Edição 59 Setembro/2026
ÍNDICE 03
Principais Fatos
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Índice de Confiança
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Viagens e Turismo
PRINCIPAIS FATOS O Brasil vive um paradoxo econômico. Os números mais recentes até parecem animadores — a inflação de julho ficou em apenas 0,07%, o menor resultado do ano, e o acumulado de 12 meses recuou para 4,44%, voltando para dentro do teto da meta de 4,5%. Os alimentos, principal peso no bolso das famílias, tiveram deflação de 0,67%, com queda forte em itens como tomate (-29%) e redução nos preços das carnes e do café. Os combustíveis também ajudaram, com recuo na gasolina, no etanol e no diesel. Mas a aparente melhora esconde uma estrutura frágil: a economia está sustentada por estímulos fiscais e expansão de crédito, pilares que não se mantêm
— hoje, o mercado já não trabalha com esse patamar, mas ficar próximo aos 14%. E é justamente no fiscal que mora o problema. O governo segue expandindo gastos em ano eleitoral: a dívida pública atingiu 82% do PIB, contra 75% no mesmo período do ano passado — um salto de 7 pontos percentuais em 12 meses. Programas de incentivo ao consumo, como o Move Brasil, e rodadas de renegociação de dívidas alimentam a atividade no curto prazo, mas aumentam a desconfiança dos investidores. O câmbio reflete essa tensão: por um lado, os juros ainda elevados atraem capital especulativo e seguram o real; por outro, o cenário eleitoral e a
por muito tempo. A relação dívida/PIB já atinge 82%, em trajetória crescente e sem qualquer sinal de controle, o que contamina os juros de longo prazo e compromete a capacidade de investimento do país no futuro. A pergunta que se impõe é: até quando essa conta fecha? Do lado internacional, mesmo com a retomada dos conflitos no Irã após a assinatura do acordo de paz, o assunto perdeu a proporção das semanas anteriores. O petróleo oscila entre US$ 80 e US$ 90 — ainda pesa, mas já sem a gangorra de incerteza que marcou os últimos meses, o que traz mais previsibilidade para os preços. Ainda assim, o patamar elevado mantém um ambiente inflacionário mundial que deve sustentar taxas de juros altas nas principais economias. No mercado interno, porém, o arrefecimento da inflação nos últimos dois meses tem aberto pequenos espaços para a redução da Selic. Nesse contexto, o Banco Central reduziu a Selic em mais 0,25 ponto, levando a taxa para 14% ao ano — o quarto corte consecutivo, todos no mesmo ritmo cauteloso. A queda vem sendo bem devagar e não
deterioração fiscal começam a pressionar a moeda, que volta a oscilar próximo a R$ 5,20 por cada dólar. Na atividade econômica, os dados mais recentes de junho mostraram um varejo em alta de 4,9%, resultado fortemente influenciado pelo programa Move Brasil: veículos e motos saltaram 11,6%, eletrodomésticos subiram 9,4% e supermercados avançaram 2,2%. Na Pesquisa Mensal de Serviços, a alta foi de 2%, e a indústria avançou 1,7%. Um dado que reforça o quadro de fragilidade é o recorde de R$ 247,6 bilhões em crédito das famílias com atraso superior a 90 dias, levantado pela FecomercioSP. Segundo a CNC, 82% das famílias brasileiras têm algum tipo de dívida — nível recorde histórico. As apostas esportivas online provavelmente contribuem para esse desequilíbrio financeiro, consumindo parte do orçamento que iria para consumo ou pagamento de dívidas. É um ciclo perigoso: o governo estimula o crédito para aquecer a economia, mas as famílias já estão no limite do endividamento. O turismo segue num ritmo mais forte. O setor registrou mais um faturamento recorde em junho, de R$ 22,5 bilhões, alta de 2,1% — puxado pelo transporte aéreo, que cresceu 5,5%. O alojamento teve leve recuo de 0,2%, o que pode estar ligado ao efeito da Copa do Mundo no calendário. Parte desse desempenho geral, porém, se
há muito espaço para acelerar: novas reduções dependerão do cenário fiscal e da trajetória da inflação. A expectativa que se tinha no início do ano de que a Selic pudesse chegar a 12% ficou para trás
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explica pela alta nos preços das passagens aéreas, reflexo direto do encarecimento do querosene de aviação. O segundo semestre segue carregado de incertezas. O calendário eleitoral tende a travar decisões importantes e a estimular ainda mais o gasto público, num governo que segue em forte expansão fiscal sem dar sinais de ajuste. Do lado externo, as tensões globais não dão trégua: a volta da guerra no Irã e as tarifas de 25% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros adicionam camadas de risco que fogem ao controle do país. Internamente, as empresas ainda precisam se adaptar à regulamentação da Reforma Tributária e convivem com a insegurança gerada pelas discussões sobre
mudanças na escala e jornada de trabalho. É essa combinação — juros altos, guerra, tarifas, reforma tributária, mudanças trabalhistas, incerteza eleitoral e fiscal — que faz com que o empresário freie os investimentos. Quando quem produz e emprega não tem previsibilidade, a economia desacelera. E o que se vê é justamente isso: indicadores de atividade cada vez mais modestos, consumo travado por endividamento e crédito caro, e um setor produtivo que opera no modo de cautela. O Brasil tem tamanho e potencial para crescer bem acima da média mundial, mas segue desperdiçando essa oportunidade — e a conta, no fim, recai sobre o trabalhador brasileiro, que vê sua renda encolher em termos reais enquanto as condições para empreender e investir se deterioram.
