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Edição 3 - Suplementos Diários PANROTAS na Abav 2017

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ABAV EXPO | Edição #3

Ano 41 | 29 de setembro de 2017

Um programa consistente em parceria da Abracorp com a Abav levou diversos players do segmento para debater assuntos atuais e visitar a feira. Edmar Bull (foto), presidente da Abav Nacional, dá mais um passo em direção ao evento ideal. O segredo: parcerias, visão de mercado e muito trabalho. A Abav Expo volta a São Paulo de 26 a 28 de setembro de 2018

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Excelente!!! Super Confortável. Amei viajar com vcs. #AviancaLover Amei!

Quem recebe nosso serviço de bordo sabe que voar e amar tem o mesmo significado. Maior espaço entre todas as fileiras de poltronas em todas as aeronaves, entretenimento de bordo e conforto. É muito fácil amar Avianca.

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/AviancaBrasil avianca.com.br

QUEM VOA, AMA.

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EDITORIAL > Artur Luiz Andrade - CCO e editor-chefe

PRECISAMOS CONVERSAR SOBRE TUDO

O Fórum Abracorp e os debates da Vila do Saber mostram que estamos ávidos por debater e falar, mas ainda precisamos aprender a sermos transparentes (com responsabilidade e de forma construtiva), críticos para o bem e para o mal, menos passionais e mais coesos como indústria. Não adianta fazer dez eventos sobre viagens corporativas ou outros temas e escondeu que são encontros puramente de relacionamento. Tem de ter espaço para tudo: debate, relacionamento, treinamento, capacitação, exposição de produtos... “O combinado não sai caro” foi a frase mais usada no evento da Abracorp, portanto, é preciso combinar antes, de verdade. E “desaprender” algumas coisas para poder avançar no setor e estar apto a absorver mudanças. O momento do País e do Turismo foi muito propício para a Abav Expo e Encontro Braztoa: o evento avançou, o otimismo começa a minar a crise, mas é preciso mais. É preciso amadurecer e deixar as novas ideias, até as antes impensadas, aflorarem. Sabemos que não há mais reserva de mercado e um só canal de vendas, e nem inimigos mortais, pois eles amanhã podem comprar sua empresa, se associar a ela ou decretar o renascimento do seu negócio. Sabemos também que o mercado tende a crescer: quem acha que ele encolheu pode estar sim perdendo espaço e a corrida pelos viajantes e seus negócios. Turismo

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é algo que não vai ser freado no Brasil, a não ser que fatores externos, como guerras mundiais e crises avassaladoras, voltem a nos assombrar. Sabemos que valor agregado (nos produtos, empresas e relacionamentos), entendimento e proximidade com o cliente, tecnologia usada de forma inteligente, transparência, agilidade (para atender, mudar, resolver...) são alguns dos features do novo cenário de negócios. Mas eventos como a Abav Expo e Encontro Braztoa e líderes como Edmar Bull e Magda Nassar, além de empresas que apostam cada vez mais na personalização, nos mostram a cada dia que somos nós, pessoas, que (ainda) fazemos a diferença no final. Com determinação, valores, histórico e visão de futuro, relacionamentos sinceros (e abertos), sem preconceitos e sem amarras. O futuro é nosso. Por fim, mas não menos importante, obrigado a todos que nos visitaram no Estande PANROTAS, no Portal PANROTAS e nesses Diários PANROTAS na Abav, quem nos segue nas redes sociais, quem se importa e interage com a gente, quem faz a história do Turismo na frente de nossas lentes, em entrevistas, reuniões e bate-papos. O ano ainda não acabou, mas a sensação de dever cumprido, depois de três dias de Abav Expo e Encontro Braztoa, merece ser repartido com todos vocês. Obrigado.

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BRAZTOA

> Henrique Santiago

VENCEDORES ANUNCIADOS Divulgação

Magda Nassar premia Christiana Chao, da Mar-Tha Rio

A Braztoa anunciou na 45a Abav Expo o vencedor do Passaporte Braztoa 2017. Ou melhor, a vencedora: Christiana Chao, da empresa Mar-Tha Rio, do Rio de Janeiro, tricampeã do programa. A campanha de incentivo entre agentes e operadoras associados reuniu um total de quatro mil inscritos de todo o Brasil. A tricampeã levou para casa o prêmio de R$ 30 mil que serão utilizados como créditos com as empresas da Braztoa. Além do prêmio maior, a entidade reconheceu o melhor de agentes de viagens de cada região do País. São eles: Nordeste: Geni Cristina Farias, da Lafuente Turismo, do Ceará, que ganhou a Excursão Circuito de Portugal com Santiago de Compostela, da Abreutur; Centro-Oeste: Glauber Coutinho Pereira, da Gold Lion Tour Viagens, do Mato Grosso do Sul, que foi premiada com o Circuito Terrestre Europa para brasileiros, da CVC; Sul: Larrysa Grotti Kohler, da Tomasoni Viagens, de Santa Catarina, que irá a Santa Monica em outubro de 2018, com a Orinter;

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Sudeste: Samira Beze, da High Season Viagens, do Rio de Janeiro Cruzeiro pelo Vale Encantado do Rio Reno, com a Transmundi; Norte: Sheila Castro, da Regiatur, do Amazonas - viagem para o Norte da Argentina, a convite da Inprotur. A presidente da Braztoa, Magda Nassar, aproveitou a oportunidade para anunciar também os finalistas do Prêmio Braztoa de Sustentabilidade 2017/2018.

Os três melhores das categorias Associados Braztoa, Agências de viagens, Meios de hospedagem, Meios de hospedagem & resorts, Parceiros do Turismo e Projetos inovadores foram escolhidos entre os 79 cadastrados. Os vencedores serão conhecidos no dia 30 de outubro na convenção anual da associação, em Foz do Iguaçu (PR). Veja os nomes no quadro:

ASSOCIADOS BRAZTOA Agaxtur BWT Operadora New Age Tour Operator

Untamed Angling do Brasil Terra dos Sonhos Empreendimentos Turisticos

AGÊNCIAS DE VIAGENS Accessible Tour Turismo Baluarte Pousada e Ecoturismo Ecoexperiências Turismo Sustentável MEIOS DE HOSPEDAGEM & RESORTS Costão do Santinho Resort Mabu Thermas Grand Resort Sofitel Guarujá Jequitimar MEIOS DE HOSPEDAGEM Pousada Piuval

PARCEIROS DO TURISMO Cataratas do Iguaçu Estância Mimosa Ecoturismo Ideia Tours PROJETOS INOVADORES CEFET RJ/Petrópolis "UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro - Ir e Ver: Turismo Pedagógico UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro – Rede Brasilidade p

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VILA DO SABER

A SITUAÇÃO JÁ VIROU > Rafael Faustino

Já está acontecendo. O crescimento da economia será uma realidade nos próximos anos, para o economista Ricardo Amorim, que fez a palestra de encerramento do segundo dia de Abav Expo e Encontro Comercial Braztoa. Para ele, 2018 será o ano de uma verdadeira retomada – que já aconteceria neste ano, se não fosse o escândalo político Joesley Batista. O motivo para acreditar? A confiança, seja de consumidores, empresários ou indústria, que pode ser observada nos indicadores medidos mês a mês. “A confiança é o combustível que move a economia. E ela vem crescendo com base em fatos reais. A geração de emprego já voltou a crescer, as taxas de juros mais baixas favorecem a distribuição de crédito, e o reflexo disso vai ser mais financiamentos, inclusive em viagens”, apontou em uma apresentação recheada de dados históricos que embasam sua tese. Alguns deles dizem respeito a outros períodos históricos de grandes crises: o crash de 1929, o golpe militar em 1964, o Plano Collor: todos eles representaram grandes depressões econômicas, e sempre nos três anos seguintes veio um grande crescimento. “De certa forma, a gente precisava da recessão para ajeitar desequilíbrios que tínhamos. E agora teremos um crescimento mais sustentável”, destacou, lembrando que, diferentemente da década passada, quando o avanço econômico veio puxado apenas pelo consumo, agora se veem sinais de alta na produção industrial, e de forma descentralizada geograficamente.

