Imóveis
Saiba por que a jabuticaba é boa para o seu organismo P5
Confira as ofertas da Luciana Imóveis
»
9 a 15 de setembro | Ano 22 | n° 1.080 | Mais informações sobre reportagens acesse: www.jornaldagente.inf.br
Foto: Divulgação
_
Metrô avança projeto de linha até Rua Cerro Corá Licitação acaba de ser homologada
»P4
Foto: Divulgação
Vereadores prometem devolutiva sobre vistoria no Sorocabana » P3
ACM Lapa organiza festa de 60 anos P3
Festival do Pescado começa na Ceagesp
»UP
Distribuição Gratuita
ÁREAS VERDES
Comitê luta contra acampamento em praça próxima ao Allianz
INFRAESTRUTURA
ANIVERSÁRIO
Acontece
Foto: Blog Movimento Água Branca
» P7
Publicidade
Continua intensa, em vários bairros da região, a mobilização em defesa das praças, tanto no alerta a situações que colocam em risco essas áreas verdes quanto na divulgação de atividades reunindo famílias e amigos. Ainda que pouco conhecidos, quem se destaca nessa luta voluntária são os Comitês de Usuários de Praças, regulamentados por lei municipal que garante a gestão participativa das praças e a participação dos cidadãos, conjunta com o poder público, na defesa desses espaços. Na Praça Conde Francisco Matarazzo Jr., localizada na Avenida Francisco Matarazzo, nas proximidades da Arena Allianz Parque, moradores, frequentadores e o Comitê de Usuários são um bom exemplo de ativismo verde. Eles cobram do poder público e do setor privado (gestores do Allianz Parque) providências para que o espaço verde seja preservado como tal e deixe de ser-
vir de acampamento para pessoas interessadas em eventos na Arena. O relato do grupo que defende essa praça expõe a gravidade dos fatos. “Em julho, com a ação da polícia para coibir a presença de cambistas nas filas para compra e ingressos, essas pessoas passaram a organizar a fila na praça, permanecendo todos os dias sentadas nas áreas de brincadeira ou jardim. Garrafas e cacos de vidro e latinhas de bebidas alcóolicas são encontrados no local onde esses guardadores de fila estão acampados, que é a área de brincadeiras e passeio, por onde circulam crianças e frequentadores com cachorros”. Os ativistas reafirmam que “é o poder público que deve garantir a fruição de uma praça de acordo com sua vocação, e exigir que o privado - Real Arenas e produtoras - disponibilize uma área dentro da sua propriedade para acomodar a demanda que eles mesmos geram”.