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LÍDER e EXCELÊNCIA Textos: Sodia Abreu Silva

Distinguidas como PME Líder e Excelência pelo IAPMEI

Empresas famalicenses mostram o que valem!

2013 foi novamente um ano marcado pela palavra crise. A ela estão associadas muitos vocábulos como, por exemplo, dificuldades, impostos, falta de acesso ao crédito, vendas mais moderadas. Porém, é nas adversidades que muitos encontram soluções inteligentes e conseguem mostrar o que valem. Os empresários dizem que o caminho não é espontâneo, nem claro. É necessário apostar. Mas, apostar implica arriscar, ir mais além, nem sempre com a certeza que tudo correrá bem. No entanto, ficar parado não é opção para as Pequenas e Médias Empresas (PME). São muitas as empresas, com sede no concelho de Famalicão, que viram o seu trabalho reconhecido, sendo distinguidas com o galardão de PME Líder – uma qualificação empresarial criada pelo IAPMEI – Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas e Investimentos. Destas, algumas foram ainda galardoadas com o prémio PME Excelência. Ambas as distinções têm como objetivo valorizar as melhores performances empresariais e abrir caminho para a con-

solidação de estratégias de crescimento regional e liderança. O estatuto PME Líder foi lançado pelo programa Fincresce. É um estatuto conferido a todas as empresas que se distinguem pela sua posição como motor da economia nos diferentes setores de atividade, através da qualidade do seu desempenho e o seu perfil de risco. O estatuto PME Líder é atribuído pelo IAPMEI e pelo Turismo de Portugal, juntamente com os bancos parceiros, com base nos critérios económico financeiros e de rating. O estatuto tem associado um conjunto de benefícios, como o acesso, em melhores condições, a produtos financeiros e a uma rede de serviços, a facilitação na relação com a banca e um certificado de qualidade para as empresas na sua relação com o mercado. Já o conceito PME Excelência é um estatuto de qualificação empresarial criado pelo IAPMEI em parceria com o Turismo de Portugal e várias entidades bancárias. O estatuto PME Excelência traz como principais vantagens às empresas pre-

miadas a notoriedade, reputação, otimização das condições de financiamento e de reforço competitivo no segmento das PME Líder. Este estatuto de qualificação empresarial criado pelo IAPMEI está assente numa parceria com o Turismo de Portugal, o Barclays, o Banco Espírito Santo, o Banco Espírito Santo dos Açores, o Banco BPI, a Caixa Geral de Depósitos, o Crédito Agrícola, o Millenium BCP, o Montepio e o Santander Totta. O Estatuto PME Excelência tem a validade de um ano. Justamente, o OPINIÃO ESPECIAL foi à procura das empresas Líder e de Excelência e falou com vários empresários cujas empresas foram distinguidas pelo IAPMEI. A distinção é importante para que se perceba que aquela empresa está bem, sustentável, mas não é tudo. O mais importante é manter a produção, os clientes, os postos de trabalho, a rentabilidade, porque, afinal de contas, é isso que faz a economia crescer. Ninguém sabe a fórmula certa para acabar com a crise, mas o caminho faz-se através de investimento, seriedade, formação e trabalho.

PME ganham nova linha de crédito de dois mil milhões de euros O ministro da Economia anunciou, no passado dia 6 de fevereiro, a criação de uma nova linha PME Crescimento, com uma dotação de dois mil milhões de euros e um prazo máximo de 10 anos. António Pires de Lima fez o anúncio no Europarque, em Santa Maria da Feira, durante a cerimónia da atribuição dos prémios que atribuíram o estatuto PME Excelência 2013 a 1100 empresas. “Um dos instrumentos que maior sucesso teve em termos de utilização foi precisamente a linha PME Crescimento que praticamente está ocupada a 100%, um ano depois de ter sido lançada. Tenho por isso o gosto de anunciar o lançamento de uma nova linha PME Crescimento”. A linha deste ano vai conter “quatro subdivisões”, segundo o ministro. “Um eixo ligado às micro e pequenas empresas, que vale 500 milhões de euros; uma linha geral vocacionada para as necessidades de tesouraria, de fundo de maneio, também de 500 milhões de euros; uma linha geral vocacionada para o investimento igualmente de 500 milhões de euros e, finalmente, uma linha orientada para a dinamização das exportações, também de 500 milhões de euros”. O estatuto de PME Excelência 2013 foi atribuído a 1100 empresas, tendo em conta critérios de desempenho e rendibilidades verificados no ano anterior. Os resultados líquidos das empresas eleitas totalizaram 401,5 milhões de euros, um aumento de 31,74%. pub


