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Jornal PANROTAS 1.307

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R$ 11,00 - Ano 26 - nº 1.307

14 a 20 de fevereiro de 2018

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O Jornal PANROTAS viajou até Papemburgo, na Alemanha, para acompanhar a construção do Norwegian Bliss. O início das operações do 16º navio da NCL está previsto para maio, com saídas para o Alasca e, depois, para o Caribe. A companhia já anunciou a encomenda de mais um transatlântico da mesma família, o Encore, que ficará baseado em Miami

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14 a 20 de fevereiro de 2018 JORNAL PANROTAS

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A corrida do aéreo

1º REXTUR ADVANCE US$ 450 MILHÕES 2º ESFERATUR US$ 383 MILHÕES

Rextur Advance dominou a emissão de bilhetes aéreos internacionais e terminou 2017 na liderança incontestável entre as consolidadoras. A surpresa do ano foi a Sakuratur, que em dezembro liderou as vendas em São Paulo, principal mercado do País. Confira o ranking baseado no relatório Boss/Smash:

3º FLYTOUR GAPNET US$ 258 MILHÕES 4º SAKURA US$ 229 MILHÕES 5º ANCORADOURO US$ 111 MILHÕES 6º SKYTEAM US$ 110 MILHÕES 7º HIGH LIGHT US$ 84 MILHÕES 8º PVT US$ 78 MILHÕES 9º CONFIANÇA US$ 77 MILHÕES 10º BRT US$ 49 MILHÕES 11º CNT US$ 45 MILHÕES 12º LTS US$ 31 MILHÕES 13º PRINCESS TRAVEL US$ 29,5 MILHÕES 14º INTERCONTINENTAL US$ 26 MILHÕES 15º TYLLER US$ 22 MILHÕES

Fonte: Relatório Boss/Smash* *O relatório não inclui parte da Latam, nenhuma aérea nacional, nem Iberia e British **Já nas vendas totais, incluindo o nacional, Rextur Advance, com R$ 3,2 bilhões, e Esferatur e Flytour Gapnet, cada uma com R$ 2 bilhões, são as maiores vendedoras, e as únicas a passarem dos R$ 2 bi em vendas de aéreo na consolidação.

Editorial LEIA NESTA EDIÇÃO Página 7 Como fazer negócios em 2018? Fórum PANROTAS dá luz à questão Páginas 8 e 9 Obras do Royal Palm Hall são entregues em Campinas (SP) Página 12 Depois do visto, Turismo luta pelos céus abertos com os EUA Páginas 14 e 15 Os dados consolidados da Abracorp em 2017 Página 16 Aerolíneas traz o B737 Max 8 a São Paulo

> Artur Luiz Andrade > artur@panrotas.com.br

Por que diversidade e inclusão? Foi-se o tempo, ainda bem, que a família (consumidora?) era formada por dois adultos e duas crianças, brancas de preferência. E o tempo em que o pai saía feliz para o trabalho, enquanto a mãe, que preenchia “do lar” nas fichas cadastrais, ficava em casa exercendo a função para a qual tinha nascido. Foi-se o tempo em que mulher não podia votar, em que não havia divórcio, em que os velhos, já com avançados 50 anos, eram marginalizados e esquecidos, já que tinham pouco tempo mais de vida útil. Foi-se o tempo em que as fronteiras do planeta eram mais fechadas e o mundo se dividia em dois, em uma guerra, demorada, distante, fria, que ameaçava extinguir o planeta. Foi-se o tempo em que viajar era para poucos e bons, uma elite que jogava na cara da vizinhança como suas férias, exclusivas, haviam sido boas e... selecionadas. Foi-se mesmo esse tempo todo? Hoje pode não causar tanto espanto o envelhecimento da população ou a quantidade de casamentos desfeitos, ou ainda as mulheres no mercado de

trabalho e países que sequer exigem visto para um turista... Mas, assim como a redemocratização do País (ainda não aprendemos), o processo de mudança desses e de outros aspectos sociais é lento, demorado e precisa, sim, de ativismo, de comprometimento, engajamento de todos, especialmente das empresas... A quantidade de mulheres em cargo de chefia ou mesmo nas equipes; ou de negros na mesma situação, em alguns setores beira o ridículo. Fora a diferença salarial. Apenas um exemplo de como a inclusão e a aposta na diversidade são importantes na cultura de uma empresa. Hoje fala-se muito em diversidade e se pensa logo e muito justamente na inclusão e quebra do preconceito em relação à população LGBT. Mas a necessidade de diversidade é muito mais ampla. É preciso se abrir (e sua empresa e mente, seu coração e abraço) para que a diversidade da sociedade, seja em relação ao gênero, à raça, à

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posição social, religião, política... até a quem é realmente minoria dentro das ditas minorias (que em alguns casos não o são). Por que a diversidade é importante para sua empresa? Porque o seu cliente não é igual. Ele é um dentro dessa diversidade. E se hoje a maioria economicamente dominante é branca, masculina e heterossexual, isso está mudando, e vai continuar mudando. Porque é preciso. Por que a diversidade é importante para sua empresa e para o mundo? Porque há 30, 40 ou 50 anos, pode ser que seu comportamento, hoje normal, fosse considerado criminoso ou abominável. E se hoje você, mesmo homem e branco, pode fazer coisas que antes eram tabu, foi porque houve luta, evolução, mudanças de paradigmas e pensamentos, quebra de preconceitos. Por que a diversidade é importante? Porque ninguém é igual, nem em pensamento, nem em comportamento, muito menos na aparência, e ao mesmo tempo, sim, somos todos iguais.

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QUE A T S DE

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DO PORTAL

PANROTAS

MEDIA PARTNER

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1 Veja os promovidos e

10 Os 25 melhores hotéis para família

2 Mulher ataca e morde

11 Pintura do A330-800neo é

contratados da semana no Turismo – em 02/02 tripulação da AA durante voo – em 05/02

3 Descubra 9 passeios

alternativos para curtir na Alemanha – em 02/02

4 Agaxtur, Copa Airlines e

Latam Travel contratam; veja vagas – em 05/02

5 Céus abertos: Latam e Azul esperam joint venture com EUA – em 02/02

no mundo; Brasil na lista – em 02/02

concluída; veja fotos – em 05/02

12 Busch Gardens terá festa infantil e

festival gastronômico – em 05/02

13 Conheça os melhores

fornecedores da CWT em 2017 – em 1º/02

14 Universal capacita 550 agentes de viagens em SP; veja fotos – em 06/02

PARCERIA ESTRATÉGICA

ASSOCIAÇÕES

15 Boeing: queda em receita e recorde de entregas em 2017 – em 1º/02

6 Cartórios são autorizados a emitir passaportes e RG – em 05/02

7 Países para onde quase ninguém vai buscam visitantes – em 05/02

8 Aerolíneas lança em SP o

primeiro voo inter do B737 Max 8 – em 07/02

9 Executivo Hugo Lagares

deixa a MMTGapnet – em 01/02

PRESIDENTE

José Guillermo Condomí Alcorta CHIEF EXECUTIVE OFFICER (CEO) José Guilherme Condomí Alcorta (guilherme@panrotas.com.br)

CHIEF EVENTS OFFICER (CEVO) Heloisa Prass

CHIEF TECHNOLOGY OFFICER (CTO) Ricardo Jun Iti Tsugawa

REDAÇÃO

CHIEF COMMUNICATION OFFICER (CCO) E EDITOR-CHEFE: Artur Luiz Andrade (artur@panrotas.com.br)

EDITOR: Renê Castro (rcastro@panrotas.com.br) Coordenador: Rodrigo Vieira Projetos especiais: Eduarda Chagas Reportagens: Beatrice Teizen, Henrique Santiago, Janize Colaço, Karina Cedeño, Raphael Silva e Renato Machado Estagiários: Leonardo Ramos, Marcos Martins, Marina Marcondes (RJ) e Victor Fernandes Fotógrafos: Emerson de Souza, Jhonatan Soares e Marluce Balbino (RJ) MARKETING Analista: Erica Venturim Marketing Digital: Maíra Bocci (maira@panrotas.com.br) Assistente de Marketing: Renata Cruz (suportemkt@panrotas.com.br) DIREÇÃO DE ARTE Diagramação e tratamento de imagens: Erick Motta, Pedro Moreno e William Martins COMERCIAL Executivos: Flávio Sica (sica@panrotas.com.br) Ivie Furlan (ivie@panrotas.com.br) Priscilla Ponce (priscilla@panrotas.com.br) Rene Amorim (rene@panrotas.com.br) Ricardo Sidaras (rsidaras@panrotas.com.br) Big Data: Igor Vianna (igorvianna@panrotas.com.br) Jéssica Andrade (jessica@panrotas.com.br) Assistentes Comercial: Ítalo Henrique (italo@panrotas.com.br) Rafaela Aragão (rafaela@panrotas.com.br) FALE CONOSCO Matriz: Avenida Jabaquara, 1.761 – Saúde | São Paulo - Cep: 04045-901 Tel.: (11) 2764-4800 Brasília: Flavio Trombieri (flavio@panrotas.com.br) | Tel: (61) 3224-9565 Rio de Janeiro: Simone Lara (simone@panrotas.com.br) | Tel: (21) 2529-2415/98873-2415 MARKETING DE DESTINOS Pires e Associados (jeanine@pireseassociados.com.br) ASSINATURAS Chefe de Assinaturas: Valderez Wallner Para assinar, ligue no (11) 2764-4816 ou acesse o site www.panrotas.com.br Assinatura anual: R$ 468 Impresso na Referência Gráfica (São Paulo/SP)

