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Jornal PANROTAS 1154

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www.panrotas.com.br

R$ 11,00 - Ano 22 - nº 1.154 18 a 24 de fevereiro de 2015

Nem tudo incluído Locadoras de veículos estrangeiras e agentes de viagens brasileiros divergem sobre valores extras nas tarifas all inclusive. Escutamos os muitos lados dessa história sem previsão para um final feliz a curto prazo

> Páginas 04 a 08

g e n te Conheça quem faz da CVC uma verdadeira máquina de vendas


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18 a 24 de fevereiro de 2015 JORNAL PANROTAS

Check-IN

LEIA NESTA EDIÇÃO

“

Este ano vamos investir em vacas leiteiras. Sabemos o que o consumidor quer comprar e vamos apostar nisso. É um ano difícil para todos e o viajante ainda sofre com as crises hídrica e energética. Não é ano para tirar leite de pedra, até porque pedra não dá leite

Página 09

Microsoft no Fórum PANROTAS 2015 Páginas 10 e 11

Royal Palm Plaza apresenta novas piscinas

“

Desde nossa fundação sempre crescemos acima de dois dígitos. Para 2015 vamos crescer acima dos 20%

Fábio Depret, diretor da Forma Turismo, ao anunciar crescimento de 15% em 2014

”

Igor Miranda, diretor de Vendas Indiretas da Tam

Páginas 14 e 15

Club Latam premia 20 agências e consolidadoras Página 16

787 da Avianca Internacional voa para o Brasil

Valter Patriani, vice-presidente da CVC

S

“

E U Q A DEST

Tam escolheu a batalha do corporativo e venceu

“

”

DO PORTAL

PANROTAS 5 a 11/2

1 CVC pediu à Azul menos proteção à Azul Viagens – em 9/2

2 Operadora Orinter abre

São muitas as situações em que algumas horas de hotel são bem-vindas aos viajantes, como a espera por um voo ou reunião, check-in em horários alternativos, uma noite de sono e/ ou até mesmo tomar um banho e trocar de roupa

”

E d i t o r i a l > Artur Luiz Andrade > artur@panrotas.com.br

80 vagas em cinco cidades – em 5/2

3 Janeiro de 2015 foi Max Campos, da startup Hotelquando.com, que aposta na venda de hospedagem por hora

melhor mês da história da CVC – em 5/2

4 Cade aprova compra da Rextur Advance pela CVC – em 6/2

5 “Tam escolheu batalha Assista ao editorial comentado na versão digital do JP

Terra de gigantes. E nós? Como ficamos? Há um certo desconforto (e até desespero) em algumas mentes do turismo. A Expedia compra a Orbitz e quer a Decolar. A CVC compra a Rextur Advance e quer mais. A Alatur tem várias propostas na mesa. O turismo é dos poderosos cada vez mais. É preciso calma nas análises. Primeiro porque, nos ensina a história, tamanho é importante mas não decisivo. Segundo porque sempre haverá um ponto desafiador para os gigantes ou líderes. Não é impossível concorrer com eles. A novela Pantanal, da nanica Rede Manchete, incomodou a Globo. O nanico Guaraná Jesus, do Maranhão, acabou comprado pela Coca-Cola, que não matou as tubaínas Brasil afora e nem irá. Há também a questão da oportunidade, como vimos no turismo com a Tam, em Congonhas, ou a Azul, em Campinas... Ou seja, há brechas e mercado para todos. É preciso estar atento. Há de se observar também que o líder sempre poderá ser desafiado por alguém maior. Se a Tui entra com tudo no Brasil, a CVC não estará mais tão distante dos concorrentes. Se a Expedia compra a Decolar, idem. Se a Avianca compra a Tap, já rivaliza mais fortemente com Tam e Gol. E isso não acabará com o mercado das pequenas e médias empresas. Seja operando nichos, oportunidades ou fidelizando a clientela. No caso da Expedia comprando a Orbitz e a Travelocity, apesar dos números impressionantes, impressiona mais

”

saber que isso ainda a deixa “distante” da concorrente Priceline/Booking. Enquanto a Expedia Inc. está avaliada em US$ 10 bilhões, segundo a Veja Mercados, a Priceline vale pelo menos cinco vezes mais. Ser comprado também não significa perder a identidade. Na maioria das vezes não é bom para quem compra acabar com marcas que são fortes em nichos, ou têm um mercado fidelizado específico. Os compradores são vistos como investidores, como os fundos que têm dinheiro em empresas concorrentes. Se acostumar a ter um chefe, um investidor por trás, é problema menor. E quando os investidores são meros investidores mesmo, fica mais fácil: eles querem repassar o negócio para frente o quanto antes. A pulverização da distribuição de viagens não irá acabar. Seja você um vendedor home-office, um freelancer, uma agência de rua, uma TMC com várias filiais, uma OTA de médio porte, um vendedor de nicho, um fornecedor que quer aumentar a venda direta... O que pode ocorrer é termos menos donos para tanta marca. Um dos conselhos mais sensatos é: invista e segure seus talentos, profissionais que fazem a diferença, especialmente em vendas, criação e relacionamento. A economia é feita de movimentos e estar preparado para eles, com pés no chão e equipe coesa e afiada, é o desafio que recompensa. Sim, estamos em terra de gigantes. E daí?

pelo corporativo e venceu” – em 6/2

6 Latam investirá R$ 13 bilhões em 3 anos no Brasil – em 9/2

7 Magazine Luiza recebe primeira reunião do TMG Brasil – em 5/2

8 787 da Avianca voará para Bogotá a partir do dia 11 – em 5/2

9 Forma Turismo cresce em 2014 com no recorde de paxs – em 8/2

10 Reserve cresce 150% no Expense e 20% no Travel – em 5/2

11 Club Latam vai premiar 15 agências na próxima segunda – em 6/2

12 Receita da CVC se aproxima dos R$ 5 bi em 2014 – em 5/2

13 Falta de talentos tira 14 milhões de empregos do turismo – em 11/2

14 Forma Turismo abrirá mais três filiais esse ano – em 9/2

15 Latam Airlines recebeu seu primeiro 787-9 Dreamliner – em 5/2


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18 a 24 de fevereiro de 2015 JORNAL PANROTAS

#FICADICA PORTAL PANROTAS

> Expediente PRESIDENTE José Guillermo Condomí Alcorta DIRETORA EXECUTIVA Marianna C. Alcorta DIRETORA DE MARKETING Heloísa Prass DIRETOR FINANCEIRO ADMINISTRATIVO José Guilherme Alcorta DIRETOR DE TI Ricardo Jun Iti Tsugawa

REDAÇÃO Editor-chefe: Artur Luiz Andrade (artur@panrotas.com.br) Editores: Alex Souza (alex@panrotas.com.br) e Renê Castro (rcastro@panrotas.com.br) Editor Rio de Janeiro: Diego Verticchio (diego@ panrotas.com.br) Reportagens: Claudio Schapochnik, Danilo Alves, Rodrigo Vieira, Henrique Santiago, Karina Cedeño, e Raphael Silva (estagiário) Fotógrafos: Emerson de Souza e Marluce Balbino MARKETING Assistente: Erica Venturim Marketing Digital: Sandra Gonçalves PRODUÇÃO Coordenação: Alice I. Rezende (alice@panrotas.com.br) Gerente de Produção: Newton dos Santos (newton@panrotas.com.br) Diagramação e tratamento de imagens: Adriana Antico, Kátia Alessandra e Rodrigo Mota Projeto Gráfico: Graph-In Comunicações COMERCIAL Executivos: Angela Chamma (angela@panrotas.com.br) Paula Monasque (paula@panrotas.com.br) Priscilla Ponce (priscilla@panrotas.com.br) Ricardo Sidaras (rsidaras@panrotas.com.br) Tais Ballestero de Moura (tais@panrotas.com.br) Analista Adm. de Vendas Nathália Falcão (nathalia@panrotas.com.br) EXECUTIVO SÊNIOR DE RP Antonio Jorge Filho (jorge@panrotas.com.br) FALE CONOSCO Matriz: Avenida Jabaquara, 1761 – Saúde São Paulo - Cep: 04045-901 Tel.: (11) 2764-4800 | Fax:(11) 2276-1602 Brasilia: Flavio Trombieri (new.cast@panrotas.com.br) New Cast Publicidade Ltda SRTVS - QD 701 - BL. k - Sala 624 Ed. Embassy Tower - Cep: 70340-908 | Tel : (61) 3224-9565 Rio de Janeiro: Simone Lara (sblara@seasoneventos.tur.br) Season Turismo e Marketing e Esportes Ltda R. Gal. Severiano, 40/613 - Botafogo | Cep: 22290-040 - Rio de Janeiro - RJ Tel: (21) 2529-2415 / 8873-2415 ASSINATURAS Chefe de Assinaturas: Valderez Wallner O Jornal PANROTAS é vendido somente por assinatura. Para assinar, ligue no (11) 2764-4816 ou acesse o site www.panrotas.com.br Assinatura anual: R$ 468 Impresso na Lis Gráfica e Editora Ltda. (Guarulhos/SP)

BLOGS PANROTAS Populares entre os profissionais do trade turístico, os Blogs PANROTAS estão com novidades em suas chamadas na home do Portal PANROTAS. Agora, a chamada da homepage traz o título do post mais recente de cada blogueiro e não mais o nome do blog. Os seis blogs atualizados mais recentemente são destacados na página principal, mas há um link para a seção dos blogs, com todos eles listados.

