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AUTOMÓVEIS

Antes de tomar a decisão final pondere diversos aspectos

Compre carro com confiança Sofi fia a Abreu Silva Um carro não é um luxo. Esse deve ser um ponto assente, porque há muitos que pensam que comprar ou trocar de carro é um capricho. Mas, não é. Senão, reparemos, o carro leva-nos ao emprego, transporta-nos ao fim-desemana às compras, à praia, à casa de familiares, leva os miúdos à escola e ao futebol…. Passamos muito tempo da nossa vida em viagem e o nosso carro deve ser confortável e seguro. Se pudermos aliar estes dois conceitos básicos, será perfeito. Em primeiro lugar, devemos pensar se queremos um carro novo ou seminovo. Ao optar por um semi-novo, o automóvel será novo para si e não terá de pagar os impostos iniciais aquando da aquisição de um carro novo. Assim, se conseguir encontrar um carro seminovo, ainda dentro da garantia, com poucos quilómetros, sem dúvida que deve aproveitar. Mas há quem adore carros e não gosta de conduzir um que já tenha sido usado anteriormente. Na verdade, um carro novo tem diversas vantagens, porque apenas a pessoa que o compra o usará e poderá garantir uma boa utilização. Comprar um carro implica um gasto volumoso e por isso, tal como nunca casa, é preciso procurar bastante. O melhor é começar a procurar um carro novo meses antes de necessitar dele, porque assim conseguirá fazer uma pesquisa exaustiva no mercado. Negociar sempre. Este é um dos conselhos que deve seguir, mesmo que não seja uma pessoa com esse feitio. Os vendedores são profissio-

nais que tentam usar jogos psicológicos para criar uma ligação entre os dois, de forma a que seja mais difícil para si dizer que não quer comprar o carro. Não tenha problemas em dizer que é muito caro e negociar até ao preço que considera justo, tendo em conta os valores do mercado. Nunca revele quanto está disposto a pagar por um carro, porque se o vendedor sabe essa informação irá usá-la em favor dele. Se disser que está disposto a pagar um valor elevado, o vendedor irá manter o preço nessa área. Se disser que está disposto a pagar um valor mais baixo, o vendedor irá tentar vender-lhe um carro novo de uma gama mais baixa ou com menos equipamentos. Na visita aos vários standes, peça aos vendedores para escreverem o

preço que estão dispostos a fazer pelo carro nos seus cartões de visita. Desta forma, fica com uma prova escrita do custo do carro e pode ir a outro stande com essa informação e começar a negociar a partir desse valor. Um segredo que poucos sabem é que os vendedores automóveis costumam ter avaliações periódicas da sua prestação, o que significa que no final desses períodos precisam aumentar ao máximo as vendas para conseguirem cumprir os objectivos. Uma dessas alturas é o final do ano, porque acaba um período importante e porque os consumidores estão a gastar o dinheiro em prendas de natal e não em carros. Esta poderá ser uma boa altura para fazer negócio.

Vendas de automóveis deverão subir 2,2% este ano As vendas de automóveis ligeiros de passageiros novos em Portugal deverão aumentar este ano 2,2%, segundo previsões da Associação Automóvel de Portugal (Acap), depois da quebra de 24,5% em 2009, que resultou no pior desempenho do sector dos últimos 22 anos, com apenas 161 mil unidades comercializadas. Segundo o Diário Económico, o presidente da Acap atribuiu a forte contracção do mercado automóvel, que na última década caiu 45,9%, não apenas à crise económica, mas também à elevada fiscalidade. José Ramos sublinhou o forte agravamento de 12,3% no ISV (Imposto sobre Veículos) e de 15,2% no IUC (Imposto Único de Circulação), apontando que o Governo prepara agora um novo agravamento, quer do ISV, quer do IVA, previsto na proposta de Orçamento do Estado para 2010, em 1,7% e 5,4%, respectivamente, quando a inflação esperada é de 0,8%. Também a redução dos apoios ao abate de veículos em fim de vida, com o regresso aos valores anteriores a Agosto de 2009, e a diminuição do limite máximo das emissões de CO2 dos veículos a adquirir, de 140 g/k para 130g/k, são alvo dos críticas da Acap, uma vez que com estas mudanças, ficam de fora 478 modelos de automóveis ligeiros de passageiros, o que equivale a 26% do mercado.

