Página
Nesta edição, a travessia ganha ritmo de berimbau, som de bola quicando na quadra e o silêncio concentrado do tatame. No Vila União, a capoeira do projeto Raiz da Cultura e Esporte mostra que tradição também é ferramenta de formação. No Vila Peri, o V-Volleyball prova que uma ação solidária pode crescer e se tornar um espaço permanente de disciplina, pertencimento e sonho coletivo. Já no bairro de Fátima, o Dojô Campeão reafirma o poder do judô como caminho de inclusão para crianças, jovens e pessoas com deficiência. Além destas iniciativas, trazemos também o projeto que amplia o acesso ao esporte e consolida Fortaleza como um terreno fértil para políticas públicas voltadas para à juventude por meio do Supercopas Rede Cuca.
As histórias reunidas aqui têm algo em comum: nascem do território, da escuta e da insistência de quem decidiu não esperar soluções prontas. São iniciativas que entendem o esporte e a cultura como linguagens de cuidado, capazes de fortalecer vínculos, abrir horizontes e redesenhar trajetórias. O Juventude é Travessia segue, assim, como ponte e vitrine. Ponte entre oportunidades e quem mais precisa delas. Vitrine de uma juventude que não cabe em estereótipos e que, quando encontra apoio, responde com protagonismo. Boa Leitura!
EXPEDIENTE
EMPRESA JORNALISTICA O POVO
PRESIDENTE INSTITUCIONAL & PUBLISHER: Luciana Dummar
PRESIDENTE-EXECUTIVO: João Dummar Neto
DIRETORES DE JORNALISMO: Ana Naddaf e Erich Guimarães
DIRETOR DE JORNALISMO RÁDIOS: Jocélio Leal
DIRETOR DE ESTRATÉGIA DIGITAL E NOVOS NEGÓCIOS: Felipe Dummar
DIRETOR DE NEGÓCIOS: Alexandre Medina Néri
DIRETORA DE GENTE E GESTÃO: Cecília Eurides
DIRETOR CORPORATIVO: Cliff Villar
DIRETOR DE OPINIÃO: Guálter George DITORIALISTA-CHEFE: Plínio Bortolotti
PROJETO JUVENTUDE É TRAVESSIA
CONCEPÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL: Valéria Xavier | ESTRATÉGIA E RELACIONAMENTO: Adryana Joca e Dayvison Álvares | GERENTE EXECUTIVA DE PROJETOS: Lela Pinheiro ASSISTENTE DE PROJETOS: Renata Paiva | ANALISTA DE OPERAÇÕES: Alexandra Carvalho e Raffaela Meneses | ANALISTA DE PROJETOS: Beth Lopes
Este produto é customizado pelo Estúdio O POVO. COORDENADORA DE CONTEÚDO: Camilla Lima COORDENADOR DE CRIAÇÃO: Jansen Lucas
LÍDER DE PLANEJAMENTO: Luana Saraiva DIAGRAMAÇÃO: Emanuel Gondim ANALISTA DE MARKETING: Daniele de Andrade
REDAÇÃO PUBLICITARIA: Sofia Constance TEXTOS: Amanda Sobreira e Giovana Feitosa
RAÍZES DA CULTURA E ESPORTE
DOJÔ CAMPEÃO
O projeto Dojô Campeão surge com o objetivo de ser uma ferramenta contínua de inclusão social por meio dos esportes.
V-VOLLEYBALL
V-Volleyball passou de um evento pontual e se transformou em um espaço permanente de formação esportiva.
JUDÔ E INCLUSÃO SOCIAL: DOJÔ CAMPEÃO TRANSFORMA A VIDA DE CRIANÇAS, JOVENS E PCDS POR MEIO DO ESPORTE
SUPERCOPAS REDE CUCA
As Supercopas Rede Cuca tem como objetivo ampliar o acesso à prática esportiva. Evento acontece nas unidades da Rede Cuca.
REGIONAL 4:
A Regional 4 de Fortaleza abrange 13 bairros da Capital: Aeroporto, Benfica, Bom Futuro, Damas, Fátima, Itaoca, Jardim América, José Bonifácio, Montese, Parangaba, Parreão, Vila Peri e Vila União. A região concentra uma população estimada em 220.051 mil habitantes.
