A visão do que desejamos ter no futuro ajuda a nortear as estratégias às quais devemos nos dedicar no presente para que elas realmente tenham chances de acontecer. Temas não faltam. Como consolidar o etanol como combustível do carro elétrico brasileiro, talvez mundial; como poderemos acelerar as parcerias para não sermos meros exportadores de matéria prima do combustível mundial sustentável da aviação e navegação; como consolidar o biogás e a bioeletricidade; como contornar os desafios para o crescimento do biodiesel apoiando outras culturas parceiras; como ampliar a produção do etanol de milho; como regulamentar o mercado de crédito de carbono; como reduzir os custos dos insumos e a dependência dos fertilizantes e agroquímicos; como dirigir as pesquisas; como aumentar a resiliência e a competitividade de todo o sistema bioenergético... e, certamente, antecipar-se à discussão da produção agrícola versus o clima. O limão pode virar limonada, se houver tempo hábil.