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Macaé, sábado, 7 e domingo, 8 de janeiro de 2017. Ano XLII, Nº 9220
Fundador/Diretor: Oscar Pires
EDUCAÇÃO O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
FOTOS: DIVULGAÇÃO
PESSOAS COM DEFICIÊNCIA SÃO INCLUÍDAS ENTRE OS BENEFICIÁRIOS DA LEI DE COTAS
ESCOLAS TERÃO ORIENTADORES DE ESTUDOS EM TODAS AS SÉRIES DO ENSINO FUNDAMENTAL I
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NOVE CARACTERÍSTICAS DE PAÍSES QUE SÃO SUPERPOTÊNCIAS EDUCACIONAIS PÁG.13
Só aprende matemática quem pratica. Não dá para aprender essa matéria igual história, só lendo ou ouvindo o professor
Dez estratégias para melhorar o seu desempenho em matemática Sabendo de todas as dificuldades para se aprender matemática, é importante levantarmos um ponto aqui: VOCÊ É CAPAZ (não acredite em ninguém que te diga o contrário). PÁG. 05
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Inscrições para o Fies 2017 estão previstas para fevereiro
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O MEC também divulgou que o Fies encerrou 2016 com saldo positivo
MEC abre sistema de renovação de contratos já firmados com o Fies na próxima segunda-feira (9)
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s novas inscrições para o Fies 2017 estão previstas para fevereiro, no curso do processo de seleção conduzido pela Secretaria de Educação Superior (Sesu), segundo comunicado feito pelo Ministério da Educação (MEC). No próximo dia 9, o Sistema Informatizado
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do Fies (SisFies) ficou aberto para renovação dos contratos formalizados até 31 de dezembro de 2016. O objetivo do MEC é evitar transtornos com o processo de aditamento. O MEC também divulgou que o Fies encerrou 2016 com saldo positivo. Com a dilatação dos prazos para a re-
novação dos financiamentos, quase a totalidade dos estudantes (98%), com contratos na fase de utilização, conseguiram fazer os aditamentos, envolvendo um investimento do governo federal da ordem de R$ 8,6 bilhões. Além disso,
os pagamentos aos agentes financeiros e às instituições de ensino superior foram concluídos no dia 27 de dezembro. Silvio Pinheiro, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), afirmou que o orçamento
para o ano de 2017 está garantido, com destinação de crédito ao Fies de R$ 21 bilhões, o que vai permitir a continuidade dos financiamentos, a manutenção dos contratos com os agentes financeiros e a abertura de novas vagas.
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Escolas terão Orientadores de Estudos em todas as séries do Ensino Fundamental I
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Meta da Educação é alfabetizar todos alunos até os 8 anos
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partir deste ano, todas as 107 escolas da rede municipal de ensino de Macaé terão Orientador de Estudo em todas as séries do Ensino Fundamental I. A expansão do atendimento também para turmas de quarto e quinto anos está sendo coordenada pela Subsecretaria de Ensino Fundamental da Secretaria de Educação, que desta forma pretende aperfeiçoar as ações pedagógicas nas escolas e assim melhorar ainda mais a qualidade do ensino. O Orientador de Estudos é o profissional que acompanha de perto as ações da equipe de Orientação Pedagógica das escolas, seguindo de perto os cursos de formação para os profes-
sores. Uma vez por semana, este profissional, que faz especialização na UFRJ, vai na escola e faz a articulação entre a teoria e a prática. Este trabalho já é feito nas turmas do primeiro ao terceiro ano, e ampliar para todo o Ensino Fundamental só vai contribuir para a melhoria da qualidade do ensino, explicam as coordenadoras Inês de Fátima Gomes e Eliane Salgado Costa dos Santos. A equipe também está focada em seguir a meta do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), do Governo Federal: todas as crianças plenamente alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do Ensino Fundamental. “Nos antecipamos ao Governo
Federal, e já formamos uma comissão que durante o ano de 2017 estará trabalhando na elaboração das diretrizes da Política Municipal de Alfabetização. Nossa meta é que aos oito anos todas as crianças estejam plenamente alfabetizadas, criando e interpretando textos de forma plena”, ressalta Eliane. Outro instrumento importante para as escolas e que terá prosseguimento neste ano letivo é a Avaliação Macaense de Alfabetização (AMA), provinha que tem como principal objetivo realizar o diagnóstico do nível de alfabetização e letramento em Língua Portuguesa e Matemática para crianças entre oito e nove anos. Este ano, o resultado das provinhas ajudou
Outro instrumento importante para as escolas e que terá prosseguimento neste ano letivo é a Avaliação Macaense de Alfabetização (AMA)
a melhorar o aproveitamento em 10 escolas da rede: foi criada uma força-tarefa entre as equipes pedagógicas, o que ajudou a maioria dos alunos a atingir os objetivos propostos. - O ciclo completo de alfabetização compreende o primeiro, segundo e terceiro ano
do Ensino Fundamental. A provinha avalia os direitos de aprendizagem do aluno, além de aprimorar o planejamento dos professores e a execução das práticas pedagógicas a partir da análise dos resultados da avaliação,explicou o secretário de educação, Guto Garcia.
