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R$ 11,00 - Ano 23 - nยบ 1.168 27 de maio a 2 de junho de 2015
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LEIA NESTA EDIÇÃO
27 de maio a 2 de junho de 2015 JORNAL PANROTAS
Check-IN
Páginas 04 a 08
Imaginadora: sete anos de criatividade no Turismo
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Somos fornecedores da Nascimento há mais de 20 anos. Com essa postura, a Nascimento vem confirmar toda lisura com que sempre tratou funcionários, clientes e fornecedores
Páginas 09 a 11
Magda Nassar é a nova presidente da Braztoa
Marcos Lucas,, da Mallumar
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Com dedicação e perseverança é possível, sim, reverter esse quadro. A Nascimento é uma operadora importante para o mercado e sempre trabalhou com seriedade
”
”
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DO PORTAL
PANROTAS 14 a 20/5
1 Crise no turismo: Nascimento em recuperação judicial – em 20/5
2 Caso Nascimento: agências devem contatar fornecedores – em 20/5
3 Abav teme por agências no caso Nascimento Turismo – em 20/5
4 Veja contatos da Nascimento para agentes e passageiros – em 20/5
5 Jensen desmente boatos sobre crise na Queensberry – em 19/5
“
6 Caso Nascimento: Braztoa pede união por passageiros – em 20/5
Estamos recomeçando, como a fênix
Renato Carone, da Turnet
S
E U Q A DEST
Eduardo Nascimento, sobre a recuperação judicial da Nascimento Turismo, aos 54 anos de mercado
”
7 Avianca Brasil entra na Star Alliance em 22 de julho – em 14/5
8 Azul e Avianca entregam propostas para comprar a Tap – em 15/5
9 Orinter e Esferatur levam mais de 100 agentes a famtours – em 20/5
10 Flytour Viagens leva André Rossi, ex-
Páginas 14 e 15
Star Alliance premia parceiros e aguarda Avianca Brasil
CRUZEIROS MARÍTIMOS Com esta edição, os assinantes do Jornal PANROTAS recebem o Anuário PANROTAS de Cruzeiros Marítimos 2015/2016, com informações sobre a próxima temporada de verão no Brasil e também detalhes da operação internacional das mais variadas companhias de cruzeiros. Estima-se que 150 mil brasileiros façam cruzeiros no Exterior por ano, número que só tende a crescer.
Visual/CVC em BH – em 14/5
11 Neeleman explica por que quer comprar a Tap – em 18/5
12 Azul implementa “taxa de conveniência” na compra direta – em 19/5
13 Azul pede autorização para voar de GRU para Orlando – em 20/5
14 Vote nos melhores promotores de MG e interior de SP – em 20/5
15 Consolidadora LTS ingressa
E d i t o r i a l > Artur Luiz Andrade > artur@panrotas.com.br Páginas 19 e 20
Portas Abertas com a Casa do Agente
Páginas 22 a 24
Disney leva agentes para cruzeiro de capacitação
oficialmente na AirTkt – em 15/5
Assista ao editorial comentado na versão digital do JP
O mapa do coração humano Em momentos como o atual, de profunda decepção política, de descrença nas instituições, de crise econômica, de receio do que vem por aí, podemos dizer que o sentimento às vezes se sobrepõe ao pensamento e os instintos falam mais alto. Para o bem e para o mal. Para nos defendermos, atacamos. Para não termos mais medo, nos escondemos. Para seguirmos em frente, nos enganamos. E no meio do caminho absorvemos e internalizamos o que nos interessa ou o que esses sentimentos deixam que entrem em nossas mentes. Como são tempos confusos, nos confundimos também. A Nascimento Turismo, empresa como 54 anos de tradição, pede recuperação judicial. Ao mesmo tempo, empresas como CVC, Flytour Viagens, Orinter Tour & Travel e MMTGapnet apresentam crescimento, ações positivas e criatividade. Outras, como a Queensberry, combatem boa-
tos com fatos e desafiam os detratores. Novas empresas, como duas operadoras do Grupo Águia e outra do Grupo Forma, se apresentam ao mercado. A Azul Viagens se torna selecionada Disney; a Tam inicia voos de Brasília para Orlando (previsto para junho); a Azul e a Delta, de Guarulhos para o mesmo destino. A empresa de David Neeleman, aliás, anuncia compra bilionária de aeronaves e ele disputa a Tap com German Efromovich, da Avianca. Mas o mercado ainda sente o baque do fechamento da Time Brazil, no inexplicado caso com o Hotel Urbano. Ao mesmo tempo, a American inunda o mercado com megapromoção e vende milhares de passagens aéreas em dois dias, movimentando e incentivando, mostrando que é possível viajar, que está mais barato. As companhias aéreas, aliás, têm cortado os preços de forma bem agressiva, o que é um gancho bom para o cliente inde-
ciso, mesmo sabendo que ele ainda tem 90% da viagem para ser paga. Há uma série de outras notícias positivas no momento, ainda mais no turismo, que vive de nichos e segmentos, mas principalmente o clima de disputa de baixo nível entre as partes que governam o País (um verdadeiro loteamento do Brasil), turva nossa visão. Até nos impede de agir, nos faz ficar em casa, “esperando a crise passar”. Os exemplos citados acima mostram que essa não é a saída. Já dissemos isso antes e novos líderes e novos papéis vão aparecer em meio a esse nevoeiro incômodo. Não nos resta esperar, nos resta adaptarmo-nos, e irmos além. Em todas as esferas. Lutando contra o medo de para sempre nos tornarmos selvagens. Usando também a razão, mas não apenas ela, para destrinchar os mapas que nos são colocados à frente. Bons novos negócios a todos.
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O espaço de comentários do Portal PANROTAS dá voz ao mercado e assim podemos saber a opinião de muitos leitores por meio de suas próprias palavras (outro recurso, interno, são as estatísticas de acesso ao portal). Quem já é cadastrado no Portal PANROTAS coloca seu comentário diretamente e deve aguardar a mediação da Redação PANROTAS. A nota sobre a recuperação judicial da Nascimento Turismo gerou diversos comentários do trade. Veja na imagem ao lado.
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04 Marketing de destinos
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> Artur Luiz Andrade
Criação sem limites
Ana Maria Donato e seus imaginadores
UMA DAS EMPRESAS REFERÊNCIA NO MERCADO QUANDO OS TEMAS SÃO MARKETING DE DESTINOS E EVENTOS COM FORMA E CONTEÚDO INOVADORES, A IMAGINADORA, DE ANA MARIA DONATO, chega aos sete anos querendo muito mais: novos nichos, novos formatos, novos clientes (mas não muitos, para não deturpar o conceito de butique), novos treinamentos, novos ares. Ana Maria não gosta de ser chamada de representante de destinos. “O trabalho daquele que chamávamos de representante hoje é feito pela tecnologia. O representante era o único vínculo do destino com o trade e os consumidores. Hoje não. Somos uma butique de marketing e eventos que traduz a estratégia dos clientes para a realidade do mercado brasileiro, mexemos com a cadeia produtiva
do turismo e com os consumidores de uma forma pontual e personalizada”, explica. “O Brasil é muito diverso e falamos com esse mercado de formas diferentes, com ações diferenciadas. Em alguns locais, o presencial ainda é fundamental. Em outros, nem tanto. Definimos também que nossa relação, exceto nos treinamentos, é com os operadores e consolidadores, que por sua vez falam diretamente com as agências”, continua. Marketing de destinos é algo relativamente novo no mercado brasileiro (apesar de haver representantes atuando há décadas) e a Imaginadora faz questão de ser inovadora e criativa nessa área. “Não queremos fazer o que os demais fazem. Temos de ser diferentes e criativos, alinhados com o conteúdo certo para aquela ação e a estratégia do cliente adaptada ao Brasil”, afirmou a
fundadora da empresa, sete anos atrás. O nome da empresa já foi pensado para que tudo seguisse essa linha, esse DNA da criatividade. “Depois de anos na Disney e na PANROTAS, descobri que as pessoas me viam e veem como criativa, o que é ótimo. Apostei nessa percepção e posso dizer que a Imaginadora está sempre antenada e se reciclando com esse objetivo: fazer melhor e diferente.” As reciclagens incluem cursos de marketing digital e de teatro para os 16 imaginadores, encontros especiais fora do escritório, para estimular a criatividade, viagens para conhecer os destinos, troca de ideias e cases e um relacionamento informal que estimula o melhor de cada um. “A Ana Maria nos dá muita liberdade e está sempre aberta a novos projetos e ideias”, confirma Maurício Alexandre, que cuida da área de Vendas
e Marketing dos parques Sea World, um dos clientes mais antigos da Imaginadora. Maurício e Ana Maria trabalharam juntos na Disney, no Brasil, e o reencontro na Imaginadora, trabalhando com outro importante complexo de parques, já começou entrosado. Hoje são cinco os funcionários dedicados aos parques Sea World na Imaginadora, mais uma relações públicas na Colômbia, cuidando de América do Sul, Melissa Rangel.
TREINAMENTOS
A capacitação dos funcionários e dos agentes de viagens e operadores é uma das prioridades da Imaginadora, e um de seus diferenciais. “Percebi que para fazer o trabalho que a Imaginadora se propõe, especialmente em marketing de destinos, não há muitas opções de profissionais no mercado.
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É um perfil que não está aí, pronto nas empresas. Por isso investimos bastante no treinamento interno”, explica Ana Donato. E em 16 e 17 de julho, em São Paulo, ela e Ana Luiza Lacombe darão o curso “Vendendo destinos usando técnicas de contar histórias”. O storytelling (contar histórias), sabe bem ela, é um dos pilares do marketing moderno, e de empresas como a Disney. Outros cursos virão, dentro do programa de investir em capacitações e conhecimento para o profissional que quer trabalhar com marketing de destinos e realização de eventos. Já os treinamentos e capacitações para agentes de viagens crescem a cada ano na Imaginadora. No ano passado, segundo Felipe Timerman, que cuida dessa área para os parques Sea World, foram treinados 8.757 agentes. “O Sea World só não esteve em três Estados”, disse ele, antes de embarcar para mais uma viagem, pelo Nordeste. A Imaginadora conseguiu escolher profissionais (e treiná-los) que gostam dessa relação com o trade e de fazer capacitações. Tanto Felipe quanto Pedro Romio, de Miami e Los Angeles, destacaram como um dos diferenciais do seu trabalho na Imaginadora essa parte de treinamentos. “Descobri um lado que não conhecia dentro de mim e que me conquistou”, disse Felipe Timerman, referindo-se às capacitações. Segundo ele, os eventos de treinamento variam de acordo com os mercados e vão desde apresentações detalhadas em locais, onde a plateia não conhece os parques, até um foco maior na venda de ancillaries, caso de mercados maduros como São Paulo e Rio de Janeiro. Como ancillaries, ele destaca a venda de pacotes de refeição, o passe Quick Queue, um fura filas que passou a ser vendido no Brasil este ano, e tours de bastidores. Maria Victoria Altez, que cuida da conta do Chile na Imaginadora, treinou 1,7 mil profissionais no ano passado e 900 somente até 15 de maio de 2015. “A proximidade do Chile com o Brasil permite escapadas curtas. Procuramos também destacar o destino por sua segurança, bons preços e di-
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versidade”. O Chile já fez várias ações no Brasil, para o trade e para o consumidor final (quem não lembra do cubo gigante na avenida Paulista?) e ela garante que sempre são eventos diferentes. “Montamos cozinhas, estruturas diferentes... Não queremos fazer workshops como os demais fazem. Esse não é o DNA da Imaginadora”, diz ela, que nasceu em Punta del Este, no Uruguai, e destaca a criatividade e a liberdade para trabalhar que a Imaginadora dá a seus colaboradores. Ana Maria Donato, fundadora da Imaginadora > Continua na pág. 06
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EVENTOS DIFERENCIADOS Time do Sea World Parks, que este ano está com ingresso promocional no Brasil, 30% mais barato que o passaporte tradicional. A diferença é a flexibilidade: enquanto o combo normal permite entradas ilimitadas nos parques Sea World, Aquatica e Busch Gardens por 14 dias, o promocional, válido até 31/12/2015 permite uma entrada por parque apenas. Na foto, a coordenadora Gabriela Sgavioli, o chefe de Vendas e Marketing, Maurício Alexandre, o executivo Felipe Timerman e a gerente de Comunicação, Marjori Schroeder. Faltaram na foto: o gerente Martim Diniz e a RP Juliana Bordim. E-mails: felipe-seaworld@ imaginadora.com.br; marjori-seaworld@ imaginadora.com.br; gabriela-seaworld@ imaginadora.com.br e mauricio-seaworld@ imaginadora.com.br.