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04 Cruzeiros marítimos

EM 31 DE OUTBRO DE 2016, EXECUTIVOS DA NORWEGIAN CRUISE LINE SE REUNIRAM COM DIRIGENTES DA CONSTRUTORA

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> Renato Machado - Papemburgo, Alemanha

Antes da e

sagens em mente”, ideia ilustrada pelos dois lounges de observação presentes, que permitem uma visão de 180 graus em um ambiente aconchegante. No início do inverno no hemisfério norte, o navio trocará o frio do Alasca pelo calor do Caribe. A partir de novembro, a embarcação ficará atracada no porto de Miami, saindo também toda semana em cruzeiros de sete dias pelo leste do Caribe. A diferença entre os destinos em que navegará mostra a versatilidade do Bliss, apto a alocar internamente e de forma confortável passageiros que optem por evitar o contato direto com temperaturas baixas, mas também sendo capaz de oferecer opções diversas para entretenimento ao ar livre. Além das piscinas e solários, por exemplo, a embarcação conta com um parque aquático, a maior pista de kart em um navio e uma área para batalhas de laser tag. Internamente, o destaque vai para a presença do premiado musical da Broadway Jersey Boys. Com 2.073 cabines disponíveis, a lotação máxima da embarcação deverá girar em torno dos quatro mil passageiros – acrescidos dos 1.716 trabalhadores que formam a tripulação. O Bliss terá 329,8 metros de comprimento e 41,5 metros de largura. Marca registrada da armadora, a pintura do casco do navio terá temas marinhos e exibirá a arte do muralista Robert Wyland. O norte-americano é mundialmente conhecido por reproduzir imagens em tamanho real de baleias, algo que poderá ser visto na estilizada proa do Bliss. Sobre o trabalho, Wyland explica que, “por conta da

tinta ser diferente, mais preparada para sustentar efeitos corrosivos naturais, o projeto não tem algumas características da minha arte, como degradês, e foi feito em camadas, com cores bem separadas”. Como guia para os pintores que executaram a obra assinada por Wyland, foi utilizada uma tecnologia de projeção a laser das imagens. Delimitados os contornos, números mostravam quais cores deveriam preencher cada espaço, um trabalho que demandou o uso de cerca de sete mil litros de tinta especial. Com reservas abertas desde janeiro de 2017, a NCL relata a boa aceitação do mercado para o novo produto. Os itinerários estão definidos até 2020, o que, para Andy Stuart, “mostra nossa confiança com o mercado consumidor”. O Bliss é apenas uma das peças de um plano de investimentos que pretende, em quatro anos e nove novos navios, ampliar a oferta de cabines em 50%. O vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios Internacionais da NCL, Harry Sommer, ainda destaca a preocupação da armadora em atualizar suas embarcações já existentes. “Nos últimos anos nós investimos US$ 500 milhões em reformas nos nossos navios. Queremos que os hóspedes cheguem nos navios e os vejam em sua melhor forma, e que não haja muita diferença entre os novos navios e os navios em operação há 18 anos”, afirma. p

O norte-americano Robert Wyland assina a pintura do casco do Norwegian Bliss

Divulgação/Meyer Werft

marítima Meyer Werft na pacata Papemburgo, cidade de 35 mil habitantes na região norte da Alemanha. Na ocasião, o simbólico corte da chapa de aço marcava o início da construção do Bliss, terceiro navio da família Breakway Plus – já operante com o Escape e o Joy. Com a inauguração próxima, programada para maio, os trabalhos no Bliss se voltam agora para acabamentos finais. O processo foi supervisionado pelo presidente e CEO da Norwegian Cruise Line, Andy Stuart, em visita técnica que o Jornal PANROTAS acompanhou de perto. Pouco mais de 70 dias separavam a data de entrega da embarcação. Pronto sob o viés estrutural, com todos os blocos que dão forma ao navio de 167 mil toneladas soldados, restavam “apenas” detalhes em áreas internas e externas. De acordo com engenheiros da Meyer Werft, cerca de três mil operários trabalham diariamente na finalização do Norwegian Bliss. Englobando todo o processo de criação do navio, dos primeiros esboços até as últimas marteladas, calcula-se que mais de 20 mil trabalhadores estiveram envolvidos no projeto. O Bliss será entregue em maio e inicia seu itinerário oficial em junho, na costa oeste norte-americana. Na primeira temporada, a embarcação ficará hospedada em Seattle, no Oregon, realizando semanalmente rotas de sete dias com destino ao gélido Alasca. Por conta dos cenários em que navegará, o CEO Andy Stuart afirma ter “projetado o navio com essas pai-

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a entrega Divulgação/Meyer Werft

LATAM

A diretora geral da NCL para o Brasil, Estela Farina, com o CEO da armadora, Andy Stuart

E S T R AT ÉG I C A “NÓS TEMOS UM PRODUTO INCRÍVEL, PODEMOS COMPETIR OMBRO A OMBRO COM QUALQUER OUTRA ARMADORA”, SE

gaba o vice-presidente da Norwegian Cruise Line para América Latina, Brasil e Caribe, Frank Medina. A confiança é justificada pelo dado de que, de 2011 a 2017, o mercado que coordena triplicou suas vendas – e a causa, segundo o executivo, é a capacidade de a companhia bem receber famílias. “A NCL continua construindo novos navios, com um grande foco na experiência de viagem em família, algo que é essencial nas tendências de férias latino-americanas”, afirma. “A companhia como um todo vê a América Latina e o Brasil como uma região estratégica para desenvolvimento e crescimento.” Sem a expectativa de ter navios baseados no Brasil no curto prazo, Medina aposta no aumento da frota da Norwegian para que embarcações atraquem no País. “É um mercado muito viável e só tem a ver com quantos navios temos em nossa frota e para onde esses navios serão enviados para a maximização dos

nossos investimentos”, explica, reforçando que “definitivamente o Brasil é um desses destinos que estão em nosso arsenal de estudo”. Especificamente para o mercado brasileiro, Medina revela a vontade de a empresa investir em marketing no País. “No momento, estamos considerando a veiculação de anúncios de TV como um teste, algo que nunca fizemos no Brasil. Acreditamos que a marca está em um patamar que precisa investir mais em reconhecimento, precisamos que o consumidor saiba o que oferecemos”, conta, descrevendo esse anseio como uma “prova de que estamos sérios em investir e desenvolver nossa equipe de vendas”. Alinhada ao discurso, a diretora geral da Norwegian Cruise Line no Brasil, Estela Farina, comenta que “a empresa está muito satisfeita com o resultado do escritório”. Em 2017, conjuntamente, as três marcas do grupo (NCL, Oceania Cruises e Regent Seven Seas) tiveram crescimento de 60% em relação ao ano anterior – tendo Caribe e Europa como mercados mais procurados. Para 2018, a meta de crescimento é de 15%.

“O mercado de cruzeiros e a Norwegian têm muito a crescer no Brasil”, afirma a executiva. Três anos desde a transição de representação para um escritório próprio do grupo, Estela Farina comenta a importância desse movimento para atuação das marcas no País. “É interessante para os dois lados, eles cada vez mais conhecendo as necessidades e a cultura brasileira e a gente também tendo um suporte em planejamento, uma estrutura mais experiente em termos de tecnologia, em termos de know how.” Atualmente com 31 funcionários no escritório de São Paulo, entre equipes de Vendas e Marketing, além da gerência de Desenvolvimento de Negócios, comandada por Marcia Galvão, com foco nos mercados fluminense, mineiro e capixaba, Estela Farina diz que a estimativa de crescimento pode refletir na expansão do escritório. “Talvez a gente tenha que contratar algumas posições esse ano”, afirma.p

A N T E S X D EP O IS

Divulgação/Norwegian Cruise Line Divulgação/Norwegian Cruise Line

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MAIS UM PRA FAMÍLIA mais uma embarcação para a frota da Norwegian Cruise Line, que hoje é formada por 15 navios (ainda sem contar o Bliss, o 16º). O projeto denominado Norwegian Encore mantém estruturas similares ao do Bliss, porém com alterações que possam surgir ao longo da experiência com a nova embarcação. O presidente e CEO da companhia, Andy Stuart, explica que a NCL está sempre aprendendo com a experiência dos outros navios dessa classe”. “Haverá pequenas mudanças, ajustes e melhorias, mas é algo mais relacionado à nossa experiência do que com o destino em si”, complementou, citando os itinerários, que é a principal diferença operacional entre Bliss e Encore. Diferentemente do Bliss, que irá intercalar temporadas no Alasca e no Caribe, o Encore terá, pelo menos nas primeiras temporadas, Miami como sua casa e o mar do Caribe como destino fixo. Para o executivo, a escolha do maior porto de cruzeiros do mundo é fácil de ser explicada, já que, como Stuart atesta, “Miami é a verdadeira casa da Norwegian Cruise Line”. Ainda sem rotas divulgadas, o