Carros portugueses têm 10 anos A idade média do parque automóvel em Portugal tem crescido na última década, situando-se em 10 anos em 2009, sendo o número de habitantes por veículos de 5,3, quando a média da União Europeia é de 2,4. A Associação Automóvel de Portugal também já sugeriu ao Governo uma especial incidência na criação de uma linha de apoio específica ao sector da distribuição automóvel. Defende ainda a reintrodução da dedução no IRS das despesas com a manutenção dos veículos até determinado montante.

Fonte: poupardinheiro.info/ pub


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pública: 17 de Fevereiro de 2010

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Crédito Automóvel Nem todas as famílias têm dinheiro para comprar um automóvel a pronto. Muitas são as que precisam de crédito automóvel. Mas, para que tudo corra sobre rodas, na hora de pedir um financiamento, deve ter alguns cuidados. Em primeiro lugar, informe-se sobre todas as características, vantagens e inconvenientes das diversas formas de crédito automóvel disponíveis. Para isso é necessário contactar o maior número de instituições financeiras. Pode começar por falar com o banco com que normalmente trabalha, pois poderá encontrar as melhores propostas para o seu crédito. Analise bem todos os encargos associados às várias propostas de financiamento, como os seguros, por exemplo, pois estes podem variar de entidade para entidade. Pergunte sempre qual é a TAEG, que garantias são exigidas, se existem penalizações por amortização antecipada e se há custos de contratação a considerar (comissões de análise, por exemplo). Certifique-se de que consegue suportar a prestação mensal do seu empréstimo. Optar por um financiamento com um prazo mais alargado apenas para ter uma mensalidade mais reduzida não é a melhor solução. Quanto maior for o prazo de pagamento, maior será também o custo final do empréstimo. Procure uma prestação ajustada à sua capacidade de endividamento, num empréstimo com o menor prazo possível. Mas, se entretanto já contratou um financiamento automóvel, tente renegociar as condições do seu empréstimo para melhorar a taxa de juro e reduzir a prestação mensal.

Preto e cinza são as cores mais escolhidas Muitas famílias têm dúvidas quanto à cor. Na verdade, essa é uma escolha muito susceptível a modas. Lembre-se que as cores de lançamento devem ser ponderadas, pois custam, em média, mais 250 euros, em acabamento metalizado face a cores sólidas. Preto e cinzento prata são as cores dominantes no parque automóvel português, levando às nossas estradas um toque monocromático. Mas a opção da cor também deverá ter em conta a valorização ou desvalorização que se projectará na venda do carro usado. Cores pouco usuais requerem compradores mais específicos. Aliás, se no momento da compra optar por uma cor fora da palete instituída, isso originará normalmente uma espera superior da entrega do carro.

Carros híbridos são o futuro Os carros híbridos constituem uma contribuição técnica importante para reduzir um pouco a poluição ambiental. É que os veículos híbridos utilizam, em simultâneo, dois tipos de energia – a tradicional, proveniente de derivados de petróleo como a gasolina e o gasóleo, e a energia eléctrica fornecida por uma bateria recarregável. A fabricação de carros híbridos é cada vez mais encarada como o primeiro caminho a seguir para fazer face às grandes ameaças ambientais e económicas, uma vez que os goverpub.

nos já estão a impor limites às emissões de gases poluentes, prevendo-se que não demore muito tempo que os automóveis híbridos ultrapassem em número as viaturas que utilizam a energia clássica. Apesar dos carros híbridos serem mais caros que os convencionais, a médio prazo é possível recuperar o investimento efectuado com a poupança ao nível do consumo. Com a utilização de tecnologias cada vez mais modernas, aliadas à escalada recente do preço dos combustíveis, é certo que nos próximos anos teremos

ofertas de híbridos a preços cada vez mais competitivos. Os carros híbridos têm uma vantagem sobre os veículos movidos somente a energia eléctrica. Enquanto os primeiros possuem baterias auto-recarregáveis com o andamento, nos outros é necessária a substituição da bateria ou a sua recarga externa. Ainda que os verdadeiros carros híbridos impliquem a utilização de energia eléctrica, nem todos trabalham do mesmo modo. w w w. e ne r gia -solar is. co m pub.


