

REGIONAL 7: POÉTICA DA RESISTÊNCIA
A música, a natureza e a arte desenham os contornos da região que é riscada de verde pelo Parque do Cocó
Mateus Fazeno Rock, que nasceu e viveu na Sapiranga, faz música sobre favela. “Sobre meu pertencimento, minha vivência”
DIVULGAÇÃO
NOSSOS BAIRROS, NOSSA FORTALEZA
FORTALEZA - CE, 15 DE AGOSTO DE 2022

EXPEDIENTE
FUNDAÇÃO DEMÓCRITO ROCHA (FDR)
Presidente: LUCIANA DUMMAR | Diretor Administrativo-Financeiro: ANDRÉ
AVELINO DE AZEVEDO | Gerente Geral: MARCOS TARDIN | Gerente
Editorial e de Projetos: RAYMUNDO NETTO | Gerente Pedagógica: VIVIANE
PEREIRA | Gerente de Audiovisual (Canal FDR): CHICO MARINHO | Gerente de Marketing & Design: ANDREA ARAUJO | Coordenadora de Projetos
Sociais: LIA LEITE | Analista de Projeto: NARCEZ BESSA
NOSSOS BAIRROS, NOSSA FORTALEZA: MAPEAMENTO ESTATÍSTICO E AFETIVO DA CIDADE
Concepção e Coordenadora Geral: VALÉRIA XAVIER | Coordenador
Editorial: GIL DICELLI | Editora-executiva: PAULA LIMA | Editora-adjunta: ANA BEATRIZ CALDAS | Designer: NATASHA ELLEN e RENATA VIANA | Textos: ANA BEATRIZ CALDAS, CAROL KOSSLING, CRISTINA BRITO, LETÍCIA DO VALE e PAULA LIMA | Analista de Projetos: BETH LOPES | Estratégia e Relacionamento: ADRYANA JOCA e DAYVISON ALVARES | Pesquisadores (OPOVO.DOC ): ROBERTO ARAÚJO e MIGUEL PONTES


Encantos da Regional 7
O modo como olhamos para a cidade constitui uma experiência subjetiva, que nos conduz à construção de memórias, imaginários e afetos muito particulares. Para dar conta de uma cartografia afetiva sobre Nossos Bairros e nossa Fortaleza nos inspiramos no clássico Os Sertões, de Euclides da Cunha, para fazer o desenho de cada uma das regionais da Capital. Falaremos sobre a terra, o homem e a luta.
A cidade moderna se desdobra em usos criativos do espaço, é sobre a Terra. A arquitetura, as características geográficas, quem nos levará por esses percursos é quem ocupa e mora ali. Nas páginas sobre o homem damos voz às lideranças, aos moradores mais antigos, aos apaixonados pelo próprio bairro. Ao falar de luta, vamos mostrar como os bairros se sustentam economicamente. Quais os comércios locais, quais os bons negócios, o que fazem os moradores para gerar emprego e renda na região.
Uma cidade existe na arte de inventar o cotidiano, trançando nós de memórias e de solidariedade, desenhando mapas afetivos e redes de conexão nas expressões de identidades pessoais.
É na Regional 7 que vemos o Parque do Cocó riscar de verde o mapa de Fortaleza, ali passeamos pelo rio Cocó conversando com seu Araújo que comanda o barco e o discurso sobre a mata, as águas e os animais. Na Cidade 2000, a arte-educadora Simone Barreto tanto pinta como decifra o bairro em que vive há 28 anos. Na Sapiranga, Mateus Fazeno Rock apresenta a rede de produção cultural formada por artistas ligados pelo rock de favela, estilo musical que busca contrapor as formas hegemônicas de criar rock sob as influências do grunge, punk, funk br, rap, reggae/dub e r&b. Boa leitura!
FÁBIO LIMA
10 SUMÁRIO
04
REDESCOBRINDO A NOSSA FORTALEZA

