Horizonte
em Campo
Nº 03 Jan a Abr 2017
Uma publicação da Ourofino Agrociência
O que esperar de 2017? Saiba quais as estimativas para as safras de cana-de-açúcar, soja, milho e algodão, além da opinião de especialistas sobre a retomada econômica do Brasil
Gestão
Novos produtos
Premiação
Inteligência Competitiva ganha espaço nas empresas
Ourofino lança dois novos produtos: PonteiroBR e GrandeBR
Ourofino é destaque em desenvolvimento sustentável
É dentro de uma das mais modernas unidades industriais do mundo que o cuidado com a agricultura brasileira começa. Os constantes investimentos além de otimizar a eficiência de produção, visam a segurança do trabalho, a qualidade dos processos, a saúde dos colaboradores e o cuidado com o meio ambiente.
Ourofino Agrociência: uma das mais modernas fábricas de defensivos agrícolas do mundo é brasileira. Unidade Industrial Uberaba/MG
editorial
Rota reprogramada
Dois mil e dezesseis entrou para a história política e econômica do Brasil. A população se uniu, diante de tantos desmandos vindos de Brasília, e conseguiu o impeachment da então presidente da República. Um sopro de otimismo. Ainda que não passe de uma brisa, era esse o impulso que a tripulação brasileira precisava. E ele veio. Independente das cores do navio ou do nome do comandante, em 31 de outubro de 2016 a maré virou, as velas foram ajustadas e novos rumos para o país foram traçados. No cenário externo, navegamos em mares promissores. As exportações do agronegócio brasileiro renderam US$ 1,03 trilhão nos últimos 15 anos. Líder mundial nas vendas externas de vários produtos, como
Expediente
soja, açúcar e café, o Brasil deverá ampliar esse leque. A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, sigla do inglês Food and Agriculture Organization) aponta que, se o atual ritmo de consumo continuar, em 2050 será necessário 60% a mais de comida, 50% a mais de energia e 40% a mais de água. Com tecnologia, recursos naturais e terra disponíveis, o Brasil pode ser protagonista na missão de alimentar o mundo. Basta estrutura para que os produtores possam desenvolver suas lavouras e escoar suas produções. Nesta edição da revista Horizonte em Campo apresentamos a opinião de especialistas sobre o que esperar da economia do país, com foco, claro, no agronegócio brasileiro. Perspectivas para as safras de cana, soja, algodão e milho são destaques. Com as velas içadas e os ventos a nosso favor, é aguardar que a tripulação receba mais do que um sopro de otimismo, mas uma onda de boas notícias e perspectivas futuras. Vamos em frente. A todos, boa leitura! Norival Bonamichi Presidente da Ourofino Agrociência
capa /20
Novos caminhos em 2017
Horizonte em Campo é uma publicação de distribuição gratuita e editada pela Ourofino Agrociência (Avenida Coronel Fernando Ferreira Leite, 1520, 15º andar - CEP: 14.026-020 - Ribeirão Preto, SP). Todos os textos são de responsabilidade da empresa, com exceção dos assinados que são de responsabilidade de seus autores e não refletem necessariamente a opinião da revista. As fotos pertencem ao arquivo da Ourofino Agrociência, ressalvo as que levam crédito. Responsáveis pela área de comunicação: Luciano Marcos da Silva Galera e Everton Molina Campos. Jornalista responsável / Reportagem: André Ricci - MTB 66.942/SP. Apoio de comunicação: Gabriela Mesquita e Natália Oliveira de Souza. Diagramação: Lucas Cardoso. Projeto gráfico: Departamento de Criação Ourofino Agrociência.
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Revista Horizonte em Campo / Jan a Abr 17
Nesta edição conheça nosso departamento
/11 Jair Súnega, Diretor Industrial, conta como foi planejada uma das mais modernas fábricas de defensivos agrícolas do mundo
premiação /6 Ourofino Agrociência conquista prêmio Lide Agronegócios 2016
gestão
/14
Conheça mais sobre o trabalho de Inteligência Competitiva
inovação
/18
Ourofino firma parceria com Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
cana-de-açúcar /30 Ourofino apresenta o PonteiroBR
eventos
/32
Veja a participação da Ourofino no Congresso Andav 2016
commodities
/38
Marcos Fava Neves analisa os fatos do agronegócio
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premiação
Ourofino Agrociência conquista prêmio Lide Agronegócios 2016 Crédito: Gustavo Rampini
Premiação vai para empresas e instituições do agronegócio brasileiro que se destacam no desenvolvimento sustentável
Marcelo Abdo, diretor da Ourofino Agrociência; Roberto Rodrigues, presidente do Lide Agronegócios; Gustavo Ene, CEO do Lide
A Ourofino Agrociência ganhou o prêmio Lide Agronegócios 2016 na categoria Defensivos Agrícolas, durante o 5º Fórum Nacional de Agronegócios realizado dia 24 de setembro, em Campinas (SP). Marcelo Abdo, diretor Financeiro e Administrativo da empresa, teve a honra de receber a premiação representando a empresa. Promovido pelo Lide - Grupo de Líderes Empresariais, o Fórum tem como objetivo premiar as empresas e instituições do agronegócio brasileiro que se destacam no desenvolvimento sustentável a partir do uso de modernas e inovadoras fer-
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ramentas de tecnologia e gestão, além da visão e atuação socioeconômica para inserção competitiva nos mercados. Outros cinco segmentos foram premiados: Crédito, Fertilizantes, Sementes e Mudas, Implementos Agrícolas e Tratores. “A Ourofino Agrociência tem apenas seis anos e é reconhecida pela qualidade e tecnologia de seus produtos. Receber o prêmio Lide é a certeza de que estamos no caminho certo para colhermos ainda mais resultados positivos, acompanhando o crescimento do agronegócio brasileiro”, comemora Abdo.
“Receber o prêmio Lide é a certeza de que estamos no caminho certo”, diz Marcelo Abdo
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Terra Forte
Terra Forte
Mais tecnologia na proteção da sua lavoura.
Inseticida Fipronil que apresenta amplo espectro de controle. Sua formulação líquida, com micropartículas e baixa densidade, proporciona maior uniformidade no recobrimento das sementes. Isso resulta em melhor controle das pragas iniciais e, consequentemente, melhor germinação e estandes adequados, protegendo o seu investimento desde o início.
Terra Forte é produzido em uma das mais modernas fábricas de defensivos agrícolas do mundo. Com automação e equipamentos de alta tecnologia, seus produtos atendem os mais altos padrões de qualidade. Produtos à base de Fipronil são tóxicos para abelhas. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades. Comunicado do IBAMA, Diário Oficial da União, Seção 3, página 112 de 19/07/2012.
IMPORTANTE Denuncie. Não arrisque sua liberdade. Diga não aos agrotóxicos ilegais. Para sua proteção, respeito à saúde pública, ao meio ambiente e à segurança no trabalho, nunca use produtos falsificados e contrabandeados, é crime. Disque Denúncia Agrotóxicos Ilegais: 0800 940 7030
ADVERTÊNCIAS Este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Leia atentamente e siga rigorosamente as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita, e faça-o a quem não souber ler. Utilize sempre os equipamentos de proteção individual. Nunca permita a utilização do produto por menores de idade. CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
Informe-se sobre e realize o manejo integrado de pragas e o de resistência a doenças e plantas daninhas. Descarte corretamente as embalagens e restos de produtos.
notícias Ourofino
Ourofino reúne representantes do futuro canavieiro
Empresários do setor canavieiro estiveram presentes na Ourofino, no dia 11 de novembro de 2016, para uma reunião do grupo intitulado como Jovens do Setor Sucroenergético (JSS), que reúne parte das futuras lideranças do segmento e tem como organizador o professor da Universidade de São Paulo (USP), Marcos Fava Neves. Na oportunidade, os profissionais puderam conhecer melhor o trabalho realizado pela Ourofino Agrociência, assim como todo o seu portfólio, um dos mais completos em defensivos agrícolas para a cultura. Representantes das usinas Batatais, Viralcool, São Francisco, BioAroeira, Ipiranga, Pedra, Pitangueiras, Calda e Companhia Melhoramentos, participaram do evento e puderam acompanhar o bate-papo com os sócios-fundadores da Ou-
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rofino, Norival Bonamichi e Jardel Massari, que contaram um pouco da história de sucesso da empresa. “Estar com profissionais jovens e capacitados para contar um pouco do que é a Ourofino, é uma grande oportunidade para nós. Somos uma empresa 100% brasileira, assim como os participantes do evento, e temos orgulho do trabalho realizado por este setor, que enfrentou uma grave crise recentemente e hoje enxerga um futuro melhor”, comenta Bonamichi, atual presidente da companhia. José Renato Pavão, Diretor Comercial (Cana-de-açúcar) da Ourofino Agrociência, reforça a importância do segmento para a empresa. “Estamos ao lado do produtor canavieiro e trabalhamos para oferecer as melhores soluções, levando em consideração as características
pontuais de cada região produtora. Prova disso é o nosso portfólio, um dos mais robustos para a cultura”. Já Roberto Toledo, Gerente de Produto (Herbicidas e Cana-de-açúcar), foi o responsável por apresentar o mercado de defensivos agrícolas e o portfólio da empresa. Com mais de 21 produtos, entre herbicidas, inseticidas e fungicidas, a empresa apresentou recentemente dois produtos neste segmento. “Adaptado para a agricultura brasileira, o PonteiroBR apresenta amplo espectro e residual de controle para tiririca, diferentes espécies de corda-de-viola, gramíneas e folhas largas de difícil manejo. Já o GrandeBR é excelente no manejo de gramíneas de difícil controle e uma ótima opção para a prevenção e combate a plantas daninhas”, finaliza Toledo.
