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Textos: Sofi fia a Abreu Silva

Paulo Cunha, presidente da Câmara Municipal de Famalicão

“As principais novidades centram-se na ação social escolar” No arranque de mais um ano letivo, o presidente da Câmara Municipal, Paulo Cunha, revela as principais mudanças que irão acontecer neste ano letivo, que passam pela descentralização de competências e mais apoios às famílias.

sendo colocadas ao mesmo nível das famílias com rendimentos de 4 ou 5 mil euros por mês. Além disso, este ano letivo traz uma outra novidade, que tem a ver com um incentivo à natalidade, suavizando as despesas com a educação das famílias que querem ter mais que um filho. Esta medida consiste no facto do segundo filho usufruir de uma redução de 50 por cento no escalão em que estiver inserido e os filhos seguintes usufruírem da gratuitidade total na refeição e no prolongamento, tanto no pré-escolar como no 1.º ciclo. No decorrer deste ano letivo, serão ainda implementados os lanches saudáveis.

C.A ./S.A .S. OPINIÃO PÚBLICA: Famalicão foi um dos municípios escolhidos pelo Ministério da Educação para integrar uma experiência piloto de descentralização de competências na área da educação, ao nível do ensino básico e secundário. Esse processo vai avançar este ano letivo. Em que consistirá? Paulo Cunha: O concelho tem vindo a desenvolver um trabalho exemplar na área da educação, que é reconhecido por todos, nomeadamente pelo Ministério da Educação. O convite do governo para integrar esta experiência piloto surge precisamente no seguimento desse trabalho e é, no fundo, uma consequência daquilo que já temos vindo a fazer. Assim, o processo de descentralização de competências, que vai ser desenvolvido ao longo deste ano letivo, será sempre um processo gradual e dialogado, assente em cinco vetores fundamentais: a gestão curricular; a gestão pedagógica; a ges-

se essencialmente na questão da ação social escolar. Além da gratuitidade dos manuais escolares para todos os alunos do 1º ciclo, este ano a autarquia irá também oferecer material escolar aos alunos com os escalões A e B. Outra novidade tem a ver com a inclusão de mais um escalão social que prevê uma redução Relativamente ao 1º ciclo e pré-es- de 25 por cento e que abrange aquecolar quais são as principais novi- las famílias cujos pais recebem o sadades? lário mínimo e que não tinham, até As principais novidades centram- agora, direito a qualquer apoio,

tão de recursos humanos; a gestão financeira e a gestão de equipamentos e infraestruturas. Este não será um trabalho só do município, mas um trabalho coletivo realizado em parceria no âmbito do Conselho Municipal da Educação e da Rede Local da Educação e Formação.

que deverão ficar concluídas até ao Natal. Estão também a avançar as intervenções nos centros escolares de Lousado, Oliveira Santa Maria e Bairro.

Nos outros ciclos continua a haver a necessidade de intervencionar alguns estabelecimentos de ensino… Há edifícios com mais de 30 anos. Temos, por exemplo, os casos das escolas de Ribeirão, Júlio Brandão e Bernardino Machado e o caso da Secundária Padre Benjamim Salgado de Joane. A falta de manutenção é um problema que afeta a totalidade das escolas destes níveis de ensino do concelho. Neste momento, não temos competência direta para inForam realizadas intervenções nes- tervir nestas escolas, mas esperatas férias escolares em alguns esta- mos ganhá-la em breve com a transbelecimentos de ensino? ferência de competências. Todos os anos, investimos em obras de melhoramento e renovação dos Este ano a autarquia pretendeu dar edifícios. Este ano vamos inaugurar maior dinamismo ao Banco de Lio novo jardim de infância de Gondi- vros. Isso foi conseguido? felos, uma obra que ficará concluída O Banco de Livros Escolares tem-se em outubro e que terá uma capaci- revelado uma aposta ganha do mudade para 75 crianças. Entretanto, nicípio. Através desta iniciativa teforam efetuadas obras no jardim de mos conseguido apoiar um elevado infância de Esmeriz, na Escola Bá- número de famílias com o empréssica de Cabeçudos, em S. Miguel- timo de manuais escolares. Além o-Anjo, Calendário, nas Lameiras, disso, estamos a criar uma cultura entre muitas outras. Estão ainda a de partilha, de solidariedade e de decorrer obras de remodelação na sensibilização ambiental que não escola de Pousada de Saramagos tem preço. pub