Divulgação/Meyer Werft

Meyer Werft possui um dos estaleiros mais modernos do mundo

que já se sabe é que o Encore navegará em sua primeira temporada pela região leste do Caribe (onde estão situados destinos famosos como Ilhas Virgens Americanas, Ilhas Virgens Britânicas e Bahamas). O Encore, que terá capacidade para hospedar até 3.998 passageiros, deve ser finalizado dentro de 18 meses. Sua viagem inaugural está prevista para ocorrer em novembro de 2019 (com vendas abertas a partir de 7 de março de 2018). “Estamos ansiosos para mais um projeto consistente dentro do prazo e dentro do orçamento”, comentou Andy Stuart antes de acionar o botão que colocou as máquinas para trabalhar no projeto pela primeira vez. O novo navio é o quarto projeto da família Breakway Plus, que foi inaugurada com o Escape e é continuada por Joy e Bliss. Stuart brincou com o “jogo de palavras” formado pelas embarcações da classe, uma evolução tanto para a armadora quanto para os passageiros que desfrutarem da experiência a bordo dos Breakway Plus. A categoria, segundo ele, “mudou a cara da nossa marca enquanto a companhia andava para frente”. Por isso, a citação à nomenclatura das embarcações: Escape (escapar), Joy (alegria), Bliss (felicidade) e Encore (bis). p

Cerimônia de corte do aço deu início à fabricação do Norwegian Encore

Divulgação/Meyer Werft

A REUNIÃO ENTRE DIRIGENTES DA ARMADORA E A CONSTRUTORA DE NAVIOS TAMBÉM MARCOU O INÍCIO DA FABRICAÇÃO DE

O ESTALEIRO Divulgação/Meyer Werft

O ACESSO PRIVILEGIADO AO CURSO FINAL DO RIO EMS, QUE DESÁGUA NO MAR DO NORTE, FEZ

com que a pequena cidade de Papemburgo se tornasse a capital da construção marítima na Alemanha. No final do século 19, acumulavam-se na região cerca de 20 estaleiros, que migravam da construção dos navios de madeira para as embarcações de ferro movidas a vapor. Daquele período, apenas a Meyer Werft sobreviveu. A companhia familiar, criada em 1795, é atualmente comandada por Bernard Meyer, que representa a sétima geração da família Meyer à frente dos negócios. Desde o século passado, a Meyer Werft consolidou sua presença no mercado internacional construindo balsas, cargueiros, gaseiros e, principalmente, navios de cruzeiro de luxo. Em suas duas docas cobertas, a companhia possui áreas de construção de 14,3 mil e 21,6 mil metros quadrados. Halls ainda maiores complementam o espaço

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das docas, com metragens de 37,7 mil e 63 mil metros quadrados. Além de uma capacidade de içamento de 600 e 800 toneladas cada. Só para a Norwegian Cruise Line já foram construídos no estaleiro da Meyer Werft dez embarcações (mais dois navios encomendados por outras armadoras e posteriormente adquiridos pela NCL) – serão 12 após a entrega do Bliss e do Encore. Contando projetos de todas as companhias para as quais trabalhou, a Meyer Werft tem em seu portfólio 44 navios de cruzeiros. Uma das principais empregadoras da região, com 3,3 mil profissionais atualmente em sua folha salarial, a Meyer Werft é uma importante impulsionadora da economia local – e este cenário não deve mudar para os próximos anos. Com 12 navios de cruzeiros encomendados, o estaleiro se manterá ocupado pelo menos até 2023.p

--- O Jornal PANROTAS viajou a convite da Norwegian Cruise Line e com proteção Assist Card

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07 Eventos

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> Maria Eduarda Chagas

Turismo em profundidade

DOIS DIAS PARA DEBATER OS RUMOS DO TURISMO. ESTE ANO, O FÓRUM PANROTAS VOLTA AO CENTRO FECOMÉRCIO DE

Eventos, na região da avenida Paulista, em São Paulo, nos dias 19 e 20 de março, para apontar tendências e traçar um panorama do setor. Diversos palestrantes de áreas distintas vão abordar temas que têm impactado o Turismo, como economia, política, combate à corrupção e novas tecnologias. Exclusivamente sobre o segmento, es-

O FÓRUM PANROTAS 2018 SERÁ REALIZADO NOS DIAS 19 E 20 DE MARÇO, NO CENTRO FECOMÉRCIO DE EVEN-

tos, em São Paulo. Para participar, basta se inscrever no site oficial do evento. As inscrições estão no valor promocional de R$ 820 até o final de fevereiro. O valor normal do ingresso é de R$ 1.560. O Fórum PANROTAS 2018 conta com aliança institucional da CNC Sesc Senac, patrocínio de Accor Hotels, Aerolíneas Argentinas, Argo

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tão previstos diferentes painéis que buscam responder a uma simples pergunta: como fazer negócios em 2018? “Os temas dos painéis e palestras foram escolhidos de acordo com o interesse de nossa plateia, diversificada, qualificada e muito crítica. Não podemos oferecer debates e apresentações muito genéricas ou chapa branca. Temas relevantes precisam ser levantados e debatidos e caminhos apontados”, diz o CCO da PANROTAS, Artur Luiz Andrade, que será o mediador dos debates no evento.

Solutions, Best Western Hotels & Resorts, Beto Carrero World, Elo, Esferatur Consolidação, Fecomércio São Paulo, Gol Linhas Aéreas, Delta Air Lines e Air France-KLM, GTA Assist, Omnibees, R1 Soluções Audiovisuais, Reserve, Royal Palm Hotels & Resorts, Sabre, Sebrae, Tes Cenografia, Villa Blue Tree, Visit Orlando e apoio da CEP Transportes, Tour House e Vice Versa Tradução Simultânea. Para mais informações, acesse forum.panrotas.com.br. 

Além do conteúdo, o Fórum PANROTAS se destaca, desde 2003, quando ocorreu sua primeira edição, pela pontualidade, organização, espaço, tempo para networking e pelas surpresas entre um debate e outro, que servem para unir a indústria, descontrair e fazer uma pausa estratégica.

PAINÉIS

De uns anos para cá, com aquisições e fusões, o Turismo viu surgir cada vez mais corporações gigantes. A CVC, por exemplo, ficou entre as 25 marcas brasileiras mais valiosas, no valor de R$ 427 milhões. Como fica o setor nesse cenário? Ainda há espaço para pequenas empresas? O painel "As Estratégias e Oportunidades em um Novo Cenário com Corporações Gigantes" vai justamente abordar essa questão. Três nomes já estão confirmados. O presidente do Grupo Ancoradouro, Juarez Cintra Pereira Neto, é um dos debatedores. A diretora da Interep Representações Viagens e Turismo, Cynthia Rodrigues, se junta à conversa, assim como o executivo Arnaldo Franken, que é sócio da AD Turismo, Casa do Agente, AD eventos, ADfeiras, To Go, Globalis e Globalis Portugal. Outro debate levanta a questão: onde as empresas irão buscar novos negócios? Nas feiras? No meio digital? No B2B? No B2C? Dentre os participantes confirmados estão o diretor executivo da rede Royal Palm Hotels & Resorts, Antonio Dias, e o diretor sênior da WTM Latin America, IGTM e Travel Forward, Charlie Cracknell. Para discutir especificamente a distribuição no Turismo, profissionais de fôlego se unem. Para onde irá o setor? O diretor geral da divisão de aluguel de carros da Localiza, Bruno Lasansky, o CEO da Om-

nibees, Luis Ferrinho, e a presidente do Conselho de Administração da Braztoa e diretora da Trade Tours Viagens, Magda Nassar, darão a sua visão no encontro. Outro debate será dedicado às agências de viagens on-line (OTAs). O presidente da Almundo no Brasil, Luciano Barreto, está entre os participantes, assim como o vice-presidente de Gerenciamento de Produtos da Brand Expedia Group, Scott Crawford, e o sócio-fundador do ViajaNet, Bob Rossato. Por fim, um painel será ainda dedicado ao segmento corporativo. O que muda para o setor em 2018? O diretor geral da Delta Air Lines no Brasil, Fabio Camargo, é presença garantida na conversa com gestores de viagens, parte do lançamento do projeto Connect People, uma parceria da Delta com a PANROTAS.

PESQUISA

Participantes do Fórum PANROTAS 2018 terão ainda a chance de ver em primeira mão o resultado da pesquisa Tendências do Turismo na América Latina em 2018, desenvolvida pela Edelman, em parceria com a PANROTAS. O estudo trará dez macrotendências de comportamento do consumidor, que devem ajudar a guiar o profissional do Turismo. "Os participantes do Fórum PANROTAS receberão em primeira mão o estudo impresso, e poderão ver as análises dos especialistas ao vivo", revela Artur Luiz Andrade. O country manager do Kayak no Brasil, Eduardo Fleury, está confirmado, assim como a especialista Nina Giglio, do marketing da WGSN, além de Camila Anauate, da Edelman Brasil. Os profissionais devem debater os resultados do estudo e vão apontar impactos e oportunidades geradas pelas tendências.