12
CRESCER E FLORESCER
14 NAVEGAR É PRECISO A ENERGIA DO ROCK DE FAVELA
06 O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A REGIONAL 7 16 PARA IMPULSIONAR AS REGIONAIS
Por Waldenia Márcia da Silva Barbosa, diretora da Câmara Municipal de Fortaleza
Fortaleza é uma cidade diversa, plural e encantadora. Terra de gente acolhedora, trabalhadora e resiliente. Transformadora e revolucionária, nossa Capital se adapta conforme as necessidades. Somos mutáveis, assim como a nossa perseverança, que se renova a cada manhã.
Acompanhar essas mudanças, e potencializá-las, demanda que possamos compreender a nova realidade de cada um dos nossos 119 bairros, cuja distribuição, em 2021, passou de sete para 12 secretarias regionais. Para além da alteração administrativa, as necessidades e vocação econômica também podem ter mudado, sobretudo após a pandemia, que transformou rotinas, comportamentos e a relação das pessoas com os espaços públicos.
REDESCOBRINDO A NOSSA FOR TA LEZA FOR TA LEZA
Vale ainda ressaltar que o último Censo Demográfico no Brasil foi realizado há 12 anos. Precisamos, portanto, compensar a defasagem com outras informações, atualizadas, qualificadas e centralizadas, que orientem políticas públicas e ações de fomento, coletivas e individualizadas, para atender as demandas da população. Essa é uma preocupação de todos os 43 vereadores de Fortaleza.
Diante desse cenário, a Câmara Municipal lança o projeto “Nossos Bairros, Nossa Fortaleza”, em parceria com a Fundação Demócrito Rocha, que fará um mapeamento estatístico e afetivo da Cidade, além de oferecer palestras, cursos de capacitação e ações de incentivo ao empreendedorismo local.
Desta forma, nós, fortalezenses, também redescobriremos a Cidade. Conheceremos Fortaleza uma vez mais e, certamente, nos apaixonaremos novamente. Essa e tantas outras vezes forem necessárias. E o prazer será sempre nosso, Fortaleza.




Regional 8 17 de agosto
Regional 9 19 de agosto
Regional 10 22 de agosto

Regional 11 24 de agosto
Regional 12 26 de agosto





População consolidada por bairro, Fortaleza, 2021-2022*
Praia do Futuro I – 7.310
Praia do Futuro II – 13.182
Cocó – 22.590
Cidade 2000 – 9.120
Manuel Dias Branco – 1.593
Salinas – 4.737
Guararapes – 5.805
Luciano Cavalcante – 17.134
Edson Queiroz – 24.485
Sapiranga – 35.452
Sabiaguaba – 2.334
Fonte: PMF/SMS/COVIS/CEVEPI
*Projeção populacional com base no Censo/2010, IBGE
GUARARAPES
ENGENHEIRO LUCIANO CAVALCANTE
O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A



6 postos de saúde
1 UPA
UPA Edson Queiroz
16 Escolas Municipais
1 Universidade particular
2 Centro de Atendimento Educacional Especializado -Centro de Integração Psico-social do Ceará - Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Fortaleza (Apae)
4 creches parceiras do município
11 Centros de educação infantil
4 Parques
- Parque Urbano da Lagoa da Sapiranga - Bosque Municipal Presidente Geisel (Guararapes)
- Parque Linear Riacho Pajeú
- Parque Urbano Sítio Tunga
9 Ecopontos








SAPIRANGA
A ENERGIA DO ROCK DE
FA VE LA FA VE LA
Ator, performer, músico, compositor e letrista, Mateus
Fazeno Rock leva o cotidiano da favela para o País inteiro através da música


TEXTO: CRISTINA BRITO
A vida é um eterno caminhar. Uma hora estamos andando, olhando para todos os lados, prestando atenção nas flores. Outra hora estamos tão atarefados que mal conseguimos ver quemnosrodeia.Ofatoéqueseguimos caminhando, buscando nosso lugar. O cacto também dá flor, a favela também dá música.
Cria da Sapiranga, nasceu e cresceu no lugar que, carinhosamente, chama de “Sapi”. Mateus Henrique Ferreira do Nascimento, 29 anos, - o Mateus Fazeno Rock -, viveu toda sua vida no bairro até os 26 anos de idade,quandoseucaminhomudou de rota, deixando-o “meio sem cep”, como ele mesmo diz. A Sapi é o bairro onde mora toda sua família, onde estudou, onde ficam as ruas por onde andou e onde moram muitas pessoas das quais admira.