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especial

Instituição apresenta cursos de elevada qualidade e empregabilidade

IPCA mantém uma das propinas mais baixas do país

O Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), em Barcelos, é a mais jovem instituição de ensino superior público em Portugal. Dispondo de um Campus moderno e em crescimento, o IPCA volta a ter, no ano letivo 2014/2015, uma das mais baixas propinas do país, ministrando um total de 13 cursos de licenciatura caraterizados pela qualidade e elevada empregabilidade. Pelo quarto ano consecutivo, o valor da propina manter-se-á nos 780 euros, podendo ser pago em 10 prestações mensais. Os estudantes do IPCA podem ainda beneficiar de bolsas de estudo, cujo montante mais baixo garante o pagamento da propina. Na 1ª fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, o IPCA registou a segunda melhor taxa de ocupação de vagas entre todos os institutos politécnicos do país, tendo sido apenas superado pelo Politécnico do

Porto. Um resultado que reflete o sucesso da aposta na criação de cursos que vão ao encontro dos interesses dos candidatos e às necessidades do tecido empresarial da região e do mercado de trabalho. Com um corpo docente jovem, maioritariamente composto por professores doutorados e de elevada qualidade, o IPCA conta, atualmente, com cerca de 3700 estudantes, podendo já este ano letivo alcançar os quatro mil. Apoios Sociais Os estudantes do IPCA têm ao seu dispor uma série de outros apoios sociais, entre os quais se destaca a ligação gratuita em autocarro exclusivo entre a estação ferroviária de Barcelos e o Campus do IPCA, que é particularmente útil para os estudantes provenientes do concelho Vila Nova de Famalicão que utilizam o comboio. Assim, verifica-se uma pub

lista de apoios sociais, a saber: possibilidade de Bolsa de Estudo, que pode ir até 5 261,42 euros, paga em 10 prestações mensais (valor mínimo assegura o pagamento da propina na íntegra); Fundo de Emergência (apoio a fundo perdido na aquisição de refeições, despesas de transporte e despesas de reprografia e material escolar); Bolsa de Colaboradores (participação remunerada dos estudantes em atividades adequadas do IPCA); Alimentação (acesso a refeições a preços sociais para todos os estudantes); Serviços de Saúde (acesso facilitado a consultas de clínica geral no Centro de Saúde de Barcelos e consultas gratuitas no Gabinete de Psicologia do IPCA); e Serviços de Transporte (serviço exclusivo gratuito de autocarro entre a estação ferroviária de Barcelos e o Campus do IPCA; serviço exclusivo de autocarro a preços sociais entre Braga e o Campus do IPCA). pub


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especial: 11 de setembro de 2014 III


