Reis Campos, presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN)
“Não há alternativa à recuperação económica” Ao falarmos de construção, importa saber o que pensam os representantes desta área. Em entrevista ao OPINIÃO ESPECIAL, o presidente da AICCOPN acredita que depois da pior crise de sempre, o futuro será mais positivo. Sofi fia a Abreu Silva Numa altura em que o mercado imobiliário abrandou, como está o setor da construção? O setor da Construção e Imobiliário atravessa a pior crise de que há registo, situação que não se confina apenas ao já esperado abrandamento do imobiliário, associado ao segmento da construção nova. A verdade é que o setor foi profundamente afetado pelo défice de investimento que assolou a economia ao longo da última década, tanto ao nível do investimento público, como no âmbito do investimento privado, em especial de natureza empresarial, para além do quase desaparecimento do mercado da habitação, sem que se tenha assistido ao necessário incremento da reabilitação urbana. Portugal registou um dos menores peso do investimento no PIB no mundo, que se situa a níveis nunca vistos desde a década de 50. Desde o ano de 1980, ou seja, há 32 anos, que não se verificava um valor tão reduzido do investimento em construção. O Governo já reconheceu a gravidade da situação? No dia 8 de março, o Governo assumiu a necessidade de inverter
esta situação e de estabilizar um setor que, a exemplo do que se passa na generalidade das economias, é essencial para o crescimento e a criação de emprego. Foi na sequência daquelas que são as grandes prioridades da Comissão Europeia para a Estratégia Europa 2020, o Governo e a Confederação Portuguesa da Construção e Imobiliário assinaram, em março passado, o “Compromisso para a Competitividade Sustentável do Setor da Construção e Imobiliário”, o qual encerra 52 medidas destinadas a inverter o ciclo recessivo e a salvaguardar o tecido empresarial. Este acordo está em plena fase de implementação, pelo que a nossa expetativa, que está a ser corroborada por alguns sinais positivos em diversos indicadores económicos, é que o setor possa finalmente encerrar este capítulo negro da sua história e desempenhar o seu incontornável papel de motor da economia e do emprego. Em que medida a crise atingiu o setor? Em termos reais e acumulados, nos últimos 13 anos, a quebra da produção do setor ascende aos 57,6%, valor que é acompanhado pela destruição, no mesmo período, de 435 mil postos de trabalho. Falta de obras, dificuldades no acesso ao financiamento, atrasos nos pagamentos do estado, concorrência desleal, preços anormalmente baixos, entre outros aspetos, são a realidade diária de um setor que assume uma importância vital para o país.
mento representa 20%. Somos o segundo país da Europa com menor peso do arrendamento para uma realidade em que este mercado representa cerca de 40%.
A reabilitação urbana pode ajudar as empresas do sector? A reabilitação urbana pode e deve ajudar as empresas do setor, mas o seu âmbito não diz respeito apenas à nossa atividade. Este é um domínio estratégico consensualmente identificado como prioritário para o país. A sua dinamização foi, inclusivamente, uma das poucas medidas orientadas para o crescimento económico que foram incluídas no Memorando de Entendimento assinado com a Troika. Veja-se que, na Europa, a reabilitação representa cerca de 37% da produção total do setor, enquanto que entre nós esse valor é de apenas 6,5%. As mexidas na lei do arrendamento podem, na verdade, ajudar a melhorar o mercado imobiliário? A nova lei do arrendamento urbano
é manifestamente um passo dado na direção certa e junta-se outras iniciativas, que são essenciais para que este mercado possa atingir a dimensão que é necessária para o país. É o caso das alterações ao regime jurídico da reabilitação urbana ou a criação da taxa liberatória para os rendimentos do arrendamento, medidas previstas no Acordo assinado com o Governo. Porém, é fundamental completar este ciclo e o arranque de um programa de financiamento dos particulares que pretendam fazer obras para colocação dos seus imóveis no mercado do arrendamento. Esta é uma solução que esperamos ver concluída em breve, igualmente assumida no Compromisso e reconhecida pelo atual Ministro da Economia. Portugal tem de alinhar com a restante Europa, evoluindo de uma situação em que o arrenda-
