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Apreendidas 200 doses
GNR detém seis suspeitos de tráfico de droga em Meães p. 7
Inauguradas obras de restauro na igreja de Cabeçudos p. 8
ANO 18 • Nº 920 DE 23 A 29 DE DEZEMBRO 2009 DIRECTOR: JOÃO FERNANDES
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opiniãosport:
Recurso à banca e contenção de despesas para fazer face a passivo de 6 milhões
PLANO DE RECUPERAÇÃO TENTA SALVAR FAGRICOOP
S. Silvestres de Requião e Castelões GD Joane leva a melhor no dérbi com a AD Oliveirense
A Cooperativa de Produtores de Leite de Famalicão (Fagricoop) vai avançar com um plano de recuperação económica para fazer face ao passivo de 6 milhões de euros. O plano, aprovado pelos associados, passa pela contenção de despesas e por um encaixe financeiro a solicitar junto da banca. Poderá haver também despedimentos, mas a direcção garante que tudo fará para
Pai Natal chegou a Famalicão de helicóptero p. X V I
Câmara distribui 2.500 cabazes por famílias carenciadas p. I
Cior leva mensagem de Natal às instituições p . XI V
Maior presépio ao vivo da Europa está em Priscos p . XX I I I
manter o maior número de funcionários possível, estando já a ser estudadas novas áreas de negócio para rentabilizar a instituição e fixar postos de trabalho. Entretanto, continuam os processos judiciais a duas funcionárias que receberam prémios e gratificações no valor de 1,6 milhões de euros, entre 2003 e 2007. p. 4
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espaço aberto
Conhece situações que podem ser retratadas na Objectiva Pública? Envie as suas fotografi fia as, acompanhadas de um pequeno texto com o local e a descrição, para o e-mail: informacao@opiniaopublica.pt ou entregue nas instalações do Opinião Pública, na Rua 8 de Dezembro, nº 214, em Antas.
Agenda
Objectiva Pública
Segunda-feira, 28 19h15 Sessão ordinária da Assembleia de Freguesias de Castelões. Destaque para a discussão e aprovação do Plano e Orçamento para 2010.
Terça-feira, 29
José Clemente
21h00 Sessão ordinária da Assembleia de Freguesia de Gavião. Destaque para a discussão e aprovação do Plano e Orçamento para 2010.
Finalmente, a intensa vegetação que existia nas bermas da variante nascente começou a ser limpa. Registamos com agrado este facto, que tinha sido já alvo de reparos de muitos automobilistas que utilizam aquela via. A variante está de cara lavada, mais bonita para receber o Pai Natal!
Questão Pública Justifica-se falar em “clima de tensão” entre o Presidente da República, Cavaco Silva, e o Primeiro-ministro, José Sócrates, como tem sido veiculado nos órgãos de comunicação social? Ana Maria Oliveira
Custódio Oliveira A existência da luta pelo poder é normal em democracia. O Presidente da República situa-se ideológica e politicamente no espaço da direita. O Primeiro-Ministro é o Secretário-Geral do PS e como tal pertence ao espaço ideológico e político da social-democracia europeia. Têm formas diferentes de ver a sociedade e a política. Cavaco Silva é naturalmente mais conservador. Compreende mal e dificilmente poderá aceitar as mudanças em curso na sociedade global. Tudo fará para remar contra os sinais dos tempos. José Sócrates é mais moderno, mais aberto ao mundo e ao futuro. Percebe bem que as mudanças sociais em curso aqui e no resto do mundo e tudo fará para não ficar para trás. O Presidente da República está a chegar ao fim do mandato. Tem eleições à vista e quer ser reeleito com uma margem confortável para reforçar a sua autoridade e poder. O Primeiro-Ministro lidera um governo minoritário e sabe que o PS não tem condições para apoiar eleitoralmente Cavaco Silva. Os dois deveriam pôr os interesses do país acima de tudo. Só que têm entendimentos diferentes dos interesses do país. A relação entre os dois é tensa e continuará a ser. Mas daí não virá qualquer mal ao mundo. Pelo contrário, pode e deve ser estimuladora da vida democrática. A tensão e o confronto é sempre melhor que a “paz podre”.
FICHA TÉCNICA CONSELHO EDITORIAL: Alexandrino Cosme, António Cândido Oliveira, António Jorge Pinto Couto, Artur Sá da Costa, Cristina Azevedo, Feliz Manuel Pereira, Joaquim Loureiro, João Fernandes.
Não sei se podemos falar em clima de tensão, mas uma coisa é certa, a prometida cooperação estratégica entre Belém e São Bento não vive os seus melhores dias. Desde o Estatuto dos Açores que a relação entre o Presidente da Republica e o Primeiro-Ministro não voltou a ser a mesma. A recente falta de comparência de José Sócrates ao encontro com Cavaco Silva é um mau prenúncio para os tempos que se avizinham, e numa altura em que o País precisa de lideranças fortes para enfrentar as várias adversidades que temos pela frente, bem que os Portugueses dispensavam guerras de egos que infelizmente se traduzem na fragilidade dos dois maiores órgãos de soberania nacionais. Aproveito a oportunidade para desejar um feliz natal aos colaboradores do jornal Opinião Pública e a todos aqueles que semanalmente folheiam estas páginas.
EDITOR DE TURNO:
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EDITOR DESPORTO: Bruno Marques (CPJ 8022) brunomarques@opiniaopublica.pt
Maria Augusta Santos autarca
dirigente associativo
professora As relações entre o Presidente da República e o Primeiro-Ministro, aparentemente, já se pautaram por maior cordialidade e sintonia. Presentemente, as tensões parecem evidentes, não se sabendo se elas advêm de meras divergências políticas, ou se há outros factores que condicionam esse relacionamento. Não podemos ignorar que estes dois protagonistas emergem de culturas políticas distintas, pertencem a gerações diferentes e têm concepções díspares em relação aos mais diversos problemas da política e da sociedade. Nada admira, portanto, que haja divergências entre os dois, o que não implica que essas divergências tenham de gerar tensões políticas e, muito menos, institucionais. Parece haver necessidade que as competências de cada um deles, enquanto órgãos de soberania, sejam claramente demarcadas. E, neste particular, a minha opinião é a de que o Presidente da República, nos últimos meses, tem feito algumas intervenções que mais parecem autênticas “alfinetadas” no Governo. O exemplo mais recente é o comentário feito ao redor da proposta de lei aprovada sobre o casamento de pessoas do mesmo sexo e a forma como se demarcou desse tema, que não lhe agrada, como deixou evidente, permitindo, legitimamente, algumas reacções, naturalmente compreensíveis, por parte do Partido Socialista. O Presidente da República tem as suas competências próprias, como as têm o Governo e a Assembleia da República. Acima de tudo, o Presidente da República tem de ser o garante do regular funcionamento das instituições e nunca um potencial foco de instabilidade política.
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Proposta foi discutida e aprovada na Assembleia Municipal
Reorganização dos serviços camarários divide maioria e oposição Cristina Azevedo De acordo com um relatório de avaliação da cooperação em matéria de educação entre os países membros da União Europeia, o investimento por estudante aumentou desde o ano de dois mil em todos os níveis de ensino. Porém, as despesas com o Ensino Superior aumentaram a um ritmo menor que o previsto. Para recuperar o atraso em relação aos Estados Unidos da América, os países da União Europeia teriam que investir anualmente, em média, mais dez mil euros por estudante no Ensino Superior. Não é um montante qualquer e Portugal tem que fazer também esse esforço complementar.Estes objectivos fazem parte da “Estratégia de Lisboa”, um plano de dez anos para o crescimento e o emprego adoptado no de 2 000. A Comissão Europeia publica relatórios anuais sobre os progressos da União Europeia ao abrigo desse plano.Uma vez que a presente fase da “Estratégia de Lisboa” vai chegar ao seu termo, a União Europeia está a reexaminar os seus objectivos. No início deste ano, os governos europeus acrescentaram objectivos em matéria de educação na primeira infância e de ensino pós - secundário. Também acordaram em estabelecer objectivos relacionados com a matemática e as ciências para os alunos de quinze anos que se juntam ao já existente objectivo da leitura. Quanto a ofertas de emprego para esta semana, seleccionámos as seguintes: Oferta nº 587670386 que pretende seleccionar um vendedor com experiência, com conhecimentos de têxteis e/ou confecções e conhecimentos básicos de informática. Oferta nº 587671232 que pretende seleccionar um auxiliar de limpeza com conhecimentos básicos de limpeza. Oferta nº 587671406 que deseja um ajudante de cozinha, com ou sem experiência. Oferta nº 587671459 que pretende seleccionar modelista de vestuário com experiência na função. Oferta nº 587671878 que deseja recrutar um bordador à máquina com experiência nas funções. Oferta nº 587670352 que deseja recrutar um cozinheiro com um ano de experiência para preparar refeições tradicionais e francesinhas. Oferta nº 587670283 que procura um técnico de próteses dentárias. Oferta nº 587669893 selecciona um electricista de automóveis com experiência profissional e carta de condução. A oferta nº 587669825 procura costureira com experiência profissional em malhas. A oferta nº 587669703 procura um serralheiro civil, para executar tarefas de soldadura em ferro, principalmente MIG. A oferta nº 587669694 selecciona um torneiro mecânico, preferencialmente com experiência em torno CNC. A oferta nº 587669382 procura um empregado de mesa e balcão para restaurante, com experiência. Como sempre, já sabe: para se candidatar a estas e outras ofertas, basta dirigir-se ao Centro de Emprego de Vila Nova de Famalicão.