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04 L oc a do ras d e veí cu l o s

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> Diego Verticchio

Segurança duvidosa HÁ QUEM PREFIRA VIAGENS CURTAS DE AVIÃO, TREM OU MESMO ÔNIBUS, MAS NENHUMA DESSAS TRÊS POSSIBILIDADES PROPORCIONA A LIBERDADE DE UMA VIAGEM DE CARRO. Afinal, é possível mudar a qualquer hora o roteiro fa-

zendo paradas estratégicas, almoçando em um restaurante na beira da estrada ou até mesmo esquecer o programado por alguns instantes para contemplar uma paisagem que surgiu à frente de forma inesperada. “Os brasileiros gostam de alugar carros, principalmente no Exterior. Seja para fazer uma viagem pela Toscana, pelas autoestradas da Alemanha, pela mítica Rota 66 ou viajando de Miami para Orlando, os brasileiros estão alugando cada vez mais”, afirma o diretor da Mobility, uma consolidadora de aluguel de veículos, Oskar Kedor. No entanto, em paralelo ao aumento das locações, crescem também as reclamações dos clientes com as locadoras, principalmente as norte-americanas. Isso porque, mesmo embarcando para a viagem com o aluguel do carro já pago, os viajantes enfrentam surpresas, especialmente na hora da retirada do carro, quando são “convidados” a pagar outras taxas que só podem ser acertadas na própria loja. Depois de horas de voo e sem dominar a língua, muitos acabam aceitando o procedimento sem mesmo ter ciência do que estão pagando. Segundo a agente de viagens Daniele Guidi, da Boutique de Viagens, de Limeira, no interior de São Paulo, somente em 2014, cinco clientes foram abordados por agentes de vendas das locadoras para aceitarem novas taxas e, consequentemente, efetuarem um novo pagamento. “Em outubro tive um grupo de 14 pessoas que alugou duas vans em Orlando. Eles saíram daqui com todas as taxas pagas, mas, ao chegarem na locadora para retirarem os veículos, foram surpreendidos com novas cobranças. Meus clientes se sentiram coagidos. Como estavam com crianças e enfrentaram mais de dez horas de voo, pagaram as taxas e foram para o hotel”, conta Daniele. Ao chegarem no hotel, os consumidores entraram em contato com a agência de viagens que, segundo ela, imediatamente passou a reclamação à Avis, que retornou informando que, por terem assinado um novo contrato aceitando o pagamento das taxas extras, a locadora nada poderia fazer. “Na minha opinião, essas empresas agem de má fé. Hoje, o que eu faço é alertar meus clientes para que eles saiam do Brasil sabendo que serão abordados na hora da retirada dos veículos”, complementa a agente de viagens, que ainda tenta uma solução com as locadoras.

O OUTRO LADO

Daniele Guidi, da Boutique de Viagens

De fato, a prática existe e não é ilegal. Segundo explica Oskar Kedor, existem taxas que só são anunciadas no balcão das locadoras e, como os agentes de vendas ganham comissão, acabam “forçando a barra” na hora de oferecerem novos produtos. Eles se pegam ao fato de os brasileiros estarem cansados e não dominarem o idioma para tentar aumentar seus rendimentos. “O conselho que damos aos clientes é que só aceitem essas taxas se forem realmente muito boas e vantajosas. E desde que eles entendam perfeitamente o que estão comprando. Para as agências, sugerimos que leiam todas as cláusulas do produto que estão contratando e passem para os clientes”, sugere Kedor. O diretor de Vendas da Hertz Internacional, Adriano Aguiar, vai além e lembra que os agentes de vendas da empresa são obrigados a oferecer todos os seguros. “É uma recomendação da Hertz que todos os agentes de vendas de balcão ofereçam seguros e proteções que não constem no voucher do cliente. O consumidor precisa ser informado de todos os direitos que tem e que possa vir a ter. E se acontecer um problema que poderia ter sido evitado caso ele adquirisse uma proteção e que ele nem sabia que tinha esse direito?”, indaga Aguiar.


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Oskar Kedor, diretor da Mobility

CAPACITAÇÃO PODE AJUDAR O presidente da Abav-RJ, George Irmes, defende o desenvolvimento de mais cursos relacionados à locação de veículos. “Não é fácil alugar carros”, sentencia o dirigente, que conta com décadas de experiência no segmento. “Eu costumo alertar meus clientes que existem taxas que só podem ser pagas no país de retirada. Estou com um casal viajando para o Canadá e toda locação saiu em torno de US$ 1,2 mil, porém, ele só conseguiu pagar U$$ 600 de forma antecipada. Alertei meus clientes e já os deixei cientes que precisarão pagar a mais na hora”. O diretor da Interep, Loris Tedeschi, faz um alerta: é preciso estar atento ao que está sendo oferecido, pois as locadoras nem sempre são vítimas. “Alguns agentes de viagens recomendam aos clientes não aceitarem nada do que for oferecido. É preciso muito cuidado com isso. Imagine uma situação na qual o motorista perde a chave ou tem a bateria do carro arriada por um erro dele. Caso não opte por esse tipo de seguro, o prejuízo será muito grande ao ligar para a locadora e pedir ajuda”, explica o executivo, que também atua com reservas de veículos no Exterior. Essa é uma prática comum nos Estados Unidos e com todas as locadoras. Algumas usam abordagens mais agressivas, outras mais brandas. Depende da estratégia de cada uma, avalia Tedeschi. A consultoria norte-americana J.D. Power faz anualmente uma pesquisa de satisfação com o público final em diferentes áreas, entre elas a de locação. O ranking das três locadoras mais bem avaliadas é composto > Continua na pág. 06

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George Irmes, presidente da Abav-RJ


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< Continuação da pág. 05

Loris Tedeschi, da Interep

por Enterprise Rent a Car, National Car Rental e Alamo Rent a Car. Fabiana Soares, da South Marketing International, empresa que presta consultoria e marketing às locadoras Alamo e National no País, confirma que na retirada do carro o agente de vendas irá tentar ‘vender’ algum produto, seja ele um seguro específico que não se vende no Brasil ou mesmo um upgrade

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Adriano Aguiar, da Hertz

de categoria. “É a função dele. Mas o grupo tem uma política muito severa de só oferecer ao cliente o necessário e não insistir quando há uma recusa. Talvez isso explique o fato de estarmos tão bem avaliados”, afirma.