Quais os caminhos que as empresas podem seguir? O tecido empresarial está atento e preparado para os desafios da reabilitação urbana, da eficiência energética e da internacionalização, tem-se desenvolvido estratégias para sobreviver a uma crise sem precedentes, e, ao contrário do que muitos esperavam, está a dar sinais positivos. Veja-se que, por exemplo ao nível do emprego, há 9 meses consecutivos que o setor regista um decréscimo no número de desempregados, o que reflete uma maior confiança por parte dos nossos empresários. Agora é a vez do Governo criar as condições para que este esforço não seja em vão e se possa consolidar de forma definitiva. Acredita, portanto, na recuperação económica para os próximos anos? Não há alternativa à recuperação económica, mas para além disso, há motivos concretos para acreditar que tal venha a suceder. Investimento em infraestruturas necessárias para o País, suportado nos 3 mil milhões de euros do QREN que se encontram por executar, dinamização da reabilitação urbana e consolidação do processo de internacionalização do setor, são três vetores chave de um caminho de sustentabilidade que, a exemplo da restante Europa, passa necessariamente pela Construção e pelo Imobiliário pub
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Venda de casas no nível mais positivo dos últimos três anos
A decisão é sua
Comprar ou arrendar? Durante muitos anos, a maioria dos portu- nam o equilíbrio: viver sempre abaixo dos gueses comprava casa, não só porque o mer- seus rendimentos é um desses princípios, cado de arrendamento era muito pouco com- que deve ser respeitado na decisão de competitivo, mas também porque comprar casa era potencialmente um bom investimento financeiro, dado o baixo custo do crédito e a valorização contínua do imobiliário. Mas, as regras do “jogo” mudaram: por um lado o acesso ao crédito é neste momento muito difícil: para além de ser uma exNuma análise global, a procura de habiceção à regra o financiamento a 100 por tação é cada vez mais prudente. Quem cento, o custo do crédito disparou – os atua no mercado imobiliário não tem dúspreads* praticados pelos bancos são em alvidas de que o cliente está cada vez mais guns casos dez vezes mais altos do que atento e informado no que diz respeito à aqueles que obtínhamos até há um ou dois construção, do que pretende e de quanto anos atrás. quer gastar. Apesar das convicções de Por outro lado, mudou a lei do arrendacada família, na hora de escolher, são mento tornando-o mais seguro e rentável cada vez mais os clientes que optam pepara os senhorios o que fez com que milhalos serviços de uma imobiliária. Segundo res de casas fossem colocadas no mercado, a Associação dos Profissionais e Empretornando as rendas muito competitivas sas de Mediação Imobiliária de Portugal quando comparadas com o valor da presta(APEMIP) verifica-se um acréscimo na ção mensal de um empréstimo à habitação e procura de serviços que a mediação imotodos os encargos e impostos a ela associabiliária oferece. As empresas de mediados, sendo que a tendência fiscal é a de trição imobiliária contribuem, na sua esbutar cada vez mais o seu património imobisência, para que as transações liário. imobiliárias cheguem a bom termo e Na gestão do seu dinheiro (e da sua vida) acima de tudo com segurança. existem princípios universais que determi-
Ajuda de uma imobiliária
prar ou arrendar, para além da necessidade de alinhar os seus objetivos pessoais com os seus objetivos financeiros. Assim, se os seus objetivos são estabilidade, liberdade para fazer obras e se quer fazer um investimento em propriedade – tendo dinheiro para suportar o valor de entrada e os encargos de manutenção e impostos (cada vez mais altos), comprar será a melhor opção. Se, por outro lado os seus objetivos são mobilidade e flexibilidade o que é vantajoso num mercado laboral que é também ele cada vez mais flexível e imprevisível quanto à duração dos contratos, ao local de trabalho, entre outros, e não pretende ou não pode pagar um valor de entrada elevado, arrendar será a melhor solução. Seja qual for a sua decisão, a boa gestão do seu dinheiro determina que compare sempre diferentes propostas e avalie a sua capacidade financeira corretamente: lembrese que idealmente o valor de encargos com habitação não deve ser superior a 30/40 por cento do seu rendimento mensal. *Spread - É a margem, em percentagem, que os bancos cobram acima do indexante (Euribor) na concessão de crédito a taxa variável. Fontes:http://saldopositivo.cgd.pt