O novo regulamento de organização dos serviços municipais dividiu a maioria PSD/CDS e a oposição, na sessão da Assembleia Municipal (AM) de Famalicão, realizada na passada sexta-feira. PS, CDU e BE votaram contra o documento acusando a maioria de fazer um regulamento à pressa com o objectivo de servir os vereadores. Já os grupos municipais do PSD e do CDS elogiaram o documento, afirmando que o mesmo vai agilizar e tornar mais transparentes os serviços e a organização da Câmara Municipal. O novo regulamento surge também em face da mudança da lei. A este propósito o PS veio acusar a Câmara de apresentar o regulamento 35 dias depois de publicado o decreto-lei, quando o poderia fazer até ao final de 2010, e 23 dias depois do actual executivo camarário ter tomado posse. “O que se verifica é este novo regulamento se destinou, única e simplesmente, a dar guarida aos pelouros e aos vereadores que, entretanto, apareceram em cena”, afirmou o socialista Paulo Folhadela, acrescentando que o que gostaria de ver era “a verdadeira reorganização dos serviços municipais e a verdadeira organização e explicação daquilo que é a gestão dos recursos humanos da Câmara Municipal”.
Deputados municipais divergiram nas propostas apresentadas pela Câmara
Jorge Paulo Oliveira, do PSD, saiu em defesa da autarquia argumentando que a reorganização dos serviços há muito vinha a ser estudada. “O que a Câmara fez foi aproveitar um diploma legal, que dá uma outra flexibilidade, que conduz a uma outra eficácia, que conduz a uma outra transparência”, defendeu. O Bloco de Esquerda e a CDU partilharam da posição do PS, estranhando “a pressa com que o documento foi apresentado”. A CDU sugeriu mesmo que o assunto baixasse a uma comissão para ser aprofundado, mas a maioria votou contra essa proposta. Estando o presidente da Câmara, Armindo Costa, ausente, coube a Paulo Cunha assumir as funções de
presidente em exercício, referindo que o que estava em discussão era “somente a reorganização dos serviços municipais” e não “o plano estratégico do município”. O regulamento acabaria por ser aprovado com os votos favoráveis do PSD e do CDS. Derrama e participação no IRS aprovadas Na sexta-feira foi aprovada também aprovada a taxa de 1,2% para o imposto da Derrama e a participação do município em 5% do IRS dos munícipes. Na proposta da Derrama, apenas o PS votou contra, enquanto no outro imposto, relativo ao IRS, os bloquistas também votaram contra e a CDU absteve-se. Em ambos PSD e
Passivo da cooperativa ronda os 6 milhões de euros
Fagricoop avança com plano de recuperação económica Cristina Azevedo A Cooperativa de Produtores de Leite de Famalicão (Fagricoop) vai avançar com um plano de recuperação económica para fazer face ao passivo da instituição, que ronda os 6 milhões de euros, entre dívidas à banca e a fornecedores. A medida foi aprovada, na passada sexta-feira, em assembleia-geral, pelos associados. O plano, apresentado pela nova direcção da Fagricoop, presidida por Manuel Loureiro, passa pela contenção de despesas e por um encaixe financeiro a solicitar junto da banca. Nesse sentido, os associados aprovaram duas propostas para obtenção de um empréstimo com hipoteca de património como garantia ou através de uma operação de “leasing back”. Essa injecção de capital é, segundo Manuel Loureiro, fundamental para que a cooperativa “tenha poder de tesouraria, para poder negociar, para poder comprar e vender, isto é, para poder funcionar”. Já a contenção de despesas poderá levar a despedimentos, embora Manuel Loureiro garanta que a direcção tudo fará para os evitar ou, pelo menos, para que o número de funcionários a dispensar seja o menor possível. Manuel Loureiro explica que outra das metas da direcção é alargar as possibilidades de negócio da cooperativa, “para se poder facturar e ultrapassar o défice”, pelo que alguns dos funcionários poderão ser canalizados para essas áreas. Manuel Loureiro reconhece que a situação financeira da Fagricoop é “muito di-
fícil”, porém, acredita na viabilidade da instituição. “Se assim não fosse, não estava aqui”, afirma o responsável, assegurando que “o único motivo que faz com que não tenha ido já para processo de insolvência é precisamente nós termos estudado uma solução que evita isso”. Pagamento do leite nunca esteve em causa Manuel Loureiro garante ainda que o pagamento do leite aos produtores nunca esteve nem nunca estará em risco. “Essa questão foi levantada porque alguém que tentou tirar dividendos dela, junto dos sócios. Quem garante o pagamento do leite é a Agros, não é a cooperativa”, afirma o dirigente numa alusão ao que se passou no Verão passado, em que a direcção da altura disse publicamente que esse pagamento estava em risco. A par das dificuldades financeiras, a Fagricoop tem ainda processos judiciais em curso, decorrentes dos resultados de uma auditoria às contas, que detectou a atribuição de 1,6 milhões de euros em prémios e gratificações a duas funcionárias da instituição, entre 2003 e 2007. Na reunião dos associados, Manuel Loureiro prometeu levar este caso até ao fim, junto dos tribunais. Em declarações ao OP, o presidente lamenta “que situações como estas tenham acontecido”, mostrando-se convicto de “foi a imagem de quem geria a cooperativa na altura que saiu beliscada junto da opinião pública, e não a imagem da própria instituição”.
CDS votaram a favor viabilizando a proposta. Jorge Paulo Oliveira, do PSD, foi o primeiro a falar para explicar a visão do seu partido e do executivo sobre esta matéria. Assim, defendeu que não é o valor dos impostos a pagar que contribui para que as pessoas e empresas se fixem neste ou naquele concelho, “mas outros factores como as acessibilidades, as infra-estruturas, a qualidade de vida”. “São essas as apostas desta Câmara e os famalicenses sabem para onde vai o dinheiro”, rematou. Já os socialistas acusaram a maioria de “insensibilidade” face à crise económica e defenderam a isenção do imposto para as micro e pequenas empresas, bem como uma diminuição da participação sobre o IRS. Já a CDU, apesar de ter votado favoravelmente a proposta da Derrama, considerou que este imposto não deveria ser igual para todas as empresas, mas deveria ser escalonado, de acordo com a facturação de cada uma. Nesse sentido anunciou a apresentação de uma proposta de recomendação à Câmara mas a mesma não foi aceite pela Mesa da AM com o argumento de excedia as competências da própria Assembleia. Da sessão, destaque ainda para a aprovação do regulamento municipal de taxas urbanísticas e respectiva tabela.
Alunos da Cior presentes em feira de inovação e criatividade Alunos da Escola Profissional Cior participaram de 5 a 8 deste mês, na cidade de Chaves, numa Feira de Inovação e Criatividade, denominada Flávia Criativa. Neste evento, que contou com mais de 30 participantes, universidades, institutos superiores, escolas profissionais e inventores, os formandos da Cior, dos cursos de Electrónica e de Instalações Eléctricas, apresentaram uma Máquina CNC - elaboração de placas de circuitos impressos e uma Bobine de Tesla, para ionização do ar. Nestes projectos os alunos tiveram a oportunidade de aplicar conhecimentos técnicos e tecnológicos integrados na estrutura curricular dos diferentes cursos, associando desta forma a teoria à prática e o saber ao saberfazer. A Flávia Criativa é uma das maiores mostras de inovação e criatividade realizada no país.