MAIOR ATENÇÃO COM BRASILEIROS Tanto a abordagem incômoda como as reclamações não são novidade. Em uma rápida busca no

Fabiana Soares, da South Marketing International

portal R eclame Aqui, é possível ver posts de viajantes se queixando de terem que pagar mais taxas no local da retirada. Pensando em dar mais transparência à questão, a Interep mudou a terminologia de sua tarifa, que deixou de ser all inclusive para tornar-se super inclusive. A Hertz seguiu a mesma linha e criou derivações para o produto tudo incluído, que entre as opções, passou a chamar-se all inclusive light. Para auxiliar os profissionais a venderem de forma correta, uma executiva da Interep criou um blog para escrever sobre dicas de proteções e siglas usadas pelas locadoras (veja na página 08). Já na Mobility, há dois executivos que trabalham exclusivamente para atender as reclamações das agências de viagens. Para diminuir os problemas, a empresa criou um manual aos agentes de viagens sobre as tarifas e os seguros que são oferecidos nos Estados Unidos. Embora a terminologia (ou sigla) mude conforme a locadora, todas prestam os mesmos serviços. A estratégia das empresas em dedicar funcionários para cuidar do assunto, está, pouco a pouco, reduzindo o volume de reclamações. Para o diretor da Interep há um esforço por parte das locadoras de automóveis, principalmente das norte-americanas, para melhorar o atendimento ao mercado brasileiro. A Hertz Internacional, por exemplo, mantém em São Paulo uma estrutura fixa, com área de vendas própria. “O Brasil é o principal mercado para América Latina e um país que a Hertz atua com muito interesse”, garante Adriano Aguiar. Entre as mudanças de perfil, quase todas locadoras norte-americanas já estão efetuando contratos de locação em português, o que facilita o entendimento por parte dos agentes de viagens e dos passageiros. “Se você alugar um carro na Alamo ainda no Brasil o contrato é em português. Se por acaso na hora da retirada do veículo você adquirir algum tipo de proteção que não está descrita no contrato e você não reconhece essa compra, a Alamo te reembolsa na hora, pois parte do princípio que você não está agindo de má fé e sim desconhece a língua local. Eles são muito flexíveis”, garante Loris Tedeschi. Por meio da Interep, o dirigente está tentando trazer para o Brasil algumas cláusulas que só podem ser fechadas nos Estados Unidos, como o seguro de chave reserva ou guincho. Para ele, isso diminuiria ainda mais as reclamações e agilizaria o processo de retirada de veículo. p > Continua na pág. 08


< Continuação da pág. 06

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FIQUE POR DENTRO As proteções oferecidas pelas locadoras nos Estados Unidos são muitas, e as dúvidas em relação a elas também. Cada locadora utiliza sua própria sigla e nomenclatura, mas o tutorial abaixo, disponível no blog Dicas de Carro, criado pela executiva Tatiana Brugognolle, da Interep, pode auxiliar na hora de vender a locação de carros.

Proteções inclusas nas tarifas chamadas “All Inclusive”: || Proteção contra Perdas e Danos (LDW)

Trata-se de uma taxa na qual você está isento de responsabilidade em caso de roubo ou danos ao veículo locado. Nos Estados Unidos, as locações não apresentam valor de franquia desde que os danos não tenham ocorrido por uso indevido do carro, como por exemplo excesso de velocidade, conversão ou ultrapassagem proibida, condução por pessoa não habilitada ou autorizada, entre outros.

|| Proteção a terceiros / Suplemento de Cobertura de Responsabilidade (SLI, Third Party ou LIS) Proporciona um acréscimo de cobertura em valor determinado pela locadora, normalmente até US$ 1 milhão em caso de sinistros com danos pessoais e/ou materiais, ocorridos contra terceiros, incluindo invalidez permanente ou morte.

Proteções adicionais/opcionais oferecidas nos balcões das locadoras:

|| Proteção para Acidentes Pessoais (PAI/PAE) Garante cobertura hospitalar e custos com remoção em decorrência de acidente durante a locação.

|| Proteção para Enfermidade de Emergência (ESP) Trata-se de uma proteção especial oferecida a locatários internacionais nos Estados Unidos. Ela proporciona certas coberturas médicas para algumas enfermidades que possam ocorrer durante o período da locação.

|| Cobertura para Bens Pessoais (PEC/PPP) Protege em casos de perda ou dano de pertences pessoais do locatário e de sua família, residentes no mesmo endereço. Alguns tipos de objetos podem não estar cobertos, consulte em caso de dúvidas.

|| Proteção contra Motoristas sub ou não assegurados (UMP) Esta opção oferece ao locatário e familiares uma cobertura de até US$ 1 milhão em caso de ferimentos em consequência de acidente com o veículo locado provocado por outro motorista que não disponha de seguro ou que venha a se evadir do sinistro. Da mesma forma que o condutor do veículo alugado possui a proteção a terceiros (SLI) para cobrir custos em caso de ferimentos a terceiros em consequência de acidente, a outra parte, envolvida no acidente, também tem que ter a proteção a terceiros para cobrir custo aos integrantes do veículo locado. Caso a pessoa venha a se evadir do local e não seja identificada, não será possível acionar o seguro do envolvido e pedir a cobertura a que os ocupantes do veículo locado teriam direito. Por isto, o condutor pode contratar esta proteção para garantir cobertura dos ocupantes do veículo caso necessário.

|| Assistência adicional 24 horas (RSN/Roadsafe/Roadside Assistance/Roadside Plus) Este serviço proporciona assistência na estrada em caso de extravio de chaves ou do dispositivo de abertura do veículo, troca de pneus, guincho e envio de gasolina em caso de emergência. Essas ocorrências são consideradas responsabilidade do cliente, ou seja, caso o cliente não tenha contratado esta proteção, e precise de auxilio em viagem, os custos dos serviços serão cobrados no cartão de crédito apresentado na locadora.

Algumas perguntas que podem surgir: Qual a diferença entre PAI/PAE e o ESP se ambas garantem cobertura hospitalar? Para quem estiver com PAI/PAE tem cobertura assegurada apenas em caso de acidentes. Já quem contrata o ESP garante cobertura em caso de enfermidades, mesmo sem qualquer ocorrência envolvendo o veículo locado.

Meu cartão de crédito oferece o seguro do carro, preciso contratar o LDW? É importante que o condutor tenha ciência que, em caso de qualquer ocorrência no Exterior sem a contratação da proteção da locadora, ele primeiramente será responsabilizado e deverá efetuar o pagamento de todos os custos. Posteriormente, ele deverá reunir toda a documentação necessária e solicitar análise e reembolso dos custos ao seu cartão. Desta forma, o mais indicado é contratar uma tarifa com as proteções, pois valem muito a pena e evitam maiores transtornos após o retorno da viagem.

Já tenho seguro viagem, preciso contratar mais alguma proteção no local? As coberturas dos seguros viagem podem variar, porém, normalmente incluem as coberturas oferecidas pelos seguros pessoais (PAI/PAE, ESP, PEC/PPP, UMP). Para saber se você precisa de alguma contratação adicional consulte a sua apólice de seguro e certifique-se de que todas as coberturas que deseja estão inclusas. p


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Te c n o l o g i a

Microsoft no fórum O FÓRUM PANROTAS, MARCADO PARA 24 E 25 DE MARÇO, NO GOLDEN HALL DO WTC EVENTS CENTER, NA CAPITAL PAULISTA, TERÁ A ILUSTRE PRESENÇA do diretor de Inovação e Novas Tecnologias da Microsoft, Paulo Iudicibus. O executivo fará uma palestra no primeiro dia do encontro sobre as tendências globais em tecnologia e viagens. Formado em engenharia pela Escola Politécnica da USP, Iudicibus tem mais de 30 anos de experiência no mercado de Tecnologia da Informação e atuou em posições de direção em empresas como PricewaterhouseCoopers, SAP, Siebel e Deloitte.