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Dicas para que Brasil saia do fundo de ‘ranking mundial’ de educação da OCDE Mais uma vez os países da Ásia ocupam os primeiros lugares no ranking do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa)
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rovas coordenada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) foram aplicada no ano passado para mais de 500 mil jovens de 15 a 16 anos em 70 países e territórios, incluindo o Brasil. O Pisa mediu o desempenho em Ciências, Leitura e Matemática. Os dez países com os melhores resultados foram Cingapura, Japão, Estônia, Taiwan, Finlândia, Macau, Canadá, Vietnã, Hong Kong e China. A avaliação acontece a cada três anos e oferece um perfil básico de conhecimentos e habilidades dos estudantes, além de reunir informações sobre variáveis demográficas e sociais de cada país, oferecendo ainda indicadores de monitoramento dos sistemas de ensino ao longo dos anos. Apesar de alguma melhora em Ciências e Matemática em lugares como o Peru e a Colômbia, os países da América Latina seguem apresentando um desempenho muito distante das nações que lideram a avaliação. A melhor posição entre os latino-americanos foi para a cidade de Buenos Aires - um 38º lugar em ciências. A pior foi a da República Dominicana, 70º - e último - lugar em Ciências e Matemática. A OCDE explicou que o Pisa não trouxe um resultado geral para a Argentina porque o pequeno número de colégios participantes da avaliação no país não permitiu que fossem obtidos resultados estatísticos consistentes. Andreas Schleicher, diretor de educação da OCDE e coordenador das provas do Pisa, destacou cinco mudanças que o Brasil e a América Latina em geral devem fazer para melhorar sua educação. ENCARAR A DESIGUALDADE
Muito pode ser melhorado na educação brasileira e latinoamericana. Mas Schleicher aponta um “elefante na sala”,
um problema grave e dominante falado por poucos. “Este problema é a desigualdade. E para dizer a verdade, a desigualdade na América Latina é, em sua maior parte, planejada”, disse Schleicher. “Basicamente, se você vem de uma família com recursos, vai frequentar um colégio talvez privado, se formar e depois o governo lhe dará muito dinheiro quando você conseguir uma das poucas vagas nas universidades públicas. Você se sairá bem”, afirmou. “Mas se você vem de uma família pobre, acabará em uma escola com menos professores preparados, dificilmente terá a oportunidade de alcançar a educação superior ou acabará em uma instituição privada de pouco prestígio, pagando do próprio bolso para ter um diploma medíocre.” Schleicher observa que “muito poucos países da América Latina têm a coragem de encarar essas desigualdades”. “O Chile vem tentando com muita dificuldade. E me impressiona o que o Peru está fazendo: colocando os colégios públicos e privados em um mesmo plano, de maneira que as escolas privadas não possam receber dinheiro público, devem escolher. Acho que é um enfoque corajoso.” O dirigente da OCDE destacou o caso de países que adotam políticas rigorosas - como aqueles que mandam bons professores para colégios que estão em desvantagem. “Vou dar um exemplo. Na China, se você é vice-diretor de um colégio muito bom e quer virar diretor, primeiro terá que provar a sua capacidade em um colégio com problemas.” No Vietnã, que ficou em 8º no Pisa, também se quer assegurar que as crianças que precisam de mais oportunidades tenham acesso ao ensino de qualidade. “Isso não existe na América Latina”, disse Schleicher. Mas ele cita um exemplo positivo que vem do Estado brasilei-
ro do Ceará. “Me impressionou muito o que estão fazendo lá. Se uma escola está no topo do ranking estadual, recebe mais dinheiro, mas o valor não pode ser gasto nessa escola: ela deve usá-lo para ajudar outra escola que tenha maus resultados.” “Dessa forma, a escola boa recebe mais verbas, prestígio, mais pessoal e programas, mas esse conhecimento vai para as escolas que realmente necessitam dele. Creio que é uma forma muito inteligente de encarar a desigualdade.” TORNAR A CARREIRA DE PROFESSOR MAIS ATRAENTE
