Presidente: LUCIANA DUMMAR | Diretor Administrativo-Financeiro: ANDRÉ
AVELINO DE AZEVEDO | Gerente Geral: MARCOS TARDIN | Gerente
Editorial e de Projetos: RAYMUNDO NETTO | Gerente Pedagógica: VIVIANE PEREIRA | Gerente de Audiovisual (Canal FDR): CHICO MARINHO | Gerente de Marketing & Design: ANDREA ARAUJO | Coordenadora de Projetos
Sociais: LIA LEITE | Analista de Projeto: NARCEZ BESSA
NOSSOS BAIRROS, NOSSA FORTALEZA: MAPEAMENTO ESTATÍSTICO E AFETIVO DA CIDADE
Concepção e Coordenadora Geral: VALÉRIA XAVIER | Coordenador
Editorial: GIL DICELLI | Editora-executiva: PAULA LIMA | Editora-adjunta: ANA BEATRIZ CALDAS | Designer: NATASHA ELLEN e RENATA VIANA | Textos: ANA BEATRIZ CALDAS, CAROL KOSSLING, CRISTINA BRITO, LETÍCIA DO VALE e PAULA LIMA | Analista de Projetos: BETH LOPES | Estratégia e Relacionamento: ADRYANA JOCA e DAYVISON ALVARES | Pesquisadores (OPOVO.DOC ): ROBERTO ARAÚJO e MIGUEL PONTES
Pluralidade da Regional 9
O modo como olhamos para a cidade constitui uma experiência subjetiva, que nos conduz à construção de memórias, imaginários e afetos muito particulares. Para dar conta de uma cartografia afetiva sobre Nossos Bairros e nossa Fortaleza nos inspiramos no clássico Os Sertões, de Euclides da Cunha, para fazer o desenho de cada uma das regionais da Capital. Falaremos sobre a terra, o homem e a luta.
A cidade moderna se desdobra em usos criativos do espaço, é sobre a Terra. A arquitetura, as características geográficas, quem nos levará por esses percursos é quem ocupa e mora ali. Nas páginas sobre o homem damos voz às lideranças, aos moradores mais antigos, aos apaixonados pelo próprio bairro. Ao falar de luta, vamos mostrar como os bairros se sustentam economicamente. Quais os comércios locais, quais os bons negócios, o que fazem os moradores para gerar emprego e renda na região.
Uma cidade existe na arte de inventar o cotidiano, trançando nós de memórias e de solidariedade, desenhando mapas afetivos e redes de conexão nas expressões de identidades pessoais.
A Regional 9 é um passeio para se surpreender. No Jangurussu dois jovens comandam um Guia pelo Instagram que mapeia o que há de bom no bairro que tem o estigma da violência, mas que guarda oportunidades de negócio, boa convivência e cultura. No Conjunto Palmeiras, o Coletivo Bate Palmas leva os moradores a ocuparem as ruas e multiplicarem a cultura pelo bairro. E no início do Barroso, ali na rua um, um boteco com mesinhas espalhadas na calçada emociona o dono que começou até com dinheiro emprestado da mãe. É o Buteco do Caetano. O passeio é divertido!
AURÉLIO ALVES
Por Waldenia Márcia da Silva Barbosa, diretora da Câmara Municipal de Fortaleza
Fortaleza é uma cidade diversa, plural e encantadora. Terra de gente acolhedora, trabalhadora e resiliente. Transformadora e revolucionária, nossa Capital se adapta conforme as necessidades. Somos mutáveis, assim como a nossa perseverança, que se renova a cada manhã.
Acompanhar essas mudanças, e potencializá-las, demanda que possamos compreender a nova realidade de cada um dos nossos 119 bairros, cuja distribuição, em 2021, passou de sete para 12 secretarias regionais. Para além da alteração administrativa, as necessidades e vocação econômica também podem ter mudado, sobretudo após a pandemia, que transformou rotinas, comportamentos e a relação das pessoas com os espaços públicos.