INSCRIÇÕES

O investimento para assinantes do Jornal PANROTAS e estudantes que se inscreverem até 28 de fevereiro tem valor promocional de R$ 820, enquanto não assinantes investem R$ 896. A partir de 1º de março, a inscrição de assinantes e estudantes custará R$ 1.024 e, para não assinantes, R$ 1.280. Os participantes ainda encontram no site do Fórum opções de hospedagens com tarifas especiais no Hotel Prodigy Berrini, além da agenda, palestrantes e informações sobre como chegar. A Gol Linhas Aéreas oferece desconto de 75% nas passagens para os participantes do evento. As inscrições podem ser feitas por meio do link www.panrotas. com.br/forum/inscricao

PARCEIROS

O Fórum PANROTAS tem o apoio institucional da CNC Sesc Senac, patrocínio do Sebrae, Chile, CVC, Delta, Gol, GJP Hotels & Resorts, R1 Soluções Áudio Visuais, Sabre, Tap, Accor, Best Western International, Esferatur, Gapnet, GTA, Localiza, Reserve e Dallas-Fort Worth International Airport. Assessoria de imprensa pela B4T, interpretação pela Vice Versa, transfers realizados pela Cep Transportes.p

Paulo Iudicibus


10 Hotelaria

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> Claudio Schapochnik — Campinas (SP)

Mais quatro piscinas Vista geral de duas novas piscinas adultas: ambas têm espreguiçadeiras na parte rasa

A gerente de Marketing do Royal Palm Hotels & Resorts, Flávia Possani, o diretor executivo do grupo, Antonio Dias, a gerente geral do Royal Palm Plaza, Sandra Neumann, e o diretor comercial da empresa, César Nunes, entre duas das novas piscinas

Outra nova piscina adulta: com cascata

Brinquedo instalado na segunda piscina infantil do resort

A piscina maior com a nova iluminação em led

Agora dá para escolher entre várias opções onde nadar, mergulhar, tomar sol e se divertir. O Royal Palm Plaza ampliou a área de piscinas de três para sete. A Royal Palm Hotels & Resorts, dona e operadora do resort campineiro, investiu R$ 4,7 milhões na construção de quatro novas piscinas, na reforma da principal e na implantação de novos sistemas de aquecimento e filtragem de água. A apresentação formal das novidades ocorreu neste mês. De acordo com o diretor executivo do grupo hoteleiro, Antonio Dias, há dois motivos principais neste investimento. “A criação do Royal Palm Vacation Club e o crescimento do segmento lazer no faturamento do resort nos le-

varam a ampliar o parque aquático”, justifica Dias. O programa de tempo compartilhado, lançado há pouco mais de um ano, vai trazer mais hóspedes ao resort, além dos que reservam ou compram pacotes via site ou agências de viagens. “Até dezembro de 2014 foram vendidos 539 programas de férias, e a meta é chegar a 700 programas comercializados até o final deste ano”, revela o diretor comercial do grupo, César Nunes. A participação do lazer na receita do hotel passou de 15%, 16% em 2013 para 20% em 2014. “A meta é chegar a 25% este ano”, afirma a gerente geral do Royal Palm Plaza, Sandra Neumann. “Além desses dois fatores, também ampliamos a experiência do hóspede no resort.”

Os sistemas de filtragem e aquecimento da água das piscinas também foram trocados. “São mais modernos e, por exemplo, o de aquecimento, que era elétrico, agora é movido a gás, com um custo mais inferior”, enfatiza Dias. “Com o novo sistema de filtragem, os quase dois milhões de litros de água das piscinas são filtrados a cada oito horas.”

COMPLEXO AQUÁTICO

Situada depois da piscina principal e da jacuzzi e ao lado de uma infantil, as novas piscinas reúnem três adultas, sendo duas com espreguiçadeiras instaladas na parte rasa e uma com cascata, e uma para crianças, com um grande brinquedo. Exceto as infantis, as novas adultas são cercadas por projeto paisagístico e lugares cobertos com mesas, onde podem ser feitas refeições leves com o serviço do Bar da Beira, que atende todas as piscinas. O projeto leva a assinatura da arquiteta e paisagista Ana Maria Bovério. A piscina principal do resort, que tem 733 metros quadrados de superfície, foi totalmente renovada. “Trocamos o revestimento, agora feito com pastilhas em tons degradê de azul, instalamos duas novas escadas e colocamos uma iluminação em led em toda a borda”, explica Dias.p

--- O Jornal PANROTAS viajou a convite do Royal Palm Hotels & Resorts


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GRUPO ANUNCIA HOTEL NO INTERIOR PAULISTA Americana, na Região Metropolitana de Campinas e distante cerca de 120 quilômetros da capital paulista, está nos projetos de expansão da Royal Palm Hotels & Resorts. “Vamos abrir uma unidade de nossa marca econômica, a Hotel Contemporâneo”, revela o diretor executivo da empresa, Antonio Dias. Segundo ele, o Hotel Contemporâneo em Americana terá 184 apartamentos, com 20 metros quadrados cada, lobby com 300 metros quadrados e restaurante autosserviço, entre outras facilidades. “Essa marca segue o estilo chic & basic”, define ele. “O design que vamos imprimir é um dos pontos altos dessa bandeira.” O lançamento comercial, pois vai ser no estilo condo-hotel, será este ano, mas Dias não revelou a data. “Seremos o grupo operador e donos de alguns apartamentos.” No entanto, o lançamento da marca econômica do grupo deve ocorrer em maio, com o início das vendas, também no sistema condo-hotel, do Hotel Contemporâneo no Royal Campinas

Maquete do Hotel Contemporâneo, que será erguido no complexo Royal Campinas

— complexo com escritórios, hotéis, praça de alimentação e centro de convenções da empresa, em parceria com a Odebrecht Realizações Imobiliárias. “Essa unidade terá 310 apartamentos.”

FOCO PAULISTA

Além desses dois projetos, a empresa desenvolve ainda dois hotéis com

a bandeira Royal Palm Tower: um em Indaiatuba (190 habitações), também no interior paulista, e um no complexo com a Odebrecht em Campinas (226 habitações). “Nosso foco é o Estado de São Paulo, onde ainda desenvolvemos mais dois resorts”, garante Dias, sem dar detalhes. “Depois que todos esses no-

vos projetos forem abertos e estarem produzindo receita pensaremos em ir para outras regiões do País.” Atualmente o grupo é dono e gerencia quatro hotéis em Campinas: Royal Palm Plaza e The Palms, no mesmo sítio hoteleiro, ao lado da rodovia Anhanguera; Royal Palm Tower e Royal Palm Residence, ambos no centro da cidade. p


14 Aviação

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> Artur Luiz Andrade

Brasil é estratégico O MERCADO BRASILEIRO É TÃO ESTRATÉGICO PARA A LATAM AIRLINES, REPRESENTANDO CERCA DE 55% DAS VENDAS DO GRUPO, QUE A PRESIDENTE DA TAM, CLAUDIA SENDER, GARANTIU R$ 13 BILHÕES EM INVESTIMENTOS PARA O BRASIL NOS PRÓXIMOS TRÊS ANOS, incluindo melhorias em produtos, serviços, tecnologia e frota. A aérea será a primeira das Américas a receber o novíssimo A350, que chega em dezembro, com mais 27 encomendados. A notícia foi dada pessoalmente aos 200 maiores vendedores de Tam e Lan do País, representando 90% das vendas indiretas do grupo, durante a premiação Agências de Elite do Club Latam. A premiação ocorreu na Fecomercio São Paulo e reuniu, além da diretoria da Tam, agentes de viagens, consolidadores e operadores de todo o Brasil. Vinte empresas de turismo foram premiadas (cinco na categoria regional e 15 na nacional), e ganharam viagens ao Peru (as cinco regionais) e a Paris e Toulouse (as cinco primeiras nacionais), além de bolsas de estudo de idiomas em cursos on-line. Segundo Claudia, neste ano difícil para a economia da América Latina, a Tam escolheu investir, apostar no Brasil e crescer. “É um ano de desafios, mas também de oportunidades a serem buscadas. E juntamente com vocês. O caminho da Tam é de parceria com todos vocês, do Club Latam, que muitos de nossos clientes escolhem como canal preferencial e onde são muito bem atendidos”, disse ela em breve discurso no evento na Fecomercio.

CORPORATIVO

Em entrevista exclusiva ao Jornal PANROTAS, o diretor de Vendas Indiretas da Tam, Igor Miranda, comemorou os resultados de 2014, especialmente no segmento de viagens corporativas. “Escolhemos a batalha do corporativo e vencemos. Somos líderes no transporte de viajantes corporativos, tanto no nacional quanto no internacional, onde lançamos novos produtos e mantivemos nossos investimentos em equipamentos e melhorias para esse público”. O mercado de viagens corporativas é o que traz mais receitas atualmente para a Tam e por isso é alvo da agressividade comercial de todas as companhias aéreas. Especialmente no internacional, onde não há um equilíbrio entre a oferta e a demanda, segundo Igor Miranda, há uma briga baseada em preços. “Nesses casos, temos de escolher as batalhas em que entramos. Escolhemos o corporativo, mas sem abrir mão da rentabilidade e dos investimentos estratégicos. E como disse, vencemos”, explicou.

