Horizonte
em Campo
Nº 02 Mai a Ago 2016
Uma publicação da Ourofino Agrociência
Crescimento em tempos de crise Ourofino Agrociência mantém investimentos e registra aumento de portfólio, vendas, estrutura e equipe
Entrevista
Presidente da Coplacana fala sobre o mercado sucroenergético Revista Horizonte em Campo / Mai a Ago 16
Novos produtos
Redes sociais
Ourofino lança Terra Forte e Racio
Agrilson é a novidade da Ourofino 1
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É dentro de uma das mais modernas unidades industriais do mundo que o cuidado com a agricultura brasileira começa. Os constantes investimentos além de otimizar a eficiência de produção, visam a segurança do trabalho, a qualidade dos processos, a saúde dos colaboradores e o cuidado com o meio ambiente.
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Ourofino Agrociência: uma das mais modernas fábricas de defensivos agrícolas do mundo é brasileira. Unidade Industrial Uberaba/MG
Revista Horizonte em Campo / Mai a Ago 16 Unidade Industrial Uberaba / MG
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editorial
Sejam bem-vindos!
Chegamos à segunda edição da revista Horizonte em Campo e uma vez mais trazemos boas notícias aos nossos leitores. É com otimismo que as matérias que compõem esta publicação foram escritas, ainda que o cenário político e econômico brasileiro insista em nos deixar alertas. Em 2015, a Ourofino Agrociência registrou expressivo crescimento, 63% para ser mais exato, quando falamos em faturamento. O resultado se deve a uma série de fatores que buscamos apresentar aos nossos leitores na matéria de capa desta edição, relatando os
Expediente
avanços e os fatos que compuseram este trabalho, além do relato de quem participou ativamente do processo. Já em 2016, com muito esforço e dedicação, os negócios caminham positivamente. No primeiro semestre, dobramos o faturamento quando comparado com o mesmo período de 2015. No mês de julho, inauguramos dois novos galpões de armazenagem, que tiveram investimento de R$ 15 milhões. O projeto soma-se à planta localizada no cinturão químico de Uberaba (MG) e está preparado para receber produtos inflamáveis em, aproximadamente, 10 mil posições de paletes. Para o segundo semestre, outras boas novidades começam a ser anunciadas, como o lançamento do Terra Forte, produto utilizado no tratamento de sementes, e o Racio, recomendado para o controle de percevejos na cultura da soja. Ambos fazem parte de uma nova gama de soluções com formulações diferenciadas e que oferecem ao produtor maior desempenho em suas operações. Vamos em frente. A todos, boa leitura! Norival Bonamichi Presidente da Ourofino Agrociência
Horizonte em Campo é uma publicação de distribuição gratuita e editada pela Ourofino Agrociência (Avenida Coronel Fernando Ferreira Leite, 1520, 15º andar - CEP: 14.026-020 - Ribeirão Preto ,(SP). Todos os textos são de responsabilidade da empresa, com exceção dos assinados que são de responsabilidade de seus autores e não refletem necessariamente a opinião da revista. As fotos pertencem ao arquivo da Ourofino Agrociência, ressalvo as que levam crédito. Responsáveis pela área de comunicação: Luciano Marcos da Silva Galera e Everton Molina Campos. Jornalista responsável / Reportagem: André Ricci - MTB 66.942/SP. Apoio de comunicação: Gabriela Mesquita. Revisão de texto: Alexandre Carolo. Diagramação: Ricardo Ninin. Projeto gráfico: Departamento de Criação Ourofino Agrociência.
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capa /19 Ourofino Agrociência se consolida no mercado de defensivos agrícolas
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Nesta edição sustentabilidade
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Ourofino Agrociência lança Relatório de Sustentabilidade
entrevista
redes sociais /16 Empresa aumenta participação no meio digital e lança personagem Agrilson
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Arnaldo Antonio Bortoleto fala sobre o mercado sucroenergético
conheça nosso departamento
/18 Saiba como é realizado o trabalho no departamento de Registro da Ourofino Agrociência
entrevista especial
Mais tecnologia na proteção da sua lavoura.
,éo a. Ele é o nto agrícola, or, assim pragas
/36
Saiba como a Coplana auxilia os produtores canavieiros para o cultivo de amendoim tratamento de sementes
/28 Ourofino apresenta o Terra Forte
agroencontro /38 Evento reúne mais de 1.200 profissionais em Guatapará (SP)
dereços abaixo os os dias.
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homenagem
Jardel Massari é homenageado no Dia da Indústria Vice-presidente da Ourofino Agrociência recebe um dos mais altos reconhecimentos da indústria mineira A indústria é um dos setores que mais contribui para impulsionar o crescimento econômico do país. E neste importante contexto surgem grandes empreendedores, como os senhores Jardel Massari e Norival Bonamichi, fundadores da Ourofino Agrociência. Nascidos em Inconfidentes, então distrito da cidade mineira de Ouro Fino, eles estudaram juntos desde o ginásio. Cursaram o ensino médio na escola técnica agrícola de Muzambinho (MG), trabalharam em empresas diferentes nos dois primeiros anos após a formatura, mas logo voltaram a se encontrar, quando se mudaram para a região de Ribeirão Preto (SP). Em 1987, a parceria no mundo empresarial teve início, com o negócio desenvolvido no mercado veterinário. Anos depois, os empreendedores iniciaram um novo sonho: promover uma empresa brasileira no mercado de defensivos agrícolas, inauguran-
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do, em 2010, uma fábrica de 54 mil m² de área construída, localizada no município de Uberaba (MG). A estrutura é capaz de fabricar 120 milhões de litros por ano e vem recebendo investimentos constantes. Para os próximos anos, o crescimento esperado deverá tornar a Ourofino Agrociência referência neste mercado. “Trazemos bagagem grande de gestão de processos e pessoas, de nos mantermos atento à imagem e à qualidade de seus produtos. Acredito que teremos um futuro brilhante pela frente”, relata Jardel Massari. Prêmio E o trabalho desenvolvido em terras mineiras foi reconhecido em cerimônia realizada no início de junho, quando Jardel Massari foi homenageado pela contribuição no desenvolvimento comunitário e industrial.
A comenda de “Mérito Industrial”, instituída pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), é um dos mais altos reconhecimentos da indústria mineira. Desde 1965, os homenageados com a Medalha do Mérito Industrial são indicados pelos sindicatos patronais em todo o Estado. Essas indicações são examinadas pela Comissão do Mérito, que exige que os candidatos tenham pioneirismo na atuação, além de relevantes serviços prestados à comunidade. “Só tenho a agradecer a todos os amigos, parceiros, colaboradores, clientes, enfim, as pessoas que fazem da Ourofino Agrociência uma empresa cada vez mais forte e estruturada”, diz Massari. A entrega do título aconteceu em Belo Horizonte, no dia 2 de junho, durante as comemorações do “Dia da Indústria”, (este último) celebrado em 25 de maio.
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O que é do homem a lagarta não come.
O Metomil 215 g/L SL da Ourofino com alta eficiência no controle às lagartas. Um produto brilhante até no nome.
IMPORTANTE Denuncie. Não arrisque sua liberdade. Diga não aos agrotóxicos ilegais. Para sua proteção, respeito à saúde pública, ao meio ambiente e à segurança no trabalho, nunca use produtos falsificados e contrabandeados, é crime. Disque Denúncia Agrotóxicos Ilegais: 0800 940 7030
ADVERTÊNCIAS Este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Leia atentamente e siga rigorosamente as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita, e faça-o a quem não souber ler. Utilize sempre os equipamentos de proteção individual. Nunca permita a utilização do produto por menores de idade. CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
Informe-se sobre e realize o manejo integrado de pragas e o de resistência a doenças e plantas daninhas. Descarte corretamente as embalagens e restos de produtos.
notícias Ourofino
Mantido o reconhecimento BPL - CEAgro
O resultado da auditoria realizada no primeiro semestre pelos inspetores do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), em áreas de atuação da Ourofino, comprovou o compromisso da empresa com o setor. A companhia obteve a manutenção do
reconhecimento da conformidade da instalação de teste Centro de experimentação Agronômica aos Princípios das Boas Práticas de Laboratório (CEAgro). As inspeções ocorreram nas áreas experimentais de Santa Helena de Goiás (GO), Uberlândia (MG), Bandeirantes (PR) e Guatapará (SP), e foram verificadas as instalações físicas, pessoal, equipamentos, campos experimentais e condução dos
estudos. No total, foram inspecionados quatro estudos em campo, registros de 15 estudos concluídos, quatro relatórios finais de resíduos com as etapas de campo e laboratório e mais de 140 formulários e procedimentos. Com a manutenção do reconhecimento a Ourofino continuará desenvolvendo estudos de Resíduos de Agrotóxicos em matrizes vegetais, ganhando em agilidade e qualidade na condução destes estudos e promove um ganho direto no processo de registro de novos produtos.
Treinamento técnico reúne colaboradores em Guatapará A Fazenda Experimental Ourofino, em Guatapará (SP), sediou uma semana de treinamentos com time de engenheiros agrônomos da Ourofino Agrociência. Ao todo, foram cinco dias de muito conhecimento e troca de
informação, como relata o gerente de Desenvolvimento, Antônio Nucci. “Trabalhamos em um setor em constante desenvolvimento, onde manter os profissionais atualizados é essencial. Por isso, ações como esta se tornam fun-
damentais.” Os profissionais envolvidos, que participaram de ações teóricas e práticas, são responsáveis pelas áreas de Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento de Mercado.