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Agrupamento D. Maria II aposta na melhoria de serviços No presente ano letivo, o Agrupamento de Escolas D. Maria II acolherá 2100 alunos, distribuídos por 21 turmas do pré-escolar, 49 do 1º ciclo, 12 do 2º ciclo e 19 do 3º ciclo. Face ao sucesso registado em anos anteriores, esta unidade organizacional dará continuidade a diversos projetos concelhios e de âmbito nacional, nomeadamente: Projeto Fénix; Projeto Aprendizagem ao Longo da Vida/ Perspetivas de Transição para a Vida Ativa; Projeto Jardins Com(S)Ciência; Plano Nacional de Leitura; Desporto escolar - (com protocolos com outras escolas nas modalidades de Atletismo e Badminton); Desporto adaptado - Boccia; Programa de Educação para a Saúde; Parentalidade; Crescer a brincar; Press; Literattus; Empresa na Escola. Para além desta oferta, entre outros, continuarão em funcionamento os clubes de Proteção Civil; Matemática; Embelezamento de Espaços; PROSEPE. No que concerne a infraestruturas, a escola D. Maria II, embora esteja no 24º ano de funcionamento, apresenta, segundo a diretora Cândida Pinto, um edifício “em bom estado de conservação, com salas de aula devidamente apetrechadas para as diferentes áreas disciplinares, e um conjunto de espaços para o de-

senvolvimento de atividades extracurriculares”. De destacar também a existência de um pavilhão gimnodesportivo e de um campo de relva sintética, onde decorrem aulas de Educação Física e os treinos das Escolinhas do Benfica (após o período letivo). Por sua vez, na escola de Arnoso Santa Maria, dadas as excelentes condições físicas do pavilhão gimnodesportivo ali existente, dar-se-á continuidade à prática do desporto escolar no 1º ciclo, que permitirá desenvolver hábitos de vida saudável e despertar vocações nesta área. Sempre atento às necessidades dos alunos e das famílias, o agrupamento empenhou-se “em melhorar o serviço de transporte, garantir o pequeno-almoço e o almoço dos discentes que deles necessitam, zelar pela correta atribuição dos subsídios, assegurar o prolongamento de horário e apoiar os pais/encarregados de educação mediante a implementação do Projeto da Parentalidade”, revela a diretora Cândida Pinto. Com uma equipa constituída por 230 elementos (docentes e não docentes), esta unidade organizacional “está empenhada em preparar o futuro dos alunos com carinho, dedicação e inovação, tornando-os cidadãos responsáveis, solidários e pub


especial A proposta formativa 2014/2015 da FORAVE é um contributo para o desenvolvimento e crescimento industrial do concelho de Famalicão. De acordo com Manuela Guimarães, diretora pedagógica da Forave, a escola procura articular os seus cursos com as áreas setoriais de produtividade das empresas da região, mantendo o necessário ajustamento à modernidade e ao desenvolvimento técnico das empresas. “O Curso Profissional de Transformação de Polímeros na vertente de Processos da Produção é um novo desafio que vai criar uma resposta para um elevado número de empresas do setor dos Materiais Poliméricos, onde existe uma grande lacuna de técnicos qualificados”, explica, a propósito, a diretora pedagógica, Manuela Guimarães. A qualificação profissional nesta área constitui-se como uma “excelente opção para os jovens que pretendem adquirir novas competências e criar maiores perspetivas de empregabilidade”, acrescenta. A ligação da FORAVE a algumas empresas do setor e a sua localização territorial favorável ao atendimento de um elevado número de empresas localizadas nos concelhos próximos de Famalicão permitirão, segundo Manuela Guimarães, o desenvolvimento “da formação adequada aos níveis reais de exigência dos processos de produção, a realização de estágios, o desenvolvimento de projetos técnicos e a colocação dos diplomados”. O Curso de Gestão apresenta-se como “a melhor proposta para a excelência operacional das empresas”. Numa região e num concelho demarcado por uma economia fortemente industrial em que as empresas procuram novos mercados, aumentam as exportações e se preparam continuamente para a competitividade global, os jovens técnicos do Curso de Gestão são “preparados para utilizarem as ferramentas mais atuais e ne-