Foi com eventos que começou a Imaginadora. “Meu primeiro cliente foi o Ricardo Ferreira, da Alatur, que estava montando o capítulo brasileiro da MPI”, conta Ana. A parceria segue até hoje em eventos como o Fórum Alatur e o da HRG, além de outras dobradinhas. “O Ricardo me disse uma frase que me ajudou no decorrer da Imaginadora: o mercado diz o que quer comprar. Eu tenho de identificar, ouvir, traduzir...”. Depois vieram Crusa (a região da capital dos Estados Unidos, que engloba Washington DC, Maryland e Virginia), os parques Sea World (especialmente Orlando, Tampa e San Diego), Miami, Chile, Los Angeles e a AM Resorts, além de jobs diversos, como eventos para a Avianca, a Abav, entre outros clientes. O carro-chefe na área de eventos é a parceria com a PANROTAS para a co-organização e formatação do Fórum PANROTAS, que este ano chegou à 13ª edição. “O Fórum PANROTAS soprou prestígio em todas as nossas unidades educacional, organização de eventos e marketing de destinos. O evento chamou para si o papel de defensor e debatedor das principais questões do turismo e hoje é, sem dúvida, o melhor evento da indústria para se ver e debater o futuro do setor e também em organização e
Martim Diniz, gerente de Vendas e Marketing para o Sea World Parks. E-mail: martim-seaworld@ imaginadora.com.br
criatividade”. Ana Maria está atenta aos principais eventos do mundo, às tendências da indústria e aos principais estudos e análises do turismo, para sempre levar inovação e as tendências certas ao evento. “O lema da Imaginadora é imagina e faz acontecer. Isso se dá com todos os nossos clientes, de acordo com a estratégia de cada um”. p
Juliana Bordin, RP para Sea World Parks na Imaginadora, responde à gerente Marjori Schroeder: julianabordin@imaginadora.com.br
banco dedados Clientes Imaginadora:
ll Alatur ll AM Resorts ll Capital Region USA (Crusa) ll Chile ll HRG ll Los Angeles ll Miami ll PANROTAS ll Sea World Parks &
Entertainment
Telefone: (11) 3171-3899 Site: www.imaginadora.com.br
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E a cr ise ?
“Quanto maior a crise, mais se precisa do marketing ao lado do financeiro”, diz Ana Maria Donato. Para ela, em anos como
este, a estratégia é fazer de tudo para manter os investimentos feitos nos últimos anos pelos clientes, sejam eles destinos ou empresas. “O destino já sabe que não é hora de cortar verba e nós sabemos que é preciso focar em ações nos maiores mercados emissores, como São Paulo, Rio, Brasília, Belo Horizonte. A classe alta de São Paulo sempre foi foco, agora mais ainda”. O investimento a longo prazo e as parcerias com a indústria facilitam em anos mais difíceis como esse. A crise pode afetar, segundo ela, viagens com gasto e dólar, mas Ana Donato acredita em um ano estável, já que as empresas aéreas estão fazendo muitas promoções e a moeda americana estabilizou. Segundo Mauricio Alexandre, mesmo antes dessa crise, as passagens aéreas já estavam com um preço mais realista. “Há alguns anos era muito caro voar para Orlando”, afirma. Para o Chile, destino que se beneficia com a alta do dólar, o aumento de viagens já chega a 30% e a Imaginadora promete mais ações para o trade. A empresa ainda não tem clientes na Europa, onde o euro ficou mais atraente em relação ao dólar, e que também conta com promoções no aéreo, mas Ana Maria diz que esse é um dos próximos passos. “Novamente sem pensar em quantidade, pois somos uma empresa butique e não vamos perder essa característica em nome de uma busca por mais e mais clientes”. p > Continua na pág. 08
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Ana Maria Donato distribui pílulas de criatividade: próximos passos da Imaginadora incluem conquistar um cliente europeu e lançar cursos na divisão educacional da empresa. O primeiro será em julho, sobre vender destinos com técnicas de contar história. E-mail: anadonato@ imaginadora.com.br
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Pedro Romio, ex-Tam Viagens, está há um ano na Imaginadora e faz treinamentos sobre Los Angeles e Miami para os agentes de viagens. “Sempre quis trabalhar na Imaginadora e há um ano consegui. Destacaria a liberdade para trabalhar, modernidade e criatividade como diferenciais”. E-mails: pedro-losangeles@ imaginadora.com.br e pedroromio-miami@imaginadora.com.br Debora Prass cuida da conta de Miami para o Norte/Nordeste brasileiro: deboraprass-miami@imaginadora.com.br; e Tathiana Leal para Sul e Sudeste: thatianaleal-miami@imaginadora.com.br
Maria Victoria Altez está há três anos na Imaginadora e já trabalhou na CVC. No Brasil há sete anos, a uruguaia está preparando um novo roadshow para o Chile este ano no Brasil. Victoria conta com o apoio da RP Maysa Torres para divulgar o Chile à imprensa. Maysa também atende a conta de Los Angeles. Aguardem. E-mail: victoriaaltez@ imaginadora.com.br.
Daniela Bergamini, coordenadora dos destinos, incluindo Crusa e Miami. E-mail: danielabergamini@ imaginadora.com.br
Flávia Fernandes está na área de eventos da Imaginadora e também é RP para a AM Resorts. E-mail: flaviafernandes@imaginadora.com.br
Samanta Calefi trabalha com Ana Maria Donato desde a PANROTAS e atua nos eventos da Imaginadora. E-mail: samantacalefi@imaginadora.com.br
Ney Huberto Neves cuida da AM Resorts na Imaginadora e Ana Gabriella é assistente de Marketing. E-mail: neyneves-amresorts@imaginadora.com.br anagabriella@imaginadora.com.br
09 Política
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> Rodrigo Vieira
Nova era
Magda Nassar e Mônica Samia entre conselheiros e diretores da Braztoa
Na semana passada, a Braztoa deu o pontapé inicial para o que vem chamando de sua “nova fase”. Os cer-
ca de 90 associados da entidade se reuniram em assembleia e elegeram Magda Nassar, da Soft Travel, como presidente do Conse-
lho de Administração da associação para o biênio 2015-2017. Completam esse quadro José Zuquim (Ambiental), como vice-presidente, e Ana Ma-
ria Berto (Orinter), Roberto Nedelciu (Raidho) e Frederico Levy (Interpoint) como conselheiros. Recentemente, a Braztoa passou por > Continua na pág. 10
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Magda Nassar entre Roberto Nedelciu e Ana Maria Berto, e José Zuquim e Frederico Levy, o novo Conselho da Braztoa
um processo de atualização de seu estatuto, que vai além da questão da data (antes eram eleitos por quatro anos). Agora, o Conselho de Administração passa a ser o órgão diretivo da entidade. Magda, Zuquim e os conselheiros trabalharão ao lado da Diretoria Executiva, que se torna o principal órgão da Braztoa, agora com poderes ampliados. À frente da diretoria executiva, deve ser concedido a Mônica Samia o cargo de CEO (confira todos os nomes na página ao lado). Esses profissionais, somados ao favoritismo de Magda, não necessariamente pegaram os players do mer-
Magda, Estela Farina e os Líderes do Futuro
cado de surpresa. A Braztoa já vinha indicando há cerca de um mês que daria novos tons à sua administração, cuja cobertura correspondeu, no ano passado, por cerca de 90% dos pacotes comercializados no País. A chapa da nova presidente foi a única. Segundo Magda, todas essas mudanças apontam para as direções renovadas pela qual a Braztoa começou a rumar desde a saída do presidente anterior, Marco Ferraz, que agora comanda a Clia Abremar e faz parte do conselho consultivo. “Esse novo modelo de gestão vai ao encontro da modernização pela qual a Braztoa tem
passado”, explica. “Continuaremos trabalhando para desenvolver projetos que tragam crescimento e sustentabilidade econômica aos nossos associados”, completa.
DIRETORIA DE INOVAÇÃO Por falar em novas direções, a “menina dos olhos” dessa gestão na Braztoa parece ser a diretoria de Inovação, que terá a liderança da até então diretora de Eventos, Estela Farina, da NCL, e blogueira PANROTAS. Ela terá o papel de fazer a liga-
ção entre os Líderes do Futuro, filhos e netos de fundadores das maiores empresas do setor e com altos cargos nas associadas. “Convidamos os filhos de alguns dos operadores que participam do negócio dos pais. Muitos sequer haviam pisado na sede da Braztoa”, afirma, apontando que sete herdeiros foram chamados, mas a associação está aberta para receber mais interessados. “Queremos dar um ar mais jovem à Braztoa, pois essas pessoas têm uma visão ampliada do mercado moderno, e aliar isso à experiência dos conselheiros será muito produtivo. A Estela tem esse perfil de dialogar bem com as duas faixas. Transformaremos a Braztoa em uma fábrica de ideias.”
NOVOS PLANOS
Para a primeira presidente mulher da Braztoa, os projetos de sucesso da entidade não podem se encerrar, porém, ela afirma que há mais em pauta. “Projetos já consolidados, como a Turismo Week, Encontros Comerciais e Encontros Estratégicos serão intensificados, com mais ênfase aos eventos regionais. Teremos dois encontros com o mercado, um na Tailândia e o outro a ser decidido entre Cuba e Kis-
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simmee”, adiantou. Lançado na WTM Latin America 2015 e 43º Encontro Braztoa, o Passaporte Braztoa, em termos de projetos, é a grande aposta para os próximos meses. “Ele já tem a identidade da nova diretoria, criado em um momento de transição. Trata-se de um projeto ainda em seu início, que busca novos patrocinadores, mas temos muita esperança em cima disso”, afirma. “Temos também um projeto social que seguirá os moldes do nosso programa de sustentabilidade. Ele também está bem no começo, mas apostamos que terá tanto sucesso quanto o programa de sustentabilidade, referência no setor”, avalia. “Quem cuidará desse lado social são os Líderes do Futuro, por isso temos expectativa de algo inovador.”
ENCONTRO COM MINISTRO A Braztoa tem uma audiência marcada com o novo Ministro do Turismo, Henrique Alves, para o início de junho. Contudo, o diálogo entre a associação e o novo ministério já começou com o pé direito, de acordo com Magda. “A Mônica Samia nos representou na reunião que o MTur teve com entidades do setor e voltou com boas referências”, afirmou. “Ainda posso falar pouco sobre o Henrique Alves, mas o que vejo é um líder com perfil mais político do que os anteriores, com influência mais profunda. Até aqui estou muito confiante nessa vontade que ele demonstra de trabalhar e ajudar o setor. Precisamos disso.”
CRISE
Logo após sua posse, Magda demonstrou que os boatos sobre o fechamento de algumas operadoras devido ao cenário econômico enfraquecido no Brasil não devem incomodar a associação nem do ponto de vista institucional, nem comercial. “Pelo contrário. Enquanto os boatos forem apenas boatos, faremos de tudo para que eles não se concretizem. Nosso papel é estar ao lado institucionalmente e comercialmente de nossas associadas, fazendo o que o mercado pede”, afirma a dirigente. “Deveríamos falar menos e agir mais, pois já passamos por momentos piores. Essa crise não é o fim do mundo.”