Lagoa da Confusão (TO) e o plantio de soja Você sabia que as regiões da Lagoa da Confusão, Formoso do Araguaia, Pium e Dueré, localizadas no Estado do Tocantins, são produtoras de sementes de soja no período de vazio sanitário? Pois é, essas regiões são liberadas para a produção devido ao tipo de irrigação que é realizada, feita por canais que elevam a água no solo (subirrigação ou subinundação), não promovendo o molhamento foliar e consequentemente não dando condições para o desen-
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volvimento da ferrugem da soja. Na Lagoa da Confusão há hoje 35 mil hectares para produção de sementes, mas com a falta d´água na região, a estimativa é que somente 25 mil hectares serão cultivados. A Ourofino Agrociência está presente na região acompanhando o desenvolvimento das lavouras, e sempre prestando assistência técnica aos seus clientes. O plantio está encerrado desde junho e a expectativa da região é muito boa, apesar da falta de água nos rios.
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Equipe de Registro participa do 14º Enfisa O departamento de Registro da Ourofino Agrociência marcou presença no 14º Enfisa — Encontro de Fiscalização e Seminário sobre Agrotóxicos, realizado em Goiânia (GO). O evento reúne todos os fiscais agropecuários dos Estados, além dos Federais, para alinhamento dos procedimentos de cadastro estadual dos produtos, registro e fiscalização. É através das ações de fiscalização de agrotóxicos que os produtos não-conformes, ilegais ou contrabandeados são retirados de circulação e que o produtor e o revendedor que não atendem à legis-
lação são identificados e autuados. A fiscalização de agrotóxicos e afins é crucial para assegurar a idoneidade destes importantes insu-
mos e também a adoção de práticas responsáveis de comercialização, aplicação e destinação de embalagens vazias.
de algodão que estão sendo cultivados na região. Entre outros assuntos, as infestações de bicudos e lagartas foram discutidas. “Aproveitamos para mencionar que o SingularBR tem apresentado excelentes resultados no controle do bicudo-do-algodoeiro e também que o DesafioBR tem se
mostrado o melhor produto para controle helicoverpa armigera”, conta Elias Rangel Neto, desenvolver técnico de Mercado. O evento contou com a participação de 75 profissionais diretamente ligados à produção de algodão na região da grande Primavera.
Veja como foi o tour do algodão da Ceres Consultoria Agronômica Integrantes da equipe de campo da Ourofino Agrociência, localizada em Mato Grosso, participaram do XVI Tour do Algodão da Ceres Consultoria Agronômica, em Primavera do Leste (MT). No evento, os profissionais tiveram oportunidade de acompanhar o desenvolvimento dos materiais
Ações em Nova Mutum, no Mato Grosso Em Nova Mutum (MT), a alta incidência de bicudos no algodoeiro tirou o sono dos produtores. A equipe da Ourofino Agrociência esteve em algumas propriedades e acompanhou de perto o trabalho de seus clientes, que contam com o SingularBR para controle da praga.
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O Grupo Mutum e o V-Agro SA, que totalizam aproximadamente 220 mil hectares entre as culturas de soja, milho e algodão, receberam a visita dos técnicos da empresa. É a Ourofino Agrociência sempre ao lado do produtor!
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sustentabilidade
Ourofino Agrociência lança o seu Relatório de Sustentabilidade Documento traz informações sobre perfil organizacional da empresa com base na metodologia GRI A Ourofino Agrociência lança o seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, referente ao ano de 2015. O documento foi elaborado de acordo com as orientações da Global Reporting Initiative (GRI), conceituada metodologia utilizada em relatórios de sustentabilidade no mundo inteiro, em sua versão mais atualizada (G4). Marcelo Abdo, diretor Administrativo e Financeiro da Ourofino Agrociência, destaca a relevância do documento e também a importância de seguir os padrões GRI. “O relatório de sustentabilidade é uma importante peça para promover a transparência acerca das atividades das organizações. Sua elaboração, com base no framework do GRI, modelo reconhecido e utilizado globalmente, facilita às entidades financiadoras e outras partes interessadas, na comparação de desempenho de forma geral.” Através do relatório, a empresa apresenta o seu perfil organizacional, com informações como: mercados de atuação; porte; posicionamento ético; governança; planejamento estratégico; ações e indicadores de sustentabilidade; inovação; segurança; questões ambientais e sociais; resul-
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tados; dentre outros conteúdos relevantes à empresa. “O reporte anual auxiliará os stakeholders a entender o real impacto da empresa sobre o meio ambiente, sua relação com a sociedade, além dos resultados econômicos”, explica Abdo. Como destaque, o relatório traz informações sobre as importantes mudanças na estrutura diretiva da empresa, que fazem parte de um planejamento estabelecido para alcançar metas em 2016. A entrada de produtos em seu portfólio, assim como os investimentos em estrutura de capital, pessoas, inovação e ações sociais e ambientais, c o m -
põem uma gama de detalhes que compõe o documento. O processo de elaboração do relatório se constituiu em uma ótima oportunidade de autoconhecimento e mitigação de riscos para empresa, uma vez que a Ourofino Agrociência chega ao seu sexto ano de atuação com resultados expressivos. “Ele evidencia as nossas ações e o nosso compromisso com as questões econômica, ambiental e social, possibilitando o acompanhamento evolutivo dos processos ano a ano pelo mercado e partes interessadas”, finaliza Marcelo Abdo.
departamento registro
O registro de uma história de sucesso O agricultor já está acostumado. Quando surgem doenças e pragas no campo, é só correr para as revendas que a solução está lá. São vários os produtos, as promessas, as soluções, enfim, existe uma gama de opções disponíveis. Mas você sabe como aqueles produtos foram parar ali? Como a demanda do produtor se tornou oferta algum tempo depois? Pois é, o caminho até que o defensivo esteja pronto para ser aplicado é longo, exige tempo, investimentos e pessoas capacitadas, como as que formam a equipe de Registro da Ourofino Agrociência, coordenada pela Gerente Executiva Thaís Clemente, agrônoma e colaboradora desde 2005 da empresa. Quando chegou à companhia, Thaís conta que o nome Agrociência ainda não existia, assim como toda a estrutura disponível atualmente. O que já havia eram planos, ideias e sonhos, que aos poucos foram saindo do papel. E uma das áreas responsáveis por tirar todo este projeto do papel é a Regulatória, uma vez que, sem ela, não haveriam produtos para serem produzidos e comercializados. “Na época éramos poucos colaboradores e havia muito trabalho. Mas o que não faltava era vontade e aos poucos fomos crescendo.” A empresa, que chega ao seu sexto ano em agosto, tem como pilar o relacionamento com o homem do campo. Thaís explica que é deste contato próximo que surgem as futuras demandas. “Nossa principal função é entender quais as necessidades
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do agricultor no campo. Estamos em contato direto com nossas equipes justamente para entender o que acontece nas lavouras”, conta ela. No Brasil, lançar um defensivo agrícola no mercado leva em média oito anos, mais por questões burocráticas do que práticas, e por isso, todo e qualquer projeto precisa ser muito bem elaborado e discutido, antes e durante sua execução. “Quando se busca algo novo, diferenciado, o tempo para conclusão é maior. Por isso, a Ourofino Agrociência conta com uma equipe capacitada que faz todo esse fluxo de projetos, avaliações críticas, de viabilidade financeira e de mercado, parte técnica, e ao longo do processo vamos revisitando e atualizando o material”, explica Thaís. Além do tempo de espera, é preVocê sabia? • Para que um produto chegue ao mercado são necessários cerca de 8 anos de pesquisas e desenvolvimento. • Em termos de investimento, cada novo produto registrado exige aproximadamente R$ 1,5 milhão. • A Ourofino Agrociência possui 20 produtos no mercado e outros 36 processos submetidos ao Ministério da Agricultura. • A empresa já trabalha com portfólio para ser lançado em 2022.
ciso se planejar financeiramente. Para cada novo produto, cerca de R$ 1,5 milhão é investido. Por isso, a sinergia entre as áreas envolvidas, com a de Registro, é fundamental para o sucesso da empresa. Atualmente a Ourofino Agrociência conta com 20 soluções no mercado e outras 36 já foram submetidas ao Ministério da Agricultura para produto formulado. Com os produtos que estão por vir, a Ourofino Agrociência contará com um portfólio robusto e ainda mais completo para o produtor rural, contemplando, principalmente, as culturas de soja, cana-de-açúcar, milho e algodão. Abifina O trabalho realizado por Thaís Clemente na Ourofino Agrociência vem sendo reconhecido. Recentemente, a engenheira agrônoma recebeu um convite para integrar a Diretoria da Abifina - Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades. A gestão do biênio 2016-2018 iniciou suas atividades no dia 1º de abril e tem como desafio superar os obstáculos impostos pela atual crise política e econômica do país. “A Associação exerce papel fundamental no setor agroquímico e estar à frente da Diretoria de Regulatório Agro é uma honra”, finaliza.