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FORAVE comprometida com a indústria de Famalicão

cessárias às empresas, privilegiando o planeamento e as técnicas de controlo da produção e da qualidade, o aprovisionamento e a gestão de stocks, o Lean Manufacturing, a gestão da cadeia de abastecimento, o planeamento e a gestão da manutenção”. Igualmente, os alunos do Curso de Processamento e Controlo da Qualidade Alimentar são “fortemente requisitados pelo mercado de trabalho pelas competências técnicas que possuem e que lhes permitem desenvolver projetos cada vez mais ambiciosos

e de elevado interesse para as empresas”. Refira-se que o aumento de parcerias com empresas de variados ramos da produtividade alimentar tem sido fundamental para que os alunos possam contactar com situações reais. O Curso de Eletrónica, Automação e Comando pelos conhecimentos e competências que confere aos alunos, torna estes técnicos muito procurados, de uma forma transversal, por todas as empresas que possuem equipamentos da especialidade. “Os

projetos desenvolvidos no âmbito das PAP e em parceria com as empresas têm elevado o grau de exigência e dificuldade e em alguns casos destacaram-se em concursos nacionais da área”, afirma a diretora. Esta aposta formativa enquadra-se no perfil da FORAVE que ao longo da sua existência se “tornou um parceiro imprescindível das empresas investindo em áreas de empregabilidade e de desenvolvimento e contribuindo para a qualificação dos seus recursos humanos”. pub


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O Agrupamento de Escolas D. Sancho, ao longo dos anos, tem sabido acompanhar a evolução, as mudanças e o desenvolvimento do nosso Concelho, o melhor para se estudar. Segundo o seu diretor, António Pinto, os alunos são colocados no centro do processo educativo. “Procuramos que se sintam motivados, somos exigentes no processo de aprendizagem, porque é nosso objetivo dotar os nossos alunos com competências que lhes permitam ter sucesso quer a nível profissional, quer a nível académico. Orgulhamo-nos por saber que muitos dos nossos alunos são profissionais de sucesso ou com excelentes percursos académicos nas universidades”, refere a propósito. Tudo isto é possível, segundo o responsável, porque existe uma aposta na qualidade do ensino, que é garantido, em primeiro lugar, pelo profissionalismo, pela dedicação e pelo esforço dos funcionários e dos professores, malgrado terem um estatuto profissional muito desvalorizado e muito pouco reconhecido. “As razões do sucesso residem num quadro estável porque valorizamos o trabalho de todos os intervenientes no processo educativo e porque tudo fazemos para que se sintam bem e apoiados”, sublinha António Pinto. Dadas as preocupações com a aprendizagem dos alunos, este ano o agrupamento vai reforçar os apoios educativos especialmente nas disciplinas com Exames Nacionais. “Temos metas claramente definidas que são ambiciosas, porque nunca aceitaremos ser um Agrupamento ‘do pouco mais ou menos’ ou do ‘mínimo indispensável’. Temos a certeza de que continuaremos a ser uma escola de referência e o melhor local para se estudar em Famalicão”, sustenta o diretor. Tendo como principal horizonte os bons resultados escolares, o Agrupamento D. Sancho I não se esgota nisso, procurando formar cidadãos capazes de se integrarem e terem sucesso na sociedade em que se inserem. “Pro-

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D. Sancho I: um agrupamento ao serviço da comunidade

curamos uma educação que assente nos valores do trabalho, responsabilidade, autonomia, respeito e da dignidade”. Hoje, o Agrupamento constitui uma centralidade aberta à comunidade, onde se desenvolve um conjunto muito vasto de ações que preparam os seus jovens para a vida, não apenas no domínio académico, mas também no domínio do crescimento e desenvolvimento da sua personalidade e da sua cidadania ativa.

