountain bike, bungee jump e caminhada, mas é claro que recebemos pessoas da melhor idade”, afirmou.

FILMES AJUDAM

O diretor Peter Jackson levou às telas a trilogia de filmes O Senhor dos Anéis , baseada na obra de J. R. R. Tolkien, que se tornou uma febre mundial, aclamada por crítica e público. Cerca de uma década mais tarde, o mesmo realizador iniciou uma nova série de três filmes inspirada no livro O Hobbit , também de Tolkien, que apresentou quase o mesmo êxito comercial e de crítica. Essa série de fatores tem uma relação vital com a Nova Zelândia: os seis filmes tiveram locação no país. “O lançamento do primeiro Hobbit trouxe um crescimento em todos os mercados do mundo. Em uma pesquisa, 15% dos visitantes de feriado escolheram a Nova Zelândia por esse motivo. Dez anos antes, com Senhor dos Anéis , realizamos a mesma pesquisa e o resultado nos trouxe cerca de 6%”, disse o dirigente. Se o impacto do viajante brasileiro para a Nova Zelândia for tão grande como a relevância da obra de Tolkien para o cinema, só o tempo dirá. De preferência nos próximos dez anos. p


SurFACE

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Unedestinos

A União Nacional das Entidades de Destinos (Unedestinos) já aprovou estatuto e acaba de definir sua diretoria. Bruno Herbert, do Recife CVB, foi nomeado como o primeiro presidente da associação. A diretoria para a primeira gestão é composta por outros 11 membros, todos de CVB´s. São eles: Toni Sando (São Paulo), Max Fonseca (Natal), Ferdinando Lucena (João Pessoa), Michael Nagy (Rio de Janeiro), Maitê Uhlmann (Recife), Alexandre Resende (Goiânia), Marco Aurélio Floriani (Florianópolis), Basileu Tavares (Iguassu), José Amilton Lopes (Porto Alegre), Regis Nogueira (Fortaleza) e João Carlos Pollak (Guarujá). A diretoria da nova entidade

Contratação

A Trend Operadora anunciou a contratação de Ernesto Rosa, ex-Nascimento Turismo, como supervisor de Vendas do departamento de Lazer. Com mais de 20 anos de experiência no Turismo, sendo 15 deles em operadora, Rosa diz que seu principal objetivo neste novo desafio é fortalecer o networking com as agências de viagens, garantindo o melhor atendimento e os melhores benefícios, expandindo e prospectando novos clientes. Ele responderá diretamente à diretora Cristiane Jayme. Ernesto Rosa está disponível pelo e-mail erosa@trendoperadora.com.br e pelos telefones (11) 3041-7510 e 98963-5539. 

Esgotados Das 694 seções disponíveis para os Jogos Olímpicos Rio 2016, 121 estão esgotadas, entre elas as finais do futebol masculino e do vôlei masculino e feminino. Ingressos para as cerimônias de abertura e encerramento também estão esgotados. Segundo o Comitê Olímpico Rio 2016, 65% dos solicitantes foram contemplados. A partir de 1o de julho de 2015, os torcedores poderão solicitar novos ingressos para o segundo sorteio, que terá resultado em agosto. Quem não foi contemplado nesta primeira fase, terá prioridade na segunda. As próximas etapas de venda serão em outubro de 2015 (venda direta on-line) e maio de 2016 (venda em bilheteria).

Ernesto Rosa: da Nascimento para a Trend

Promoção conjunta

Ancoradouro, Agaxtur e Flytour Viagens negociaram tarifas especiais com a Avianca e decidiram fazer uma ação em conjunto, chamada Férias by Avianca. As operadoras querem movimentar Cartagena (Colômbia), Lima (Peru), Cancun (México), Havana (Cuba) e Los Angeles (Estados Unidos). A intenção da campanha é oferecer os destinos nas próximas semanas com valores de baixa temporada. A condição básica para conseguir os valores especiais é adquirir os pacotes durante julho, com embarque no mesmo mês. 