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SERVIÇO NOVA DIRETORIA BRAZTOA Presidente do Conselho: Magda Nassar Vice-presidente: José Zuquim Conselheiros: Ana Maria Berto, Roberto Nedelciu e Frederico Levy Diretora executiva (que deve virar CEO, conforme estatuto): Mônica Samia Diretoria de Receptivo Internacional: Cláudio del Bianco (Del Bianco) Diretoria de Associados: José Roberto Silva (Sanchat) Diretoria de Representantes, Colaboradores e Convidados: Danielle Roman (Interamerican) Diretoria de Tributação e Legislação: Elton Flávio Silva de Oliveira (CVC) Diretoria de Novos Negócios e Relacionamento com o Mercado: Aldo Leone Filho (Agaxtur)
Diretoria de Projetos, Eventos e Capacitação: Olga Sasaki Arima (Designer Tours) CONSELHO FISCAL Titulares: Manuel Nogueira (JVS), Pablo Enrique Bernhard (TT Operadora) e Marcelo Cusnir (New Age) Suplentes: Roberto Vertemati (CVC) e Celso Luiz dos Santos Garcia (CI) CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO E ÉTICA: Titulares: Roberto Sanovicz (ADVTour), Renato Enzo Carone (Turnet) e Fabiano Turini de Camargo (CT Operadora) Suplentes: Marco Ferraz (Monark) e Salomão Barros Costa (Pomptur)
CONSELHO CONSULTIVO (EX-PRESIDENTES) Eduardo Nascimento (Nascimento) José Zuquim (Ambiental) José Eduardo Sampaio Barbosa (Flot) Marco Ferraz (Monark) ASSESSORES REGIONAIS A Braztoa designou diferentes membros para as regiões do País: Diretoria do Sudeste: Miguel Rodrigues de Andrade (Transmundi) Diretoria do Nordeste: Marcos Augusto Vasconcelos de Almeida (Bahia Travel) Diretoria de Centro-Oeste e Norte: Carlos Alberto de Sá (Voetur) Diretoria do Sul: Tamar Finkelstein (Mercatur)
12 Política
27 de maio a 2 de junho de 2015 JORNAL PANROTAS
> Diego Verticchio — Cuiabá (MT)
Retomada do Pantanal Estado de beleza rara, agraciado com pitadas do Pantanal, da Amazônia e do Cerrado, o Mato Grosso aposta em políticas do turismo para figurar entre aqueles que mais recebem visitantes em território nacional. Uma das primeiras
Toni Sando, do SPCVB, Alex Manente, da Comissão de Turismo, Antonio Azevedo, da Abav, e Luis Carlos Nigro, da Setur-MT
medidas do governador eleito Pedro Tarques é voltar com a Festa Internacional do Pantanal. Repaginada e com novo nome, a Feira Internacional do Pantanal acontecerá em maio de 2016, na capital Cuiabá. O modelo deste novo evento ainda está sendo estudado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, pasta que aglutina a Secretaria Estadual de Turismo, mas é certo que será uma feira de negócios e também para os visitantes do Mato
Grosso. O evento também volta a acontecer em maio, data que marca o início do período da seca, época em que o Pantanal é considerado ainda mais belo. Para fazer o lançamento deste evento, os secretários de Desenvolvimento Econômico, Seneri Paludo, e o secretário adjunto de Desenvolvimento do Turismo, Luis Carlos Nigro, além do trade local, reuniram empresários e jornalistas para o anúncio. “Vejo o futuro do Mato Grosso sendo desenvolvido com base em quatro pilares da economia: agronegócio, mineração, energia e Turismo. Temos um potencial gigantesco a ser explorado, ostentamos posição geográfica que nos beneficia e diversos biomas. O Turismo será nossa prioridade”, afirmou Sereni Paludo, que destinou R$ 90 milhões da sua pasta para serem gastos exclusivamente com o Turismo. Uma das primeiras ações da Secretaria de Desenvolvimento do Turismo foi convidar cerca de 30 jornais dos principais Estados emissores para conhecerem os atrativos de Mato Grosso. O press trip terminou em 18 de maio, data em que os governantes lançaram oficialmente a Feira Internacional do Pantanal para 2016. Ao Jornal PANROTAS, o secretário Nigro afirmou que neste primeiro ano à frente da Secretaria a promoção do Estado será voltada para Nobres e o distrito de Bom Jardim, região com cachoeiras e rios cristalinos. “Brincamos dizendo que Nobres é mais bonito que Bonito. Ainda que a gente não tenha os hotéis que Bonito oferece, temos excelentes pousadas e um hotel de 300 quartos que está sendo construído”, afirmou, fazendo referência ao principal atrativo do Mato Grosso do Sul. Nigros e sua equipe estão estudando de que forma irão promover o Estado, mas adiantou que voltar a participar de grandes eventos faz parte do radar da Secretaria de Turismo. Ele também aposta no turismo de eventos. “Temos de melhorar a taxa de ocupação dos hotéis e, principalmente, aumentar a capacidade de eventos, já que Cuiabá tem uma vocação natural para turismo corporativo”, garantiu.
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27 de maio a 2 de junho de 2015 JORNAL PANROTAS
Alexandre Sampaio, presidente da FBHA, Antonio Azevedo, da Abav Nacional, e Joari Proença, da Abav do Mato Grosso
Comissão de Turismo O Mato Grosso ganhou um importante aliado que ajudará o Estado a receber mais turistas. A pedido do deputado sul-mato-grossense Fabio Garcia, a Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados realizou, no dia do lançamento da Feira Internacional do Pantanal, o debate sobre quais são as questões que afetam o desenvolvimento turístico do Mato Grosso. A ação faz parte do levantamento que a Comissão está fazendo e irá compor a Lei de Incentivo e Fomento do Turismo, um material que pretende traçar o raio-x do setor, apontando as demandas que afetam o Turismo e, automaticamente, encaminhando-as aos setores responsáveis. A ideia da Comissão é percorrer todos os Estados brasileiros, e o Mato Grosso foi o primeiro da lista. “Temos de tratar o turismo como um papel de desenvolvimento econômico. Esse é o principal objetivo da Comissão de Turismo e é neste ponto que vamos trabalhar”, garantiu o presidente da Comissão de Turismo da Câ-
mara dos Deputados, Alex Manente. “Nosso desafio é transformar esse grande potencial em produto turístico e, consequentemente, em fonte de renda. O turismo pode, sim, ser o fator de desenvolvimento da economia deste Estado”, afirmou o deputado Garcia. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico do Mato Grosso, Seneri Paludo, o trabalho está em como melhorar o turismo do Estado. “O principal desafio não é discutir o que precisa ser feito, porque isso nós já sabemos. O que tem que ser levado em conta é como. Como iremos capacitar mais? Como iremos levantar mais recursos? Como iremos melhorar nossa infraestrutura? Temos que alinhar cada vez mais as iniciativas públicas e privadas, precisamos estar mais próximos do trade do estado. Estas são apenas algumas das nossas ideias para os próximos anos”, afirmou Paludo, que assumiu a Secretaria em janeiro deste ano.p
--- O Jornal PANROTAS viajou a convite da Secretaria de Desenvolvimento do Turismo do Mato Grosso
Wilken Souto, do MTur, e Rafael Felismino, da Embratur
Os secretários de Desenvolvimento Econômico e de Turismo, Seneri Paludo e Luis Nigro, respectivamente
Categorias Durante o debate sobre as questões que afetam o desenvolvimento do turismo do Mato Grosso, o representante do Ministério do Turismo e o diretor de Produtos e Destinos, Wilken Souto, afirmou que a pasta estuda criar categorias que irão identificar o potencial turístico de 3.345 municípios brasileiros que fazem parte do mapa de regionalização. A proposta está sendo analisada pelo Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo (Fornatur) e pela Associação Nacional de Secretários e Dirigentes Municipais de Turismo (Anseditur) e será levada ao Conselho Nacional de Turismo para, então, virar uma portaria do Ministério do Turismo.
Segundo a pasta, categorizar os municípios irá trazer uma nova realidade ao setor medindo o nível econômico turístico de cada cidade avaliada. Na prática, esta medida ajudará a combater a informalidade do setor e a promoção do destino, tanto no nacional quanto no internacional. Entre os benefícios de criar categorias está ainda a possibilidade de regularizar a Portaria 112 do Ministério do Turismo, que fala sobre liberação de recursos para municípios. “Com estas categorias, teremos um grupo de cidades no mesmo nível e podemos direcionar nossos recursos para aquele grupo. Isso servirá também para a Embratur, por exemplo. Vamos otimizar recursos, seremos mais estratégicos e vamos atuar mais nos pontos fortes”, afirma Wilken Souto.
Toda a estrutura do projeto está sendo montada pelo Ministério do Turismo, que criou cinco categorias (hoje chamadas de A, B, C, D, E, mas que podem vir a mudar de nomes). Cada município está sendo avaliado levando-se em conta quatro variáveis: estimativa do fluxo turístico doméstico, estimativa do fluxo turístico internacional, meios de hospedagem, e número de empregos formais gerados pelos meios de hospedagem. “Este mapeamento não levará em conta aspectos subjetivos, como praias bonitas ou infraestrutura turística. Vamos avaliar estas quatro varáveis. Escolhemos meios de hospedagem por se tratar de um empreendimento que vive basicamente do turismo, seja de lazer ou corporativo”, complementa Souto. p
Wilken Souto, diretor de Produtos e Destinos do Ministério do Turismo
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> Danilo Alves
Maioridade A Star Alliance comemora este ano 18 anos de atividades. Para celebrar, a aliança promoveu mais uma edição do Star Alliance Top 18 Award, que premiou
Executivos das 13 aéreas associadas à Star Alliance no Brasil
as 18 maiores agências de viagens e operadoras parceiras em 2014. O evento, realizado no último dia 14, no Tivoli São Paulo, reuniu os principais líderes do trade turístico. “Além de celebrarmos mais um ano de atuação no Brasil, aproveitamos para homenagear as agências parceiras, colaboradoras fundamentais para os bons resultados que temos alcançado nos cenários nacional e internacional”, destacou o porta-voz da Star Alliance no Brasil, Ian Gillespie, que também responde pela diretoria da Avianca Internacional. Atualmente, 12 empresas aéreas da Star Alliance (de um total de 29) operam no Brasil, além da Ana, que não tem voos, mas mantém um escritório de vendas no País. “A nossa presença aqui mostra a unificação de produtos de altíssima qualidade para o viajante brasileiro. São empresas com visões e hubs diferentes, mas com um único propósito: proporcionar a melhor experiência ao passageiro”, disse.
NOVA INTEGRANTE Durante o evento, foi anunciada a data oficial da entrada da Avianca Brasil na Star Alliance, unindo-se à Avianca Internacional, que já faz parte da aliança. Será em 22 de julho, com direito a cerimônia com a presença de presidentes de outras empresas da rede. Segundo Ian, o Brasil ganhará ainda mais conectividade aérea. “Com a saída da Tam, que foi muito importante
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Os pr emi a d os • Ancoradouro • Avipam • BCD Travel • CWT • CVC • Decolar.com • Esferatur • Gapnet • Alatur • Flytour O repórter Danilo Teixeira recebeu o prêmio da PANROTAS
para o crescimento da Star Alliance no País, uma grande oportunidade de conectar o País foi aberta ao mercado. Com a entrada da Avianca Internacional, em 2012, sabíamos que a adesão da Avianca Brasil seria questão de tempo. Se fosse para resumir esse fato em uma palavra, seria conectividade”, afirmou o executivo. De acordo com Ian, além da entrada na Star Alliance, a Avianca Brasil se prepara agora para aposentar os seus MK-28. “É um equipamento muito bom, mas que deixaremos de operar no segundo semestre e vamos substituir por aviões fabricados pela Airbus”, destacou.
LOUNGE VIP
Classificada por Ian como uma das melhores salas vip disponíveis hoje no mundo, o Lounge da Star Alliance, em Guarulhos (SP), é um exemplo de investimento da aliança no Brasil. “Trabalhamos arduamente para entregar um produto premium ao cliente que voa conosco, além de benefícios exclusivos concedidos por cada uma das empresas”, garantiu o diretor da Avianca. Em tempo: a sala vip da Star Alliance em Guarulhos já recebeu mais de 140 mil usuários desde a sua abertura, em maio do ano passado. “Comemoramos o representativo crescimento no movimento do lounge desde 2014. O novo espaço não só ajuda no fortalecimento da Star Alliance no principal aeroporto do Brasil, como demonstra a preocupação pelo conforto e bem-estar de nossos passageiros antes mesmo do início de suas viagens”, concluiu. p
• Kontik Franstur • Maringá Turismo • Queensberry • PANROTAS • Rextur Advance • Sakura • Sky Team • Submarino • Transpac
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> Artur Luiz Andrade, Alex Souza e Renê Castro
Baque
na era digital
Eduardo e Plínio Nascimento, fundador e diretor geral da empresa, e Dado Nascimento, também sócio
Você se lembra do fechamento da Soletur, Mundirama, Stella Barros, Dimensão, Panexpress, BRA, Varig, Pan Am, Transbrasil, do Hotel Nacional? Fechamentos grandiosos na era analógica do turismo. Mesmo fechamentos recentes como Pluna, Via Landauto, Calcos e Fênix não tiveram a repercussão que os dois casos mais recentes no turismo alcançaram, por causa das redes sociais e do mundo 110% on-line em que vivemos. Primeiro foi a Time Brazil, uma operadora pequena e sem maiores voos na indústria, mas que, ao se associar ao Hotel Urbano, criou uma das maiores crises do turismo nacional, com impacto em determinações da Iata e companhias aéreas. Até hoje, meses depois, recebemos na PANROTAS ligações e e-mail com “consultas” de agências e passageiros da operadora. Na semana passada, o segundo caso, da recuperação judicial da Nascimento Turismo, que se espalhou como rastilho de pólvora no Facebook, Twitter e no Portal PANROTAS (até o fechamento desta edição, na quinta-feira, 21, a notícia do anúncio da recuperação judicial havia sido lida por 31.123 pessoas, ainda atrás dos 44.872 de uma das notas sobre o caso Hotel Urbano/ Time Brazil, mas a caminho para ser a notícia mais acessada do ano). Apesar de boatos recentes e do fato de desde 2011 o diretor da Nascimento
Turismo, Plinio Nascimento, ter assumido que estava buscando um investidor (o último deles, a gigante CVC), a notícia pegou a indústria de surpresa e, mais que isso, com muito pesar. A Nascimento Turismo, em seus 54 anos, conquistou uma clientela fiel no trade e criou relacionamentos que não desabam de uma hora para outra. Mesmo sabendo que muitos terão de arcar com prejuízos, já que toda a cadeia funciona em responsabilidade solidária, houve muitos elogios à postura dos donos da Nascimento, que optaram por uma saída legal, a recuperação judicial, e não por fugir e se esconder. Não se fala oficialmente no tamanho da dívida (que é na casa dos milhões de reais), nem de quantos passageiros terão de pagar a parte terrestre de suas viagens (o maior problema), mas tanto a Nascimento quanto as entidades Braztoa, Abav, Abracorp e Clia Abremar criaram equipes para combater a crise. A Nascimento vendo as questões comerciais e financeiras (estorno de cartão de crédito, devolução de cheques, avaliações caso a caso) e as entidades buscando facilitar, via associadas, o acesso a fornecedores e à própria Nascimento. Segundo Magda Nassar, presidente da Braztoa, operadores associados se prontificaram a trabalhar sem remuneração para atender os passageiros em dificuldades. Mais um impacto de grandes proporções para o turismo, que a maioria ga-
rante ser pontual, e mais lenha para boatos que atingiram empresas diversas, especialmente operadoras, como a Queensberry, que veio a público desmentir e desafiar (veja box). Confira a seguir como foram os agitados dias 20 e 21 de maio de 2015, que abalaram não apenas a família Nascimento, mas toda a cadeia produtiva.