REDESCOBRINDO A NOSSA FOR TA LEZA FOR TA LEZA
Vale ainda ressaltar que o último Censo Demográfico no Brasil foi realizado há 12 anos. Precisamos, portanto, compensar a defasagem com outras informações, atualizadas, qualificadas e centralizadas, que orientem políticas públicas e ações de fomento, coletivas e individualizadas, para atender as demandas da população. Essa é uma preocupação de todos os 43 vereadores de Fortaleza.
Diante desse cenário, a Câmara Municipal lança o projeto “Nossos Bairros, Nossa Fortaleza”, em parceria com a Fundação Demócrito Rocha, que fará um mapeamento estatístico e afetivo da Cidade, além de oferecer palestras, cursos de capacitação e ações de incentivo ao empreendedorismo local.
Desta forma, nós, fortalezenses, também redescobriremos a Cidade. Conheceremos Fortaleza uma vez mais e, certamente, nos apaixonaremos novamente. Essa e tantas outras vezes forem necessárias. E o prazer será sempre nosso, Fortaleza.
IGOR DE MELO EM 14/01/2013
NOSSOS BAIRROS, NOSSA FORTALEZA
CONJUNTO PALMEIRAS
BARROSO
CAJAZEIRAS
PARQUE
SANTA
MARIA
PEDRAS
ANCURI
12 postos de saúde
1 Policlínica
1 UPA
25 Escolas Municipais
19 Centros de Educação Infantil
8 Creches parceiras do município
3 Escolas municipais de tempo integral
1 Parque Parque urbano da Lagoa de Maria Vieira
7 Ecopontos
1 Cuca Cuca Jangurussu
BOTECO
RAIZ RAIZ
Ernando Caetano, proprietário do Buteco do Caetano, no Barroso, mostra o impacto que o boteco que leva seu nome movimenta no entorno
TEXTO: LETÍCIA DO VALE
Ernando Caetano me prometeu ser um homem brabo, com dificuldade de se expressar. Mas não foi esse o lado que me mostrou. Talvez pela emoção de contar a história de um dos seus maiores tesouros, construído desde o início no Barroso. O que eu encontrei foi um homem batalhador e, principalmente, grato, por ter chegado onde chegou. É na Rua Um, número 209, onde encontramos o resultado de anos de muito trabalho duro: o Buteco do Caetano.
“Eu cheguei no Barroso, em 94”, começa a contar, ainda um pouco vacilante. “Trabalhei muito tempo nesse ramo de churrascaria. Comecei
como zelador, passei para ajudante de garçom, depois para garçom e gerente”. Caetano relembra a trajetória árdua por vários estabelecimentos. Depois de anos trabalhando para os outros, sentiu a necessidade de ter o próprio negócio, do seu jeito. Com toda a coragem e algumas reservas financeiras, mergulhou nesse sonho, nem quefosse“aúltimacoisaqueeu faça na vida”.
O Buteco do Caetano começou em 2016, em casa mesmo, com o dono atendendo, fazendo a comida e mais dois funcionários. Eram 17 mesas de plástico alugadas. “Vou confidenciar até uma coisa. Quando foi o dia de abrir, eu não tinha um centavo pro fundo de caixa.
Ernandes Caetano é dono do Buteco do Caetano, empreendimento nativo do Barroso, que conquista clientes também de bairros vizinhos
Aí eu tive que pedir a minha mãe”, a voz embarga.
Luta e valorização do calor humano foram fazendo o estabelecimento crescer cada vez mais. Caetano gosta do “povão”, como afirma. Gosta de atender, conversar e fazer o cliente se sentir importante, “porque ele é!”, destaca. Conquistou a clientela pelo churrasco e, principalmente, pela simpatia. Atualmente, o estabelecimento tem 90 mesas (“não é mesa de plástico, é de madeiramesmo!”,reforça),espaçointerno com TVs e espaço externo
arborizado, além de loja de açaí e pizzaria associadas.