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pública: 20 de fevereiro de 2014 III

especial

Empresa de Lousado está virada para o mercado estrangeiro

Moldamirco investe em novas máquinas para continuar a crescer Com natural orgulho, mas sem perder a noção de que este reconhecimento apenas traz mais responsabilidade. É desta maneira que a empresa Moldamirco-Metalomecânica de Moldes e Ferramentas, Lda., de Lousado, encara a atribuição do título de PME Excelência. “Não deixamos de ser quem sempre fomos, como empresa. Já é o terceiro ano consecutivo que somos reconhecidos pelo IAPMEI e as exigências são cada vez maiores”, afirma Paulo Couto, sócio-gerente da Moldamirco. A Moldamirco, em Lousado, começou a sua atividade num pequeno espaço nas traseiras de uma habitação há 15 anos. Em 2000 passou para um pavilhão de 800 m2, seguindo-se um outro anexo ao primeiro. Já este ano adquiriu mais um armazém. Para além do crescimento das instalações produtivas, a Moldamirco possui um parque de máquinas atual, com vários centros de maquinação, máquina de erosão por fio, assim como um recente aparelho de soldadura a laser. A par da tecnologia, a empresa Moldamirco possui a certificação do Sis-

dedicação de toda a equipa”. “Mantivemos a tendência de crescimento, graças à fidelidade dos nossos clientes. Terminámos o ano com investimentos em novas máquinas e também na ampliação das instalações produtivas, o que se traduz num 2014 de grandes desafios, com novos clientes”, revela o responsável da empresa, acentuando que a par do crescimento financeiro, a intenção da Moldamirco é melhorar também a satisfação dos seus 46 colaboradores, no sentido de aperfeiçoar os seus principais indicadores de desempenho. Como empresa direcionada para o mercado externo, a Moldamirco não sentiu os efeitos adversos de um mercado em crise,

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tema de Gestão da Qualidade pela ISO 9001:2008, desde 2008. No dia a dia da Moldamirco há premissas que estão determinadas e que conduzem ao sucesso da empresa. “Temos total

disponibilidade, flexibilidade e dedicação aos nossos clientes, garantindo qualidade no serviço prestado”, descreve o responsável, evocando que o ano de 2013 foi de “muito trabalho, esforço e

mas não deixa de reprovar os lentos procedimentos burocráticos do Estado e o crescimento exponencial da carga fiscal, a todos os níveis, que são, basicamente, “os principais fatores que limitam a dinâmica das PME’s no nosso país”. Porém, perante as adversidades, Paulo Couto defende que todos os intervenientes económicos devem assumir as suas responsabilidades e agir, “sem esperar que os outros mudem”. “Se os empresários estiverem à espera que o Estado mude; ou se o Estado, ou quem o representa, estiver à espera que os empresários mudem a sua mentalidade e ação, continuaremos todos na mesma”, considera.

Nome: Moldamirco-Metalomecânica de Moldes e Ferramentas, Lda. Data de criação: Julho de 1999 Localização: Lousado, Vila Nova de Famalicão Produtos/Serviços: manutenção industrial, peças técnicas, moldes de termoformação, projetos mecânicos específicos Colaboradores: 46 pub


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pĂşblica: 20 de fevereiro de 2014

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pública: 20 de fevereiro de 2014 V

especial

Instituição cinquentenária de ensino é PME Líder

Externato Delfim Ferreira é uma das melhores do país Na área do ensino, a Instituição Delfinópolis – Externato Delfim Ferreira, de Riba d’Ave, é uma empresa PME Líder, distinguida pelo IAPMEI. Trata-se, no entender da direção, de um reconhecimento muito importante para este estabelecimento de ensino,sobretudo no contexto económico e político atual que não é de todo favorável à sua atividade. “Consideramo-lo como um incentivo que reforça o entusiasmo de quem acredita no futuro. A comunidade escolar tem consciência que um ambiente de incerteza gera ameaças, mas também oportunidades de sucesso, que contemplam quem aprende”, afirma Alzira Pereira, diretora pedagógica. O Externato Delfim Ferreira tem uma história cinquentenária, com um modelo de gestão que tem vindo a adaptar-se aos diferentes contextos, mesmo os mais adversos.É uma instituição liderada por gente jovem, que se apoia na visão do fundador, Doutor Aurélio Fernando, e orienta-se pela missão, reconhecida a nível global, como de bem público,