Novos cursos de Especialização Tecnológica no Citeve Já no início de 2010, o Citeve, juntamente com a AFTEBI, no âmbito da actividade da Escola Tecnológica Têxtil (ETT), vai promover um novo ciclo de Cursos de Especialização Tecnológica (CETs), os quais conferem a Qualificação Profissional de Nível IV. Neste ciclo destacam-se os seguintes novos cursos: Técnico de Industrialização do produto Moda, Técnico de Comércio Moda e Técnico de Qualidade, Ambiente e Segurança. Para além destes cursos, haverá novas edições dos cursos de Ultimação Têxtil e Manutenção Industrial. As acções de formação terão início durante o mês de Janeiro e a sua duração será de cerca de um ano e meio. Todas as acções decorrerão em horário laboral (entre as 9h00 e as 18h00), com excepção do curso Técnico de Comércio Moda, que decorrerá em regime pós-laboral entre as 19h00 e as 23h00. A parte lectiva dos cursos terá lugar nas instalações do CITEVE, em Famalicão, enquanto a parte de estágio decorrerá numa empresa industrial. Para mais informações, os interessados devem contactar o Departamento de Formação e Qualificação do Citeve através do telefone 252 300 386 / 387 ou do e-mail secretariado.formacao@citeve.pt.
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Corta-mato e Feira do Livro na Júlio Brandão
República foi tema de debate na Secundária Camilo A Escola Secundária Camilo Castelo Branco foi palco, no passado dia 14 da primeira iniciativa pública no âmbito do Programa Parlamento dos Jovens. A actividade contou com a presença de Glória Teixeira, do Instituto Português da Juventude; da Direcção da Escola; de vários professores e de mais de 90 alunos do curso de Línguas e Humanidades. Partindo da discussão de um texto de Raul Lino, onde se questiona a tradicional periodização republicana, Agostinho Fernandes “conquistou a atenção dos alunos, pela
No dia 26 de Novembro, os professores de Educação Física do Agrupamento de Escolas Júlio Brandão organizaram o habitual corta-mato anual. Tratou-se duma iniciativa muito positiva que registou um grande êxito e alcance pedagógico, pois envolveu mais de 600 alunos. De salientar a participação de 200 alunos dos 3º e 4º anos das escolas do Agrupamento. No final, foram seleccionados 40 alunos que participarão no corta-mato distrital a realizar em Guimarães. A participação dos alunos do 1º ciclo contou com a colaboração do presidente da Junta de Freguesia de Seide S. Miguel, que disponibilizou o transporte para todos os alunos das freguesias que integram este agrupamento. A Feira do Livro decorreu de 2 a 7 de Dezembro na EB2,3 e constituiu um
sua maneira viva de comunicar, conjugando uma vasta cultura humanística com uma experiencia de vida muito rica”, diz a escola em nota à imprensa. Na sua comunicação, este convidado acentuou os valores republicanos, comparando formas de pensar e de viver características dos regimes políticos tradicionais e da actual República, no contexto da vivência democrática. O outro orador, Álvaro Vasconcelos, recuperou a crítica queirosiana ao partidarismo, a partir da qual iniciou um diálogo com os alunos centrado nas
suas dúvidas sobre a Primeira República e sobre as ligações República/ Democracia e República/Monarquia. Especialmente participativos, os alunos do 12º H e I colocaram diversas questões aos convidados, tendo surgido um vivo debate. Segundo a escola, a actividade permitiu “o alargamento da cultura política dos alunos e trabalhou a educação para a cidadania, devido à discussão de conceitos como império, absolutismo, monarquia, república, ditadura, parlamentarismo, entre outros”.
êxito assinalável, segundo a escola. Tratou-se de uma iniciativa do Departamento de Línguas e da Biblioteca da Escola que envolveu os professores de Língua Portuguesa, de Inglês, de Francês e de Espanhol, que pretenderam promover o livro, divulgar autores, estimular o prazer da leitura e proporcionar livros a preços mais competitivos. Esta iniciativa realizou-se num período favorável: o Natal, tempo mágico de partilha, de oferta e de troca de presentes. Foi lembrada a importância de, na quadra natalícia, se partilhar livros e leituras, oferecendo-se toda a magia e todo o encantamento que vêm nos livros. Foi também uma das formas de contribuir para a implementação e êxito do Plano Nacional de Leitura. pub.
Camilo assinalou aniversário dos Direitos do Homem No passado dia 10, a Escola Secundária Camilo Castelo Branco comemorou o aniversário da assinatura da Declaração Universal dos Direitos do Homem, com uma conferência/debate, com a participação de representantes do Núcleo de Crianças da Amnistia Internacional, no auditório da Fundação Cupertino de Miranda. Após a apresentação dos 30 direitos
da Declaração através de um filme, a conferência prosseguiu com um debate reflexivo e de tomada de consciência sobre os direitos humanos e o desrespeito verificado ainda hoje no mundo. No final da tarde, os 170 alunos presentes saíram manifestamente satisfeitos com o privilégio de viver num país democrático e livre.
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Loja dos Estores: 25 anos de experiência no ramo Se tem algum problema com estores, não se preocupe. A Loja dos Estores, em Calendário, trata de tudo. Na Loja de Estores, de Alexandre Faria Gomes, encontra todo o tipo de acessórios para estores: estores eléctricos com comandos, com guinchos, fita, rolinho e romanetes. Porque a decoração é importante para conferir conforto à sua casa, na Loja dos Estores pode escolher o tipo de cortinados, uma vez que aqui também existe o serviço de confecção. Para um trabalho completo, a Loja dos Estores realiza, igualmente, trabalhos em alumínio, tais como portas, janelas e marquises. Visite-nos na nova morada: Rua Francisco António Reis, nº 206, em Calendário. Contacto: 252 312 239. A Loja dos Estores aproveita ainda a oportunidade para desejar a todos Boas Festas.
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Rusga da GNR apreendeu heroína e cocaína
Seis detidos por suspeita de droga em Meães Seis detidos e a apreensão de heroína e cocaína foi o resultado da rusga que a GNR de santo Tirso levou a cabo, no passado dia 15, em Mães, Calendário. Cerca de 200 militares do corpo de intervenção da GNR e do Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Santo Tirso, acompanhado por uma brigada cinotécnica, realizaram 15 buscas domiciliárias ao acampamento de ciganos de Meães e ainda a algumas residências nas imediações. Segundo balanço da guarda, foram detidas seis pessoas por suspeita de tráfico de estupefacientes, dois homens e quatro mulheres, com idades entre os 20 e os 70 anos. Nas buscas foram ainda apreendidas 200 doses de heroína e cocaína, 0,3 gramas de haxixe, um televisor plasma, quatro consolas de jogos, três leitores de DVD, três objectos em ouro, cinco telemóveis, 11 cartões de crédito e 2.789 euros. Esta rusga vem na sequência de outras do género realizadas nas últimas semanas em Delães (Famalicão), Vila das Aves (Santo Tirso) e Ronfe (Guimarães), visando preci-
Boas Festas GNR apreendeu 200 doses de heroína e cocaína
samente o combate ao tráfico de droga no Vale do Ave. Apesar do acampamento de Meães se situar num local ermo, evolvido por uma mancha florestal, as buscas a residências vizinhas e o forte aparato policial não deixaram de chamar a atenção e suscitar
a curiosidade de vizinhos. De qualquer forma, no decorrer das operações a GNR montou um perímetro de segurança em torno do acampamento. Os detidos foram presentes, para primeiro interrogatório, no Tribunal de Santo Tirso.