Com um público fiel, muitos da clientela já se tornaram amigos da casa. E, como amigos, são gratos a Caetano e ao Buteco pela revitalização do entorno. Quem conhece o local reconhece que o estabelecimento contribuiu com a segurança do espaço, levando movimentação e iluminação para o entorno. Além disso, o Buteco se transformou em uma solicitada opção de lazer para os moradores. Seja às terças de happy hour, às quartas com jogos de futebol,
TERRA
Buteco do Caetano
Endereço: Rua um, número 209 - Conjunto residencial Antônio correia
Perimetral Barroso
Funcionamento: Aberto todos os dias, das 11h às 00h Instagram: @butecodocaetano
Telefone: 85 9995-56351
às quintas de caranguejo ou aos domingos com música, a demanda é constante durante toda a semana.
Em meio a risadas, Caetano relembra de uma foto antiga achadaporumafuncionáriaque mostravaaevoluçãodoButeco. “A gente é raiz”, brinca. Seu desejo é continuar crescendo e gerando empregos. O que começou com dois funcionários, hoje tem 20 e ainda pode beneficiar vários trabalhadores do próprio Barroso. “É muito cansativo começar no empreendimento só com a cara e com a coragem, então é gratificante quando a gente escuta algo desse tipo. As pessoas já sabem que podem contar comigo, entendeu? Eu me sinto sem palavras”, revela.
NOSSOS BAIRROS, NOSSA FORTALEZA
FORTALEZA - CE, 19 DE AGOSTO DE 2022
JANGURUSSU
Jangu: população abraçou a página
O Guia Jangu é uma página no Instagram que quer mostrar tudo que o que o bairro tem de bom
UM CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA
CABEÇA
Brendon Lima e Mario Ítalo Abreu comandam o Guia
TEXTO: LETÍCIA DO VALE
Uma conta no Instagram que divulga o comércio, a prestação de serviço e a cultura local. Um guia para facilitar a vida dos moradores do bairro. Um canal de entretenimento para os usuários da rede social. A página Guia do Bairro Jangurussu, ou só Guia Jangu, é tudo isso, mas também é produto de um sentimento de identificação e luta pela prosperidade da região. É fruto da história de um jovem que sempre acreditou ser possível mostrar, para o resto da cidade, as belezas que o lugar onde ele cresceu tem.
“O Guia Jangu surge a partir do momento que eu me identifico como indivíduo dentro do Jangurussu”. É assim que Mario Ítalo Abreu, de 24 anos, inicia a narrativa dessa trajetória. Nascido no bairro, na favela da Estrela, desde muito cedo questionava a imagem do Jangurussu que era retratada na internet e na televisão. “Eu já sentia que tinha um peso muito grande de violência, como se o Jangurussu fosse um local somente pra acontecer tragédia. E uma das coisas que eu sempre dizia era
“O Guia Jangu surge a partir do momento que eu me identifico como indivíduo dentro do Jangurussu”
assalto, mas a gente também fala sobre eventos, cursos, artistas, para justamente entendermos que podemos valorizar nosso território. A mídia que nós tínhamos naquele momento não supria o que a gente precisava. Ela só trazia o que queria mostrar para um público específico, que não era a gente”, destaca o jovem. Ele reitera que é necessário relatar a violência para alertar a população, mas jamais utilizar esses casos para estigmatizar o bairro.
HOMEM
que um dia eu queria fazer alguma coisa que ajudasse a mudar isso”, desabafa. O desejo foi realizado.
Apaixonado por tecnologia e audiovisual, foi em um dos cursos da Rede Cuca que veio a faísca para a criação do Guia Jangu. Em 2018, a ideia se concretizou. Um dos primeiros conteúdos da página a viralizar foi um vídeo mostrando, em um site de busca na internet, os resultados para a palavra “Jangurussu”: todos negativos. Em seguida, Ítalo contrastava essa imagem mostrando iniciativas positivas que podiam ser encontradas no bairro. Foi o suficiente para o público abraçar a iniciativa.
“A gente vive essa realidade difícil, mas não faz sentido falar só disso. A gente fala de
Não só divulgando, mas também promovendo algumas atividades culturais pela região, com apresentações de artistas locais em praças, a página foi, de fato, fazendo jus ao nome Guia. Os moradores passaram a consultar lá, por meio de mensagens, qual seria o próximo evento cultural, ou até onde seria possível encontrar determinado serviço pelo bairro. A comunidade foi se percebendo enquanto comunidade.