Autodidata, a música entra na vida de Mateus de forma espontânea e por meio de um projeto social que havia no bairro, chamado Revarte (Resgate dos valores através da Arte). Alí, Mateus aprendeu a tocar violão e a vontade de fazer música cresceu.
O rock de favela busca sair da caixinha do óbvio na forma de fazer o rock. Escrito com a licença poética de como falamos aqui no Ceará, o Fazeno Rock é uma rede de produção cultural formada por artistas ligados pelo rock de favela, estilo musical que busca contrapor as formas hegemônicasdecriarrocksobasinfluências do grunge, punk, funk br, rap, reggae/dub e r&b. Atualmente,

Mateus é ator, performer, músico, compositor e letrista.
“Falo sobre favela, sobre meu pertencimento, minha vivência, e através da música conto as minhas histórias de vida, as coisas que eu vivo e que acredito serem importantes para a favela”, explica Mateus.
Com mais de oito mil seguidores no Instagram (@mateusfazenorock) e com perfil verificado, seu primeiro álbum Rolê nas Ruínas foi lançado em 2020. Seu nome, sua banda, seu jeito de produzir o rock de favela andam por diversos caminhos. Em julho de 2022, teve sua arte registrada na revista de moda Harper’sBazaarBrasil.
Um artista também é feito de inspirações e sobre elas, Mateus revela: “as minhas inspirações na música são pessoas com quem eu convivo, com que eu troco. Eu diria que são a Mumutante, que é uma pessoa próxima, que canta comigo, mas também as pessoas da Sapiranga que fazem música, que estão conquistando seu espaço também, cada um na sua caminhada e de diversas formas,
TERRA
[...] Aquele pretinho, que andava sozinho Não vai ter a paz para seguir seu caminho Quem se cria na selva aprende a caçar É muito fácil falar não estando no seu lugar…
As minhas inspirações na música são pessoas com quem eu convivo, com que eu troco
Conheça o trabalho de Mateus no Instagram: @mateusfazenorock
como o Guto, que tem feito músicas muito lindas e fala sobre sua visão de mundo a partir do que ele entende e sente nessa experiência de ser preto e favelado”.
Olhando para o passado, vivendo o presente e pensando no futuro, Mateus revela um desejo para além da música ou da visibilidade: “que as favelas desta
cidade (Fortaleza) sejam lugares mais cuidados, mais atendidos, respeitados,inclusiveolivrefluire se movimentar da juventude, das pessoas entre os bairros pra gente poder visitar nossos amigos e parentes, sem precisar ter medo dosconflitosterritoriais,pragente poder usufruir de uma liberdade que fica cerceada por vários motivos externos a nós”.
Trecho da música AsvozesdaCabeça, do Álbum RolênasRuínas




FLO RES CER FLO RES CER
A
Cidade 2000 ganha vida com seus moradores e cores com o olhar poético da artista visual e arte educadora Simone Barreto
TEXTO: CRISTINA BRITO
Camélias, violetas, rosas, tulipas e lírios. Poderíamos estar falando de um jardim florido, repleto de flores e plantas. Mas estamos citando alguns dos nomes das alamedas que compõem a Cidade 2000. Mesmo com tantas referências à flores, o bairro foi construído em 1970 para ser um conjunto habitacional no Sítio Cocó, que serviria como uma “cidade dormitório” para os trabalhadores do entorno. Eram várias casinhas iguais que seguiam uma ordenação. Não havia muitas árvores, nem plantas, nem flores.
Mapa da Cidade 2000 aquarelado por Simone Barreto na revista Mapa
Simone Barreto é artista visual e arte educadora, moradora da cidade há 28 anos, chegou ao bairro ainda criança com sua mãe Laura, onde cresceu e viveu boa parte da vida. O bairro é muito familiar e ela destaca o crescimento do lugar juntamente com as pessoas: “é interessante que como muita gente que mora aqui mora há muito tempo, tenho a sensação que a gente vai crescendo junto, o bairro inteiro. A gente vai acompanhando o crescimento ao longo do nosso próprio crescimento e vemos muitas coisas acontecendo e se transformando no bairro”.
Ampliar os novos horizontes e enxergar as belezas da cidade é uma das inúmeras formas de afeto. Tudo que existe de vegetação na Cidade 2000 hoje é fruto de resistência e cada árvore possui sua própria história. Reconhecendo a importância do verde em sua terra, Simone catalogou e mapeou todas as plantas que estão nas ruas e nas calçadas do bairro.
Sua arte é desenhar, ilustrar, transformar em algo visível o que só se pode ver com a imaginação. Trabalhando com bordados e artes visuais, além de ser professora, Simone foi convidada a pôr o seu olhar para a cidade no mapa do bairro. Convidada pela RevistaMapa,quepublicamapas afetivos em escala de bairro, para a criação do desenho da Cidade 2000, Simone delicadamente aquarelou de forma carinhosa e afetuosa o lugar onde vive.
“Eu tenho uma relação muito forte com o lugar, com as pessoas, com os espaços, com as casas e com o entorno”, comenta Simone.
Entre o florir das plantas e o colorido das flores está a arte que se expande para diversos lugares. Como artista visual, Simone participou de várias exposições, como a exposição individual “Ouro Branco - a estrada é escura e arriscada”, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (2019) e Ouro Branco na Galeria Sem Título (Fortaleza, 2017). Também participou de exposições coletivas como o 68º Salão de Abril Sequestrado (Fortaleza, 2017).
Hoje, Simone mora no bairro com a mãe, Laura, e com a filha que tem nome de pedra preciosa, Rubi.
Confira o trabalho de Simone Barreto no Instagram: @simonebarretoilustra
Tenho a sensação que a gente vai crescendo junto, o bairro inteiro