Funcionamento da Assembleia de Delegados
EB 2,3 de Joane partilha experiência com outras escolas
Escolas trocaram experiências
Decorreu no passado dia 11, na EB 2,3 Bernardino Machado, em Joane, a terceira reunião, deste ano lectivo, da Assembleia de Delegados de alunos, que contou com a presença das delegações da EB 2,3 Dr. Nuno Simões, de Calendário, e da EB 2,3 D. Maria II, de Gavião. Desta forma, deu-se continuidade ao trabalho de partilha de experiências, iniciado a 12 de Novembro, quando professores das referidas escolas, respondendo a um convite, se deslocaram à Bernardino Machado e ficaram a conhecer como se processa a participação activa e efectiva dos delegados na vida da
escola. O Órgão de Direcção, representado na Assembleia de Delegados pelo director Alfredo Lima e pela professora Eugénia Almeida, explicou a dinâmica de funcionamento, os objectivos e as competências da Assembleia de Delegados. Alfredo Lima referiu, também, a importância que este órgão possui enquanto canal de comunicação privilegiado com as turmas e os restantes órgãos da escola. É este que faz a ponte entre os alunos da turma e a Assembleia de Delegados no espaço que é a Formação Cívica. Já o presidente da Assembleia de Delegados, João Pedro Fernandes, explicou às delegações convidadas como são eleitos os representantes da Assembleia, como se preparam e decorrem as reuniões, quais os assuntos que são tratados, como é feita a articulação com Formação Cívica e a Associação de Estudantes e como se efectiva a ligação com os diferentes órgãos da escola. Salientou, ainda, a resposta positiva que as críticas e sugestões da Assembleia de Delegados têm por parte do Órgão de Direcção da escola e de como o “ser aluno na E.B. 2,3 Bernardino Machado é ser, cada vez mais, participante activo em todo o seu processo educativo”. No final, ficou agendado um encontro, no próximo mês de Janeiro, na EB 2,3 Dr. Nuno Simões, com o objectivo de delinear estratégias futuras, concretamente, alargar a experiência a mais escolas.
Acidente em Arnoso Santa Maria provoca ferido grave
Novo curso de socorrismo na Cruz Vermelha de Ribeirão
Choque entre um automóvel e um veículo pesado provoca um ferido grave. O acidente aconteceu em Arnoso Santa Maria, no lugar do Altinho, na Estrada Nacional 14, por volta 14h30. Da colisão resultou um ferido grave, que circulava no automóvel ligeiro, e que sofreu várias fracturas nos membros inferiores e superiores. O ferido teve mesmo que ser desencarcerado, sendo transportado depois para o hospital de Famalicão. No socorro estiveram os bombeiros famalicenses com 12 homens, duas ambulância e a viatura de desencarceramento.
Estão abertas inscrições para o curso de Socorrismo, como Voluntário da Cruz Vermelha, dirigido à população em geral. Para a inscrição para a 5ª escola de socorrismo é necessário que os interessados tenham mais de 16 anos. Quem quiser inscreverse deve dirigir-se à sede da Cruz Vermelha de Ribeirão, sita na rua do Engenho nº2 em Ribeirão, ou pode contactar os telefones 252492453 ou 916432229.
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Funcionários não aceitam proposta apresentada pela empresa de Ribeirão
Facontrofa pode dispensar 52 trabalhadores A Facontrofa – Indústria de Confecções, que integra o Grupo Paulo Serra & Irmãos, de Ribeirão, quer dispensar 52 trabalhadores, mas estes não concordam com as condições apresentadas pela administração. A empresa terá comunicado essa intenção aos operários, a semana passada e, segundo os funcionários, o acordo proposto pela administração apenas contempla 20% do montante a que têm direito. Fátima Martins, porta-voz dos trabalhadores, diz que a administração alega “falta de trabalho” para justificar os despedimentos, algo que, segundo ela, “aconteceu de um momento para o outro”. Apesar
de “tristes por perderem o emprego”, os funcionários exigem que a empresa lhes pague “aquilo a que têm direito”. “Se não precisam de nós, que nos paguem os nossos direitos e nos dêem a carta para o fundo de desemprego, que a gente vai-se embora”, afirma Fátima Martins. Na passada sexta-feira, representantes do sindicato do sector estiveram na empresa e reuniram com a administração, pelo que os trabalhadores aguardam agora por novas propostas. Na segunda-feira, contactada pelo OP, Fátima Martins referia que a secção em causa estava parada e
que os trabalhadores se encontravam na empresa “sem nada para fazer”. A porta-voz referia ainda que os funcionários temiam não receber o subsídio de Natal e o salário do mês de Dezembro. “Todos os outros trabalhadores da Cheyenne [marca do Grupo Paulo Serra & Irmãos] já receberam o subsídio, menos nós. Estamos muito tristes, porque nós também somos trabalhadores … ainda não fomos despedidos”, acrescenta. O OPINIÃO PÚBLICA tentou uma reacção junto da gerência da empresa, mas esta não quis prestar qualquer declaração. C.A.
Disse o padre Mário Martins na inauguração das obras de restauro
Igreja de Cabeçudos é “das mais bonitas do arciprestado” Sofifiaa Abreu Silva “Uma das igrejas mais bonitas do arciprestado de Famalicão”. Foi assim descrita a igreja paroquial de Cabeçudos, no passado sábado, na inauguração das obras de restauro daquele templo e também de requalificação urbanística do adro. Recorde-se que as obras implicaram o restauro da igreja com o revestimento e pintura das paredes interiores e exteriores, o arranjo dos tectos e do piso e a recuperação de imagens religiosas. No que diz respeito à zona envolvente foi colocada nova pavimentação, iluminação, além da criação de zona de lazer e jardim. O total das intervenções custou cerca de 500 mil euros, contando com o apoio da Câmara Municipal em cerca de 200 mil. Depois da eucaristia, à tarde, presidida pelo arcebispo primaz de Braga, D. Jorge Ortiga, seguiu-se a cerimónia solene, no centro paroquial, que contou com a participação de muitos populares. O pároco da freguesia e arcipreste de Famalicão, Mário Martins, lembrou que, em tempos de crise, todos ajudaram neste desafio. “A comunidade paroquial teve consciência do desafio tremendo que representava restaurar esta igreja paroquial”. E acrescentou que passados três anos “estamos a inaugurar uma
António Freitas
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Adro e restauro da igreja de Cabeçudos inaugurados no sábado
das igrejas mais bonitas do nosso arciprestado de Famalicão”. Por seu turno, Armindo Costa, presidente da Câmara de Famalicão, na cerimónia, mostrou-se satisfeito com o resultado final, enaltecendo a beleza e nobreza do espaço, referindo que “as intervenções trouxeram mais dignidade” ao local. “É uma obra que Cabeçudos merece e que valoriza a freguesia”, realçou. Justamente, o autarca de Cabeçudos, Agostinho Mendes, aproveitou o momento para pedir mais apoios à Câmara, quer para esta, quer para outras intervenções. “Como sabe o apoio que nos deu é importante e generoso, mas manifestamente insuficiente, por isso contamos da sua parte com a ajuda indispen-
sável para que esta Junta solucione os compromissos assumidos”, expôs o autarca cabeçudense a Armindo Costa. Concretamente, Agostinho Mendes lembrou que gostaria de ver concluída a Alameda da Igreja, no que à electrificação diz respeito, bem como as obras de requalifica-
ção do cemitério e sua envolvente. “Só assim consideramos concluídas as intervenções idealizadas para este local”, afirmou. Por seu turno, D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz de Braga, deixou elogios à comunidade de Cabeçudos e considerou o restauro da igreja como “uma prenda de Natal”.