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Coopcana recebe treinamento no Paraná Em outubro foi realizado um treinamento de tecnologias de aplicação de herbicidas/inseticidas/fungicidas em cana-de-açúcar com os profissionais da Cooperativa Agrícola Regional de Produção de Cana (Coopcana), em Paraíso do Norte (PR). O encontro foi realizado pelo professor Marcelo Costa, da Universida-
de Estadual Paulista (Unesp) de Jaboticabal (SP), que procurou informar os participantes sobre as novidades da área. Os objetivos foram a troca de informações, reciclagem dos participantes e recomendação de boas práticas para o sucesso de uma aplicação e controle do problema-alvo.
Palestras com parceiros da região da BR163, em Mato Grosso A Ourofino Agrociência preza pela proximidade no relacionamento com seus clientes. Prova disso são os inúmeros treinamentos e palestras realizados ao longo do ano. Em meados de outubro, na BR163, principal via que corta Mato Grosso de norte a sul, diversos encontros sobre o manejo de resistência de plantas daninhas foram promovidos.
Na ocasião, os participantes contaram com a experiência do gerente de Pesquisa da Ourofino Agrociência, Edson Mattos, e também do gerente de Produtos, Roberto Toledo. Profissionais das cidades de
Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sorriso e Sinop tiveram a oportunidade de conhecer melhor o robusto portfólio de herbicidas da Ourofino Agrociência, além das novidades que estão por vir.
Controle da cigarrinha das raízes é analisado na Usina Cerradão A Usina Cerradão, concebida em conjunto pelo Grupo Queiroz e pelo Grupo Pitangueiras para a exploração agroindustrial sustentável de cana-de-açúcar, na região de Frutal, no Triângulo Mineiro, abriu suas portas para a montagem de um campo demonstrativo para analisar o controle da cigarrinha das raízes da cana, Mahanarva fimbriolata. Esta região é muito atacada por
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essa praga, que pode causar prejuízos superiores a 30% na produção. Na ocasião, foi comparada a eficácia dos diferentes produtos do mercado em duas modalidades de aplicação: equipamento de corte central da soqueira de cana e corte lateral. O trabalho, realizado durante
outubro, contou com o apoio da desenvolvedora técnica de Mercado, Ana Paula da Silva Martins Bonilha, e do representante técnico Comercial da Ourofino, Luis Fernando Moreira, que contribuíram com o posicionamento do DiamanteBR.
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notícias Ourofino
Ourofino Agrociência recebe prêmio da Usina São Martinho Crédito: Divulgação
Empresa foi contemplada na categoria Colaboração, como Fornecedor Destaque
O início de dezembro foi de comemoração para a Ourofino Agrociência, uma das mais modernas fábricas de defensivos agrícolas do mundo. A empresa foi convidada pela Usina São Martinho para receber o troféu Fornecedores de Destaque, na categoria Colaboração. A premiação reconheceu o desempenho dos parceiros nos quesitos colaboração, inovação, pontualidade, conformidade e segurança. Na entrega do troféu, em Pradópolis (SP), a Ourofino Agrociência marcou presença com os diretores Miguel Padilha e José Renato Pavão, o gerente Gustavo Strini e o
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consultor Romero Nocera. “Receber o troféu de uma das principais usinas do país é o nosso termômetro para sabermos que nossas estratégias atingem e trazem resultados benéficos para os clientes. É uma honra sermos parceiros da São Martinho”, comemora José Renato Pavão, diretor Comercial da Ourofino Agrociência na área de cana-de-açúcar. Ao todo, o evento reuniu mais de 120 convidados. Os prêmios foram destinados aos fornecedores estratégicos da companhia em insumos, equipamentos, serviços, e manutenção.
A São Martinho está entre as maiores empresas sucroenergéticas do Brasil, com capacidade aproximada de moagem de 23 milhões de toneladas de cana (21 milhões de capacidade proporcional à participação acionária). Possui quatro usinas em operação: São Martinho, em Pradópolis, na região de Ribeirão Preto (SP); Iracema, em Iracemápolis, na região de Limeira (SP), Santa Cruz, localizada em Américo Brasiliense (SP) e Boa Vista, em Quirinópolis, a 300 quilômetros de Goiânia (GO), esta última uma joint-venture com a Petrobras Biocombustível.
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conheça a nossa empresa
Direto do chão de fábrica Jair Súnega, Diretor Industrial da Ourofino Agrociência, conta como foi planejar uma das mais modernas fábricas de defensivos do mundo Orgulho, realização, superação e reconhecimento. São estes alguns dos sentimentos que Jair Súnega, um dos primeiros profissionais a ser contratado pela Ourofino Agrociência, define como resumo do trabalho realizado até agora na companhia. Desde 2007 envolvido nos projetos e sonhos da empresa, Súnega tem muito do que se orgulhar. Ajudou a planejar e colocar em operação uma das mais modernas fábricas de defensivos do mundo, que ano a ano aumenta sua produção e ganha força em um mercado altamente competitivo. Está à frente da área industrial como diretor, cargo conquistado em seus mais de 30 anos de experiência no mercado de defensivos agrícolas. Bacharel em Química e com
especialização em gestão empresarial, Súnega auxilia no desenvolvimento da empresa e de sua área com muito amor e carinho. De suas mãos saíram especificações detalhadas da estrutura da empresa, com projetos envolvendo tecnologias de formulações, logística, automação industrial, controle ambiental, centro de tecnologia etc. “Tudo aconteceu muito rápido. Em pouco tempo tivemos que definir portfólio, desenvolver formulações e tecnologias e estratégias de registro e de fabricação. Em paralelo, estudamos qual o melhor local para a montagem da fábrica, levando em consideração questões logísticas, ambientais e fiscais”, conta ele. De fato, a fábrica é motivo de orgulho. São mais de 54 mil m² de área construída, com uma estrutu-
ra capaz de fabricar mais de 120 milhões de litros por ano, construída em pouco mais de um ano. “Alcançamos objetivos em tempo recorde. Em junho de 2010 terminamos as obras e logo já contávamos com várias certificações e credenciamentos da indústria pelas principais empresas do segmento”, explica Súnega. E todo o trabalho realizado até o momento tem trazido resultado. A Ourofino Agrociência vem expandindo seu portfólio, ganhando espaço no mercado e se consolidando no segmento de defensivos. “Trabalhamos para ser uma referência neste mercado. Queremos ser uma das principais empresas nesta área e ajudar os produtores brasileiros a produzir cada vez mais”, finaliza.
“Queremos ser uma das principais empresas nesta área e ajudar os produtores brasileiros a produzir cada vez mais”, revela Jair Súnega
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Quem planta SingularBR, colhe tranquilidade.
Produtos à base de Fipronil são tóxicos para abelhas. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades. Comunicado do IBAMA, Diário Oficial da União, Seção 3, página 112 de 19/07/2012.
IMPORTANTE Denuncie. Não arrisque sua liberdade. Diga não aos agrotóxicos ilegais. Para sua proteção, respeito à saúde pública, ao meio ambiente e à segurança no trabalho, nunca use produtos falsificados e contrabandeados, é crime. Disque Denúncia Agrotóxicos Ilegais: 0800 940 7030
ADVERTÊNCIAS Este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Leia atentamente e siga rigorosamente as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita, e faça-o a quem não souber ler. Utilize sempre os equipamentos de proteção individual. Nunca permita a utilização do produto por menores de idade. CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
Informe-se sobre e realize o manejo integrado de pragas e o de resistência a doenças e plantas daninhas. Descarte corretamente as embalagens e restos de produtos.
