FC Vermoim é de novo campeão distrital no futsal feminino Nos Campeonatos Nacionais de Natação de Juvenis, na Póvoa de Varzim
Atletas de Famalicão campeãs nacionais
O Grupo Desportivo de Natação de Famalicão conquistou o título de campeão nacional na estafeta de 4x100 Estilos femininos e obteve um conjunto de oito medalhas nos Campeonatos Nacionais de Juvenis, realizados entre os dias 23 e 25 de Março, nas Piscinas Olímpicas do Complexo da Póvoa de Varzim. A equipa famalicense que disputou os campeonatos foi
constituída por 9 nadadores: David Sousa, Tiago Costa, Flávio Silva, Ana Costa, Graça Araújo, Catarina Jardim, Bárbara Gonçalves e Carla Alves. A estafeta que conquistou o título de campeã nacional foi constituída por Catarina Jardim, Bárbara Gonçalves, Graça Araújo e Ana Costa, que com o tempo de 4,44.00 obtiveram a medalha de ouro, à frente do
Sporting Clube de Portugal e do Sport Algés e Dafundo. Os restantes títulos foram para as estafetas de 4x100Livres e 4x200L que se sagraram vicecampeãs nacionais; Ana Costa sagrou-se vice-campeã nacional aos 800L; Bárbara Gonçalves sagrou-se vice-campeã nacional aos 200Bruços; Ana Costa medalha de bronze aos 400Livres; Catarina Jardim medalha de bronze aos 200Livres; e Bárbara Gonçalves medalha de bronze aos 100Bruços. Para o Bruno Pereira, do GDNF, “estes nacionais constituem mais um patamar de evolução destes jovens atletas, com uma enorme aprendizagem”. “Ficou demonstrado que temos atletas com qualidade, mas que ainda temos de trabalhar ainda muito mais e de forma mais profunda para concretizar os objetivos. Com este tónico, associado ao seu enorme talento estes poderão dar certamente enormes alegrias”, referiu.
Famalicense vai representar selecção nacional
Luís Silva agarra lugar nos Paralímpicos Londres 2012 O famalicense Luís Silva irá representar a selecção nacional de Boccia nos Jogos Paralímpicos. O evento irá realizar-se entre os dias 29 de Agosto e 9 de Setembro de 2012 na cidade de Londres, em Inglaterra. Esta participação é o culminar de um objectivo desde sempre perseguido por este atleta e é o resultado de muitas conquistas, nacionais e internacionais, que foram alcançadas ao longo dos últimos anos, entre as quais se destaca o título no Euro Boccia 2009, o vice-campeonato do mundo em 2010 e a medalha de bronze na Taça do Mundo de 2011. Inserido na categoria BC3 (atletas que usam calha para o arremesso das bolas de jogo), Luís Silva diz partir para este desafio consciente das dificuldades esperadas, mas “confiante, ambicioso e orgulhoso do carinho e apoio” demonstrado pelos seus patrocinadores, famalicenses, familiares e treinador, considerando que “sem eles nada disto seria possível”. O segundo lugar do ranking mundial da selecção portuguesa, bem como as suas últimas prestações individuais onde se destaca a revalidação do título de campeão nacional – zona norte em Fevereiro e também o facto de nesta presente época ainda se encontrar invicto, levam o atleta e todos os que rodeiam a sonhar com uma participação histórica. De referir que o atleta Luís Silva representa a Associação de Boccia Luís Silva, clube sedeado em Famalicão que fundou em 2010 com o objectivo, entre outros, de proporcionar aos indivíduos portadores de deficiência motora de Famalicão o acesso à prática de actividades desportivas, contando actualmente com 4 atletas e com perspectivas de crescimento.
Segue a meio da tabela da 2ª divisão distrital
AD Gondifelos está a cumprir objectivos
A Associação Desportiva (AD) de Gondifelos segue a meio da tabela classificativa da Série A da 2ª divisão da Associação de Futebol de Braga. É oitavo classificado, com 31 pontos. “O clube não tem capacidade financeira para ter uma equipa mais competitiva e sonhar mais alto. Estamos conscientes das capacidades do Gondifelos”, declarou o presidente da direcção do Gondifelos, Manuel Joaquim Menezes, no programa “Roteiro Associativo”, a semana passada, na Rádio Digital FM. “O plantel é um pouco curto e quem está lá gosta de jogar futebol e gosta de estar no Gondifelos, até porque não temos capacidade para dar incentivos. Não dá para grandes voos devido às condições não serem boas”, acrescentou. De resto, o responsável reconhece que esta é uma série competitiva, embora sublinhe antes o desnível que existe entre as equipas e que pode ser comprovado pela tabela classificativa, onde é notória a “diferença pontual entre as equipas de meio da tabela e os primeiros classificados, até porque estes são clubes que apostam um pouco mais, clubes com estrutura e conseguem ser melhores”. Os objectivos estão, por isso, a ser cumpridos e Manuel Joaquim sublinha a qualidade do plantel, apesar de ser constituído, maioritariamente por jogadores jovens, alguns ainda na primeira época de seniores. E são atletas que se dedicam ao clube sem receber nada em troca, pois no Gondifelos não há ordenados. O orçamento do clube para esta época ronda os 25 mil euros e dessa verba grande parte vai para cobrir as despesas com a manutenção do relvado. A AD Gondifelos foi dos primeiros clubes do concelho a jogar no campeonato distrital a ter um campo relvado, cuja ma-
nutenção “é uma despesa muito grande”. “Mediante as nossas capacidades e com a ajuda das pessoas de Gondifelos, vamos fazendo o melhor possível. Este ano compramos um mini-tractor para cortar relva que veio facilitar muito essa tarefa, porque chegamos a cortar o campo com máquinas domésticas, quase à mão”, recorda o presidente, contando que contam com a ajuda da Câmara Municipal para fazer “um pequeno tratamento” ao relvado, “que está mesmo a precisar”. A substituição da relva natural por sintética está fora de hipótese, dado que o clube não tem capacidade financeira para isso. As instalações precisam também de alguma intervenção, nomeadamente ao nível dos balneários e da lavandaria, bem como de melhoramentos no campo de treinos. A principal fatia do orçamento é suportada pelos sócios, que “além da sua quota anual, durante o ano vão ajudando juntamente com algumas empresas”. Apesar da ajuda, Manuel Joaquim diz sentir algum desinteresse da população em relacção à colectividade, algo que, espera, não se venha a notar muito no final da época, altura em que termina o mandato, que, diz, será o último. “Neste momento, a nível pessoal não tenho muito tempo, a disponibilidade não é muita. Mas estou disponível para ajudar alguém que aceite formar uma direção”, assegura. “Gostava que a AD Gondifelos, na próxima época, encontre uma direção, alguém disponível, porque eu vou deixar e é pena que aquilo caia no vazio e a associação acabar, no fundo, se ninguém pegar naquilo. Em Gondifelos já há tão pouco a nível associativo, não é uma freguesia que as pessoas tenham aquele espírito de associativismo, há pouco”, lamenta.