SOBRE O JUVENTUDE É TRAVESSIA
O projeto Juventude é Travessia: protagonismo que reinventa e move Fortaleza propõe uma ampla ação de comunicação e valorização das juventudes da capital cearense, com foco no protagonismo, na inovação e na participação cidadã. Por meio de conteúdos multiplataforma - jornal, portal, redes sociais, rádio e audiovisual - o projeto dará visibilidade a iniciativas de jovens que transformam seus territórios nas áreas de educação, esporte, cultura, tecnologia, empreendedorismo e cidadania.
A iniciativa é uma realização do Grupo O POVO, e dialoga diretamente com políticas públicas da Prefeitura de Fortaleza voltadas à juventude, como os Centros Urbanos de Cultura, Arte, Ciência e Esporte (Cucas), o projeto Jovens Monitores e o programa Academia Enem.
José Bonifácio
Vila União
Vila Peri
Aeroporto
Fátima
Parreão
Montese
Itaoca
Parangaba
Jardim América
Bom Futuro Damas
Traduzido do japonês como “caminho suave”, o judô é uma arte marcial que propõe equilíbrio entre corpo e mente, utilizando técnica e disciplina para superar a força agressiva. Na infância, os benefícios são vistos desde o primeiro contato da criança com o esporte e constantemente ouvimos relatos na mudança do comportamento de crianças e adolescentes, que refletem até no rendimento escolar.
A arte também auxilia no desenvolvimento psicomotor, e do ponto de vista social, o judô ajuda milhares de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social no Brasil. Essa inclusão social por meio do esporte, acontece desde 2015, no bairro de Fátima, em Fortaleza. O projeto Dojô campeão surge com o objetivo de ser uma ferramenta contínua de inclusão social por meio dos esportes.
O projeto é coordenado pelo professor e mestre Cleber Vieira Soares, o Mestre Bebezão. Com uma trajetória marcada pela
atuação em projetos sociais viabilizados por incentivos públicos, Mestre Bebezão acompanhou de perto os impactos da falta de continuidade dessas ações nos bairros onde atuava. “Muitos projetos começavam e terminavam, e quando acabavam, levavam junto todo o trabalho feito com os alunos. Eu sentia que aquilo não podia se perder”, afirma.
A experiência o levou a desenvolver seu próprio projeto, mantendo aulas gratuitas para crianças, jovens e adultos, que não têm condições de frequentar uma academia. Além das aulas regulares, o projeto desenvolve atividades que contribuem para o desenvolvimento psicomotor, a disciplina e o fortalecimento de vínculos sociais, com atenção especial a alunos expostos a situações de risco.
O projeto já beneficiou mais de mil jovens, inclusive no interior do estado, com a realização de aulões, palestras e atividades abertas à comunidade.
O Dojô Campeão já beneficiou mais de mil jovens com a realização de aulões, palestras e atividades abertas à comunidade
O projeto é coordenado pelo professor e mestre Cleber Vieira, o Mestre Bebezão (o segundo, da esquerda pra direita)
QUEM É O MESTRE
Cleber Vieira Soares, o Mestre Bebezão, é professor de Judô 4º Dan, professor de Jiu-jitsu e mestre de Capoeira. Com experiência em projetos sociais apoiados por incentivos públicos, ele criou o Dojô Campeão para garantir permanência e inclusão no esporte para crianças, jovens e pessoas com deficiência.
Dentro dessa proposta, o Dojô Campeão idealizou o Campeonato de Judô Inclusivo, homologado pela Federação Cearense de Judô, criado para garantir que pessoas com deficiência tenham acesso à experiência das competições. “A ideia era trazer a comunidade, os PCDs, que treinam judô todos os dias, mas que não têm oportunidade de participar de competições, para que pudessem ganhar suas medalhas e vivenciar como funciona uma competição de verdade. No começo, todos ganhavam, como um festival, onde cada participante saía como campeão. Com o tempo, o evento evoluiu, outras instituições e federações passaram a participar, e nesta última edição até veio gente de São Paulo, interessada em criar uma seletiva nacional aqui em Fortaleza”, destaca Bebezão.