E não se trata apenas de pagar melhores salários, segundo Schleicher. “Alguns países da América Latina pagam muito bem os profesdores. Estou me referindo a fazer com que a profissão de professor seja muito mais atraente intelectualmente”, explicou. “Isso significa oferecer mais oportunidades para que os professores colaborem, investir mais na profissionalização.” Para Shleicher, faltam esses elementos na região. “Na América Latina, cada professor é tratado da mesma forma, e os governos acham que sabem o que os professores deveriam fazer.” “Na maioria dos países latinoamericanos, a profissão é muito estática. É uma espécie de trabalho industrial, como numa fábrica.” Nesse sentido, avalia, Brasil e vizinhos poderiam aprender muito com países como Cingapura, Vietnã ou China. “Em Cingapura, por exemplo, se faz algo muito simples. Algumas aulas são gravadas em vídeo, e semanalmente os professores se reúnem, assistem aos vídeos, conversam, analisam e vão, eles mesmos, estabelecendo a melhor prática.” “Isso não gasta muito tempo nem dinheiro, mas tem um impacto profundo. Os professores são os donos da sua profissão. E quase toda escola tem uma comunidade profissional que
colabora e aprende.” Cingapura também determina que cada professor gaste cem horas em atividades ou cursos de desenvolvimento profissional por ano. “Ultimamente tenho visto que a maioria dos professores têm cursos de mestrado. Mas não se trata de aprender apenas na universidade”, opinou o representante da OCDE. “Na minha opinião, o melhor treinamento para eles acontece nos próprios colégios, observando boas práticas, aprendendo com os melhores professores. Creio que isso é o que falta na América Latina.”
de coerência ou progressão na aprendizagem. “Na América Latina, os livros de texto são maiores do que no Japão, onde o importante é ensinar pouco e em profundidade”, afirmou. “Geralmente, o que vemos na América Latina é que os estudantes não aprendem algo no quarto ano do ensino fundamental e aquilo voltará a aparecer, de maneira distinta, no quinto e no sexto ano.” “Coerência significa que primeiro se aprende algo muito bem, compreende-se e depois se avança para o passo seguinte.”
ENSINAR A PENSAR COMO UM CIENTISTA
De acordo com o especialista, existe um vínculo direto entre o ensino pré-escolar e o desempenho posterior dos alunos. “Vi muito progresso na América Latina na educação para crianças maiores de três anos”, disse Schleicher. “Mas creio que novamente o desafio é a qualidade do ambiente de aprendizagem. O acesso à educação pré-escolar na América Latina avançou, mas a qualidade deve melhorar.” “Deve haver um componente de educação forte, e não me refiro apenas à aprendizagem tradicional, mas a competências sociais, emocionais. Sempre se deve assegurar que quem educa essas crianças seja qualificado.” Schleicher também falou sobre outro problema grave na educação secundária no Brasil e vizinhança: a evasão ou abandono escolar. “A primeira coisa que deve ser perguntada aos países da região é por que os estudantes não estão completando sua educação. E o grande problema é: a relevância”, opinou. “Muitos jovens não veem que o aprendizado vai ajudá-los na vida. Esse problema deve ser encarado, não se pode manter os alunos na escola como se ela fosse uma prisão.” “Se você fosse dono de um supermercado e visse que, de 100 clientes que entram, uns 30 vão embora diariamente sem comprar nada, você passaria a se perguntar: por que as pessoas não querem ficar no meu supermercado?” “Não costumamos fazer essa pergunta quando se trata de ensino. Acreditamos que a resposta é fazer uma escola obrigatória”, afirmou Schleicher. “A resposta está em garantir que as escolas realmente ajudem os alunos a ter um trabalho melhor, uma vida melhor.”