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entrevista especial / ARNALDO ANTONIO BORTOLETO
“Cooperar para crescer” Presidente da Coplacana acredita que o cooperativismo e a união ajudarão no desenvolvimento do setor sucroenergético A safra 2016/17 de cana-de-açúcar, depois de muitos anos, teve início com certa dose de otimismo. É bem verdade que o ânimo ainda se mostra cauteloso, mas tem razão de existir: a alta nos preços do etanol e do açúcar recuperou a rentabilidade das companhias. O segmento, carente de lideranças, tem em Piracicaba (SP) um bom exemplo: Arnaldo Antonio Bortoleto, presidente da Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (Coplacana). À frente de quase 11 mil cooperados, Bortoleto está em seu segundo mandato na cooperativa e atuou efetivamente nos trabalhos da Associação dos Plantadores de Cana de Piracicaba (Afocapi). O trabalho realizado pelas cooperativas tem ganhado força. A Coplacana, por exemplo, tem como missão ajudar na educação e formação dos seus cooperados, levando pacotes tecnológicos que contribuam para o desenvolvimento dos envolvidos e da comunidade. A revista Horizonte em Campo entrevistou Bortoleto e traz com detalhes suas perspectivas para a atual safra, futuro do setor e posição diante do cenário político e econômico. Ourofino Agrociência - Qual avaliação pode fazer do atual cenário do setor? Arnaldo Antonio Bortoleto Atravessamos uma crise econômica de grande intensidade, certamente a mais duradoura que os produtores canavieiros já enfrentaram. Há pelo menos três safras trabalhamos em condições muito difíceis, com preços abaixo do custo de produção. No fim da safra 2015/16, o cenário começou a mudar, mas o setor já se estava com problemas, como o fechamento
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de muitas unidades industriais. Com muita luta e dedicação, os produtores estão conseguindo atravessar esse momento, sendo reconhecidos como guerreiros do campo. As condições climáticas têm ajudado a lavoura? A safra 2015/16 contou com uma alta disponibilidade hídrica, provocada, principalmente, pelo El Niño, que se configurou como um dos mais fortes dos últimos anos. Apesar dos benefícios para a sociedade, as chuvas intensas atrapalharam a colheita e qualidade da cana, como visto no mês de maio. No início do segundo semestre devemos ter um tempo mais seco, um bom sinal tanto para a colheita como para as usinas que estão moendo com capacidade máxima. É possível traçar um panorama para o restante da safra? No primeiro levantamento da nova safra de cana-de-açúcar realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra 2016/17 deverá chegar a 691 milhões de toneladas, aumento de 3,8% em relação à safra anterior, quando foram colhidos 665,6 milhões de toneladas. A variação se deve ao crescimento de 5,4% da área colhida, principal pela cana bisada da safra 2015/16. Em relação aos preços, quais as perspectivas? As projeções também são positivas em relação aos preços. O valor do açúcar está com uma boa perspectiva devido ao déficit mundial, o que diminui um pouco a produção de etanol e faz com que os preços, que hoje estão baixos, melhorem a partir de agosto.
Com muita luta e dedicação, os produtores estão conseguindo atravessar esse momento, sendo reconhecidos como guerreiros do campo” A produção de grãos tem ajudado os agricultores a compor o caixa na região de Piracicaba? Se compararmos com o produtor que só cultiva cana, sim, é um reforço. Mas os benefícios da rotação de cultura vão além do financeiro, uma vez que traz a melhora do solo, facilita o controle de plantas daninhas, pragas e doenças, repõe a matéria orgânica e protege o solo de fatores climáticos. Quais as perspectivas futuras? Acreditamos na agricultura e no setor de insumos. Mudanças e ciclos são naturais. De maneira geral, visualizamos uma agricultura mais profissionalizada e concentrada, tanto na produção agrícola quanto na indústria de insumos. Para manter a competitividade, acreditamos que a distribuição vai acompanhar a tendência e se concentrar também, mas a concorrência com vendas diretas deverá ser mais acirrada, principalmente nos cerrados. Por outro lado isso pode trazer oportunidades de serviços agronômicos e de logística para as empresas de distribuição.
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Como avalia o atual momento econômico/político do país para o setor? Notamos uma indiferença muito grande do governo na política da energia, pois a valorização da energia eólica nos leilões foi maior que a da cogeração a partir do bagaço ou da palha da cana. Esperamos que com as mudanças na política brasileira o setor sucroenergético seja valorizado.
Os benefícios da rotação de cultura vão além do financeiro” Como avalia a situação mercadológica do etanol? Tivemos vários avanços, podemos destacar o aumento do etanol na gasolina de 25% para 27%; a volta parcial da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) na gasolina; além do próprio aumento da gasolina, recurso utilizado para ajuste do caixa da Petrobras. Todos esses pontos favoreceram a composição de um preço melhor para o etanol.
mento da classe canavieira por meio do cooperativismo. Cooperar é uma atitude coletiva, que busca incansavelmente novas alternativas para melhorar o desempenho e a qualidade de vida de seus cooperados. Cooperar é unir o desenvolvimento econômico e o bem-estar das pessoas. Com o cooperativismo é possível crescer, sendo parceiro do desenvolvimento dos cooperados e da comunidade.
Qual a sua visão sobre a Ourofino Agrociência? Acreditamos que a empresa tem tudo para crescer. Temos como referência a Ourofino Saúde Animal, que em pouco tempo tornou-se uma das principais empresas de produtos veterinários. Cremos que em breve Ourofino Agrociência estará entre as principais empresas deste setor.
Quais os principais desafios em busca do aumento da produtividade em cana-de-açúcar? Buscamos elevar a produtividade média de cinco cortes para 100 toneladas, além de aumentar a longevidade do canavial e fazer com que o produtor produza mais com menos.
“Com o cooperativismo é possível crescer, sendo parceiro do desenvolvimento dos cooperados e da comunidade” Crédito: Divulgação Coplacana
Quais as principais reivindicações do setor para com o governo atualmente? Precisamos de políticas públicas que definam o papel do etanol na matriz energética brasileira; a definição de tributação para o valor de 100% da CIDE na gasolina; incentivo ao desenvolvimento de programas de tecnologia e a disseminação do uso da bioeletricidade. Essas são algumas ações fundamentais para a reconstrução do caminho de progresso do setor. Diante dos desafios apresentados, qual o papel da cooperativa? Cooperar para crescer. A Coplacana é fruto da filosofia e do trabalho de uma diretoria participativa, comprometida com o desenvolvi-
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Quem planta SingularBR, colhe tranquilidade.
Produtos à base de Fipronil são tóxicos para abelhas. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades. Comunicado do IBAMA, Diário Oficial da União, Seção 3, página 112 de 19/07/2012.
IMPORTANTE Denuncie. Não arrisque sua liberdade. Diga não aos agrotóxicos ilegais. Para sua proteção, respeito à saúde pública, ao meio ambiente e à segurança no trabalho, nunca use produtos falsificados e contrabandeados, é crime. Disque Denúncia Agrotóxicos Ilegais: 0800 940 7030
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ADVERTÊNCIAS Este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Leia atentamente e siga rigorosamente as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita, e faça-o a quem não souber ler. Utilize sempre os equipamentos de proteção individual. Nunca permita a utilização do produto por menores de idade. CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
Informe-se sobre e realize o manejo integrado de pragas e o de resistência a doenças e plantas daninhas. Descarte corretamente as embalagens e restos de produtos.
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Inseticida Fipronil com amplo espectro de controle e único com formulação líquida. A tecnologia empregada em sua formulação permite uma melhor homogeneidade de calda e distribuição uniforme do ativo durante a aplicação, proporcionando maior eficiência e período de controle. Avaliação de calda preparada a base de Fipronil SC e WG ao longo de um dia de trabalho, aferindo concentração da calda a cada duas horas. Devido à diferenciação de sua formulação com menores partículas, ocorreu uma menor decantação de SingularBR quando comparado ao fipronil WG proporcionando, após 6 horas de testes, uma calda mais homogênea e com maior concentração de ativos.
Concentração de ingrediente ativo por hectare (g i.a./ha)
200 150 100
2h
50
4h
0
WG
SC
6h
Formulação de fipronil SC: Suspenção Concentrada WG: Granulado Dispersível
SingularBR é produzido em uma das mais modernas fábricas de defensivos agrícolas do mundo. Com automação e equipamentos de alta tecnologia, seus produtos atendem os mais altos padrões de qualidade.
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redes sociais
Do campo para a rede social Ourofino Agrociência aumenta participação em mídias sociais e reforça comunicação com personagem Agrilson No agronegócio, cerca de 80% dos profissionais acessam a internet diariamente. O dado faz parte de uma pesquisa da Make Inteligência Estratégica e da Spark, que mostra ainda que de cada dez produtores, sete acessam a rede, inclusive para buscar informações relativas ao seu negócio. Os números embasam o trabalho feito pela Ourofino Agrociência, empresa que tem apostado em
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mídias digitais como forma de propagar suas ações e se manter mais próxima de seus clientes. A companhia mantém, por exemplo, uma página no Facebook que, em pouco mais de um ano, chegou a 90 mil seguidores e está entre as que mais têm engajamento, proporcionalmente ao número de fãs. Para manter a linha de desenvolvimento digital, recentemente apresentou o personagem Agrilson nas redes sociais, que será responsável por dicas de desenvolvimento agrícola. O personagem é um homem do campo e referência no agronegócio brasileiro, que levará informações sobre tecnologias e curiosidades do setor, assim como técnicas sobre manejo e pragas do campo. Ligado às tendências digitais, Agrilson ainda é responsável por incrementar as mídias sociais da empresa, com um conceito leve e interativo. “Realizamos um estudo para buscar a melhor forma de comunicação com os nossos clientes, parceiros e demais interessados no
mercado de defensivos agrícolas. Por isso, os assuntos trabalhados têm como premissa a relevância e a busca pela proximidade com o produtor. O Agrilson é uma forma simples e direta para termos uma comunicação ainda mais transparente e próxima a todos”, afirma Everton Molina Campos, gerente de Marketing e Inteligência Competitiva. O mais novo comunicador da Ourofino Agrociência também faz parte de apresentações técnicas em campo e eventos do setor. “Ele também pode fazer parte das ações de campo como porta-voz da empresa. O Agrilson representa a nossa principal premissa: o orgulho de promover o agronegócio brasileiro”, diz Campos. O simpático e inteligente personagem estará presente na página www.facebook.com/ourofinoagrociencia, no canal Ourofino Agrociência no YouTube e também no site institucional da empresa, por meio do ‘Blog do Agrilson’ www.ourofinoagrociencia.com/ agrilson.