Vinícius e Tom, os mascotes da Rio 2016

Ponto a ponto  A jornalista Juliana Cabrini é a nova gerente de Comunicação Corporativa da Avianca  O consultor de vendas Ricardo Corrêa está de volta à Turnet  Gustavo Souza (ex-Nascimento Turismo) é o novo executivo de Contas da MGM em Florianópolis Michel Barkoczy (Flytour Viagens), Juarez Cintra (Ancoradouro), Aldo Leone (Agaxtur) e Marcelo Paolillo (Flytour Viagens)


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Nova marca

A rede Windsor está preparando uma nova identidade visual. O conceito gráfico será aplicado para folheteria, papelaria e amenities, além de servir como base para desenvolvimento de branding. A proposta da rede é unificar o design para todos os empreendimentos do grupo. A Windsor determinou como tema principal a água do mar, areia, brisa e flora para inspirar os novos materiais. Outras fotos da mudança estão disponíveis no Portal PANROTAS. p

Carreira solo Silvia Paes Leme deixou a Nascimento Eventos & Incentivo, empresa que não fez parte do pedido de recuperação judicial da Nascimento Turismo e que segue em normalidade operacional. A executiva ficou cerca de 12 anos na Nascimento Turismo e agora segue carreira empreendendo com a criação da PLEME 7 Promoções, Eventos & Incentivo, atendendo pelo e-mail silpaesleme@hotmail. com ou pelo celular (11) 95045 0044. p

Novo CEO

Com a aposentadoria de Leo van Wijk, a partir de novembro, a aliança global de empresas aéreas Skyteam anunciou o atual CEO, Michael Wisburn como seu sucessor. Leo van Wijk é chairman da aliança desde junho de 2007. No lugar de Wisburn entrará Perry Cantarutti, atualmente vice-presidente da Delta para Europa, Oriente Médio e África. Sua entrada se dará em 1 de setembro, para uma transição de dois meses com Michael Wisburn.p

Homenagem A Azul realizou, na semana passada, o batismo de seu novo jato E195 em homenagem a Ozires Silva, um dos fundadores e presidentes da Embraer. A entrega da aeronave ocorreu em cerimônia realizada em um dos hangares localizados na sede da fabricante brasileira, em São José dos Campos, com a participação do próprio Ozires Silva, além de familiares e convidados.


Edição 81 - 17 a 23 de junho de 2015

> Karina Cedeño – Dubai (Emirados Árabes)

Das alturas de

DUBAI POR QUE QUASE NÃO SE VEEM PESSOAS DE IDADE ANDANDO PELAS RUAS DE DUBAI? TALVEZ PELO FATO DE A CIDADE SER COMO OS SEUS HABITANTES: NOVA. Toda a estrutura e grandiosidade que tem o destino Foram construídas há apenas 40 anos sobre o que antes era praticamente deserto. Erguer bases de concreto em areia parece incrível, mas Dubai é a prova de que ter dois milhões de habitantes e mais Vista do Burj Khalifa: a cidade parece de brinquedo

de dez milhões de turistas ao ano, em terras onde já predominou um grande vazio, está muito longe de ser uma miragem. Com altos edifícios e temperaturas, o luxuoso destino é bastante procurado para eventos e negócios, mas também pode revelar um leque de atrativos destinados aos turistas que viajam a lazer. Todo o design moderno do centro de Dubai (Downtown) resguarda, por trás de seus prédios espelhados,

um lado histórico repleto de casas de calcário e construções antigas, no distrito de Al Fahidi. E é exatamente a coexistência entre seus contrastes impossíveis que torna a cidade tão interessante. Em Downtown Dubai, onde pulsa a veia corporativa do destino, encontra-se um dos maiores shoppings do mundo, o Dubai Mall. Com mais de 1,2 mil lojas e 200 restaurantes à disposição, o local ainda oferece diversas opções de entretenimento para crianças