Jerome Cadier, presidente da Latam Airlines Brasil, Edmar Bull, presidente da Abav Nacional, e Ricardo Amorim

CRISE: O MOMENTO CERTO DE APOSTAR O maior impacto das crises, para Amorim, ocorre em função de investimentos feitos tardiamente. “As pessoas investem quando o cenário já está bom há algum tempo. Com isso, pagam preços maiores, e estão sujeitos a uma queda maior. Mas o melhor momento é quando está na crise. Porque, além de custar menos, quando o crescimento voltar, a demanda vem maior que a oferta, e se pode vender com maior margem”, diz. No caso brasileiro, diversos fatores contribuem para que o momento seja ainda mais propício, e que o Turismo seja um setor diretamente beneficiado,

segundo Amorim. “Primeiro pela força de nosso agronegócio, que tem novos compradores no mercado chinês. Então gera muita renda ao Brasil. Segundo porque, também por isso, as cidades do interior crescem mais do que as capitais atualmente, e são pessoas que ainda não tiveram essa oportunidade e vão precisar de auxílio para viagens. “Dizem que crise gera oportunidade. Não gosto disso, porque parece que ela cai no seu colo. Não é isso. Mas podemos criar a oportunidade na crise, porque é o melhor momento para crescer”. A palestra teve o patrocínio da Latam Airlines. p

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1 Karla Haimenis e Jorge Rodrigues, da AIT Operadora 2 Gonzalo Romero, da Aerolíneas Argentinas, com Guillermo Alcorta, da PANROTAS 3 André Sanajoti, Monica Afonso, András Fulop e André Fulop, da High Light

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4 Duda Vasconcellos, da Kontik, recebe a placa de poderoso das mãos de Guillermo Alcorta e Heloisa Prass 5 Luciana Mitri, da Intercâmbio Global, e José Guilherme Alcorta, da PANROTAS 6 Rafaela Brown, da Aviareps, e Ingrid Facchinette, da Ideas4Brand/ Pegasus

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6 1 Time Flytour em peso no Estande PANROTAS

PANROTAS, Guillermo Alcorta, e do CEO José Guilherme Alcorta

2 Michael Barkoczy, da Flytour Viagens e

5 Os poderosos Sylvio Ferraz

Guillermo Alcorta

3 Ana Paula Oliveira, da Flytour Business Travel, foi outra líder que compareceu ao Estande PANROTAS para receber a homenagem

(MMTGapnet), Ivo Lins e Rui Alves (ambos do Grupo Flytour)

6 Guillermo Alcorta entrega as placas de Marcelo Sanovicz e Luciano Guimarães, da Rextur Advance

4 Christiano Oliveira, do Grupo Flytour, recebe a placa do presidente da

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1 Rene Amorim, da PANROTAS, com Ricardo Gouveia, do Malai Manso 2 Fernão Loureiro, da GBTA e Philips, com José Guilherme Alcorta e Heloisa Prass, da PANROTAS 3 Café gourmet oferecido pela Best Western Hotels & Resorts

5 Bruno Heleno, da Hotéis Othon, Simone Lara e Heloisa Prass, da PANROTAS, com Paulo Michel, também da Othon 6 Klaus Kuhnast, da Bekup, Guillermo Alcorta, da PANROTAS e Guillermo Nardi, da Pluralis

4 Leandro Carvalho, da Tui Brasil, e Rene Amorim, da PANROTAS

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1 Yuri Urbanavicius, Pedro Faria, Marcos Borges e Valdir Tomasetti Filho, todos da Agaxtur

4 José Pereira, Carolina de Souza e Maria Clara Rompani, da Discover Cruises

2 Roberto Silva, da Ernanitur, com Helena Diogo, do Hotel Diogo

5 Gilberto Hingel, Roberto Siqueira e Ricardo Delfin, todos da Litoral Verde

3 Leonardo Santos, Silmara Souza, Gabrielle Silva e Jesse Alves Correia, da Assist Card

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6 Luis Quaggio, da Tap, e Lucimar Reis, da United

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1 Francisco Leme, da Jet Stream, e Edmar Bull, da Abav Nacional 2 Luis e Solange Vabo, do Reserve 3 Douglas Camargo, Michelle Yogi da Silva, Flavia Brancaglione e Luis Ramos, da Unidas 4 Andrei Escarabello e Eduardo Pedro, da Maggi Rent a Car 5 Gabriel Melo, Luciano Guimarães e Flavio Ayra, da Rextur Advance 6 Belkys Ventura e Ângela Martinez, do Barceló Hotel Group

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1 Roberto Oliveira, Karina Kayashima e Vinicius Valadares, da Travel Ace

4 Amira Olmos Rodríguez, da Gema Tours, e Maria Catalina Galvis, da Procolmbia

2 Humberto Torres, da Guarany, com Lusiane Fredrich, Debora Bordin e Diego Garcia Santos, do Turismo do Mato Grosso do Sul

5 Warlino Silva, Dorothy Higashi, Juliana Guerra, Vinicius Mercante, Cristiane Silveira e Karina Alvarez, da Azul

3 Anselmo da Costa, Anselmo Jr., Marcos Valerio, Lilian Camargo e Marcelo Ferro, todos da American Travel

6 Joaquim Domingos, da Azul, entre Liliana Moreira e Leonor Bernhoeft, da LTN Brasil

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AVIAÇÃO

> Eduarda Chagas

OTIMISMO PARA 2018 A Aerolíneas Argentinas demonstrou otimismo na 45a Abav Expo. Com uma das frotas mais jovens da América Latina, a empresa tem vivido um bom momento. Este ano inaugurou, em abril, um novo hub em Córdoba, no centro da Argentina, para garantir mais conexões aos passageiros. No Brasil, houve crescimento em termos de frequência de voos. Para o ano que vem, há alguns projetos para o País. A partir do segundo trimestre de 2018, Porto Alegre (RS) deve ter dois voos diários para a Argentina. Já o trajeto de Curitiba deve ser feito com o Boeing 737-800, que tem 170 lugares – atualmente são 96 no

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Embraer. Há também planos, ainda mais embrionários, de criar uma nova rota para o Nordeste. “Sempre estamos interessados em unir o Brasil e a Argentina, sobretudo porque

percebemos que há procura pelas rotas que já operamos”, diz a diretora regional América do Sul (Brasil, Bolívia, Paraguai e Uruguai) da companhia aérea, Gisela Marino (foto).p

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1 Fabrizio Cavallini e Fernando Tanaka, da Decolar.com 2 Anderson Serafim e Joaquim Domingos, da Azul 3 André Carvalho e Walter Leite, da Wex 4 Leticia Martínez, da IMC Travel, Jorge Luis Vignet, do Cancun CVB, Jaqueline Rodrigues, da MGM, Clementina Del Tejo, do Turismo da Riviera Maya, e Ricardo Nagib Jadão, da RNJ

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5 Jorge Rodrigues, da AIT Operadora, Alexandre Lima, da New It, Ana Paula Wagner, da Soul Traveler, Karla Haimenis, da AIT, Fred Levy, da Interpoint, Bernardo Gurgel e Anna Lucia Galperin, da New It, e Jorge Siciliano, da Point Travel 6 Rui Alves, Michael Barkoczy e Christiano Oliveira, do Grupo Flytour

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1 Hugo Franco e Sandra Passetto, da Air Canada, com Cassio Lucas “Kadu”, da South African Airways, e Alexandre Albino, da Sakuratur

4 Equipe da República Dominicana: Gabriel Cruz, Rene Contreras, Paola Gómez, Francisco Matos e George Rodríguez

2 Thais Orfano, Daniela Borges, Juliana Abrantes e Patricia Fagundes, da Esferatur

5 Guilherme Luck, Ana Rosa Luck e Gustavo Luck, da Luck Receptivo

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Fabianna Carneiro, da FC Viagens Personalizadas, Ángela Martínez, da Barceló, e Renata Ferro, de agência homônima

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6 Soely Oliveira, da BCD Travel Brasil, e Carolina Oricchio, da SAA