A RECUPERAÇÃO
Em 20 de maio, a Nascimento pediu oficialmente à Justiça brasileira ingresso no processo de recuperação judicial. Com a voz bastante embargada, mas com a clareza e transparência que sempre pautaram suas lutas sindicais ou empresariais, o presidente e fundador da empresa, Eduardo Nascimento, disse que a operadora não resistiu à pior crise de sua história e explicou que os credores deverão aprovar um plano de recuperação em 90 a 120 dias, no processo comandado pela justiça. “Queremos agir corretamente, a recuperação judicial é um recurso legal, mas estamos em um momento de crise aguda”, explicou. O maior problema foi o corte de crédito de fornecedores internacionais (a quem a Nascimento deve) e, segundo o presidente da operadora, havia cerca de 300 passageiros com bilhete aéreo emitido mas que não teriam hotel em suas viagens. O diretor Plinio Nascimento confirmou a informação à Braztoa: o aéreo pago estava emitido e a hotelaria e serviços terrestres eram o
17 maior problema. “Colocamos patrimônio à venda, mas ninguém se apresentou para comprar, penhoramos alguns bens, colocamos dinheiro na empresa, que se foi rapidamente. A recuperação judicial nos parece o caminho mais correto. Não fugimos”, afirmou Nascimento. O filho, Dado Nascimento, igualmente devastado, além de Plinio, Claiton Feijó, Oswaldo Freitas e demais diretores passaram o dia e a noite de 20 de maio reunidos, tomando as decisões para o dia seguinte. Foi criado um plantão para atender embarques imediatos e evitar choques entre passageiros e funcionários (no começo da semana houve agressões físicas em algumas lojas). A empresa tinha previsão de reabertura nesta segunda-feira, 25, e funcionará, reduzida, durante a recuperação judicial. Curiosamente, a Nascimento, antes da negociação com a CVC (que oficialmente disse não em fevereiro deste ano, depois de dez meses de conversas e análises), havia arrendado uma outra operadora em recuperação judicial, a New Line, o que ajudou a agravar a situação da empresa, especialmente devido a processos trabalhistas. São fatos que mostram uma crise pontual de uma empresa, que desde 2011 buscava investidores, mas que, obviamente, foi agravada pela alta do dólar e a instabilidade econômica de 2015. “Vendemos a R$ 2,50 e temos de pagar a R$ 3,20”, chegou a dizer Plinio Nascimento ao Jornal PANROTAS no começo do ano. “Há negociações em andamento mas de nada adianta eu falar aqui. Precisamos cuidar do imediato. Há esperança material e também espiritual. Temos rezado muito para encontrar um caminho”. “Estamos recomeçando, como a fênix”, finalizou, realista, mas sem fugir, o empresário Eduardo Nascimento. Uma família que sempre viveu do turismo não quer desistir dele.p
banco dedados ll
A Nascimento Turismo prometia voltar a funcionar esta semana, mas o plantão para passageiros e agentes com embarques mais urgentes continua. Tel.: (11) 3158-0088 E-mail: atendimentorj@ nascimento.com.br.
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O j e i to i n g l ê s Geralmente não se responde a boatos, mas o presidente da Queensberry, Martin Jensen, veio a público não apenas desmentir quaisquer notícias de que estaria com dívidas, como desafiou a apresentarem provas (se os boateiros fosses identificados, claro). Segundo ele, esses boatos são “obra daqueles que buscam crescer de forma desonesta e antiética”. “O boato após hoje é que ‘algumas tradicionais operadoras’ estão em situações críticas e, infelizmente, o nome da Queensberry aparentemente consta nesta lista. Não temos
meios de identificar quem anda lançando estes boatos, pois, caso contrário, não hesitaremos em buscar os devidos reparos junto ao Judiciário, mas só posso presumir que é alguma operadora que está tentando manipular o mercado e assumir o lugar dos tradicionais, utilizando de boatos maldosos”, disse ele. “Posso garantir (e desafiar qualquer empresa a apresentar informações contrárias) que nossos pagamentos estão rigorosamente em dia. De fato, recebemos frequentes elogios pela rapidez com qual pagamos as faturas”, finalizou.p
Martin Jensen, presidente da Queensberry
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Recomendações às agências O advogado Marcelo Oliveira, consultor jurídico da Abav Nacional, Abracorp e da Aviesp, preparou, a pedido do Jornal PANROTAS, algumas recomendações às agências de viagens em relação ao caso Nascimento Turismo. “Na prática, as agências precisam fazer um levantamento completo das viagens adquiridas junto à Nascimento e buscar esclarecimento sobre o que foi pago pela operadora e o que está em aberto, agora que houve a suspensão de cartões de crédito, por exemplo. Também sou dono de agência de viagens e aconselho o profissional a entrar em contato direto com o fornecedor”, sugere ele, que também assina dois blogs nos portais PANROTAS e PanHotéis. O advogado reconhece as dificuldades que as agências enfrentam, não só por conta da responsabilidade solidária, como também todo o processo que deverá percorrer junto a possíveis danos com os passageiros. Mas não há dúvida: “a conta é da agência, claro”. “Faz parte do risco do negócio. Ninguém espera que uma operadora vá fechar. Temos de reconhecer a boa fé da Nascimento em ter vindo a público comunicar a situação e aguardar, se possível, um posicionamento técnico sobre cheques (se foram repassados ou não) e outros detalhes que fazem parte da administração e impactam diretamente os intermediários. A omissão de informações não pode acontecer, até porque, se o cliente tiver o cheque protestado por um terceiro, a situação pode acabar em boletim de ocorrência”, revela, completando que as agências que tiverem perda material imediata com o remanejamento de hotelaria e aéreo, por exemplo, devem ser ressarcidas pela Nascimento. A pior situação, segundo Oliveira, é a do passa-
A
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E os boatos?
Republicamos parte do post de Sidney Alonso, em seu blog Sem Fronteiras, do Portal PANROTAS.
Sidney Alonso é diretor da Avant Garde e blogueiro PANROTAS Marcelo Oliveira, consultor jurídico da Abav Nacional, Abracorp e Aviesp
geiro que já embarcou e está no destino. “O risco dele agora é muito maior. Fica muito complicado gerenciar esses casos. Para minimizar esses problemas, só tirando coelho da cartola.” O consultor preparou ainda um comunicado para os associados Aviesp e destacamos dois itens: “Nos casos de serviços não pagos é importante entender com a operadora se os pagamentos parcelados foram efetivamente suspensos, tanto os via cartão de crédito quanto os via cheques (sobre estes últimos precisa-se saber se foram ou não repassados a financeiras ou outros para não colocar os clientes em risco de possíveis protestos). Valores não compensados poderão ser remanejados imediatamente para a quitação junto a outros fornecedores”. Por fim, “situações em que ocorreram pagamentos a vista, e não existir a quitação dos serviços junto a fornecedores, deverão ser analisados com cuidado, em alta prioridade com a Nascimento, pois nestas situações as chances de prejuízos tanto para a agência quanto para os consumidores são maiores”.p
Nos últimos dez anos o Brasil apresentou uma subida radical nas vendas internacionais, em especial viagens de lazer, por todos os motivos que já estamos carecas de saber. Este crescimento trouxe uma exposição inédita dos distribuidores brasileiros a fornecedores estrangeiros, fornecedores estes que invadiram e invadem o Brasil diariamente em sales calls, feiras, eventos de destinos etc. Uma consequência direta desta enorme exposição a fornecedores estrangeiros e dos avanços nas comunicações e tecnologias foi a contratação de funcionários que dominam nosso idioma, a adaptação de políticas comerciais para que se ajustassem a nossos costumes e, indiretamente, a fragmentação das vendas entre centenas de players espalhados por todo o País. Se antigamente um grande operador concentrava muito volume em alguns destinos específicos, hoje muitas pequenas agências operam seus próprios programas de forma direta, com pouca burocracia, várias facilidades operacionais e muita rapidez. Ainda assim, os grandes operadores se mantiveram muito relevantes por fornecer um produto escasso e caro, o tão desejado crédito. Veio então a crise de demanda. Com ela, pequenas agências viram suas operações diretas minguar e o crédito antes abundante das operadoras tradicionais passou a ser mais seletivo. Com menos crédito e menos demanda, fornecedores nacionais e estrangeiros viram seus volumes médios despencar nos últimos meses, especialmente nos canais de distribuição mais visíveis e tradicionais, como as grandes operadoras. Onde o fornecedor pode buscar respostas? O problema está na forma como estão perguntando e na maneira como as operadoras estão (ou não) respondendo. Em momentos bicudos a tendência é associações e grandes players se calarem, pois ninguém quer ser ave de mau agouro e ter seu negócio atingido por sua própria língua. Ao produzirem silêncio, estas associações e empresas fomentam insegurança, e a insegurança leva a cochichos, teorias conspiratórias e medidas desastradas. O que passamos a ver, então, é uma associação direta à queda nos volumes com a falta de solidez, o que demonstra total falta de conhecimento dos fundamentos e mecanismos do mercado. É absolutamente normal que a linha divisória entre quem esteja “mal das pernas” (e vários devem estar) ou apenas “mal das vendas” seja tênue e embaçada, mas boatos e rumores crescem na incerteza das palavras e na maldade de pessoas alheias à realidade, especialmente concorrentes, fornecedores e detratores. Muitas empresas só conseguem manter-se sólidas se aplicarem rigidamente uma dieta de poucas vendas, controlando ao máximo sua exposição cambial e os financiamentos duvidosos. Em momentos delicados é muito melhor vender bem pouco com margens saudáveis do que vender muito e cavar a própria cova, e esta lição preciosa é seguida por poucos. Sendo assim, vemos duas tendências majoritárias no mercado: uma é a tendência da maioria que tenta pedalar cada vez mais rapidamente ignorando os sinais preocupantes, sempre na esperança que a crise será curta e a normalidade estará logo atrás da esquina; a outra é a atividade cautelosa de uma minoria responsável que desacelera as atividades, reduz custos (inclusive dispensando mão-de-obra) e mantém as operações em alerta à espera de uma melhora real nas condições. Os cautelosos sofrem demasiadamente no momento inicial por serem honestos e prudentes. Na outra ponta temos os “lunáticos”, aqueles empresários e empresas que se negam a aceitar os sintomas da doença. A carta publicada pelo Martin Jensen, da Queensberry, demonstra claramente uma coisa: nenhum homem coloca seu nome, sua história e seu legado sob um holofote deste tamanho sem ter a certeza absoluta que está na rota certa.p
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Quem é quem na
C as a do Age nt e A CASA DO AGENTE COMEÇOU EM UM ESCRITÓRIO NO CENTRO DE SÃO PAULO E LOGO MUDOU-SE PARA A VILA MARIANA, ONDE O DIRETOR DA EMPRESA, Charles Franken, conquistou espaço em um sobrado com jardim que parecia destinado a ele. “A antiga proprietária da
casa recebeu quatro propostas de aluguel e só aceitou a minha”, relembra ele. Hoje, mais do que dele, a casa é dos 1,4 mil agentes de viagens freelancers que encontram toda a estrutura necessária para trabalhar, desde suporte operacional e técnico até treinamentos e consultoria especializada. “Somos
como uma extensão do freelancer. E conseguimos construir nos últimos anos ótimo relacionamento entre o trabalho deles com o passageiro e as principais empresas do setor de turismo”, afirmou o empresário, que considera seus 17 funcionários uma verdadeira família.