Da vasta oferta formativa que o Agrupamento tem, destaque para os cursos do ensino secundário regular onde é líder; os cursos profissionais com uma vasta gama; e o aumento da oferta no ensino noturno, especialmente dirigida para adultos que queiram completar a sua formação. O polo do Centro para a Qualificação e o Ensino Profissional da Rede Local de Educação e Formação (CQEP) está em pleno funcionamento e apto a dar resposta às necessidades de formação e de cer-

tificação de competências de adultos. Recorde-se que o CQEP veio substituir o programa das Novas Oportunidades. De resto, António Pinto refere que todos os que são escola sabem que ela vive de utopias, de sonhos e de expetativas que um dia se realizarão, malgrado o mundo contingente e imprevisível em que vivemos. “Como disse Peter Drucker “a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo” e nós, aqui, procuramos criar esse futuro”. pub


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especial: 11 de setembro de 2014 VII

CIOR: uma marca de qualidade Neste ano letivo, a Escola Profissional Cior irá ser frequentada por, aproximadamente, 400 alunos, distribuídos por 15 turmas dos cursos profissionais, funcionando também várias ações no âmbito das formações modulares, tendo em vista a qualificação e requalificação de ativos empregados e desempregados, numa lógica de aprendizagem ao longo da vida. A instituição tem 30 professores e 33 funcionários, que vivem a escola com forte sentido de pertença. Em relação à oferta formativa, a CIOR, como sempre, vai ao encontro das necessidades do tecido económico, social e empresarial da região e dos interesses vocacionais dos alunos que nos procuram, a par da nossa capacidade humana e técnica instalada, ministrando os seguintes cursos: Animador Sociocultural; Energias Renováveis; Eletrónica Automação e Comando; Mecatrónica Automóvel e Produção Metalomecânica. No âmbito da formação modular certificada, dirigida a um público específico, como desempregados, decorrerão durante o próximo ano letivo as seguintes áreas formativas: Higiene e Segurança no Trabalho; Domótica e Mecânica Automóvel. Segundo o diretor Amadeu Dinis, a escola profissional continua a desenvolver e a consolidar um projeto educativo e formativo, centrado no sucesso dos seus formandos, assegurando elevadas taxas de conclusão de curso e de empregabilidade. Porque o lema da Cior continua a ser “Identificamos o futuro”, a escola quer “continuar a formar técnicos altamente qualificados, e sobretudo homens e mulheres que assumam e vivam a sua cidadania plena, cientes de que o conhecimento faz-nos me-

lhores e ajuda-nos a transformar o mundo para melhor.” De forma permanente e sistemática, a escola tem-se apetrechado com meios, equipamentos e recursos técnicos, a nível de salas de aula, laboratórios e oficinas que asseguram um processo de ensino-aprendizagem, consolidado nas boas práticas pedagógicas, sempre dirigidas para o saber ser e saber fazer, com qualidade, inovação e elevado profissionalismo, que queremos para todos os nossos formandos. A par da capacitação técnica e profissional que pretende

para os seus formandos, desenvolveu neles o espírito e o desafio para o empreendedorismo e inovação. A Cior continua fiel aos seus princípios e valores, porque além de Escola Profissional, a Cior é um agente e um parceiro ativo no desenvolvimento da Comunidade Local e Regional, onde se insere e quer servir, respondendo aos desafios da qualificação dos recursos humanos, da modernização e da competitividade do tecido socioeconómico e empresarial como fatores de progresso, coesão social e bem-estar.

A Cior assume-se como uma escola com identidade forte e sempre foi preocupação ter um olhar e um sentir dirigidos e atentos para os problemas que afetam famílias e alunos, nomeadamente as mais carenciadas. “Com os vários problemas de caráter económico e social que o país e as famílias vivem, redobramos a nossa atenção, assegurando meios e condições, evitando a todo o custo situações de abandono escolar. Temos uma forte relação e uma relação de proximidade com os alunos, pais e encarregados de educação”, afiança o diretor Amadeu Dinis. pub


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especial: 11 de setembro de 2014