D. Jorge Ortiga não aceita casamento para união homossexual Aproveitando a oportunidade, D. Jorge Ortiga recordou que é daqueles que defende a palavra adro em vez de centro cívico, como disse Armindo Costa, presidente da Câmara de Famalicão. O Arcebispo Primaz de Braga defende que “cada palavra tem o seu significado” e se sempre se usou a palavra adro, “não temos necessidade de usar a palavra centro cívico”. Pedindo desculpa pela “colherada”, D. Jorge Ortiga afirmou que também não aceita que chamem casamento à união entre homossexuais. “Não aceito, chamem-lhe outra coisa qualquer”, disse.
freguesias
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Curso de Apoio Psicossocial da Didáxis
Mais de 60 alunos em Campo de Formação O Curso Profissional de Apoio Psicossocial da Didáxis de Riba de Ave promoveu mais um Campo de Formação na Quinta da Costa, em Famalicão, nos dias 15 e 16 de Dezembro. Com 67 formandos, orientados pelos docentes Abraão Costa e Carminda Carvalho, o campo teve como tema “O Técnico de Apoio Psicossocial no Sector da Saúde” e contou com dois dias de actividades repartidos por três fases diferentes. Na tarde do dia 15 foi realizado um simulacro de gestão de uma situação de crise durante uma pandemia de uma nova doença que havia sido descoberta recentemente. Os alunos vivenciaram durante várias horas o que seria ter de lidar com um processo de crise com contornos mundiais levando à cena momentos como a organização de um Gabinete de Crise, montagem de um Hospital de Campanha, aplicação de uma Lei Marcial para controlar o pânico da população até à descoberta da cura e distribuição das vacinas. pub
CONVOCATÓRIA No uso da competência que me é atribuída pelo Decreto-Lei 169/99 de 18 de Setembro, com a redacção dada pela Lei n.º 5-A/2002 de 11 de Janeiro, Lei Eleitoral 1/2001 de 14 de Agosto, convoco V. Excia para estar presente numa sessão ordinária da Assembleia de Freguesia, a realizar no próximo dia 28 de Dezembro de 2009, pelas 19h15 horas, no salão nobre da Junta de Freguesia de Castelões, sita na Rua José Correia Machado n.º 49, a qual terá a seguinte ordem de trabalhos: 1. Informações da Junta de Freguesia. 2. Apreciação, discussão e votação do Regimento da Assembleia de Freguesia de Castelões para o quadriénio 2009-2013. 3. Apreciação, discussão e votação da Tabela de Taxas a aplicar pela Junta de Freguesia em 2010. 4. Votação da proposta de delegação de competências na Junta de Freguesia para celebração de protocolos com a Câmara Municipal (Proposta n.º 1/2009-2013). 5. Apreciação, discussão e votação do Plano de Actividades e Orçamento para o ano 2010. Castelões, 16 de Dezembro de 2009 A PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA Fernanda Manuela Melo Silva Couto, Dr.ª pub
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Contacto: 916 355 179
As três turmas presentes apresentaram ainda alguns dos trabalhos que realizaram às disciplinas de Área de Expressões, organizaram um Jantar Comunitário na noite do dia 15 Dezembro e um Jogo Nocturno que lhes permitiu conhecerem melhor o espaço onde estavam. No dia 16, foi organizada uma sessão de trabalhos de grupo, onde todos tiveram a oportunidade de discutir o papel do Técnico de Apoio Psicossocial nas várias áreas de intervenção social, os aspectos positivos e negativos da actividade realizada e perspectivar o próximo Campo de Formação, que se realizará em Janeiro. Entretanto, as formandas do 1º ano do Curso de Apoio Psicossocial levaram à cena um espectáculo intitulado “Cores e Sombras”, no dia 12 de Dezembro, na casa de Acolhimento de Jovens da Oficina de S. José, em Braga. Esta iniciativa teve lugar no âmbito da disciplina de Área de Expressões e serviu para estabelecer o contacto directo entre as formandas e um público concreto com o qual vão operar.
O campo de formação teve a área da saúde como tema pub.
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Falecimentos
Dionísio Dias Missa do 3º Aniversário Sua esposa, filhas, genros, netos e demais família vêm por este meio, manifestar a sua gratidão a todos os seus amigos e a todas as pessoas de suas relações que os acompanharam nesta dolorosa caminhada, e aproveitam para participar que a missa do 3º Aniversário pelo seu falecimento será celebrada sexta-feira dia 25 de Dezembro pelas 12:00 na Igreja Matriz (Nova). Desde já, aqui deixam o seu agradecimento a todos aqueles que participarem neste piedoso acto, pelo seu eterno descanso. A Família V.N. Famalicão, 23 de Dezembro de 2009
Elisa Concei çã o da Costa Ferreira, no dia 21 de Dezembro, com 92 anos, viúva de Hermano da Silva, da freguesia de Ba irro.
Ma nu el da Costa Moreira , no dia 15 de Dezembro, com 65 anos, casado com Maria de Lurdes da Silva Oliveira Moreira, da freguesia de An tas S. Ti ago.
Maria Am élia Ferna ndes Ferrei ra , no dia 19 de Dezem bro, com 77 a nos, solte ira , da fregu esia de Rebo rdões (Sa nto Tirso).
Lu rdes Ferreira da S ilva , no dia 16 de Dezembro, com 89 anos, viúva de Alberto Dias Fonseca, da freguesia de Ga viã o.
Câ ndida Carn eiro Gom es, no dia 19 de Dezembro, com 87 anos, viúva de Américo Martins Ferrão, da freguesia de Del ães.
Ma ria da S ilva , no dia 17 de Dezembro, com 87 anos, viúva de Armindo de Sousa Machado, da freguesia de Ba irro.
Agência Funerária de Burgães Sede.: Burgães / Filial.: Delães Telf. 252 852 325
M aria Rosa da Cruz Ca mpos, no dia 15 de Dezembro, com 93 anos, viúva de Joaquim Carneiro de Sá, da freguesia de A nta s S. Tia go. M a ríl ia da Costa Dia s, no dia 15 de Dezembro, com 79 anos, casada com Moisés Brandão Neves, da freguesia de Vila Nova de Fama lic ão. A ntónio M oreira, no dia 18 de Dezembro, com 73 anos, casado com Maria Fernanda Lopes Silva Moreira, da freguesia de Calen dá rio. A ntónio Man uel Car va lho Barbosa , no dia 20 de Dezembro, com 55 anos, casado com Maria da Glória dos Santos Oliveira, da freguesia de Vila Nova de Fama lic ão. Agência Funerária Rodrigo Silva, Lda Vila Nova de Famalicão – Tel.: 252 323 176
M aria La ura Alm eida da Ro cha, no dia 19 de Dezembro, com 62 anos, viúva de Manuel da Silva Lima, da freguesia de S. Rom ão do Coronado (Trofa ).
BOAS FESTAS
J ú l ia A ze v e do d e S á , no dia 18 de Dezembro, com 92 anos, viúva de Carlos de Araújo Pedrosa, da freguesia de S. M artin ho de Bougado (Trofa).
Ma ria de Azevedo, no dia 18 de Dezembro, com 81 anos, viúva de Abílio José de Sousa, da freguesia de La ndim . Lu ísa da Co nceiç ão S ilva Vi eira, no dia 18 de Dezembro, com 58 anos, casada com Luís da Silva Vieira, da freguesia de Mo gege. Fra nc isco Silva Gom es, no dia 18 de Dezembro, com 76 anos, casado com Elisa Ribeiro de Castro, da freguesia de Ca stelõe s. Ma nu el de Pai va Pereira, no dia 20 de Dezembro, com 65 anos, casado com Maria Lassalete Figueiredo Almeida Pereira, da freguesia de Areia s (Sa nto T irso ). Agência Funerária da Lagoa Lagoa – Telf. 252 321 594
Arm indo Gom es da Costa, no dia 13 de Dezembro, com 80 anos, casado com Maria da Conceição Oliveira Machado, da freguesia de Lem enhe. J oaquim da Costa Ara újo, no dia 16 de Dezembro, com 94 anos, casado com Maria da Silva Maia, da freguesia de Lem en he. Ma ria José Rodrigues Pereira Morei ra , no dia 19 de Dezembro, com 52 anos, viúva de António Faria Moreira, da freguesia de Fradel os. Agência Funerária Palhares Balazar– Tel.: 252 951 147
Agência Funerária Trofense, Lda (S. Martinho de Bougado) Trofa – Tel.: 252 412 727
BOAS FESTAS
M igue l Fernan do de J esus Moreira, no dia 1 6 de Dezembro, com 56 anos, casado com Maria Inês Pereira dos Santos, da freguesia de Vila ri nho das Ca mbas.
Maria Manuela Correia Salgado, no dia 17 de Dezembro, viúva de António Joaquim de Sousa Araújo, da freguesia de Riba d’Ave. Agência Funerária de Riba D’ Ave Riba D’Ave – Tel.: 252 982 032
M aria Rosa Fe rre ira Marbuto, no dia 20 de Dezembro, com 87 anos, viúva de Manuel Fernandes Araújo, da freguesia de Ca lendá rio.
Ma ria de Lu rdes da Costa Va le, n o dia 17 de De ze mbro, com 82 a nos, sol tei ra , da fregu esia de Vale S. Cosme .
