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sport: 6 de novembro de 2014 21

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Gouveia Ferreira, presidente do FAC

“No FAC damos boas condições de trabalho” Entre as várias modalidades que o FAC tem está o Hóquei em Patins, que possui vários escalões. A equipa sénior disputa o Campeonato Nacional da 2ª Divisão e tem a subida como objetivo. “Temos de começar a temporada a pensar nisso, porque não vamos andar aqui entretidos”, começa por dizer o presidente do Famalicense Atlético Clube (FAC). Segundo Gouveia Ferreira, a equipa de Hóquei em Patins começou a trabalhar a meio de agosto com muito afinco. “Temos uma equipa técnica de qualidade superior, com o treinador Fernando Almeida, que apresenta uma experiência extraordinária, que jogou a nível internacional e foi um atleta destacado no Benfica”, disse, considerando que estão garantidas as condições para um trabalho profícuo. O Hóquei em Patins movimenta 160 atletas, um número que satisfaz a direção. “Estamos bem, quem vai ao pavilhão ao sábado de manhã vê a quantidade de atletas que temos, entre eles há muitos miúdos”. Como um clube que contempla muitas modalidades, o FAC, de acordo com Gouveia Ferreira, não tem meios para pagar convenientemente aos técnicos. “Temos de os seduzir com boas condições de trabalho, em que nos preocupamos em que nada lhes falte, porque se não há dinheiro, as pessoas têm de sentir outro apoio”, explicando o facto de contar com bons profissionais a comandar os diferentes grupos de trabalho. No capítulo financeiro, o presidente aponta que a coletividade recebe o apoio da Câmara de Famalicão, mas é “abaixo do mí-

nimo”. “Quando cheguei ao FAC recebíamos o mínimo, mas o apoio foi reduzido e isso criou-nos um problema tremendo, porque os particulares e empresas que nos ajudavam, por dificuldades, faliram ou fecharam, mas precisamos de ajuda pública. Temos a ajuda possível e a autarquia tem-nos ajudado, por exemplo, com a nossa atleta Sónia Gonçalves no caso do Badminton”. No caso concreto do Hóquei, o presidente diz que o material pesa muito no orçamento. “Um stick custa 50 euros e podem partir-se dois ou três por jogo”, contabiliza. No futuro, após 6 anos à frente da coletividade, Gouveia Ferreira acredita que esta direção trouxe homogeneidade a todas as modalidades e considera que o FAC “vai subsistindo com a ajuda dos famalicenses, sócios, do município e com a teimosia dos dirigentes”.

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Fernando Almeida, treinador do FAC em Hóquei

“Estes jogadores merecem mais vitórias” Depois de um início de campeonato marcado por várias derrotas, a equipa sénior de Hóquei em Patins do Famalicense Atlético Clube (FAC), soma a terceira vitória consecutiva no Campeonato Nacional da 2ª Divisão. À 7ª jornada, no passado fim de semana, o FAC recebeu o líder da classificação geral, o Clube Infante Sagres, que ainda não tinha sofrido qualquer derrota, e conquistou os três pontos. Neste momento, o FAC ocupa o 10º lugar na tabela, o que não espelha o bom trabalho feito pela equipa. O técnico da equipa sénior, Fernando Almeida, admite que os resultados iniciais não foram os melhores, mas evoca que a equipa é “praticamente nova, com quatro subidas de juniores vindos da formação”. O treinador diz que o trabalho tem sido bem feito e os jogadores “estão a trabalhar imenso”, sublinhando que houve jogos em que a equipa esteve muito bem na primeira parte dos jogos e acabou por perder. Sem olhar muito para trás, o treinador Fernando Almeida diz que todos já conversaram e agora interessa o “presente e o futuro”. “Vamos continuar a trabalhar, porque estes jogadores do FAC merecem que tenhamos mais vitórias e que estejamos lá em cima a morder os patins aos demais candidatos”. Assim, o objetivo do FAC passa por andar nos lugares cimeiros e depois, se possível, tentar a subida de divisão. “O campeonato da 2ª Divisão Norte é extremamente competitivo, mas queremos ver o que vai acontecer no futuro”, aponta,

encarando que a equipa que tiver mais equilíbrio e seja mais organizada será aquela que irá subir. Fernando Almeida diz que está satisfeito com o plantel que tem à sua disposição, falando em reforços que vieram trazer qualidade e traquejo ao plantel. “Esta mescla entre juventude e mais experiência está a ficar mais coesa e é com trabalho que temos conseguido isso”, afirma, acrescentando que o FAC não entra em loucuras. “Temos uma direção excelente, um presidente honesto e sincero e o FAC tem para oferecer trabalho e umas instalações espetaculares, que criam inveja a clubes da 1ª Divisão”, afirma, sublinhando, como técnico muito experiente, as boas condições não só ao Hóquei, mas também a outras modalidades.