Toda a equipe reunida em frente à casa
ll Nome: Casa do Agente Viagens e Turismo ll Endereço: rua Doutor Eduardo
Martinelli, 74, Vila Mariana - São Paulo
ll Proprietário: Charles Franken ll Fundação: 2004 ll Estrutura: além do escritório em São Paulo, há também uma sede no Rio de Janeiro, localizado na rua do Ouvidor, 161, sala 311 – Centro ll Número de funcionários: 18 em São Paulo e três no Rio de Janeiro ll Número de agentes freelancers cadastrados: 1,4 mil ll Perfil dos agentes freelancers:
maioria formada por mulheres,
entre 30 e 40 anos, sendo 95% em regime home-office. Os freelancers costumam tomar conhecimento da empresa por meio de indicações e mídias sociais.
documentos necessários, sem custo.
ll Como surgiu a ideia: a partir do modelo host agency, muito comum nos Estados Unidos. Na época, Arnaldo Franken, Ivo Lins e Rui Alves, sócios da MMTGapnet, gostaram da ideia e resolveram trazê-la para o Brasil. Quem deu início à ação foi Maurício Alexandre, que hoje está no Sea World. Foi criada então a Casa do Freelancer, em 2004, que depois mudou de nome para Casa do Agente.
ll Freelancer que mais vende: Camila Di Domenico, de Santos (SP), cliente há cerca de seis anos “Ela é especializada em navios e sempre vendeu muito. Agora, elabora pacotes mais incrementados e continua vendendo em grande volume, garante Franken.
ll Como o agente pode se cadastrar: por meio do site www.casadoagente. com.br. Ao clicar em “Faça parte”, o agente faz o cadastro e envia os
ll Freelancer mais antigo: Juçara
Alonso, de São Paulo, que está desde o início do projeto
ll Treinamentos: “temos uma área de treinamentos na empresa, onde realizamos capacitações para grupos de dez a 15 pessoas. Caso o agente tenha perdido algum treinamento, pode entrar no site com o login e acessar as apresentações exibidas na capacitação, assistir a vídeos etc.
Para os próximos três meses, estão previstos cursos de Marketing Digital, e no mês de maio também será ministrado um curso sobre roteiro turístico. Temos acordo com a CVC para famturs e estamos estudando alguns com a MMT também.”
ll Principais parceiros: “todos são importantes, cada um no seu segmento, mas não posso deixar de citar, entre as operadoras, MMTGapnet, Gapnet, CVC, Abreu, Queensberry, Flytour, Beds Online; entre as companhias marítimas, Costa Cruzeiros, MSC, Royal Caribbean e Pullmantur; Club Med e o Travel Ace também são outros grandes parceiros.” ll Participação em eventos: “participamos como visitantes, já que, pelo fato de não sermos uma > Continua na pág. 20
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operadora, até hoje não foi possível conseguir um estande nos eventos do trade. Também realizamos eventos próprios, como a feijoada com os nossos patrocinadores, que acontece todos os anos e já está na oitava edição, e o Top 10, que premia os maiores vendedores do ano e está na quarta edição.”
ll Lado bom do turismo: “você dá a volta ao mundo todos os dias, mesmo que passe o dia todo na empresa.”
Bianca Marcolin (Marketing) e Charles Franken (diretor) José Ricardo Amaral e Joaquim Gabriel de Oliveira (atendimento) A gerente de Atendimento, Juliana Pinto
Departamento de Atendimento: Jaqueline Souza, Kelly Lourenço, Adriana Nascimento, Flávia Malaquias e Mary Jezierski (à frente)
Departamento financeiro: Vera Kaneko, Ione Venâncio, Lucas Martins e Raquel Cavalcante
ll Lado ruim do turismo: “às vezes, se o atendimento não sai como o esperado, fica um certo desconforto com o agente de viagens e o fornecedor, e é preciso fazer com que o desconforto não atrapalhe a viagem do passageiro.” ll Curiosidades: os funcionários da Casa do Agente trabalham lá há muitos anos. Alguns, como é o caso da funcionária Mary Jezierski, está há mais de 26 anos nos negócios da família Franken (trabalhou muitos anos com Arnaldo Franken e passou a integrar a equipe de Charles logo após a fundação da empresa). “Tanto que a consideramos ‘patrimônio histórico’ da Casa do Agente. Aqui somos todos uma grande família. Inclusive, há muitos clientes que, mesmo depois de montarem sua agência, continuam trabalhando com a gente”. Outra curiosidade, para quem não sabe, é que Charles é filho de Arnaldo Franken, do Grupo Gapnet. ll Expectativa: “acredito que 2015 vai ser um ano de estagnação e, se houver crescimento, é porque o câmbio subiu, e não porque vendeu mais. As vendas têm sido um pouco mais analisadas, e com o euro caindo e o dólar subindo, é muito provável que haja uma migração pro destino Europa.” ll Desafios: “o grande desafio é conseguir dar ao freelancer a estrutura que o torne competitivo. Por ser independente, ele tem a vantagem de estar onde precisa e consegue dar ao passageiro um nível de atendimento que a agência não consegue. Mas, por outro lado, ele não tem o timing do corporativo; tem mais o perfil do lazer e das viagens de grupo.”
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Foto: Roberto Stuckert Filho/Presidência da República
Aviação
Orlando mais azul A Azul solicitou à Anac AUTORIZAÇÃO para voar ENTRE Orlando E Guarulhos. Se aprovada, a aérea será a única companhia a oferecer voos diretos para Orlando a partir de três aeroportos no País: Guarulhos, Confins e Viracopos. Será, ainda, a primeira operação internacional da empresa no aeroporto da região metropolitana de São Paulo. A empresa pretende iniciar o serviço em 15 de dezembro, quando sua estreia para Orlando completará um ano. Para isso, encaminhou à GRU Airport, administradora do terminal paulista, e à Anac os pedidos de slots — alocação de horários para pousos e decolagens — para a nova operação. “A inclusão deste voo é mais uma opção para os passageiros da Azul em São Paulo, que depois de chegar em Congonhas, agora oferecerá viagens internacionais em um dos aeroportos mais utilizados pelos paulistanos”, afirma o presidente da Azul, Antonoaldo Neves. Outra novidade anunciada pela empresa foi um acordo de leasing no valor de US$ 200 milhões com o Industrial and Commercial Bank of China (ICBC) para o financiamento de oito aeronaves Embraer 195. O negócio foi assinado pelo CEO, David Neeleman, e pelo presidente do ICBC, Yi Huiman, durante evento no Palácio do Planalto, em Brasília, com a presença do primeiro-ministro da China, Li Keqiang, e a presidenta Dilma Rousseff. Do total, três unidades são novas e fazem parte da atual encomenda da Azul com a fabricante brasileira, as quais serão entregues ao longo deste ano. As outras cinco unidades já estão em operação na frota da companhia e serão refinanciadas com o banco chinês. Até o fim deste ano, a Azul deve receber mais seis aeronaves do modelo E195, totalizando 88 aviões da Embraer em sua frota. Além de comemorar a marca de 100 milhões de passageiros transportados desde a sua fun-
dação, a Azul implantou, no último dia 19, uma “taxa de conveniência” para compras efetuadas no site da companhia, que segundo a empresa, recairá apenas para passageiros não cadastrados no programa
de relacionamento Tudo Azul. As taxas são R$ 5 por passageiro e por trecho em voos domésticos e de R$ 20 no caso de rotas internacionais, também por cliente e por trecho.p
O presidente do ICBC, Yi Huiman, e o CEO da Azul, David Neeleman
22 Cruzeiros marítimos
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> Alex Souza — Flórida e Bahamas
A bordo Disney FAZER COM QUE O AGENTE DE VIAGENS CONHEÇA IN LOCO UM DETERMINADO PRODUTO — A FIM DE QUE ELE POSSA VIVER A EXPERIÊNCIA E, assim, trabalhar a venda com mais segurança e entusiasmo — é o que geralmente justifica a realização de um famtour. E foi o que a Disney Destinations teve em mente ao levar 100 profissionais de diferentes países da América Latina, entre os quais 40 brasileiros, para um cruzeiro a bordo do Disney Dream, entre o Porto Canaveral (Flórida) e as Bahamas. Além de desfrutarem de uma das duas maiores embarcações da Disney Cruise Line, os profissionais conheceram a ilha privativa de Castaway Cay e receberam um treinamento sobre os roteiros e navios da empresa. A Disney Cruise Line possui quatro navios. Os gêmeos Disney Magic e Disney A ilha de Castaway Cay vista do deque mais alto do Disney Dream
Wonder são os mais antigos e menores, inaugurados no final dos anos 1990 e com capacidade para 1,5 mil passageiros. No início, eram majoritariamente vendidos ao mercado doméstico norte-americano, sem tantos esforços de marketing em função da força da marca Disney e da grande novidade à época. O Disney Dream e o Disney Fantasy, também gêmeos, são desta década e recebem até três mil passageiros, cada. “Quando eles chegaram, a partir de 2011, com o dobro da capacidade, foi que começamos um grande trabalho de promoção internacional”, comenta o gerente de Vendas da Disney para América Latina, Patrick Yvars. Um dos diferenciais da Disney Cruise Line é a paradisíaca Castaway Cay, nas Bahamas, que integra a maior parte dos roteiros pelo Caribe. Ela ocupa área de aproximadamente qua-
tro mil metros quadrados e possui um porto para a atracagem dos navios, trazendo a praticidade de os hóspedes subirem e descerem das embarcações sempre que quiserem, ao invés de terem de ser transportados à ilha por pequenos barcos ou botes. A praia principal de Castaway Cay é voltada para famílias com crianças de todas as idades. Adultos que queiram tranquilidade total usufruem da Serenity Bay, uma praia exclusiva para hóspedes a partir de 18 anos. A ilha possui serviço de bufê já incluso na tarifa, e entre as atividades oferecidas estão passeios de bicicleta, barco e jet ski, caminhadas por trilhas, nado com arraias e até uma corrida 5k. Os personagens da Disney também estão por lá para fotos. A Disney Cruise Line também avalia como diferenciais os shows “de pa-
drão Broadway” com as histórias e os personagens da companhia; a rotatividade dos restaurantes para o jantar, sempre com o mesmo número de mesa e com atendimento do mesmo garçom; serviço de quarto 24 horas sem custo; cinema 3D com os principais lançamentos Disney – os agentes de viagens do famtour puderam curtir Os Vingadores – A Era de Ultron; bebidas não alcoólicas inclusas na tarifa; e o Wave Phones, telefones que podem ser utilizados pelos integrantes de uma família para facilitar a comunicação tanto no navio quanto em Castaway Cay. A Disney sugere que os agentes de viagens comuniquem aos clientes quanto ao aplicativo da Disney Cruise Line, que apresenta uma série de informações — como listas dos shows e menus dos restaurantes — e possui um chat para que os
Os 100 agentes de viagens em Castaway Cay, com o Disney Dream ao fundo
hóspedes possam se comunicar por mensagens de texto. E para quem pensa que os cruzeiros da companhia são voltados apenas para crianças, a Disney também destaca o fato de os navios terem áreas exclusivas para adultos, como uma piscina, bar, restaurante, uma discoteca e o spa – que, realmente, é um oásis de tranquilidade em meio à animação dos pequenos. Em Castaway Cay há uma praia exclusiva para adultos, com “cabanas” que podem ser alugadas pelos hóspedes para um relaxamento ainda maior.
CUSTO X BENEFÍCIO Ao longo do treinamento, os executivos da Disney Cruise Line também destacaram que, embora os cruzei-
ros de três ou quatro noites da companhia sejam em geral um pouco mais caros do que os da concorrência, o fator custo/benefício faria a diferença. “Por exemplo: as bebidas não alcoólicas gratuitas vão fazer a diferença para uma família de quatro pessoas ao final do cruzeiro. Os shows também estão inclusos. Então pode ser mais caro, mas há mais valor e, no final, a diferença não será tanta. O trabalho do agente é explicar as essas diferenças ao cliente”, comenta Yvars. Os agentes de viagens possuem um site exclusivo com informações sobre a Disney: www.disneyagentesdeviagens.com.br.