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Esse simpático personagem, o Agrilson, é o novo porta-voz da Ourofino Agrociência. Ele é o responsável por dicas de desenvolvimento agrícola, sobre tecnologias e curiosidades do setor, assim como técnicas de manejo e controle de pragas do campo. Para acompanhar é fácil! Acesse os endereços abaixo e faça do Agrilson o seu amigo de todos os dias. /ourofinoagrociencia Ourofino Agrociência www.ourofinoagrociencia.com/agrilson Revista Horizonte em Campo / Mai a Ago 16
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DiamanteBR é líquido e certo.
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Inseticida Imidacloprido, de ação sistêmica, que age por contato e ingestão, possui absorção através de folhas e raízes e é facilmente translocado por toda a planta pelo xilema. Sua formulação líquida permite uma homogeneidade de calda, melhor distribuição na superfície da folha e maior facilidade no preparo e manuseio do produto. DiamanteBR é produzido em uma das mais modernas fábricas de defensivos agrícolas do mundo. Com automação e equipamentos de alta tecnologia, seus produtos atendem os mais altos padrões de qualidade. Ingrediente ativo: Imidacloprido 480 g/L - SC
Produtos à base de Imidacloprido são tóxicos para abelhas. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades. Comunicado do IBAMA, Diário Oficial da União, Seção 3, página 112 de 19/07/2012.
IMPORTANTE Denuncie. Não arrisque sua liberdade. Diga não aos agrotóxicos ilegais. Para sua proteção, respeito à saúde pública, ao meio ambiente e à segurança no trabalho, nunca use produtos falsificados e contrabandeados, é crime. Disque Denúncia Agrotóxicos Ilegais: 0800 940 7030
ADVERTÊNCIAS Este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Leia atentamente e siga rigorosamente as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita, e faça-o a quem não souber ler. Utilize sempre os equipamentos de proteção individual. Nunca permita a utilização do produto por menores de idade. CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
Informe-se sobre e realize o manejo integrado de pragas e o de resistência a doenças e plantas daninhas. Descarte corretamente as embalagens e restos de produtos.
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gestão
Ourofino Agrociência se consolida no mercado de defensivos agrícolas Empresa 100% brasileira é destaque em um segmento extremamente competitivo
Dos desafios que permeiam a entrada de uma empresa no mercado, qualidade e credibilidade estão entre os maiores a serem conquistados. A Ourofino Agrociência, empresa 100% brasileira
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e que chega ao seu sexto ano em 2016, vem se consolidando cada vez mais como uma referência no mercado de defensivos agrícolas. Em pouco mais de meia década de história, a empresa conseguiu incrementar o seu portfólio, oferecer soluções efetivas para atender as necessidades de seus clientes na lavoura, além de alcançar aumentos de market share e faturamento. Norival Bonamichi, presidente da empresa, ressalta que o rápido
desenvolvimento se deve a experiência dos colaboradores, atentos aos mínimos detalhes em toda a cadeia produtiva. “Estamos em uma velocidade extremamente alta com a Ourofino Agrociência. É um mercado totalmente diferente ao que estamos acostumados, no qual as pedras são maiores e a concorrência mais pesada. Trabalhamos forte para superar os desafios.” De fato, os desafios não foram poucos. O mercado de defensivos agrícolas, em 2015, registrou queda nas vendas de 21,56%, de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg). Nessa linha, a Ourofino adaptou-se ao momento econômico instável do país e adotou novas estratégias de vendas, investiu e
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reestruturou o organograma e as diretrizes da organização. Dessa forma, ampliou as vendas para usinas e cooperativas, em curto prazo, e busca novos projetos para comercializar produtos e serviços. Estabeleceu, ainda, campanhas internas visando o aumento de produtividade dos colaborares, conscientizando-os da importância de cada um no resultado final da companhia. Como resultado prévio, uma vez que muitos desafios estão por vir, surgem os números alcançados no primeiro semestre de 2016: crescimento de 100% no faturamento acumulado quando comparado com 2015 e vendas muito acima do orçamento estabelecido. “Sabemos que este é um ano difícil para a economia brasileira. No entanto, acreditamos que o agronegócio será contra o fluxo. O Real desvalorizado deve ajudar na manutenção da competitividade do grão brasileiro e o mercado sucroenergético deve ter um período favorável, ao contrário da crise enfrentada nos últimos anos. Para a Ourofino, tudo isso se apresenta como oportunidade. Acreditamos que 2016 será de consolidação e que, fazendo a lição de casa bem feita, estaremos estrategicamente posicionados para os próximos anos”, afirma Marcelo Abdo, diretor Financeiro e Adminis-
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trativo da Ourofino Agrociência. Jardel Massari, vice-presidente da Agrociência, relata sua impressão destes primeiros anos de atuação no mercado de defensivos agrícolas. “Somos uma empresa jovem, mas com profissionais experientes e qualificados. A Ourofino Agrociência tem um know-how de pessoas com muitos anos no mercado, que sabem o que estão fazendo.” A fábrica Localizada em um cinturão químico em Uberaba, no Triângulo Mineiro, a fábrica está construída em uma área de cerca de 54 mil m² e possui capacidade de produção de mais de 120 milhões de litros ao ano. Com equipamentos modernos, o projeto foi concebido dentro dos padrões “World Class Manufacturing”. A planta é composta por duas fábricas independentes, sendo uma para a produção de herbicidas e outra destinada a fungicidas, inseticidas, espalhantes adesivos e óleo mineral, o que evita riscos de contaminação cruzada. O processo de produção é altamente automatizado, focado em segurança do trabalho, qualidade dos processos, saúde dos funcionários e cuidado com o meio ambiente. “Esse resultado foi obtido graças a um trabalho feito em todos os níveis de nosso processo, desde a escolha dos fornecedores, que devem pensar em sustentabilidade, qualidade e segurança como nós pensamos, até nossos clientes, que também exigem esses padrões no processo produtivo, gerando assim mais garantia a todo o processo e, consequentemente, produtos de
qualidade para o consumidor”, explica Jair Sunega, diretor industrial da Ourofino Agrociência. O projeto mostra-se efetivo, também, quando grandes players do mercado de defensivos agrícolas validam a produção de seus produtos na unidade. E a terceirização não traz só ganhos financeiros, mas intensifica o desenvolvimento da companhia. Para que a empresa possa desenvolver tais produtos, é constantemente avaliada e tem seus processos colocados à prova. São realizadas periodicamente auditorias baseadas em guias globais e específicos do mercado, muitas vezes mais restritivos que a legislação nacional. Desta forma, a Ourofino eleva constantemente o nível de excelência na produção, tornando sua fábrica uma das mais modernas do setor no mundo. Todos esses trabalhos trazem à Ourofino várias certificações em práticas de fabricação (ISO 9001), gestão ambiental (ISO 14001) e gestão de saúde e segurança do trabalho (OHSAS 18001). Em 2016, a empresa também recebeu uma certificação que atesta a capacitação técnica da equipe de laboratórios para realização de análises, o ISO 17025. Estação experimental Outro diferencial da Ourofino Agrociência é o espaço criado para testes e desenvolvimento de produtos: o Centro de Pesquisa Agronômica, certificado pelo governo brasileiro através do Mapa — Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Nessa fazenda experimental, localizada em Guatapará (SP), todas as soluções são testadas e desenvolvidas por uma equipe altamente qualificada para que, posteriormente, os produtos possam ser liberados no campo. “São vários os detalhes que nos diferenciam, mas um deles é que a Ourofino é credenciada e por isso pode emitir laudos oficiais, o que nos traz muita agilidade nos processos”, explica Antonio Nucci, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento.
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produtos com organização da demanda, a empresa também passou por reestruturações nas áreas de marketing, PD&I e vendas. “A Ourofino precisa estar conectada com as necessidades dos produtores e com as tendências tecnológicas. O objetivo é desenvolver com qualidade e agilidade produtos e serviços que vão ao encontro das necessidades de nossos clientes”, destaca Luciano Galera, diretor de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento. Na área comercial, a chegada de três novos diretores, que têm como liderança o diretor Comercial Nacional, Miguel Padilha, redistribuiu o trabalho internamente e trouxe maior dinamismo nas ações de campo. Chegaram à empresa os profissionais: Gerson Luiz Levandowski, diretor responsável pela região Sudoeste; José Renato Pavão, diretor responsável pela divisão Cana; e Rogério Vargas, diretor responsável pelo Centro-Leste. “A nova estrutura nos aproxima ainda mais de nossos clientes, uma oportunidade para estreitar relacionamentos e atender cada vez melhor as suas necessidades”, diz Padilha. Tecnologia Agilidade na tomada de decisão Atualmente, a empresa possui 20 produtos no portfólio. Outros 36 já foram submetidos para registro e chegarão ao mercado nos próximos cinco anos. São herbicidas, fungicidas e inseticidas, principalmente para cana-de-açúcar, soja, milho e algodão. Para construir um futuro sólido para a Ourofino e receber os novos
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Paralelo a toda estrutura montada, desde o segundo semestre de 2015 a empresa conta com um Comitê Gestor, composto por representantes de áreas estratégicas da companhia: Administrativa, Comercial, Financeira, Industrial, Operações Industriais, Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento e Supply.