Inseticida Fipronil com amplo espectro de controle e único com formulação líquida. A tecnologia empregada em sua formulação permite uma melhor homogeneidade de calda e distribuição uniforme do ativo durante a aplicação, proporcionando maior eficiência e período de controle. Avaliação de calda preparada a base de Fipronil SC e WG ao longo de um dia de trabalho, aferindo concentração da calda a cada duas horas. Devido à diferenciação de sua formulação com menores partículas, ocorreu uma menor decantação de SingularBR quando comparado ao fipronil WG proporcionando, após 6 horas de testes, uma calda mais homogênea e com maior concentração de ativos.
Concentração de ingrediente ativo por hectare (g i.a./ha)
200 150 100
2h
50
4h
0
WG
SC
6h
Formulação de fipronil SC: Suspenção Concentrada WG: Granulado Dispersível
SingularBR é produzido em uma das mais modernas fábricas de defensivos agrícolas do mundo. Com automação e equipamentos de alta tecnologia, seus produtos atendem os mais altos padrões de qualidade.
gestão
Quanto vale uma informação? Em um mercado cada vez mais acirrado, empresas se estruturam para antecipar tendências e serem mais competitivas; área de Inteligência Competitiva ganha força Você já parou para pensar no volume de dados que recebemos e transmitimos diariamente? São informações transacionais, como aquelas que preenchemos para ter um cadastro em uma determinada empresa; informações comportamentais, como nossas atividades nos dias livres e/ou pesquisas na internet; até mesmo o nosso círculo de convivência. Com o advento das mídias digitais, passamos por uma nova revolução tecnológica, agora, na “Nuvem”, onde nada - e ninguém - passa sem ser notado. No mundo empresarial, essa revolução não passa despercebida. Com o mercado cada vez mais
acirrado em busca de clientes, é preciso atendê-los com eficiência. Cada movimento é uma informação disponibilizada que precisa ser capturada, analisada e disseminada pelas empresas, com objetivo de propor ações vantajosas na relação comercial com seus clientes, buscando os melhores resultados para ambos. No agronegócio, mais especificamente no mercado de defensivos agrícolas, são muitas as variáveis. Além da necessidade das empresas em conhecer cada vez melhor seus clientes e desafios, outras variáveis como fusões e
aquisições, concorrência, estudos sobre novas pragas e doenças, clima, análises de portfólio, tendências econômicas, entre outras, têm um impacto importante nas análises e tomada de decisões das empresas. Com este cenário, o mundo corporativo vem investindo cada vez mais em profissionais que possuem competências para planejar, pesquisar, analisar, disseminar e até mesmo participar ativamente do processo decisório e de desenvolvimento de ações estratégicas. Estamos falando da área de Inteligência Competitiva (IC), que de acordo com o especialista na área Larry Kahaner, “é um programa
A. Análises do Mercado de Defensivos B. Análises de Produtos C. Análises de Clientes D. Análises de Concorrência E. Análises de Preço
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Luciano Galera, Diretor de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento
Everton Molina Campos, Gerente de Inteligência Competitiva
sistemático de busca e análise da informação sobre atividades dos concorrentes, tendências gerais dos negócios, visando atingir as metas da empresa”. De fato, a área de IC é responsável por antecipar as exigências do mercado, analisando todos os fatores que fazem parte do negócio. “Buscamos prever as tendências do mercado e entender como pensam nossos clientes, analisar ameaças e fraquezas que nos envolvem, para que assim possamos sugerir ações estratégicas que gerem valor para a companhia”, explica Luciano Galera, Diretor de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento da Ourofino Agrociência. Ourofino Agrociência investe em sua área de Inteligência Competitiva
Felipe Isicawa e Natália Oliveira de Souza, Analistas de Inteligência Competitiva
Tecnologia da Informação As atividades de elaboração de relatórios de Mercado estão subdivididas em 5 frentes de trabalho:
Coleta de informações
Análises de informações
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Disseminação e Mensuração
Com objetivo de suportar as principais partes interessadas no processo de decisão estratégica, com informações claras e objetivas, a Ourofino Agrociência vem se preparando internamente para um crescimento expressivo nos próximos anos. Dessa forma, segue investindo no desenvolvimento de pessoas e ferramentas de trabalho voltadas à área de Inteligência Competitiva. Formada há apenas dois anos, a equipe de IC é composta atualmente por quatro profissionais que trabalham alinhados à estratégia corporativa da empresa e com foco nas principais culturas de atuação: cana-de-açúcar, soja, algodão e milho. “Quando estruturamos a área de IC buscamos o que havia de mais moderno em metodologias para o desenvolvimento de nossos trabalhos no Brasil e exterior, adaptando-as ao nosso modelo de negócio. Dessa forma, estamos preparados para dar suporte à companhia em seus desafios futuros”, explica Everton Molina Campos, Gerente de Inteligência Competitiva e Comunicação Integrada.
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gestão Com o modelo de trabalho desenvolvido, os estudos e análises realizados pela área estão divididos em quatro pilares: Inteligência de Mercado; Inteligência Comercial; Precificação; e Inteligência Geográfica. Dentro de cada um desses pilares são realizados estudos por meio de relatórios regulares que atendem a toda companhia, além de estudos para suportar demandas específicas. “Esses estudos embasam o processo decisório da empresa e, muitas vezes, somos chamados para implementar as estratégias resultantes desses estudos”, acrescenta Campos. Exemplo prático do que vem sendo realizado pela área é o trabalho de geomarketing, que consiste no cruzamento de dados referentes ao tamanho de mercado, clientes e outras informações disponíveis sobre uma referência geográfica. Dessa forma, cria-se uma visão de maior amplitude, melhorando a tomada de decisão por território de atuação da companhia. O objetivo da Ourofino Agrociência é que esses estudos suplantem o plano de acesso ao mercado traçado para os próximos anos, auxiliando no atingimento das metas traçadas. “Dentre os vários trabalhos realizados pela equipe de IC
Pilares da área de IC da Ourofino Inteligência de Mercado
Precificação
Inteligência Comercial
Inteligência Geográfica
temos as análises de produtos e mercados, relatórios de commodities agrícolas e tendências de mercado, condição de safra e incidência de pragas e doenças, entre outros”, diz Felipe Isicawa, analista de IC. Investimento em novas ferramentas de inteligência de mercado Prova do foco e comprometimento da empresa com a área são os investimentos em ferramentas de trabalho. Uma delas, que envolve outras áreas como a Financeira, TI e Administrativo de Vendas, é a plataforma de business intelligence, que utiliza o software Tableau, considerado um dos melhores do mercado. O Tableau possui ferramentas para facilitar a visualização e interpretação de dados de forma integrada em um único painel, facilitan-
do assim o trabalho dos gestores. “A plataforma permite que, através de uma estrutura online atualizada diariamente, as informações estejam disponíveis em tempo real para tomada de decisão. Essa agilidade é importante pois atende do consultor comercial no campo até o presidente da empresa”, explica Natália Souza, analista de IC e uma das líderes do processo de implementação da ferramenta na companhia. O Salesforce, software referência em soluções de gestão de relacionamento com clientes (CRM), é outra ferramenta muito utilizada pela área, tanto para coletar informações com a equipe de campo como para disponibilizar informações importantes para o dia a dia. “Para 2017 continuaremos investindo em novas tecnologias e em novas análises, acompanhando assim o crescimento esperado pela Ourofino Agrociência”, conclui Campos.
Equipe de IC, junto aos consultores comerciais do Paraná, conduz os trabalho de geomarketing
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Contra a Helicoverpa, a luz do fim do túnel é legal e definitiva.
