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Foto: Divulgação
30 de novembro a 6 de dezembro| Ano 24 | n° 1.142 | Mais informações sobre reportagens acesse: www.jornaldagente.inf.br
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Prioridade é debate sobre morador de rua P8
Quem usa a vaga para deficientes existente na Praça Cívica, na Vila Romana, corre sério risco de sofrer um acidente. Por estar muito próxima à esquina e não contar com um rebaixamento de guia para acesso de cadeirantes, a localização da vaga dificulta o manuseio de uma cadeira de rodas, seja pela pessoa com deficiência ou seu acompanhante. “Se a pessoa com deficiência estiver no banco do carona ou sentado atrás do lado direito, a cadeira de rodas precisa ser montada no meio da rua. Como o movimento de carros virando a esquina é constante, os carros que viram podem facilmente atropelar a cadeira, provocando um acidente grave”, lembra o líder comunitário Marcos Ribeiro.
Ele conta que já enviou vários ofícios à CET pedindo a transferência da Vaga Defis para a frente da padaria existente na praça, o que ofereceria maior segurança e facilidade para a montagem e movimentação das cadeiras de rodas. “Ali” – explica Ribeiro – “daria para pintar uma faixa zebrada, que sinaliza o espaço para o manuseio das cadeiras”. Segundo o líder comunitário, além da falta de estudo para a implantação das vagas para deficientes e idosos no local, não há fiscalização suficiente por parte da CET, o que resulta na ‘invasão’ dessas vagas por pessoas sem autorização para estacionar nesses espaços. “Não adianta a cidade dispor de vagas prioritárias, se a fiscalização é falha”, lembra ele.
Eleições para Conselho Participativo serão em 15/12 »P7