Os profissionais se reúnem mensalmente ou quando necessário. A proximidade e sinergia entre as áreas fazem com que a tomada de decisão seja rápida e assertiva, sendo primordial para o desenvolvimento da Ourofino Agrociência. “O trabalho do Comitê Gestor tem sido de suma importância para nós. As ações de curto prazo, assim como a visão futura, são fundamentadas levando em consideração a nossa estratégia e as áreas envolvidas. Isso traz um suporte melhor para a tomada de decisão e sustentação do negócio, buscando resultados positivos, crescimento sustentável e responsável”, explica Joamyr Junior, diretor de Supply. Para Miguel Padilha, diretor Comercial Nacional, velocidade é o grande trunfo do Comitê Gestor. “Ganhamos agilidade e dinamismo na resolução de questões decisivas. O nível de assertividade é muito maior”, afirma. Já Andréa Mujali, gerente executiva de Operações Industriais da Ourofino Agrociência, ressalta que os objetivos da companhia são definidos e alinhados em conjunto, levando em consideração as particularidades de cada área. “É o momento em que as lideranças discutem as principais demandas da empresa, realizam o alinhamento das necessidades entre as áreas estratégicas do negócio e agilizam a tomada de decisão, garantindo sinergia e sustentando os objetivos traçados para o crescimento das operações.”
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Luciano Galera Diretor de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento
Andrea Mujali Gerente Executiva de Operações Industriais
Jair Sunega Diretor Industrial
Marcelo Abdo Diretor Financeiro e Administrativo
Joamyr Junior Diretor de Supply
Miguel Padilha Diretor Comercial Nacional
Reunião do Comite Gestor
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tecnologia
Ferramentas de gestão dão suporte ao desenvolvimento Ourofino Agrociência investe em software referência no mercado para melhor administração de dados Depois do crescimento registrado com pouco mais de cinco anos de trabalho, a Ourofino Agrociência prepara-se para voos mais altos. Em 2016, plataformas complementares estão sendo trabalhadas, sendo uma delas a de gestão de clientes. Implementado em março, após cinco meses de trabalho envolvendo os departamentos Administrativo de Vendas, Comercial, Crédito e Cobrança, Fiscal, Marketing, Logística, Financeiro e TI, o Conecta teve sua primeira Nota Fiscal emitida através de um pedido inserido no Salesforce, software referência em soluções de gestão de relacionamento com clientes (CRM). “O projeto foi dividido em duas grandes fases: módulos de visitação e vendas. Uma preocupação que tivemos durante todo o projeto foi envolver a equipe de campo para que o sistema fosse de fácil utilização”, relata David Freire, especialista de TI da Ourofino.
O pedido foi feito pelo representante técnico de Vendas, Luis Fernando Moreira, um dos profissionais que participaram dos levantamentos durante a estruturação do sistema. “A ferramenta facilita o nosso trabalho no dia a dia. Em pouco tempo de uso foi possível perceber que o Conecta permitirá um melhor acompanhamento de toda a nossa carteira de cliente”, diz Moreira. O Conecta busca dar agilidade aos processos que envolvem desde a criação do cadastro do cliente até o faturamento do seu pedido. “Temos todas as informações centralizadas em uma única ferramenta, o que nos permite ter uma visão 360º de cada cliente”, relata Marina Baiochi, gerente do Administrativo de Vendas da Ourofino e uma das responsáveis pelo projeto. De fato, a ferramenta traz dados de mercado, contatos, filiais, entre outros detalhes. “A equipe Comercial tem agora uma plata-
forma muito mais amigável, dinâmica e que facilita o seu trabalho”, complementa Marina. Outra vantagem está no quesito segurança. Se o pedido não respeitar as regras de preços, prazos de vencimentos e demais particularidades, os gestores recebem uma notificação para melhor avaliá-lo. “Além de trazer agilidade na gestão das informações do Crédito e Cobrança, a ferramenta melhora a gestão da carteira de pedidos faturados”, explica Nelson Bispo, gerente Financeiro da Agrociência. Luiz Augusto Soares Filho, gerente de Projetos da Ourofino, ressalta a importância da escolha certa do software mediante as necessidades da empresa. “Definir a solução ideal exige o envolvimento da área de negócios com os requisitos claros, pesquisa de fornecedor, benchmarking com concorrentes e clientes, além da demonstração do sistema.”
Equipe Ourofino em evento do Salesforce
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Foco na gestão Vivemos a era em que os clientes dispõem de uma série de informações para tomar a melhor decisão no momento da compra. Dos mais conservadores aos tecnológicos, os profissionais contam com várias ferramentas que permitem avaliações de produtos e preços que revolucionaram a relação entre as empresas e os clientes. Cada vez mais as companhias buscam atendimentos personalizados, oferecendo soluções que atendam individualmente. No mercado de defensivos agrícolas, não é diferente. É preciso estar
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atento às várias particularidades do negócio, como: cultura trabalhada, região de atuação, eventos climáticos, incidência de pragas, e demais situações que tornam cada cliente e sua lavoura únicos. Neste cenário, Marina Baiochi explica que o investimento em ferramentas como o Conecta traz benefícios, também, no atendimento aos clientes. “Podemos dar a atenção devida a cada cliente, pois temos todas as suas informações numa só ferramenta. O atendimento a ele é muito mais fácil, simples e assertivo”, finaliza.
Podemos dar a devida atenção a cada cliente. O atendimento a ele é muito mais fácil, simples e assertivo” Marina Baiochi
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investimento
Ourofino Agrociência investe R$ 15 milhões em armazenagem Em um ano, empresa aplicou aproximadamente R$ 43 milhões em operações na fábrica em Uberaba Com seis anos de mercado, a Ourofino Agrociência mostra o porquê de ser considerada uma das mais modernas produtoras de defensivos agrícolas do mundo. No início do segundo semestre, a empresa anunciou a expansão de sua fábrica com a construção de dois novos galpões de armazenagem, que tiveram investimento de R$ 15 milhões. O projeto soma-se à planta localizada no cinturão químico de Uberaba (MG) e está preparado para receber produtos inflamáveis em, aproximadamente, 10 mil posições de paletes. São seis mil metros quadrados de área para armazenagem, que tem como objetivo centralizar estoques para otimizar as operações da fábrica, aumentar o nível de serviço e de produtividade e oferecer mais eficiência no atendimento de demandas. “A expansão e o novo processo de armazenagem possibilitarão à Ourofino Agrociência a consolidação do seu crescimento sustentável e o fortalecimento da competitividade por meio de custos de operação mais baixos e eficientes. Além de beneficiar as pessoas que vivem na área com a geração de empregos diretos e indiretos”, diz Andrea Mujali, gerente executiva de Operações Industriais da empresa.
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Investimento constante Em 2015 e 2016 foram aplicados, aproximadamente, R$ 43 milhões na fábrica visando aumento das operações e da capacidade de produção. Uma das áreas que recebeu investimento foi a Unidade de Formulação Destinada à Suspensão Concentrada, que ampliou a capacidade de 40 mil litros/dia para 100 mil litros/dia com o objetivo de atender a demanda interna e incrementar a capacidade produtiva da empresa e de terceiros. No próximo ano será inaugurada ainda a Planta de Grânulos Dispersíveis para Herbicidas, que obteve R$ 12 milhões em investimentos para formulação de novos produtos em fase de registro e terceirização de serviços. O novo conceito de produção de herbicidas proporciona ganhos no processo de formulação, redução da exposição operacional na manipulação do produto e visa a não poluição do meio ambiente.
KW, garantindo força em horários de pico e operação da fábrica durante a falta de suprimento. “Os investimentos financeiros e as ampliações são reflexos do crescimento exponencial da Agrociência. Hoje, já somos referência no mercado de defensivos agrícolas e continuaremos investindo para crescer mais e oferecer a melhor solução para clientes e parceiros”, comenta Jardel Massari, vice-presidente da Ourofino Agrociência.
Geração de energia Outro investimento da Ourofino Agrociência foi o aumento da capacidade de geração de energia. Com emprego de R$ 2 milhões, os novos geradores têm capacidade de produzir 2.000
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tratamento de sementes
Tratamento protetor Sementes bem tratadas auxilia no aumento de produtividade; demanda mundial por alimentos pressiona produtores O crescimento mundial pode ser visto por todos em uma simples caminhada pela cidade. Segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU), a população do planeta deverá chegar aos 8,5 bilhões em 2030 e 9,7 bilhões em 2050. O número assusta e precisa ser incorporado nos mais diversos setores, inclusive no agronegócio, uma das esperanças quando o assunto é alimento. Neste sentido, o Brasil é protagonista: somente na produção atual de soja, o país conta com mais de 33 milhões de hectares plantados e imensas áreas para expansão. No entanto, para atender toda demanda mundial, é necessário mais que isso: aumento
de produtividade, preços competitivos e estrutura sustentável são fundamentais. Para Silvestre Bellettini, engenheiro agrônomo e consultor, existem alguns pilares dentro do manejo de pragas e doenças que podem ser mais bem trabalhados, como o tratamento de sementes (TS). A prática vem crescendo de forma expressiva no Brasil em função dos resultados apresentados. “Antes, o tratamento de sementes era realizado de forma indevida e ineficaz, o que mudou frente à evolução da tecnologia”, explica. O profissional diz ainda que um tratamento bem feito, visando o controle inicial e/ou preventivo de pragas e doenças, deve oferecer
um residual satisfatório para que a planta permaneça protegida, diminuindo possíveis danos em busca do seu pleno potencial produtivo. “Um bom tratamento é fundamental para o desenvolvimento inicial da cultura e, consequente, para a sua produtividade”, relata. Na indústria e no campo A prática de tratamento de sementes pode ser dividida de duas formas: TSI (tratamento de sementes industrial) e on farm (tratamento na fazenda). A primeira é a evolução do TS efetuado pelo agricultor, só que em escala industrial e com equipamentos de alta tecnologia.