--- O Jornal PANROTAS viajou a convite da Disney Cruise Line
N A A MÉR IC A L ATIN A A CRISE ECONÔMICA E POLÍTICA NO BRASIL GEROU IMPACTO NAS VENDAS DOS PARQUES DA DISNEY NO MERCADO BRASILEIRO. O ge-
rente de Vendas para América Latina da companhia, Patrick Yvars, garante, no entanto, que não houve queda, mas uma diminuição no ritmo de incremento na comparação com anos anteriores. O executivo sublinha que, por outro lado, as vendas para os navios da Disney continuam em franco crescimento no Brasil. Segundo ele, as quatro embarcações da Disney Cruise Line – Dream, Wonder, Fantasy e Magic – são produtos ainda jovens para o público brasileiro. Sem revelar nú-
Patrick Yvars, gerente da Disney
meros, o executivo coloca o Brasil como segundo principal mercado da Disney Cruise Line na América Latina, atrás do México. > Continua na pág. 24
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Flashes
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B ra s i l e i ro s n o D i s n ey D re a m
1 Grasielle Stachlewski, da Visual, Norma Beatriz Mejía e Társys Clemente, da Magic Way 2 Evelyn Rivera e Sarah Domenech, da Disney 3 Denis Gomes e Daniel Pacheco, da CVC 4 Gustavo Caldeira, da Turismo em Orlando, e Fernando Nobre, da RCA 5 Priscila Brunken e Juliana Wiira, da Dream Lines 6 Elda Garcia e Gilca Sillos, da Blessed 1
Navio da Disney na Big Apple
VO LTA ND O A N OVA YO R K A DISNEY CRUISE LINE ANUNCIOU QUE VOLTARÁ A NAVEGAR EM NOVA YORK NO ANO QUE VEM, COM CRUZEIROS DE CINCO, sete
e oito noites a bordo do Disney Magic. No total serão cinco saídas. A primeira está marcada para 2 de outubro, com roteiro de cinco noites por Halifax (Nova Escócia) e Saint John (New Brunswick), no Canadá. A segunda será em 7 de outubro, em cruzeiro de oito noites com passagens por Castaway Cay, a ilha particular da Disney nas Bahamas, Nassau, a capital da ilha caribenha, e Porto Canaveral, para que os hóspedes possam curtir uma visita ao Walt Disney World Resort. As três saídas seguintes ocorrem em 15, 22 e 29 de outubro, em roteiros de sete noites com paradas em Castaway Cay e Porto Canaveral. Outra novidade da Disney Cruise Line são novos cruzeiros a partir de Miami, em 20 de novembro e 4 de dezembro, com passagens por Key West, Grand Cayman, Cozumel e
Castaway Cay, todos no Caribe, a bordo do Disney Magic. Em 27 de novembro e 11 de dezembro, as saídas incluem passagens por Tortola, St. Thomas e Castaway Cay. Em 23 de dezembro, por Tortola, San Juan e Castaway Cay. “Saídas adicionais a partir de Miami incluem um cruzeiro de quatro noites pelas Bahamas em 16 de novembro, outro de cinco noites no dia 18 de dezembro, e um de seis noites pelo Caribe ocidental no dia 30. Cada um inclui uma parada em Castaway Cay”, diz a Disney Cruise Line em comunicado.
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GALVESTON
No ano que vem, os navios da companhia retornam também ao Texas, com roteiros de sete noites que incluem Castaway Cay, Key West, Nassau, Cozumel, Costa Maya e Grand Cayman. Site para agências de viagens: www.disneyagentesdeviagens.com.br.
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25 Te c n o l o g i a
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> Alex Souza
Além do advisor exatos 15 anos após sua fundação, o Tripadvisor mantém a essência “consultiva” – ou “conselheira” – do nome, graças a qual alçou as primeiras posições em rankings de sites de viagens mais visitados do mundo. A aposta agora, porém, é agregar serviços de modo que os usuários permaneçam no portal o mais tempo possível, planejando, mas também reservando viagens. Desde o ano passado, o site implanta gradualmente nos Estados Unidos as funcionalidades de uma ferramenta de reserva de hotéis, o Instant Booking, com motores de busca oriundos de 70 parceiros. O resultado tem sido satisfatório e o próximo país a receber a novidade será a Inglaterra. A chegada ao Brasil ainda não tem data,
mas a expectativa é não passar de 2016. “No Tripadvisor nós escutamos os usuários e desenvolvemos os serviços a partir disso. Em seguida fazemos testes graduais em um país para então seguirmos a outros”, explica a gerente sênior de Relações com a Mídia para Espanha e América Latina, Blanca Zayas. Para os hotéis, o Tripadvisor garante a divulgação de tarifas e disponibilidade por “um ótimo custo-benefício”. “O hotel controla o relacionamento com o cliente desde o início. Não é necessário gerenciar outro canal, pois o Tripadvisor se integra ao parceiro de conectividade do empreendimento. Além disso, o hotel escolhe as taxas de comissão competitivas e o pagamento é feito apenas quando a estada do viajante for concluída. Não é custo por clique – a comissão é paga quan-
Blanca Zayas, gerente sênior de Relações com a Mídia para Espanha e América Latina, baseada em Madrid, e Claudia Martinelli, gerente de Relações com a Mídia e porta-voz do Tripadvisor no Brasil, sediada em São Paulo
do a reserva é efetuada”, sublinha a gerente de Relações com a Mídia no Brasil, Claudia Martinelli.
HALL DA FAMA
Na semana passada, o portal anunciou os premiados da quinta edição do Certificado de Excelência, entregue a empresas que alcançaram elevados índices de avaliações positivas no site. No Brasil, o número de companhias foi de 13,3 mil, o equivalente a 10% entre todas as cadastradas no portal. As cidades com maior
número de empresas (acomodações, restaurantes e atrações) agraciadas foram São Paulo (1,2 mil), Rio de Janeiro (899), Curitiba (349), Porto Alegre (290), Florianópolis (278), Salvador (262), Brasília (262), Belo Horizonte (251), Fortaleza (227) e Natal (183). Em comemoração ao quinto aniversário da premiação, o Tripadvisor criou o Hall da Fama, uma distinção aos empreendimentos que receberam o certificado em todos os cinco anos. São 29 mil ganhadoras no mundo e 173 no Brasil. p
26 Cartões de assistência
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> Diego Verticchio
Um passo à frente A Intermac Assistance está com um novo portfólio de produtos. A mudança atende à resolução 315/14 da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que pede, entre outros itens, que haja por trás de uma empresa de assistência de viagem o trabalho de uma corretora de seguros. Ainda que a mudança deva acontecer somente em setembro deste ano, a Intermac se antecipou alguns meses. Segundo o presidente da Intermac, Eduardo Aoki, sua empresa é a primeira a se adequar às normas da Susep no País. “Estamos quatro meses adiantados. Desde 15 de maio estamos atuando 100% dentro da norma”, garante. Para se adequar às regras, Aoki firmou uma joint-venture com a corretora de seguros espanhola Intermundial, que em 2014 contou com mais de 30 milhões de passageiros segurados em todo mundo. Da joint-venture saiu o acordo com a QBE, hoje uma das maiores empresas de seguros no mundo, com escritório em mais de 54 países e faturamento anual de US$ 18 bilhões. No Brasil, a QBE atende outras empresas de cartões de assistência, assistindo mais de 12 milhões de pessoas. Entre as novidades, Aoki destacou o produto Cancelamento Plus Reason. “Esta é a maior cobertura do mercado e válida para todos os planos Intermac. Adquirindo-a, o passageiro tem 25 motivos pelos quais pode cancelar sua viagem. Antes tínhamos quatro, para se ter uma ideia”, destacou.
Aoki e sua equipe fazendo o número 1, simbolizando a liderança no varejo no Rio
Na prática, o viajante que precisar utilizar o seguro da Intermac Assistance poderá ligar a qualquer horário do dia, em qualquer dia da semana, para uma central, que ficará baseada na Argentina, com atendimento em português. Há ainda a opção de se comunicar via whatsapp. Todas essas informações já constam no voucher que está sendo impresso pela Intermac após a compra do seguro.
Novos planos
O novo portfólio da Intermac fez com que a empresa de assistência apre-
sentasse uma nova gama de planos. Entre os novos produtos estão Upgrade Intermac, no qual o agente de viagens pode montar o próprio plano seguindo o perfil do cliente; a empresa também traz o Corporate, dedicado ao passageiro corporativo, no qual ele pode escolher entre três diferentes planos. Com parceria exclusiva com a Sealink, a Intermac traz também para os cruzeiristas um plano específico que garante reembolso de serviços não utilizados por regresso antes do prazo. Há um plano similar para intercambistas.
Para aqueles que buscam aventura na neve, a Intermac apresenta os Planos Esportivos Ski e Adventure, que contam com mais de 50 atividades incluídas com coberturas especiais, como seguro de bagagem com cobertura especial e reembolso de serviços não desfrutados. Há ainda no novo portfólio de produtos da empresa cobertura de doenças pré-existentes de até 30% do valor da cobertura médica; e Garantia de Proteção Intermac, para cancelamento ou perda de serviço por regresso antes do prazo.p
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Mud a n ça Com sede em São Paulo e escritórios no Rio de Janeiro, Campinas (SP) e representação em 23 Estados brasileiros,
a Intermac Assistance prepara uma grande mudança para este ano. A partir de 1º de novembro, a empresa mudará sua sede para o Rio de Janeiro. O escritório em São Paulo continuará em funcionamento, mas as áreas operacional, administrativa e financeira migram para a capital fluminense.
“O Rio nos recebeu de braços abertos. Somos a empresa líder em vendas no varejo, estamos crescendo cada vez mais nossa participação no mercado. Já era hora de darmos este passo”, afirmou Aoki. Para concluir a mudança, Eduardo Aoki terá mais uma sala no Edifício Central, somando quatro em um dos prédios mais tradicionais da Rio Branco, no Centro da cidade. Aline Maia e Michelle Baeta, da Zarpar Viagens
Dagmar Viana, Marta e Alvaro Rebello, da Belle Tours, e Carlos Costa, da Intermac
Auditório lotado para apresentação dos novos produtos da Intermac
Denize Andrade, da Destin Viagens, Lizete Loureiro, da F.M. Loureiro, e Valéria Passos, da RJ Turismo
Alex Dissat, da 4 Cantos Turismo, Marco Aurélio, da Rio Brastur, e Odemi Magalhães, da Urbi et Orbi
28 Hotelaria
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> Alex Souza
Otimismo COM MAIS DE 25 ANOS DE MERCADO, TENDO PASSAGENS POR REDES E HOTÉIS COMO TRANSAMÉRICA E EMILIANO, ROBERTO JEOLAS ESTÁ BEM EMPOLGADO COM SEU NOVO DESAFIO: atuar como diretor geral do Sheraton São Paulo e do WTC Events Center, na capital paulista. O executivo acredita que a qualidade dos produtos, aliada ao fato de ambos estarem em um complexo comercial localizado no coração financeiro da cidade, perto da Berrini, Marginal Pinheiros e Faria Lima, “colocam-nos em posição de destaque diante dos concorrentes.“ Uma das principais tarefas incumbidas a Jeolas é o trabalho pela fidelização de atuais e futuros clientes. Para isso, o diretor promete apelar à “essência da hotelaria e da hospitalidade”: estar junto dos clientes a fim de ouvir as demandas. “Apenas hoje [em seu primeiro dia de trabalho, quando recebeu o JP] eu acompanhei 20 check-outs, falando com os hóspedes para ter o feedback”,
disse, acrescentando que continuará abordando o maior número de clientes possível. “Me diz o nome de gerente geral de qualquer hotel aqui de São Paulo. Ninguém sabe! Vou trabalhar nesse corpo a corpo”. Jeolas também promete eliminar as burocracias para check-in e check-out, de modo que os hóspedes não precisem mais passar pelo balcão de atendimento. “Isso já ocorre para clientes das nossas 67 suítes personalizadas e da suíte presidencial”, diz. Uma segunda prioridade para o novo diretor será angariar mais hóspedes para o Sheraton e mais eventos para o WTC Events Center. Para isso, uma das ações será a participação em feiras importantes para o mercado Mice, como WTM London e Imex. O aumento nos canais de vendas também está na pauta. “Sheraton é uma marca de distribuição global fortíssima e nós temos de nos aproveitar disso. Vamos estreitar nossa sinergia com a Starwood”. Atualmente, o mercado internacional corresponde a 42% da receita dos dois
Roberto Jeolas, diretor do Sheraton São Paulo e do WTC Events Center
produtos — o objetivo é fazer ele chegar a 60%. “O momento econômico atual é oportuno, pois os fundos de investimentos estão à caça, aumentando as hospedagens e eventos.” Sobre o desempenho em 2015, o dire-
tor afirma que segmentos como o farmacêutico, o médico e o agronegócio cresceram mais de 30% em eventos no WTC Events Center. No hotel, a ocupação foi de 75% no primeiro quadrimestre – 80% corporativo e 20%, lazer.
PAN N o t a s Intercambistas Dados do Banco Central divulgados pela Embratur revelam que, no ano passado, os estudantes estrangeiros gastaram US$ 151 milhões em programas educacionais no Brasil — em 2005, o valor foi de US$ 61 milhões, dado ainda não revisado com a nova metodologia do Banco Central. “Este é um segmento em expansão e nós temos um trabalho articulado com diversas instituições para fortalecer a estratégia de ação com maior força no segmento de intercâmbio, principalmente em função da visibilidade que o País tem alcançado com o Programa Ciências Sem Fronteiras”, comenta o presidente da Embratur, Vicente Neto.
