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Jornal da Gente - Edição 1124 - 27 de julho a 2 de agosto de 2024

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27 de julho a 2 de agosto | Ano 24 | n° 1.124 | Mais informações sobre reportagens acesse: www.jornaldagente.inf.br

MEIO AMBIENTE

Acontece Zélia Duncan faz evento no Parque Villa-Lobos

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Remediação de terreno destinado Conselho começa a destravar a parque requer novos estudos PIU Leopoldina Ainda não há perspectivas para a realização de obras no terreno público de 50 mil m² onde funcionou por 30 anos (1974-2004) a usina de compostagem da Vila Leopoldina. Desde 2008, o local, por força de lei, é área verde municipal onde se localiza o Parque Orlando Villas Bôas. Hoje ainda sem uso, esse local é considerado como Fase 4 do Parque Vila Leopoldina -Orlando Villas Bôas, criado em 2009 no terreno contíguo de propriedade da Sabesp. Por meio de nota, a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente (SVMA) informa que “na área chamada de fase 4 há estudos para ampliar o parque (Leopoldina Orlando -Villas-Bôas). Ela conta com projeto básico para implantação, que depende de outras análises de contaminação, valorada em aproximadamen-

te R$ 23 milhões”. Na discussão sobre a aplicação da verba de R$ 6 milhões do orçamento participativo municipal deste ano destinada à área da Subprefeitura Lapa, o Conselho Participativo Municipal (CPM) da região deverá indicar o parque para receber esses recursos. Se por um lado ainda não há perspectivas para transformar em parque o terreno da extinta usina de compostagem, por outro, prossegue sem definição a data da reabertura do Parque Vila Leopoldina Orlando Villas Bôas. A SVMA informa “que há expectativa para a reabertura do parque com as obras de requalificação a serem feitas nos próximos meses. O investimento é de aproximadamente R$ 1 milhão”. A secretaria desclarece, ainda, que “haverá benfeitorias nas áreas de lazer e administrativas.

Participativa, objetiva e propositiva. Assim pode ser definida a primeira reunião plenária do Conselho Gestor da Área de Intervenção Vila Leopoldina (AIU-VL), órgão que pelos próximos anos gerenciará e tornará operativo o Plano de Intervenção Urbana Leopoldina (PIU). O encontro, ocorrido na quinta-feira, 25, no auditório do Prédio Martinelli, foi presidido pela secretária Elizabeth França, que deu posse coletiva aos conselheiros. A titular da SMUL sinalizou positivamente à primeira demanda dos representantes das comunidades Nove, Linha e Cingapura no colegiado: a convocação, em quinze dias, de uma reunião extraordinária do Conselho Gestor com pauta centrada no encaminhamento, por parte da Secretaria Municipal de Habitação (Sehab), de

Conselho terá reuniões ordinárias bimestrais

uma proposta para o encerramento do processo de usucapião envolvendo o terreno da Favela da Linha. “Parte dessas famílias ganhou o direito de usucapião. Mas elas, com usucapião ou não, têm o direito de serem atendidas no âmbito do PIU”, explicou Elizabeth França. “Caso a família que está na ação de usucapião não queira ir para a unidade habitacional (prevista no PIU) ela terá direito a receber uma indenização e, com isso, morar onde desejar. Na próxima reunião podemos ter a presença do (procurador da Sehab), José Aparecido, para explicar essa questão”, disse Elizabeth.

Foto: Divulgação

URBANISMO


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