“Creio que um grande desafio para a América Latina é afastarse de um sistema centrado no ensino de conteúdos, quer dizer, priorizar que os estudantes aprendam a pensar como um cientista, um matemático, um filósofo ou um historiador”, disse Schleicher. “É importante que os estudantes compreendam realmente a essência da sua disciplina e se apaixonem por ela.” “Se eles são bombardeados com conteúdo, terão aprendido conhecimento. Mas na América Latina vejo grandes deficiências na capacidade de participação dos estudantes, de entusiasmarse com o que aprendem.” No leste da Ásia também são usados métodos de ensino tradicionais, mas centrados na compreensão de conceitos. Você é capaz de planejar uma experiência? Pode desenvolver sua própria hipótese e depois fazer uma experiência para prová-la? Consegue distinguir um fato de uma hipótese? Tudo isso pode ser resumido, segundo Schleicher, em pensar como um cientista. Um ensino de conteúdos significa apenas aprender quantas patas tem uma aranha ou a fórmula química da água. ENSINAR POUCAS COISAS, MAS EM PROFUNDIDADE
Os sistemas de ensino com melhor desempenho focam em três coisas, afirma Shleicher. Em primeiro lugar, demandam rigor - ou seja, o nível de exigência dos alunos é muito alto. Em segundo, se concentram em aprender poucas coisas, mas “muito, muito bem”. E em terceiro está um elemento que Schleicher chama
MELHORAR O ENSINO PRÉ-ESCOLAR
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Dez estratégias para melhorar o seu desempenho em matemática Sabendo de todas as dificuldades para se aprender matemática, é importante levantarmos um ponto aqui: VOCÊ É CAPAZ (não acredite em ninguém que te diga o contrário)
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aula de matemática é a que você mais detesta na escola? Vamos com calma! Nós sabemos que as pessoas não aprendem no mesmo ritmo. Cada uma tem a sua história, as suas dificuldades… Uma sala de aula, principalmente se for em escola pública, é quase sempre super lotada. O professor de matemática precisa ensinar a matéria para 40 pessoas diferentes e isso é praticamente impossível no atual formato de aula. Não xingue seu professor, ele muitas vezes é um herói por se dedicar à profissão. Quem sabe no futuro tudo isso melhore, mas o que podemos tentar fazer agora é remediar a situação. Sabendo de todas as dificuldades para se aprender matemática, é importante levantarmos um ponto aqui: VOCÊ É CAPAZ (não acredite em ninguém que te diga o contrário). Não é porque um assunto parece impossível de entender que você não tenha capacidade para isso. Vamos trabalhar essa sua confiança, ok? Como dissemos no começo do texto, cada um tem um ritmo e basta você ter paciência e dedicação para descobrir qual é o seu. Acredite no seu potencial! Respire fundo e vamos às estratégias: PRATIQUE MUITO
Só aprende matemática quem pratica. Não dá para aprender essa matéria igual história, só lendo ou ouvindo o professor. E vale aquela máxima: quanto mais você pratica, mais você aprende. Cada problema tem suas próprias características e sempre que você resolve um você descobre um novo jeito de fazer as contas. Não existe um jeito rápido de aprender, então é bom ter paciência. Se você tem muita dificuldade em matemática, comece do começo. Domine conceitos básicos antes de pensar em equações complicadas.
Não tenha vergonha de aprender frações ou contas mais simples. É do simples que se chega ao mais complexo. APRENDA O VOCABULÁRIO DE MATEMÁTICA
Você vai perceber ao pegar um livro de matemática que muitas palavras você nunca tinha visto na vida. É aí que entra a sua coleção de vocabulários. Crie um caderninho para anotar conceitos e palavras específicas (vale colocar pontos chave e até mesmo alguns exemplos para ficar fácil de consultar). Essas palavras servirão de dicas para você resolver um problema quando elas aparecerem nos enunciados. O conhecimento em vocabulário de matemática será uma ferramenta bem útil. Com o tempo você nem vai mais precisar recorrer ao seu caderninho para se lembrar dos conceitos. REVEJA SEUS ERROS E ENTENDA AS SUAS DÚVIDAS
Essa é uma das dicas mais importantes da lista. Você só deve passar para o tópico seguinte depois de dominar o que já está estudando. Fez a lista de exercícios e acertou sete de dez questões? Parabéns! Mas e as três que você errou? Pare e reveja onde não conseguiu acertar. Boa parte dos livros de matemática é montada em uma sequência lógica que faz com que cada tópico seja importante para as lições seguintes. Desprezar seus erros fará com que muitas dúvidas surjam nas próximas sessões de estudo. Você não vai entender as outras lições, vai se frustrar e isso vai virar uma bola de neve. Dá preguiça refazer um exercício? Dá. Mas você quer aprender, não é? TRABALHE COM EXEMPLOS
Assista a videoaulas no YouTube. É só digitar o tópico que você está estudando na caixinha de busca. A chance
de aparecer algum professor explicando é grande e isso é essencial principalmente se você estiver estudando sozinho. Fora isso, pegue livros que já tenham exercícios resolvidos para ver exemplos de como começar os problemas. Ver como se faz vai facilitar quando você for resolver os outros problemas e fará com que você fique mais confiante.