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TURNET TURISMO

A Turnet Turismo aproveitou a 45a Abav Expo e 48o Encontro Comercial Braztoa para lançar duas novidades, sua segunda filial e um aplicativo para facilitar o programa de fidelidade da empresa. Prevista para ser inaugurada na próxima segunda-feira (2), no Rio de Janeiro, a nova unidade é a primeira fora do Estado de São Paulo e terá Alexandre Dias como gerente. Já o aplicativo Turnet Fidelidade, oficialmente lançado durante a feira, deve servir como ferramenta para os participantes da campanha Agente Conta com a gente. Com ele, será possível consultar saldo de Chileps – nome dado à moeda especial para garantir recompensas –, efetuar resgates e até participar de promoções exclusivas. p

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21 Renato Carone e Alexandre Dias

SAA + NOVA OPERADORA

Altamiro Médici (SAA) e André Luiz Pereira (Nova)

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A parceria entre Nova Operadora e a South African Airways (SAA) parece ter dado certo. Após uma queda considerável na emissão de brasileiros para a África, especialidade das duas empresas, durante os últimos anos de crise, 2017 se consolidou como mais do que apenas um ano de recuperação, mas também como a resposta de como ensinar o trade a vender o destino africano no Brasil. Diretor da Nova, André Luiz Pereira detalhou e confirmou o sucesso do plano de ações. “Junto à SAA, planejamos uma série de ações para o ano, desde famturs até capacitações de agentes e materiais informativos, tudo com a intenção de ensinar os agentes a venderem África”, contou Pereira. Ele ainda revelou uma alta de 180% no número de viajantes brasileiros ao continente até agosto. A SAA é outra a comemorar o bom momento dos produtos africanos. De acordo com o gerente da aérea para o País, Altamiro Médici, a expectativa é de fechar o ano enviando mais que o dobro de brasileiros ao Sudeste da África. p

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EXPEDIA

O crescimento do doméstico foi uma das saídas para o mercado de viagens no período da crise econômica. Agora, em um momento de recuperação, a Expedia vê uma oportunidade de aproveitar essa alta com um movimento de aproximação junto da hotelaria independente no País. Gerente da OTA no Brasil, Rodrigo Tavares vê um crescimento das marcas independentes para atender o aumento da demanda de hóspedes nos últimos dois anos. “Eles querem entender mais o negócio das agências on-line. Aquela velha resistência à internet está caindo, mas muitos ainda não sabem como funciona, então temos nos preocupado em ser bem didáticos quanto ao funcionamento dos processos”, explicou. O relacionamento com os hoteleiros também foi abordado por Tavares. Segundo ele, é necessária uma abordagem muito mais pessoal em relação aos hotéis de grandes redes. A partir do momento em que o hotel passa a confiar na Expedia, tudo se torna mais fácil. “Quando ele vê os resultados, aí é o ponto-chave para que ele passe a confiar em nós”, concluiu Rodrigo Tavares. p

Rodrigo Tavares

SANDOS: UM VIZINHO PARA PLAYACAR

A Sandos Hotels & Resorts quer emplacar suas propriedades da Riviera Maya, no México, no mercado brasileiro. Com Cancun consolidada, a aposta para os próximos anos é um novo resort vizinho ao Sandos Playacar Beach Resort. Ainda sem nome, a diretora de Compras para América do Sul, María Peñarrocha, afirma que “também será um hotel familiar, mas cinco estrelas, de luxo, uma categoria maior, orientada ao mercado A”. Ao todo, o complexo terá 380 quartos, mas ainda não há previsão da inauguração completa. Por ora, a rede anuncia que em junho de 2018 já estará funcionando uma primeira fase do projeto – sem ainda dizer quantos apartamentos, na prática, isso representa. A torcida da Sandos é para que os hóspedes que já experimentaram o serviço da rede, voltem a viajar com a rede. “O passageiro brasileiro segue escolhendo Cancun, mas também notamos uma tendência de passageiros repetidos buscando novos destinos”, comenta, dando ênfase à realização de casamentos, que rendem grupos de 30 a 90 pessoas. p

María Peñarrocha, diretora de Compras para América do Sul

PARA OS PEQUENOS E MÉDIOS

“A Travelport continua focando muito em como pode ajudar o pequeno e o médio agente de viagens a seguir relevante, em um mercado que busca inovações e tecnologia.” Esse é o resumo da atuação da plataforma de distribuição no mercado global segundo as palavras do vice-presidente e gerente geral para América Latina, Luis Carlos Vargas (foto). “Nosso trabalho é entregar soluções para esse agente. Esse é o grande dilema, como o agente se reinventa em meio a essa revolução digital”, prosseguiu Vargas. Em meio às novidades, o sistema de reservas on-line da empresa, o My PNR, ganhou interface para mobile, buscando promover maior agilidade aos agentes. Para promover a ferramenta, a Travelport oferece incentivos para profissionais que associarem ao My PNR durante os dias da Abav. p

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ARGENTINA: UMA OPÇÃO SEGURA A viagem à Argentina é um daqueles roteiros seguros para o brasileiro, especialmente em momentos de crise econômica, quando o custo-benefício fala mais alto. Mas é preciso se movimentar para atrair aquele viajante que no passado já cruzou a fronteira. Por isso o secretário de Turismo da Argentina, Alejandro Lastra, afirma que o país tem “diversificado sua oferta, potencializando sua gastronomia, atividades culturais, eventos e vinhos”. Diversificando a oferta de produtos, diversifica-se o cliente. Com isto em mente, a Argentina visa a um aumento no gasto per capita deste visitante. Lastra conta que tem aumentado significativamente o número de turistas em viagens de negócios. Segundo ele, o perfil se aglomera entre os 33 e 45 anos, 65% chegando do Brasil via aéreo. Isso não quer dizer que a Argentina deixe de lado seus esforços pelo viajante em primeira visita. A devolução do IVA da hotelaria, que reduz valores de diárias em 21%, é prova disso. Os resultados têm aparecido diante da ação. “O fluxo de brasileiros começou a melhorar no segundo semestre de 2016. Hoje já está maior que em 2015, só abaixo dos melhores anos anteriores”, finaliza o secretário.p

CONFIANÇA NO AGENTE A Convenção de Vendas da BWT Operadora irá ganhar uma nova edição. O diretor comercial da empresa, Adonai Arruda Filho, adiantou que o segundo encontro acontecerá de 6 a 8 de abril de 2018, no hotel Sesc Caiobá, em Matinhos (PR). Ao todo, a empresa curitibana irá capacitar 220 agentes de viagens do Norte, do Nordeste e do Sul. A programação inclui visitas ao Trem da Serra, treinamentos com 24 expositores e sala de cinema para assistir a filmes de apresentações de destinos. A realização do segundo evento vai ao encontro do crescimento da operadora. No acumulado do ano, a BWT teve alta 30% no faturamento e aguarda um dezembro ainda mais positivo, com 40% a mais de receita. “O ano tem surpreendido com números bem acima do esperado. Em julho e agosto quebramos o recorde da operadora”, comemorou Arruda Filho.p

LÍDER REGIONAL A Ama Waterways vê no Brasil a diretriz para o crescimento na América Latina. O País é responsável por 30% das vendas de seus cruzeiros fluviais na região, segundo revelou o diretor de Vendas, Alex Pinelo (foto). O executivo, aliás, assumiu o cargo em maio e cravou sua primeira visita a São Paulo nessa 45a Abav Expo. Representada no Brasil pela Velle, especializada em cruzeiros, a empresa cresceu 50% na comercialização de seus produtos de janeiro até setembro deste ano em comparação ao mesmo período em 2016. De acordo com ele, o brasileiro passou a apreciar mais o “valor” oferecido nos cruzeiros fluviais de alto padrão. A exclusividade começa com o baixo número de cabines, serviço customizado e passa também por navios temáticos, que incluem, por exemplo, aulas de ioga. A Ama descarta o envio de embarcações para os rios brasileiros ou latino-americanos, embora reconheça a oferta de destinos exóticos por aqui.p

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Alex Pinelo, da Ama Waterways

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REGRAS CLARAS > Beatrice Teizen