Eduardo Costa, diretor de Marketing, Igor Miranda, diretor de Vendas Indiretas, Claudia Sender, presidente, e Francisco Recabarren, vice-presidente da Tam

“O mais importante é que, como disse a presidente Claudia Sender, mantivemos os investimentos, aumentamos a estrutura, melhoramos processos de venda e gestão, demos mais tecnologia ao mercado e continuamos com essa liderança no corporativo”. Alguns destaques desses investimentos, de acordo com ele, são a consolidação do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, como o principal hub da Latam no mundo (nos próximos meses o aeroporto ganhará voos com o 787 da Lan para Milão, na Itália), a renovação da frota, a recuperação para os Estados Unidos, a ampliação da importância internacional do hub de Brasília, principal centro doméstico da companhia, e a nova classe Premium Business, que tem tido ótimo recall dos passageiros. Para 2015, que começou com guerra tarifária na classe executiva internacional, Miranda disse que a Tam continuará com sua estratégia, mesmo em um cenário que pode se mostrar adverso. “A questão tarifária envolve nossa estratégia de pricing, ações naturais de baixa temporada e também a necessidade de estimular a indústria, que ainda não respondeu com toda a força a 2015”, finalizou.p

Claudia Sender, presidente da Tam, e Helvécio Garófalo, da Confiança, que já havia ganho o primeiro Top Tam e agora venceu o Agências de Elite do Club Latam

BANCODEDADOS AGÊNCIAS DE ELITE LATAM - NACIONAL

ll 1º - Confiança, Cuiabá ll 2º - Money, Brasília ll 3º - Decolar.com, São Paulo ll 4º - BK21, Belo Horizonte ll 5º - Maringá Turismo, Curitiba ll 6º - Rextur Advance, Fortaleza ll 7º - Flytour Business Travel, São Paulo ll 8º - Rextur Advance, Salvador ll 9º - Brementur, Fortaleza ll 10º - Aeroturismo, Recife ll 11º - Master Operadora, Recife ll 12º - Rextur Advance, Porto Alegre ll 13º - Esferatur, Porto Alegre ll 14º - Gapnet, Goiânia ll 15º - Carlson Wagonlit Travel, Porto Alegre AGÊNCIAS DE ELITE LATAM – REGIONAL

Fernando Passeto, gerente sênior nacional, Igor Miranda, diretor de Vendas Kelly Fantossi e Marcia Esposito Martinez, da Tam Indiretas, e Fernando Sztrajtman, gerente nacional de Vendas da Tam, premiam Hugney Velozo, da DF Turismo e Representações, de Brasília

ll ll ll ll ll

1º - DF Turismo, Brasília 2º - Esferatur, Campinas 3º - Amazon Explorers, Manaus 4º - Pará Amazonas, Manaus 5º - Alatur, Campinas

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Veja mais fotos na versão digital do JP Duda Vasconcellos, da Kontik, Claudia Sender, presidente da Tam, Kelly Fantossi, gerente, Reifer de Souza, da Maringá, e Francisco Recabarren, VP da Tam

CLUB LATAM LANÇADO HÁ POUCO MAIS DE UM ANO, O CLUB LATAM, PLATAFORMA DE RELACIONAMENTO, INCENTIVO E CAPACITAÇÃO DA TAM COM SEU CANAL DE VENDAS INDIRETAS (agências de viagens,

TMCs, consolidadoras, OTAs e operadoras), terá novidades em 2015: premiação anual para as maiores produtoras, premiações trimestrais e semestrais para funcionários das agências e os donos (cursos de idiomas e gestão on-line ou presenciais no Exterior) e o fim da categoria regional. O Club Latam é uma evolução do Top Tam, que premiava as agências em dinheiro. “O Club Latam tem como pilares a capacitação, o relacionamento e o incentivo e amplia o que havia no Top Tam. Estamos investindo mais e temos uma equipe maior dedicada ao clube”, continua Miranda. Das cinco vencedoras regionais de 2014 (as vendas analisadas foram de outubro a dezembro), duas foram de Campinas e duas de Manaus. A vencedora, a DF Turismo e Representações, vem de Brasília. Além da DF Turismo, ganharam a Alatur Campinas (quinto lugar), a Pará Amazonas, de Manaus, a Amazon Explorer, de Manaus, e a Esferatur, de Campinas. No nacional, a grande premiada da noite foi a Confiança Turismo, de Cuiabá, que já tinha tradição no Top Tam: foi a primeira campeã e depois dividiu o prêmio algumas vezes. Dos 15 prêmios nacionais, três foram para a Rextur Advance. O presidente da empresa, Marcelo Sanovicz, subiu três vezes ao palco para receber pelas filiais de Porto Alegre (12o lugar), Salvador (8a colocação) e Fortaleza (6a posição).

Ivo Lins, da Gapnet, Elói Oliveira, da Flytour, Igor Miranda, da Tam, Marcelo Cohen, da Belvitur, e Afrânio Lages, da Aeroturismo


16 Aviação

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> Henrique Santiago

Otimismo nas alturas O DIA MAL ACABARA DE AMANHECER E O CLIMA NO AEROPORTO DE GUARULHOS, EM SÃO PAULO, JÁ ERA DE DESCONTRAÇÃO. Isso

Marcius Moreno, Tarcisio Gargioni e Ian Gillespie inauguram oficialmente a rota São Paulo-Bogotá com o Dreamliner

porque, às 6h50 da última quarta-feira (dia 11), o Boeing 787 Dreamliner operado pela Avianca Internacional havia pousado pela primeira vez no Brasil para realizar a rota São Paulo-Bogotá. No aguardo estavam o vice-presidente comercial e de Marketing da Avianca Brasil, Tarcisio Gargioni, e o diretor da Avianca Internacional, Ian Gillespie, prontos para brindarem a novidade. “A palavra da vez é otimismo. Com todas as incertezas que pairam sobre o mercado, a Avianca investe no Brasil, no nosso negócio e nos nossos clientes”, pontuou Gargioni. Os convidados tiveram a oportunidade de acessar a aeronave antes do primeiro dos quatro voos diários com destino à capital colombiana. O B-787 dispõe de 250 assentos, sendo 28 na classe executiva e 222 na econômica, combinando conforto, alta performance e tecnologia de ponta. “Em nível cruzeiro, o B-787 voa como se estivesse a seis mil pés”, afirmou Gargioni, claramente empolgado. Gillespie, por sua vez, foi enfático: “é o avião mais moderno do mundo no momento”. E o diretor da Avianca Internacional, que este ano completou 45 anos de mercado, voltou a ser criança por uns instantes. “É o nosso brinquedo”, disse, aos risos. Se otimismo soa como promessa distante no atual mercado, para a Avianca é uma realidade mais que presente. Às 9h30 o Dreamliner decolou de Guarulhos rumo à Bogotá, com chegada às 12h22, iniciando, enfim, uma nova fase próspera para a companhia aérea.

FUTURO É HOJE

A Avianca Internacional aposta com veemência no Boeing 787 Dreamliner, é o que confirma Gargioni com palavras e números. A companhia investiu US$ 3,2 bilhões em 15 aeronaves, das quais quatro já foram entregues. Até 2018 devem chegar os 11 modelos restantes que serão incorporados à frota para atender América do Sul, América do Norte e Europa. Mas em três anos ainda há muito para acontecer. Prova disso é a entrada da Avianca Brasil na Star Alliance, prevista para o segundo semestre. “Iniciamos esse processo há quase dois anos”, recorda Gargioni. “Demos um grande passo em abril de 2014 na mudança da plataforma tecnológica e na consolidação dos processos. Estamos evoluindo, trabalhando e caminhando cada dia mais à frente”, afirma.p

Antonio Marques, presidente do GRU Airports, ao lado de Ian Gillespie e Tarcisio Gargioni