02 e adultos, além de supermercados e marcas famosas como Gucci, Chanel, Armani, Louis Vuitton e Versace, só para citar algumas. São necessários dias inteiros para conseguir ver tudo o que o mall oferece, e não saia de lá sem visitar o Dubai Aquarium e o Underwater Zoo, localizados no térreo e no segundo andar, respectivamente. Um túnel com 48 metros de comprimento compõe o aquário, onde vivem mais de 33 mil animais, e uma visita ao Underwater Zoo fará você mudar de ideia quanto ao fato de pinguins não viverem nas Arábias. Para se ter uma ideia, em 2012 o Dubai Mall foi um dos shoppings mais visitados do mundo, recebendo mais de 65 milhões de pessoas, número acima da quantidade de turistas que foi a Nova York no mesmo ano. Em 2013, o número subiu para 75 milhões, e Dubai já tem em seus planos mais ambiciosos a construção do Mall of The World, maior shopping do mundo, com área de oito milhões de metros quadrados e capacidade para receber 180 milhões de visitantes ao ano. A conclusão do projeto já tem data: 2024. Mas a sombra projetada pelos grandes arranha-céus e shoppings sofisticados não consegue esconder o que há de mais tradicional na cidade: o Al Fahidi Historic District, cidade velha de Dubai, que concentra casas construídas com corais e calcário pelos primeiros imigrantes, hoje transformadas em museus, restaurantes e galerias. Essa herança histórica e cultural pode ser ainda mais valiosa do que os montes de ouro expostos nas vitrines do mercado árabe, também conhecido por suas especiarias. Quando estiver lá, não tenha medo de pechinchar, é exatamente isso que os vendedores esperam, e eles costumam baixar os preços de forma significativa, especialmente para vendas a vista. A região de Deira concentra os famosas souks, mercados ao ar livre onde é possível encontrar de tudo, desde eletrônicos até ouro, peixes carnes e hortaliças. As belas paisagens do local também não decepcionam; durante um passeio de gôndola torna-se nítida a sensação de se estar vivendo em uma época antiga, ou em uma espécie de Veneza dos Emirados.

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Vista do hidroavião: destaque para o hotel sete estrelas Burj Al Arab

A CIDADE DO ALTO

O que não falta em Dubai são opções para observar a cidade do alto. A mais interessante, sem dúvida, é o Burj Khalifa, maior prédio do mundo. Localizado ao lado do Dubai Mall, em Downtown Dubai, o edifício de 828 metros de altura oferece, do 148° andar, uma vista magnífica de toda a cidade, fazendo-a parecer uma simples maquete de brinquedo quando vista de cima. Antes de subida ao At The Top, como é chamado o deque de observação todo envidraçado, os visitantes podem conhecer a história da construção do prédio por meio de visita monitorada. Adicione um pouco de movimento e adrenalina ao passeio citado acima e terá outra opção para observar a cidade das alturas. A empresa Seawings oferece sobrevoos de 40 minutos por Dubai, em um hidroavião com capacidade para oito pessoas. Os voos, que saem do Dubai Creek Golf and Yacht Club e do Jebel Ali Golf Resort, são uma boa oportunidade para tirar as melhores fotos da viagem, levando em conta que o trajeto é feito de modo que os passageiros sentados dos dois lados da

Burj Khalifa: o maior prédio do mundo

aeronave consigam ver tudo. Para os românticos, há restaurantes que também oferecem vista panorâmica de Dubai, como é o caso do italiano Alta Badia, além do At.Mosphere, localizado no Burj Khalifa. Com todas essas opções para ver a cidade do alto, não estranhe se você passar um tem-

po considerável dentro do elevador. Caso a curiosidade fale mais alto e você queira ter um aperitivo da vista antes de ir a Dubai, vale ver um vídeo que retrata a visão de uma águia sobrevoando a cidade. Basta digitar “Dubai World Record Eagle Flight” no Youtube (veja a versão completa, de cinco minutos).