que assenta na instrução e preparação de “mulheres e homens íntegros”. Aliás, o bom empenho da instituição continua a ser premiado com os lugares de topo no ranking das escolas. “A classificação, como uma das melhores escolas a nível nacional, enche-nos de alegria, porque materializamos e vemos a concretização do sonho para o qual este colégio foi criado”, destaca, a propósito, a diretora pedagógica. Apesar de muitos sucessos alcançados, a atividade da Delfinópolis tem-se desenvolvido num contexto de volatilidade e incerteza.“Temos feito um elevado esforço de racionalização e estabilização das contas, para fazer frente à redução dos apoios do Governo, cerca de 30% em 2011, e às alterações legislativas que afetam o setor. Este contexto implicou um pensamento centrado na sustentabilidade da instituição e na salvaguarda do equilíbrio pedagógico, económico, financeiro e de emprego”, refere Luís Miguel Craveiro, da direção económica. “O crescimento que ambicio-

namos fundamenta-se na aliança entre a pedagogia de excelência e o equilíbrio sustentável económico e financeiro”, acrescenta. No sentido de dar continuidade ao trabalho galardoado, está em curso no Externato um plano de marketing promocional, assente no princípio da negociação e partilha de vantagens recíprocas.“Acreditamos que o caminho que iniciámos, há mais de cinquenta anos, de edificação de ‘almas’, pode continuar a inspirar-nos num mundo cada vez mais volátil. A valorização do aluno e dos membros da comunidade escolar é um valor económico em si mesmo”, defende Catarina Craveiro Guimarães, da direção. Na verdade, os responsáveis

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pelo Externato acreditam que “o amor ao aluno, que por consequência se alastra a toda a comunidade escolar, é o principal fator de sucesso e de vantagem competitiva, face aos parceiros que exercem a mesma atividade de ensino”. Para o futuro estão previstos, claro, muitos desafios, sendo que alguns se prendem com o financiamento e legislação por parte do Governo. “Obviamente que também iremos encontrar problemas demográficos e de

Nome: Delfinópolis-Ensino, Técnica e Educação, Lda. Data de criação:31 de janeiro de 1963 Localização: Riba D’Ave, V.N.Famalicão Colaboradores:143 Volume de rendimentos em 2013: 4.846.000€

concorrência devido à baixa taxa de natalidade. Aí, teremos de nos reposicionar para os enfrentarmos com sucesso”, revelam Luís Miguel Craveiro e Catarina Guimarães. Para já, e para este ano de 2014, o principal objetivo é garantir que o equilíbrio na utilização dos meios disponíveis seja a alavanca da perpetuidade da Delfinópolis-Externato Delfim Ferreira. “Do ponto de vista da organização, temos de continuar o caminho da modernização dos processos que temos implementado e iremos apostar na diversificação da nossa oferta”, revela a diretora pedagógica, Alzira Pereira, numa “aliança entre a pedagogia de excelência, reconhecida pela comunidade educativa, e a arte da gestão económica dos recursos materiais disponíveis”. De resto, o Externato de Riba d’Ave aproveita para prestar uma homenagem póstuma ao Professor Doutor José Craveiro, que dedicou o “melhor tempo da sua vida ao projeto desta escola, lado a lado com o fundador, praticamente desde a sua constituição”. pub