ECONOMIA
Atualmente, o foco da página é dar visibilidade ao comércio local, potencializando vendas, criação de negócios e informação da população. Para as empresas que desejam anunciar na conta, são oferecidos pacotes a preços acessíveis. O plano para o futuro é lançar um aplicativo comunitário, centralizando informações sobre agenda cultural e serviços públicos e privados do bairro em apenas uma plataforma. Hoje, o Guia tem 40,6 mil seguidores.
Para Ítalo, uma das maiores conquistas do Guia é receber relatos de moradores falando como a página afastou a visão amedrontada que eles tinham sobre alguns pontos do bairro. Mas, em meio a vitórias, os percalços continuam. “Pelo fato da gente não se sentir como se pertencesseacidade,acidadetambém não quer nos acolher. Até hoje tenho amigos que saem do bairro porque acreditam não terem oportunidade de crescer aqui. Por isso almejo um bairro sustentável, onde a Prefeitura e o Governo invistam os mesmos benefícios que são colocados lá na Beira Mar”, decreta. Acesse Guia do Bairro Jangurussu @guiajangu Criado em 2018 40,6 mil seguidores
NOSSOS BAIRROS, NOSSA FORTALEZA
FORTALEZA - CE, 19 DE AGOSTO DE 2022
CONJUNTO PALMEIRAS
Bete Augusta é coordenadora administrativa e financeira do Bate Palmas
PERTENCIMENTO PELA
Como a música do Coletivo Bate Palmas leva os moradores a ocuparem as ruas e multiplicarem a cultura pelo bairro
Em 2020, o coletivo recebeu o certificado de Ponto de Cultura, emitido pela Secult. Na foto, o grupo Batuque de Mulher que faz parte do Bate Palmas
TEXTO: LETÍCIA DO VALE
Luta e união. Os dois conceitos foram os principais para solidificar o que hoje é conhecido como Conjunto Palmeiras. O bairro, que começou com os moradores sendo jogados à própria sorte em um terreno com apenas lama e mato, tornou-se o que é a partir do trabalho dessas mesmas pessoas. Um exemplo de como as ações coletivas podem mover a sociedade, o Conjunto Palmeiras tem muito a oferecer.
Quem chega ao imóvel de número 673 da avenida Valparaíso, a via mais central da região, já consegue imaginar os encantos que aquelas paredes brancas guardam. Seja pelas placas expostas bem em frente, com dizeres como “Antes arte do que nunca” e “Cultura viva comunitária”, seja pela pintura de um teclado no chão, formando um caminho que leva o visitante até a porta da casa. É assim que a sede do Coletivo Bate Palmas convida quem quer que esteja de fora a entrar em um mundo de pura arte.
O grupo teve início em 2007, quando Aluízio Moisés de Medeiros, ou só Parahyba de Medeiros, já conhecido como um grande cantor e compositor na região, juntou-se a outros artistas do bairro em um evento cultural promovido pelo Banco Palmas. O que começou como um fórum cultural, logo tomou forma com a adesão de mais moradores do bairro. Encantados pelas possibilidades da arte, eles enxergaram ali uma maneira de quebrar a visão violenta e estigmatizada que o Conjunto Palmeiras carregava.
A primeira ação foi um cortejo de Carnaval, momento em que foi criado o Bloco Bate Palmas. A intenção era ocupar as ruas do bairro com muita música e alegria, mostrando aos moradores que sim, era possível viver, sem medo, aquele
lugar. E funcionou. Em seguida, veio a vontade de passar adiante para a comunidade todo aquele conhecimento musical. O grupo, então, desenvolveu formações que ensinavam aos jovens não só a tocar instrumentos, mas também a fazê-los, a partir de materiais alternativos, como latinhas.