Em novembro do ano passado, a venda de casas atingiu o nível mais positivo dos últimos três anos (desde setembro de 2010), segundo o Portuguese Housing Market Survey (PHMS), que tem por base respostas de 150 empresas do setor imobiliário. Segundo o documento, os preços das casas continuam em queda, embora a um ritmo mais lento do que o verificado no início do ano. O inquérito conduzido pelo PHMS concluiu que as expectativas de vendas para os próximos três meses “aumentarem de forma expressiva” e que o indicador de novas instruções de compra manteve-se positivo pelo quarto mês consecutivo. No que diz respeito ao mercado de arrendamento, novembro mostrou um aumento da procura, acompanhado, porém, de uma queda nas instruções por parte dos proprietários para colocação de casas no mercado. “ De referir que o PHMS é um inquérito mensal realizado em parceria entre a Confidencial Imobiliário (CI) e o Royal Institution of Chartered Surveyors (RICS) que assenta num painel de empresas de promoção e mediação imobiliária, cobrindo as regiões metropolitanas de Lisboa, do Porto e do Algarve. Em 2013, foram transacionados aproximadamente 96,9 mil imóveis (urbanos, rústicos e mistos), tendo sido o terceiro trimestre o mais dinâmico (25,9%) logo seguido pelo quarto trimestre (25,6%). pub
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Organização Qualquer tipo de obra em casa precisa de ser planeada ao pormenor antes de ser executada. Numa pasta especialmente reservada ao projeto de construção/remodelação, guarde todas as informações e fotos que resultarem da sua pesquisa online e em revistas, assim como orçamentos.
Referências Se vai entregar as chaves da sua casa a alguém, antes disso deve falar com familiares e amigos que possam ter passado por uma experiência do género ou que conhecem um empreiteiro de confiança. Sentirse-á mais seguro se antes de contratar o seu empreiteiro se vir, com os seus próprios olhos, o resultado de um trabalho executado por ele.
Paciência O maior transtorno, para além de ter a casa cheia de trabalhadores desconhecidos, será o lixo e o pó causado. Tente não desesperar, nomeadamente porque não lhe interessa perder tempo com limpezas se no dia seguinte estará tudo sujo outra vez. Marque coisas com os amigos e família para desfrutar de alguns momentos sossegados.
Alterações inesperadas Acontecem em todas as obras e mais vezes do que imagina, por isso, é perfeitamente normal que aconteça na sua. Tenha uma mente aberta e não se restrinja cegamente ao plano de trabalho inicial, principalmente se as alterações trazem benefícios.
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Tudo em ordem Antes de colocarem a primeira pedra ou partirem a primeira parede, é importante elaborar um contrato onde fica bem explícito quais os deveres do empreiteiro, o prazo limite da obra, os horários diários, o valor total do projeto, e de que forma vai ser feito o pagamento. Deve tentar rever a agenda de trabalho juntamente com o empreiteiro para ver o que foi cumprido e o que ainda falta fazer.
Plano de trabalho Depois de contratado o empreiteiro, deve reunir-se com ele antes do início das obras para apresentar o seu projeto e o que pretende, da forma mais clara e direta possível. Recorra à pasta do seu projeto para ilustrar aquilo que diz, aproveitando para esclarecer dúvidas. O seu empreiteiro até pode ter conhecimentos de locais onde os materiais de construção são mais em conta ou um carpinteiro que possa fazer o armário que pretende por metade do preço.
Faça obras sem problemas Quer esteja a construir de raiz ou a fazer algumas remodelações, ter obras em casa nem sempre é fácil. Para além de se concentrar no objetivo final, existem outras dicas a ter em conta para ultrapassar uma casa cheia de trabalhadores, paredes deitadas a baixo e prazos por cumprir, sem grandes dores de cabeça.