Atualmente, estima-se que o TSI responde por cerca de 40% da prática de tratamento de sementes no Brasil e deve aumentar nos próximos anos. “Isso graças aos aspectos ambientais e avanços tecnológicos, que garantem uma maior segurança e qualidade”, diz Bellettini. Por outro lado, há produtores que preferem realizar o tratamento on farm (na fazenda), com objetivo de atuar especificamente na real necessidade de seu problema, prática comum pelas lavouras brasileiras. “No campo ou na indústria, o tratamento de semente é um grande aliado do produtor”, afirma Marco Antonio Cunha, gerente de Produtos (Inseticida) da Ourofino Agrociência.
“No campo ou na indústria, o tratamento de semente é um grande aliado do produtor”, afirma Marco Antonio Cunha, gerente de Produtos (Inseticida) da Ourofino Agrociência
tratamento de sementes Terra Forte é a nova solução da Ourofino Agrociência Diante da necessidade do produtor e do crescente mercado de tratamento de sementes, a Ourofino Agrociência apresentou em 2016 o Terra Forte, um inseticida de contato e ingestão à base de Fipronil, recomendado para as culturas de soja, milho, algodão, feijão e também para pastagem. O inseticida é excelente para o controle das principais pragas de solo e as de parte aérea em fase inicial, como broca, lagartas, vaquinha, coró em estágio larval e cupins. “A base de qualquer cultura é a germinação. Quando o produtor investe em sementes de qualidade e as protege, ele evita perdas, garante uma melhor germinação e um estande adequado, que reflete em uma melhor produtividade”, orienta Antônio Nucci, Gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Ourofino Agrociência.
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Produzido na fábrica da Ourofino Agrociência, uma das mais modernas no segmento do mundo, o Terra Forte possui densidade compatível com os equipamentos de tratamento de semente industrial, proporcionando a utilização em diferentes calibrações. “Trata-se de um produto com formulação líquida, com melhor homogeneização da calda e densidade adequada. Além disso, oferece mais facilidade na limpeza dos equipamentos
industriais”, explica Marco Antonio Cunha, gerente de Produtos (Inseticida) da Ourofino Agrociência. Para o homem do campo, que investe em qualidade e busca produtos de alta tecnologia, o Terra Forte oferece mais confiança em função do seu amplo espectro de controle e residual prolongado, que protege a lavoura de pragas que atacam as sementes auxiliando na busca pelo aumento de produtividade. “A escolha do produto é fator preponderante no sucesso da prática”, indica o consultor Silvestre Bellettini. Por fim, Cunha alerta que a exposição às pragas de solo de uma semente sem tratamento, inclusive na pastagem, pode trazer grandes prejuízos ao produtor. Dependendo da infestação, as perdas podem trazer danos de até 20% na lavoura, dependendo da praga e da região. “O ataque de pragas em sementes não tratadas ocasiona demora na formação da lavoura, reduz o estande e, consequentemente, a produtividade”, finaliza.”
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Terra Forte
Terra Forte
Mais tecnologia na proteção da sua lavoura.
Inseticida Fipronil que apresenta amplo espectro de controle. Sua formulação líquida, com micropartículas e baixa densidade, proporciona maior uniformidade no recobrimento das sementes. Isso resulta em melhor controle das pragas iniciais e, consequentemente, melhor germinação e estandes adequados, protegendo o seu investimento desde o início.
Terra Forte é produzido em uma das mais modernas fábricas de defensivos agrícolas do mundo. Com automação e equipamentos de alta tecnologia, seus produtos atendem os mais altos padrões de qualidade. Produtos à base de Fipronil são tóxicos para abelhas. A aplicação aérea NÃO É PERMITIDA. Não aplique este produto em época de floração, nem imediatamente antes do florescimento ou quando for observada visitação de abelhas na cultura. O descumprimento dessas determinações constitui crime ambiental, sujeito a penalidades. Comunicado do IBAMA, Diário Oficial da União, Seção 3, página 112 de 19/07/2012.
IMPORTANTE Denuncie. Não arrisque sua liberdade. Diga não aos agrotóxicos ilegais. Para sua proteção, respeito à saúde pública, ao meio ambiente e à segurança no trabalho, nunca use produtos falsificados e contrabandeados, é crime. Disque Denúncia Agrotóxicos Ilegais: 0800 940 7030
ADVERTÊNCIAS Este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Leia atentamente e siga rigorosamente as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita, e faça-o a quem não souber ler. Utilize sempre os equipamentos de proteção individual. Nunca permita a utilização do produto por menores de idade. CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
Informe-se sobre e realize o manejo integrado de pragas e o de resistência a doenças e plantas daninhas. Descarte corretamente as embalagens e restos de produtos.
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soja
Eles sugam a produtividade da sua lavoura Percevejos se mantêm como um dos vilões da produção de soja; Ourofino Agrociência apresenta nova solução: o Racio
Os produtores de soja brasileiros devem produzir 97,3 milhões de toneladas do grão na safra 2015/16, exportando 53,8 milhões de toneladas desse total. Essas são as estimativas divulgadas pela Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), no fim de junho, que demonstram a grandeza e importância desta cultura para o país. Os produtores, ao longo dos anos, vêm aperfeiçoando o manejo e aderindo a novas tecnologias em
busca do tão sonhado aumento de produtividade. Contudo, uma praga insiste em atacar suas lavouras e trazer prejuízos de milhões de reais a cada safra: o percevejo. Os percevejos são insetos sugadores com enorme potencial de ocasionar prejuízos na cultura da soja. Embora estejam presentes desde o período vegetativo da cultura, é no período reprodutivo que ocorrem os danos. “Em algumas regiões do Brasil, como Paraná e Mato Grosso, a incidência de percevejo tem sido muito alta. Em alguns casos, os produtores chegam a fazer de seis a oito aplicações específicas para percevejo”, afirma o engenheiro agrônomo e consultor, Luis Henrique Kasuya.
Percevejo atacam lavouras de soja e trazem prejuízos de milhões de reais a cada safra Crédito: Jovenil José da Silva/Agência Embrapa de Informação Tecnológica
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“Em algumas regiões do Brasil, como Paraná e Mato Grosso, a incidência de percevejo tem sido muito alta”, diz o consultor Luis Henrique Kasuya
la um dos principais sugadores da cultura da soja, o percevejo-da-soja, é um produto altamente eficiente, recomendado também no manejo da lagarta-da-soja. A solução chega em um momento importante para os produtores, uma vez que o seu modo de ação contribui para o melhor manejo de resistência e controle da praga. O consultor Luis Henrique Kasuya explica que atualmente existem poucos grupos químicos e a grande
maioria concentra-se nos piretróides associados aos neonicotinóides. “Essas misturas podem encontrar resistência em determinadas espécies de percevejo.” Por pertencer ao grupo dos organofosforados, o Racio torna-se fundamental no manejo de resistência da cultura da soja. “Com uma aplicação eficaz, o produtor poderá ter o controle efetivo do percevejo-da-soja e da lagarta-da-soja em sua lavoura, podendo aumentar a produtividade e, consequentemente, os lucros”, declara Marco Antonio Cunha, gerente de Produtos (Inseticida) da Ourofino Agrociência. Cunha lembra ainda que o produto conta com embalagem hidrossolúvel, ou seja, em contato com a água, ela se dissolve totalmente, evitando o contato direto com o produto, menor odor e garantindo mais segurança ao aplicador. “Buscamos oferecer as melhores tecnologias ao produtor, sempre visando o manejo eficiente”, finaliza. Crédito: Helvio Campoy Junior
De fato, a praga ataca as lavouras de todas as regiões do país. O aumento do cultivo da soja intacta, uma variedade que possui tecnologia BT, reduziu o uso de inseticidas para o controle de lagartas e, consequentemente, a população de percevejos, que também era controlada pelo produto, aumentou. “O grande problema é que, muitas vezes, o controle é feito tardiamente e sem levar em consideração os níveis corretos de monitoramento. Isso gera sobras da praga na lavoura e aumenta o número de aplicações e os danos na soja”, afirma o consultor. Para o seu controle, especialistas indicam o uso de defensivos agrícolas como uma das principais estratégias para evitar ou reduzir os danos causados pelo percevejo. “A correta identificação da praga é extremamente importante para determinar os níveis de infestação. Dessa forma, é possível definir a época e as práticas mais adequadas para o controle”, explica Marco Antonio Cunha, gerente de Produtos (Inseticida, Fungicida e Cereais) da Ourofino Agrociência. Racio chega para auxiliar os produtores no manejo de resistência e controle da praga Se o produtor busca eficiência e competitividade em sua lavoura, a Ourofino Agrociência apresenta o Racio, produto à base de acefato lançado no início do segundo semestre. O inseticida, que contro-
Lagarta-da-soja contribui para queda de produtividade na lavoura
Danos do percevejo Levando em consideração as particularidades de cada região, pesquisadores indicam que o percevejo pode ocasionar perdas de 35 a 40% associadas a queda de produtividade na lavoura e qualidade dos grãos. O ataque com maior potencial de dano é na fase reprodutiva, podendo ocasionar perdas,
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especificamente, entre R4 e R5.5. Na fase reprodutiva, após a floração, o percevejo pode causar abortamento de flores e, posteriormente, danos diretos na vagem através da sucção do grão com seu rostro. Vagem danificada abre a porta para a entrada dos fungos. A ação direta do percevejo re-
sulta em grãos chochos e mais leves, diminuindo a produtividade e afetando a qualidade dos mesmos. Em caso de produção de semente, se não forem respeitados os índices de monitoramento, a qualidade será totalmente comprometida e inviabilizará a produção de semente.
