especial
sport: 16 de outubro de 2014 25
Francisco Paiva, presidente e treinador do FC Vermoim
FC Vermoim quer o primeiro lugar Sofi fia a Abreu Silva cenário como “ótimo”. “É sinal que o concelho está a dar mais Francisco Paiva é o homem que atenção ao futsal, que tem está na presidência do Futebol crescido de ano para ano, soClube de Vermoim (FCV), mas bretudo em qualidade”, afirma. que assume, ao mesmo tempo, Quanto à competição, proa tarefa de treinar duas equi- priamente dita, defende que as pas: o plantel sénior masculino equipas estão muito “mais forque disputa o campeonato dis- tes, mais competitivas e metrital de futsal da Associação lhor orientadas”. “Terá que ser de Futebol de Braga (AFB); e a jogo a jogo e, depois, logo se equipa feminina que integra os vê o que acontecerá no final”. nacionais. Eq uip a f em ini na q ue r se r Nos distritais da AFB, a ca m p e ã d o n a ci o n a l equipa de Vermoim tem intenA disputar mais uma época ções de apostar na subida aos nacionais de futsal. “O projeto no Campeonato Nacional de que o FCV tem com estes joga- Futsal, a equipa feminina quer dores, oriundos da formação, chegar, novamente, ao priera em dois anos ascendermos meiro lugar. Com um vasto curaos nacionais. Este é o se- rículo, onde constam muitas vigundo ano e o objetivo man- tórias e títulos, a equipa tém-se”, revela o presidente, continua a querer sempre mais. “Será um campeonato forte admitindo que a tarefa não e competitivo, visto que este será fácil. Francisco Paiva diz mesmo ano algumas equipas reforçaque é um caminho muito longo, ram-se muito”, refere Francisco pois o “facto de este ano não Paiva. “Tivemos alguns reforhaver 3ª divisão implica que os ços, mas tivemos uma saída jogadores tenham que jogar muito importante de uma joganos distritais, o que se traduz dora para Itália”, explica, reveem campeonatos mais fortes”. lando que hoje muitas atletas O plantel do Vermoim man- têm escolhido esse campeoteve a espinha dorsal da nato. No campo das condições de equipa do ano passado. A jogar com muitas equipas trabalho, o presidente, mas famalicenses neste campeo- também treinador, diz que gosnato, Francisco Paiva encara o taria de ter mais tempo de
treino no Pavilhão Municipal de Vermoim, mas considera que para o tempo de treino disponível os resultados são muito positivos. O mesmo se passa no setor masculino. “Mas temos de perceber que há mais associações que querem treinar”, compreende. Contas d ifíce is No que diz respeito às contas, Francisco Paiva é direto e diz que hoje as contrariedades são cada vez maiores e as “pessoas têm dificuldade em ajudar”. O responsável máximo pelo clube afirma que a coletividade tem feito um esforço muito grande e tenta “combater essa situação, montando estratégias de marketing um bocadinho diferentes do habitual, mas é complicado”. Com uma vasta equipa a trabalhar, o FC Vermoim tem conseguido “ultrapassar” as diferentes fases, mas não tem sido nada fácil. “Não chega só ter qualidade no plantel. No presente, há associações que têm possibilidades de oferecerem melhores condições financeiras aos seus atletas, mas no geral as associações estão com dificuldades em conseguir honrar os seus compromissos”. pub
26
Futebol Clube Vermoim
sport: 16 de outubro de 2014
especial
pub
pub
Futebol Clube Vermoim especial
pub
sport: 16 de outubro de 2014 27
pub
28
sport: 16 de outubro de 2014
especial pub
José Manuel, presidente da ADRO