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O Benzoato de Emamectina da Ourofino Agrociência. DesafioBR® é restrito para o controle emergencial da praga Helicoverpa armigera em campanha fitossanitária nos Estados que autorizam seu uso. Este produto não é registrado no Brasil. IMPORTANTE Denuncie. Não arrisque sua liberdade. Diga não aos agrotóxicos ilegais. Para sua proteção, respeito à saúde pública, ao meio ambiente e à segurança no trabalho, nunca use produtos falsificados e contrabandeados, é crime. Disque Denúncia Agrotóxicos Ilegais: 0800 940 7030
ADVERTÊNCIAS Este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Leia atentamente e siga rigorosamente as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita, e faça-o a quem não souber ler. Utilize sempre os equipamentos de proteção individual. Nunca permita a utilização do produto por menores de idade. CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
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inovação
O futuro começa agora Ourofino Agrociência firma parceria com Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, entra no mercado de biológicos e busca novas soluções voltadas à agricultura brasileira Inovação. Ainda que o Brasil não tenha encontrado uma identidade comum no que se refere ao termo, poucas nações do mundo contam com tantas condições para mudar o jogo quanto o tupiniquim, pensando especificamente em recursos naturais e capital humano. Originalmente brasileiras, no fim de novembro a Ourofino Agrociência e a Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia se reuniram em Brasília (DF) para assinar um acordo de
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cooperação biológica, que objetiva, além de inovar, trabalhar o desenvolvimento de uma nova linha de produtos biológicos (bioinseticidas, bioherbicidas, biofungicidas, entre outros). Estamos falando de um mercado em plena expansão. De acordo com dados da Dunham Trimmer (Farm Chemicals International), entre 2007 e 2015, o setor cresceu mais de 300%, sendo avaliado em cerca de US$ 2 bilhões. No Brasil,
em 2014, o segmento correspondia a US$ 113 milhões, segundo a Associação Brasileira das Empresas de Controle Biológico (ABCBio). “Queremos ser a contraparte da Embrapa na formulação de produtos biológicos que cheguem rápido ao mercado e com capacidade de atender às necessidades dos produtores nacionais de forma sustentável. Vamos aproveitar o profundo conhecimento cientifico acumulado pela Embrapa ao longo dessas mais
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de quatro décadas e contribuir para encurtar o caminho entre laboratório e campo”, destaca Norival Bonamichi, presidente da Ourofino Agrociência, que reforçou ainda a importância do Manejo Integrado de Pragas (MIP). O acordo de cooperação biológica tem como proposta transformar ciência em riqueza para o agronegócio. Para isso, a Ourofino Agrociência, uma empresa brasileira, desenvolverá formulações adequadas à condição climática local, que registra altas temperaturas e grande pressão de pragas e doenças, além de insolação e outros fatores característicos que fazem do Brasil um país único. “Ciência é o motor do desenvolvimento do país. Aquele que almeja a liderança precisa investir para fortalecer os vários segmentos da economia, inclusive a agropecuária”, diz Maurício Antonio Lopes, presidente da Embrapa. Quem também reforça a importância do acordo é José Manuel Cabral de Sousa Dias, chefe-geral interino da Embrapa. “Os resultados das pesquisas gerarão produtos inovadores para um mercado ávido pela união dos manejos, muitas vezes necessárias”. Para Rose Monnerat, pesquisadora da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, ressalta que os maiores beneficiados com o acordo são os produtores rurais, que terão à disposição novas soluções. “Não adianta termos coleções de ativos e microrganismos guardados no armário. É preciso fazer acontecer, gerar benfeitorias para o país. Com a expertise das duas empresas, em breve teremos novos produtos no mercado”. A assinatura do acordo de cooperação biológica fez parte da solenidade de aniversário da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, que comemora 42 anos em 2016. Na ocasião, diversas autoridades estiveram presentes, entre elas, o presidente da Embrapa da Ourofino Agrociência.
Revista Horizonte em Campo / Jan a Abr 17
Representantes da Ourofino Agrociência e Embrapa celebram acordo
Norival Bonamichi, José Manuel Dias e Maurício Antonio Lopes falam sobre o futuro do agronegócio
Parceria busca gerar benfeitorias para o país
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economia
Novos caminhos em 2017 Brasil busca retomada da economia em meio a definições políticas; Blairo Maggi é o escolhido de Michel Temer para o Mapa
Especialmente no que se refere à história política do Brasil, 2016 foi um ano diferente. Após meses de protestos e indefinições políticas, o brasileiro, concorde ou não com a decisão, viu a então presidente da República, Dilma Rousseff, ser destituída do cargo após a conclusão de um processo de impeachment, em 31 de agosto. Em seu lugar, Michel Temer, que até então ocupara a cadeira de vice-presidente. Independente do partido, ao brasileiro importa o retorno dos investimentos e dos empregos. Neste sentido, diversos ajustes estão sendo debatidos e instituídos, que
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visam, no médio e longo prazos, a retomada econômica do país. Para a agência de classificação de risco Moody´s, as perspectivas do país estão melhorando, mas a recuperação será árdua e qualquer melhoria na qualidade de crédito vai levar tempo para se desenvolver. Gersan Zurita, vice-presidente sênior da agência, aponta que a estabilização das condições econômicas ajudará a conter o estresse financeiro para as empresas brasileiras e suportará melhoras modestas do desempenho corporativo. “No entanto, as condições restritas de liquidez, altas taxas de juros e de-
semprego continuarão a pesar na economia até pelo menos o final de 2017”, disse. De acordo com o atual ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a confiança na economia brasileira tende a aumentar e há indicações de retorno do crescimento em 2017. Em uma entrevista ao programa A Voz do Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Meirelles afirmou que o crescimento econômico trará como “consequência natural e inevitável” a retomada do emprego. “Existem diversas indicações de que teremos, de fato, a economia crescendo no próximo ano”.
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Blairo Maggi assume o Mapa O agronegócio, pilar estratégico da economia brasileira e uma das esperanças de recuperação do país em tempos de crise, conta com um novo representante no comando do Ministério da Agricultura e do Abastecimento (Mapa). Formado em Agronomia pela Universidade Federal do Paraná, Blairo Maggi, 59 anos, é natural de Torres (RS). Em 1973 fundou a empresa Sementes Maggi, que hoje se transformou no Grupo
Amaggi, com atividades que incluem, além da produção de soja e sementes, operações portuárias, transporte fluvial e geração de energia elétrica. Durante sua posse, Maggi apresentou as prioridades da pasta à Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado. Uma delas é a desburocratização e a ampliação do mercado externo. “Queremos um Brasil mais simples para quem produz e mais forte para competir”, destacou Blairo Maggi, reforçando o propósito do
governo federal com 69 medidas destinadas a modernizar e desburocratizar normas e processos do Mapa. Ele se refere ao Plano Agro+, que pretende reduzir gastos e dar agilidade ao setor agrícola revendo normas em vigor na gestão pública do agronegócio. O Executivo acredita que o setor deva arrecadar cerca de R$ 1 bilhão a mais por ano em razão do “ganho de eficiência” do agronegócio. O faturamento anual do setor no Brasil é de R$ 500 bilhões.
Veja abaixo algumas das medidas que compõem o plano:
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Fim da reinspeção nos portos e carregamentos vindos de unidades com Serviço de Inspeção Federal (SIF)
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Revisão de regras de certificação fitossanitária
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Lançamento do sistema de rótulos e produtos de origem animal
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Aceite de laudos digitais também em espanhol e em inglês
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Alteração da temperatura de congelamento da carne suína (de -18ºC para -12ºC)
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economia
Pilar sólido Agronegócio se destaca no cenário econômico, mas precisa de investimentos para manter evolução
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Marcos Fava Neves: “Uma vez mais, o agronegócio mostra a sua força e o seu valor em meio às dificuldades externas”
Divulgação Unica
Responsável por 23% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, a agricultura brasileira tem alcançado altos níveis de produtividade, dando ao país um destaque mundial como produtor de alimentos. O trabalho contribui significativamente para o desenvolvimento econômico nacional, mesmo em um período conturbado. Nos primeiros cinco meses de 2016, por exemplo, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio, estimado pelo Cepea, cresceu 1,79% em comparação com o mesmo período de 2015. Já nos dez primeiros meses do ano, a balança comercial brasileira acumulou superávit de US$ 38 bilhões, com participação decisiva dos 15 principais produtos do agronegócio que representaram 39% das vendas totais do país no período. “O setor foi responsável por grande parte de todas as vendas externas brasileiras no período. Uma vez mais, o agronegócio mostra a sua força e o seu valor em meio às dificuldades externas”, diz Marcos Fava Neves, professor da FEA/USP, Campus de Ribeirão Preto (SP). Ao longo de décadas, o bom resultado econômico transformou-se em indicadores sociais positivos, afinal, quanto maior o poder aquisitivo do brasileiro, maiores os negócios em relação a alimentos, desenvolvimento dos polos agrícolas e regiões adjacentes. Até por isso, Blairo Maggi, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, tem reforçado que o agro é o caminho para superar a crise. “A indústria é importante para o Brasil, mas [o caminho] para
Antonio Padua: “A expectativa é de que a próxima safra seja com preços atrativos, o que trará redução do endividamento para muitas empresas”
nós sairmos da crise com mais rapidez é pela agricultura, pela pecuária, por aquilo que nós podemos duplicar e triplicar em um espaço de tempo muito pequeno”. Infraestrutura para manter o crescimento O desafio é manter e ampliar essa performance, fator que não depende exclusivamente dos produtores. É preciso estrutura para escoar a produção e armazéns de
estocagem, assim como outros pilares básicos estruturais. E as várias demandas não surgiram por acaso. No Brasil, o investimento em infraestrutura caiu dos 5,4% do PIB nos anos 1970 para taxas próximas de 2,3% desde os anos 1990. Atualmente, especialistas indicam que seriam necessários 3% só para conter a depreciação, além de aproximadamente R$ 1 trilhão em infraestrutura de transportes até 2030 para se equiparar ao padrão de países como Rússia e
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Série histórica de produção - Brasil (mil toneladas) 2005/06
431.413
2006/07
474.800
2007/08
2008/09
2009/10
2010/11
571.371
571.434
604.514
623.905
2011/12
2012/13
560.955
588.916
2013/14
2014/15
2015/16
658.822
634.767
665.586
96.228
95.435
2.349
1.936
Previsão 2016/17 684.774
Cana-de-açúcar
55.027
58.392
60.018
2.384
2.505
1.524
1.602
57.165
68.688
75.324
66.383
81.499
86.121
102.554
Soja
3.229 1.686
1.891
3.019 2.019
1.843
2.671
2.158
Caroço de algodão
1.960 1.214
1.038
1.877
1.734 1.310
1.194
1.563
1.289
1.436
Algodão em pluma
42.515
51.370
58.652
51.004
56.018
57.407
72.979
81.506
80.052
84.672 66.694
83.882
Milho
Fonte: Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Estimativa cana-de-açúcar em agosto/2016. Estimativa soja, algodão e milho em novembro/2016.