Governança e compliance são fundamentais para uma empresa estar dentro das leis do País. Trabalhar dentro das regras é mais barato e lucrativo, impedindo que gastos ou problemas futuros aconteçam. Este foi um dos temas debatidos em uma das mesas redondas realizadas na 45a Abav Expo e 48o Encontro Comercial Braztoa. Segundo o gestor de Viagens da Unilever, Vinicius Luz, o compliance facilita seu dia a dia e evita complicações mais para frente. “Na empresa, eu deixo bem claro qual é a política e isso auxilia bastante a todos os colaboradores para saberem como atuar. “ É importante deixar claro para qualquer fornecedor que a companhia segue regras de compliance e um código de conduta rígido. “É muito fácil as pessoas se perderem nessa questão, pois são oferecidos ingressos para shows, jogos de futebol, pacotes em hotéis. Nada é de graça, quem está dando vai querer algo em troca, no futuro ele procurará essa fidelidade”, conta Luz. O vice-presidente do Conselho de Administração da Abracorp, Carlos Prado, sugere que qualquer empresa, independentemente do seu tamanho, faça uma lista de condutas e informe formalmente como ela espera que seu funcionário se relacione e aja. “Diversas TMCs da Abracorp têm esse documento. A vantagem da transparência é muito grande. “ “O fato de provar que há procedimentos de conformidade e busca por alinhamento já dá legalmente à corporação um viés de

VILA DO SABER

Tema muito discutido no setor de viagens corporativas, Compliance ganhou espaço na Vila do Saber

qualquer problema que possa ter e dará um benefício de qualquer punição”, explica o advogado da Abracorp, Marcelo Oliveira. Ele diz que empresas com número volumoso de colaboradores precisam ter todos sob controle, pois, se um deles agir fora do compliance, a companhia inteira será punida. O gestor da Unilever destacou também que é fundamental lembrar que, na cadeia como um todo, todo mundo é corresponsável. “As boas práticas começam por nós mesmos. Com as questões de corrupção que vemos atualmente, mudar como agimos fará uma enorme melhoria no futuro. A Abracorp, por exemplo, possui um estatuto bem elaborado, com um código de conduta e ética. Como foi criado há dez anos, a entidade está na fase final de ajustes e alterações. “Temos um Conselho, um código, uma estrutura grande para cuidar isso. Sabemos que as pequenas empresas não o possuem, mas tendo pelo

menos uma pessoa que cuide disto já ajuda”. Quanto mais transparência tiver, mais fácil será de fazer o negócio. “Não é uma vergonha estar dentro do compliance, é algo muito positivo para você como pessoa e profissional”, define Luz. Com isso, o fornecedor saberá que não adiantará oferecer brindes ou presentes, ele estará ciente de que o objetivo é negociar. pois a tríplice do compliance se dá por qualidade, minimização de riscos e novos negócios. “Quando estamos dentro dele, tem eliminação de chance de levar penalidades e multas. Então, é possível ter um mapeamento dos budgets com outros cenários”, afirma Oliveira. A partir do momento que são estabelecidas regras de como agir com o colaborador, fornecedor e cliente, as condutas são mais fáceis de serem seguidas. Agir com clareza e transparência não só ajudam na evolução da empresa, como também auxiliam no desenvolvimento do Turismo como um todo. p

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FÓRUM ABRACORP

QUASE UM PRIMEIRO ENCONTRO > Karina Cedeño

Painel principal do Fórum Abracorp

Pela primeira vez a Abracorp conseguiu reunir, em um mesmo debate, representantes das três entidades (ou grupos) de gestores de viagens (Alagev, TMG e GBTA), ao lado de TMCs e fornecedores (aviação, hotelaria e locadoras) em um painel atual e dinâmico, que foi batizado de 1º Fórum Abracorp. O objetivo era dar uma visão abrangente (360 graus) sobre três tópicos relacionados ao mercado de viagens corporativas: pessoas, tecnologia e governança. Mas saindo um pouco do discurso e das indiretas e pontuando temas que afligem o gestor, o TMC e o fornecedor atualmente. Afinal, como disse o diretor da Solid Viagens, Luís Vabo, “somos todos partes da mesma teia”. E quando uma dessas partes é “esquecida”, há uma parada involuntária dos negócios. Mediado pelo editor-chefe e CCO

da PANROTAS, Artur Luiz Andrade, o Fórum Abracorp, que foi realizado ontem pela manhã, antes da abertura do segundo dia da 45a Abav Expo e 48o Encontro Comercial Braztoa, teve pontos quentes, como a discussão sobre a implementação das branded fares pelas companhias aéreas brasileiras ou a imposição de consultorias que acabam virando concorrentes das TMCs, já que não são tão independentes quanto alardeiam. Luís Vabo afirmou que houve falta de planejamento por parte das aéreas no lançamento das mudanças que envolveram bagagens e ancillaries no Brasil, já que elas não levaram em conta os demais players envolvidos. A mea culpa foi absorvida pelos dois integrantes da aviação presentes ao debate: Tarcísio Gargioni, da Avianca

Brasil, e Fábio Camargo, da Delta Air Lines. Também participaram do painel, Paulo Pires, da Localiza, Marcos Vileski, da Atlantica, Alexandre Castro, da Maringá, Ronaldo Linares, da Accenture e TMG, Fernão Loureiro, da Philips e GBTA, e Rodrigo Cezar, da Roche e Alagev, além de Vabo. AÉREAS “As companhias aéreas ainda dependem dos OBTs, GDS, das OTAs e TMCs, por meio de elos que elas mesmas criaram, mas acabaram implementando as branded fares na correria e sem levar em consideração os demais envolvidos. Isso é um exemplo clássico de que faltou integração entre as partes dessa teia de distribuição”, ressaltou Luís Vabo no começo do debate sobre as mudanças na aviação.

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> O vice-presidente comercial da Avianca Brasil, Tarcísio Gargioni, assumiu, como companhia aérea, alguns erros neste processo. “O primeiro deles foi termos nos focado apenas na questão das bagagens. O segundo foi uma falha de comunicação, já que em vez de comunicarmos que quem não tem bagagem paga menos, falamos que tem bagagem paga mais. E terceiro, esquecemos de considerar os sistemas de distribuição, o que gerou problemas”, desabafou Gargioni. Esse esquecimento atrasou o processo, gerou estresse na cadeia do Turismo e lançou na mesa a necessidade de se discutirem as mudanças em conjunto com todos os players. Fernão Loureiro chegou a sugerir que profissionais de vários escalões dos fornecedores e não apenas gerentes e diretores tenham contato mais próximo com o setor, pois as necessidades dos clientes e intermediários seriam mais bem entendidas e percebidas. Houve também um embate produtivo e respeitoso entre TMCs e gestores de viagens no que diz respeito à auditoria de processos das agências de viagens corporativas. Luís Vabo lembrou que é preciso ter cuidado ao contratar empresas que dizem prestar serviço de auditoria quando na verdade não o fazem, pois estão buscando oportunidades de negócios que conflitam com a proposta das TMCs. O travel manager da Philips na América

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Artur Andrade (PANROTAS), Carlos Prado (Tour House), Paulo Pires (Localiza), Alexandre Castro (Maringá), Ronaldo Linares (TMG), Rodrigo Cezar (Alagev), Luís Vabo (Solid), Tarcísio Gargioni (Avianca), Marcos Vileski (Atlantica), Fabio Camargo (Delta) e Fernão Loureiro (GBTA)

Latina, Fernão Loureiro, defendeu a opinião de que se as TMCs não concordam com o serviço oferecido pelas empresas de auditoria, é questão de entrar na justiça para resolver (o que foi considerado radical por muitos), mas Vabo se contrapôs dizendo que não há necessidade disso, já que no caso é preciso apenas “analisar

bem a proposta dessas empresas, questionando pontos-chave e tendo uma relação transparente com elas”. A opinião foi defendida pelo VP da Maringá, que ressaltou que para resolver este problema é preciso enquadrar a auditoria em uma proposta de valor. “O primeiro ponto a estabelecer é um relacionamento

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de confiança entre as duas partes, combinando as regras do jogo e encontrando uma empresa séria que tenha a proposta de apenas prestar consultoria em auditoria”, ressaltou Alexandre Castro. O tema gerou diversos apartes dos participantes e nenhum nome foi citado no painel, mas sabe-se que uma empresa especificamente tem causado dor de cabeça nas TMCs, pois depois de ter acesso a seus dados sigilosos

e contratos, estaria oferecendo “a solução” para os clientes por meio de uma outra empresa sua. Ou seja, sem independência. Loureiro repetiu mais uma vez que o caminho deve ser a Justiça, como ocorreu com uma importante TMC recentemente. “É possível recusar uma RFP por não concordar com sua proposta de negócio, sabendo que fazer auditorias independentes é uma coisa e fazer auditoria para ter benefícios é outra.