“Queremos competir ao melhor nível possível” No futsal feminino, a disputar o Campeonato Distrital de Futsal da Associação de Futebol de Braga, está a equipa da Associação Desportiva e Recreativa Outeirense (ADRO), de Pousada de Saramagos. “Sem traçar fasquias e fazer o melhor possível”, é assim que o presidente da coletividade, José Manuel Fernandes, encara esta temporada. “Temos qualidade no plantel e estamos a contar ficar nos lugares acima do meio da tabela, mas a nossa prioridade é competir ao melhor nível possível”. Com algumas mudanças, a equipa conta com alguns reforços, suficientes no entender da direção, dado que os “objetivos não são muito ambiciosos”. “Se a ideia fosse a subida, teríamos que pensar noutro tipo de condições”, entende o presidente. Neste momento, a ADRO possui, além da equipa sénior, uma equipa de juniores e juvenis, o que exigiria 6 horas de treino nos espaços cedidos pela Câmara, o que não é possível. “Estamos a fazer um trabalho de base com a formação, logo se vê se conseguimos aguentar este barco… mas tivemos que fazer um acordo com o Externato Delfim Ferreira, de Riba d’Ave, com o pagamento de três horas semanais e depois temos o pavilhão de hóquei do Riba D’Ave Hóquei Clube”, explica José Manuel Fernandes. Num campeonato que contempla 11 equipas, o presidente refere que há algumas que irão lutar para serem campeãs, como o Fafe e o GD Porto d’Ave. Se a coletividade tem os pés bem assentes no campo desportivo, no plano financeiro não pub
é diferente, afinal a crise não tem poupado as diferentes coletividades. “Esperamos que a conjuntura melhore e se o crescimento a nível nacional for verdade, é evidente que essas situações também se irão refletir na confiança em relação às associações… mas, neste momento, é extremamente difícil angariar o dinheiro necessário”, afirma o responsável, salientando o importante apoio da Câmara de Famalicão “com as inscrições e exames médicos”. S.A.S.
Rúben Correia, treinador da ADRO
“Temos um plantel jovem, mas muito ambicioso” No comando técnico da equipa sénior feminina da Associação Desportiva e Recreativa Outeirense (ADRO) está Rúben Correia, que espera fazer um bom campeonato. “Sendo uma equipa recente nos campeonatos distritais, o objetivo passa por melhorar a prestação do ano passado a nível de campeonato”, afirma, apontando que no que respeita à Taça as metas poderão ser outras. “Se no ano passado fomos à final, logo no primeiro ano, este ano iremos pensar em ganhar a Taça”, diz. “O campeonato é feito de regularidade, enquanto a Taça é uma prova de eliminação, onde tudo pode acontecer”, compara. A equipa permanece com o núcleo duro que transita do ano passado, contando com uma nova guarda-redes experiente e duas atletas da equipa júnior. A estas juntaram-se, recentemente, na última semana, mais duas jogadoras, inclusive a melhor marcadora do ano passado do campeonato distrital e ainda atleta de futebol 11, que agora volta ao futsal. “É um plantel muito jovem, com apenas três jogadoras acima dos 22 anos, algo inexperiente, o que se reflete nos jogos, mas é um grupo ambicioso com muita vontade de crescer”, diz o técnico, também ele muito jovem, sublinhando que para si este é, igualmente, um desafio. Apesar de trabalhar apenas há dois anos neste campeonato, Rúben Correia já acompanha a realidade distrital há vários anos. “Este é, sem dúvida alguma, um dos mais competitivos e dos mais equilibrados campeonatos destes últimos anos, com talvez 2 equipas mais acessíveis, mas as restantes 9 são muito difíceis, em que podemos ver o oitavo lugar a ganhar à equipa do primeiro”.
No que respeita às condições de trabalho, o técnico reconhece o esforço da atual direção da ADRO que paga, este ano, a utilização de espaços para treinar. “Estou muito satisfeito, porque a direção conseguiu três horas no Externato Delfim Ferreira, além do pavilhão do RAHC, porque senão não daria para nada”. Como treinador, Rúben Correia diz que gostava de ver um maior apoio e reconhecimento ao futsal feminino. “Além do escalão sénior, temos ainda o juvenil e júnior feminino, quase inédito, e esperamos que mais gente venha assistir aos jogos que vão ser no pavilhão Riba d’Ave Hóquei Clube”. S.A.S.
Associação Desportiva Recreativa Outeirense especial
pub
sport: 16 de outubro de 2014 29
pub