Agência Funerária do Calendário Calendário – Tel.: 252 377 207
Agência Funerária das Quintães Vale S. Cosme – Tel.: 252 911 290
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BOAS FESTAS
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pública: 23 de Dezembro de 2009
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Fernando Silva & C.ª Lda : 20 anos a construir com rigor e solidez
Aniversário celebrado com colaboradores e famílias
Sofifiaa Abreu Silva
No centro da cidade. No centro da cidade.
Cozinha mobilada, tem placa e exaustor.
De rés-do-chão e andar.
Uma casa de banho completa.
Com jardim em frente.
Sala de jantar com uma varanda.
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Dois armários embutidos.
Valor: 200.000 € (negociável)
Valor: 72.000,00 €
Com garagem. Tem a área de 102 m2. Uma suite mais duas casas de banho, uma com banheira de hidromassagens. Cozinha mobilada e equipada com electrodomésticos. Lavandaria.Caldeira para aquecimento central, aspiração central, radiadores. Excelente localização. Valor: 135.200,00 €
Tem a área de 145 m2 com dois lugares de garagem e arrumos. Cozinha mobilada e equipada. Sala com lareira. Tem duas varandas. Ar condicionado e aquecimento central. Iluminação em focos. Valor: 150.000 €
T2 como novo. Tem duas frentes. Garagem para um carro. Cozinha mobilada e equipada com electrodomésticos. Lavandaria e arrumos. Valor: 125.000,00 € T2 – Semi-novo.Tem a área de 122 m2.Garagem individual fechada com 23 m2. Cozinha com terraço e equipada com electrodomésticos. Uma casa de banho com hidromassagem. Valor: 99.750,00 € T2. Dois quartos com armários embutidos. Uma casa de banho completa. Sala de jantar e estar com lareira. Cozinha mobilada, lavandaria. Uma varanda. E ar condicionado. Valor: 85.000,00 € T3. Com a área de 130 m2. Com três frentes. Garagem fechada. Três quartos, dois deles com varanda. Sala de jantar e estar com lareira e recuperador de calor. Cozinha mobilada e equipada e
lavandaria. Valor: 88.500,00 € T3 com aparcamento fechado. Com uma frente. Tem a área de 103 m2. Cozinha mobilada. Uma lavandaria e despensa. Uma varanda, soalho flutuante. Em Calendário. Valor: 83.500 € T3 – No Vinhal. Com lugar de garagem. Tem a área de 130 m2. Com uma frente. Uma suite, mais duas casas de banho. Armários embutidos. Aquecimento central. Uma varanda com 33 m2 Valor: 155.000 € Café e Sna ck-Bar para Trespasse No centro da cidade. Está todo equipado. Tem duas casas de banho. Sala de jogos. Valor: 45.000,00 € Café e Snack-Bar Está todo remodelado. Tem a área de 100 m2 Fica no centro da cidade. Valor: 50.000,00 €
Como nova. Garagem para dois carros. Cozinha mobilada e equipada, sala de jantar e estar com lareira. Casa de banho com banheira de hidromassagens. Aquec. e aspiração central, ar condicionado. Valor: 180.000 € (negociável).
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Quinta em Viatodos. Com a área total de 25.700 m2. Com moradia. Valor: 325.000,00 € Pavilhão com 300 m2 em fase de construção. Junto ao centro da cidade, com excelentes acabamentos. Valor de venda: 165.000,00 € Pavilhão – Novo. Com a área de 400 m2. No centro da cidade. Valor: 220.000,00 €. Pavilhão para restauro – Tem a área de 880 m2. Valor: 235.000,00 € Terreno com a área de 1.550 m2. Aprovado para construção industrial. Já tem as infra-estruturas. Valor: 165.000,00 € Terrenos – Várias áreas. Para construção. Nos arredores da cidade. Loja 90 m2 centro cidade frente de rua – 550 €
A empresa Fernando Silva & C.ª Lda. - Construção Civil e Obras Públicas assinalou 20 anos. O aniversário foi celebrado com um jantar que reuniu todos os colaboradores da empresa, bem como os seus familiares, no passado sábado, numa quinta em Esmeriz. A empresa Fernando Silva & C.ª Lda, com sede em Lagoa, dedica-se à construção civil, industrial e urbanística, reconstrução, recuperação e restauro; vias de comunicação, como estradas, pontes e viadutos. Constituída em 1989, iniciando a sua actividade em construção civil, a empresa enveredou posteriormente também pelo sector das obras públicas. Fernando Costa da Silva, que está no ramo da construção há mais de 30 anos, foi quem idealizou e materializou os primeiros passos da empresa que, ao longo destes anos, conheceu dificuldades, mas também registou múltiplos sucessos. “Tivemos tempos difíceis, por exemplo em 82, quando houve uma crise e havia pouco trabalho. Lutei por todos os lados e fomos recuperando”, lembra Fernando Costa da Silva, realçando que a empresa, actualmente, dedica-se, sobretudo, às obras públicas. Orgulho é o que o responsável máximo da empresa sente quando olha para trás: “muitos colaboradores estão connosco desde a criação da empresa”, sublinha, acrescentando que “as pessoas que vêm para a empresa ficam”. Hoje, são, assim, cerca de 21 funcionários. Neste momento, também Luís Silva e Júlia Silva, filhos de Fernando Silva,
Sócios da Empresa
Colaboradores e Família da Empresa
trabalham na empresa do pai, que reconhece que o negócio evoluiu com o seu contributo. “Os meus filhos, com os seus cursos, trouxeram muitos conhecimentos e são, na verdade, o futuro”, garante. Pensando precisamente nos próximos tempos, Luís Silva e Júlia Silva adiantaram as novas etapas a atingir, nomeadamente a certificação NP EN ISSO 9001:2008 Qualidade e a formação dos seus colaboradores. “O objectivo principal é terminar o processo de certificação da empresa. Outras das metas passa pela formação profissional de todos os colaboradores da empresa que será boa para eles e óptimo para a empresa. Vamos tentar que façam, pelo menos, o 9º ano, que é indispensável”, afirmam. Conhecedores do mercado, Júlia Silva e Luís Silva divulgam que a aposta pas-
sará, essencialmente, pelas obras públicas: “a dinâmica da empresa está virada para essa vertente, embora tenhamos clientes com projectos privados, que registam boas vendas”, explicam. Como uma PME, (Pequena e Média Empresa), a Fernando Silva & C.ª Lda procura o bem-estar, satisfação e segurança dos seus colaboradores. Agora, como no passado, o objectivo é manter todos os postos de trabalho. “É, de facto, uma grande preocupação nossa, porque os trabalhadores contribuem para o crescimento desta empresa. Nunca alargámos muito o quadro de pessoal para que o crescimento fosse sustentável”, revelam. Aliando conhecimentos de mercado, rigor e solidez de construção, a empresa Fernando Silva & C.ª Lda quer continuar a conferir qualidade em todos os projectos em que participa.