Hotelaria

Localização e Qualidade ESSES SÃO OS DOIS PRINCIPAIS ADJETIVOS ATRIBUÍDOS AO KENTON PALACE BUENOS AIRES, HOTEL INAUGURADO EM MEADOS DE 2012. O gerente de Vendas do empreendimento, Nicholas Oliveda Botteri, explica que o hotel foi aberto em um ano economicamente complicado, mas o rápido posicionamento foi essencial para superar o período instável. “As operadoras nos ‘adotaram’ e isso nos possibilitou trabalhar muito bem o mercado internacional. Hoje temos um mix de passageiros corporativos e de lazer”, reconhece. Localizado no bairro de Monserrat, a poucos passos da Plaza de Mayo, de Puerto Madero e da área gastronômica de San Telmo, o Kenton Palace usufrui de um “distrito onde se respira tango”, segundo palavras de Botteri. A propriedade tem 82 quartos em três categorias: clássico, estúdio e suí-

te, entre 35 metros quadrados e 50 metros quadrados. Todas as unidades oferecem piso com madeira de lei, televisor de Led com 32 polegadas e arcondicionado ecológico. “Além disso, vamos implementar rigorosas medidas de segurança, como cartão magnético de acesso e mais de 50 câmeras espalhadas pelo prédio. Isso mostra que estamos alinhados com as exigências do mercado corporativo internacional “, considera o gerente de Vendas, citando também outros diferenciais, como spa, piscina aquecida, saunas seca e úmida, fitness center e cabines de tratamentos de beleza e massagens. Na área de eventos, todos os serviços estão concentrados em três salas totalmente equipadas e capazes de receber até 140 pessoas em auditório.p

INFORMAÇÕES www.kentonpalace.com.ar

A arquitetura do hotel chama a atenção pelo requinte imposto nas áreas públicas


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SurFACE

Menos privilégios

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Emerson Camilo, Flávio Marques e Roberta Simara

Novos cargos

A Rextur Advance anunciou a criação do cargo de diretor e, com isso, promoveu três de seus executivos. São eles: Emerson Camilo é o novo diretor comercial Sul e Sudeste; Flávio Marques assume a diretoria comercial Centro-Oeste, Norte e Nordeste; e Roberta Simara comanda agora a diretora de Mercado e Produto, no lugar de Cássio Oliveira, que foi para a AirTkt. Vale destacar que Emerson Camilo e Flávio Marques se reportam ao vicepresidente comercial da consolidadora, Mauro Levinbook, e Roberta Simara diretamente ao presidente executivo Marcelo Sanovicz. Os contatos dos diretores são emerson.camilo@rexturadvance.com.br, flavio. marques@rexturadvance.com.br e roberta.simara@rexturadvance.com.br.

O vice-presidente da CVC, Valter Patriani (foto), revelou que a operadora fez uma queixa formal ao fundador e presidente do Conselho da Azul, David Neeleman, dizendo que percebe um benefício excessivo à operadora Azul Viagens na venda de pacotes por preços muito baixos. A alegação do dirigente é que uma concessionária de serviço público (a companhia aérea Azul) não deve usar essa condição para beneficiar outra empresa do grupo, pertencente a outro segmento, e impactando na concorrência, no caso de operadoras. Segundo Patriani, "é verdade que os voos estão abertos, mas a tarifa que a Azul Viagens consegue é bem menor que a disponível para outras operadoras". Procurada pela redação, a Azul não quis comentar as declarações.

Contratação

Paulo Pimentel com Eduardo e André Napp, sócios da empresa

Paulo Pimentel fechou contrato com a Soul Traveler, do Rio de Janeiro, para assumir a nova área de Inteligência de Mercado. O executivo possui 27 anos de experiência no setor, com passagens por empresas como Soletur, Grupo Águia, Marsans Viagens e mais recentemente a Hotel Urbano. A nova área abrange Marketing, Produtos e TI. Os contatos comerciais de Pimentel são: telefone (21) 2522-0249 (Ramal 214), celular (21) 97910-6611 e e-mail ppimentel@soultraveler.com.br.

Comprando concorrentes

A Expedia Inc. anunciou a compra da Orbitz Worldwide no último dia 12. O negócio envolvendo uma das três maiores empresas de viagens on-line do mundo chega a cerca de US$ 1,6 bilhão. O acordo está sujeito ainda à aprovação dos acionistas, mas prevê também a aquisição das marcas Orbtiz com variáveis corporativa e de varejo, além da Cheap Tickets, Ebookers e Hotel Club. Segundo a Veja Mercados, a Expedia estaria fazendo diligência na Decolar.com para uma futura compra. Este ano a Expedia já comprou do Sabre a Travelocity.com, que também era uma das maiores OTAs do mundo.

Ponto a ponto A Turnet anunciou a chegada de três reforços para atuação na matriz, em São Paulo. Amarildo Lima atenderá no departamento aéreo, Priscila Pires no de operações internacionais e Wagner Lamana será executivo de Contas focado na Zona Norte da cidade. Uma das atrações da décima edição do Lacte, marcada para 22, 23 e 24 de fevereiro, será a palestra de Márcio Mussarela, conhecido como o “Comunicador Corporativo”. O executivo já trabalhou na televisão, em editoras e é autor de diversos artigos sobre comunicação. Inscrições no site www.alagev.org/lacte10. O Beto Carrero World está de casa nova em São Paulo. A equipe de vendas do parque temático para as regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste trabalha agora na avenida Brigadeiro Luiz Antônio, 2909 — cjs. 91 e 92, bairro Bela Vista. Os contatos podem ser feitos pelo rafaelamarques@betocarrero.com.br ou (11) 3081-9902.


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Entrevista

A secretária de Turismo de Alagoas, Jeanine Pires, que também assina o blog MKT Destinos da PANROTAS (blog.panrotas.com.br/mktdestinos), entrevistará o ministro do Turismo, Vinícius Lages, durante o Fórum PANROTAS. A ideia é debater sobre os planos e métodos de inovação previstos para estimular o segmento. O encontro acontece em 24 e 25 de março, no Golden Hall do WTC Events Center, na capital paulista.p

Jeanine Pires e Vinicius Lages

Carnaval

A segunda prévia da pesquisa de ocupação hoteleira da ABIH-RJ apontou que 75,82% dos quartos de hotéis da cidade já estão reservados para o carnaval. A expectativa do presidente da ABIH-RJ, Alfredo Lopes, é que o índice chegue ao 78% registrado em 2014. A Riotur prevê a vinda de 900 mil turistas para o carnaval carioca, com uma movimentação de R$ 2 bilhões na economia local.p

Novos rumos

Ricardo Paiva (foto) deixou o Transamérica Comandatuba após oito anos e meio de trabalho. Ele entrou na empresa como gerente de Contas, teve duas promoções e deixou o resort como gerente de Contas Sênior. O executivo busca agora uma recolocação no mercado. Os contatos podem ser feitos pelos telefones (11) 7884-7835 e (11) 99555-1009 e pelo e-mail paiva.ier@ hotmail.com.p

18 a 24 de fevereiro de 2015 JORNAL PANROTAS


g e n te Edição 82 – 18 a 24 de fevereiro de 2015

C VC

> Artur Luiz Andrade

À frente dos R$ 4,9 bilhões OS RESULTADOS DO BALANÇO DA CVC EM 2014 E EM JANEIRO DESTE ANO IMPRESSIONARAM. No ano passado, a operadora registrou faturamento de R$ 4,9 bilhões, com lucro ajustado de R$ 175 milhões. Janeiro de 2015 foi celebrado como o melhor mês da empresa em sua história, tanto em embarques quanto em vendas (quase R$ 500 milhões, com aumento de 12,7% sobre janeiro de 2014). Isso no chamado ano atípico (2014) e no primeiro mês de um ano difícil (2015). Foi o primeiro balanço inteiro que comparou a gestão Falco/Patriani com ela mesma e não com a gestão anterior, que ficou pouco tempo na CVC. O Jornal PANROTAS visitou a sede da CVC, em Santo André (SP), para falar de pessoas e não números. Saber como a empresa se reestruturou para conseguir absorver esse crescimento e como novos e antigos talentos atuam na criação de produtos, no gerenciamento de canais e nas decisões estratégicas.