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AJUDE OUTRAS PESSOAS COM DIFICULDADES EM MATEMÁTICA (E FAÇA SESSÕES DE ESTUDO EM GRUPO)
Você só domina um assunto de verdade quando é capaz de explica-lo para outras pessoas. Se algum amigo procurá-lo com dúvidas, não negue ajuda, nem ache que só porque você está começando a estudar que não será capaz de fazer isso. Muitas vezes a gente sabe mais do que o colega e, além de ser legal estender a mão, vai ser uma boa oportunidade para você treinar seus conhecimentos e ver onde também tem dúvidas. Sessões em grupo são legais justamente porque um pode ajudar o outro. Mas não dá para estudar sempre com a galera, porque matemática é um assunto que requer concentração e a gente sabe que quase sempre vira bagunça quando estamos com os amigos. MANTENHA AS SUAS RESPOSTAS COMPLETAS
Quando resolvemos equações, é comum a gente pular algumas etapas que fazemos de cabeça e colocar na linha de baixo uma versão mais simplificada da conta antes de passar para o próximo passo (ou até já colocar o resultado direto). Para quem está começando, isso não é recomendado. Você precisa entender o seu próprio raciocínio e ver de onde partiu e para onde irá. Mantenha as suas respostas completas. Isso
ajuda também o trabalho do professor na hora de corrigir a sua prova, pois assim ele será capaz de acompanhar o seu pensamento. DESENHE
Munido de lápis e borracha (evite canetas), coloque as mãos à obra e escreva as informações que o problema descreve. Se estiver falando, por exemplo, de um triângulo, desenhe-o. Faça isso com problemas de geometria, trigonometria e por aí vai. O ser humano é um animal visual, você vai ver que ficará mais simples resolver com a figura do que sem. ANOTE AS INFORMAÇÕES DO PROBLEMA ANTES DE COMEÇAR A RESPONDÊ-LO
Muitas pessoas antes de terminar de ler um problema, já estão formulando a resposta na cabeça. Tome cuidado. Isso poderá leva-lo a erros. Não tente adivinhar a reposta antes de escrever as informações dadas pelo enunciado no papel. Faça isso passo a passo. Assim, você não corre o risco de deixar informações importantes de fora.
APLIQUE A MATEMÁTICA NO SEU DIA A DIA
Sempre que possível, tente aplicar a matemática em situações cotidianas (por mais que você fale que não vai ter uso o que você aprende na sala de aula). Os conceitos podem ser bem abstratos às vezes, mas quando você encaixa em algo concreto, é mais fácil de entender. Probabilidade pode ser usada todo dia para prever a chance de algo acontecer. Em uma ida ao supermercado, você pode comparar pesos e preços de produtos para saber se as “embalagens econômicas” são realmente mais baratas. Calcule os juros sobre um dinheiro emprestado para um amigo. Use a sua criatividade. DIVIRTA-SE COM A MATEMÁTICA
Você pode achar mais interessante aprender matemática quando ela está no formato de um jogo. Jogar vai te manter motivado e interessado no assunto, além de acelerar o seu aprendizado. Existem diversos apps para celulares que misturam matemática e diversão.
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Cadastro reserva para alunos de dois e três anos continua na rede pública Processo vale para os estudantes não atendidos na primeira fase da pré-matrícula
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s responsáveis dos candidatos na faixa de dois e três anos não atendidos na primeira fase da pré-matrícula (Maternal I e Maternal II) não precisarão comparecer à secretaria de Educação para solicitação de vagas. Os candidatos que não estiverem com nomes incluídos no resultado da pré-matrícula estarão automaticamente no cadastro reserva da rede municipal. A
advertência é do setor de Cadastro e Movimentação de Alunos, que está responsável pela convocação ao longo do ano letivo de 2017. O resultado da pré matrícula dos estudantes que se inscreveram para as vagas para Educação Infantil será divulgado no próximo dia 11 no site oficial da prefeitura cujo endereço é www.macae.rj.gov.br O cadastro reserva possibi-
DIVULGAÇÃO/INFRAERO
O resultado da pré matrícula dos estudantes será divulgado pela Educação no dia 11 de janeiro
lita aos responsáveis a chance de nova convocação, em caso de desistência ou abertura de novas vagas nas escolas municipais por conta de ampliação ou inauguração de unidades. A primeira fase da pré matrícula direcionada somente para as vagas de maternal I e II foi realizada entre os dias 7 a 25 de novembro. Já a segunda etapa destinada a candidatos a partir de quatro anos aconteceu en-
tre os dias 5 a 16 de dezembro. De acordo com o setor de Pré-matrícula a rede municipal vai alocar o aluno de acordo com a previsão de vagas calculadas no sistema informatizado, além do acesso à escola próxima da residência. Também será considerada a preferência ao candidato que necessitar de atendimento educacional especializado. O quantitativo de vagas ofe-
recidas obedece aos seguintes critérios: Número de salas existentes, capacidade física das salas de aula, previsão de alunos por turmas e vagas existentes disponibilizadas pelas unidades municipais. Os pais que tiveram dúvidas quanto à pré-matrícula podem ligar para o setor da Ouvidoria da Secretaria de Educação, que atende pelo número 2762-2373.