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pública: 20 de fevereiro de 2014

especial

Empresa dá emprego a 44 pessoas e procura novos mercados

Produtos alimentares da Sófritar estão à mesa de milhares de famílias Consistência na qualidade dos produtos, uma equipa dinâmica e empenhada, parceiros comerciais fortes e muito trabalho são os principais ingredientes que fazem da empresa Sófritar uma das melhores a nível nacional. A Sófritar-Produtos Alimentares Lda surgiu em 1991, apostando no fabrico de produtos congelados, desde os rissóis de carne, aos bolinhos de bacalhau, panados, entre muitos outros. A empresa de Gavião viu serlhe renovado o estatuto PME Excelência em 2013, encarando esta qualificação “como um fator de diferenciação e de responsabilidade acrescida perante os seus colaboradores,

clientes e fornecedores. “É um estatuto que nos tem sido atribuído desde 2009 de forma consecutiva”, afirma Joaquim Peixoto, sócio-gerente. O ano que terminou, para a Sófritar, foi de “muito trabalho e de uma grande incerteza, resultado da conjuntura do mercado”, mas traduziu-se em crescimento. “Aumentámos o número de postos de trabalho e aumentámos a faturação anual, mantendo desta forma a curva do nosso crescimento”, aponta o responsável máximo. A Sófritar, ao longo destes 23 anos de existência, tem vindo a crescer de forma sustentada, apostando também na internacionalização, procurando

novos parceiros e novos mercados. “Neste último ano temos vindo a preparar condições para trabalhar com outros mercados, nomeadamente com o mercado

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brasileiro, que representa uma das economias emergentes”, revela. No entender de Joaquim Peixoto, o mercado nacional, de-

Nome: Sófritar – Peixoto & Vale Produtos Alimentares, Lda. Data de criação: março de 1991 Localização: Gavião, V.N.Famalicão Produtos: produtos pré-cozinhados: pastéis de bacalhau, rissóis de carne, camarão, frango, atum, pescada, leitão; panados de porco, frango, peru; croquetes de carne, coxinhas de frango, chamuças, entre outros. Colaboradores: 44 Volume de negócios em 2013: 4 200 000€

vido à conjuntura, estagnou, “fazendo com que a exportação seja a única solução para qualquer empresa crescer e até mesmo sobreviver”. Para a administração da Sófritar, um dos maiores problemas para as empresas portuguesas é o “crescente aumento de impostos, a enorme redução do poder de compra dos consumidores e a incerteza dos mercados”. Justamente, para este ano, a empresa famalicense está expectante face à retoma dos mercados e concretização de “alguns negócios e crescimento” dentro dos seus mercados, através da “introdução de novos produtos e novas políticas comerciais”.

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pública: 20 de fevereiro de 2014 VII

especial

Empresa cria mais postos de trabalho e aumenta faturação

Luminal aposta na internacionalização A política da Luminal, ao longo destes 55 anos, passou sempre por uma dinâmica de investimentos. Não apenas investimentos ao nível dos equipamentos, mas sobretudo ao nível dos recursos humanos e suas competências. Justamente, o reflexo dessa evolução tem sido o aumento do número de colaboradores e o crescente volume de faturação ao longo dos últimos anos. O ano de 2013 foi acima de tudo um período de reorganização da empresa. “O fato de termos iniciado o processo de internacionalização em 2012, resultando num significativo investimento, fez com que a empresa tivesse a necessidade de readaptar processos e reorganizar recursos para uma nova realidade. Mas, o balanço é positivo tanto a nível nacional como internacional”, revela Joaquim Oliveira, o diretor-geral da empresa Luminal. O dinamismo e a visão da Luminal valeram, novamente, a atribuição de PME Líder, pelo IAPMEI. “É um motivo de grande orgulho, mas acima de

tudo uma grande responsabilidade para o futuro. Ser PME Líder, pelo segundo ano consecutivo, tendo em conta a conjuntura atual, dá-nos confiança e alento para fazer face às adversidades do mercado”, entende o responsável. A inovação é uma das maiores apostas da empresa Luminal. “Temos a consciência de que não chega dar apenas resposta ao que os nossos clientes pretendem, mas, ao invés, tentamos sempre antecipar as suas necessidades”, revela o diretor. A Luminal tem como setores mais significativos, em termos de volume de negócios, a indústria e a construção civil. Naturalmente que a crise na construção foi transversal à economia do país e acabou por afetar a maior parte dos outros setores. “O poder de compra diminuiu e a maioria das empresas retraiu-se nos seus investimentos, mas temos a sorte, e acreditamos que a competência, por estarmos ao lado das exceções a esta tendência”, observa Joaquim Oli-