FORTALEZA - CE, 15 DE AGOSTO DE 2022
NOSSOS BAIRROS, NOSSA FORTALEZA
Simone Barreto entre a mãe Laura e a filha Rubi
COCÓ

NAVEGAR
NAVEGAR
TEXTO: CRISTINA BRITO É PRECISO O passeio pelo Rio Cocó é além de diversão, um caminho para conscientizar as pessoas sobre a conservação da natureza
Navegar pelas águas nem sempre tranquilas da vida é um eterno balançar entre marés cheias e baixas. Coexistir com o ecossistema da natureza, para alguns, é tarefa árdua. Manter a vida tranquila, o coração quieto e o meio ambiente limpo é responsabilidade de cada um de nós. Seguir em paz com o próximo, consigo mesmo e com a natureza.
Vivendo em busca de manter o equilíbrio entre as ações do homem e a natureza, Francisco de Assis Araújo, o Seu Araújo, 58 anos, é quem comanda o passeio de barco pelo rio, que faz parte do Parque Estadual do Cocó. Natural de Boa Viagem, mas residente de Fortaleza, completa 31 anos vivendo o dia a dia do Cocó.

Seu Araújo comanda o passeio de barco pelo rio Cocó e ensina sobre o manguezal
Seu Araújo, com muita dedicação e delicadeza, nos ensina sobre as árvores, as aves, as espécies que fazem parte daquele extenso manguezal, que recebe águas salgadas do mar. Ele possui uma microempresa interligada ao Parque, chamada Navegação Cocó, pela qual realiza a limpeza das águas do rio, mantendo-o navegável. Por falta da consciência dos animais racionais (o homem), o rio sempre recebe muito lixo e poluição.
No comando do barco - que tem “nome de melhor jogadora do mundo”, Martaseu Araújo busca conscientizar as pessoas sobre a conservação da natureza. Os passeios têm um valor simbólico de R$ 10 e duram cerca de 20 minutos. A cada movimento que o rio faz no barco, um pouco mais sobre o rio é instalado em nosso interior. Citando quatro mandamentos do turismo ecológico, seu Araújo ensina: “mate só o tempo, deixe só pegadas, tire só fotos, leve só lembranças”.
Durante o passeio, seu Araújo diz que na floresta que margeia as águas do rio tem várias espécies de animais, entre elas, raposas, guaxinins e cobras. Mas informa que não precisamos nos preocupar pois o animal mais perigoso desse ecossistema estava dentro do barco.
A permissão para que o comandante Araújo possa navegar nas águas do rio Cocó é concedida por um Termo de Compromisso celebrado com a Sema, em troca de manter o rio limpo.