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Estado inicia processo de confirmação de matrículas Alunos selecionados devem comparecer às unidades de ensino em que foram alocados, até a próxima terça-feira, dia 10
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candidato que se inscreveu para ingressar na rede estadual de ensino deve confirmar a matrícula na escola na qual foi alocado, até a próxima terça-feira, dia 10. O período começou nesta quarta-feira, dia 4. No total, 240.792 novos alunos se inscreveram pelo site Matrícula Fácil (www.matriculafacil.rj.gov. br) para estudar em unidades da Secretaria de Estado de Educação (Seeduc). No ato da matrícula, o candidato deve apresentar os seguintes documentos: Carteira de Identidade ou documento original que a substitua (Certidão de Nascimento ou Casamento); CPF, se possuir; Histórico Escolar ou Declaração da última unidade escolar em que estudou, constando a série para a qual o aluno
WANDERLEy GIL
está habilitado; Carteira de Identidade e CPF do responsável legal, no caso de menor de 18 anos, original e cópia; Laudo comprobatório de deficiências declaradas (se for o caso), na forma prevista no § 3º, do art.18; Comprovante de Residência e Comprovante do Atestado com tipo do grupo sanguíneo e o Fator Rhesus (fator RH). Para os candidatos que participaram dessa etapa e não foram alocados haverá uma nova oportunidade para ingressar de forma simples e rápida. O site Matrícula Fácil estará disponível para a 2ª fase da pré-matrícula entre os dias 24 e 27 de janeiro de 2017. Os dias 24 e 25 de janeiro são exclusivos para os candidatos que participaram da 1ª fase e não conseguiram
Estudantes que solicitaram vagas para as escolas de Macaé devem garantir confirmação
alocação. Para os candidatos que perderam o prazo de inscrição ou aqueles que foram alocados, mas não
confirmaram a matrícula, o período de inscrição no site será de 26 e 27 de janeiro. A lista dos alocados pode
ser conferida nos sites www. matriculafacil.rj.gov.br e da Seeduc, no endereço www. rj.gov.br/web/seeduc.
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Pessoas com deficiência são incluídas entre os beneficiários da Lei de Cotas
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A partir de agora, eles passarão a dividir as vagas reservadas com negros, pardos e indígenas
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essoas com deficiência também passarão a ser beneficiadas pela reserva de vagas em cursos técnico de nível médio e superior de instituições federais de ensino, junto com autodeclarados pretos, pardos e indígenas. É o que determina a Lei nº 13.409, sancionada pelo Presidente de República, Michel Temer. A medida, que foi publicada no Diário Oficial da União na quinta-feira, 29 de dezembro, altera os artigos 3º, 5º e 7º da Lei nº 12.711, de 29 de
agosto de 2012, mais conhecida como Lei de Cotas. Até então, a Lei de Cotas estabelecia que no mínimo 50% das vagas fossem reservadas para estudantes que cursaram integralmente os ensino médio ou fundamental na rede pública, incluindo pessoas de baixa renda, negros, pardos e indígenas. A reserva de vagas para pessoas com deficiência era prevista, mas à parte das obrigatórias e como fator opcional. Agora, o texto sancionado dispõe que as vagas serão pre-
enchidas, por curso e turno, por autodeclarados pretos, pardos e indígenas e por pessoas com deficiência, conforme proporção desses grupos na população da unidade da Federação onde fica a instituição, ou seja, todos no mesmo sistema. Em julho de 2015, a então presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei nº 13.146, que instituiu a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, mas com veto ao artigo 29, que determinava justamente a reserva de pelos menos 10%
das vagas, por curso e turno de cada processo seletivo, para estudantes com deficiência. Saiba mais.
Conforme estabelecido na Lei de Cotas, uma revisão do programa está prevista para daqui dez anos.
Auxiliares deverão ter o mesmo período de férias que Professores ASSESSORIA
O secretário municipal de Educação, Guto Garcia, está analisando junto à equipe jurídica e ao prefeito Dr. Aluízio a elaboração de um decreto que determine que os Auxiliares de Serviços Escolares (ASE) tenham o mesmo direito ao período de recesso e gozo de férias do professor, de acordo com o calendário escolar do município. Atualmente os ASE possuem 30 dias de férias, conforme a Lei Complementar 011/1998, e os professores gozam do recesso nos meses de dezembro e julho seguindo o calendário escolar. “Estão sendo analisadas mu-
danças para o ano de 2017 com alteração do calendário de funcionamento e atuação dos profissionais. Todas as escolas poderão fazer revezamento de equipes, mas os auxiliares de serviços escolares, que trabalham na sala de aula, seguirão o mesmo período de recesso do professores”, explicou o secretário Guto Garcia. As atribuições dos auxiliares de serviços escolares no que se refere às qualidades e competências técnicas para a atuação em uma gestão escolar democrática é um assunto avaliado por toda equipe gestora da Educação do município.
