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Macaé, sábado, 26 e domingo, 27 de agosto de 2017. Ano XLII, Nº 9381
Fundador/Diretor: Oscar Pires
EDUCAÇÃO O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ KANÁ MANHÃES
OPORTUNIDADE PARA INGRESSAR NA EDUCAÇÃO SUPERIOR GRATUITA PÁG.2
MARIA ANGÉLICA FRANCISCO DE AZEVEDO / INFRAERO
IDIOMAS SEM FRONTEIRAS OFERECE VAGAS PÁG.3
INFRAERO E POLÍCIA FEDERAL EM PARCERIA PELA EDUCAÇÃO PÁG.7 WANDERLEY GIL
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Capital do Petróleo é referência no estudo de geologia do Brasil No município está instalado o Laboratório de Rochas da Petrobras - que além dos estudos realizados, guarda em seu acervo toda a história da Bacia de Campos. PÁG. 4
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O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
Macaé, sábado, 26 e domingo, 27 de agosto de 2017
Oportunidade para ingressar na educação superior gratuita A FeMASS vai abrir inscrição para os cursos de Administração, Engenharia de Produção, Sistemas de Informação e Matemática KANÁ MANHÃES
Juliane Reis
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studantes que desejam ingressar na educação superior gratuita devem ficar atentos as oportunidades. A Faculdade Municipal Professor Miguel Ângelo da Silva Santos (FeMASS) vai abrir, no próximo dia 11 de setembro, as inscrições para o vestibular referente ao primeiro e segundo semestres letivo de 2018. Ao todo estão sendo oferecidas 400 vagas distribuídas nos cursos de Administração, Engenharia de Produção, Sistemas de Informação e licenciatura em Matemática. O valor da taxa é de R$ 82, e deve ser paga até o dia 27 de outubro em qualquer agência do Banco Itaú, por meio de boleto a ser gerado ao final da inscrição. Já o cartão de confirmação deverá ser impresso após a divulgação das inscrições deferidas, a partir do dia 16 de novembro. De acordo com informações do edital, os cursos são oferecidos no turno da noite e os interessados poderão se inscrever até o dia 11 de outubro pelo site WWW.macae.rj.gov.br. As vagas serão destinadas para os primeiro e segundo semestres, e as aulas estão previstas para começar, respectivamente, para fevereiro (primeiro semestre) e agosto (segundo semestre) de 2018. O processo seletivo será composto por uma prova objetiva a ser aplicada no dia 3 de dezembro às 9h. A avaliação contará com
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Ao todo estão sendo oferecidas 400 vagas e os cursos são ministrados no turno da noite na Cidade Universitária
questões de múltipla escolha, baseadas nas matrizes de referência e conteúdo ENEM 2017 (www.inep.gov. br) e uma redação. Ainda segundo informações, será eliminado o candidato que não obtiver, no mínimo, o total de 50 pontos na redação. Ainda segundo o edital, do total de vagas, 40%, por curso, serão reservadas para estudantes que tenham realizado o ENEM e 30% para os que tenham cursado integralmente o Ensino Médio em escolas públicas. Ainda segundo informações, vagas serão preenchidas segundo a ordem de classificação, de
acordo com as notas obtidas pelos candidatos, dentro de cada um dos critérios dos inscritos. A Fe M A S S é v i n c u l ad a à Secretaria Municipal de Educação e funciona no Bloco A, da Cidade Universitária, à Rua Aloísio da Silva Gomes, 50, Bairro Granja dos Cavaleiros. Trata-se de uma instituição pública de ensino superior fundada em 2000 pela prefeitura de Macaé, município do litoral norte do Rio de Janeiro. É considerada a única instituição universitária municipal do estado, e uma das nove do Brasil.
PEDIDO SE ISENÇÃO PODE SER FEITO ATÉ 22 DE SETEMBRO
O candidato interessado em solicitar a isenção de pagamento da taxa de inscrição deve fazer o procedimento entre os dias 18 a 22 de setembro, na Secretaria Municipal Adjunta de Ensino Superior. Segundo informações, a isenção é voltada para quem comprovar baixa renda, prevista pelo Decreto n.º 6.593 de 2008 e que atender os seguintes critérios: estiver inscrito n o C a d a st r o Ú n i c o p a r a Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico)
e for membro de família de baixa renda, nos termos do Decreto n.º 6.135, de 2007. A instituição orienta ainda que o requerimento de isenção não garante ao interessado a isenção de pagamento da taxa de inscrição, ficando esta sujeita à análise e ao deferimento. O resultado dos pedidos de isenção será divulgado no dia 23 de outubro pelo www.macae.rj.g ov.br/ femass .Já os candidatos que tiverem seu pedido de isenção julgado indeferido deverão efetuar o pagamento do boleto até o dia 27 de outubro.