DADOS IMPORTANTES:
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Inflação: A alta de apenas 0,07% levou o acumulado em 12 meses de 4,64% para 4,44%, voltando para dentro do limite de 4,5%. Alimentos caíram 0,67% (tomate -29%, carnes e café em queda), e combustíveis recuaram (gasolina -1,37%, etanol -2,26%). Na contramão, energia elétrica subiu 3,09% com reajustes tarifários e passagens aéreas avançaram 11,67%.
Varejo: O programa de financiamento do governo para motoristas de aplicativo e taxistas, com linha de R$ 30 bilhões via BNDES e juros reduzidos, ajudou a puxar o varejo de junho em 4,9%. Veículos e motos saltaram 11,6% e eletrodomésticos subiram 9,4%. O efeito é expressivo, mas artificial — quando o estímulo acabar, resta saber se o consumo se sustenta.
Safra agrícola: O IBGE revisou a estimativa de julho para cima: 353 milhões de toneladas de grãos, alta de 2% ante 2025 e 1,6% acima da estimativa de junho. A soja segue em recorde histórico com 174,9 milhões de toneladas. O risco está na próxima safra: o Super El Niño pode alterar o regime de chuvas e comprometer a produção de 2027, pressionando alimentos.
RESUMO JULHO/2026 Dados Macro América Latina
Argentina
Brasil
Chile
Colombia
México
Peru
Taxa de desemprego
7,80%
5,40%
9,40%
8,00%
2,80%
4,90%
Taxa básica de juros
25,80%
14,00%
4,50%
12,00%
6,50%
4,25%
Inflação (LTM-Out*)
33,80%
4,44%
4,50%
6,03%
3,12%
4,10%
*LTM - Últimos doze meses
Legenda: Verde, Vermelho e Preto Os dados ficam melhores, piores e iguais do que no mês anterior.
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ÍNDICES DE CONFIANÇA: Confiança do Consumidor (ICC): O ICC recuou 2% em julho, passando de 124,1 para 121,6 pontos, mas ainda sobe 11,6% na comparação anual. As famílias seguem com dificuldades para equilibrar o orçamento após os preços mais altos do início do ano e os juros elevados. A inflação mais amena dos últimos meses, porém, pode abrir caminho para uma melhora nos próximos períodos. Confiança do Empresário do Comércio (ICEC): ICEC ficou praticamente estável em julho, nos 93,9 pontos, e permanece na zona de pessimismo. Em um ano, a queda é de 8,7%. Os empresários estão mais inadimplentes e os juros elevados seguem como grande impeditivo de consumo. Com a proximidade das eleições, a incerteza política passa a pesar cada vez mais no humor do setor. Nota: O ICC e ICEC variam de 0 a 200. De 100 a 200 pontos é considerado um patamar otimista, e abaixo dos 100 pontos pessimista. Apesar dos indicadores serem da cidade de São Paulo, eles seguem na tendência do que está acontecendo no resto do País já que a cidade, maior do Brasil, representa 11% do PIB nacional. Índice de Confiança do Consumidor (ICC) e Empresário Comercial (ICEC)
Nota: O ICC e ICEC variam de 0 a 200. De 100 a 200 pontos é considerado um patamar otimista, e abaixo dos 100 pontos pessimista. Apesar dos indicadores serem da cidade de São Paulo, eles seguem na tendência do que está acontecendo no resto do País já que a cidade, maior do Brasil, representa 11% do PIB nacional.