ATIVIDADES OFERECIDAS
O projeto oferece aulas de judô, jiu-jitsu e capoeira, além de atividades socioeducativas que estimulam disciplina, respeito, desenvolvimento psicomotor e fortalecimento de vínculos. Também organiza o Campeonato de Judô Inclusivo, homologado pela Federação Cearense de Judô.
SOBRE O PROJETO
Criado em 2015 no bairro de Fátima, em Fortaleza, o Dojô Campeão é um projeto comunitário que mantém aulas gratuitas e contínuas, beneficiando mais de mil crianças e jovens, incluindo pessoas com deficiência, e promovendo inclusão social e desenvolvimento pessoal por meio do esporte.
RAIZ DA CULTURA E ESPORTE:
PROJETO UTILIZA A CAPOEIRA
PARA PROMOVER FORMAÇÃO E PERTENCIMENTO
No bairro Vila União, a capoeira surge como herança viva e ferramenta de transformação a partir da trajetória de Jefferson Santos Costa, o Contra Mestre Boca. Educador social e praticante da capoeira desde os cinco anos, hoje com 40, ele construiu sua atuação em associações comunitárias e foi a partir dessa vivência no próprio território que identificou a carência sociocultural enfrentada por crianças e jovens do bairro.
Pensando em ocupar o tempo livre da juventude do bairro, Jefferson, ao lado da sua companheira Vladia Rebouças, criou o projeto Raiz da Cultura e Esporte. Desde 2015, a iniciativa estimula a prática da capoeira e de outras expressões culturais ligadas à tradição afro-brasileira, como samba de roda, maculelê, puxada de rede e percussão, utilizando a arte como ferramenta de formação e pertencimento. “A gente começou a perceber que, à medida que a capoeira entrava na vida desses meninos e meninas, eles iam melhorando na escola, em casa e na forma de se
relacionar com o mundo. Hoje, muitos que passaram pelo projeto são educadores, técnicos, pais e mães de família. Esse é o legado que a capoeira constrói no território”, afirma o Contra Mestre Boca.
Entre as histórias que atravessam o Raiz da Cultura e Esporte está a de Hellem Regeni de Oliveira, que chegou ao projeto a partir do interesse da filha Gabriele pela capoeira, após uma apresentação na escola, em 2024. O envolvimento se ampliou e passou a incluir toda a família, com a participação dos irmãos, entre eles, o pequeno Gabriel, que tem paralisia cerebral. A prática mudou a realidade de toda a família. “Eu estava acima do peso depois da gravidez e tenho arritmia, então isso estava me fazendo mal. Treinar me ajudou a cuidar da saúde e, ao mesmo tempo, estar com meus filhos. Hoje a gente se diverte junto, cria memórias e se fortalece como família”, relata Hellem que trabalha no ramo da beleza e ainda ajuda as meninas no cabelo e na maquiagem para as apresentações do projeto.
Ao acompanhar de perto trajetórias como a de Hellem e de tantos outros alunos ao longo dos anos, Contra Mestre Boca também reconhece o impacto do projeto em sua própria vida. “Quando você vê alunos que tinham dificuldades na escola ou em casa se tornarem educadores, técnicos, pais e mães de família, entende que a capoeira vai muito além da roda. Ela transformou a vida deles e transformou a minha também. É isso que me motiva a continuar, depois de tantos anos, acreditando no esporte como ferramenta de cuidado e transfor-
As atividades do projeto Raiz da Cultura e Esporte acontecem no bairro Vila União, na quadra da Escola Municipal General Manoel Cordeiro Neto, ao lado da praça matriz do bairro. As ações são abertas à comunidade e reúnem crianças, jovens, adultos e pessoas da melhor idade em aulas regulares, apresentações culturais e atividades de convivência.
As atividades incluem aulas de capoeira infantil, grupos mistos para adolescentes e adultos, treinamentos voltados para competições, além de ações abertas à comunidade, como samba de roda, musicalidade, maculelê, puxada de rede e danças afro-brasileiras.
RAIZ DA CULTURA E ESPORTE
Criado em 2015, no bairro Vila União, o projeto Raiz da Cultura e Esporte utiliza a capoeira e suas expressões culturais como ferramenta de formação, convivência comunitária e pertencimento. A iniciativa surgiu com o objetivo de ocupar o tempo livre de crianças e jovens, estimular o acesso à cultura popular e fortalecer vínculos familiares e territoriais, mantendo suas atividades abertas a toda a comunidade.