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Racio Inseticida Acefato com ação sistêmica, de contato e ingestão e muito eficiente no controle de percevejos e lagartas. Importante para o manejo de resistência por ser um grupo químico alternativo aos neonicotinóides, Racio é apresentado em uma inovadora embalagem hidrossolúvel de múltiplas camadas envolto por uma caixa externa mais resistente, a qual proporciona menor emissão de odor, segurança ao aplicador e maior vida útil ao produto. Racio, é praticidade, economia e eficiência.
Racionalidade no controle de percevejos e lagartas
Ourofino Agrociência é uma empresa 100% brasileira e que possui uma das mais modernas fábricas de defensivos agrícolas do mundo.
Restrição Estadual: verificar bula do produto.
IMPORTANTE Denuncie. Não arrisque sua liberdade. Diga não aos agrotóxicos ilegais. Para sua proteção, respeito à saúde pública, ao meio ambiente e à segurança no trabalho, nunca use produtos falsificados e contrabandeados, é crime. Disque Denúncia Agrotóxicos Ilegais: 0800 940 7030
ADVERTÊNCIAS Este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Leia atentamente e siga rigorosamente as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita, e faça-o a quem não souber ler. Utilize sempre os equipamentos de proteção individual. Nunca permita a utilização do produto por menores de idade. CONSULTE SEMPRE UM ENGENHEIRO AGRÔNOMO. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO.
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entrevista especial / MIRELA CRISTINA GRADIM
Fonte de proteína... e renda Produtores canavieiros investem na produção de amendoim em períodos da entressafra; Coplana auxilia os agricultores em todas as etapas Originário da América do Sul, o amendoim é fonte de proteína, vitaminas e renda para diversos produtores canavieiros, principalmente os ligados à Cooperativa Agroindustrial (Coplana). Isso porque a Coplana, com sede em Jaboticabal, interior de São Paulo, é destaque nacional quando se fala em produção de amendoim, representando cerca de 25% da produção do Estado de São Paulo, maior produtor nacional. Sua unidade de beneficiamento foi estruturada para atender um dos mais exigentes mercados do mundo, a União Europeia. Não por acaso, detém 40% das exportações brasileiras. Confira o bate-papo com a superintendente da cooperativa, Mirela Cristina Gradim, que explica melhor o trabalho e os benefícios gerados aos produtores rurais. Ourofino Agrociência - O que a Coplana oferece aos produtores em relação ao trabalho com amendoim? Mirela Cristina Gradim - O objetivo da cooperativa é auxiliar o produtor do campo até a comercialização final do produto. O produtor não deve se preocupar com as questões de crédito, de assistência técnica, fornecimento de semente, entre outros. A Coplana, através dos seus profissionais, fornece tudo o que o coo-
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perado precisa para cultivar o amendoim. Todo o produtor que se compromete com a entrega do produto em nossa unidade de beneficiamento de amendoim recebe a semente, os insumos agrícolas e a assistência técnica, totalmente financiado através de linhas de crédito rural para pagamento na colheita do amendoim. Ao fazer isso, a cooperativa proporciona o acesso ao desenvolvimento da cultura, tanto ao pequeno quanto ao grande produtor.
para a manutenção da cultura no Brasil. Atualmente, está discutindo com instituições privadas e públicas o fomento, a pesquisa e o desenvolvimento de novas variedades, a fim de aumentar a produtividade, casando ciclo e ambiente de produção.
A Coplana atua em todas as etapas de produção e comercialização? Juntamente com instituições e fundações voltadas para a cultura, a Coplana ajuda ainda no desenvolvimento de novas variedades, participando de comitês de discussão, bem como promovendo ensaios e experimentos voltados para a utilização de fungicidas e tratamento de sementes. Atua em toda a cadeia, discutindo novos conceitos e técnicas voltadas para semente, insumos, máquinas e implementos.
No campo, qual o cronograma dos produtores de cana-de-açúcar e amendoim? É importante destacar que o amendoim faz a rotação com a cana-de-açúcar. Normalmente, após cinco ou seis ciclos da cana, há necessidade da reforma do canavial, que anualmente representa cerca de 17% da área total de cana. O amendoim é cultivado entre a retirada da cana (último corte) e o plantio. Neste período, os produtores de amendoim arrendam ou fazem parceria desta área de reforma. Além do produtor de cana e/ou usinas ter os benefícios agronômicos, o amendoim aumenta a rentabilidade da área de plantio de cana através do pagamento de arrendamento ou parceria.
Como avalia a amplitude deste trabalho? A Coplana foi um dos veículos mais importantes para a propagação do amendoim rasteiro e granoleico, variedades importantíssimas
Qual a área de plantio e quantos cooperados produzem amendoim? Contamos com 19 mil hectares utilizados para o cultivo do amendoim, além de 112 cooperados.
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Destes produtores, todos cultivam cana também? Sim, a grande maioria. Muitos são pequenos produtores de cana que se tornaram grandes produtores de amendoim. Qual a capacidade de produção? A capacidade de beneficiamento é de 4.000.000 sacos por ano. Fazemos o beneficiamento de 400.000 sacos por mês, sendo que na atual safra produzimos 2.360.000 sacos de 25 quilos. Quantos colaboradores atuam neste processo? Só na unidade de Beneficiamento, cerca de 200 pessoas. Contudo, na época de safra, chegamos a ter 500 a mais. A safra dura em média 80 dias. Vocês permanecem com a certificação internacional de nível A? Sim, a certificação acontece, anualmente, no mês de novembro. A Coplana conquistou a BRC, grau A, mais alto índice da
A Coplana, através dos seus profissionais, fornece tudo o que o cooperado precisa para cultivar o amendoim”
certificação, em 2010, e mantém seu status desde então. Quais as vantagens que podemos destacar para o produtor canavieiro buscar a rotação com o amendoim? Ele tem benefícios agronômicos (controle de erosão, fixação de nitrogênio, controle de pragas) e também recebe o arrendamento ou parceria desta área que ficaria parada, sem remuneração.
Como avalia o trabalho da Ourofino Agrociência? A Coplana sempre foi parceira da Ourofino na linha veterinária. Quando a Ourofino se propôs a trabalhar com defensivos agrícolas, a Coplana recebeu a notícia com muito entusiasmo pois já sabíamos da credibilidade da empresa, bem como, da qualidade de seus produtos. E essa qualidade realmente se concretizou no campo, havendo grande aceitação dos nossos cooperados nos lançamentos de produtos da Ourofino. Essa parceria vem crescendo ano a ano e é fruto do trabalho de duas empresas sérias que colocam a satisfação do cooperado/cliente em primeiro lugar!