Booking.com em SSA Com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Natal e Porto Alegre, a Booking.com anuncia que aumentará sua presença no Brasil com a inauguração, ainda este ano, de uma unidade em Salvador. Outra novidade da OTA, já em curso, foi o início de dois comerciais de televisão bem divertidos, que mostram a satisfação dos clientes ao entrarem em seus quartos de hotéis e descobrirem que fizeram a escolha certa.
Premium Economy A Singapore Airlines apresentou os novos assentos de sua Premium Economy, para os quais foram investidos US$ 80 milhões em desenvolvimento de dois anos. Eles têm largura de 47 cm e 49 cm, dependendo do tipo de aeronave, recline de 20 cm e distância entre assentos de 96 cm. Há também monitores HD de 13,3 polegadas e duas entradas USB. As primeiras rotas beneficiadas serão Sydney, Beijing, Delhi, Hong Kong, Frankfurt, Londres, Mumbai, Nova York, Xangai, Tóquio e Zurique. No Brasil, deverá estrear em 2016, assim que a companhia colocar um de seus A350 para voar por aqui.
Destinos
Ilha do Descanso A Ilha do Descanso, localizada no Delta do Tigre, anunciou sua inclusão no Leaders of Design Council (LDC), organização dos Estados Unidos que reúne designers, executivos e editores talentosos, com o objetivo de compartilhar as preocupações e melhorar a indústria do design. O anúncio foi feito por Andrés Felipe Durán, co-criador deste empreendimento que combina o melhor de um jardim botânico natural com a exibição de esculturas de artistas argentinos. “Estamos orgulhosos por terem convidado a nos unir a este grupo de primeiro nível”, disse Durán. De acordo com ele, a ideia veio após uma reunião com a LDC no ano passado, em Buenos Aires. “Eram cerca de 150 pessoas que queriam ver um jardim de alto nível e ficaram encantados com a experiência”, lembra Durán, que compartilha a ideia do empreendimento com Cláudio Stamato. Situado a cerca de 15 minutos de Porto de Tigre e a uma hora de Buenos Aires, a Ilha do Descanso é o local ideal para relaxar e também realizar reuniões corporativas, segmento abastecido com dois salões e um catering
Uma homenagem da Ilha do Descanso à arte e natureza resultou em um significativo reconhecimento
exclusivo. Dois anos atrás o local foi sede de uma convenção Virtuoso.
ATRATIVOS
Falando de programas turísticos, o local oferece alternativas para dias completos, com direito a almoço nativo e sobremesa típica – feito com merengue, caramelo, creme de leite e
pêssegos –, passeios com observação de aves e apreciação da vida selvagem. Há também o programa “arte e rio”, que inclui visitas ao Museu de Arte, em Tigre, ao Faena Arts Center, ao Museu Fortabat e à própria Ilha do Descanso, com retorno a Buenos Aires de lancha. Além destes, um acordo com a Patagonia Chopper possibilita chegar à ilha
com helicópteros privados. “A Ilha do Descanso foi por 21 anos uma casa de fim de semana que tinha a ambição de construir um pequeno mundo próprio. Há cinco anos abrimos as portas para os amantes da arte e natureza. Aqui é como chegar na casa de um amigo e ser convidado a ver seu jardim”, concluiu Durán.p
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SurFACE
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Divulgação
Luciano Teixeira, o Lucky, na foto com o diretor da FRT Operadora, Rogerio Xavier, é o novo contratado do departamento comercial da empresa, em Porto Alegre. Ele será responsável pelo atendimento da região metropolitana ao Extremo Sul do Estado. Contatos: comercialpoa2@frt. tur.br ou (51) 9708-3255
SP-Orlando
A Delta Air Lines pediu oficialmente às autoridades americanas e brasileiras autorização para operar uma ligação entre o Aeroporto de Guarulhos e Orlando, na Flórida, quatro vezes por semana. A intenção da companhia aérea é começar os voos em 19 dezembro e com a parceria com a Gol atingiria mais 20 cidades brasileiras em conexão. “Continuando com nossa meta de ser a melhor companhia aérea americana na América Latina, sempre ouvimos nossos clientes e nos esforçamos para oferecer a eles mais e mais meios convenientes de viagens a lazer ou negócios”, disse o vice-presidente da Delta para América Latina, Nicolas Ferri. O novo voo, se aprovado, será operado com o Boeing 767-300, com 35 assentos na classe Delta One, 32 na Delta Comfort + e 143 na econômica. A previsão é que o voo decole às 21h50 de Orlando, chegando na manhã seguinte, às 9h50, em São Paulo (segundas, terças, quintas e sábados). O retorno (segundas, quartas, sextas e sábados) é às 23h25, chegando a Orlando às 5h35 da manhã seguinte. Assim que aprovados os voos estarão no sistema da companhia americana.
Aniversário
O presidente da Flytour Viagens, Michael Barcokzy
A operadora Flytour Viagens comemorou, no último dia 21, três anos de mercado. O presente? Cerca de 30% de crescimento registrados no primeiro quadrimestre de 2015, na comparação com o mesmo período do ano passado. "Ao longo de toda a nossa curta história nós estamos crescendo, mas estes 30% são muito significativos por estarmos em meio a um período de crise. Para driblá-la e chegar a este resultado, sempre colocamos muita criatividade no que fazemos, desde a seleção dos produtos até a escolha de nossos parceiros e fornecedores”, diz o presidente da empresa, Michael Barcokzy. A comemoração com o mercado já tem nome: Quinzena de Aniversário Flytour Viagens, com promoções em pacotes nacionais e internacionais válidas para compras feitas até o dia 31 deste mês. A promoção já está disponível no portal da operadora. Vale destacar que a empresa já embarcou mais de 300 mil passageiros em rotas nacionais e internacionais.
Inscrições abertas
A PANROTAS e a Comschool, empresa especializada em cursos de marketing digital, anunciam a segunda edição do curso “Estratégias de Turismo On-line”, de 22 a 26 de junho. A curadoria é do diretor de Distribuição da Intercity, Paulo Salvador, que também dará aulas ao lado de Augusto Rocha (PMWeb), Fábio Marão (Azul Linhas Aéreas) e Silvia Belluzzo (HP). Inscrições e outras informações podem ser obtidas pelos seguintes contatos: (11) 3284-8831, www.comschool.com.br e contato@comschool.com.br.
Melhores promotores
A PANROTAS retomou a pesquisa “Melhores promotores de vendas do Turismo”. Na edição passada, realizada em 2014, foram apresentados os melhores executivos de São Paulo (capital) e região Sul. Agora vamos eleger os promotores do interior paulista e, pela primeira vez, no mercado mineiro. A pesquisa ficará no ar até o próximo dia 31, sendo permitida apenas uma participação por pessoa. O resultado será publicado nas próximas edições do Jornal PANROTAS. Atenção promotor: na pesquisa ‘Melhores promotores de vendas do Turismo” a boca de urna é permitida, portanto, compartilhe a notícia e faça sua campanha. Acesse e vote: https:// pt.surveymonkey.com/r/interiorSP e https://pt.surveymonkey. com/r/panrotasMG2015
Ponto a ponto Após dois anos à frente da gerência de Marketing para América Latina do HRS Group, Ana Carolina Miranda anuncia que permanece no grupo, mas troca o Brasil pela Alemanha. Representantes do trade carioca, Alfredo Lopes à frente, voltam a se preocupar com a violência na capital. Cristóvão Loureiro é o novo colaborador da Catho. O executivo, que assina o blog "Travel Tech" no Portal PANROTAS, assumiu a diretoria de Educação da empresa.
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Pacote de neve
A MMTGapnet criou uma campanha de vendas para os agentes de viagens de todo o Brasil. Os profissionais que mais vendem temporada de neve na América do Sul vão concorrer a uma viagem com direito a acompanhante para o roteiro “Santiago Neve e Vinho”, com saída em 27 de julho. A ação é válida para vendas efetuadas até 30 de junho. Site: www.mmtgapnet.com.br.p A supervisora de Produtos da MMTGapnet, Drika Reis, e a gerente de Produtos, Adriana Fredericce
Foco no Rio e Campinas
Região ainda pouco conhecida dos brasileiros, a capital norte-americana Washington DC e os Estados de Virginia e Maryland vêm ganhando cada vez mais espaço entre os viajantes do Brasil. Em 2014 foram 95 mil turistas daqui e a expectativa é crescer 15% e passar a barreira dos 100 mil em 2015. Para manter o crescimento, a Imaginadora, empresa que representa no País a Capital Region USA (Washington DC, Virginia e Maryland), começou a promover a região no Rio de Janeiro e em Campinas, mercados considerados prioritários nesta nova fase de promoção. “Começamos a trabalhar o destino há cerca de cinco anos e desde então ficamos focados em São Paulo, onde está boa parte das operadoras. Agora nossa estratégia é fazer o mesmo trabalho no Rio e Campinas, cidades que têm importantes operadoras e contam com voos para os Estados Unidos”, explicou Daniela Bergamini, executiva que coordena o destino no País.p
De volta ao Marketing
Walter Vasconcelos assumiu, no lugar de Luciana Fernandes, a direção de Marketing do Ministério do Turismo. O profissional já foi diretor de Marketing da Embratur e no currículo acumula passagens por Instituto Tomie Ohtake, Centro Cultural Banco do Brasil, Secretaria Executiva de Assuntos Parlamentares e BB Turismo. Luciana ainda não anunciou seus novos planos, depois da saída do MTur. E Vinicius Lummertz deve ser anunciado nos próximos dias como novo presidente da Embratur, deixando, assim, a Secretaria Nacional de Políticas do Turismo.p
27 de maio a 2 de junho de 2015 JORNAL PANROTAS
tendências e tecnologia Edição 84 - 27 de maio a 2 de junho de 2015
Te c n o l o g i a
> Henrique Santiago
Negócio grandioso Ao longo da última década, um novo modelo de compra de viagens surgiu e hoje é mais que uma verdade no mercado: a internet, que completa 20 anos no Brasil em 2015. Por meio de agências de viagens on-line (OTA, na sigla em inglês) e dos sites dos fornecedores, especialmente companhias aéreas, o cliente conheceu a
comodidade de planejar a viagem sem sair de casa. Mas só esses fatores não garantem o sucesso do e-commerce no turismo. É preciso mais. A reportagem do Jornal PANROTAS conversou com players do mercado que discorreram sobre seus respectivos negócios nesse setor, o que oferecem e o que enxergam para o futuro do e-commerce no Brasil.
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Alípio Camanzano, da Decolar.com
De acordo com levantamento da Econsulting, empresa focada em automóveis, bens de consumo e turismo, o segmento de e-commerce deve movimentar este ano R$ 63,9 bilhões no Brasil. Mas se no passado recente a novidade para o cliente era acessar a internet e ali mesmo efetuar uma compra, atualmente os diferenciais são outros. “Quando iniciamos, há mais de 15 anos, a inovação era essa [comprar sem sair casa] e, à época, o e-commerce do turismo se resumia à compra e venda de passagens aéreas. Hoje, o consumidor conta com uma agência completa na internet, no celular ou tablet com a oferta de passagens aéreas, hotéis, cruzeiros, entre outros serviços”, comentou o diretor da Decolar.com, maior OTA da América Latina, Alípio Camanzano.
NA PALMA DA MÃO Com o passar dos anos, tornou-se uma realidade a migração de computadores (desktop) para meios ainda mais atuais e portáteis. Por meio do smartphone ou tablet, basta fazer o download do aplicativo da OTA ou do fornecedor e, em seguida, planejar a viagem ali mesmo na tela do dispositivo móvel. O diretor para a América do Sul da Expedia, Rafael del Castillo, enfatiza que as compras pelo app correspondem a 35% no Brasil. “A outra fatia
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Rafael del Castillo, da Expedia
se divide entre internet, que totaliza 50%, e call center, com 15%”, disse. Para ele não é necessário só ter um site para web, mas também apostar em um ambiente responsivo (adaptado a vários formatos de telas), o que, segundo ele, é um modo de criar afinidade com o cliente. “O mobile tem se tornado cada vez mais fundamental para o mercado”, concluiu. Assim como Castillo, o diretor comercial do Peixe Urbano, Ilson Bressan, acredita cada vez mais na ampliação da tecnologia para a venda on-line. Prova disso é o app lançado pela OTA em 2013, muitíssimo bem avaliado pelos clientes, segundo reviews espalhados pela rede. “Nós trazemos dois pontos determinantes: simplicidade e facilidade para vender.” Camanzano, da Decolar, vê no mobile uma oportunidade de crescimento contínuo, uma vez que a plataforma móvel é responsável por 15% da fatia de vendas na OTA que dirige. Segundo ele, há dois motivos preponderantes para o crescimento de dois dígitos em sua empresa. “[O cliente] tem a facilidade de efetuar a compra durante o percurso da própria viagem. Decidiu passar o final de semana em Campos de Jordão? Pegue o seu carro e, durante o caminho, seu companheiro de viagem pode acessar nosso app para fazer a reserva do hotel onde farão o check-in nas próximas horas”, exemplificou. Outra
facilidade que o cliente encontra é acessando a ferramenta Meu Decolar, na qual ele pode, por exemplo, fazer alterações, cancelamentos e gestão da compra on-line de todos os produtos do inventário da OTA. De nada adianta ter investimentos milionários em tecnologia se você não buscar um contato direto com o seu cliente. O cofundador e CEO do Hotel Urbano, José Eduardo Mendes, acredita nessa proximidade, ainda que não seja como um contato real entre consumidor e agente de viagens. “No ano passado, lançamos uma solu-
Ilson Bressan, do Peixe Urbano
ção inédita no mercado brasileiro: uma central de relacionamento 24 horas integrada ao aplicativo mobile. Essa funcionalidade permite que o viajante de qualquer lugar do planeta e a qualquer hora do dia entre em contato com nosso consultor de forma simples e econômica, já que não precisa se preocupar com custos com ligações ou com o fuso horário”, afirmou. Ainda segundo ele, a OTA já tem mais de 40% do tráfego por meio de smartphones e tablets. Até 2018, a companhia pretende dobrar, ou seja, alcançar 80% de participação pelo mobile.