AGÊNCIAS MULTIMARCAS

Valter Patriani, vice-presidente da CVC: aposta em vacas leiteiras e produtos que o consumidor deseja

Roberto Vertemati, diretor de Rede e Suporte a Vendas, e Rogério Mendes, gerente sênior do Canal Multimarca

Rogério Mendes, gerente sênior de Vendas da CVC, com foco nas agências de viagens multimarcas, e Roberto Vertamati, diretor de Rede, responsável pelas mais de 915 lojas em todo o País, são duas faces de uma mesma moeda, que ainda teria um terceiro lado, as vendas on-line, ainda muito tímidas em uma empresa do porte da CVC (mas que crescem consistentemente). A CVC trabalha com cerca de 6,5 mil agências de viagens multimarca (ou independentes, que vendem produtos de várias operadoras) e Rogério Mendes comanda 48 bases de atendimento às agências, seja via master-franqueados ou gerentes de sua equipe. Há cerca de três anos, essa venda via agências de viagens estava em queda na CVC, especialmente em São Paulo, o maior mercado. Na capital paulista, segundo Mendes, o decréscimo já foi revertido: da queda de 15% no primeiro semestre de 2014, houve aumento de 12% no segundo. Mas o resultado desse canal no balanço da CVC em 2014 indicou queda de 3% no Brasil, índice que a empresa espera reverter em algo positivo em 2015. A venda via agências atingiu R$ 826 milhões no ano passado (o que significa o faturamento de duas operadoras de médio porte no nosso mercado). Para incrementar o canal, Mendes comanda uma série de ações, que vão desde eventos constantes de capacitação e relacionamento em todo o Brasil até o apoio com vi-


02 trines tematizadas, material promocional, a nova vitrine com lâmpadas led, folheteria com o logo de algumas agências, entre outras. Há também a equipe dedicada, o atendimento exclusivo às agências (de segunda a sábado, das 9h às 22h, e aos domingos, das 14h às 22h), os famtours e a comissão garantida de 12%. O maior volume de vendas do canal agências vem de São Paulo, seguido de Campinas/Interior de São Paulo, Belo Horizonte, Rio Grande do Sul e Brasília. Segundo Mendes, os agentes do Sudeste usam mais o sistema on-

line do que os do Sul, onde a adesão é de apenas 22%, contra 90% dos paulistas. Ainda de acordo com ele, 60% das 6,5 mil agências têm acesso ao pagamento faturado, mas todas podem vender sem entrada. “O pagamento das comissões é feito semanalmente, baseado em um extrato das agências”, diz o gerente.

LOJAS EXCLUSIVAS Já a previsão de abertura de lojas exclusivas é bem clara: pelo menos 100

18 a 24 de fevereiro de 2015 PANROTAS GENTE

novas por ano. Em 2014 foram 120, chegando a 914 lojas (número que já aumentou em janeiro e fevereiro). Segundo o diretor da área, Roberto Vertemati, ainda há muito espaço no Brasil para as lojas CVC, mas há uma prioridade para o interior do País. “No ano passado, ainda abrimos muitas no Estado de São Paulo, mas o Brasil está cada vez mais forte no interior. Há 80 municípios no radar da CVC”, disse ele. Há três formas de abertura de uma loja CVC: conversão de agências de viagens multimarca (cerca de 15% das

120 abertas em 2014); a loja padrão e o modelo econômico. “A loja econômica não é para a população de baixa renda, e sim para mercados pequenos, que não requerem uma instalação mais luxuosa. O investimento é 60% do feito em uma loja padrão”, explica Vertemati. Segundo ele, a loja padrão se paga em seis meses, com início de ganhos de 24 a 28 meses. As mais de 915 lojas CVC empregam sete mil profissionais, que se somam aos 1,2 mil da matriz e às 6,5 mil agências multimarca.p

SOL E MAR NO NACIONAL CLAITON ARMELIN, DIRETOR DE PRODUTOS NACIONAIS DA CVC, ESTÁ DE VOLTA À EMPRESA DESDE JANEIRO, DEPOIS DE UM HIATO DE TRÊS ANOS, E QUASE NADA MUDOU. Sol e mar continuam sendo os maiores atrativos de vendas (estão em 65% dos pacotes nacionais e lideram em crescimento), a equipe tem 80% de profissionais que continuaram na CVC depois de sua saída, os fornecedores continuam fazendo romaria à sede da operadora (em Santo André, ABC paulista), mas os números... estão bem maiores. O nacional responde por 60% dos cerca de R$ 5 bilhões de faturamento da operadora e começou janeiro vendendo muito. Cerca de 55% das vendas de viagens domésticas na CVC são para o Nordeste (excluindo Piauí, Maranhão e Ceará), 25% para o Sul, Centro-Oeste, Norte e os três Estados do Nordeste citados anteriormente, e os 20% restantes ficam com o Sudeste. É como Armelin divide sua equipe. Cada uma dessas áreas tem um diretor adjunto na CVC: Luiz Walter com a área mais vendida, Serguey Júnior com o Centro-Oeste e Norte e Deborah Popitz com o Sudeste. Para este ano, como diz o vice-presidente Valter Patriani, a empresa vai investir exatamente em suas vacas leiteiras. Nada de tirar leite de pedra. “Leite só dá

Claiton Armelin, diretor de Produtos Nacionais, com seus três diretores adjuntos: Serguey Romeiro Junior, Deborah Popitz (com o famoso megafone do Claiton na mão) e Luiz Walter

em vaca leiteira e sabemos o que o consumidor quer comprar. É um ano difícil para todos e o viajante ainda sofre com as crises hídrica e energética”, diz Patriani. Armelin sabe, portanto, que é preciso reforçar o sol e mar e está investindo em destinos secundários, ainda pouco conhecidos, para atrelar aos consagrados. “Isso também é uma tendência: os viajantes querem visitar mais cidades, em vez de ficar uma semana ou dez dias em um só local”, conta Armelin. Dessa forma, podem esperar novidades como São Miguel do Gostoso e Galinhos, no Rio Grande do Norte, Conde, na Bahia, e São Miguel dos Milagres, em Alagoas. E uma divulgação maior dos roteiros pelo litoral sul da Bahia e nos

Time de Luiz Walter Domingos: Marcio Almeida, Rafael Ulbanejo, Rodrigo Galvão, Fernanda Freire Franco e Rildo Albuquerque da Silva

litorais leste e oeste do Ceará, com ônibus que faz a ligação dos destinos diariamente. Todos esses produtos estão detalhados nos folhetos da linha Completão, que trazem todas as informações necessárias para que o agente de viagens venda bem um destino.

VIAGENS CURTAS

Ainda de acordo com Armelin, um segmento que vem crescendo muito nos últimos meses é o de viagens curtas, de carro, ou mesmo de avião. “Temos várias opções para o Nordeste a menos de R$ 90 por mês, saindo de São Paulo”, explica Luz Walter Domingos. Deborah Popitz ratifica a informação, apontando que o intrarregional é um dos destaques da região Sudeste, com o interior de São Paulo, Minas Gerais e o litoral vendendo hotelaria não atrelada ao aéreo. “Para o Rio, fizemos um pacote com aéreo a preços competitivos que fez muito sucesso. Essas viagens curtas têm sido muito procuradas”, conta. “As escapadinhas estão ganhando força nas vendas”, brinca Claiton Armelin. > Continua na pág. 03


03

< Continuação da pág. 02

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OLHEIROS

Cada diretor da equipe de Claiton Armelin conta com gerentes, que coordenam as contratações e a formatação dos produtos. Além deles, Armelin conta com 13 olheiros pelo País, que descobrem novos produtos, antecipam lançamentos e estão mais próximos dos fornecedores, repassando informações valiosas aos gerentes. Segundo Armelin, os fornecedores também ganharam bastante com a criação do CCO, o centro de operações que fica em Santo André. “A qualidade da informação para o fornecedor e a agilidade na entrega dos produtos são exemplos de como a operação melhorou depois da criação do CCO”, afirma. p Equipe de gerentes de Serguey Junior: Fernando Del Cistia, Manuela Rodrigues e Fábio Dias Caires

Deborah Popitz com Aldemir Cavalcanti

N A CI O N A L CV C

ÁREA BRASIL 1

ÁREA BRASIL 2

ÁREA BRASIL 3

Diretor: Serguey Júnior Destinos: Sul, Centro-Oeste, Norte, Ceará, Maranhão e Piauí Gerentes de Produtos: Fernando Del Cistia (Sul), Fábio Caires (Centro-Oeste) e Manuela Rodrigues (Ceará, Maranhão e Piauí) Vaga em aberto: gerente Norte Equipe: 26 profissionais

Diretor: Luiz Walter Domingos Destinos: Nordeste (exceto Maranhão, Ceará e Piauí) Gerentes de Produtos: : Rafael Ulbanejo (Porto Seguro), Rodrigo Galvão (Bahia), Fernanda Franco (Alagoas/Sergipe), Rilso Albuquerque (Pernambuco) e Marcio Almeida (Rio Grande do Norte/Paraíba) Equipe: 36 profissionais