Austrália. As constatações são de um estudo do núcleo de Real Estate da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). De fato, com somente 4,4% da sua receita agrícola bruta subsidiada em 2014, os brasileiros apresentam o pior índice de apoio dentre aqueles com maior PIB e relevância na produção e comércio de produtos do agronegócio, muito atrás de regiões e países como Noruega (58,4%), Japão (49,2%), China (20,2%), União Europeia (18%),
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Estados Unidos (9,8%) e Rússia (8,9%), de acordo com o índice de Estimativa de Apoio ao Produtor (PSE, em inglês), levantamento feito pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Contudo, para Luiz Carlos Corrêa Carvalho, presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), o momento é oportuno para mudar este cenário, levando em consideração a oportunidade que se apresenta no futuro. “Nes-
sa hora de virada, o momento é de ousadia para fazer os reclamados investimentos em infraestrutura que trarão redução de custos para o setor”, disse ele durante o Congresso Brasileiro do Agronegócio, realizado no início do segundo semestre. Do Brasil para o mundo Até 2030 o mundo terá 8,5 bilhões de pessoas. Ao menos é o que estima a Organização das Na-
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economia ções Unidas (ONU), que alerta para a necessidade de alimentar toda essa população. O alto número impressiona e precisa ser incorporado nos mais diversos setores, inclusive no agronegócio, uma das esperanças quando o assunto é alimento. Com terra, clima e vocação, o Brasil pode ser o grande protagonista neste cenário. Sabendo disso e com o objetivo de incrementar a participação do agronegócio brasileiro no mercado global, o governo federal trabalha um programa que prevê ações para promover o setor no exterior e atrair investidores. Ainda em desenvolvimento, o Programa Acesso a Mercados (PAM-Agro) é uma das ações do Ministério da Agricultura que visa aumentar de 7% para 10% a participação do Brasil no mercado internacional nos próximos cinco anos. Blairo Maggi, que encabeça a iniciativa, espera que o programa ajude o País a atrair investimentos estrangeiros que contribuam para a retomada do crescimento econômico. “A presença do presidente [Michel Temer], determinado a ampliar esses mercados, visitando os países e pedindo apoio dos seus presidentes correspondentes para fazer isso, vai ajudar muito a agricultura e a pecuária brasileira”, declarou. Setor sucroenergético revive Antonio de Padua Rodrigues, diretor técnico da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), tem experiência suficiente para analisar o momento do setor sucroenergético. Com mais de 30 anos neste segmento, Padua, como é conhecido, sabe da importância da cana-de-açúcar como poucos. Depois de passar por uma das maiores crises da história, com usinas endividadas, perda da competitividade diante da gasolina e problemas climáticos, os produtores canavieiros tiveram um ano positivo. No embalo dos bons re-
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Produção agrícola de grãos no Brasil
46,9 milhões
213 milhões
Crescimento impressionante
de toneladas em
de toneladas em
1976
2016/17*
Produção baseada, principalmente, nas culturas da soja, milho, algodão, trigo, feijão, dentre outras consideradas pela Conab. Fonte: Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). *Previsão estimada em novembro/2016.
Estimativa de área - 2016/17 (mil hectares) Cana-de-açúcar
Algodão Média
Média
8.973
917
Soja
Milho Média
Média
33.677
16.117
Fonte: Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Estimativa cana-de-açúcar em agosto/2016. Estimativa soja, algodão e milho em novembro/2016.
sultados, Padua espera melhoras ainda mais significativas em 2017. “O governo já sinalizou uma nova narrativa de menor intervenção na economia, o que significa um risco menor de controle de preços da gasolina, como aconteceu há alguns anos, gerando um grande endividamento das usinas e um cenário de incerteza para investimento em aumento de capacidade. Para o setor sucroenergético, essa nova postura é importante porque aumenta a competitividade do etanol”. E a maré parece mesmo ter virado. O déficit mundial de açúcar tende a continuar e o Brasil é o único país capaz de atender essa demanda, mesmo com a redução na oferta devido à vida útil dos canaviais. “A expectativa é de que a próxima safra seja com preços atrativos, o que trará redução do endividamento para muitas empresas. Essa geração de caixa deve ser totalmente investida na própria
atividade com a renovação do canavial, de máquinas, implementos e veículos, na busca do aumento da produtividade e redução de custos de produção”, afirma. De fato, é preciso fazer a lição de casa. É preciso recuperar a confiança do investidor para o setor aumentar sua capacidade de produção, fato que só será possível, segundo ele, com políticas públicas que aumentem a competitividade do etanol e valorizem suas externalidades. “O biocombustível é menos poluente e emite até 90% menos gases de efeito estufa. Essas políticas precisam ser estáveis e previsíveis, só assim será possível atrair a confiança do investidor novamente. O cenário hoje indica crescimento da demanda de ciclo otto até 2030. Porém, sem a expansão da oferta de combustíveis (tanto gasolina como etanol), isso não será possível alcançar”, finaliza.
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Racionalidade no controle de percevejos e lagartas
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ADVERTÊNCIAS Este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Leia atentamente e siga rigorosamente as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita, e faça-o a quem não souber ler. Utilize sempre os equipamentos de proteção individual. Nunca permita a utilização do produto por menores de idade. CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
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Cinco perguntas para José Otavio Menten
Crédito: Divulgação/CCAS
economia
Diretor Financeiro do Conselho Científico Agro Sustentável e Professor Associado da ESALQ/USP fala sobre as perspectivas do agronegócio brasileiro. Ourofino Agrociência - Mesmo com a crise econômica, o agronegócio brasileiro se manteve firme. A que se deve esse desempenho? José Otavio Menten - Os produtos do agro são importantes para o bem-estar das pessoas do Brasil e do mundo. Especialmente os alimentos, que são fundamentais para a saúde e a paz. O agro está cada vez mais presente na vida das pessoas, entregando energia renovável, não poluente, além de fibras de qualidade. O que é necessário para o Brasil se firmar como protagonista na geração de alimentos? O Brasil é o país que possui mais recursos naturais (solo, água e sol), tecnologia agropecuária e agricultores dispostos a produzir tanto quanto for necessário para atender as demandas dos mercados interno e externo. É preciso que tenhamos
“É fundamental a valorização do agro pela sociedade brasileira” mais investimentos em infraestrutura e logística, visando reduzir o custo Brasil, com melhores modais para escoamento das safras, ampliação da capacidade de armazenamento, aprimoramento dos portos para facilitar a exportação, entre outros fatores.