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midor a pensar duas vezes antes de concluir uma compra on-line. Mas os players garantem com unanimidade: comprar na internet é muito seguro. Bressan afirma que mecanismos antifraude, como o investimento em backend, garantem um ambiente de total confiança e rapidez para a aquisição de qualquer pacote. “Contudo, em um eventual ataque de hackers no ato de uma transação, o consumidor prejudicado sempre tem direito a ressarcimento, com a gente ele nunca vai sofrer nenhum tipo de prejuízo.” Castillo assegura que nunca houve fraudes on-line, uma vez que a Expedia faz investimentos massivos e a segurança no dia a dia para o seu cliente. E Mendes, por sua vez, destacou que o índice de fraudes na Hotel Urbano foi, em menos de três anos, reduzido a quase zero.
REDES SOCIAIS Renato Lazzari, da CVC
O OUTRO LADO
Diferente das OTAs, o canal on-line da CVC não trabalha com mobile, ainda que o negócio tenha crescido 17,5%, atrás apenas de lojas físicas e franqueadas, como apontou o balanço do primeiro trimestre deste ano da operadora. No total, vendas on-line na CVC são 57% do faturamento. “É claro que temos interesse [em investir no mobile], mas ainda não viabilizamos isso”, afirmou o diretor de e-commerce da empresa, Renato Lazzari. Mas, segundo ele, a não existência de um site responsivo para essa plataforma não afeta no incremento de vendas da empresa.
José Eduardo Mendes, do Hotel Urbano
A CVC não oferece serviços auxiliares (ancillaries) em seu canal de vendas on-line, mas, enquanto existe a iniciativa de comercializar o produto, a concorrência investe fortemente. “A Decolar disponibiliza, além dos habituais hotéis, aéreos e cruzeiros, locação de carros, ingressos para parques temáticos de Orlando, como Universal e Sea World, seguros viagem, city tours, passeios temáticos, como conhecer vinícolas no Chile”, afirmou Camanzano. Além de locação de veículos, seguro de viagem e ingressos para parques de entretenimento, Mendes
revela que o Hotel Urbano tem procurado expandir cada vez mais seu leque de opções de ancillaries à sua clientela. “Nós estudamos outras oportunidades, como cursos de mergulho, passeios, traslados aluguel de bugues e todo e qualquer serviço prestado para viajantes e turistas.”
SEM FRAUDE
Um fator que supostamente poderia alavancar a venda do e-commerce é justamente a segurança na internet. O receio de disponibilizar dados pessoais e bancários leva o consu-
Ainda que o brasileiro abrace cada vez mais as redes sociais, com o compartilhamento de informações rápidas e precisas via Twitter ou Facebook, publicando fotos do dia a dia no Instagram ou até mesmo comentando e “favoritando” vídeos de Youtube, o engajamento por meio desses endereços, ou seja, o envolvimento, a interação e a proximidade buscada com o seu usuário não necessariamente significa incremento em vendas. “As mídias sociais auxiliam a imagem da empresa, de modo que um internauta pode ver um post e se inspirar, relembrar uma viagem feita no passado ou até mesmo planejar uma viagem para o futuro. Se cada curtida fosse um pacote vendido, nós estaríamos felizes”, destacou aos risos Lazzari.
REDES SOCIAIS NÚMEROS REFERENTES ATÉ 20/05/2015 CVC – 2,1 milhões de curtidas Decolar.com – 8,2 milhões Expedia – 5,1 milhões Hotel Urbano – 12,1 milhões Peixe Urbano – 2,8 milhões
@cvcviagens – 154 mil seguidores @Decolar – 184 mil @Expedia – 297 mil @hotel_urbano – 26,8 mil @PeixeUrbano – 148 mil
Paulo Salvador, da Intercity e curador da Comschool
@cvcviagens – 30,4 mil seguidores @decolar – 3,5 mil seguidores (último post em setembro 2012) @expedia – 19,4 mil @hotelurbano – 67 mil @peixeurbano – 2,3 mil
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Por meio de uma mensagem otimista e inspiradora, Mendes pontua que os 12,1 milhões de “curtidores” da fanpage do Hotel Urbano se sentirão instigados. “Nós oferecemos verdadeiras oportunidades para as pessoas saírem de suas cidades, substituindo o lazer do final de semana por escapadas, desbravando destinos conhecidos ou não pela grande massa”, disse. Bressan, por sua vez, revela que o Peixe Urbano tem investido em um projeto experimental via Whatsapp em que o seu cliente do Rio de Janeiro e São Paulo pode enviar mensagens pelo número e esclarecer dúvidas sobre serviços, como ofertas
27 de maio a 2 de junho de 2015 PANROTAS TENDÊNCIAS E TECNOLOGIA
de pacotes, por exemplo. Fora do âmbito das curtidas rápidas, Camanzano aposta no Youtube para veicular a nova campanha publicitária da Decolar.com, em que celebridades como Deborah Secco, Bruno Gagliasso, Cláudia Raia, entre outros, incentivam a realização de viagens com o lema “Você pode!”. “Nós adotamos o Youtube como um canal especial e complementar ao amplo plano de mídia mais tradicional. Nossa prioridade é lembrar, por meio da mídia tradicional e das redes sociais, que o brasileiro pode cada vez mais curtir suas férias, feriados e momentos de lazer”, disse. > Continua na pág. 05
DICAS VALIOSAS Concretizado como negócio de destaque no turismo, o e-commerce atrai pessoas que se interessam em empreender. Desta forma, o diretor de Distribuição da Intercity e curador do curso de Estratégias de Turismo On-line da Comschool, feito em parceria com a PANROTAS, Paulo Salvador, acredita que a prioridade nesse nicho vai muito além do dinheiro. “Uma empresa pequena deve pensar grande no mundo on-line. Principalmente porque, como falamos em uma economia de escala, quando damos início ao negócio precisamos desenhar um business case que privilegie um crescimento sustentado: número de acesso de internautas que convertem em venda, capacidade de atender a pedidos e reclamações, infraestrutura tecnológica de servidores e, acima de tudo, um time capacitado”, aconselhou. Salvador alerta para uma ferramenta que pode impulsionar as vendas até mesmo de um negociador iniciante está literalmente nas palmas das nossas mãos. “O mundo dos smartphones oferece inúmeras oportunidades inexploradas. Uma recente pesquisa da e-marketer mostra que apenas 0,7% de todo o consumo de aplicativos é para viagens. Desses 0,7%, 45% são focados em mapas. Portanto, conclui-se que o mercado potencial dos smartphones nas viagens é infinito”, destacou. O CEO da Ignition One, Edmardo Galli, acredita que o mercado de Big Data, ou programática, auxilia no desenvolvimento do negócio. Esse produto reúne todas as informações coletadas nos canais digitais dos clientes de uma marca, ou seja, com esta tecnologia é possível rastrear dados de na-
vegação do internauta criando, assim, um perfil desse usuário e, por meio disso, entregar sugestões de compras a ele. “É preciso conhecê-lo, saber seus interesses e entregar o melhor produto”, destacou. Mas para que seja efetivo, Galli afirma que é preciso praticar a boa programática, o que difere completamente do bombardeamento de informações repetitivas que um usuário recebe após acessar um site e sair de lá sem efetuar uma compra. Por exemplo, você, leitor, abriu uma página à procura de um pacote de viagens, não encontrou o que te agradasse, fechou a janela em questão de dois ou três minutos e, por fim, acaba recebendo excessivos banners, e-mails ou links patrocinados do mesmo pacote de viagens por dias ou até mesmo semanas. Para ele, essa ação é considerada quase como um anti-branding, ou seja, prejudica a reputação do cliente ante à marca. “O remarketing antigo, costumo dizer no bom português, já deu para consumidor. Com a programática, nós procuramos sempre encontrar algo diferente, como abordar o produto que ele não adquiriu de uma forma diferente, apresentando descontos, acrescentando um outro destino”, analisa, destacando que a redução no produto é feita em conjunto com a marca e chega a até 10%. Atento a novos adeptos, Galli sugere o Big Data como uma ferramenta para dar o pontapé inicial ao negócio on-line. Geralmente, os clientes da Ignition One investem cerca de R$ 100 mil a R$ 200 mil, mas uma quantia de R$ 10 mil pode ajudar a aprimorar o negócio. “Nós avaliamos que, geralmente, para cada real investido, o retorno para a marca gira em torno de R$ 5 a R$ 10”, finalizou.
Edmardo Galli, da Ignition One
Salvador retoma um ponto que, assim como o e-commerce, se faz real: as redes sociais. Para ele, essas ferramentas ainda não apresentaram o seu verdadeiro potencial. Atualmente, o Facebook representa o segundo site mais acessado da internet, atrás apenas do Google e equivale ao sexto país do mundo. “Ganhar dinheiro com o Facebook é apenas uma questão de tempo”, concluiu. Outra dica fundamental para quem deseja ingressar no mercado de ecommerce é aprender na teoria com
o curso Estratégias de Turismo On-Line, que ganhará uma segunda edição de 22 a 26 de junho deste ano, e terá a curadoria de Salvador e parceria da PANROTAS. “O curso é dirigido para todo profissional que quer se atualizar sobre as oportunidades e ferramentas do mundo on-line aplicado ao turismo. E também àqueles que não conhecem assunto e que vão poder se sentir mais familiarizados e capazes de formular um processo de mudança dentro do seu negócio ou dentro da empresa que trabalham”, finalizou. p
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FUTURO PROMISSOR Uma vez consolidado no mercado brasileiro, o e-commerce do turismo só tende a crescer, como aponta Castillo. “Por mais que 2015 seja um ano diferente, com perspectivas modestas de crescimento, é importante dizer que o mercado doméstico no País é muito forte, correspondendo a 70% do market share neste primeiro trimestre para a Expedia e é notável o crescimento de estrangeiros no Brasil”, comentou. Para ele, ainda há muito para crescer no e-commerce com uma grande parcela da população para conhecer e comprar on-line. Considerado por Bressan como um caminho irreversível, ele aponta que o
Peixe Urbano ignora os fatores de crise e tem uma margem de “crescimento ousado” de 80%, salientando que de janeiro a abril o número já chegou 30%. Independentemente de pacotes internacionais, como destaca Mendes, o atual momento político não impacta a OTA como outros concorrentes. “Com foco em escapadas pelo Brasil, nossa projeção de crescimento é de 58%”. Sem revelar suas ambições em números, Camanzano acredita que o próximo marco do mercado será mobilidade. “O site ainda é o principal canal de vendas, mas estimamos que, em cinco anos, se venderá mais por mobiles”, finalizou. p
Abra uma loja virtual Para ser um empreendedor de e-commerce de turismo, atentese primeiramente ao plano de mercado. Escreva, coloque literalmente no papel o que é importante para o seu negócio, de forma que você se organize e se cuidado com
eventuais percalços que possam surgir no meio do caminho. Em seguida, selecione uma equipe preparada, com gerentes, operadores e assistentes capacitados para o melhor atendimento e eficácia. Com isso em mente, a aplicação de um site que trabalhe de forma funcional ao seu cliente e, claro, transmita segurança a ele durante a transação de uma compra se faz necessária. Invista em tecnologia, ou seja, à plataforma que melhor supra suas necessidades e a do seu consumidor. Pesquise preços, claro, sua funcionalidade e o suporte técnico. Além do ao site, a utilização de redes sociais se faz necessária para entrar em contato com o seu cliente e mostrar a ele o seu produto de forma criativa e atraente. E, como diz a máxima do “cliente sempre tem razão”, trate o seu cliente da melhor forma. Procure não apenas solucionar problemas, como apresentar soluções úteis.