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corporativo

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Eventos

> Karina Cedeño – Campinas (SP)

Entrega monumental CAMPINAS (SP) ACABA DE ALCANÇAR UM NOVO PATAMAR NO SEGMENTO DE EVENTOS: AS OBRAS CIVIS DO ROYAL PALM HALL, ESPERADO CENTRO DE

convenções do Royal Palm Hotels & Resorts, foram finalizadas, e agora a cidade está pronta para oferecer o maior ballroom do Brasil, com 4,5 mil metros quadrados e capacidade para até nove mil pessoas em formato show, cinco mil em formato auditório e quase quatro mil em almoços e jantares. Entrar no Salão Monumental (o principal espaço do centro de convenções) é impactante: a magnitude do local e seu pé direito de 8,3 metros de altura impressionam à primeira vista e a área pode ser separada em sete módulos por meio de divisórias móveis. “A flexibilidade foi o conceito principal no desenvolvimento do Royal Palm Hall: os dois foyers (de 1,6 mil metros quadrados cada) possuem divisórias duplas na separação, que são inéditas no Brasil e permitem adequar o espaço de acordo com as necessidades dos clientes, criando também uma barreira acústica de alta capacidaO diretor comercial da R1, Raffaele Cecere

Vista aérea do Royal Palm Hall quando 100% pronto

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O vice-prefeito de Campinas, Henrique Teixeira, o diretor superintendente da construtora OR, Bruno Scacchetti, o fundador do Grupo Arcel e Royal Palm Hotels, Armindo Dias, e o diretor executivo da rede, Antonio Dias, oficializam o fim das obras do centro de convenções

de”, conta o diretor executivo do Royal Palm Hotels & Resorts, Antonio Dias. O centro de eventos também recebeu R$ 4 milhões de investimento da R1 Soluções Audiovisuais em equipamentos de sinalização. “Dessa quantia, meio milhão foi investido para o monitoramento de salas, para evitar

que os participantes se percam”, conta o diretor comercial da R1, Raffaele Cecere. “Além de grandes telas cenográficas e de led, há projetores de última geração e telas retráteis, entre outras tecnologias”, completa Cecere. O Royal Palm Hall também contará com uma rede de wi-fi que permitirá até 7,5 mil acessos simultâneos. Bem alta também foi a cifra investida para dar vida ao projeto do Royal Palm Hall, que começou em 2015: mais de R$ 250 milhões só no centro de eventos, sem contar os investimentos nos dois novos hotéis do complexo (Royal Palm Tower, com 226 apartamentos, e Hotel Contemporâneo, com 310). E o retorno promete. “O faturamento total do grupo é de R$ 130 milhões ao ano, e somente o novo centro de convenções deverá responder por um rendimento anual de R$

70 milhões”, conta Dias. “Costumamos realizar 650 eventos por ano, com uma média de 350 participantes em cada. Com o Royal Palm Hall, a expectativa é de que realizemos 300 eventos por ano com uma média de 600 participantes”, relata o executivo. O Royal Palm Hall será inaugurado em 18 de maio deste ano e já há mais de 20 eventos confirmados até dezembro, desde formaturas até congressos e convenções de grandes empresas. O objetivo do primeiro semestre é intensificar as vendas, dada a proximidade da abertura e a baixa antecedência com que os eventos corporativos são agendados (para convenções, tipicamente o segundo semestre é definido no primeiro).

CAMPINAS GANHA

O impacto de uma obra desse tamanho irá reverberar por toda a cidade, inclusive favorecendo a construção de novos empreendimentos, na visão da secretária de Turismo de Campinas, Alexandra Caprioli. “A cidade tem atualmente 5,2 mil unidades habitacionais e com os novos hotéis do complexo este número vai para seis mil. Sem contar que o novo centro de eventos não só aumentará a ocupação dos hotéis da rede Royal Palm, como também estimulará a construção de novos empreendimentos na região. Há 12 deles já aprovados pela prefeitura da cidade que

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A secretária de Turismo de Campinas, Alexandra Caprioli

A diretora de Recursos Humanos do grupo Royal Palm Hotels & Resorts, Angela Landmann

Guillermo Alcorta (PANROTAS) e Antonio Dias (Royal Palm Hotels & Resorts)

Entrada do centro de eventos

Estrutura do Royal Palm Hall AO TODO, SÃO 44 MIL METROS QUADRADOS DE ÁREA CONSTRUÍDA E 51 ESPAÇOS

ainda não iniciaram as construções, e acredito que, agora, com o novo centro de eventos, sairão do papel para responderem à demanda de quartos”, destaca Alexandra, contando que a ocupação média hoteleira de Campinas foi de 55% no ano passado. A secretária também ressaltou a conectividade aérea como facilitador desse processo. "A Azul fez uma escolha acertada ao eleger Viracopos como hub, já que 50 das 500 maiores empresas do mundo estão localizadas em Campinas e em sua região metropolitana”, destaca Alexandra. O secretário municipal da cidade, André Zuben, concorda com a opinião de Alexandra, reforçando o potencial de Viracopos. “É o aeroporto com maior quantidade de voos diretos para destinos internacionais no Brasil, o que favorecerá ainda mais a captação de eventos nacionais e internacionais”, observou, destacando o papel do novo centro de eventos para o turismo corporativo da cidade. “Campinas sempre teve uma vocação para o Turismo de negócios e ela será intensificada com a chegada do Royal Palm Hall”, concluiu o secretário municipal. O vice-prefeito da cidade, Henrique Teixeira, afirmou que Campinas vive um novo momento. “O centro de eventos irá atrair ainda mais investimentos para a cidade, e outras localidades do Brasil irão se espelhar nisso, considerando que o que é bom para uma cidade, é bom para todas”, enfatizou Teixeira. Alexandra conta também que está fazendo, junto à prefeitura de Campinas e aos CVBs, diversas ações de captação de eventos para a cidade. “Também estamos trabalhando junto à Unicamp para captar eventos relacio-

Pag 8 e 9 - Royal Palm.indd 9

nados às áreas que a universidade leciona”, aponta a secretária, lembrando que a cidade já ocupa a décima posição no ranking de eventos internacionais da International Congress and Convention Association (ICCA).

GERAÇÃO DE EMPREGOS

Além dos impactos na hotelaria e nos negócios locais, o novo centro de eventos deve gerar cerca de 350 empregos diretos, e os funcionários contratados não precisam ter, necessariamente, experiência na área. “Aqui no grupo Royal Palm Hotels

& Resorts os funcionários são contratados com base em seu comportamento e capacidade de bem atender. Depois disso investimos em treinamentos para as funções que irão desempenhar”, conta a diretora de Recursos Humanos do grupo Royal Palm Hotels & Resorts, Angela Landmann. As oportunidades também serão oferecidas aos profissionais que já fazem parte do quadro de colaboradores do grupo. “As novas vagas podem ser uma oportunidade de promoção para aqueles que já desempenham um bom trabalho dentro do complexo”, complementa Angela. p

de eventos divididos em cinco pisos, sendo 33 deles salas de apoio, que acomodam de 30 a 600 participantes. O local ainda disponibiliza espaço para exposições com 2,7 mil metros quadrados e acesso para montagem e desmontagem no mesmo nível da rua. É também possível chegar de helicóptero no local, que dispõe de heliponto com sala vip e acesso direto ao elevador, permitindo que pessoas com restrições ao uso de escada sejam atendidas. Para completar a construção, também foram feitas rampas de acessibilidade e uma obra viária para ligar a rua Sebastião Cury com a Marginal Norte. p

O Salão Monumental é o maior ballroom do Brasil, com 4,5 mil metros quadrados

08/02/18 19:39


*

Segunda, 19 de março

08h30

Abertura do credenciamento e café de boas-vindas

09h50

Abertura oficial e mensagem do presidente da PANROTAS, Guillermo Alcorta

10h20

10h50

apresenta a palestra

14h40

A rota para os negócios digitais :: Claudio Soutto, sócio da KPMG Brasil

15h00

PAINEL: NEGÓCIOS EM 2018 Onde as empresas irão buscar novos negócios? :: Antonio Dias, diretor executivo da rede Royal Palm Hotels & Resorts :: Charlie Cracknell, diretor Senior da WTM Latin America, IGTM e Travel Forward

15h30

COFFEE BREAK

Ética e combate à corrupção mudaram a forma como se faz negócios no Brasil? :: Deltan Dallagnol, procurador da República no Ministério Público Federal

Como o mundo digital e os Millennials combatem a corrupção :: Pedro Vilanova, operador Serenata De Amor

11h15 PAINEL: NEGÓCIOS EM 2018 O que muda para o Corporativo?

Debate sobre melhores práticas em gestão de Viagens Corporativas. Parceria PANROTAS, Gol, Delta e AirFrance-KLM :: Fabio Camargo, diretor geral da Delta no Brasil :: Marcel Frigeira, gestor de viagens da IBM para América Latina

11h55

Mobile e a venda de viagens :: Pedro Reiss, CEO da Wunderman Brasil

12h20

ALMOÇO

13h35

Os desafios de liderar um mega grupo durante o processo sucessório :: Christiano Oliveira, presidente do Grupo Flytour

14h00

Keynote Speaker (a confirmar)

14h20

Profissionalização na indústria de Viagens: o desafio de transformar empresas em ambientes de contínua mudança :: Eduardo Kina, CEO da Alatur JTB

apresenta a palestra

16h10

PAINEL: NEGÓCIOS EM 2018 As estratégias e oportunidades em um novo cenário com corporações gigantes :: Arnaldo Franken, sócio da ADturismo e Casa do Agente :: Ana Maria Berto, diretora da Orinter :: Cynthia Rodrigues, diretora da Interep :: Juarez Cintra Neto, presidente do Grupo Ancoradouro

16h45

PAINEL: NEGÓCIOS EM 2018 Cabem mais OTAs? :: Luciano Barretto, country manager da Almundo Brasil :: Scott Crawford, vice-presidente de Gerenciamento de Produtos da Brand Expedia Group :: Bob Rossato, sócio-fundador do ViajaNet