O distrito Al Fahidi: herança histórica de Dubai

> Continua na pág. 03


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Praia em Dubai Marina com os altos prédios ao fundo

ALTAS TEMPERATURAS E PRAIAS ARTIFICIAIS Além dos altos prédios e temperaturas, Dubai leva essa mania de grandeza a outros cenários. Um simples passeio de cinco minutos pela praia às dez da manhã pode te deixar com queimaduras, sem exagero. Tudo por causa do sol forte dos Emirados e do calor que pode chegar a 40o. Então, aposte no chapéu e no filtro solar, enquanto se surpreende ao ver estrelas do mar e a imensa quantidade de conchas espalhadas pela areia. A maior parte das praias está relacionada aos resorts, mas algumas delas são Corredores da Arabian Travel Market deste ano

públicas, como a Jumeirah Open Beach (aberta 24 horas por dia), a Palace Beach e a Sunset Beach, onde está localizado o único hotel sete estrelas do mundo, o Burj Al Arab Hotel (virem como tudo é superlativo em Dubai?) Algumas praias são artificiais, mas nem por isso perdem a beleza, a exemplo das Palm Islands, ilhas construídas em formato de palmeira, e o projeto The World, composto por 300 ilhas artificiais que juntas formam a figura do mapa-múndi. A criatividade é inegável e o diretor da construtora responsável pelas ilhas já pensou em fazer o mesmo aqui no Brasil, mas por enquanto a ideia não foi para frente.

EVENTOS O ANO TODO

Não importa em qual época do ano você viaje para Dubai, sempre encontrará eventos para ir. Lá há opções de entretenimento todos os meses, e em maio deste ano ganharam destaque a Arabian Travel Market, maior feira de turismo dos Emirados Árabes, que nesta edição contou com mais de 400 expositores e público superior a 23 mil visitantes, além do Festival Blended de música, que ocorreu no Dubai Media City Amphiteatre e levou atrações como Kasabian e Kool and the Gang, animando o público enquanto os prédios iluminados da Dubai Marina, logo ao lado, ofereciam um espetáculo à parte. Outros eventos populares que ocorrem

na cidade são o Dubai Shopping Festival, oferecendo ao público diversas promoções e opções de entretenimento, o Dubai Motor Festival, para amantes de carro e velocidade, oferecendo uma gama de esportes e atividades relacionadas ao automobilismo, e o Dubai Food Festival, que reúne milhares de restaurantes participantes para oferecer o melhor da gastronomia local, inclusive em locais dirigidos por chefs reconhecidos mundialmente. De acordo com o diretor de Relações com a Mídia do Dubai Festivals & Retail Establishment, Naser Hakim, os eventos da cidade atraem cerca de 16 mil pessoas ao ano, sendo a maior parte delas composta por famílias.


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O tradicional mercado árabe

ANDANDO PELAS RUAS

Andar pelas ruas de Dubai é um entretenimento à parte. Durante a noite o passeio é seguro, tanto que é possível ver mães andando com seus bebês em Downtown Dubai à meia-noite. Durante a caminhada você provavelmente notará que há diversas obras de arte no trajeto, inclusive em estações de metrô, que são verdadeiras galerias. Outra coisa que chama a atenção são as árvores, que ficam completamente iluminadas durante a noite, dando a sensação de uma época natalina que não tem fim. E se você topar com veículos vermelhos ao estilo de um bondinho, saiba que são os trolleys, transportes sustentáveis movidos a hidrogênio, sem emissão de poluentes. Ainda em fase de teste, eles levam passageiros gratuitamente a pontos específicos da cidade. Use roupas leves ao caminhar pelas ruas, já que o clima dos Emirados é bastante quente, e no trajeto não deixe de parar em um food truck para comer um hambúrguer com coca-cola mexicana.