SOBRE O PARQUE ESTADUAL DO COCÓ

Maior parque natural instalado em área urbana do Norte/ Nordeste, segundo a Sema, e o quarto da América Latina. O Parque possui a maior parcela de verde de Fortaleza, com extenso manguezal e dunas milenares no entorno e mais de 2 km de trilhas interligadas. Criado em 1991, o Parque tornou-se Unidade de Conservação (UC) de Proteção Integral em 2017.
PASSEIOS
Com duração de cerca de 20 minutos, o passeio de barco pelo Rio Cocó sai da Avenida Sebastião de Abreu, próximo a ponte sobre o rio Cocó, e percorre o trecho que vai até a Avenida Engenheiro Santana Júnior. Funciona aos sábados, domingos e feriados, das 8 horas às 13 horas, e custa R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).
Além dos passeios nos fins de semana e feriados, há opção de seguir pelo Rio Cocó até a Sabiaguaba. Neste caso, o passeio tem duração de 2 horas com parada de 20 minutos para banho e é necessário realizar o agendamento pois depende das condições da maré. A ideia principal dessa jornada é a educação ambiental, seguida do turismo ecológico.
VALORES
Passeio de 2 horas até a Sabiaguaba
Valor: R$ 380 (até 12 passageiros)
Passeio de 1h10min até a Sabiaguaba
Valor: R$ 180 (até 5 passageiros) Sob agendamento.
SERVIÇO
Passeio de Barco pelo Rio Cocó Os agendamentos são feitos diretamente com o sr. Araújo pelo WhatsApp (85) 99205 3948 ou pelo Instagram @navegacao_coco.
FOTOS FERNANDA BARROS

AGENDE-SE
PARA IMPULSIONAR AS
RE GIO NAIS! RE GIO NAIS!
Encontro e curso online irão promover o empreendedorismo dos bairros da capital cearense
O projeto Nossos Bairros, Nossa Fortaleza irá promover encontros nas 12 regionais para debater o empreendedorismo. Comandados pelo professor Randal Mesquita, os eventos são gratuitos e abertos à toda população. A conversa irá partir dos cinco pontos principais do empreendedorismo, os tópicos que são definidores do sucesso ou fracasso de um negócio. Em seguida, Randal vai ouvir os desafios dos empreendedores da região e conduzir a conversa com orientações e mapeamento de oportunidades para diferentes segmentos. A ideia é encontrar potencialidades e caminhos para deixar cada regional em suas particularidades mais próspera e produtiva.
FACILITADOR
Randal Glauber Santos Mesquita
Contador, MBA em Controladoria, Mestrado em Administração de Empresas
Consultor especialista em finanças para varejo e serviços
Professor especialista em Educação Financeira Sócio da Result Consultoria em Varejo e Serviços
Os encontros ocorrem sempre às 14 horas. Confira as datas e locais:
REGIONAL 1 | Data: 11/08/22 |
Local: CUCA BARRA - Av. Pres. Castelo Branco, 6417 - Barra do Ceará
REGIONAL 2 | Data: 31/08/22 | Local: Abav Ceará - Rua República do Líbano, 980 - Aldeota
REGIONAL 3 | Data: 16/08/22
| Local: Secretaria Executiva Regional 3 - Av. Jovita Feitosa, 1264 – Parquelândia
REGIONAL 4 | Data: 17/08/22
| Local: SESI Parangaba Av. João Pessoa, 6754 – Parangaba
REGIONAL 5 | Data: 18/08/22
| Local: Centro Cultural Bom Jardim - Rua 3 Corações, 400 – Grande Bom Jardim
REGIONAL 6 | Data: 19/08/22 | Local: SESEC - Secretaria Municipal de Segurança Cidadã - Rua Padre Pedro de Alencar, 2230 – Messejana
REGIONAL 7 | Data: 22/08/22 | Local: UNI7 - Centro Universitário 7 de Setembro - Av. Almirante
Maximiniano da Fonseca, 1395 - Luciano Cavalcante
REGIONAL 8 | Data: 23/08/22
| Local: CUCA José WalterR. 69 - Pref. José Walter
REGIONAL 9 | Data: 24/08/22 | Local: CUCA Jangurussu - Av. Gov. Leonel Brizola, s/n - Jangurussu
REGIONAL 10 | Data: 25/08/22
| Local: CUCA Mondubim - R. Prof. Glauco Lobo – Mondubim
REGIONAL 11 | Data: 26/08/22
| Local: CUCA Pici - Cel. Matos Dourado, 1499 - Pici
REGIONAL 12 | Data: 30/08/22
| Local: Teatro Morro do Ouro (Anexo do TJA) Rua Liberato Barroso, 525 - Centro. *Este encontro será realizado às 15 horas.
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