17h20

Encerramento

ALIANÇA INSTITUCIONAL PATROCÍNIO PREMIUM

Aerolito

Aerolito

Forum PANROTAS_56x42cm.indd 10

PATROCÍNIO GOLD

GASTRONOMIA

Aerolito

08/02/2018 18:32:02


3º lote de ingressos: R$ 820 (até 28 de fevereiro)*

SÃO PAULO *

Terça, 20 de março

08h30

Abertura do credenciamento e café de boas-vindas

08h30

Boas-vindas PANROTAS

apresenta a palestra

10h00

13h35 PAINEL: NEGÓCIOS EM 2018 Para onde vai a distribuição? :: Bruno Lasansky, diretor da Localiza :: Luis Ferrinho, CEO na Omnibees :: Magda Nassar, presidente do Conselho de Administração da Braztoa :: Eduardo Bernardes, vice-presidente comercial e de Marketing da Gol Linhas Aéreas

Como vender experiências de viagens para a geração Millennial :: Richard Launder, presidente da The Travel Corporation EUA (grupo proprietário da Contiki)

apresenta a palestra

14h10 apresenta a palestra

10h35

Os avanços e a aplicação da Inteligência Artificial no Turismo — Watson (IBM) :: Christiane Berlinck, líder de Recursos humanos da IBM Brasil

Estamos às cegas? O que podemos esperar do panorama econômico para 2018 :: Fernando Honorato, economista-chefe do Bradesco

apresenta a palestra

14h35

Keynote Speaker (a confirmar)

15h05

PAINEL: NEGÓCIOS EM 2018 As dores e as delícias de ser uma empresa de Turismo de capital aberto :: Luiz Eduardo Falco, CEO da CVC Corp

15h35

Pesquisa EXCLUSIVA sobre tendências em viagens na América Latina - Parceria PANROTAS e Edelman Brasil :: Camila Anauate, líder do núcleo de Turismo e Serviços na Edelman :: Eduardo Fleury, country manager do KAYAK no Brasil :: Nina Giglio, Marketing da WGSN

apresenta a palestra

11h05

11h35

12h00

12h15

O futuro do trabalho e a inovação :: Tiago Mattos, futurista, empreendedor e educador

Inteligência Artificial e a aplicação no Turismo :: Philip Likens, diretor do Sabre Labs

Comentários finais e conclusões :: Lígia Zotini

ALMOÇO

16h00

NETWORKING COFFEE

17h00

Encerramento

*Os horários, conteúdos e palestrantes poderão ser alterados sem aviso prévio.

PATROCÍNIO SILVER

APOIO INSTITUCIONAL

CENOGRAFIA

Aerolito

Aerolito TES CENOGRAFIA

ec

e

APOIO

Aerolito Gestão em movimento

Mais informações: forum.panrotas.com.br Forum PANROTAS_56x42cm.indd 11

08/02/2018 18:32:09


12 Política

14 a 20 de fevereiro de 2018 JORNAL PANROTAS

> Henrique Santiago

Visto conquistado, e agora?

A CHEGADA DO VISTO ELETRÔNICO A QUATRO MERCADOS EMISSORES-CHAVE PARA O BRASIL ANIMA NÃO SÓ O TRA-

de, como também os políticos. Um dos principais articuladores envolvidos nesse projeto, o deputado federal Otavio Leite (PSDB-RJ) comemora a conquista após uma “luta de pelo menos de 20 anos”. O lançamento oficial do E-Visa no fim de janeiro a visitantes de Estados Unidos, Japão, Canadá e Austrália traz expectativas grandiosas para a indústria de viagens brasileira. Estagnada mesmo durante grandes eventos esportivos como Copa do mundo e Olimpíada, a visitação de turistas internacionais brasileiros atingiu 6.578.074 milhões em 2016, segundo os últimos dados lançados pelo Ministério do Turismo. Em entrevista ao Jornal PANROTAS, Otavio Leite declara que o viajante dos Estados Unidos será o catalisador nesse processo. Os números mais recentes apontam a vinda de 570.350 visitantes desse país há quase dois anos. Com o novo visto, o mandatário considera “razoável” que o Brasil abra as portas para 1,2 milhão de estadunidenses até 2022. Segundo ele, os três demais países são considerados secundários diante dos Estados Unidos, que só estão atrás da Argentina como os que cruzam as nossas fronteiras. As chegadas dos outros destinos se divide da seguinte forma: Japão (79.754), Canadá (70.103) e Austrália (49.809). O deputado, que ingressou no Turismo em 1992, pede mais recursos públicos para investir em promoção no Exterior e clama pela aprovação do modelo misto da Embratur com urgência para a iniciativa privada também contribuir. “O diagnóstico já foi feito”, afirma, em relação ao novo visto. “O desafio agora é divulgar para que todos os operadores e o grande público americano entenda que esse procedimento

Pag 12 - Otavio leite.indd 12

Deputado acredita na aprovação dos céus abertos até junho. Crédito: PSDB na Câmara

CÉUS ABERTOS

Ao mesmo tempo em que a implementação do visto é observada de perto, outra prioridade no Turismo para este ano é a aprovação do acordo de céus abertos entre Brasil e Estados Unidos, que retira as restrições de voos e permite o aumento de frequência entre as companhias de ambos os países. Trata-se de outra demanda vista como secundária em Brasília. A pauta foi aprovada pela Câmara dos Deputados no fim do ano passado e agora está parada no Senado. O político promete dialogar com senadores para agilizar esse processo. “Em 2018 ainda sai, sim, esperamos que no primeiro semestre. Senão, ficará apenas para 2019”, finalizou, em referência às eleições presidenciais deste não. Muitos envolvidos se beneficiariam de um acordo desse porte, mas alguns já demonstram mais interesse do que outros. É o caso de Latam Airlines e Azul Linhas Aéreas, que publicamente já comunicaram que, assinado o acordo de céus abertos, novas parcerias começariam imediatamente. “Os céus abertos inevitavelmente serão aprovados. Queremos trabalhar

de perto com a United Airlines com um joint venture”, afirmou o presidente da Azul, John Rodgerson, no começo deste mês, ao portal Flight Global. Em 2015, a aérea norte-americana investiu US$ 100 milhões na compra de 5% da transportadora brasileira e demonstrou interesse em estreitar o relacionamento entre elas. Hoje, elas operam voos em codeshare. Foto: Divulgação

Latam Airlines já revela o que fará caso o acordo entre Brasil e Estados Unidos saia este ano

é uma realidade. Devemos fazer um trabalho profissional de organização de pacotes e atração de eventos”, completa Leite, sem descartar a importância dos outros mercados que, afinal, foram selecionados. Pelo menos em 2018, Leite assinala que novos países não devem se juntar aos já existentes na emissão de visto eletrônico. Contudo, ele destaca que México, China e também a Rússia merecem ser olhados de perto. “O primeiro passo é acompanhar essa experiência no maior mercado [Estados Unidos] para depois apontar para novas possibilidades. Mas estou confiante que isso possa ser expandido.” A triagem será feita a cada três meses por meio da análise de números enviados pelo Ministério das Relações Exteriores.

Já a Latam acredita que a aprovação do projeto no congresso irá acelerar o acordo com a American Airlines. A parceria cobriria o Brasil e a maioria dos países de língua espanhola para os quais a brasileira voa. O joint venture entre as duas recebeu aprovação do órgão regulador antitruste do Brasil e no momento está à espera da mesma aceitação das autoridades chilenas. Em uma eventual suspensão de céus abertos entre Brasil e Estados Unidos, a Latam pode implementar joint venture com a americana sem o mercado brasileiro, embora isso não seja ideal, avalia o presidente da Latam Brasil, Jerome Cadier. O Brasil responde por metade do movimento do grupo na América do Sul. A implementação dos céus abertos era para estar em vigor desde 2015, mas ainda segue sem definição, apesar do otimismo de Otavio Leite. p

08/02/18 18:04


13

25 a 31 de outubro de 2017 JORNAL PANROTAS

Aviação

Melhor atendimento em 2017

A GOL LINHAS AÉREAS INTELIGENTES RECEBEU TRÊS RECONHECIMENTOS PELO SERVIÇO PRESTADO AOS CLIENTES.

ANAC

A companhia teve o menor número de reclamações por passageiros transportados em 2017, segundo pesquisa divulgada recentemente pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A empresa teve sete reclamações a cada 100 mil passageiros no ano passado. Em números absolutos, a companhia aérea recebeu quase 29,2 milhões de passageiros e teve apenas 2.178 reclamações. “Trabalhamos constantemente para oferecer a melhor experiência aos nossos clientes, desde a compra da passagem até a retirada da bagagem. Todo o trabalho é realizado com o objetivo de melhorar continuamente os serviços prestados e produtos oferecidos, aliando tecnologia e inovação com qualidade no atendimento," destaca o diretor executivo de Produtos e Experiência do Cliente, Paulo Miranda. “Estes reconhecimentos externos, em forma de premiações, demonstram que o consumidor brasileiro está percebendo a evolução da experiência de

voar GOL”, complementa. Para montar o ranking com as manifestações dos usuários do transporte aéreo, a Anac usou os dados da plataforma consumidor.gov.br. A ferramenta teve mais de 12 mil demandas de usuários do transporte aéreo em 2017. Além da quantidade de reclamações registradas, a pesquisa destacou outros fatores: o prazo médio de resposta pelas empresas; o índice de solução das demandas conforme a avaliação dos consumidores; e o índice de satisfação dos consumidores com o atendimento prestado pelas companhias na plataforma.

RECLAME AQUI

Já nos resultados divulgados em janeiro pelo Reclame Aqui, a companhia teve o melhor desempenho na resolução junto aos clientes, com 80% de índice de solução. De acordo com o levantamento, a empresa foi ainda a única aérea considerada “Ótima” pelos consumidores.