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“O brasileiro tem que ter orgulho do setor, responsável por cerca de 23% do PIB Brasil, 33 % dos empregos e 40% das exportações” Também há necessidade urgente de melhorias na legislação trabalhista, fundiária e ambiental, definição dos marcos legais de terras para estrangeiros produzirem com segurança, mais investimento em ensino e pesquisa agrícola, grande melhoria na assistência técnica e extensão rural, agregação de valor aos produtos agrícolas, através da industrialização, certificação e melhoria da qualidade. Também é necessário agilizar os procedimentos de registro e disponibilização de produtos. O crédito tem que chegar na quantidade e momento certo aos produtores. Também é necessário melhorar a política de seguro agrícola. Quais os maiores desafios no curto, médio e longo prazos para este setor? Além dos aspectos comentados na questão anterior, há necessidade da incorporação de inovações, como automação/mecanização das atividades, agricultura de precisão, nanotec-
nologia, tecnologia da informação, biotecnologia, etc. Como você avalia o desenvolvimento científico no segmento? Contamos com capital humano de qualidade, entretanto, há necessidade de maiores investimentos em pesquisa e desenvolvimento, tanto nas instituições públicas como nas empresas. Parcerias público-privadas serão fundamentais para proporcionarem os avanços científicos necessários para a sustentabilidade e qualidade da produção agrícola. O brasileiro compreende realmente a força do agronegócio? É fundamental a valorização do agro pela sociedade brasileira. O brasileiro tem que ter orgulho do setor, responsável por cerca de 23% do PIB Brasil, 33 % dos empregos e 40% das exportações, fundamentais para que a nossa balança comercial seja favorável. É preciso melhorar a comunicação do setor, considerando que a população é cada vez mais urbana e tem dificuldade de entender que para se produzir de maneira sustentável em quantidade e qualidade é essencial a utilização de tecnologias inovadoras.
Revista Horizonte em Campo / Jan a Abr 17
Inovar é preciso * Ricardo Amorim Nos últimos três anos vivemos a mais aguda recessão da economia brasileira, pelo menos desde 1900 - desde quando há dados disponíveis. Razões para isso não faltaram. Uma das principais foi a falta de políticas econômicas voltadas para estimular a competitividade da economia brasileira. Ainda mais grave, a intervenção crescente do governo nas mais diversas áreas e setores da economia criou em muitas empresas a ilusão de que uma relação harmônica com o governo poderia ser mais importante e lucrativa do que investir em inovação. Triste engano. Por uma série de razões que detalho no meu livro recém-lança-
do, Depois da Tempestade, salvo o governo Temer mostrar-se incapaz de cortar gastos ou o Brasil ser atingido por uma nova crise global, devemos estar iniciando uma recuperação econômica cíclica muito mais forte do que a maioria imagina. O risco é que, com a recuperação já dando os primeiros sinais de talvez ter começado e devendo se sustentar por alguns anos apenas com a sustentação da recuperação da confiança em função da transição política e ajuste fiscal, mais uma vez, governo e empresas deixem os ajustes de competitividade - os únicos que, ao longo de décadas, efetivamente tornam um país mais desenvolvido e seu povo mais rico e
transformam empresas em líderes regionais, nacionais e até globais em seus setores - para lá. As frontes de combate são muitas, assim como as oportunidades que oferecem aos que conseguirem avançar. Trato delas em muito mais detalhes no Depois da Tempestade do que o espaço me permitiria aqui, mas para dar um pontapé inicial na discussão, selecionei a seguir dois breves trechos do livro que tratam de dois temas que me parecem fundamentais: 1. a necessidade das empresas de focarem e criarem processos, ambientes e incentivos à inovação; 2. por que a indústria brasileira, em particular, deve entrar em um ciclo de recuperação nos próximos anos, mas ele só será sustentado e sustentável no longo prazo por políticas de incentivo à competitividade e inovação. Além disso, minha empresa, a Ricam Consultoria, está conduzindo junto a um parceiro uma pesquisa exclusiva com as empresas e profissionais reconhecidos por seus pares como os mais inovadores do país para compreender melhor os processos que permitem e estimulam a inovação. Em breve, devemos ter novidades.
Crédito: Ricardo Correa
Revista Horizonte em Campo / Jan a Abr 17
*Ricardo Amorim é autor do livro Depois da Tempestade, apresentador do Manhattan Connection da Globonews, presidente da Ricam Consultoria, o brasileiro mais influente no LinkedIn, único brasileiro na lista dos melhores e mais importantes palestrantes mundiais do Speakers Corner e o economista mais influente do Brasil segundo a revista Forbes.
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Soluções integradas no manejo da cana-de-açúcar
Produzido com matéria prima de alta qualidade e pureza, em uma das mais modernas fábricas de defensivos agrícolas do mundo, o herbicida sulfentrazone da Ourofino é altamente eficaz para o manejo de tiririca, corda de viola e gramíneas. PonteiroBR protege o potencial produtivo do seu canavial com seletividade, amplo espectro, longo período de controle e excepcional performance mesmo sobre a palha.
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cana-de-açúcar
Manejo para os três dígitos Plantas daninhas podem reduzir em até 85% o peso dos colmos da cana
Os produtores canavieiros, enfim, respiraram. Depois de anos acumulando prejuízos decorrentes, principalmente, da falta de políticas publicas e apoio governamental, em 2016 o segmento iniciou sua retomada. É bem verdade que os incentivos não vieram como o esperado, mas com o déficit mundial de açúcar, preços atrativos e capacidade de produção, o setor ganhou novo ânimo. Com uma boa perspectiva econômica para os próximos anos, o produtor canavieiro depende de um bom manejo de plantas daninhas para que, assim, a lavoura alcance todo seu potencial produtivo. É sabido, no entanto, que o Brasil ainda apresenta média de produtividade abaixo dos três dígitos, considerada muito inferior quando comparada ao seu potencial produtivo. Dentre os principais entraves está a presença de plantas daninhas. De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as plantas daninhas podem reduzir em até 85% o peso dos colmos, principalmente em fase de germinação de cana-planta ou cana-soca. Estas plantas daninhas, se não
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controladas da forma correta, podem rapidamente infestar as áreas cultivadas de cana e causar sérias consequências. “São espécies indesejadas, agressivas e competem com água, nutrientes, espaço físico e luz, além de liberarem substâncias com efeitos alelopáticos e atuarem como hospedeiras intermediárias de pragas e patógenos”, explica Roberto Toledo, engenheiro-agrônomo e Gerente de Produtos Herbicidas e Cana-de-açúcar da empresa. Quem corrobora com a preocupação é o presidente da Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (Coplacana), Arnaldo Antonio Bortoletto, que cita a tiririca como exemplo. “Para o plantio de cana é fundamental termos o controle da tiririca, pois além de concorrer por nutrientes e luminosidade, seu controle é muito difícil, pois temos que atingir seus tubérculos e não só a parte aérea”. Dentre as possibilidades de soluções do problema, a alternativa mais utilizada é o controle químico em período úmido. Os produtores utilizam herbicidas pré-emergentes logo após o plantio ou colheita, em aplicação dirigida ou em área total, conforme a seletividade do
O consultor Marcos Kuva aponta o herbicida sulfentrazone como referência no manejo de tiririca e cordas-de-viola
herbicida e a eficácia de controle. “O herbicida sulfentrazone é hoje uma das referências no manejo de tiririca e cordas-de-viola. Essas espécies destacam-se entre as mais competitivas e frequentes nos canaviais e ocasionam danos consideráveis. Pelas suas características, o produto pode ser utilizado o ano todo (solo seco ou úmido), em cana-planta e cana-soca, por isso deve ser contemplado no planejamento”, explica o engenheiro-a-
Revista Horizonte em Campo / Jan a Abr 17
Roberto Toledo lembra que as plantas daninhas são espécies indesejadas, agressivas e competem com água, nutrientes, espaço físico e luz
grônomo Marcos Kuva, da Herbae Consultoria e Projetos Agrícolas. De fato, o engenheiro-agrônomo Michel da Silva Fernandes, Gerente de Produção Agrícola da Usina Cerradão (MG), diz que o sulfentrazone oferece um residual excepcional e apresenta ótimo controle de tiririca, por exemplo. “Sou da área técnica e posso dizer que utilizar este ingrediente ativo traz total segurança”. Com o manejo bem feito, espera-se que o Brasil totalize 691 milhões de toneladas de cana na safra 2016/17, de acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). PonteiroBR, a solução da Ourofino Agrociência As culturas de cana-de-açúcar e soja são as produções que mais impulsionam a agricultura brasileira. Atualmente, as plantações representam 43 milhões de hectares cultivados. Visando esse importante mercado, a Ourofino Agrociência apresenta o PonteiroBR, herbicida versátil de sulfentrazone, em fase final de registro. Para cana-de-açúcar, a solução pode ser aplicada independente-
Revista Horizonte em Campo / Jan a Abr 17