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Agrupamento de Pedome apresenta muitas novidades No ano letivo de 2014/2015 estudarão no Agrupamento de Escolas de Pedome 1474 alunos distribuídos pelos vários ciclos e níveis de ensino, que vão desde o pré-escolar ao 3º ciclo. A partir deste mês, o Agrupamento apresenta várias novidades educativas: o inglês como oferta complementar nas turmas de 4º ano do 1º ciclo; generalização do ensino da Música no âmbito do horário semanal das turmas na área de Expressões, resultante do Protocolo de Cooperação com o Centro de Cultura Musical (CCM), das Caldas da Saúde. No âmbito da oferta das Atividades de Enriquecimento (AEC), o Agrupamento cooperará com instituições do meio, designadamente a Fundação Castro Alves, de Bairro, e o Hóquei Clube de Riba de Ave para, respetivamente, oferecer uma atividade de Modelagem em Barro nas escolas de Bairro e Delães; e de Patinagem na escola ribadavense. No âmbito das competências que cabem legalmente à autarquia famalicense foram executadas, durante o verão, obras de beneficiação e melhoramento nas escolas de Bairro, Carreira, Oliveira S. Mateus e Castelões, resolvendo deficiências estruturais dos edifícios ou benefi-

ciação de áreas funcionais. Ainda durante este mês de setembro terão início as obras de construção do Centro Escolar de Bairro, (Igreja) e de Oliveira Santa Maria (Alto da Estrada) que integrarão os jardins de infância locais. Devido a esta contingência da execução física de obras nos dois

Centros Escolares que estarão concluídas em agosto/setembro do próximo ano, as turmas de Bairro funcionarão, provisoriamente, em três polos. Já os 249 alunos da escola de Riba de Ave serão distribuídos pelo edifício escolar da Avenida e a Didáxis de Riba de Ave. Prevê-se para o ano de 2015 a

apresentação pública do projeto de construção do Centro Escolar de Riba de Ave, dimensionado para oito turmas do 1º CEB, duas salas de educação de infância, refeitório e biblioteca escolar. Permanentemente preocupado com a ligação Escola-Família e, concretamente, com as necessidades

das famílias, o agrupamento disponibiliza o Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família (GAAF) de que fazem parte as técnicas disponibilizadas pelo projeto T.E.I.P. e pelo Contrato de Autonomia. Como projetos do futuro, a curto prazo, o agrupamento tem dois desafios: consolidar nas turmas do 1º CEB e nas turmas de 2º CEB (5º e 6º anos) o Projeto Fénix “Mais Escola; Mais Sucesso” que desenvolve em parceria com a Didáxis e aplicando os recursos adicionais que o Ministério da Educação disponibiliza em crédito horário de pessoal docente para apoio às aprendizagens de Português e de Matemática. Por outro lado, apostar no projeto de Oferta Complementar de Iniciação à Língua Inglesa em todas as turmas do 4º ano de escolaridade. Ainda este ano letivo, o agrupamento apostará no processo de Certificação de Qualidade dos Serviços Educativos prestados pelo Agrupamento de Escolas de Pedome à Comunidade Educativa deste Território Educativo, apoiado pela empresa Hidrofer. Para este ano letivo, e em articulação com as Associações de Pais, é objetivo dinamizar e ampliar o Projeto Educativo Municipal de “Educação Parental”. pub


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especial: 11 de setembro de 2014 IX


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Academia APAMM apresenta 16 áreas de formação

O Centro de Formação - Academia APAMM Famalicão, agora, com novos responsáveis pedagógicos e novas instalações pretende apostar, cada vez mais, numa formação certificada de qualidade, procurando satisfazer necessidades reais de qualificação do cliente/empresa, consolidando as relações sólidas e permanentes, sustentadas na confiança e benefício mútuo. Sendo certificada pela DGERT em 16 áreas, a Academia APAMM comprova assim os pilares de qualidade, organização e eficiência como entidade formadora. Este ano, destaque para uma maior

aposta no ramo da estética, com a entrada em novos mercados, nos quais existe bastante procura e pouca oferta por parte das entidades certificadas Atualmente, a APAMM conta com 300 a 400 formandos, tendo em conta que a maior parte continua a apostar na formação-ação. Aliás, existem muitas áreas com bastante saída profissional: Formação de Professores e Formadores de áreas tecnológicas; Ciências Empresariais; Informática; Ciências Dentárias; Saúde; Serviços de Apoio a Crianças e Jovens; Trabalho Social e Orientação; Desporto e Cuidados de Beleza