FBRC

A companhia também conquistou, mais uma vez, o primeiro lugar como o Melhor Atendimento ao Cliente entre as Empresas Aéreas, na premiação do Fórum Brasileiro de Relacionamento com o Cliente,

realizado em 1º de fevereiro, em São Paulo, em parceria com a revista Exame. A GOL está entre as 15 melhores no atendimento ao cliente entre as 50 empresas participantes de diversos ramos de atuação. Para garantir esses resultados, a GOL tem intensificado o desenvolvimento de toda sua equipe com capacitações e treinamentos que promovem, entre outros fatores, maior especialização em cada ponto de contato com o cliente, além de ações transversais entre áreas. Estas iniciativas contribuem positivamente para a melhor experiência de voar. 

Reclamações Registradas / Passageiros Transportados Reclamações

Passageiros transportados

Número de reclamações a cada 100 mil passageiros transportados

2.178

29.199.052

7

Companhia 1

1.179

9.823.877

12

Companhia 2

3.478

19.592.901

18

Companhia 3

5.479

30.531.672

18

Total

12.314

89.147.502

14 Fonte: Consumidor.gov.br e ANAC

INFORME PUBLICITÁRIO

JP 13 - Gol.indd 13

08/02/18 18:05


14

14 a 20 de fevereiro de 2018 JORNAL PANROTAS

corporativo

www.pancorp.com.br

Mercado

> Rodrigo Vieira

Pronto para virar a página

O CORPORATIVO RESPIROU ALIVIADO EM 2017 E PREPAROU O TERRENO PARA A RETOMADA ABSOLUTA DO SETOR, QUE, ASSIM

esperam as agências associadas Abracorp, deve acontecer em 2018 e colocar um ponto final na crise que ainda tira o sono da indústria. Ninguém é corajoso o suficiente para cravar que os maus ventos já se foram em definitivo, principalmente em ano de eleições presidenciais, mas no geral há a percepção de que o mercado, mais maduro, calejado, está sabendo lidar melhor com fatores externos como crise econômica e política. Os dados gerais da associação de agências de viagens corporativas apontam alta de 6,6% na comparação com 2016. O volume financeiro saltou de R$ 10.714.409.733 para R$ 11.424.394.532. Termômetro mais fiel, a aviação puxou a fila: cresceu 9,9% no mercado doméstico e 22% no internacional, somando R$ 4.454.930.402 e R$ 3.742.105.281, respectivamente. A Gol confirmou o primeiro lugar no mercado nacional, enquanto a Latam, líder do internacional, nunca viu a Azul tão próxima no mercado brasileiro. A hotelaria, por sua vez, não conseguiu

acompanhar o ritmo da aviação e registrou queda de 5,3% no doméstico e 7,7% no que diz respeito aos empreendimentos do Exterior. Nenhuma surpresa, segundo o diretor executivo da Abracorp, Gervásio Tanabe. Tudo dentro do previsto. “Viemos acompanhando ao longo do ano o desempenho do mercado e prevíamos alta de 5 a 7%, e este número não saiu do radar em nenhum momento do ano”, avaliou. “Isso aconteceu em função da retomada econômica. Enquanto alguns setores impactantes da economia sofreram mais, como a construção civil, outros cobriram o déficit, como agronegócio, mercado financeiro e de tecnologia. Acredito que, em 2017, o ambiente político não impactou em nada, e a esperança que temos para 2018 é que siga sem impactar, haja vista a maior maturidade da economia.”

AVIAÇÃO

A Gol confirmou, pelo segundo ano consecutivo, sua liderança de faturamento nas viagens domésticas, fruto da priorização do setor corporativo no planejamento estratégico de Paulo Kakinoff. A companhia aérea cresceu 12,9% e atribui o primeiro lugar a “equipes dedicadas

Aéreo internacional (bilhetes) Cia Aérea

Bilhetes

Vendas (em R$)

para este segmento e o contínuo trabalho de inteligência e análise das informações para gerar melhores entregas e negociações com esse público”, além do investimento em tecnologia a bordo, conectividade e salas vip exclusivas. “Temos hoje o melhor produto para esse cliente, seja em serviços, atendimento, e conectividade de malha, tanto nos voos próprios quanto com os parceiros internacionais. O nosso trabalho diário é garantir aos nossos passageiros a melhor experiência e assim ampliar a nossa rede de fidelização”, avalia seu vice-presidente de Vendas e Marketing, Eduardo Bernardes. Contudo, a grande surpresa de 2017 foi a Azul, que cresceu 5,9% versus 2016. A companhia incomodou a concorrência ao crescer em faturamento trimestre a trimestre e encostar na Latam. Tanabe atribui o bom desempenho à conectividade oferecida pelo hub de Campinas e às rotas pulverizadas que a Azul atende de maneira exclusiva pelo Brasil, o que vai ao encontro de passageiros do agronegócio e outros setores em ascensão na economia. Destinos no interior do Rio Grande do Sul e dos Estados do Centro-Oeste, como Mato Grosso, se destacam. Livre de concorrência em determinadas rotas, a Azul se dá o direito de aumentar seu tíquete médio a uma demanda crescente. Recentemente, a Azul atingiu a marca de 60 milhões de passageiros transportados a partir de Viracopos, aeroporto que a companhia garante ser o maior centro de transporte aéreo da América do Sul. São 180 decolagens diárias para 52 destinos. A Avianca Brasil também tem motivos para comemorar os resultados no corporativo em 2017, quando ampliou seu faturamento em 26,5% em comparação com o ano anterior no segmento. A Latam subiu 4,1% nas vendas. A tarifa média do aéreo do-

méstico ficou 4,8% mais cara. No internacional, novamente domínio da Latam. A companhia cresceu 12,6% em faturamento com rotas para o Exterior no corporativo. A American faturou 17,7% a mais do que no ano anterior, e a Air France-KLM, 39,5% de alta.

HOTELARIA

A alta do aéreo não foi o suficiente para a hotelaria ter um desempenho positivo em 2017. Segundo Gervásio Tanabe, uma das justificativas para este motivo é a mudança na maneira como as empresas estão programando a viagem de seus profissionais. “Abusos na programação de viagem geram despesas, portanto as corporações estão planejando melhor a viagem de seus passageiros: isso significa enxugar o número de pernoites e exigir mais ‘bate e volta’ quando o profissional poderia se hospedar. Outro recurso para reduzir os custos é enviar um ou dois profissionais em uma viagem que, em tempos mais abonados, iriam cinco ou seis. Com a crise econômica, as empresas buscam cortar despesas de todos os lados, e as viagens são um dos departamentos que mais sofrem”, analisa o diretor executivo, descartando a possibilidade das hospedagens alternativas como Airbnb tenham influenciado diretamente nos dados. A hotelaria nacional caiu 5,3%, enquanto a internacional recuou 7,7%. Em diárias vendidas, os independentes evoluíram 4,6%. A Accor oscilou 5%, mas manteve a liderança entre as grandes redes no País. Em novembro do ano passado, a companhia francesa assumiu 21 hotéis da BHG, e a aquisição, de alguma maneira, deve alterar o cenário ano que vem. A rede Bourbon teve o crescimento mais acentuado, com 21,2%, enquanto a Windsor amargou a maior queda, com 24,7%. No primeiro semestre, com os números já em queda, a rede carioca justificou parcialmente sua queda.

2016

2017

VAR

2016

2017

VAR

Latam

181.931

201.206

10,6%

590.345.451

661.623.852

12,6%

American

87.949

98.592

12,1%

374.308.680

440.580.845

17,7%

Air France/KLM

56.475

72.732

28,8%

244.695.987

341.276.679

39,5%

United

47.389

53.272

12,4%

240.733.603

283.283.821

17,7%

Lufthansa/Swiss

43.715

45.744

4,6%

243.105.751

269.126.737

10,7%

Delta

43.389

53.269

22,8%

188.424.550

238.093.909

26,4%

Tap

42.062

63.730

51,5%

141.609.154

215.863.189

52,4%

British/Iberia

34.087

43.970

29,0%

149.566.100

196.099.412

31,1%

Emirates

17.985

23.523

30,8%

103.521.814

164.380.704

58,8%

Copa

44.041

55.380

25,7%

136.160.167

155.374.044

14,1%

Avianca

48.131

68.067

41,4%

115.947.637

146.154.298

26,1%

Aeroméxico

18.356

22.585

23,0%

76.931.350

85.655.636

11,3%

Avianca Brasil

Aerolíneas

42.262

49.146

16,3%

55.200.358

66.277.200

20,1%

Azul

1.723.559 1.779.218

3,2%

Alitália

16.178

19.484

20,4%

51.545.609

65.335.085

26,8%

Gol

2.284.170 2.274.309

-0,4% 1.237.775.536 1.397.940.331 12,9%

Gol

44.183

42.491

-3,8%

58.563.181

61.452.487

4,9%

Latam

2.117.127 2.158.252

1,9%

Demais

91.899

168.812

83,7%

297.422.699

348.527.384

17,2%

Demais

Pag 14 e 15 - Abracorp.indd 14

Aéreo doméstica (bilhetes) Cia Aérea

Bilhetes

Vendas (em R$)

2016

2017

VAR

2016

2017

VAR

856.400

1.074.941

25,5%

394.718.475

499.460.714

26,5%

84.327

108.256

28,4%

1.183.018.777 1.253.323.289

5,9%

1.195.023.451 1.244.311.602 4,1% 41.890.260

59.894.466

43,0%

08/02/18 18:05


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14 a 20 de fevereiro de 2018 JORNAL PANROTAS