veira. Sublinhando que as pequenas e médias empresas representam mais de 90% das empresas existentes em Portugal, este empresário diz que, numa altura em que muitas dessas empresas se deslocalizam para outros países, o grande desafio é perceber que é tão importante atrair investimento como é não perder investimento que já cá está. “Da mesma forma que é importante não perder os bons investimentos feitos em Portugal, é igualmente importante perceber que o grande projeto para o país será sempre o somatório dos pequenos projetos”, acrescenta. Para a Luminal, em concreto, o objetivo é continuar a crescer, tal como tem acontecido nos últimos anos. No entanto, sabendo-se da situação difícil que o país atravessa, “pretendemos pelo menos manter a atual estrutura em Portugal e cimentar, numa perspetiva de crescimento, a nossa posição no mercado angolano”.

B.I. Nome: Luminal-Fernando da Silva Gonçalves, Lda. Data de criação: 1959 Localização: Armazém (venda ao público) em Requião; loja na Rua Santo António, Vila Nova de Famalicão Produtos/serviços: comercialização de material elétrico/instalações elétricas Colaboradores: 24 Volume de negócios em 2013: 1.642.734,51 euros Vendas (percentagem) no mercado nacional: 68% Vendas (percentagem) internacional: 32% pub


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pĂşblica: 20 de fevereiro de 2014

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pública: 20 de fevereiro de 2014 IX

especial

Empresa tem uma marca própria, a Silverclean

Campos & Campos produzem peúgas para todo o mundo Em Requião está a empresa Campos & Campos Lda., que produz diariamente milhares de peúgas para calçar pés em todos os cantos do mundo. Há 32 anos no mercado, a empresa Campos & Campos, fundada por António Campos, recebeu, uma vez mais, o estatuto PME Líder, pelo IAPMEI. “Trata-se de um título com bastante relevo, que significa prestígio e também mais benefícios perante o mercado, mas implica, igualmente, mais trabalho e definição de objetivos concertos para a empresa”, afirma Miguel Campos, administrador da empresa. 2013 foi para a Campos & Campos um ano “excecional”. “Aumentámos o nosso volume de faturação, conquistámos novos clientes, desenvolvemos novos produtos e apostámos na inovação. Consideramo-nos uma empresa líder de mercado, fazemos todo o tipo de peúgas, desde as clássicas, aos produtos para todo o tipo de desporto e saúde”, elenca Miguel Campos, frisando que a empresa tem uma marca própria, a Silverclean, um produto mais vocacionado para a esfera da saúde e

tratamento antibacteriano. Mais de 99% da produção da Campos & Campos destina-se ao mercado externo. A empresa trabalha para todo o mundo, mas com maior incidência na Europa, como Alemanha, Reino Unido, França, Suécia e Dinamarca, mas há muitos outros clientes fora da Europa. Face à conjuntura atual, na sua visão de empresário, Miguel Campos diz que todos os sectores sentem a crise. “O ciclo económico não está a funcionar bem. Eu defendo que a base da pirâmide tem que ganhar dinheiro para que ciclo comece a funcionar devidamente”. “Notámos que há dois ou três anos houve, de facto, uma grande quebra, havendo, agora, uma maior procura, mas constatamos que a crise veio, mas ainda não foi embora. A margem líquida é mais reduzida e temos de apostar em grandes volumes para termos uma rentabilidade para a estrutura da empresa…temos de viver este momento e aceitar este mercado”, expõe. Justamente, para fintar as eventuais dificuldades, a empresa tem apostado em nichos de mer-

cados, desde o produto mais caro ao mais barato. “É isso que nos faz mais competitivos e nos dá o equilíbrio necessário no mercado”, diz Miguel Campos. A estratégia da Campos & Campos está perfeitamente delimitada e passa por corresponder às solicitações dos diferentes mercados. “Temos de ser abrangentes, temos de estar em todos os pontos de mercado. Estamos vocacionados para a grande produção, grandes superfícies, temos preços competitivos e temos excelentes prazos

de entrega, apostando na rapidez de produção para que o cliente possa vender de imediato”. No futuro, a trajetória da Campos & Campos é continuar a progredir e a crescer. “Estamos a apostar em novos mercados e no desenvolvimento de um produto que nos vai dar um novo volume de faturação. Vamos ter, certamente, um novo nicho de mercado, com uma nova marca. Temos boas expetativas, agora falta reunir e ver se tudo corre de forma positiva, como estamos a pensar”, adianta.