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VIAGENS E TURISMO
TURISMO SEGUE AQUECIDO NO BRASIL Segundo dados do IDET PANROTAS de agosto, que mede a performance das 33 maiores empresas de Turismo, 87,88% delas venderam mais no oitavo mês de 2026 do que no mesmo período de 2025, empatando com julho no melhor patamar do ano e igualando a março. O crescimento médio entre as que avançaram foi de 28,75%, praticamente estável em relação ao mês anterior, e a queda da minoria ficou em 12,33% de média. Sendo assim, o setor entra no segundo semestre com consistência rara. A confiança no mês corrente também melhorou: 63,64% dos empresários avaliaram agos-
to como “Bom” ou “Muito bom”, a melhor leitura desde abril. 63,64% dos empresários avaliaram agosto como “Bom” ou “Muito bom”, a melhor leitura desde abril O dado inédito aqui está na perspectiva para os próximos seis meses: pela primeira vez desde o início da série, em janeiro, nenhuma empresa projeta piora no horizonte. 60,60% esperam cenário “Melhor” ou “Muito melhor” — o otimismo prospectivo mais alto do ano. Em resumo, oito meses de série, e o Turismo nunca esteve tão unânime sobre o futuro. O que cada ver-
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tical está enxergando (e como esse otimismo se distribui) está na análise completa que pode ser acessada no link abaixo. https://www.panrotas.com.br/idet/ O IDET PANROTAS (Índice de Desenvolvimento Econômico do Turismo PANROTAS) é uma iniciativa da PANROTAS para difundir informação de qualidade sobre o desempenho setorial, ajudando empresas, destinos, estudantes e órgãos interessados no setor a acompanhar essa indústria de grande potencial no Brasil. O índice é apurado mensalmente com 33 das maiores empresas do setor, 11 em cada uma das verticais de Consolidadoras, Operadoras e TMCs. NOTÍCIAS DO SETOR Em setembro, a PANROTAS está fazendo duas premiações importantes. A já tradicional lista dos 100+ Poderosos do Turismo PANROTAS Curaçao, e a novíssima entrega do troféu DNA de Agente PANROTAS Sakura, dado a 60 agentes de viagens.
CLIQUE AQUI PARA VER OS AGENTES PREMIADOS Confira a seguir quem são os
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ABHI SHAH — AZUL ADONAI ARRUDA FILHO — BWT ADRIAN URSILLI — MSC CRUZEIROS ADRIANA BOECKH — ABREU ALEX CALABRIA — KROOZE ALEXANDRE CAMARGO — ASSIST CARD ALEXANDRE CASTRO — KONTIK ALEXANDRE CYMBALISTA — LATITUDES ALEXANDRE SAMPAIO — CNC
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ALINE MAFRA — LATAM AIRLINES BRASIL ALINE PONTES — AMADEUS ANA CAROLINA MEDEIROS — ABAV NACIONAL ANA MARIA BERTO — ORINTER ANDRÉ FEHLAUER — GOL ANNA ANGOTTI — OMINT ANTONIETTA VARLESE — ACCOR ARQUIMEDES ANANIAS — INFOTERA BETA LUCK — GRUPO LUCK BRUNO REIS — EMBRATUR BRUNO WENDLING — FUNDTUR-MS CAMILA MOLINA — PERFECTRIP CARLOS HUMBERTO — DIÁSPORA.BLACK CAROL GAETE — VOETUR CAROL MOGAMES — BELMOND CAROLINA STOLF — SOFITEL IPANEMA E MGALLERY SANTA TERESA HOTEL CATIA SCHICK — UNITED AIRLINES CINTHIA DOUGLAS — DISNEY DESTINATIONS CLARISSE LINHARES — BEACH PARK CLAUDIA BRITO — CORIS CRISTIANE YUMI — MOVIDA DANIELE AMARO — PAYTRACK DANIELLE AYRES — SABRE DANIELLE MEIRELLES — FRT OPERADORA DANILLO BARBIZAN — GOL DIANA POMAR — DGX EDMAR MENDOZA — COPASTUR ELVIMAR MARTINS — ONFLY EMERSON BELAN — CVC CORP ESTELA FARINA — NCL FÁBIO CAMARGO — TERMINAL BTG PACTUAL FÁBIO FRANCO — PLANTEL FÁBIO MADER — CVC CORP FERNANDA DOMINICIS — CLUB MED FERNANDA OLIVEIRA — WISH RESORTS FERNANDA PARANHOS — AZUL VIAGENS FLAVIO CORRÊA — EXPLORA JOURNEYS FLÁVIO GOMES LOURO — EHTL GELSON POPAZOGLO — GTA GIAN TERHOCH — TOUR HOUSE Brazilian Overview Monthly Report - Setembr/2026 7