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Precisamos evoluir neste sentido fazer o melhor de forma transparente”, complementou Castro, um dos mais inflamados com a questão. Rodrigo Cezar lembrou que há uma cultura que sempre estimulou o processo de auditoria como melhoria de processos e não para identificar os pontos que estão sendo prejudicados. “A regra tem que estar clara para ambos os lados e cabe ao mercado eliminar naturalmente o que não

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funciona bem, deixando espaço para o que funciona”, destacou Cezar. Outro tema levantado pelo executivo da Maringá foi a obsessão por preços de muitas RFPs (e clientes) e Ronaldo Linares, da Accenture e do TMG disse que o setor precisa “desaprender” muita coisa para começar de novo e que “o combinado não sai caro”. Alexandre Castro defendeu ainda que as RFPs olhem mais para o valor agregado nos serviços de uma TMC do que apenas no preço. Fernão Loureiro sugeriu também que os agentes de viagens funcionem como consultores na relação com os gestores, pois muitos são novos e não possuem experiência no mercado. Antes do debate foi realizada uma palestra com o professor Miguel Nogueira Feyo, que falou sobre a importância de não vender apenas produtos, mas experiências agregadas a eles, e de focar no que os clientes querem comprar e como. A palestra teve o patrocínio da Delta, Gol e Air France-KLM. O presidente da Riotur, Marcelo Alves, e a secretária de Políticas do MTur, Tetê Bezerra, também tiveram falas no Fórum Abracorp p

Gervásio Tanabe (Abracorp), Artur Andrade (PANROTAS), Miguel Feyo, Luiz Teixeira (Delta) e Carlos Prado (Abracorp)

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SALDO POSITIVO

O Fórum Abracorp foi um marco muito importante para a associação, segundo o vice-presidente do Conselho de Administração da entidade, Carlos Prado, durante a 45a Abav Expo e 48o Encontro Comercial Braztoa (o presidente Rubens Schwartzmann estava em viagem). “Se nós temos um recurso dentro da feira, por que não o utilizar para o desenvolvimento do Turismo? É um fórum para todo mundo que trabalha e vive de viagens corporativas”, afirmou Prado. Ele acredita que no mercado existem muitas associações e todas elas têm como objetivo a melhoria do setor. “Estamos cobrando bastante a

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governança e educação corporativas dos nossos associados. Temos feito um trabalho enorme para conseguir gerir melhor nossos negócios”, conta Prado. Esta vem sendo uma das principais bandeiras que a entidade está levantando. A Abracorp está trabalhando fortemente para apresentar seus dados numéricos mensalmente, em vez de trimestralmente, como é feito hoje. Por serem referência para bancos de investimento e fundos, é importante que eles sejam quentes para que possam ser utilizados na tomada de decisões dos fornecedores, governo, bancos e também parceiros Abracorp. No final do ano passado, a associação

> Beatrice Teizen

previu que as viagens corporativas cresceriam em torno de 6% em 2017. Prado acredita que esse número se concretizará. Já o volume financeiro será maior, ficando em torno de 12% a 14%. “Isso acontecerá devido ao tíquete médio. O preço do aéreo subiu e, na minha visão, subirá mais um pouco”. O resultado disso será um fechamento positivo de todas as TMCs associadas da Abracorp. Todas as entidades participantes saíram do evento com o compromisso de falarem mais entre si, planejarem melhor as mudanças e serem mais transparentes. A Abracorp prometeu a segunda edição do evento para 2018, também durante a Abav Expo. p

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FÓRUM ABRACORP

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1 Lucio Macedo e Marcelo Alves, da Riotur, e Mariano Creo e Gonzalo Romero, da Aerolíneas Argentinas 2

Juliana Patti, da Bayer, e Fernão Loureiro, da Philips e GBTA

3 Edmar Bull, presidente da Abav e past president da Abracorp, e Jungi Hira, da Tunibra

4 A secretária de Políticas de Turismo do MTur, Tetê Bezerra 5 Andrea Placido e Caroline Fiuza, da Maringá Turismo, com Camila Gobi (ao centro), da Unisys 6 Duda Vasconcellos, da Kontik, e Soely Oliveira, da BCD Travel

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7 Giovanna Maschietto, da Delta Air Lines, com Eliane Araujo, Tiago Conti e Elis Nascimento, da Gol

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Alexandre Castro, da Maringá Turismo, e Giovana Jannuzzelli, da Alagev

9 Juliana Blumenthal e Brena Valverde, da Toshiba 10 Luiz Teixeira e Fábio Camargo, da Delta Air Lines, que patrocinou, ao lado de Air France-KLM e Gol, a palestra de Miguel Noronha Feyo

11 Luiz Carlos Costa, do Bradesco, e Francisco Vieira da Silva, do TMG 12 Artur Luiz Andrade, CCO e editor-chefe da PANROTAS, Viviânne Martins e Patricia Thomas, sócias da Academia de Viagens Corporativas, e Guillermo Alcorta, presidente da PANROTAS

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FÓRUM ABRACORP

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13 Alexandre Mesquita e Brunno Bernardes, da Hostway, e Marcelo Restivo, da Tivoli Viagens

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14 Peterson Prado, da Avipam, e Duda Vasconcellos, da Kontik 15

Fernão Loureiro, da Philips e GBTA, Ronaldo Linares, da Accenture e TMG, e Rodrigo Cezar, da Roche e Alagev, com Carlos Prado, da Abracorp

16 Alexandre Motta, da Tour House, e Gervásio Tanabe, da Abracorp

17 Gregório Polaino, da Alatur JTB, e Vinicius Luz, da Unilever

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VILA DO SABER

> Brunna Castro

TECNOLOGIA E MEIOS DE PAGAMENTO Do escambo às bitcoins. A evolução dos meios de pagamento foi detalhada durante a palestra do business development manager da Amadeus, Thiago Medeiros, que aconteceu no segundo dia de atividades da Vila do Saber na 45a Abav Expo e 48o Encontro Comercial Braztoa. O que começou como troca de animais se transformou em escambo por grãos, evoluiu para a adoção de moedas, que foram complementadas por cédulas, depois cheques e cartões de crédito até chegar aos meios virtuais. “Desde então, o único método que deixou de ser utilizado foi o escambo. A revolução digital nos meios de pagamento começou com o surgimento do Pay Pal”, explicou Medeiros. Seguindo o caminho da tecnologia, a criação das bitcoins é, para o business development manager da Amadeus,

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Thiago Medeiros, business development manager na Amadeus

“a maior revolução desde que surgiram os meios de pagamento”. “Com as moedas, o governo sempre desempenhou um papel de controle e regulamentação das transações, e isso não acontece no caso das bitcoins”, destacou ele. Além disso, o trajeto de evolução dos meios de pagamento partiu de algo real e palpável para algo virtual. Medeiros ainda chamou atenção, durante a palestra, para lançamentos relacionados à

biometria, como a aprovação de pagamentos literalmente com um piscar de olhos do usuário. Esse é, para ele, o futuro das transações na internet: soluções com as quais o próprio corpo do usuário passa a ser utilizado para autorizar pagamentos. E, nesse sentido, as tecnologias surgem como um elemento que pode auxiliar as agências de viagens a elevarem seus ganhos, com soluções que trazem maior segurança e agilidade.