Desdeentão,otrabalhodoBate Palmas só cresceu, ramificando-se em diferentes iniciativas. A primeira delas foi a banda Parahyba e Cia. Bate Palmas, que se apresenta até os dias de hoje em diferentes eventos culturais. Em seguida, veio o Projeto Palmerê, que trabalha a iniciação musical com crianças do Conjunto Palmeiras, o Batuque de Mulheres, o Sarau Bate Palmas e a Biblioteca Comunitária Bate Palmas, que funciona dentro da casa. Em 2020, o coletivo recebeu o certificado de Ponto de Cultura, emitido pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (Secult).
“A companhia já nasceu com essa vocação para fazer um trabalho dentro do bairro”. Quem garante é a coordenadora administrativa e financeira do Bate Palmas e produtora da banda Parahyba e Cia. Bate Palmas, Bete Augusta. Presente no coletivo desde a fundação, ela relembra o medo que as pessoas sentiam de ocupar as ruas no começo dos trabalhos do grupo, e como a arte é capaz de quebrar esse cenário.
Não raramente, Bete escuta divagações de jovens do coletivo como “Onde eu estaria se não estivesse aqui?”. Reflexões que comprovam que é questão de autoestima e encorajamento para os moradores conseguir mostrar que o bairro pode e deve ser mais do que algumas estatísticas. Com um histórico de mobilizações sociais desde sua fundação, o Conjunto Palmeiras também transborda união e beleza. “Saber que você pode produzir e curtir arte muda a cabeça das pessoas”, finaliza.
INICIATIVAS DA CIA. BATE PALMAS
SARAU BATE PALMAS
Encontros que reúnem poetas, músicos, escritores, fotógrafos, artistas em geral e todas as pessoas interessadas.
PROJETO PALMERÊ
Objetivo de iniciar no mundo da música crianças em situação de vulnerabilidade social, residentes no Conjunto Palmeiras. Conta com atividades musicais e arteeducativas.
BATUQUE DE MULHER
Surgiu para incluir mulheres de diferentes periferias de Fortaleza num grupo de música percussiva.
PARAHYBA E CIA. BATE PALMAS
Une o talento de jovens músicos do Conjunto Palmeiras à experiência do cantor e compositor Parahyba de Medeiros. Apresenta repertório autoral.
BIBLIOTECA COMUNITÁRIA BATE PALMAS
Proporcionar leitura, arte, cultura, convivência, troca de saberes, partilha de experiências e de construção de memória.
Coletivo Cia. Bate Palmas
Endereço: Av. Valparaíso, 673, Conjunto Palmeiras telefone: (85) 99813.5926
FORTALEZA - CE, 19 DE AGOSTO DE 2022
NOSSOS BAIRROS, NOSSA FORTALEZA LUTA
PARA IMPULSIONAR AS
RE GIO NAIS! RE GIO NAIS!
Encontro e curso online irão promover o empreendedorismo dos
bairros da capital cearense
O projeto Nossos Bairros, Nossa Fortaleza irá promover encontros nas 12 regionais para debater o empreendedorismo. Comandados pelo professor Randal Mesquita, os eventos são gratuitos e abertos à toda população. A conversa irá partir dos cinco pontos principais do empreendedorismo, os tópicos que são definidores do sucesso ou fracasso de um negócio. Em seguida, Randal vai ouvir os desafios dos empreendedores da região e conduzir a conversa com orientações e mapeamento de oportunidades para diferentes segmentos. A ideia é encontrar potencialidades e caminhos para deixar cada regional em suas particularidades mais próspera e produtiva.
FACILITADOR
Randal Glauber Santos Mesquita
Contador, MBA em Controladoria, Mestrado em Administração de Empresas
Consultor especialista em finanças para varejo e serviços
Professor especialista em Educação Financeira Sócio da Result Consultoria em Varejo e Serviços
AGENDE-SE
Os encontros ocorrem sempre às 14 horas. Confira as datas e locais:
REGIONAL 1 | Data: 11/08/22 |
Local: CUCA BARRA - Av. Pres. Castelo Branco, 6417 - Barra do Ceará
REGIONAL 2 | Data: 31/08/22 |
Local: Abav Ceará - Rua República do Líbano, 980 - Aldeota
| Local: Teatro Morro do Ouro (Anexo do TJA) Rua Liberato Barroso, 525 - Centro. *Este encontro será realizado às 15 horas.
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