Empresas viram foco UMA DAS PRINCIPAIS HERANÇAS DAS AGÊNCIAS ABRACORP NO PERÍODO DE CRISE É A EN-

trada volumosa de clientes de médio porte, o que requer maior especialização dessas associadas em consultoria com diferentes tipos de segmentos. Isto é, empresas de médio porte estão exigindo expertise para emissão de suas viagens, por isso acabam recorrendo à terceirização, enquanto as agências em si têm de mostrar um diferencial aos clientes para justificar a contratação do serviço. “Por mais que grandes empresas estejam investindo em estrutura própria em substituição a uma TMC, as pequenas e médias estão crescendo cada vez mais em participação com as associadas Abracorp, notando a importância de terceirizar um serviço que requer especialização em meio à enxurrada de tarifas on-li-

ne”, pondera o diretor executivo. “Por isso insistimos que a TMC tem de ser focada em consultoria. Mais do que transação, tem de se especializar no modelo de atuação do cliente. Quem tiver isso sai na frente, pois atende todos os níveis”, completa Tanabe, admitindo que as médias empresas começaram a pesar na balança no faturamento das associadas. É por isso, continua Tanabe, que a segmentação é um fator importante para as agências corporativas. “Hoje temos TMCs Abracorp que têm ilha específica para o financeiro, outras para tecnologia. Um fato que acontece no mercado mundial envolvendo o mundo digital tem impacto direto nas empresas de tecnologia, e só um consultor focado e antenado no nicho pode rever alguma ação para o cliente em termos de política de viagem.” p

Gervasio Tanabe, diretor executivo da Abracorp, crê que os resultados saíram dentro do esperado em 2017

Hotelaria Internacional (diárias e vendas) Hotel

Diárias

Vendas (em R$)

2016

2017

VAR

2016

2017

VAR

Independentes

284.687

305.125

7,2%

149.008.332

160.022.942

7,4%

Outras redes

267.126

250.056

-6,4%

143.661.686

130.464.083

-9,1%

IHG

74.934

63.774

-14,9%

30.396.109

26.682.747

-12,2%

Hilton

55.098

44.992

-18,3%

35.740.384

24.144.866

-32,4%

Accor

53.665

46.590

-13,2%

30.255.215

19.165.304

-36,7%

Brokers

39.794

27.907

-29,9%

22.976.436

20.235.785

-11,9%

Total

775.304

738.444

-4,8%

412.038.161

380.715.727 -7,6%

Hotelaria nacional (diárias e vendas) Hotel

Diárias

Vendas (em R$)

2016

2017

VAR

2016

2017

VAR

Independentes

3.920.753

4.099.717

4,6%

726.090.464

725.090.565

-0,1%

Accor

1.049.722

1.102.473

5,0%

257.078.793

248.053.511

-3,5%

Outras redes

1.877.207

1.779.339

-5,2%

457.523.402

403.161.713

-11,9%

Atlantica

634.018

584.063

-7,9%

154.180.380

139.064.437

-9,8%

Blue Tree

213.727

242.139

13,3%

57.544.746

54.813.958

-4,7%

BHG/Solare

253.540

197.235

-22,2%

58.122.495

51.509.058

-11,4%

Brokers

226.182

217.088

-4,0%

46.563.178

-17,2%

Intercity

222.561

228.877

2,8%

46.252.142

-3,2%

Meliá

112.675

102.567

-9,0%

39.088.700

43.522.888

11,3%

Windsor

132.541

113.644

-14,3% 54.905.782

41.368.543

-24,7%

Bourbon

73.734

94.908

28,7%

28.402.763

21,2%

Transamerica

86.440

87.233

0,9%

24.459.361

4,5%

56.209.578 47.780.048

23.444.206 23.411.606

“Desde 1º de maio de 2017, visando à melhor adequação do portfólio, deixamos de administrar o Windsor Atlantica Hotel, que possuía 545 unidades habitacionais, impactando assim a comparação percentual do número de diárias e receitas entre o primeiro semestre de 2016 e de 2017”, aponta, em comunicado oficial. A venda foi para a rede Hilton. Cabe destacar que o agrupamento dos hotéis independentes, detentor do maior faturamento na hotelaria nacional, sofreu variação negativa de 0,1% de um exercício para outro. Na hotelaria internacional, apenas o agrupamento dos independentes registrou resultado positivo. Cresceu 7,2% na venda de room nights e 7,4% em faturamento. As demais redes apresentaram resultados negativos.

LOCAÇÃO E TRANSFERS

Uma das surpresas foi a queda da locação doméstica, de 9%, setor que vinha crescendo e apontando boas expectativas no Brasil. A internacional caiu 10%. Localiza e Movida lideraram em venda de diárias e faturamento. A Localiza cresceu 0,2% em venda de diárias e ficou estável em faturamento. A Movida caiu 0,9% em diárias e reduziu 7% em faturamento. Já o segmento de transfers cresceu 31,9%, em números absolutos. p

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16 Aviação

14 a 20 de fevereiro de 2018 JORNAL PANROTAS

> Henrique Santiago

Enfim, Brasil A PISTA DE POUSO DO AEROPORTO DE GUARULHOS RECEBEU NO ÚLTIMO DIA 7 O PRIMEIRO BOEING 737 MAX 8 a

aterrissar em solo brasileiro. A aeronave da Aerolíneas Argentinas pousou cerca de duas horas e dez minutos depois de decolar do Aeroparque, em Buenos Aires. Com alta ocupação, os passageiros desembarcaram no Terminal 2 de Guarulhos e, entre eles, estava o presidente da Aerolíneas, Mario Dell’Acqua. O executivo, entre uma viagem e outra, chegou à cidade paulista em um breve stopover para celebrar o resultado e saudar o público brasileiro. Em uma parada de uma hora, tempo que separou a chegada e saída do Max 8, Dell’Acqua foi só elogios à aeronave e ao público brasileiro. “Esse avião, o mais ‘novinho’ da nossa frota, é uma amostra do compromisso que temos com esse mercado. O Brasil é um destino muito forte e tem nos ajudado no desenvolvimento de nossa empresa”, afirmou. “Os passageiros vão voar com menos ruídos e nós vamos gastar menos combustível. Com essa economia, vamos disponibilizar uma poltrona confortável e mais barata”, completou, dizendo que até maio a Aerolíneas terá cinco desses modelos em sua frota. Com pouco mais de dois meses de uso, os três B737 Max 8 (veja mais informações sobre o avião no box) da aérea só tinham realizado rotas den-

Mario Dell’Acqua e Gonzalo Romero

tro da própria Argentina até então. O voo entre Buenos Aires e São Paulo serviu não apenas como um teste, mas como uma forma de presentear uma de suas rotas mais rentáveis. O gerente geral da Aerolíneas no Brasil, Gonzalo Romero, declara que o plano de voos do jato está em análise e será encerrado ao fim de março. Até lá, portanto, esse modelo da Boeing não retornará a Guarulhos. “Ainda não temos nada definido. Pode ser São Paulo, Curitiba, Salvador ou Porto Alegre, mas o Brasil com certeza será incluído”,

Palavra do comandante O PILOTO PABLO ESTEBAN VILLAR FOI RESPONSÁVEL PELA

inauguração do Max 8 no Brasil. Em breve conversa, o comandante declarou que não sentiu muita diferença ao pilotar o jato, mas que seus resultados são sentidos de maneira indireta, como na redução de querosene e ruídos. O display com quatro telas de 15 polegadas é, segundo ele, mais moderno e bem melhor apresentado.

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Mais potente, o avião consegue fazer um trajeto de Buenos Aires até o Caribe sem parada. A economia também é sentida na duração de voo, como explicou Villar. De Aeroparque até Guarulhos, a aeronave voa em duas horas e dez minutos com velocidade máxima de 796 quilômetros por hora. Já com o B737800 a conexão é feita em duas horas e 20 minutos com alcance de 784 quilômetros por hora. p

adiantou ele. Sem revelar detalhes do mercado brasileiro, a Aerolíneas transportou um total de 1,2 milhão de passageiros em janeiro deste ano. Esse número passa diretamente pelo desempenho das rotas no Brasil que, além dos 90 aproximados voos semanais, ganhou mais 30 durante a alta temporada em cidades como Florianópolis e Porto Seguro (BA). Ao ser questionado sobre a 100ª rota regular, Romero diz que o número recorde não deve acontecer ainda

este ano, porém estará bem próximo. A partir de 3 de abril, a cidade de Porto Alegre passará a contar com dois voos diários para a capital argentina. O incremento também passa pelo número de assentos, pois Curitiba ganhará um B737-800 em substituição ao Embraer 190, passando de 96 assentos para 170. Até dezembro, a Aerolíneas promete ao menos mais um novo destino no Nordeste, ainda não revelado. Até lá, a empresa tem tempo de sobra para cruzar a Argentina e chegar até o Brasil com seu novo avião. p

Raio-x do Max C O M 170 A SSENTO S, O BOEING 737-8 MAX DA AEROLÍNEAS É CONFIGURADO COM

oito lugares na Club Economy (2-2) e 162 na econômica (3-3). O avião de corredor único tem 39,5 metros de envergadura e 12,3 metros de altura. O motor CFM Leap-18 é considerado um dos mais avançados da indústria e os winglets oferecem um melhor resultado operacional. O modelo é mais econômico e reduz em 14% o uso de combustível e em 14% a emissão de carbono. Traz ainda uma economia de 8% nos custos operativos e tem um índice de confiabilidade operacional avaliado em 99,7%, assegura a companhia. p