Obras executadas pela Fernando Silva & C ª, Lda, nos últimos anos Construção Pré-Primária de Gavião Construção Jardim de Infância de Ávidos Residência Comunitária Sagrada Família e Capela Mortuária – Santa Casa da Misericórdia Vila Nova de Famalicão Construção do Jardim de Infância de Lagoa Reabilitação do Mercado Municipal – 1ª Fase Reparação do Edifício Escolar – E.B. 1º Ciclo Loureiro- Freguesia de Delães Construção Jardim de Infância e Sede de Junta de Jesufrei Remodelação da Creche e ATL de Gemunde – Outiz – Santa Casa da Misericórdia de Vila Nova de Famalicão Construção da Sede da Junta de Freguesia de Tamel S. Fins – Barcelos Construção das Instalações Sanitárias e Gabinetes na EB1 de Carreira – Barcelos Ampliação do Edifício para Centro Escolar do Areal –S- Miguel do Couto – Santo Tirso
pública: 23 de Dezembro de 2009 13
praça pública
D’Esguelha
Modus Vivendi
Gouveia Ferreira
J. Mário Teixeira
A distância e o tempo É comum encontrar-se cartazes de publicidade (agora chamam-se "outdoors") a anunciar, por exemplo, que certo hipermercado ou certo centro comercial fica a "x" minutos. Antigamente, as distâncias eram anunciadas em metros ou quilómetros. Agora, são em minutos. E compreende-se: à medida que a evolução tecnológica avança, as distâncias diminuem, logo o que vai contando cada vez mais é o tempo que se gasta. Hoje falar com alguém que está do outro lado do mundo, com imagem em tempo real é mais do que normal. Ou
gravar centenas de músicas num só pequeno suporte. Ou deslocarmonos fisicamente com todo o conforto entre pontos distantes. O que nos interessa, mesmo, é saber quanto tempo demora a fazer a ligação, a gravação, ou a deslocação. O que interessa é o tempo que nos consome. Será mister – no sentido de forçoso e não no sentido inglês do termo – um dia calcular-se se andaremos a investir bem esses fragmentos de tempo que se vão poupando. Em que medida essas poupanças de escala no nosso tempo têm sido aproveitada por nós,
ou se estão a ser aproveitadas pelos outros. É que à medida que vamos tendo cada vez mais sofisticadas gerigonças (agora chama-se “gadgets”) para nos poupar tempo, este vai mingando. O normal é ouvirse da boca de quem tem Internet, iPhone e outros brinquedos, a contemporânea frase “Não tenho tempo para nada!”. Dificilmente tiramos para nós, e para os nossos, o tempo daqueles fragmentos que vamos poupando, porque nos vai sendo exigido fazer cada vez mais em cada vez menos tempo. Porque é para isso que está orientada a evolução tec-
nológica: para sermos cada vez mais rápidos. Numa nova espécie de escravatura, que deita por terra mais uma das utopias da industrialização: a máquina libertará o homem. Pelo contrário, parece, sim, que a crescente velocidade com que nos movemos, mesmo que virtualmente, é proporcionalmente igual ao tempo que afinal vamos perdendo. Porque o tempo que temos é cada vez menos nosso e cada vez mais dos outros. E no entanto, vai-se ficando cada vez mais distante daquilo que nos é próximo.
Pelos quatro cantos da ca(u)sa Domingos Peixoto
Não, não existe! O paradigma e a crispação, dois vocábulos obrigatórios na escrita e no discurso oral de qualquer interventor sociológico, político ou religioso, são as duas palavras da moda, que fazem a contextualização das várias aflições neste final de década. Enquanto se vão escolhendo os sapatos mais adequados à chegada do Menino Jesus, alimenta-se o clima de crispação entre o Presidente da República e o Primeiro-Ministro, trazendo à liça assuntos colaterais aos que se discutem, para manter o chamado paradigma de entretenimento dos meios de comunicação. A propósito da legislação que contemplará as uniões homossexuais, agita-se sem mais nem para quê, a questão da hipotética adopção de crianças por duas pessoas do mesmo sexo. Para confundir os bem intencionados, há quem não se coíba de pôr na mesma prateleira o casamento homo e o instituto da adopção, como se as duas questões merecessem tra-
tamento idêntico. Enquanto a realidade já demonstrou ser necessário estabelecer um conjunto de normas que regulem, juridicamente, as relações homossexuais, porque as conhecemos desde tempos imemoriais, outra coisa bem diferente, sem correspondência a qualquer facto plausível da vida real, é a mais propalada que pretendida adopção por casais unissexo. Não se conhece na tradição milagreira, nem na comunidade científica, a gestação de um ser humano pela via homossexual, tornando inconsequente qualquer militância da corrente adoptiva, porque significaria ficcionar o impossível. Corresponderia, grosso modo, à tentativa de pousar arenques, pargos e sardinhas, no cocuruto das árvores do Gerês, transferindo a águia real para as profundezas dos oceanos. A questão da adopção por gente do mesmo sexo é uma não questão. Bom Natal!
O ambiente agradece Num período em que muito se voltou a falar de ambiente, o que vale por dizer tentar garantir o futuro da humanidade, eis que os países ricos continuam a fazer tábua rasa daquilo que são os mais elementares direitos dos cidadãos, levando à penalização dos países pobres quanto à produção de gases com o efeito de estufa, ou seja CO2 , enquanto eles continuam a poluir incessantemente! Tudo em nome do desenvolvimento… Do seu enriquecimento, claro. E já Copenhaga ficou para trás; como, aliás, havia ficado Quioto! Em períodos de campanha eleitoral é um ver se te avias na “produção” de propaganda com matéria-prima oriunda de produtos florestais e petrolíferos que, mal terminados aqueles, os paisagistas ambientalistas se apressam a dizer que poluem e descaracterizam as nossas terras. E é bem verdade, acho eu. Só que a muitos que tomam tais posições e que muitas vezes detêm o poder, o que os atrapalha é a mensagem que aquela “publicidade” transmite, se não mesmo a liberdade de expressão! Porém, a mesma atitude já não tomam quando se trata de publici-
dade comercial! É que esta, quantas vezes, até só trata da “sua vidinha”… E já não incomodam, aqueles enormes cartazes, prenhes de mensagens enganosas, de “curvas” e demais intimidades femininas, de apelos ao consumismo desenfreado em clara contradição com as dificuldades empresariais e das populações. São enormes áreas, em planos de apelativa visibilidade, que permanecem por quanto tempo os seus autores entenderem, até que os temporais as destronem, fazendo com que deslizem, contorcidas e sem controlo pelos chãos mais próximos, públicos ou privados. A juntar a este tipo de publicidade há aquela, de todo o tipo, porta a porta, que entope os cacifos do correio que, sem dó nem piedade, vai directamente para os caixotes do lixo ou mesmo para o chão da rua! Em nome do ambiente e da conclusão da renovação urbana, temos vindo a ser brindados com informações de plantação de “…mais não sei quantas árvores na cidade e arredores…” E não é que é verdade?! Lembram-se de uma fase de plantação de laranjeiras? Junto à Estação não me parece que tenha sobrevivido uma única!
Lembram-se das árvores que existiam na rua de Santo António, na praça 9 de Abril, no parque de estacionamento junto aos Famalicenses, na rua da Matriz Nova, etc? Na verdade, o que a Câmara de Armindo Costa tem vindo a fazer é substituir, nomeadamente por corte, algumas árvores existentes, “limpando” da cidade algumas espécies que não é muito frequente encontrar! Lembram-se da renovação das Lameiras, onde os arbustos e demais vegetação foram substituídos por asfalto ou outro betuminoso qualquer? Há, por acaso, gente na nossa terra, nomeadamente na Câmara, que se lembre do acolhimento e da beleza colorida da Rotunda de 1963? Daí para cá muito foi destruído, mesmo na Rotunda, não só da responsabilidade desta Câmara, convenhamos, mas, para que ela se possa orgulhar de plantar tantas árvores como outras o fizeram na “nossa” vila e depois cidade, ainda têm que permanecer 12 anos no poder e fazer obra, nomeadamente parques verdes como os que lhe legaram. Mas sem ser por substituição! Se o fizer, o ambiente e os Famalicenses agradecem sem rodeios.
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pública: 23 de Dezembro de 2009
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VÍTOR ANÍBAL DIAS FEIO AZEVEDO, na qualidade de presidente da Assembleia de Freguesia de Vila Nova de Famalicão, e no exercício da competência que lhe é conferida pelo disposto no art.º 19, alínea b) do Decreto-Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, com a redacção dada pela Lei n.º 5-A/2002, de 11 de Janeiro, torna público que vai realizar-se uma sessão ordinária deste órgão autárquico, na sede da Junta de Freguesia, à Rua Adriano Pinto Basto, 80, em Vila Nova de Famalicão, no próximo dia 29 de Dezembro, às 21,00 horas, com a seguinte: Ordem de Trabalhos 1. Informação da Presidente da Junta sobre a actividade da mesma; 2. Deliberação da Junta de Freguesia, relativa à celebração de protocolos com a Câmara Municipal, autorizando a sua Presidente a assinar os mesmos, para ratificação pela Assembleia de Freguesia. 3. Discussão e votação do P.PI. e Orçamento para 2010. Este edital, publica-se para conhecimento público sendo afixado no lugar público do costume. Vila Nova de Famalicão, aos 15 de Dezembro de 2009 O Presidente da Assembleia de Freguesia, Vítor Aníbal Dias Feio Azevedo, Dr.