QUEM É O CONTRA MESTRE BOCA
Jefferson Santos Costa, conhecido na capoeira como Contra Mestre Boca, tem 40 anos e é educador social. Praticante da capoeira desde os cinco anos, formou-se educador de capoeira em 2014 e atua em associações comunitárias e na unidade ABC Bom Jardim. A partir da vivência no bairro Vila União, idealizou o projeto Raiz da Cultura e Esporte como forma de enfrentar a carência sociocultural do território por meio da arte e do esporte.
Hellem com os filhos Gabriel, Gabriele e Hevlyn
ATIVIDADES OFERECIDAS
O projeto oferece aulas de capoeira infantil, turmas mistas para adolescentes e adultos, treinamentos voltados para competições, além de atividades culturais como samba de roda, percussão, maculelê, puxada de rede, dança afro e afoxés. As ações atendem participantes de 5 a 70 anos e acontecem no bairro Vila União, na quadra da Escola Manuel Cordeiro Neto, ao lado da praça matriz do bairro.
DA AÇÃO AO PROJETO:
COMO UM TORNEIO
SOLIDÁRIO DEU ORIGEM
AO V-VOLLEYBALL
Os treinos e atividades acontecem em equipamentos públicos como a Rede Cuca
Antes de se estruturar como projeto esportivo, em 2022, o V-Volleyball começou como uma ação solidária organizada por amigos do bairro Vila Peri, voltada à arrecadação de brinquedos para uma instituição de Fortaleza que acolhe crianças em tratamento contra o câncer e famílias vindas do interior do estado. A mobilização superou todas as expectativas de Vytor Beserra e Jeová Robert e acabou despertando um incômodo que mudaria o rumo da iniciativa.
“A gente queria arrecadar 40 brinquedos e, de repente, tinham 433. Depois daquele pontapé inicial, vimos que não fazia sentido parar ali, que dava pra fazer algo com mais impacto na vida desses jovens”, lembra Vytor Beserra, presidente do projeto.
A partir dessa inquietação, o que era um evento pontual se transformou em um espaço permanente de formação esportiva. Com o tempo, o projeto migrou seu foco principal para o vôlei de quadra, mantendo também um time de praia em atuação reduzida. Hoje, o V-Volleyball reúne cerca de 70 atletas e trabalha com as categorias sub-17, sub-19 e sub-21 masculinas, além do sub-21 feminino. O crescimento trouxe novos desafios e fez com que o grupo passasse a realizar seletivas diante da alta procura. Em uma das últimas chamadas, mais de 200 inscrições foram registradas, com jovens de Fortaleza, da Região Metropolitana e de outros municípios do interior do estado. “A gente sempre fala para os meninos que nem
IDEALIZADORES DO V-VOLLEYBALL
Vytor Beserra
Jeová Robert
todo mundo vai chegar ao profissional, mas que eles podem ser profissionais da área do esporte, com compromisso, disciplina e responsabilidade. O vôlei ensina isso tudo”, afirma Vytor.
O trabalho se fortalece a partir da ocupação de equipamentos públicos, especialmente da Rede Cuca, onde acontecem os treinos e atividades complementares. “É um equipamento que permite não só o treino, mas também o acompanhamento desses jovens. A gente utiliza o espaço para atividades físicas e para oficinas que ajudam na saúde mental. Estamos criando possibilidades hoje que não existiram pra gente quando era criança. Isso mexe muito com a gente, porque sabemos o quanto o esporte fez diferença na nossa formação”, reflete Vytor.
ONDE ATUA
O V-Volleyball atua principalmente nos bairros Vila Peri e Parangaba, em Fortaleza, com treinos e atividades realizados em equipamentos públicos da Rede Cuca, fortalecendo a ocupação desses espaços pela juventude e ampliando o acesso ao esporte.
QUEM ATENDE
O V-Volleyball atende cerca de 70 jovens atletas, distribuídos nas categorias sub-17, sub-19 e sub-21 masculinas, além do sub-21 feminino, reunindo adolescentes e jovens de Fortaleza e da Região Metropolitana.