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FAMALICENSE ATLÉTICO CLUBE

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Camadas jovens do Famalicense Atlético Clube especial

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Escolinhas

Escolares

Equipa Sub 13

Equipa Sub 17

Equipa Sub 13

Patinagem Artística

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Rui Santos, presidente do RAHC

“A subida de divisão não é um objetivo definido”

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À semelhança de anos anteriores, os objetivos do Riba d’Ave Hóquei Clube (RAHC) passam por melhorar a prestação do ano anterior no Campeonato Nacional da 2ª Divisão, sendo que nas duas últimas épocas alcançou o 4º lugar. “Mas este ano, é nossa ambição fazer melhor do que nestes dois anos”, afirma Rui Santos, presidente da coletividade, sem querer apontar a subida como meta. “A subida de divisão não é um objetivo definido, é algo que se acontecer será algo de muito gratificante para o clube, porque não passa, pelo imediato, por aquilo que nós entendemos que seja o ideal”, explica. Do plantel do RAHC saíram Filipe Miranda e Jorge Maceda, com um currículo de qualidade, saídas que foram colmatadas dentro de portas com atletas da formação. Aqui, refira-se apenas a vinda de Ricardo Carvalho, da Sobreira. “É firme convicção da direção de que temos um plantel e uma equipa técnica capazes de realizar os objetivos definidos. São jogadores, na sua grande maioria, provenientes da formação do RAHC e outros já estão connosco há algum tempo. Temos uma equipa com grande garra e entrega que dão garantias de que farão uma época dentro daquilo que são os pergaminhos do RAHC”, explica. Para Rui Santos, a coletividade tem recebido o apoio da vila de Riba d’Ave, embora haja a consciência das dificuldades que são transversais a qualquer sector de atividade, às quais o desporto e o associativismo não são alheios. “Sentimos um grande carinho da população e dos patrocinadores, que vai sendo aquilo que nos faz continuar a trabalhar e a acreditar neste projeto”, diz a propósito.

As camadas de formação são, no entender de Rui Santos, o melhor viveiro para a equipa sénior da equipa. “Temos um plantel constituído por 10 elementos, em que 7 são provenientes da formação do RAHC e isso diz muito daquilo que é o aproveitamento da nossa formação”, sublinha. Refira-se que neste ano, todos os escalões de formação do RAHC estão em competição (ver fotos na página seguinte), estando em curso uma promoção da modalidade junto das escolas. Este ano, destaque ainda para a treinadora Elsa Meireles que se juntou ao projeto da patinagem artística. “Foi uma excelente aposta que a direção fez, pois achávamos que era o momento para partirmos para algo diferente, mas não sem deixar um agradecimento à anterior treinadora, Ana Ferrer, que fez muito pela patinagem artística em Riba d’Ave”, disse.

Horácio Ferreira, treinador do RAHC

“Queremos a manutenção o mais rápido possível” O treinador da equipa sénior de hóquei em patins do Riba d’Ave Hóquei Clube (RAHC), Horácio Ferreira, é perentório e afirma que a prioridade desta temporada é a “manutenção o mais rápido possível” no Campeonato Nacional da 2ª Divisão. O técnico ribadavense deposita total confiança neste plantel que “tem muita juventude e qualidade”. “Há erros que vão sendo cometidos devido à idade, mas também há muita vontade de aprender. Contamos ainda com alguns jogadores que têm muita experiência, que já estiveram na 1ª divisão e essa mistura dá-me essa segurança”, refere Horácio Ferreira, que conta apenas com Ricardo Carvalho, reforço oriundo da Sobreira que veio para o setor defensivo. Os restantes elementos vêm da formação do clube, tendo lugar um trabalho, sobretudo, de continuidade. Horácio Ferreira considera o Campeonato Nacional da 2ª Divisão “muito competitivo e equilibrado”. “Há muitas equipas a lutarem pelo objetivo da subida de divisão e este é o campeonato mais equilibrado dos últimos 10 anos, é muito nivelado”, sustenta. A trabalhar no RAHC há vários anos, o técnico Horácio Ferreira diz que na coletividade ribadavense não falta nada. “Temos todo o material necessário, tudo o

que precisamos para fazer um bom trabalho está ao nosso dispor, o clube não falha com nada”, indica. Em relação à formação, Horácio Ferreira elogia a aposta forte do clube, porque o Riba d’Ave não tem muitas possibilidades para “ir buscar jogadores fora e então tem que fazer o trabalho cá dentro e acho que o tem feito muito bem”, contabilizando que o atual plantel sénior conta com muitos jogadores da formação.


RIBA DE AVE HÓQUEI CLUBE especial

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Juvenis

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