Não se esqueça dos vizinhos Obras em casa é sinónimo de muito movimento e ruído, por isso, não só é importante lembrar-se de limitar as obras aos horários adequados, como será de boa educação avisar os vizinhos que vão decorrer trabalhos em sua casa, assegurando que fará os possíveis para não os incomodar e pedindo desde logo compreensão por quaisquer incómodos causados. pub
Fonte: www.eudecoro.com pub
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Mude a sua casa com poucos euros Muitos de nós gostaríamos de mudar algo em nossa casa. Nem sempre é fácil, mas há pequenas mudanças que podem, mesmo, mudar a nossa casa e torná-la mais prática, aconchegante e interessante. Iluminação natural: controlar a luminosidade do imóvel permitindo a utilização da luz natural durante o maior período possível é ótimo para beneficiar de um efeito de energia positiva. Por outro lado, com a chegada do tempo mais frio, quanto maior for a exposição solar da sua casa durante o dia, menos gastos de aquecimento terá. Nesse sentido, deve desimpedir as janelas de quaisquer objetos que possam condicionar a entrada de luz. Pode substituir os seus cortinados por cor branca ou uma outra cor clara. Para dias de maior calor, um sistema de calha dupla que permita também ter um cortinado blackout é o ideal para não deixar entrar muito calor durante o dia. Depois há ideias um pouco mais caras para melhorar a iluminação em sua casa, como a colocação de janelas maiores, ou a colocação de superfícies em vidro. Mas, se optar por uma destas soluções, não faça isto sozinho, peça ajuda profissional e veja que soluções inovadoras existem. Iluminação artificial: de uma forma geral, poderemos dizer que as divisões mais importantes a iluminar são a sala e a cozinha. Estas são as divisões responsáveis pela maior parte do consumo elétrico das nossas casas, por isso a sugestão recai na substituição ou aplicação de candeeiros que permitam uma excelente luminosidade aliada a um baixo consumo. Para a cozinha, uma boa opção é aplicar pequenos spots com recurso à utilização de led’s em vez das tradicionais luzes fluorescentes. Na sala, deveremos optar por lâmpadas de baixo consumo, alternando candeeiros de teto com uma luz de presença apenas para leitura ou TV. Um estudo de iluminação para a sua casa é grátis e pode dar-lhe uma ideia de quanto poderá poupar, apenas com um pequeno investimento. Cor: para imóveis pequenos, o branco é quase obrigatório, porque os espaços brancos tornam as casas mais luminosas, mais amplas e
permitem um sem número de combinações com o mobiliário. Mas, aqui, o truque para “mudarmos a casa” consiste em elegermos uma parede para contrariarmos o branco. Existem inúmeras soluções para criarmos este contraste: pintura de uma cor diferente, papel de parede com ou sem textura, aplicação de pedra, madeira, etc. Há também inovadoras tintas que permitem efeitos surpreendentes, por exemplo, efeito ardósia que permite desenhar com giz e é facilmente lavável. Antes de qualquer solução, é muito importante pensar bem na cor ou papel, realizando, se possível, um teste anterior à aplicação. Mas não precisa de ir comprar sete ou oito cores e tipos de tintas diferentes para fazer este teste. O seu orçamento esgotaria só nas tintas. Peça ajuda a um profissional que lhe facilitará este processo de teste de cores. Tomadas e interruptores: pode parecer um elemento menor na habitação, mas substituir os interruptores por um modelo moderno pode mudar a imagem da sua casa. É claro que todas as mudanças devem ser feitas por um profissional. Puxadores de portas: Este é outro elemento que tem conotação no tempo. Se tem a mesma casa há mais de 10 anos, está na hora de substituir os seus puxadores de portas. Mas tenha atenção e, antes da compra, garanta que estes são compatíveis com as furações ou fechaduras existentes. Para os puxadores de portas, há sempre a opção de recuperação e/ou renovação (cor e brilho) e afinação dos mesmas. Casa de banho: o lavatório é uma das peças que deverá ter em conta numa reforma da casa de banho; opte por modelos de bancada e aproveite para substituir as torneiras. Mas antes desta reforma procure um profissional da área para que o trabalho fique como pretende.
Certificação Energética obrigatória desde 1 de dezembro A Certificação Energética passou a ser obrigatória desde 1 de dezembro de 2013, seja para compra, venda ou arrendamento de imóveis. Também será obrigatório que os anúncios de imóveis indiquem a classe de eficiência energética dos mesmos. O certificado permite classificar o desempenho energético numa escala de A+ a G. Dependendo da classificação, poderá haver um conjunto de medidas de melhoria. Este certificado energético tem uma validade de 10 anos. A certificação é também uma forma de valorizar o imóvel, e é um método objetivo de saber como reduzir tanto o impacto ambiental como a fatura energética.