Eles são inspetores de alunos dentro da escola e por muitas vezes o apoio principal dos professores em sala de aula. O retorno das atividades nas escolas municipais será no dia 1 de fevereiro com a retomada da atuação dos professores nas unidades de ensino. Já a volta às aulas acontece no dia 6 de fevereiro. Durante as férias dos professores e alunos, as equipes pedagógicas da secretaria estão consolidando as estratégias pedagógicas que serão desenvolvidas. A rede municipal cumprirá os 201 dias letivos determinados pelo Ministério da Educação.
O retorno das atividades nas escolas municipais será no próximo dia 6 de fevereiro
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Nove características de países que são superpotências educacionais Quando se fala em rankings globais de educação a história parece se repetir. As superpotências educacionais asiáticas ocupam os primeiros lugares e, para o resto do mundo, sobram dúvidas e recriminações.
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ara os ministros da Educação de grande parte do mundo este deve ser um momento difícil, no qual eles precisam encontrar algum aspecto positivo para destacar e tentar explicar a razão de seus países estarem mais uma vez no meio ou até nas últimas colocações da lista. Cingapura dominou os resultados do Programa de Avaliação Internacional de Alunos (Pisa, na sigla em inglês), divulgados no começo de dezembro, nas três áreas avaliadas, Matemática, Ciência e Leitura. Cerca de 540 mil estudantes de 15 anos em 70 países participaram do exame, realizado a cada três anos pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No ranking de Ciência, Cingapura foi seguida outra potência asiática da educação, Japão. Em terceiro, a Estônia. No de Leitura, o segundo e terceiros lugares ficaram com China (Hong Kong) e Canadá. E no de Matemática , Hong Kong e Macau (também China). Mas o que estes países fizeram para chegar a este patamar? O que eles têm que outros países não têm? Veja algumas das características destes vencedores.
É MELHOR ESTAR NA ÁSIA ORIENTAL
Cingapura está em primeiro lugar, seguida pelo Japão. Outros daquela região estão entre os dez primeiros como Taiwan, Macau, Hong Kong, China, Vietnã. A Coreia do Sul está em 11º lugar. UM POUCO DE CONFORMISMO?
Falando de uma forma muito diplomática, a expectativa em muitos dos países que
ocupam as primeiras posições geralmente é que as pessoam obedeçam as ordens que recebem. Uma cultura conformista e concentrada, um senso de objetivo coletivo ou até um Estado onde exista apenas um partido, sem oposição, frequentemente são elementos que podem ser observados entre os países mais bem colocados. Mas há exceções: a Finlândia ficou em quinto lugar e este é um país com um sentimento forte de independência liberal. MELHOR NÃO TER RECURSOS NATURAIS
Existe um fenômeno em educação chamado “a maldição dos recursos” que mostra que as economias cuja base são os recursos naturais como as que dependem em grandes reservas de petróleo - têm uma tendência a performances ruins no setor de educação. Países do Oriente Médio podem ser citados como exemplo. Como motivar uma pessoa que espera ser rica independente de seus resultados na escola? Os países pequenos e com poucos recursos, por outro lado, precisaram aprender rapidamente como viver e progredir a partir de sua própria inteligência. Por exemplo, há 60 anos a Coreia do Sul tinha um dos piores índices de analfabetismo do mundo, agora muitos de nós estamos assistindo programas em aparelhos de televisão criados ou fabricados naquele país. APOSTE NOS PROFESSORES
Andreas Schleicher, guru educacional da OCDE, tem uma frase: “Nenhum sistema de educação pode ser melhor do que a qualidade de seus
professores”. E a classificação no Pisa demonstra isso: o sucesso está unido à oferta de professores de boa qualidade. Não importa quais as declarações polêmicas dos ministro de Educação, tudo se resume em um bom investimento nos professores.
DIVULGAÇÃO
SER UMA NAÇÃO (RELATIVAMENTE) JOVEM
Os países mais bem colocados em rankings educacionais podem ter culturas antigas, mas uma característica interessante deles é que muitos são Estados relativamente novos ou tiveram suas fronteiras reconstituídas recentemente. A Finlândia vai celebrar seu centenário em 2017 e a Coreia do Sul e Cingapura, em suas atuais formas políticas, são produtos do século 20. O Vietnã, que saiu de uma guerra na década de 1970 foi um dos que melhoraram mais rapidamente seu sistema educacional, ultrapassando os Estados Unidos e os dinossauros da velha Europa. 6 - Ter um vizinho grande que brilhe mais que você Outra característica surpreendente dos países mais bem posicionados em rankings de educação é o quanto eles tiveram que lutar para conseguir um lugar ao sol por causa de um vizinho muito maior. As histórias de sucesso em países europeus nos últimos anos - na Finlândia, Polônia e Estônia - mostra que eles tiveram que sair da sombra do antigo bloco soviético. A Coreia do Sul e Hong Kong têm como vizinha a China. Cingapura é uma cidade-estado minúscula cercada por vizinhos bem maiores em tamanho e população. A educação é que permite a todos estes países competirem com os países maiores.