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36 ASSISTÊNCIA EM UM CLIQUE ABAV 2017

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A francesa April, que tem Agnaldo Abrahão (foto) como diretor comercial para o Brasil, lançou uma nova funcionalidade de seu aplicativo. Mais mobile e funcional, a ferramenta agora oferece assistência a todos os viajantes. Funciona da seguinte forma: em um eventual problema em viagem, o cliente abre o aplicativo e solicita a ajuda à equipe da April por Whatsapp, e-mail ou ligação telefônica. Com essa investida, a empresa de seguro viagem pretende extinguir o papel de suas operações, como em bilhetes de seguro e

apólices. Essa novidade, segundo ele, beneficia também os agentes de viagens, que são responsáveis por 85% das vendas dos produtos da companhia, com venda responsiva e em poucos cliques. “Estamos investindo em ferramentas que simplifiquem a vida dos viajantes”, declarou. Ao se referir a 2017, Abrahão diz que o ano tem se mostrado melhor do que o anterior, mas agosto registrou um “declive”, com um aumento de 15% no faturamento no acumulado de janeiro a setembro.p

PRONTO PARA OS MILLENNIALS A grande novidade apresentada pelo Brazil Hospitality Group (BHG) na 45ª Abav Expo e 48° Encontro Comercial Braztoa é a nova identidade visual da marca Golden Tulip. Até 2020, cerca de 190 unidades da rede passarão por mudanças, com foco na geração millennial. A reformulação da marca começou em julho deste

ano, por Paris. No Brasil, o hotel de Natal será o primeiro a passar pelas renovações. "Os millennials são o futuro", justifica o diretor de Vendas e Marketing da BHG e embaixador da Golden Tulip para América Latina, Tomás Ramos. "O grande investimento é olhar para essas pessoas. Em breve, serão eles que estarão consumindo

TODOS OS EVENTOS

O Royal Palm Hotels e Resorts vai inaugurar, em Campinas (SP), o mais completo complexo de eventos do País, nas palavras do diretor executivo do grupo, Antonio Dias. O empreendimento, chamado Royal Palm Hall, terá 44 mil metros quadrados de área construída, um salão monumental de 4,5 mil metros quadrados, além de mais de 50 espaços para diferentes tipos de encontros. A inauguração será em junho de 2018 e se somará ao já amplo complexo de lazer e eventos do Royal Palm Plaza. No estande do grupo na 45ª Abav Expo e 48° Encontro Comercial

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hotelaria." Uma das apostas para a repaginação são as bicicletas Tandem, de dois lugares, que estarão disponíveis aos clientes da rede. Outra novidade será a implementação de lojas de produtos de beleza e corpo no lobby, que também terá um ar mais descontraído.p

Braztoa, uma maquete mostra como será o complexo. Além do centro de convenções, um hotel quatro estrelas e um econômico completam o projeto. "Esse conceito de full service é único no Brasil. É um operador só, com centro de convenções, resort, um hotel quatro estrelas e um econômico. São 1.036 apartamentos", enumera Dias. “O grande diferencial é a integração", afirma. O hotel quatro estrelas, chamado de Royal Palm Tower, será inaugurado em outubro de 2018. Já o econômico Contemporâneo, com 310 quartos, está previsto para janeiro de 2019. p

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GRUPO CAMAR

> Henrique Santiago

HOTELARIA NAS AMÉRICAS O Grupo Camar expandiu seu portfólio de empresas representadas para o mercado brasileiro. Somente na Abav Expo foram cinco novos empreendimentos: quatro hotéis da rede Solar Hotéis, sendo três em San Andrés, na Colômbia (Sol Caribe Campo, Sol Caribe San Andrés e Sol Caribe Flower); um na ilha vizinha de Providência (Sol Caribe Providencia) e o EB Hotel, localizado também em um destino praiano, a cidade de Miami, nos Estados Unidos. O diretor executivo da holding, Luis Calle (foto), afirma que a demanda para o Caribe, especificamente no destino San Andrés, tem aumentado significativamente para

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o Brasil. “Os operadores brasileiros reclamavam porque há demanda, mas não há disponibilidade de quartos”, disse ele, afirmando que tal situação não se repetirá. A companhia de representação tem contatado empresas como Turnet, Sanchat, Visual, Orinter e Zarpo, especializadas em Caribe, para a venda

dos empreendimentos em San Andrés. Para os quatro hotéis na Colômbia, a meta é chegar a 15 mil pernoites nos próximos 12 meses. Já para o EB Hotel, classificado por Calle como o “melhor hotel em que se hospedou nos últimos anos”, os planos são de chegar de 18 a 20 mil pernoites no mesmo período.p

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VILA DO SABER

“OPORTUNIDADE AO AGENTE” > Janize Colaço

Há cerca de seis meses, o mercado de transporte aéreo foi agitado com as novas regras da resolução 400 e 401 da Anac. Embora abrangessem diferentes regulamentações, a franquia de bagagem gerou, sobretudo por conta da desinformação, uma polêmica entre o trade e consumidores finais. Ontem à tarde, durante o segundo dia da 45a Abav Expo e 48o Encontro Comercial Braztoa, o assunto foi debatido na Vila do Saber. Para o vice-presidente da Avianca Brasil, Tarcísio Gargioni, embora a resolução possibilite novas oportunidades de negócios aos agentes de viagens, as companhias aéreas, de maneira geral, cometeram alguns erros na hora de comunicar as alterações à indústria turística. “Com 90 anos, a aviação brasileira esteve sempre acostumada a ter a franquia diluída na tarifa, porém, erramos no modo como comunicar a mudança. O que se deu a entender, infelizmente, é que cliente teria perdido um direito”, explica Gargioni. De acordo com o executivo, a mudança, na verdade, geraria uma cobrança justa ao passageiro que não pagaria pelo despacho de uma bagagem que não seria feita. “O fator bagagem não é determinante para a tarifa.” A mesma opinião é compartilhada pelo gerente de Consolidadoras da Gol, Fabrício Benato Jeronimo, que destaca como os diferentes perfis de passageiros demandam

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Painel debate mudanças na aviação

tarifas personalizadas. “Nós temos um número grande e consolidado de viajantes corporativos e cerca de 80% deles não despacham bagagem”, argumenta. Ainda segundo Jeronimo, os clientes ainda estão posicionados em uma curva de aprendizagem com as novas diretrizes da resolução, e cabe ao agente de viagens ser uma peça fundamental na hora de orientar o seu cliente. “As companhias estão oferecendo diferentes opções, que

muitas vezes podem ser adaptadas de acordo com cada passageiro. O agente deve fazer o consumidor entender e descobrir o que for melhor para ele”, pontua. DESPADRONIZAÇÕES Com a recente adesão ao novo modelo de franquias, a Tap também reforça a atuação dos agentes. “Uma vez inteirado das mudanças na franquia e as diferenças de preços entre uma e outra companhia, o profissional terá

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Marcelo Oliveira

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“INSUFICIENTE E INEFICIENTE” > VIctor Fernandes

Também ontem à tarde, a resolução 400 da Anac, que mudou regras do contrato das aéreas com os clientes, foi debatida em outro painel na Vila do Saber, com a participação do assessor jurídico da Abav Nacional, Marcelo Oliveira; pelo procurador do Estado de São Paulo, Roberto Augusto Pfeiffer; e pela diretora jurídica da Abav Nacional, Rose Larrat. A ideia inicial do debate era apontar prós e contras da medidas, mas os aspectos negativos obtiveram muito mais atenção. “A meu ver, todo o processo envolvendo a resolução foi ineficiente e desastrado”, dessa forma Pfeiffer iniciou seu discurso. “Novamente, os consumidores foram excluídos da tomada de decisões, e até mesmo o marketing operacional foi desastroso”, afirmou o procurador. Na opinião dele, a medida pode ser considerada positiva como um todo, no entanto, ainda há o que aperfeiçoar e foi transmitida uma sensação ao cliente de que a resolução foi negativa. Oliveira, em contrapartida, enfatizou o foco no consumidor. “Não descartamos o cuidado com o nosso cliente ao avaliar essa situação que necessitava de uma atualização”, declarou o assessor jurídico da Abav Nacional. Para o advogado, o Brasil recebe um tratamento diferente do restante do mercado mundial e mais chances de fidelizar os clientes”, afirma o diretor geral da Tap para o Brasil, Mario Carvalho. Segundo ele, que teve a opinião reforçada pelos outros dois executivos, uma padronização das chamadas branded fares, que podem incluir diferentes distribuições e tarifas, dificilmente será realidade. “A padronização não irá existir. Existem perfis diferentes [de viajantes], além das diferenças entre rotas e mercados”, o que, mais uma vez, Carvalho ressalta a oportunidade