CARTÓRIO NOTARIAL DO NOTÁRIO RUI SÉRGIO TEIXEIRA DOS SANTOS, SITO NA RUA DANIEL SANTOS, Nº 25, 1º ANDAR, SALA 5, DA FREGUESIA E CONCELHO DE VILA NOVA DE FAMALICÃO Rui Sérgio Teixeira dos Santos, notário, certifica, para efeitos de publicação que, por escritura de quinze de Dezembro de dois mil e nove, exarada de folhas quarenta e nove a folhas quarenta e nove verso do livro de notas para escrituras diversas número “cento e vinte de dois – A, deste Cartório, procedeu-se à alteração total dos estatutos da “ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DE BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE VILA NOVA DE FAMALICÃO”, NIPC 501 180 044, com sede na Avenida Rebelo Mesquita, nº 136, da freguesia de Antas, concelho de Vila Nova de Famalicão, nos termos dos quais a associação tem por objectivo a protecção de pessoas e bens, designadamente o socorro a feridos, doentes ou náufragos e a extinção de incêndios, detendo e mantendo em actividade, para o efeito, um corpo de bombeiros voluntários ou misto, com a observância do definido no regime jurídico dos corpos de bombeiros e demais legislação aplicável. Haverá cinco categorias de sócios: a) Beneméritos; b) Honorários; c) Remidos; d) Protectores; e) Activos; São órgãos ou corpos gerentes da Associação: a) A assembleiageral; b) A direcção; c) O conselho fiscal. A direcção administra e representa, para todos os efeitos legais, a Associação, é composta por sete membros: um presidente, um vicepresidente, um primeiro secretário, um segundo secretário, um tesoureiro e dois vogais, não poderá deliberar sem a presença de pelo menos quatro membros e as suas deliberações são tomadas por maioria de votos dos titulares presentes. Está conforme e confere com o original na parte transcrita. Cartório Notarial do Notário Rui Sérgio Teixeira dos Santos, em Vila Nova de Famalicão, 15 de Dezembro de 2009 O Notário, Rui Sérgio Teixeira dos Santos PUBLICAÇÃO ÚNICA - Jornal Opinião Pública 23 de Dezembro de 2009
Assembleia de Freguesia de Gavião
CONVOCATÓRIA No uso da competência que me é atribuída pelo Decreto-Lei 169/99 de 18 de Setembro, com a redacção dada pela Lei n.º 5-A/2002 de 11 de Janeiro, Lei Eleitoral 1/2001 de 14 de Agosto, convoco V. Excia para estar presente numa sessão ordinária da Assembleia de Freguesia, a realizar no próximo dia 29 de Dezembro de 2009, pelas 21,00 horas, no salão nobre da Junta de Freguesia de Gavião, sita na Av. Padre José Felgueiras Abreu, 19, a qual terá a seguinte ordem de trabalhos: 1. Informações da Junta de Freguesia. 2. Apreciação, discussão e votação do Regimento da Assembleia de Freguesia de Gavião para o quadriénio 2009-2013. 3. Apreciação, discussão e votação da Tabela de Taxas a aplicar pela Junta de Freguesia em 2010. 4. Votação da proposta de delegação de competências na Junta de Freguesia para celebração de protocolos com a Câmara Municipal (Proposta n.º 1/2009-2013). 5. Apreciação, discussão e votação do Plano de Actividades e Orçamento para o ano 2010. Gavião, 15 de Dezembro de 2009 O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA Paulo Agostinho Folhadela, Dr.
ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA
BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE VIATODOS
CONVOCATÓRIA
José Costa Araújo, Presidente da AssembleiaGeral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Viatodos, ao abrigo do artº 28, ponto 2, alínea a) dos estatutos, a pedido da Direcção, convoca uma assembleia geral ordinária, a realizar na biblioteca do quartel, no dia 28 de Dezembro de 2009, às 21.00 horas, com a seguinte
Manuel Fernando da Silva Azevedo, reconhece que proferiu declarações que não correspondem à verdade quanto ao desempenho e idoneidade profissionais da sra. D. Marília Isabel Araújo da Silva, à data Auxiliar de Acção Educativa no Jardim de Infância de Sant’Ana na Freguesia de Ribeirão.
ORDEM DE TRABALHOS Ponto 1 - Leitura da acta da reunião anterior; Ponto 2 - Ratificação de Sócio Benemérito; Ponto 3 - Apresentação, discussão e aprovação do 1º Orçamento Suplementar para o ano de 2009; Ponto 4 - Apresentação, discussão e aprovação do Plano de Actividades e Orçamento Ordinário para o ano de 2010; Ponto 5 - Proposta de alteração dos estatutos; Ponto 6 -Outros Assuntos. Nota: Se à hora marcada não estiver presente o número suficiente de sócios, a assembleia funcionará meia hora mais tarde, com qualquer número.
Viatodos 16 de Dezembro de 2009 O Presidente da Assembleia Geral José Costa Araújo, Dr.
publicidade CARTÓRIO NOTARIAL DE Lic. ANÍBAL CASTRO DA COSTA Rua Conselheiro Santos Viegas, Edifício Domus III, Lojas 3 e 4, VILA NOVA DE FAMALICÃO Certifico, para efeitos de publicação que, por escritura de hoje, lavrada de fls 17 a fls. 32, do livro de notas para “escrituras diversas” número 155-A, deste Cartório, Manuel Augusto de Sá Rebelo, N.I.F. 155.901.460, e mulher, Maria Celeste Rebelo Martins Monteiro, N.I.F. 136.347.673, casados no regime de comunhão geral, naturais ele da freguesia de Ermesinde, concelho de Valongo e ela da freguesia de Monte Córdova, concelho de Santo Tirso, residentes na Rua de Ancide, 25, Lousado, Vila Nova de Famalicão, declararam que são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, do PRÉDIO RÚSTICO, denominado “Lameiro da Bouça”, composto de cultivo, ramada, pinhal e mato, com a área de sete mil metros quadrados, sito no lugar de Ancide, freguesia de Lousado, concelho de Vila Nova de Famalicão, a confrontar do norte com herdeiros de António Miguel de Sá Costa Reis, do sul com António Dias da Costa Serra, do nascente com Caminho, e do poente com Rio Pelhe, descrito na Conservatória do Registo Predial de Vila Nova de Famalicão sob o número mil duzentos e vinte e cinco – Lousado, sem qualquer inscrição de aquisição em vigor, inscrito na respectiva matriz em nome do outorgante marido sob o artigo 337, com o valor patrimonial de 142, 66€, e o atribuído de CENTO E NOVENTA euros; ___ incidindo sobre o mesmo uma servidão administrativa de aqueduto público subterrâneo, conforme inscrição apresentação cinquenta e cinco, de vinte e cinco de Janeiro de dois mil e oito. Que não são detentores de qualquer título formal que legitime o domínio do referido prédio, tendo-o adquirido no ano de mil novecentos e sessenta e seis, por compra verbal a José Mário de Sá Moreira Rebelo e mulher Florisa Neves Casal, residentes na Rua Simões Lopes, Ermesinde, Valongo, não chegando, todavia, a realizar-se a projectada escritura de doação. Que, no entanto, desde aquela data da aquisição, têm usufruído em nome próprio o referido prédio, gozando de todas as utilidades por ele proporcionadas, cultivando-o, colhendo os correspondentes frutos e rendimentos, pagando as respectivas contribuições e impostos, com ânimo de quem exercita direito próprio, sendo reconhecidos como seus donos por toda a gente, fazendo-o de boa fé, por ignorar lesar direito alheio, pacificamente, porque sem violência, continua e publicamente, à vista e com conhecimento de toda a gente e sem oposição de ninguém. Que a posse assim exercida e mantida durante mais de VINTE ANOS, lhes facultou a aquisição do direito de propriedade do dito prédio por USUCAPIÃO, que expressamente invocam para efeitos de Registo Predial, uma vez que não é susceptível de ser comprovada por qualquer outro título formal extrajudicial, esta forma de aquisição. ESTÁ CONFORME E CONFERE COM O ORIGINAL NA PARTE TRANSCRITA. Vila Nova de Famalicão, dez de Dezembro de dois mil e nove. O Notário, Lic. Aníbal Castro da Costa PUBLICAÇÃO ÚNICA - Jornal Opinião Pública 23 de Dezembro de 2009
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pública: 23 de Dezembro de 2009 15
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pĂşblica: 23 de Dezembro de 2009
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