mente da idade do canavial, permitindo alta seletividade em cana-planta ou soca em diferentes épocas do ano (úmidas e secas). O PonteiroBR apresenta amplo espectro e residual de controle para tiririca, corda-de-viola e gramíneas. “Além dos grandes diferenciais de seletividade e eficácia, o PonteiroBR é produzido com matéria-prima de alta qualidade e pureza, em uma das mais modernas fábricas de defensivos agrícolas do mundo”, afirma o engenheiro-agrônomo Luciano Galera, que atua como Diretor de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento da Ourofino Agrociência. Tais características garantem ao herbicida alta performance para incrementar a produtividade das culturas e recomendação em pré-emergência para cana e soja, conforme cita o engenheiro-agrônomo Edson Mattos, Gerente de Pesquisa da empresa. O produto ainda pode ser associado a outras soluções no manejo integrado de plantas daninhas resistentes na cultura da soja ou de difícil controle na cultura da cana-de-açúcar. “Adaptado para a agricultura brasileira, o PonteiroBR protege o potencial produtivo, oferecendo ganho e rendimento operacional mesmo quando associado a outras moléculas”, comenta Roberto Toledo, engenheiro-agrônomo e Gerente de Produtos Herbicidas e Cana-de-açúcar da empresa. Com mais de 23 produtos no portfólio, entre herbicidas, inseticidas e fungicidas, a Ourofino Agrociência apresenta o PonteiroBR nas versões de 5 e 20 litros. Espera-se que o Brasil totalize
691 milhões de toneladas de cana na safra 2016/17
Ourofino Agrociência
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produtos Herbicidas, Inseticidas e Fungicidas
17
produtos para cana-de-açúcar
eventos
Novidades marcam a presença da Ourofino no Congresso Andav 2016 Na contramão da crise, empresa lançou produtos e apresentou o personagem Agrilson ao mercado
Novidades não faltaram para os mais de 300 clientes e parceiros que passaram pelo estande da Ourofino Agrociência durante o VI Congresso Andav (Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários), realizado de 15 a 17 de agosto, na capital paulista. Entre as novidades, dois inseticidas: o Racio, recomendado para o produtor que busca o controle de importantes pragas, como percevejo verde e lagarta-da-soja; e o Terra Forte, produto para tratamento de sementes indicado para as culturas de soja, milho, algodão, feijão e também para pastagem. “O Terra Forte é um produto com formula-
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ção líquida, específica para o tratamento de semente, com partículas micronizadas que possibilitam o melhor recobrimento de toda semente, tanto para o tratamento na fazenda quanto o industrial”, explica Luciano Galera, diretor de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento da Ourofino Agrociência. A empresa também apresentou ao mercado o personagem Agrilson, que até então havia sido lançado apenas nas redes sociais. Responsável por dicas de desenvolvimento agrícola e referência no agronegócio brasileiro, esse homem do campo leva informações sobre tecnologias, curiosidades do setor e técnicas sobre manejo de pragas
na lavoura. Como já é característica da Ourofino, grande parte dos gerentes e diretores participou do evento, recebendo clientes e parceiros em um momento único de relacionamento. Norival Bonamichi, presidente da companhia, fez questão de estar presente, à disposição dos visitantes. “A Ourofino Agrociência é uma empresa 100% brasileira, que se dedica a levar soluções personalizadas ao produtor rural. Para isso, estar próximo dos nossos clientes e entender seus anseios é fundamental”, relata. Confira os depoimentos dos visitantes durante o VI Congresso Andav:
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Miguel Padilha, Diretor Comercial Nacional da Ourofino Agrociência O Congresso Andav é um evento de âmbito nacional, em que a maioria das revendas está presente. Nós, como fornecedores, buscamos estreitar ainda mais o nosso relacionamento com clientes e parceiros, visualizando os problemas e ofertando soluções para toda cadeia do agronegócio.para os resultados na lavoura.
Donato Oliveira, da Confiança Agrícola, de Mato Grosso A trajetória da Confiança Agrícola com a Ourofino Agrociência já tem cinco anos. A cada safra, vemos o portfólio da empresa se reforçando e, com mais soluções ao produtor, sua participação tem aumentado conosco.
Heder Augusto, Agrocerrado, de Minas Gerais Através dos primeiros contatos com a Ourofino Agrociência, percebemos que se trata de uma grande empresa. Pelas informações iniciais, em termos de portfólio e estrutura fabril, cria-se uma expectativa muito boa para saber mais sobre essa proposta de trabalho, que traz inovações e produtos de qualidade.
Paulo Gondim, proprietário da Uniagro, da Bahia Nos últimos anos tivemos problemas climáticos em nossa região e, mesmo assim, com estratégias novas e serviços diferenciados, conseguimos crescer, assim como nossos parceiros. A Ourofino é um desses parceiros que vem crescendo. Juntos, seguimos trabalhando.
Carlos Pereira Melo, da Comigo, de Goiás Temos uma parceria antiga com a Ourofino Saúde Animal e mais recentemente com a Ourofino Agrociência. Sempre acreditamos na empresa e no padrão de qualidade, por isso o relacionamento é duradouro.
Filipe Paiva, da Uniagro, da Bahia Estamos expandindo nossos negócios para o Tocantins, em Porto Nacional, e há mais de três anos trabalhamos com os produtos da Ourofino Agrociência. Cada vez mais, sabendo que os produtores têm gostado das soluções, a participação da empresa tem aumentado em nosso negócio.
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Soluções integradas no manejo da cana-de-açúcar
Produzido com matéria prima de alta qualidade e pureza, em uma das mais modernas fábricas de defensivos agrícolas do mundo, o herbicida clomazone da Ourofino apresenta excelente eficácia no controle de gramíneas. GrandeBR proporciona maior flexibilidade e seletividade no manejo com outros herbicidas, protegendo o potencial produtivo do seu canavial.
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IMPORTANTE Denuncie. Não arrisque sua liberdade. Diga não aos agrotóxicos ilegais. Para sua proteção, respeito à saúde pública, ao meio ambiente e à segurança no trabalho, nunca use produtos falsificados e contrabandeados, é crime. Disque Denúncia Agrotóxicos Ilegais: 0800 940 7030
ADVERTÊNCIAS Este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Leia atentamente e siga rigorosamente as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita, e faça-o a quem não souber ler. Utilize sempre os equipamentos de proteção individual. Nunca permita a utilização do produto por menores de idade. CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
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cana-de-açúcar
Seletividade para o aumento de produtividade Estratégias eficazes para o manejo de plantas daninhas desafiam o setor sucroenergético Apresentada aos brasileiros no início do século XVI, a cana-de-açúcar foi a base da economia nordestina na época dos engenhos. Com o passar do tempo, ganhou força em outras regiões e se tornou uma importante cultura do agronegócio brasileiro. Distribuída em uma área de aproximadamente 9 milhões de hectares, a cultura totalizou 665,6 milhões de toneladas na safra 2015/16, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), valor que coloca o país como líder mundial neste segmento. Contudo, a sensação é de que se pode mais. Com área, tecnologia e recursos naturais disponíveis é possível produzir mais e com maior rentabilidade, afinal, os índices de produtividade atuais variam, em média, de 55 a 78 toneladas por hectare, valores baixos em função do potencial produtivo. Uma das vilãs dos canaviais são as plantas daninhas. Mesmo com séculos de aprendizado na produção de cana, a definição e adoção de estratégias eficazes para o manejo de plantas daninhas na cultura ainda é um desafio. “As plantas daninhas de folhas estreitas (Poaceas), em especial
capim-colonião, capim-braquiária e capim-colchão, destacam-se nos canaviais devido à ampla distribuição e grande potencial de redução de produtividade”, diz o especialista na área, o engenheiro-agrônomo Marcos Kuva, da Herbae Consultoria e Projetos Agrícolas. De fato, quando a infestação é considerada “mista”, ou seja, contempla tanto gramíneas quanto outras espécies de plantas daninhas, a perda de produtividade pode chegar a 80%. Considera-se, ainda, o aumento de até 30% nos custos do produtor. “Elas afetam a qualidade da cana e a longevidade do canavial, fatores que impedem o bom desenvolvimento da safra”, explica o engenheiro-agrônomo Roberto Toledo, Gerente de Produto (Herbicidas e Cana-de-açúcar) da Ourofino Agrociência. As áreas infestadas com diferentes espécies de gramíneas e de outras plantas daninhas de folhas largas trazem maior complexidade de manejo ao produtor, que precisa ajustar os herbicidas e as doses de forma a manter a seletividade à cana-de-açúcar, buscando, ainda, conservar o amplo espectro e residual de controle, aliando-os à flexibilidade de aplicação
Michel da Silva Fernandes, da Usina Cerradão (MG), fala sobre o uso de clomazone no manejo de plantas daninhas
tanto em cana-planta como em cana-soca. “Neste sentido, o herbicida clomazone é uma das melhores soluções. Ele controla mais de 95% das gramíneas, tem amplo espectro de controle e atua em braquiárias que outros não conseguem, além da seletividade quando associado a outros herbicidas que atuam nas folhas largas”, relata o engenheiro-agrônomo Michel da Silva Fernandes, Gerente de Produção Agrícola da Usina Cerradão (MG). Arnaldo Antonio Bortoletto, presidente da Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo
9 milhões = 665,6 milhões de hectares de cana-de-açúcar no Brasil
de toneladas na safra 2015/16
Gramíneas
Folhas Largas
Tiririca
capim-colonião capim-braquiária capim-braquiarão capim-carrapicho capim-colchão capim-marmelada capim-pé-de-galinha capim-massambará capim-falso-massambará capim-camalote capim-amargoso grama-seda
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(Coplacana), ressalta a preocupação com o manejo bem feito nos canaviais. “Para a boa condução da lavoura de cana-soca, temos que lidar com diversos capins, como por exemplo o colchão , capim-braquiária, entre vários outros. Eles são muitos agressivos e para seu controle é fundamental a utilização do clomazone”. GrandeBR é a novidade da Ourofino Agrociência Para suprir as necessidades do produtor canavieiro, a Ourofino Agrociência apresenta mais uma solução: o GrandeBR. Trata-se do herbicida
Edson Mattos ressalta o amplo espectro do herbicida clomazone no controle de gramíneas
*Fonte: Toledo et al., (2015).