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GUILHERME DIETZE — FECOMERCIOSP JACQUELINE CONRADO — UNIVERSAL ASSISTANCE JEROME CADIER — LATAM AIRLINES BRASIL JOÃO MIRANDA — AMAWATERWAYS JOHN RODGERSON — AZUL JOSY RIBEIRO — SUNCOASTUSA JOYCE MACIERI — ALAGEV, GBTA E MINERVA FOODS JUAREZ CINTRA NETO — ANCORADOURO JULIANA ABRANTES — GRUPO BRT JULIANE CASTIGLIONE — DECOLAR LARA SIQUEIRA — JOURNEYS LEONARDO MIGNANI — TP GROUP LEONOR BERNHOEFT — BHV BY LTN LIA COUTINHO — EZLINK LIZETE RIBEIRO — TAUÁ LUCIANO BRANDÃO — VOLL LUIZ GOMES — LCA TURISMO LUTI GUIMARÃES — SAKURA MANOEL VALE — BRADESCO CARTÕES MANUELA BERNARDES — FLYTOUR BUSINESS TRAVEL MARCELO GARÓFALO — CONFIANÇA MÁRCIO NOGUEIRA — HOTELDO MARCOS BARROS — UNIVERSAL DESTINATIONS MARCOS BOTEGA — LOCALIZA MARIANA GARCIA — DISCOVER THE WORLD MARIANA TREVIZAN — UNITED AIRLINES MARIE-BÉRENGÈRE CHAPOTON — ROSEWOOD SÃO PAULO MARINA GOUVÊA — PRIMETOUR MATEUS PONGELUPPI — GOL MONICA AFONSO — COPA AIRLINES NOAH BRITTO — TREND OTAVIANO MAROJA — SOLAR E VIVÁ PORTO DE GALINHAS PATRÍCIA COSTA — FAIRMONT COPACABANA PAULA PETEAN — ILTM LATIN AMERICA PAULO MIRANDA — LATAM AIRLINES
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PEDRO RIGO — SEBRAE-ES RAFAELA GROSS BROWN — VISIT FLORIDA RAFAELA REZENDE — DECOLAR RICARDO AMARAL — R11 TRAVEL RUY RIBEIRO — COSTA CRUZEIROS SANDRO FERNANDES — GRUPO ITER SÉRGIO VIANNA — LUSANOVA SIDERLEY SANTOS — MARINGÁ E ABRACORP SOELY OLIVEIRA — BCD TRAVEL SYLVIO FERRAZ — BEFLY TADEU CUNHA — AVIPAM TANIA NERES — EMBRATUR TATIANA BONI — CIVITATIS TERESA PEREZ — TP GROUP VALÉRIA GORDILHO — ARMAÇÃO PORTO DE GALINHAS YURI BENITES — ITAIPU PARQUETEC
CRUZEIROS NO HORIZONTE Um dos setores em maior ebulição no Turismo é o de cruzeiros marítimos e fluviais. Às vésperas da temporada nacional de viagens marítimas, que começa em outubro, o setor está super aquecido e estão em alta os seguintes segmentos: • Novos navios • Cruzeiros fluviais • Caribe sem visto • Expedições Sócios da Sakura Consolidadora (Wagner Sousa, Luti Guimarães e Flavio Correa), vendo esse movimento, abriram uma empresa especializada em cruzeiros, a Cruise Collection, em parceria com Daniel Marrocos, ex-Pier Viagens, de Brasília. VOOS INTERNACIONAIS Entre 25 de outubro de 2026 e 27 de março de 2027, a capital paulista terá nove voos semanais da KLM (durante o inverno europeu), com duas frequências adicionais em relação à operação regular diária.
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A JetSmart ampliará, a partir de 15 de dezembro de 2026, de sete para 12 o número de voos semanais entre Buenos Aires e Recife. E a Gol Linhas Aéreas terá voos diretos para Salta, no norte argentino. Anunciada em maio, a operação inédita terá início em 17 de dezembro, com duas frequências semanais entre as cidades. A Latam Airlines começará voos diretos entre Guarulhos e Cusco a partir de 29 de março de 2027. Com isso, os clientes brasileiros não precisarão mais realizar conexões em Lima (Peru) para acessar o destino no Vale Sagrado do Peru. E essas foram as empresas aéreas mais vendidas pelas 23 TMCs associadas à Abracorp, para voos internacionais:
PARA O FINAL DO ANO • Invista em promoções com benefícios para as famílias e grupo de amigo • Prefira destinos com facilidade de visto (por exemplo, o México está retornando ao share antigo no Brasil depois do visto eletrônico) • O all-inclusive continua tendo boa atratividade • Esqui na Europa está em alta • Compras nos EUA ainda são atraentes para brasileiros • E novamente, cruzeiros em alta Expectativa que está mexendo com o sono dos brasileiros: a Reforma Tributária, que unifica impostos e em alguns casos vai acarretar em aumento de tarifas e serviços. Fiquem de olho e falem com seus parceiros no Brasil.
AÉREAS INTERNACIONAIS MAIS VENDIDAS PELAS TMCS ABRACORP
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Relatório produzido pela PANROTAS e pela FecomercioSP com o objetivo de servir como norteador de decisões para destinos e empresas nacionais estrangeiras. Para mais informações ou esclarecimentos, entre em contato com ri@fecomercio.com.br ou redacao@panrotas.com.br.