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isso precisa ser corrigido, e apesar da nova resolução, ainda são necessários mais ajustes. Pfeiffer afirmou que houve avanços em relação à resolução anterior, como no caso do extravio de bagagem e na remarcação da passagem devido a erros na grafia do nome do cliente. “Minha única ressalva é em relação ao overbooking e à questão da sua regulamentação, que pode gerar alguns conflitos”. No entanto, ele também afirmou que sabendo como a indústria funciona “pode ter sido uma maneira de lidar com o não comparecimento a curto prazo”. Os debatedores sentiram a falta da presença de um representante da Abear na palestra à medida em que as companhias aéreas foram duramente criticadas, principalmente por Rose Larrat: “Da aérea para as agências de viagens, só chega a conta a ser paga”, sinalizando que os erros das primeiras sobram para serem resolvidos pelas segundas. Oliveira observou que uma das grandes dificuldades é que as empresas de aviação são estrangeiras e não entendem o mercado turístico brasileiro, e nem ao menos tentam, com as decisões estando bem longe do Brasil. p

do agente de conquistar e manter a fidelização de clientes. OPORTUNIDADES As receitas auxiliares no mercado aéreo, nos últimos anos, têm crescido – com a adição de serviços como wi-fi, seguro viagem, uso de sala vip, entre outros –, o que também é visto pelas companhias aéreas como novas e maiores oportunidades de negócios aos agentes de viagens. “O agente terá um leque maior de serviços a oferecer

aos seus clientes, uma vez sabendo que a adição de cada produto gerará o aumento da tarifa”, pontua Gargioni. “Até pouco tempo, o atraente eram as tarifas mais baratas. Hoje, com a estabilização da economia, o consumidor está, cada vez mais, pagando por serviços adicionais”, afirma Jeronimo. Para o executivo da Gol, é momento dos agentes de viagens se posicionarem de maneira ativa nessa nova fase de redescobrimento de demandas dos passageiros. p

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PELOS CORREDORES 1

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Patricia Gabriela, Fabio Aulísio e Carolina Mokshin, da Unique Travel Collection (UTC)

2 Ana Luiza Masagão, do Royal Palm Plaza 3 Equipe E-HTL: Leticia Arruda, Leonardo Arruda, Flavio Louro, Veronica Barreto, Leticia Svizzero, Kelly Moraes e Jennifer Fernandes

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Beatriz Camargo, da Uniworld

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Marianna Alcorta, da PANROTAS, com Fabíola Bemfeito

6 Maria Camilla Alcorta, da Ideas 4 Brand, e Barbara Picolo, da Flytour Viagens

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> Eduarda Chagas

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DESTINOS

BARILOCHE NO VERÃO

Sempre muito procurada pelos brasileiros no inverno, Bariloche recebeu 35 mil turistas do País na alta temporada, entre os meses de junho e setembro, 16% a mais em comparação ao mesmo período em 2016. O diretor executivo do Turismo de Bariloche, Diego Piquin, atribui parte do crescimento à ampliação da oferta de voos para a região. "Temos mais voos internos que nos conectam a Buenos Aires e se somaram Azul e Latam, com voos diretos de Campinas (SP) e São Paulo, respectivamente", diz. No total, mais de 300 mil visitantes passaram pela cidade. Para o verão, a expectativa é superar os 350 mil. Ainda que 75% dos brasileiros procurem a cidade no inverno, Bariloche tem diversos eventos para atrair visitantes nos

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Diretor executivo do Turismo de Bariloche, Diego Piquin

meses mais quentes do ano. Em outubro, por exemplo, o destino terá um festival gastronômico. Para o Natal, a cidade prepara decoração, além de shows e

atrações. Já em março, o evento esportivo Ironman será realizado na cidade. Outro destaque é a tradicional Festa do Chocolate, na semana Santa.p

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PELOS CORREDORES 1

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Diana Pomar, do Conselho de Promoção Turística do México

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Luciano Guimarães e Marcelo Sanovicz, do Rextur Advance

3 Rodrigo Pereira, Adriana Borges, Iara Vachiaveo, Suellen Martins e Luiz Santos, da Hertz

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4

Marcos Figueira, da Mallucci, entre Ricardo Gouveia e Icaro Chamon, do Malai Manso

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João Vendrameto e Oziel Lima, da Congonhas Travel

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Karoline Lima e Noah Britto, da Trend Operadora

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PELOS CORREDORES 1

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4 1

Edmar Bull, da Abav Nacional, entre Luiz Teixeira e Fabio Camargo, da Delta, na comemoração dos 20 anos da empresa americana no Brasil

3 Magda Nassar e Silvia Fagundes, da Trade Tours 4

Carla Cecchele, da RCD Hotels

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Felipe Novais, da Wyndham, e Paulo Salvador, da Omnibees

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ESTANDE PANROTAS 1

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6 5

1 Mario Carvalho, da Tap, também foi agraciado na lista de 75 Mais Poderosos do Turismo 2 Rodolpho Gerstner, da RCA, recebe

a placa das mãos de Guillermo e José Guilherme Alcorta

3 Rodrigo Cezar, da Alagev, com Guillermo Alcorta e Heloisa Prass, da PANROTAS

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4 Gustavo Luck, da Luck Receptivo (ao centro), recebe a placa de poderoso das mãos de Guillermo Alcorta, ao lado do sobrinho Guilherme e da mulher, Ana Rosa 5 Guillermo Alcorta, da PANROTAS, com Mauro Schwartzmann, da Costa Brava

6 Jussara Haddad, do Consulado dos

Estados Unidos, com Guillermo Alcorta, da PANROTAS

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ESTANDE PANROTAS 1

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1 Felipe Gonzalez, da Abav-PR, Guillermo Alcorta, da PANROTAS, José Ocaranza e Marcelo Beisso, ambos do Duty Free da fronteira de Foz com a Argentina 2 Guillermo Alcorta, da PANROTAS, com Vania Dezordi e Heber Garrido, da rede Transamérica 3 Guillermo Alcorta, da PANROTAS, com o ex-ministro Luiz Barretto, do Sebrae

4 Wagner Chaves, da Sakuratur (ao centro), com Guillermo Alcorta e Heloisa Prass, da PANROTAS

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ESTANDE PANROTAS 1

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1

José Guilherme Alcorta entrega a placa de poderoso a Bob Rossato, da Viajanet

4

2

5

A família Alcorta: José Guilherme, Maria Camilla, Marianna e Guillermo

3

Ivan Bonfim, gerente corporativo de Vendas da Windsor Hotéis

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Simone Lara, Paula Monasque, Sandra Gonçalves, Maíra Bocci e Valderez Wallner, da PANROTAS Gustavo Syllos, da Costa do Sauípe

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Guillermo Alcorta com Herbert Viana, da Localiza Hertz

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ESTANDE PANROTAS 1

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2

1 Flávio Marques, da Rextur Advance, outro poderoso que visitou o Estande PANROTAS 2 Helvécio Garófalo, da Confiança, com Guillermo Alcorta, da PANROTAS

3 Marcelo Bento, da Azul Viagens, e Guillermo Alcorta

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ESTANDE PANROTAS 1

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1

João Eça Pinheiro e Maria Helena Sant’Anna, da Minor Hotels, com Guillermo Alcorta, da PANROTAS

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6 José Guilherme Alcorta, da PANROTAS, e Fábio Camargo, da Delta

Estela Farina, da NCL, recebe o placa de poderosa do Turismo das mãos de Ricardo Sidaras e José Guilherme Alcorta, da PANROTAS Viviane Amadei, Matt Teixeira, Karen Schmidt e Tatiane Ferreira, todos da Best Western Hotels & Resorts