Foi no passado mês de Agosto que a Academia APAMM mudou de instalações, dispondo agora de 5 salas de formação, sendo uma das salas equipada para a área de beleza/estética e outra para explicações, sendo as restantes adaptáveis aos diferentes tipos de formação. Além disso, o novo espaço conta com facilidade de estacionamento para os formandos e é bem servido pelos transportes públicos. Neste momento, a APAMM conta com uma bolsa de formadores alargada, mas que tem sempre no quadro, de forma permanente, um conjunto de 20 formadores para

responder às eventuais necessidades de empresas e formandos de forma individualizada. Sempre atento às necessidades da sociedade, o departamento de marketing APAMM procura pesquisar e avaliar as formações com maior saída no mercado de trabalho, quer a nível de ofertas de emprego ou melhoria/aquisição/reciclagem de novas competências. Para o futuro, fica a intenção de continuar a ser uma entidade de excelência “em todas as vertentes, visto que não existe nenhum centro de formação em Famalicão que atue num mercado tão abrangente”. pub


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especial: 11 de setembro de 2014 XI

Didáxis aposta em múltiplos projetos São cerca de 3330 os alunos que estudarão nos dois estabelecimentos de ensino da Cooperativa de Ensino Didáxis, em Riba de Ave e Vale S. Cosme, num total de 130 turmas, do ensino básico ao secundário (geral e profissional). Na Didáxis está tudo garantido para o arranque do ano letivo. A Cooperativa apresenta como grande novidade dois espaços sintéticos (campos de futebol), um na escola de Riba de Ave e um outro na de Vale S. Cosme. “Temos também uma infraestrutura de apoio em Riba de Ave a todas as atividades desportivas. Estas novas valências vêem proporcionar aos nossos alunos e à comunidade uma maior uma maior interacção quer a nível desportivo quer a nível social”, afirma José Fernandes, presidente da direção administrativa da Cooperativa Didáxis. Para além destas obras de grande relevo, a Cooperativa tem vindo a realizar também pequenas obras de requalificação e conservação dos diversos espaços. Como pontos mais relevantes, a Cooperativa apresenta vários e muito positivos: no campo oportunidades de desenvolvimento de projetos de melhoria de desempenho escolar dos alunos, a Didáxis tem vindo a implementar o Fenix, Cambridge (certificação das competências em Inglês); a dinâmica do Projeto Educativo, o clima organizacional, a qualidade dos serviços, a segurança dos transportes e no recinto escolar, a capacidade de envolver os alunos e de lhes proporcionar o melhor bem-estar. Consciente de que a crise não foi ainda superada, a direção da Didáxis tem promovido o Núcleo “Didáxis Solidária”, bem como uma “Loja Social”, que trabalham a solidariedade, em rede. A escola possuiu

um Banco de Manuais Escolares, para reduzir os gastos das famílias no arranque do ano letivo. “Fornecemos jantar às famílias carenciadas e em épocas especiais são distribuídos cabazes pelas famílias. Há, ainda, outras medidas pontuais para atender a casos particulares e específicos de cada aluno, como encaminhamento dos alunos e respetivas famílias para as estruturas concelhias de apoio psicossocial”, explica José Fernandes. A Didáxis oferece um leque de atividades de enriquecimento curricular nas áreas de