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Decoração low cost Quarto: Para redecorar um quarto a baixo custo, o truque passa por substituir a capa do edredom, os cortinados e as almofadas, por outros têxteis de cor ou padrão totalmente diferente. Conjugue com outros detalhes nos mesmos tons, como um candeeiro, uma moldura ou um quadro, para um ambiente totalmente renovado. Nas paredes, o papel de parede é uma opção cada vez mais popular e económica, dispondo de um sem-número de opções, com cores, padrões e texturas para todos os gostos e ambientes. Sendo a cabeceira da cama um elemento de destaque, em qualquer quarto, nada melhor que fazer uso da sua criatividade. Para um toque feminino e requintado, recicle frascos de perfume e crie bonitas jarras de flores ou porta velas, para abrilhantar a decoração do quarto. Sala: à semelhança do que acontece no quarto, também na sala bastará alterar o jogo de cores dos tecidos, como a capa do sofá, as almofadas, as mantas, os tapetes e cortinados, para que o espaço lhe pareça como novo. É boa ideia
Isolar a casa para um ambiente mais agradável Existem duas zonas onde se aplica o isolamento: interiores e exteriores.
apostar em móveis de linhas simples e intemporais, que permitem uma maior liberdade de escolha. Tire o maior partido das paredes, através de prateleiras e cores que complementem a decoração. Aposte em molduras com fotografias, jarras com flores e velas, que podem ficar dispostas nas prateleiras, estantes e paredes, como forma de embelezar e personalizar o espaço, de forma económica. Poderá, também, aventurar-se e pintar um quadro abstrato, que não necessita de qualquer técnica específica, apenas de criatividade.
Cozinha: Se está cansado dos mesmos móveis de cozinha, mas comprar uns novos sai fora do seu orçamento, atualmente existem inúmeras opções de papéis autocolantes, especialmente concebidos para cozinhas. Além de serem fáceis de aplicar, são uma alternativa acessível e divertida. Aposte na reutilização de frascos de vidro, seja para guardar utensílios de cozinha ou dispor massas, arroz, cereais e outros alimentos. Poderá decorá-los das mais diversas formas, consoante a decoração pretendida.
Na zona interior podemos aplicar os materiais isolantes em três áreas: no solo, nos vidros e nas áreas de correntes de ar (portas, caixas de correio, etc) que conferem grandes vantagens como otimização dos recursos energéticos e economia de energias fósseis (por reduzir ou eliminar a necessidade de climatização artificial). Na zona exterior, a área onde se aplica os materiais isolantes é essencialmente a das fundações da habitação (paredes) cujas principais vantagens são a prevenção de danos à fundação provocados pelo ciclo de congelamento e descongelamento, proteger o revestimento de impermeabilização de danos que possam surgir pela acumulação de água da chuva e reduzir o potencial de condensação em superfícies na cave. Mas isolar toda uma habitação deve ser bastante caro não? Não necessariamente! Existem várias maneiras de isolar as diferentes divisões da sua habitação sem ter de pagar a um profissional. Por exemplo na vedação das correntes de ar o isolamento em portas, janelas e caixas de correio é muito fácil, uma vez que muito do material com que se faz este trabalho são tiras autoadesivas e a sua aplicação apenas requer conhecimentos básicos de bricolage. Se a sua casa tiver piso de madeira, poderá fazer o trabalho de isolamento por si próprio. Deve levantar as tábuas no piso térreo e estender isolamento de lã mineral, apoiado por uma rede, entre as vigas. Ainda mais barato e mais fácil de fazer é utilizar um produto para selar e preencher lacunas, ao longo dos rodapés e entre as tábuas. Para quem tenha posses financeiras, a substituição de janelas normais por janelas com vidros duplos também pode ajudar a economizar dinheiro com as contas de aquecimento. Através da substituição de painéis de vidro simples por painéis de vidro duplos com uma cavidade de ar compresso, pelo meio, o calor perdido através das janelas da sua casa pode ser cortado pela metade. No entanto este trabalho deve ser efetuado por profissionais devido à elevada complexidade e delicadeza que o vidro implica. Fonte: www.melom.pt pub