DOS TEMÁTICOS AOS SETE ESTRELAS

Hoje Dubai concentra mais de 600 empreendimentos hoteleiros, e os mais reconhecidos pertencem ao grupo Jumeirah. Estão presentes na cidade também grandes nomes como Hilton, Starwood Hotels & Resorts, Intercontinental, Accor entre outros. Além do já citado sete estrelas Burj Al Arab, ganha destaque o temático Atlantis The Palm, cuja decoração imita o fundo do mar e possui até um aquário gigante em seu interior. Até 2018 estão previstos, em Dubai, pelo menos mais dez novos empreendimentos hoteleiros.

BRASIL–DUBAI

Cerca de 15 horas de voo são necessárias para chegar à terra dos sheiks, e além da Emirates, outras companhias oferecem voos do Brasil para Dubai, mas com escalas, o que pode reduzir custos.

ESQUI NO DESERTO?

Sim, é possível. Esquiar em Dubai pode parecer uma ideia totalmente absurda, mas isso já é uma realidade no Mall of Emirates, onde fica a Ski Dubai, estação de esqui cuja área de 22,5 mil metros quadrados oferece desde montanha coberta de gelo até pistas de esqui e tobogãs. Uma atração no mínimo inusitada para uma cidade conhecida pelos seus desertos.

--- O Jornal PANROTAS viajou a convite do Departamento de

Turismo, Comércio e Marketing de Dubai, com proteção GTA.

CURIOSIDADES Antes de ir a Dubai, informe-se sobre os costumes locais. Há algumas atitudes que devem ser evitadas, e não se pode usar qualquer tipo de vestimenta ao andar pelas ruas e frequentar lugares como mesquitas, por exemplo. Veja algumas curiosidades e costumes da cidade: • É falta de educação cruzar as pernas mostrando a sola do pé

Vista do hidroavião: uma das ilhas artificiais de Palm Islands

• Ao cumprimentar alguém, espere o interlocutor fazer o primeiro gesto. Caso uma mulher ou um homem árabe estenda a mão, repita o gesto e cumprimente. Se não estenderem a mão, eles costumam levá-la ao coração como sinal de respeito. Um aceno com a cabeça é suficiente neste caso. • Em Dubai há táxis cor de rosa exclusivos para mulheres, também dirigidos por elas • A população que vive em Downtown Dubai é, ao que tudo indica, predominantemente jovem, já que pessoas de idade dificilmente são vistas circulando por ali • Ao visitar a cidade, é proibido fotografar edifícios do governo e deve-se evitar tirar fotos de moradores locais, principalmente mulheres e crianças • Roupas de verão são aceitas apenas em piscinas e praias, mas não podem ser usadas na cidade e em áreas públicas. Decotes e roupas justas também não são bem vistos.

• Não é comum perguntar a um árabe muçulmano sobre filhas e esposa especificamente, mas sobre a família e as crianças em geral • É proibido consumir bebidas alcoólicas em locais públicos (fora de hotéis, bares e restaurantes autorizados) • Mulheres precisam cobrir os cabelos para entrar em mesquitas • Não há consumo de carne suína nos países árabes. O bacon consumido, por exemplo, é de origem bovina, e a linguiça é de frango. • A moeda local é o dirham, atrelada ao dólar americano à taxa de câmbio de US$ 1 = Dhs 3,675. Um dirham equivale a R$ 1,67. Por ser uma moeda difícil de encontrar nas casas de câmbio brasileiras, é aconselhável levar o dinheiro em dólar ou euro e trocar diretamente nas casas de câmbio do aeroporto. Ou, se preferir, poderá utilizar os caixas eletrônicos (ATM) e sacar na moeda local. Alguns hotéis também fazem câmbio, e no retorno não se esqueça de trocar os dirhams antes de deixar o país.


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