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Idiomas Sem Fronteiras oferece vagas Iniciativa do Ministério da Educação (MEC) está oferecendo diversas vagas para cursos de línguas Juliane Reis
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tenção, estudantes. O Ministério da Educação (MEC) está oferecendo vagas para o Programa Idiomas sem Fronteiras. Por meio da iniciativa estão sendo ofertadas vagas para aulas presenciais de línguas alemã, espanhola, francesa, italiana, japonesa e de português, como língua estrangeira. De acordo com o MEC, as aulas serão ofertadas pelos Núcleos de Línguas (NucLi-IsF) das universidades federais credenciadas pelo programa
As inscrições foram abertas no último dia 22 e podem ser feitas até o dia 31 de agosto e o início as aulas está previsto para 18 de setembro. Haverá ainda mais duas ofertas de vagas, sendo com inscrição entre os dias 26 de setembro e 5 de outubro, com aulas para iniciar em 23 de outubro e a última oferta de vagas com inscrição entre 1º e 10 de novembro. Já as aulas têm inicio em 27 de novembro. O MEC informa ainda que cada universidade realizará reuniões de orientação antes do início das aulas para confirmar a matrícula e o ni-
velamento dos alunos. O candidato selecionado que não participar da reunião estará automaticamente desclassificado para a realização das aulas. O Idiomas Sem Fronteiras tem como objetivo promover ações em prol de uma política linguística para a internacionalização do Ensino Superior Brasileiro valorizando a formação especializada de professores de Língua Estrangeira. O edital completo com todas as informações está disponível em <http://isf.mec.gov.br/ programa-isf/entenda-o-isf>
A iniciativa visa promover ações em prol de uma política linguística para a internacionalização do Ensino Superior Brasileiro
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Capital do Petróleo é referência no estudo de geologia do Brasil No município está instalado o Laboratório de Rochas da Petrobras - que além dos estudos realizados, guarda em seu acervo toda a história da Bacia de Campos Juliane Reis
WANDERLEY GIL
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ngana-se quem pensa que Macaé, composto hoje por mais de 200 mil habitantes é referência nacional apenas quando o assunto é o ouro negro. No município está instalado o Laboratório de Geologia da Petrobras, considerado referência no Brasil. O local foi apresentado recentemente à imprensa da região. A atividade fez parte da programação dos 40 anos de produção da companhia, na Bacia de Campos. Instalado na base da Imbetiba, o então Laboratório de Rochas, como é conhecido, foi implantado na unidade em meados da década de 80 e subsidiou grandes descobertas como os campos gigantes de Marlim e Albacora que ajudam a manter a curva de produção da Bacia de Campos. Ainda segundo informações da própria Petrobras, no local tem um acervo de 50 mil caixas com amostras de rochas que registram 130 milhões de anos da bacia geológica de campos e a história dos 40 anos da Bacia de Campos. Destas, 20 mil são de testemunhos (amostra cilíndricas de rochas), e se enfileiradas equivalem à distância de Macaé a Rio das Ostras. E não para por aí. É nesse laboratório que são realizados os primeiros estudos das rochas com o intuito de detectar a existência ou não de petróleo e então possibilitar as futuras perfurações. O gerente setorial de Sedimentologia e Estratigrafia da Bacia de Campos, Marcelo Soares de Almeida explica
O gerente setorial de Sedimentologia e Estratigrafia da Bacia de Campos, Marcelo Soares de Almeida destaca a importância do laboratório
que esse laboratório guarda não só a história da Petrobras e da Bacia de Campos, mas é um acervo da União. No local existem amostras desde a primeira descoberta no Poço de Garoupa 2, em 1974, à última amostra encontrada no Poço de Marlim, no último dia 10 de agosto.
“O trabalho realizado aqui no laboratório consiste na gente analisar as rochas; analisar a qualidade que essa rocha tem para que ela tenha condições de armazenar petróleo. Porque na verdade o petróleo ocorre impregnado dentro da rocha e a qualidade dessa rocha e como ela é, é de
suma importância para o desenvolvimento da produção e para as grandes descobertas. Sendo assim, se a gente tiver uma rocha que tenha capacidade de armazenar esse óleo, com a porosidade e impermeabilidade necessárias, o que a gente chama de qualidade de reservatório
- já é um grande passo em direção a uma descoberta. Então a grande importância do laboratório é avaliar a rocha para subsidiar os próximos passos para o desenvolvimento de produção até virar um campo de petróleo”, explicou o gerente setorial do laboratório.