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Katia Leães e Roberto Siqueira, do Beto Carrero World, com Heloisa Prass, da PANROTAS Luis Ferrinho, da Omnibees, com Guillermo e José Guilherme Alcorta, da PANROTAS

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DOIS EVENTOS Principal feira de Turismo no primeiro semestre, a WTM Latin America se tornou um dos principais encontros de Turismo do Brasil em pouco tempo. O mercado, porém, vê uma necessidade de redução do número de eventos do trade. Mas há ao menos alguma possibilidade de unificação entre organizações, como por exemplo Abav e WTM, para a criação de uma

EM ALTA

A renovação do portfólio da Vital Card aconteceu há cerca de duas semanas, mas já está dando resultados ao Grupo Schultz. Diante da facilidade do novo formato de comercializar cartões de assistência para viagens, o número de vendas cresceu 20%, o que mostra a aderência dos agentes pelo remodelamento do projeto. Presidente do grupo, Aroldo Schultz

grande feira turística? Se depender do diretor sênior de Eventos da Reed, empresa que detém os direitos da WTM, Charlie Cracknell, isso não deve acontecer. “Para nós [Reed], isso é irreal. Trabalhamos em nível continental para fomentar os negócios na América Latina. Já temos a escala necessária”, explicou Cracknell. Segundo ele, a expectativa da WTM Latin

America é manter o planejamento da feira como já tem sido feito nos últimos anos, mas com melhorias pontuais. Para 2018, o diretor revela que o evento contará com ainda mais marcas expositoras do Exterior, vindas das Américas, Europa e Ásia, principalmente pelo fator econômico que tem feito com que o brasileiro volte a viajar internacionalmente.p

(foto) destacou a importância da Vital Card durante participação na 45o Abav Expo e 48o Encontro Comercial Braztoa, em que o serviço de seguro viagem contou, pela primeira vez, com um estande próprio. “O Vital Card já representa cerca de 25% do faturamento do Grupo Schultz. Isso demonstra por que renovamos nosso portfólio”, contou.p

TAREFA DO AGENTE Diante da recuperação de mercado do Turismo internacional, volta também à pauta a discussão que envolve brasileiros e cartões de assistência. Apenas 31% dos viajantes adquire um seguro viagem antes de embarcar para o Exterior, número que mostra a falta de conscientização do passageiro, segundo o presidente da Global Travel Assistance, a GTA, Celso Guelfi (foto). Guelfi acredita que essa tarefa, porém,

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é dos agentes de viagens. “É para isso que expandimos nossos serviços. Treinamos e capacitamos os profissionais

para que eles tenham informação para convencer o cliente da importância de um seguro”, explicou o presidente da GTA.p

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ESTANDE PANROTAS 1

1 Carlos Schwartzmann, da Costa Brava, Giovanna Jannuzzelli, da Alagev, e João Bueno, da ABR 2 Guillermo Alcorta, da PANROTAS, Jeannette Gilbert, Charlie Cracknell, ambos da Reed, e Luciane Leite, da WTM Latin America

3 Carlos Antunes, Alessandra Tortora e Benedetto, da Alitalia, e José Guilherme Alcorta, da PANROTAS 4 Claudia Menezes, da Pegasus, e Deborah Baldin, da Disney Destinations 5

Alejandro Lavín, da Special Tours

6 Guilherme Carvalho, da Santur

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AVIAÇÃO

COPA PREVÊ “CRESCIMENTO ROBUSTO”

PRESIDENTE

José Guillermo Condomí Alcorta CHIEF EXECUTIVE OFFICER (CEO) José Guilherme Condomí Alcorta (guilherme@panrotas.com.br)

CHIEF EVENTS OFFICER (CEVO) Heloisa Prass

CHIEF TECHNOLOGY OFFICER (CTO) Ricardo Jun Iti Tsugawa REDAÇÃO

Emerson Sanglard, da Copa, e Guillermo Alcorta, da PANROTAS

A crise brasileira passou para a Copa Airlines. Seguindo um movimento de praticamente toda a aviação que atua no País, a companhia panamenha mostrou durante a 45a Abav Expo e 48o Encontro Comercial Braztoa otimismo e a esperança de um "crescimento robusto" neste ano, nas palavras do gerente geral Brasil, Emerson Sanglard. Ele, que foi homenageado como um dos 75 mais poderosos do Turismo neste ano, disse que, em 2018, a Copa deverá voltar a ter uma operação igual ou talvez até superior ao que possuía antes da crise econômica — de 96 frequências em 2015, hoje são 90, com as duas que estrearam recentemente em Brasília. "A demanda no Brasil tem reagido muito bem, com ocupação média acima de 80%. Percebemos que o clima econômico se descolou da crise política, e confiamos em um crescimento robusto no País para 2017 e 2018", declarou Sanglard. A prova disso será a entrada na rota São Paulo-Panamá de um dos cinco primeiros B737-800 Max que a companhia receberá a partir de 2018. Do total de 71 aeronaves que

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chegarão, a capital paulista será privilegiada junto com Nova York, Las Vegas e Buenos Aires, todos destinos de longa distância. "São Paulo é uma de nossas rotas mais cheias, e com essa mudança terá mais conforto e recursos à disposição", disse. Outras novidades que chegarão são novas rotas no Sul e Nordeste brasileiros, como foi comentado recentemente pelo Ministério do Turismo após reunião com a equipe da Copa. Os destinos, entretanto, ainda não podem ser revelados, segundo o gerente geral da Copa. AVANÇO INTERNACIONAL A expansão da copa será impulsionada principalmente pelo novo terminal que estreia no ano que vem no aeroporto da Cidade do Panamá (PTY). "Nossa operação será praticamente duplicada", conta Sanglard. Ainda neste ano, a copa estreia uma nova rota para Denver, nos Estados Unidos. São Francisco, Los Angeles, Las Vegas, Nova York, Washington, Chicago, Washington, Houston e Nova Orleans são outros aeroportos de destino nos Estados Unidos.p

CHIEF COMMUNICATION OFFICER (CCO) E EDITOR-CHEFE: Artur Luiz Andrade (artur@panrotas.com.br) EDITOR: Renê Castro (rcastro@panrotas. com.br) Coordenadores: Rafael Faustino e Rodrigo Vieira Projetos especiais: Eduarda Chagas Reportagens: Beatrice Teizen, Brunna Castro, Henrique Santiago, Karina Cedeño, Raphael Silva e Renato Machado Estagiários: Janize Colaço, Leonardo Ramos, Marcos Martins, Marina Marcondes (RJ) e Victor Fernandes Fotógrafos: Emerson de Souza, Jhonatan Soares e Marluce Balbino (RJ) MARKETING Analista: Erica Venturim Marketing Digital: Sandra Gonçalves DIREÇÃO DE ARTE Diagramação e tratamento de imagens: Erick Motta, Pedro Moreno e William Martins COMERCIAL Executivos: Flávio Sica (sica@panrotas.com.br) Paula Monasque (paula@panrotas.com.br) Priscilla Ponce (priscilla@panrotas.com.br) Rene Amorim (rene@panrotas.com.br) Ricardo Sidaras (rsidaras@panrotas. com.br) Tais Ballestero de Moura (tais@panrotas. com.br) Assistente Comercial: Ítalo Henrique (italo@panrotas.com.br) FALE CONOSCO Matriz: Avenida Jabaquara, 1.761 – Saúde | São Paulo - Cep: 04045-901 Tel.: (11) 2764-4800 Brasília: Flavio Trombieri (flavio@panrotas.com. br) | Tel: (61) 3224-9565 Rio de Janeiro: Simone Lara (simone@panrotas.com.br) | Tel: (21) 2529-2415/98873-2415 MARKETING DE DESTINOS Pires e Associados (jeanine@pireseassociados.com.br) ASSINATURAS Chefe de Assinaturas: Valderez Wallner Para assinar, ligue no (11) 2764-4816 ou acesse o site www.panrotas.com.br Assinatura anual: R$ 468 Impresso na Lis Gráfica (São Paulo/SP) Apoio: Maksoud Plaza

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