COMO SURGIU O PROJETO
em 2022, o V-Volleyball nasceu a partir de um torneio beneficente organizado por amigos do bairro Vila Peri, com o objetivo de arrecadar brinquedos para uma instituição que acolhe crianças em tratamento contra o câncer em Fortaleza. A mobilização superou as expectativas dos organizadores e motivou a transformação da ação pontual em um projeto esportivo permanente, voltado à formação de jovens por meio do voleibol.
Criado
SUPERCOPAS REDE CUCA: A DEMOCRATIZAÇÃO DO ESPORTES
O esporte continua sendo um dos caminhos mais potentes de transformação na juventude. Em quadras, campos e tatames, não se formam apenas atletas. Formam-se valores, disciplina e pertencimento. Com o objetivo de ampliar o acesso à prática esportiva, a Secretaria da Juventude de Fortaleza, em parceria com a Rede Cuca, realiza as Supercopas Rede Cuca. A iniciativa se consolidou como uma das maiores competições voltadas para jovens na capital.
A abertura das competições foi marcada pela Supercopa de Voleibol masculino e feminino. Ao todo, 24 equipes masculinas e 18 femininas participaram da disputa. As semifinais e finais da modalidade foram realizadas no Cuca José Walter no início deste mês. A inscrição é gratuita e aberta a todas as idades. Ao todo, as Supercopas da Rede Cuca reúnem 17 modalidades esportivas. Com
programação distribuída entre os meses de janeiro e maio de 2026, a competição acontece nas unidades da Rede Cuca e contempla modalidades masculinas e femininas. A estrutura das competições também chama atenção. Diferente de muitos torneios, as Supercopas oferecem sala de apoio aos atletas, com alimentação, fisioterapeutas e massagistas. A cada jogo, um destaque é escolhido e recebe um brinde.
Para o capitão do time de volei da Rede Cuca, Henrique Alves Holanda, de 29 anos, a experiência da Supercopas é muito boa, uma competição ”muito top”, nas palavras do atleta. “É uma competição de altíssimo nível, que junta as melhores equipes aqui do Ceará, de Fortaleza. É uma competição que abrange tudo: ela ajuda com a alimentação dos atletas, com fisioterapia para os atletas; tem praticamente tudo”, reforça.
O
EVENTO FORTALECE A INTEGRAÇÃO SOCIAL, INCENTIVA HÁBITOS SAUDÁVEIS E CONTRIBUI PARA O DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO, A CIDADANIA E A
INCLUSÃO ATRAVÉS DO ESPORTE
A Supercopas Rede Cuca promove o esporte de forma inclusiva, reunindo atletas de diferentes idades e gêneros. Em 2026, chega à quinta edição, já consolidado no calendário esportivo da cidade. São várias modalidades e cerca de 1.500 participantes ao longo do ano. Depois do voleibol, agora é a vez do futsal. A competição englobará as categorias masculina, feminina e de surdos.
As inscrições para o futsal já estão encerradas, mas o convite fica para a torcida comparecer aos jogos.
Masculino: 27/28 de fevereiro e 1º de março, no Cuca Barra
Feminino e Surdo: Entre os dias 6 e 8 de março, nos Cucas Jangurussu e Pici.
FIQUE DE OLHO: a próxima modalidade será o basquete, e as inscrições estarão disponíveis em breve. Então, já forma o time para garantir seu lugar na quadra!
REDUÇÃO DA VULNERABILIDADE SOCIAL”
Alexandre Alcântara - Supervisor de Esportes da Rede Cuca José Walter
O evento é realizado pelo Instituto Juventude Pela Vida (Ivida Fortaleza), pela Rede Cuca e pela Secretaria Municipal da Juventude, com patrocínio da Companhia de Gás do Ceará (Cegás) e do Itaú, além do apoio da Secretaria do Esporte do Estado do Ceará e da Lei de Incentivo ao Esporte do Ceará.
MODALIDADES ESPORTIVAS DAS SUPERCOPAS REDE CUCA:
CONFIRA OS DEMAIS CADERNOS DO PROJETO
PRA CONHECER MELHOR INICIATIVAS PARA JOVENS
PUBLICAÇÃO ANTERIOR