NÃO É UMA COMPETIÇÃO POR ELIMINAÇÃO
alto rendimento não tem nenhum problema em pegar as melhores ideias de outros países e usá-las em suas próprias escolas.
As classificações em rankings de educação se baseiam na proporção de jovens que conseguem alcançar algum ponto de referência de capacidade Os ganhadores serão aqueles países que presumem que todos devem cruzar esta linha de chegada, alcançar este padrão, até os mais pobres - e esta é uma característica que marca os mais bem-sucedidos sistemas educacionais da Ásia. Eles colocam os melhores professores cuidando dos alunos mais fracos para garantir que todos alcancem o padrão básico. O sistema ocidental, por sua vez, aborda a educação como uma corrida de cavalos, com a expectativa de que poucos dos que começam a corrida alcancem a meta. E as classificações refletem esta diferença fundamental.
Dez anos ou até mais podem passar antes que as mudanças em um sistema educacional façam alguma diferença positiva a ponto de mudar o lugar do país em rankings globais do setor. E isto não é um grande incentivo para a curta vida útil de um gabinete de ministro da Educação. Em alguns países os ministros podem ser trocados várias vezes até em uma questão de dias. A grande mensagem que os países precisam entender a partir destes rankings globais de educação é que os dois fatores necessários são coerência e continuidade.
COPIAR DOS MELHORES
CULPE TODO MUNDO
É difícil separar os sistemas educacionais da política e da cultura onde eles se desenvolvem. Por mais que todos gostem de falar de “inovação”, há muita pressão de todos os lados contra a mudança. Mas muitos dos países com
PLANEJAR PARA O LONGO PRAZO EM UM MUNDO ONDE TUDO É NO CURTO PRAZO
É preciso muito tempo para mudar a educação de um país e para notar estas mudanças. Então os ministros desta pasta podem se vangloriar de qualquer coisa que tenha sucesso e culpar todos os da administração anterior pelos fracassos.
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Macaé, sábado, 7 e domingo, 8 de janeiro de 2017
O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ KANá MANhÃES
Pré-vestibular Social do Estado inscreve até o próximo dia 16 Em Macaé, aulas são ministradas no Colégio Estadual Irene Meireles, na Imbetiba
O
Pré-Vestibular Social (PVS), da Fundação Cecierj (Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro), está com inscrições abertas até 16 de janeiro de 2017. Em Macaé, as aulas são ministradas no Colégio Estadual Irene Meireles, na Imbetiba. O Pré-Vestibular Social é voltado àqueles que não têm condições de pagar por um curso preparatório e que, em 2017, estarão no último ano do Ensino Médio ou já o tenham
concluído. A escolha dos alunos é feita por meio de uma seleção socioeconômica. As aulas acontecerão de março a dezembro de 2017. As inscrições serão recebidas pelo site www.cederj. edu.br/prevestibular. Após se inscrever, o candidato deverá entregar pessoalmente, em qualquer um dos polos ou enviar pelos Correios para a Caixa Postal referida no edital, um envelope identificado com o código gerado no ato da inscrição, contendo as cópias dos documentos exigidos.
No site do Pré-Vestibular Social da Fundação Cecierj (cederj.edu.br/prevestibular/ onde-estamos) estão disponíveis também a lista dos endereços dos polos, horários de funcionamento para entrega de documentos e as informações sobre o curso e o processo de seleção. Os dias e horários de aulas variam de acordo com o polo escolhido (ver em Onde Estamos no site cederj.edu.br/ prevestibular). Haverá aulas nas disciplinas de Língua Portuguesa/Literatura Bra-
Em Macaé, o Colégio Irene Meireles é um dos polos dos cursos do Cecierj
sileira, Redação, Matemática, Física, Química, Biologia, Geografia e História. Para alguns polos haverá apoio de tutoria através de atendimento 0800 para as disciplinas Física, Química, Biologia, Geografia e História. Para todos os polos as disciplinas de Inglês e Espanhol serão ministradas
na modalidade a distância, com o apoio de tutoria através de atendimento 0800 e online. O Pré-Vestibular Social é um curso gratuito e já atendeu a mais de 150 mil alunos. A Fundação Cecierj é vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação.
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