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> Henrique Santiago

Pousos inéditos O DESENVOLVIMENTO DA AVIAÇÃO REGIONAL É ENCARADO COMO UM MITO PARA UM EMPRESÁRIO DO SETOR AÉREO. NA VISÃO DO PRESIDENTE DA

Twoflex, Rui Aquino, que lidera uma empresa de táxi aéreo em Jundiaí (SP), o que as companhias aéreas fazem hoje é instalar uma base em uma cidade pequena para operar apenas um voo semanal. Entretanto, seus planos para construir uma capilaridade regional de verdade vão muito além disso. Ele encabeça a criação de uma estratégia que pretende priorizar regiões afastadas dos grandes centros. Com isso, sua empresa encontrou na Gol a parceira ideal para pôr as ideias em prática. A Twoflex realizará o que chama de operação complementar, ou seja, colocará seus aviões à disposição em rotas que contemplem uma demanda de até 30 passageiros. Se o número parece não impressionar, a companhia presidida por Paulo Kakinoff enxerga um cenário proveitoso e praticamente não explorado no Brasil. Aliás, a única aérea cuja pulverização é parte da estratégia prioritária é a Azul, e não é por menos que a companhia vem incomodando a concorrência no setor corporativo, muito por conta do alto volume de empresários do agronegócio e outras indústrias inseridas Brasil adentro. Em relação à parceria Gol-Twoflex, um voo-teste já foi realizado no fim do ano passado ligando as cidades de Porto Alegre e Bagé (RS) em apenas uma hora – o percurso de carro dura aproximadamente sete horas, aponta a empresa. O avião em questão é o Cessna Grand Caravan, um turboélice fabricado nos

Rui Aquino, presidente da Twoflex

Estados Unidos com alcance de voo de quase dois mil quilômetros. A frota da Twoflex é composta por 18 modelos dessa aeronave. “Se pudéssemos, teríamos 300 deles. É o melhor que existe, não tem dúvida”, confia Aquino.

NEGOCIAÇÕES

Com previsão de ser aprovado em março, o acordo ainda guarda muitos detalhes. Sabe-se que a venda de bilhetes será feita exclusivamente pela Gol e as rotas serão iniciadas do Sul do Brasil, utilizando a conexão entre Porto Alegre e Bagé como embrião desse negócio. As conversas não foram feitas apenas com a Gol, que lidera o market share doméstico há mais de um

Modernização OUTRA RECENTE AQUISIÇÃO FOI UM SIMULADOR DO CESSNA GRAND CARAVAN. A TWOFLEX

desembolsou cerca de R$ 1 milhão para trazer ao Brasil um dos nove exemplares existentes no mundo. O equipamento, fabricado

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pela norte-americana Red Bird, já foi instalado em sua sede, em Jundiaí, e mostra situações diversas, como ocorrências e imprevistos que podem acontecer em um voo. A ideia é treinar os mais de 60 pilotos e copilotos em até seis meses. p

ano. Aquino, que é acompanhado de seu sócio, o vice-presidente Anderson Davo, tentou desenrolar eventuais parcerias com as três outras grandes aéreas brasileiras: Azul, Avianca e Latam Airlines. Essa empreitada seria um salto no transporte de passageiros para a Twoflex, que tem 80% de seu volume em cargas. Um bilhete em um Cessna para nove passageiros tem custo médio de R$ 700 e é vendido geralmente para o passageiro corporativo, mas seu público também alcança o lazer. A Twoflex já atua na operação aérea do programa Voe Minas Gerais, desenvolvido pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de

Simulador custou cerca de R$ 1 milhão

Minas Gerais, a Codemig. Um total de 17 cidades mineiras são conectadas.

EM CURTO PRAZO

A Twoflex irá adquirir mais cinco aviões ainda este ano, segundo Aquino. Com as 18 aeronaves na frota, a Twoflex opera sem nenhum avião na reserva. Somente no ano passado, os turboélices voaram 20 mil horas. A intenção é comprar mais cinco unidades até junho, em um investimento de R$ 20 milhões por modelos Caravan usados. Enquanto um avião zero tem um custo de US$ 2,5 milhões, o seminovo sai pela metade do preço. A empresa paga do próprio bolso pela manutenção de seus exemplares. Um objetivo complementar, e tão ambicioso quanto, é chegar ao quadro de 80 pilotos nesse ano. Com faturamento na ordem de R$ 65 milhões no ano passado, a empresa de táxi aéreo pretende fechar 2018 com uma receita de R$ 80 milhões. "Nós somos tímidos, mas incomodamos. Olha isto daqui. Preocupa, não?!", indagou, ao mostrar em seu celular um mapa que apresenta a penetração da Twoflex no território nacional. p

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SurFACE

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Luiz Eduardo Falco, presidente da holding CVC Corp

Dois dígitos

O lucro líquido ajustado da CVC Corp em 2017 foi de R$ 250,6 milhões, alta de 20,6% em relação ao mesmo indicador em 2016. O Ebitda da holding foi de R$ 593,6 milhões, crescimento de 12,9% no mesmo período comparativo. No segmento de viagens de lazer, com CVC e Visual, as reservas confirmadas foram de R$ 1,7 bilhão entre outubro e dezembro e de R$ 6,3 bilhões em 2017, crescimento de 8,8% e 12,8%, respectivamente. Já Rextur Advance e Trend apresentaram alta de 15,8% no acumulado do ano. O aumento de dois dígitos também foi visto nas lojas exclusivas e agentes independentes, de 11,1% e 13,1%, respectivamente.

Design renovado

Nova marca da Lufthansa chamou atenção nas redes sociais

Que tal a nova cara da Lufthansa? A companhia alemã comemora o centenário em 2018 e adotou o azul escuro como sua cor principal. Em evento comemorativo, a aérea aproveitou para apresentar oficialmente um Boeing 747-8 e um Airbus 321 com o novo design. “A Lufthansa mudou e é mais moderna e mais bem sucedida do que nunca. De hoje em diante, isto estará visível para o público também através de um novo design”, afirmou a chairman Carsten Spohr.

Passaporte em cartório

Já é possível aos cartórios brasileiros dar início ao processo para que emitam carteira de identidade e passaportes para cidadãos brasileiros. A prestação desse serviço requer, no caso da emissão de registro de identidade (RG), que a associação local dos cartórios formalize convênio com a Secretaria de Segurança Pública do Estado. Já o convênio para a emissão de passaportes terá de ser firmado entre a Polícia Federal e a associação nacional dos cartórios de registro natural. Nas duas situações os acordos deverão passar por análise e homologação do Poder Judiciário. 

Made in China

A Hainan Airlines chegou ao Brasil. Uma das principais companhias aéreas da China agora é representada pelo Tal Aviaton Group, também representante de El Al, de Israel, e Aegean Airlines, da Grécia. A Hainan acredita que o volume de tráfego para América Latina crescerá nos próximos anos, por isso tem interesse em uma base para representá-la na região. A companhia é uma das peças principais do HNA Group, grupo de investimento acionário de Azul Linhas Aéreas, Tap, Hilton e Dufry, e que recentemente demonstrou interesse em substituir a Oderbrecht na gestão do Rio Galeão. A gerente comercial do Tal Aviation Group no Brasil é Larissa Moura Pena, enquanto Sandra Dohoczki cuida das Operações.

Ponto a ponto Carlos Gonzalez, que no final dos anos 1990 esteve bem próximo do trade brasileiro quando era um dos altos executivos dos parques Disney, morreu na semana passada, aos 89 anos Antes sócia de Giselle Makinde na Double Task, Janaína Araújo agora é representante exclusiva de Curaçao no Brasil: jaraujo@curacao.com ou (11) 94758-1630. Após Hugo Lagares, foi a vez de Bruno Sá deixar a MMTGapnet, onde atuou por cinco anos e meio com gerente regional de Vendas.

Localizado em São Paulo, o escritório pode ser acionado pelo (11) 4508-0515.

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corporativo

www.pancorp.com.br

Sem despacho

Antes restrita às low costs, a categoria de bagagem Hand Baggage Only (HBO), em que o cliente paga mais barato para viajar apenas com mala de mão, chegou às aéreas tradicionais em voos transatlânticos. Alitalia, Air FranceKLM, Tap e Lufthansa já aderiram ao modelo e agora foi a vez da Delta Air Lines entrar no jogo. A categoria econômica básica da Delta, mais barata e que não inclui bagagens despachadas, estará disponível em uma série de rotas que ligam a Europa aos EUA a partir de 10 de abril. Caso o cliente deseje despachar bagagens, a melhor opção é pagar um pouco mais pela tarifa econômica; caso opte pela tarifa HBO, o despacho de uma peça sairá ao custo de US$ 60, com a segunda custando US$ 100 adicionais.

Bate o martelo

Passageiros que compram econômica da Avianca Brasil em voos a Miami, Santiago e/ou Nova York agora podem participar de um leilão virtual de upgrade para classe executiva. No programa Dream Up, os clientes confirmam a elegibilidade no site, e, uma semana antes do embarque, são encaminhados para o leilão. A plataforma apresenta um gráfico dinâmico que aponta as possibilidades de aceitação do lance, de acordo com o valor oferecido. Todo o processo de pagamento deverá ser feito on-line, apenas com cartão de crédito. Mais detalhes e o regulamento completo da ação podem ser conferidos no site: www. avianca.com.br/ upgradedecabine.

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