B.I. Nome: Campos & Campos Data de criação: 1982 Localização: Requião, V.N.Famalicão Produtos: peúgas Produção: 3 milhões de pares por mês Colaboradores: 140 Vendas: 99% no mercado internacional pub


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pública: 20 de fevereiro de 2014

especial

Empresa atua no setor dos quiosques interativos e mupis digitais

Tecnologia Partteam conquista mercados internacionais O ano de 2013 para o Grupo Partteam - Soluções Informáticas significou a consolidação da sua posição de liderança no mercado português no sector dos quiosques interativos e mupis digitais. A par disso, assinalou-se também o crescimento a nível internacional, com a realização de novas parcerias e crescimento de vendas diretas, o que satisfaz muito a empresa. Reconhecida, à semelhança de anos anteriores, como PME Excelência, pelo IAPMEI, a Partteam considera que este reconhecimento atesta a “capacidade da empresa no que diz respeito a um desenvolvimento sustentável a nível financeiro”, afirma Miguel Soares, CEO da empresa. O volume de negócios do grupo tem crescido de ano para ano e Miguel Soares fala numa aposta maciça no mercado internacional, onde as vendas representam já 80% do volume de faturação. “Iniciámos este ano um pro-

cesso mais aprofundado de internacionalização, sobretudo com a aposta na participação em exposições, feiras e certames internacionais. Estamos também a chegar a mercados de grande potencialidade de vendas, como o Brasil, Estados Unidades, Dubai, entre outros”, revela. O êxito da empresa Partteam assenta em produtos de excelência (quiosques interativos, mupis digitais, quiosques check.in e self-service) reconhecidos mundialmente.

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“Temos uma capacidade única no que diz respeito ao desenvolvimento e produção de equipamentos à medida”, diz Miguel Soares, acrescentando que ao grupo interessa a proteção dos seus ativos intelectuais e industriais, sendo a “empresa a nível mundial com maior número de patentes de design neste sector de atividade”. O abrandamento económico afeta, de alguma forma, todas as empresas, e na Partteam esse abrandamento traduz-se especial-

Nome: Grupo Partteam (M.S.N.F Soluções Informáticas, Lda.) Data de criação: 2000 Localização: Lagoa, V.N.Famalicão Produtos: quiosques multimédia, quiosques interativos, mupis digitais, digita signage Colaboradores: 16 Vendas: 20% no mercado nacional e 80% no mercado internacional

mente “numa procura mais refreada”, mas dado que o grupo apresenta uma forte componente internacional, existe um “balanceamento com resultados positivos nos ganhos e perdas nos vários mercados e países em que opera”. Atualmente, os impostos são, sem dúvida, um dos maiores problemas das pequenas e médias empresas, mas mais grave do que isso é a “burocracia e morosidade na tomada de decisões por parte dos organismos competente”, critica. “As empresas não têm segundas oportunidades”, evoca. Para uma economia mais saudável, Miguel Soares defende uma concorrência leal com os mesmos pressupostos de profissionalismo, qualidade e legalidade. “Nunca poderemos competir com empresas que não cumprem. A nível nacional, deve existir maior transparência no que diz respeito às aquisições públicas, nomeadamente em concursos públicos ou ajustes diretos”,

concretiza. Para este ano, a Partteam está a efetuar investimentos continuados em recursos humanos, mas também em instalações. Desde janeiro, apresenta uma maior capacidade produtiva com o incremento do espaço de produção e assemblagem para o dobro. “Estamos a apostar em investigação e exemplo disto é o mais recente produto Nomyu, um equipamento que desenvolvemos para os nossos quiosques e que funciona quase como se de um cérebro se tratasse, daí o nome desse equipamento: The Brain”, elucida. Focada no mercado internacional, a Partteam convida todos os empresários, famalicenses e não só, a conhecerem (agendamento prévio) as suas instalações e o seu trabalho. “Teremos todo o prazer em mostrar os produtos extraordinários e tecnologicamente avançados que este concelho exporta para todo o mundo”. pub