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Amostra da última descoberta do Campo de Marlim, passando por uma das etapas dos estudos que é a retirada de óleo e água
Como é feito o trabalho de avaliação das rochas Nesta reportagem o gerente do Laboratório de rochas explica como ocorre a avaliação das amostras Juliane Reis
juliane@odebateon.com.br
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pontado como referência no estudo de geologia no Brasil, o trabalho realizado no Laboratório vai além do detectar ou não petróleo nas amostras de rochas. De acordo com as informações da Petrobras, todas as rochas oriundas da perfuração de poços passam por diferentes análises como a aquisição de imagens fotográficas, limpeza de óleo e sal, serragem, entre outras. Depois, são distribuídas em bancadas, onde ficam à disposição para o minu-
cioso trabalho de descrição macroscópica e coleta para análises complementares. A descrição dessas amostras é de responsabilidade dos geólogos, que buscam compreender a sua origem e avaliar o seu potencial como reservatório de petróleo e gás. Além disso, a análise dos registros geológicos, segundo informações, contribui com teses como a da gondwana supercontinente que há milhões de anos reunia Brasil e África - uma vez que rochas e fósseis encontrados nas costas dos dois continentes são extremamente semelhantes. Informações como essas são
passadas aos estudantes de escolas e universidades da região que visitam anualmente o local. Marcelo Soares de Almeida, gerente setorial de Sedimentologia e Estratigrafia da Bacia de Campos explica que a rocha chega ao laboratório e passa por diversos procedimentos. Segundo ele, um desses procedimentos é colocá-la no tamanho adequado para análise, tirar todo o óleo e sal de dentro dela e depois, sim, ela entra em uma outra série de análise que vai desde estimar o tamanho do grão, até a quantidade de espaço
vazio que existe dentro da rocha, que é a sua porosidade, e capacidade que essa rocha tem de deixar esse óleo sair, assim como analisar qual a composição e quais os minerais que ocorrem dentro dela. “Tudo isso subsidia para que consigamos compor, descobrir e estudar a qualidade do reservatório. O campo de petróleo com uma qualidade de reservatório ruim é um campo que vai gerar muito trabalho, e vai requerer muita tecnologia em cima para que se consiga gerar esse óleo. Mas se temos um campo, com rochas com qualida-
de boa, os esforços serão menores. Ele vai ter mais óleo, e consequentemente maior produção. Então podemos afirmar que a importância do laboratório é justamente essa, a de subsidiar com as nossas análises o desenvolvimento dos campos de petróleo. É nele que, por meio de uma equipe especializada, são realizados os estudos geológicos para auxiliar nas estratégias de descobertas de reservatórios e de desenvolvimento de campos, além do local ser um espaço de grande importância para os estudos para a geologia de todo o Brasil”, disse.
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O Pré-sal da Bacia de Campos e o mito sobre a piscina de petróleo Marcelo Almeida fala das análises das rochas onde foram descobertos o pré-sal KANÁ MANHÃES
No Laboratório está armazenado a amostra do primeiro campo de Petróleo, a Garoupa 2 - descoberto na Bacia de Campos em 1974
Juliane Reis
juliane@odebateon.com.br
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g e r e n t e s et o r i a l d e Sedimentologia e Estratigrafia da Bacia de Campos, Marcelo Soares de Almeida destaca que o présal da Bacia de Campos já vem há alguns anos mostrando resultados. “Atualmente a gente está analisando amostras do campo de Marlim do Sul, dessa última descoberta anunciada no último dia 10 de agosto - do Poraquê. Essas amostras atualmente estão passando por um processo de limpeza para que a gente avalie a
qualidade desse reservatório. Uma primeira análise mostra que a qualidade é excelente, com rochas de alta porosidade que provavelmente irão responder a uma produção satisfatória”. Na oportunidade, Marcelo falou também do “Mito sobre o piscinão de petróleo” e destaca que não existe uma camada de petróleo, ou seja, não existe um piscinão lá em baixo que só tem óleo. “O que existe é uma rocha; e essa rocha é porosa e dentro desses poros a gente vai ter o petróleo armazenado. Por isso a importância de estudarmos
as rochas, de estudar qual o espaço vazio que tem dentro dela, saber se esse espaço vazio está conectado e se esse óleo vai conseguir fluir por dentro da rocha. É como se fosse uma esponja. Literalmente uma esponja. A rocha absorve esse óleo, esse óleo fica impregnado dentro dela e a gente vai ter que, de uma certa maneira, com a perfuração, extrair esse óleo de dentro dela. Quer dizer, não é um piscinão. É uma rocha impregnada. Então é mais difícil. Vamos ter que usar bombeios; existem alguns poços que são fugintes (que o óleo vem so-
zinho); existem vários métodos de elevação, de trazer esse óleo pra cima. Então quanto melhor for avaliada essa rocha, vai facilitar os próximos passos desse trabalho”, disse. Com o advento da Petrobras, Macaé e toda a população, que até o ano de 2000 tinha como principal fonte de economia, a agricultura e a pesca, passou a ser mundialmente conhecida como a Capital Nacional do Petróleo. O título veio quando a então pacata cidade começou a ser contemplada com os Royalties do Petróleo - que garante hoje um repasse de cerca de
30 milhões / mês. O município hoje, de acordo com o gerente geral da Unidade de Operações de Exploração e Produção da Bacia de Campos, Marcelo Batalha, comporta a principal estrutura física da companhia, além de ter em sua área o principal centro de controle da estatal. “O fato é que temos uma grande sinergia e conexão com Macaé que hoje comporta 30% do estoque da companhia e ao contrário das especulações, posso garantir que a principal base à atividade offshore vai continuar sendo o município”, disse o gerente.