Principais espécies de gramíneas, ciperáceas e de trapoeraba que infestam os canaviais nas diferentes regiões do Brasil (2002 a 2015)*:
Arnaldo Bortoletto ressalta a importância do bom manejo de cana
clomazone, excelente no manejo de gramíneas de difícil controle e uma ótima opção para a prevenção e combate a plantas daninhas. Com um mecanismo de ação diferenciado, o GrandeBR traz flexibilidade nas associações com outros herbicidas, mantendo a seletividade e excelente eficácia de controle. “Produtos como o clomazone trazem maior segurança ao produtor, inclusive para aplicá-los em épocas úmidas, fator que outras moléculas não permitem”, relata Michel da Silva Fernandes, Gerente de Produção Agrícola da Usina Cerradão (MG). A seleção dos herbicidas, bem como a definição de doses, épocas e números de aplicações, são fatores fundamentais para o sucesso no manejo integrado de plantas daninhas no setor canavieiro. É o que explica o Gerente de Produto (Herbicidas e Cana-de-açúcar) da Ourofino Agrociência, Roberto Toledo. “Além da significativa redução dos níveis de infesta-
80%
de perda na produtividade quando a infestação é “mista”
ção ao longo dos anos, a redução dos custos com aplicações complementares e com repasses de herbicidas irá refletir no aumento de produtividade e competitividade”. Já o engenheiro-agrônomo Edson Mattos, Gerente de Pesquisa da Ourofino Agrociência, explica que o herbicida clomazone tem amplo espectro no controle de gramíneas, como grama-seda, capim-colchão, capim-carrapicho, além das velhas conhecidas como capim-braquiária e capim-colonião. O GrandeBR é produzido em uma das mais modernas fábricas de defensivos agrícolas do mundo, com matéria-prima de qualidade e pureza, fatores que garantem segurança ao produtor rural. “Trabalhamos para oferecer soluções que de fato ajudem o homem do campo. O GrandeBR é uma excelente ferramenta e passa a compor o robusto portfólio da Ourofino Agrociência neste segmento”, conclui Luciano Galera, Diretor de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento da empresa.
Gramíneas + outras espécies de plantas daninhas
Herbicida Clomazone
commodities
E 2016 entrou para a história! *Marcos Fava Neves
Quantas histórias não teremos para contar sobre o que aconteceu em 2016, não? Afinal, este foi o ano em que o povo brasileiro se mobilizou e foi às ruas lutar por seus direitos. Vimos, ainda, a presidente da República ser impeachmada e a Operação Lava Jato mostrar que empresários e políticos estão sob as mesmas leis dos demais cidadãos brasileiros. Sem contar a Olimpíada, maior evento esportivo do mundo sediado em terras cariocas. É, meus amigos, vivenciamos um ano atípico (e saímos fortalecidos e ainda mais otimistas). Contextualizando o agronegócio, a principal mudança foi no comando do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), uma vez que Kátia Abreu deu lugar ao até então senador Blairo Maggi. Em sua posse, o novo ministro falou sobre diminuir custos de produção, visando maior rentabilidade para o segmento. “Buscaremos qualificação para montar as equipes, respirando o que foi construído de bom até aqui. A responsabilidade da Pasta será minha e não
correrei o risco de ser ineficiente. O Ministério precisa atuar para diminuir os custos da produção e isso só será possível se houver uma política efetiva de regulação de preços, além de acabarmos com os oligopólios no fornecimento dos insumos agrícolas, por exemplo. Farei o possível para realizar essa nova missão com resultados satisfatórios”, disse Maggi. Para a nossa alegria e satisfação, o que se manteve foram os resultados do agronegócio. Ao escrever este artigo, em meados de novembro, os números do ano ainda não foram fechados, mas é possível fazer uma avaliação dos acontecimentos até aqui. Nos primeiros cinco meses de 2016, por exemplo, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio brasileiro, estimado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/ USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), cresceu 1,79% em comparação com o mesmo período de 2015. Outra boa notícia vem da cana-de-açúcar, que depois de cinco anos em crise, mostrou sinais de
recuperação. Preços melhores no mercado externo e aumento das exportações brasileiras trouxeram mais receitas para o setor, que aos poucos retoma os investimentos e o crescimento. O momento é propício para buscar rentabilidade, uma vez que déficit global da commodity pode durar entre dois e três anos, período em que os preços devem se manter altos. Nos dez primeiros meses do ano, o Brasil bateu recorde com exportações de 23,75 milhões de toneladas de açúcar, 26% mais do que os 18,8 milhões de igual período de 2015. No caso do milho e da soja, o cenário atual mostra que os preços elevados tendem a incentivar a produção dos cereais. O cultivo do feijão deve ser incrementado pelo preço recebido pelos produtores - que em termos reais foi um dos maiores da história - e beneficiado pelo clima. O fato é que, uma vez mais, o agronegócio mostra a sua força e o seu valor em meio às dificuldades externas. As bases estão consolidadas para um 2017 próspero e produtivo, como a história mostra que somos capazes de alcançar.
*Marcos Fava Neves é Professor Titular da FEA/USP, Campus de Ribeirão Preto (SP). Fundou a Markestrat (Centro de Pesquisas e Projetos em Marketing & Estratégia) e é autor e organizador de diversos livros sobre Agronegócio no Brasil, Argentina, Estados Unidos, África do Sul, Uruguai, Inglaterra, Cingapura, Holanda e China.
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agenda
Agenda - Ourofino Agrociência Confira as participações da Ourofino Agrociência em feiras e eventos espalhados pelo Brasil
Janeiro Dinetec Data: 18 a 20 Local: Canarana (MT)
Farm Show Primavera do Leste Data: 28 a 31 Local: Primavera do Leste (MT) www.farmshow.com.br Abril
Junho Agronegócios Copercana Data: 27 a 30 Local: Sertãozinho (SP) www.agronegocioscopercana.com.br
Fevereiro Show Rural Coopavel Data: 6 a 10 Local: Cascavel (PR) www.showrural.com.br Março
Tecnoshow COMIGO Data: 3 a 7 Local: Rio Verde (GO) www.tecnoshowcomigo.com.br AgroEncontro Data: 4 a 7 Local: Guatapará (SP) www.agroencontro.com.br
Agosto FEACOOP 31/07 a 03/08 Local: Bebedouro (SP) www.coopercitrus.com.br
Maio
Expointer 26/08 a 03/09 Local: Esteio (RS) www.expointer.rs.gov.br/inicial
EXPOAGRO AFUBRA Data: 21 a 23 Local: Rio Pardo (RS) www.afubra.com.br/expoagro.html
Agrishow Data: 1 a 5 Local: Ribeirão Preto (SP) www.agrishow.com.br
Congresso ANDAV Data: 14 a 16 Local: São Paulo (SP) www.congressoandav.com.br
Show Safra BR 163 Data: 29/3 a 01/4 Local: Lucas do Rio Verde (MT) www.fundacaorioverde.com.br
Bahia Farm Show Data: 30 de maio a 3 de junho Local: Luís Eduardo Magalhães (BA) www.bahiafarmshow.com.br
Eventos previstos até o fechamento da edição.
Tecno Cana Data: 15 e 16 Local: Piracicaba (SP)
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Na sua missão de produzir e prover alimento e energia às pessoas, você não está sozinho. A Ourofino está ao seu lado levando soluções para garantir produtividade com segurança e qualidade à sua lavoura.