AgroEncontro
Tecnologia e conhecimento num só lugar AgroEncontro reúne mais de 1.200 profissionais canavieiros em quatro dias de evento Lamentar os problemas políticos e econômicos do Brasil não foi o foco da terceira edição do AgroEncontro, evento realizado pela Ourofino Agrociência em sua fazenda, em Guatapará (SP), de 29 de março a 1º de abril. Ao contrário: mais de 1.200 profissionais do campo passaram pelos quatro dias de eventos em busca de soluções advindas da troca de conhecimento teórico e da prática no campo, além das novidades tecnológicas disponíveis no setor. E neste ano a dinâmica foi o grande diferencial: as cooperativas, separadas por agenda, puderam avaliar as diferentes tecnologias para a cultura da cana em situações reais, comparando resultados. Coplacana, Coopercitrus, Coplana e Copercana participaram com seus cooperados e puderam verificar estudos sobre cana-de-açúcar de empresas como o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) e Ridesa Brasil, além de técnicas de manejo da Syngenta, desenvolvimento e fabricação de pulverizadores da Herbicat e as maquinarias da Valtra. “O intuito do AgroEncontro, um dos maiores eventos tecnológicos do setor sucroenergético, é trabalhar em conjunto com as empresas parceiras para difundir conhecimento. Durante o dia de campo, o produtor pode conhecer e avaliar as melhores variedades de cana, os
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melhores tratamentos com defensivos agrícolas, aprender sobre a dinâmica de colheita, descobrir novas tecnologias de aplicação e máquinas. Acreditamos que a difusão de conhecimento auxilia o produtor a adotar, de acordo com as suas necessidades, as melhores práticas agrícolas para o aumento de produtividade e maximização dos lucros” Além do recorde de participação de público, o AgroEncontro trouxe grandes produtores canavieiros, usineiros e influenciadores de mercado. Carlos Flauzino de Andrade, gerente de suprimentos e relacionamento com fornecedores da Nova América, participou pela primeira vez e teve boas avaliações. “Fundamental para mostrar aos parceiros e agricultores a seriedade da Ourofino Agrociência. O encontro é mais um dos diferenciais da empresa, assim como atendimento e relacionamento com o cliente. Todas essas características são fatores decisivos de compra, pois o produtor opta pela empresa que tem mais segurança e conhecimento”, diz Andrade. Já o produtor de cana-de-açúcar José Olímpio da Paixão, de Mogi-Mirim, é veterano em participações do AgroEncontro e tem os produtos da Ourofino como certeza. “O encontro é relevante em todos os setores, tanto na parte de tecnologia como em inovações do mercado sucroalcooleiro. Utilizo toda a linha da
Ourofino Agrociência na minha cultura, pois são produtos eficientes e de excelente qualidade”, comenta. Quem participou do evento ainda teve a oportunidade de prestigiar um bate-papo com o engenheiro agrônomo Marcos Fava Neves. “As discussões que tivemos no AgroEncontro são benéficas para o produtor aumentar a competitividade neste início de safra – especialmente neste momento, que começamos o período muito melhor que o ano anterior. Os preços estão elevados, o valor do ATR está alto e isso deve contribuir para uma remuneração mais compensadora da cana. São pontos relevantes e animadores para um novo ciclo de investimento, geração de renda, valor e riqueza para o Brasil”, afirma Fava. “Encerramos mais um ano com sucesso de público e com ricas trocas de experiências. Estamos totalmente satisfeitos com o resultado
desse encontro, bem como pela integração promovida. Já estamos pensando na próxima edição, afinal, novidades fazem parte e queremos oferecer o melhor aos nossos parceiros e clientes”, diz Everton Molina Campos, gerente de Marketing e Inteligência Competitiva da Ourofino Agrociência. Mirela Cristina Gradim, superintendente da Coplana A partir do momento que a gente conscientiza o cooperado sobre a utilização dos defensivos agrícolas, além de contribuir com o meio ambiente, estamos reduzindo os custos de produção, fator primordial no atual modelo de negócio. Marcos Fava
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AgroEncontro
Antonio Tonielo – Presidente da Copercana “Todo evento para o nosso setor é importante, mas o AgroEncontro traz técnicos, fornecedores e muito aprendizado para os potenciais produtores. Ter um parceiro nacional como a Ourofino Agrociência é muito importante para a troca de experiências.”
Soluções para o campo Em seu estande, a Ourofino Agrociência apresentou toda a linha para cana-de-açúcar (herbicidas e inseticidas), proporcionando diferentes situações de aplicações. Entre os destaques estavam: Diox, MegaBR, Magnus, DemolidorBR, FortalezaBR e CoronelBR, utilizados para plantas daninhas, e DiamanteBR e SingularBR, soluções para insetos. Trata-se de uma boa oportunidade para os profissionais conferirem na prática a importância do controle de pragas e plantas daninhas, que podem prejudicar em até
Rodrigo Vinchi, gerente de Desenvolvimento da Raízen “Temos uma área bastante grande de produção de cana e as ferramentas apresentadas, tanto de herbicidas quanto de inseticidas, são fundamentais para alcançarmos o aumento de produtividade esperado.”
80% a produtividade canavieira. “O adubo utilizado, a luminosidade, a umidade do solo, enfim, a planta daninha compete com a cana-de-açúcar por estes recursos e atrapalha o seu desenvolvimento”, diz Edson Matos, gerente de Pesquisa Agrícola da Ourofino. “Temos um portfólio bastante completo no segmento de herbicidas, com foco no controle e manejo integrado de plantas daninhas. De fato, procuramos expor o que é possível fazer com um bom manejo integrado e aqui ele consegue visualizar o efeito”, explica Roberto Toledo, gerente de Produtos da empresa.
Arnaldo Antonio Bortoleto, presidente da Coplacana Um evento dessa natureza, onde a gente pode trazer o nosso cooperado ao campo e ver as novidades agrícolas, é muito importante. Fazemos questão de convidá-los e estar presente e sempre que possível levar algo a mais para o produtor.
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Edição especial O sucesso do AgroEncontro fez com que, em 17 de junho, a Ourofino Agrociência promovesse uma edição especial do evento para os associados da Organização de Plantadores de Cana da Região Centro-Sul do Brasil (Orplana). Durante o dia de campo, cerca de 70 associados da Orplana vivenciaram uma experiência rica em conhecimentos sobre atuais tecnologias e práticas de produção de cana-de-açúcar. Assim como as tradicionais edições, o evento foi realizado na Fazenda Experimental da Ourofino, em Guatapará, e apresentou novidades em defensivos agrícolas com práticas técnicas e teóricas, além de possibilitar aos participantes avaliações das variedades de cana em plantações reais. “Agradeço a participação de todos neste evento, em especial a casa acolhedora da Ourofino, assim como sua equipe, que se desdobrou para nos atender e nos deixar tão à vontade. Nos sentimos agraciados pela oportunidade”, disse Celso Albano de Carvalho, gestor executivo da Orplana. O encontro contou ainda com a partici-
pação do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), Ridesa Brasil e do engenheiro agrônomo Marcos Fava Neves, referência no mercado sucroenergético.
Jair Guessi, diretor comercial de insumos da Coopercitrus A agricultura só é possível se contarmos com a tecnologia. Com certeza, os profissionais que vieram no AgroEncontro estão em busca de soluções para os seus negócios. E conhecimento e tecnologia são fundamentais para os resultados na lavoura.
Rodrigo Ortolan, engenheiro agrônomo da Copercana O setor passa por uma boa fase de preços, muito melhor do que os últimos três anos. É uma boa oportunidade para colocar em prática tudo que foi apresentado aqui no dia de campo, visando um bom manejo e aumento de produtividade.
Roberto Rossi, gerente de Suprimentos da Coplacana Vemos com bastante euforia o mercado de cana, pois os preços estão reagindo no mercado internacional. Depois de alguns anos de dificuldade, o mercado pode trazer bons resultados.
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commodities
O agronegócio que tanto nos orgulha Passamos da primeira metade de 2016, ano de muitas mudanças e instabilidades no cenário político e econômico brasileiro. Como já era de se esperar, o agronegócio foi um dos poucos setores que chamaram a atenção positivamente. Como exemplo, podemos citar as exportações brasileiras no segmento, que somaram US$ 45 bilhões nos seis primeiros meses do ano. O resultado representa um aumento de 4% em relação ao mesmo período de 2015 e é o terceiro melhor da série histórica, que começou em 1997. No montante exportado, podemos destacar o complexo soja, que continua na ponta. US$ 17,23 bilhões, Carnes
US$ 6,98 bilhões
Produtos florestais US$ 5 bilhões, Complexo sucroenergético US$ 4,46 bilhões, Cereais, farinhas e preparações
US$ 2,4 bilhões,
E os bons resultados deste levantamento, divulgados pela Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), não param por aí. O setor foi responsável por quase metade (49,9%) de todas as vendas externas brasileiras no período. Isso mes-
mo! Uma vez mais, o agronegócio mostra a sua força e o seu valor em meio às dificuldades externas! Falando sobre soja e milho, ambos têm pela frente um semestre interessante. Os preços atuais computam safras gigantes nos Estados Unidos (em andamento) e quaisquer problemas climáticos podem resultar em altas expressivas. Basta acompanhar e ver os próximos capítulos. Outra notícia boa que vem dos EUA é em relação à política para o etanol. A nova meta proposta pela Environmental Protection Agency (EPA) eleva em 700 milhões de galões o consumo para 2017 (sempre comparando com 2016). Destes, 300 milhões são para o milho (chegando já em 99% do autorizado máximo de 15 bilhões de galões) e 400 milhões para a categoria onde se enquadra o etanol de cana. Também há crescimentos para o biodiesel e para o etanol celulósico, ainda que significantemente menor. Em suma, haverá estímulo para a agricultura gerar mais biocombustível e mais espaço para a cana colocar etanol nos EUA. Se formos mais competitivos, temos mercado nos esperando! É aguardar os próximos seis meses que encerrarão este ano tão importante para a história tupiniquim e que uma vez mais terá um importante capítulo contextualizado pelo agronegócio brasileiro.
Marcos Fava Neves Professor Titular da FEA/USP, Campus de Ribeirão Preto (SP). Fundou a Markestrat (Centro de Pesquisas e Projetos em Marketing & Estratégia) e autor e organizador de diversos livros sobre Agronegócio no Brasil, Argentina, Estados Unidos, África do Sul, Uruguai, Inglaterra, Cingapura, Holanda e China.
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agenda
Ourofino Agrociência Confira alguns dos eventos em que a equipe Ourofino Agrociência esteve no primeiro semestre de 2016
Dinetec Canarana (MT)
Tour Técnico Campo Novo do Parecis (MT)
Expoagro Afubra Rio Pardo (RS)
Farm Show Primavera do Leste (MT)
Tecnoshow Comigo Rio Verde (GO)
Agrishow Ribeirão Preto (SP)
AgroEncontro Guatapará (SP)
Show Safra Lucas do Rio Verde (MT)
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Na sua missão de produzir e prover alimento e energia às pessoas, você não está sozinho. A Ourofino está ao seu lado levando soluções para garantir produtividade com segurança e qualidade à sua lavoura.