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pública: 17 de Fevereiro de 2010

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Segurança para todos

Se a sua segurança e dos seus passageiros são uma prioridade, verifique os equipamentos de segurança activa e passiva, que equipam o carro que escolher, e caso não sejam de série, verifique se existem como opcionais e se o orçamento permite contemplá-los.

Por segurança activa, considera-se todos os elementos que evitem ou minimizem o risco de acidente, tais como sistema de travagem, ABS, controlo de estabilidade, boa visibilidade, entre outros. Por segurança passiva, entende-se todos os dispositivos que minorem as consequências de um acidente que não pode ser evitado, airbags frontais e laterais. Na verdade, os equipamentos de segurança são aqueles que pretendemos nunca usar, mas em caso de necessidade é bom poder contar com eles. Outro aspecto a analisar, como parâmetro de segurança são os resultados dos testes Euro NCAP (testes que avaliam os índices de segurança para os seus ocupantes e para os peões), tanto no resultado geral, como no da protecção de crianças e no da protecção de peões.

10 Mandamentos do bom condutor

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1. Prestar a maior atenção quando conduzir. A segurança rodoviária também depende de si e não apenas dos outros. 2. Conhecer as leis do trânsito e obedecer à sinalização, respeitando todos os outros utentes da via. 3. Ver e ser visto. 4. Usar sempre o cinto de segurança (quer o condutor, quer os passageiros), tanto em estrada como na cidade. 5. Conhecer o automóvel que conduz. 6. Manter o automóvel sempre em boas condições de funcionamento e de segurança. 7. Ser capaz de decidir com lucidez, rapidez e correctamente nas situações de perigo. 8. Conduzir sem pressas nem “apertos”, respeitando os limites de velocidade. Não aceitar desafios nem provocações. 9. Conduzir sempre no melhor estado físico e psíquico, não conduzindo cansado nem depois de ter ingerido bebidas alcoólicas. 10. Desfrutar do automóvel, nas viagens e deslocações, de forma tranquila, pensando que o mais importante é a sua vida e a dos outros.

Para diminuir o risco de avarias e/ou acidentes verifi fiqque:

A pressão de todos os pneus, incluindo o sobressalente. O bom funcionamento dos travões. As luzes exteriores – funcionamento, regulação e bom estado dos piscas. O nível do combustível. O nível do óleo e do líquido refrigerante do motor, do limpa-vidros e da bateria. A limpeza dos vidros e dos espelhos.

Poupe combustível Siga as datas de manutenção aconselhadas pelo fabricante e mantenha o veículo com o motor bem afinado. Um motor mal afinado é responsável pelo aumento do consumo em cerca de 10%. Verifique com regularidade a pressão dos pneus, pelo menos uma vez por mês. Uma pressão inferior à indicada pelo fabricante do automóvel ou dos pneus significa maior resistência ao rolamento e, consequentemente, maior consumo de combustível. Tenha tudo no seu automóvel bem regulado, especialmente a direcção. Mais uma vez, uma direcção desacertada ou pneus mal equilibrados aumentam a resistência ao rolamento e, necessariamente, o consumo. Evite excesso de peso. Se precisar de utilizar porta-bagagens de tecto, monte-o apenas quando precisar, pois a 120 km/h esse equipamento aumenta o consumo em 20%. Aqueça o motor em marcha e não parado, especialmente num recinto fechado onde os gases de escape ficam retidos. A melhor maneira de aquecer o motor é pô-lo a funcionar, esperar uns breves segundos para que os fluidos circulem normalmente e ponha o carro em andamento logo de seguida. Use uma marcha suave e vigie a temperatura do motor. Evite os pequenos trajectos. Estima-se que 10% dos trajectos urbanos têm menos

de 1 quilómetro e 25% deles têm entre 1 e 3 quilómetros. Evite os arranques bruscos e as travagens súbitas, pois está a desperdiçar energia. Se vir uma fila de trânsito à sua frente, antecipe a travagem e actue suavemente no pedal. Evite o péssimo hábito de acelerar parado. É uma verdade que guiar confortavelmente é guiar seguro, mas atenção à utilização inadequada ou excessiva de certos equipamentos que consomem energia, como é o caso do ar condicionado. Evite circular com os vidros abertos, sobretudo a partir de uma certa velocidade. Para além de aumentar o ruído aumenta a resistência aerodinâmica e o consumo em cerca de 5%. Fonte: Automóvel Clube de Portugal


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