especial

pública: 20 de fevereiro de 2014 XI

Empresa de produtos alimentares cresceu em 2013

Xavier’s focalizada na melhoria contínua Esta foi a segunda vez que a empresa Xavier’s – produtos alimentares, em Joane, recebeu o reconhecimento do IAPMEI como PME Líder. Xavier Forte, gerente da empresa, não podia estar mais satisfeito, sem deixar, contudo, de manter os pés assentes na terra. “O desempenho positivo da nossa empresa em 2013 é, para nós, motivo de satisfação, porque acontece num período conturbado da vida empresarial, social e familiar, não só em Portugal, mas em toda a zona euro”, afirma. Este reconhecimento traz também obrigações acrescidas à Xavier’s. Assim, impõe-se dar continuidade ao trabalho realizado e procurar crescer em 2014. “O ano passado já foi uma continuação dos anos anteriores, com um crescimento positivo, fruto de um desempenho focado na melhoria constante, quer na relação com fornecedores, quer na gestão dos recursos humanos, que se traduz na satisfação dos nossos muitos e bons clientes e colaboradores”, destaca Xavier Forte. O empresário diz que houve pessoas que saíram e outras que entraram, sendo que, no final de contas, a Xavier’s ficou mais forte, com uma equipa capaz de responder aos desafios que se apresentam cada vez mais difíceis. “Foi um ano em que contribuímos para a queda do desemprego com a admissão de mais funcionários, aumentámos a frota automóvel, sempre no sentido de servir mais e melhor”, concretiza. Prestes a completar 40 anos de atividade, a empresa evoluiu, ciclicamente, alterando procedimentos, penetrando em novos nichos de mercado, mudando estratégias, melhorando a logística, aprendendo com os erros, investindo de forma faseada, e, no essencial, sem se “deixar inebriar pelo facilitismo e pela sedução, alcançando os 6 milhões de euros de faturação, abrindo as portas da exportação e conseguindo cobrir todo o território nacional”. A par de outros sectores, também o da distribuição não ficou imune à crise, nem ao diminuir do poder de compra das famílias. “Constatámos isso mesmo com o desaparecimento de algumas empresas do ramo com dimensão considerável. No entanto, descobrimos outras oportunidades de negócio que vieram compensar a área afetada, rasgando novos horizontes, fletindo para o essencial do dia a dia dos consumidores”, observa Xavier Forte. Num olhar à economia, o empresário diz que é necessário acabar com a concorrência desleal, que muitas empresas enfrentam diariamente, com a chamada economia paralela, que “esmaga margens”. “O pequeno empresário é o contribuinte cumpridor, que suporta esses desvios, com impostos elevados, satisfazendo todas as exigências ”. Tal como no primeiro dia da empresa, os princípios que regem a Xavier’s são os mesmos: honestidade, trabalho, seriedade e dedicação ao cliente. 2014 não será diferente. “A nossa crença é a mesma de sempre, trabalhar e cumprir. Oxalá, quem tenha essa obrigação de nos ajudar, de nos proteger, não se demita dessa mesma obrigação. Aproveitemos esta oportunidade para termos um país mais feliz e desenvolvido, esquecendo de vez os ‘Velhos do Restelo’”.

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Nome: Artur Matos Xavier Forte e Cª Lda. Data de criação: 1 de abril de 1974 Localização: Joane, V.N.Famalicão Produtos: carnes, charcutaria e lacticínios Colaboradores: 13 Volume de negócios: 6 milhões de euros Vendas no mercado nacional: 95% Vendas no mercado internacional: 5%

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XII

pública: 20 de fevereiro de 2014

especial

Empresa famalicense adapta-se à nova realidade de mercado

António S. Couto: solidez e confiança na construção civil

Cozinha do Apartamento T3 + 1 do Edifício Alto da Vila

Com sede em Famalicão, a António S. Couto – Sociedade de Construções, SA (ASC) foi fundada em 1987, sendo vocacionada para atuar no mercado imobiliário, ao realizar obras particulares ou públicas e promovendo a compra e venda de empreendimentos imobiliários e outras atividades associadas. A empresa foi, também, reconhe-

cida, mais uma vez, pelo IAPMEI, como PME Líder. Nos últimos anos, a ASC apostou essencialmente no mercado da promoção e venda de empreendimentos imobiliários, sobretudo localizados no município famalicense, adotando uma presença mais ativa no mercado das obras públicas, designadamente ao ganhar concursos