Diretor: Deborah Popitz Destino: Sudeste Gerentes: Aldemir Cavalcanti (Rio de Janeiro/Espírito Santo) e Mariana Mello (São Paulo/Minas Gerais) Equipe: 22 profissionais

IN T ER N A CI O N A L CV C

Adriano Gomes e seus líderes de produtos e regiões: Rodrigo Vaz Ribeiro, Cristiane Belutti, Gomes, Camila Silva, Fábio Belem e Marcelo Patelli

Gerente sênior: Rodrigo Vaz Área: Caribe, México e América do Sul Gerentes de Produto: Paulo Rorato (Caribe e México) e Heloisa Ananias (América do Sul) Gerente sênior: Leandro Mattos Área: Europa e Exóticos Gerentes de Produto: Felipe Dias (Europa) e vaga em aberto para Circuitos Europeus e Exóticos

Gerente sênior: Marcelo Patelli Área: América do Norte Gerentes de Produto: Camila Silva (Flórida e Parques) e vaga em aberto para Estados Unidos e Canadá. Gerente sênior: Vicente Brasil Área: Aéreo Companhias aéreas com condição: 40

Gerente sênior: Cristiane Belotti Área: Conexões on-line (integração com brokers e fornecedores) Gerente sênior: Fábio Belem Área: Projetos de TI e Gateway


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MAIS DESTINOS NO EXTERIOR O DIRETOR DE PRODUTOS INTERNACIONAIS DA CVC, ADRIANO GOMES, QUE CHEGOU A PASSAR PELO CCO, O CENTRO DE OPERAÇÕES DA OPERADORA, INICIOU NO DEPARTAMENTO HÁ POUCO MAIS DE UM ANO COM A MISSÃO DE FAZER A CVC VENDER MAIS PRODUTOS INTERNACIONAIS, tanto em quantidade quanto em diversidade. “As vendas da CVC estavam concentradas em dez produtos internacionais e a primeira ação que tomamos para mudar isso foi negociar diretamente com a hotelaria”, conta Gomes. O número de hotéis com condições diretas para a CVC pulou de 200 para 900 em pouco tempo. Ainda na mexida no departamento, 20 novos destinos entraram no portfólio, 42 foram reformulados e a CVC se aproximou dos destinos, via órgãos oficiais de turismo. Segundo Adriano Gomes, a CVC fechou parcerias com 54 governos diferentes. Os maiores parceiros, em volume de negócios e ações, foram o México, Peru e a Colômbia. Chile, Curaçao, República Dominicana, Nova York, Dubai, Orlando, St. Maarten e Portugal também merecem destaque. Oito empresas aéreas entraram na lista de fornecedores CVC, que teve parcerias fortes com American Airlines, Iberia, Sky, Tam, Air Europa e Tap, entre outras. “Chegamos a fazer um guia Completão da Tap, a única companhia aérea a ter um dedicado a ela”, lembra Gomes. O segundo dedicado a uma aérea deve ser da Copa Airlines. “Está no forno”, diz o diretor. Os guias Completão, aliás, chegaram a 48 no internacional (contra 60 no nacional, por exemplo). “O sucesso foi tanto que todos os governos renovaram a parceria e novos destinos já nos procuraram, como Los Angeles, que esteve aqui fazendo uma ação com um food truck na semana passada”.

EUROPA PREMIUM

Uma mudança importante na área internacional foi em relação aos circuitos europeus. Foi criada uma base operacional em Madri e Gomes nomeou gerentes de bases em Lisboa e na Inglaterra. Os roteiros passaram a oferecer duas opções macro: a mais cara, com hotéis centrais, e a mais barata, com hospedagem mais econômica. Em ambos os casos, com mais tempo para os passageiros ficarem nas cidades. “Dobramos as opções Premium para a Europa e lançamos programação com um ano de antecedência. Hoje, temos saídas agendadas e garantidas até 2016”, diz o executivo, que revela o número de assentos em classe executiva vendidos: dois mil. Ou seja, o cliente premium já está buscando a CVC para viagens ao Exterior. Mais investimentos virão em pessoas ou bases. “Temos hoje escritório em Orlando, gerenciado pela Janaina Tognoli e com dois colaboradores, e que coordenará os gerentes de qualidade de Nova York e Las Vegas”, explica Adriano Gomes. “Temos gerentes de Qualidade em Cancun (Ubirajara Negrão), Punta Cana (Ivan Ramacioti), Buenos Aires (Fábio Ferrari), Londres (Karina Araujo) e Lisboa (Isabel Matos). O próximo escritório será em Madri (1º de março), com um gerente e dois colaboradores. E os próximos gerentes de Qualidade ficarão em Roma, Paris, Santiago, Nova York e Las Vegas (também em 1º de março)”. O escritório em Orlando é um dos mais movimentados: recebeu 85 mil passageiros dos 120 mil que foram à Flórida com a CVC no ano passado.

VEM AÍ

Entre as novidades do Departamento Internacional para os próximos meses estão um caderno mais encorpado do Mundo para Brasileiros, produto com acompanhamento de guia falando português, um caderno de experiências e celebrações, incluindo roteiros fluviais e religiosos, e investimento em destinos como Jamaica, Galápagos, Costa Rica e Tobago.

Adriano Gomes apostou na diversificação de produtos internacionais

Adriano Gomes acredita que Chile e Argentina vão brilhar na próxima temporada de inverno. “Temos mais de três mil lugares em voos regulares, especialmente da Aerolíneas Argentinas e Tam para o inverno argentino. Apostamos na flexibilidade para o passageiro, com a possibilidade de conjugar Bariloche com outros destinos, como Buenos Aires e Ushuaia”. “Já o Chile explodiu depois do aumento de oferta, com a entrada de Gol e Sky, e deve manter o bom momento. Nossos passageiros aprovaram a ida com hospedagem em Santiago e com dia de esqui nas estações que estão bem próximas da cidade”, avalia. O departamento também aposta nos combinados da América do Sul. “São viagens que cabem no bolso e boas opções para quem não quer ou não pode ir mais longe”, continua Adriano. Ele indica roteiros como Santiago e Buenos Aires, Buenos Aires e Mendoza, Santiago e Mendoza... Ainda para julho, a CVC tem mil lugares para Punta Cana, na República Dominicana, e vai lançar nos próximos dias

mega oferta para Cancun, no México. Como novos destinos: Quito com Galápagos, Ushuaia e o Panamá não apenas para conexão e sim como destino final.

ESTADOS UNIDOS

O destino dos Estados Unidos que mais cresceu na CVC foi Las Vegas, com 48% de incremento em 2014. Mas as ações com a Costa Leste, especialmente Los Angeles e o Estado da Califórnia, devem aumentar este ano. “Los Angeles será nossa base e de lá vamos levar para San Diego, Vegas, San Francisco e até o Havaí, que vai ganhar um Completão e terá guia falando português”, revela Adriano Gomes. “O Canadá também tem potencial, principalmente conjugado com Estados Unidos”. “Enfim, posso dizer que estamos colhendo o fruto dessa abertura aos destinos e vamos continuar apostando na diversidade e no padrão CVC no internacional. Um exemplo é um de nossos próximos guias Completão: Ibiza, na Espanha. Quem imaginaria isso?”, finaliza o diretor da área. 

VENDAS E CURSOS NO EXTERIOR A CVC começou 2015 com dois novos diretores em funções estratégicas. O primeiro é Emerson Belan, que assumiu a diretoria de Vendas, cargo que já foi de Valter Patriani por muitos anos (quem não se lembra da famosa DV no bairro do Paraíso, em São Paulo?) e que o vice-presidente da operadora vinha acumulando desde seu retorno à CVC. Belan veio da Coca-Cola Femsa e trabalhará em parceria com Roberto Vertemati, que é diretor de Rede e Suporte a Vendas, com foco nas lojas exclusivas do grupo. A segunda contratação foi a de Santuza Bicalho, a Tutty, que já foi da STB e que dirige a área de Cursos no Exterior, nova aposta do presidente Luiz Eduardo Falco. Tutty na semana passada anunciou sua primeira contratação, Jácomo Costa, como gerente de Produtos, e promete os lançamentos de sua área para março.  Emerson Belan, diretor nacional de Vendas

Santuza Bicalho, a Tutty, diretora de Cursos no Exterior


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