andebol e atletismo federados, ginástica desportiva, ténis de mesa, andebol e atletismo não federados e uma escola de futebol; disponibiliza, ainda, núcleos escolares de dança, teatro, música, multijogos e xadrez. Registou-se a criação da Associação Académica Didáxis – A2D, que tem por missão o desenvolvimento de atividades não só desportivas, mas também culturais e académicas. As duas escolas disponibilizam também outros projetos de enriquecimento curricular inseridos na educação para a ci-

dadania, como “Economia para crianças”, PRESSE e PELT. Há ainda o Projeto Cambridge English School numa clara aposta, desde do pré escolar até à idade adulta, na valorização de línguas estrangeiras, nomeadamente o inglês e o Projeto Europeu Comenius. De realçar ainda a Academia Didáxis, um projeto que desafia os alunos a serem “excelentes” alargando as potencialidades das crianças em duas áreas de saber: Português e Matemática. Este projeto destina-se a crianças do 1º e 2º ciclo do Ensino Básico. pub


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Externato Infante D. Henrique empenhado no sucesso escolar O Externato Infante D. Henrique iniciou o novo ano escolar no dia 9 de setembro, com atividades de acolhimento dos alunos que estiveram a cargo dos diretores de turma. Esta escola, localizada no concelho de Braga, é frequentada por 1428 alunos, distribuídos por 52 turmas, muitos dos quais residentes na área de Famalicão, considerando-se, por isso, também “famalicense”. Segundo o diretor do Externato Infante D. Henrique, José Ferreira, os 180 novos alunos do 5º ano mereceram uma atenção muito particular, “embora quase todos tivessem já participado durante as férias de verão, no mês de julho, em atividades de ambientação à nova escola, aos novos professores e ao novo ciclo de estudos”. O ensino, a educação e a formação são assegurados por 82 professores e 54 colaboradores não docentes. “A qualidade do corpo docente, o seu empenho e a sua motivação e o compromisso dos professores com o projeto educativo da escola é porventura o nosso ponto forte”, assume o diretor. A oferta educativa e formativa desta escola segue uma linha de

estabilidade adquirida ao longo de vários anos e inclui o ensino básico (2º e 3º ciclos) e o ensino secundário regular e profissional. No que se refere ao ensino secundário, a escola tem 6 turmas, 3 de Ciências e Tecnologias, 1 de Línguas e Humanidades, 1 de Técnico de Multimédia e 1 de Técnico de Processamento e Controlo de Qua-

lidade Alimentar. A Alfacoop, entidade titular da escola, aproveitou a interrupção de verão para introduzir melhorias significativas nas instalações e nos equipamentos. “O conforto dos espaços de aulas e dos espaços de recreio mereceu uma atenção especial. Uma das salas de informática foi completamente renovada”,

revela José Ferreira. Na organização do tempo letivo semanal, as tardes de quarta-feira são destinadas a atividades de apoio educativo aos alunos e atividades de complemento e enriquecimento curricular, com destaque especial para a Academia de Línguas, o Desporto e a Educação Ambiental. Nesta última área, a escola

vai começar o ano letivo com a recepção da Bandeira Verde das EcoEscolas, numa cerimónia a realizar em Gaia, no dia 15 de outubro. O Externato Infante D. Henrique está firmemente empenhado na melhoria da qualidade das aprendizagens e no sucesso escolar e educativo dos seus alunos. Numa mensagem enviada aos alunos e aos pais, José Ferreira, diretor deste estabelecimento de ensino formulou votos de que “em permanente colaboração entre a escola e a família consigamos atingir plenamente estes objetivos comuns”, salientando que o sucesso se constrói no dia a dia, “a começar logo no arranque do ano letivo”. Lembrou ainda que, tal como disse Einstein, “o único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”. Apesar das dificuldades que são transversais a toda a sociedade, a comunidade educativa do Externato Infante D. Henrique, em cooperação com as autarquias e com outras instituições sociais relevantes, “está empenhada na construção de um futuro melhor para o país e para a região, sabendo que o desenvolvimento sustentável passa necessariamente por mais e melhor educação”. pub


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