para a construção de escolas públicas no Norte do país. Nestes 27 anos de atividade contínua, a empresa tem assumido um papel preponderante na economia famalicense, como demonstra o facto de ter concretizado numerosas obras que permanecem como emblemáticas na cidade. Aqui, merece especial destaque o Parque da Juventude,

empreendimento que abrange a construção de um parque no centro da cidade de Famalicão, junto à zona escolar e desportiva, com equipamentos para a prática desportiva, que serviu de pólo dinamizador para a criação de uma zona de cafés, bares e diversão noturna até então inexistente. Além das construções destinadas à habitação (moradias, vivendas, apartamentos) e às atividades comerciais e profissionais (lojas, escritórios,), a António S. Couto também está presente na construção de outros tipos de equipamentos. Merece referência a construção de dois dos maiores e melhores localizados parques de estacionamento disponíveis na cidade de Famalicão: o Parque de Estacionamento Sagres, com capacidade para 150 lugares e lavagem manual de automóveis, e o Parque de Estacionamento Lusíada, com capacidade para 68 veículos. Desde sempre vocacionada para um trabalho de excelência na construção e na promoção imobiliária, a ASC construiu, ao longo destes anos, mais de 1.000 unidades, entre habitações, lojas e escritórios, num total de 20 empreendimentos imobiliários. Atenta ao contexto atual económico, a António S. Couto está a apostar numa estratégia de diversificação para novos setores de atividade. A par disto, no setor de construção, alargou a sua área de atuação geográfica passando, também, para além da promoção imobiliária, a atuar no setor das obras públicas e particulares. Na verdade, a credibilidade e a notoriedade desta empresa, granjeadas em obras particulares e públicas, foram também determinantes para que a empresa fosse convidada pela Fábrica da Igreja da Paróquia de Antas (Famalicão) para assumir a obra de construção da nova igreja de Santiago de Antas, um imóvel com uma arquitetura arrojada, que se encontra, neste momento, em curso, com o acabamento e colocação dos anéis no exterior.

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Nome: Sociedade de Construções António S. Couto, SA Data de criação: Maio de 1987 Localização: Vila Nova de Famalicão Produtos: Promoção Imobiliária e Construção Civil e Obras Públicas Colaboradores: 10 Sala do Apartamento T4 do Edifício Vera Cruz

Empreendimentos em comercialização Quinta dos Cucos Localizada na União de Freguesias Antas e Abade de Vermoim, numa área superior a 30 mil metros quadrados, a apenas alguns minutos do centro da cidade de Famalicão, implantada numa área de baixa densidade populacional, a Urbanização “Quinta dos Cucos” é formada por um conjunto de 38 habitações de luxo. São moradias individuais com piscina, com casas com 1, 2 ou 3 pisos, todas elas com ótima vista e excelente orientação solar. Todas as unidades possuem garagem privativa para 2 carros, arrumos e lavandaria. O empreendimento possui ainda uma ampla área verde.

Edifício Alto da Vila O Alto da Vila é um edifício de habitação, lojas e escritórios, que convida os seus moradores a desfrutar do melhor da vida no centro de Famalicão, beneficiando do comércio, dos serviços e de equipamentos educativos, culturais e de lazer, tais como o Parque da Cidade, a Escola Superior de Saúde, a Universidade Lusíada, a Fundação Cupertino de Miranda, a Biblioteca Municipal e a Casa das Artes. Neste momento, restam 6 apartamentos para comercialização, com as tipologias T2 e T3+1 e uma loja.

Edifício Vera Cruz O Edifício Vera Cruz fica junto do Parque da Juventude, das piscinas municipais, das escolas e de zonas comerciais e de lazer. O empreendimento engloba 32 apartamentos e 3 lojas comerciais, restando, neste momento, a comercialização de 4 apartamentos com as tipologias de T3 e T4, que incluem uma garagem para dois automóveis.

Santa Catarina Spazio Em fase de acabamento, o empreendimento Santa Catarina Spazio localiza-se na freguesia de Calendário, na encosta de Santa Catarina, onde se pode desfrutar de uma excelente vista sobre a cidade. É um condomínio fechado de 4 moradias individuais térreas, com piscina privativa.


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