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Infraero e Polícia Federal em parceria pela educação Em um bate-papo descontraído, o Policial Federal, Paulo Bastos falou com os estudantes sobre os malefícios das drogas MARIA ANGÉLICA FRANCISCO DE AZEVEDO / INFRAERO
Juliane Reis
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ecentemente a Infraero, em parceria com a Policia Federal - por meio das “Ações Educativas e Culturais de: Meio Ambiente, Segurança, Saúde e Vocação vão à escola”, realizou atividades educativas relacionadas à prevenção contra as drogas com estudantes do Colégio Barroco Lopes. A Coordenadora das Ações Educativas e Culturais, Maria Angélica explicou que, por meio de um bate-papo com os alunos, o Policial Federal, Paulo Bastos, do Grupo de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas (GPRED/ANP), da Divisão de Repressão às Drogas (DRE), informou que a instituição acredita na importância da prevenção, no “Informar para decidir”, como uma solução para manter os jovens longe das drogas no momento das abordagens. Na ocasião, o profissional abordou sobre os diversos tipos de drogas, os efeitos maléficos causados no organismo de cada pessoa a curto e longo prazos, as diversificadas reações causadas no comportamento humano, o estado de torpor em resposta ao reagente químico e um alerta à dependência química levando os adolescentes à reflexão sobre o assunto. “Paulo Bastos conseguiu atrair a atenção dos alunos, havendo grande interatividade durante o evento educativo da POLÍCIA FEDERAL. Logo após, foi passado um vídeo sobre a modificação do comportamento humano em resposta aos diferentes tipos de substâncias químicas, quando os alunos tiveram a oportunidade de assistir as diversas
formas de comportamento humano perante os efeitos maléficos das drogas, sejam elas, depressivas, repressoras, estimulantes e perturbadoras, que agradou muito os estudantes e outro vídeo explicativo sobre os estragos que as drogas podem causar ao organismo humano”, disse Angélica. Ainda ao decorrer do evento, Paulo Bastos orientou os estudantes sobre como ingressar nas diversas áreas da Polícia Federal, na profissão de escrivão, agente, papiloscopista, perito e delegado. A coordenadora das atividades, Maria Angélica destacou ainda que durante todo o evento, foi visível o grande interesse do Policial Federal em impedir que os adolescentes entrem no mundo das drogas. “Foi um momento muito importante e de muito aprendizado. O palestrante esclareceu as dúvidas sobre as drogas, orientando, alertando e evangelizando os estudantes, com os preceitos que adquiriu ao longo de sua importante profissão de Policial Federal. Esse tipo de atividade que a gente vem realizando já é um sucesso no meio estudantil”, declarou Angélica, acrescentando ainda que o evento foi realizado a partir de uma interface do delegado do Departamento de Polícia Federal de Macaé RJ, Dr. Júlio César Ribeiro, com o delegado da Divisão de Repressão às Drogas (D.R.E.), do Rio de Janeiro. Já as “Ações Educativas e Culturais de: Meio Ambiente, Segurança, Saúde e Vocação vão à escola”, acontecem desde 2005 sob a coordenação de Maria Angélica Francisco de Azevedo e em 2016 atingiu a marca de 7.000 participantes, com a realização de visitas programadas ao Aeroporto,
Estudantes do Barroco Lopes participaram do evento e aprenderam mais sobre o tema “Drogas”
ao Terminal Offshore da Petrobras e hangares, contando com o apoio dos Serviços Compartilhados da Petrobras, com palestras de Meio Ambiente e bate-papo com empresários das Cias Aéreas. A iniciativa conta, ainda, com o apoio participativo do Grupo de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas (GPRED/ANP) da D.R.E., com palestras educativas de Prevenção contra o uso de drogas e a Demonstração com cães, da Polícia Federal, palestra educativa com profissionais do Exército e da Marinha, entre outros parceiros.
BATE-PAPO
Relatos dos estudantes ● “EU ACHEI IMPORTANTE,
pois muitas pessoas deveriam saber
que isso não prejudica apenas a saúde e sim a Vida!”, Ana Clara G. Silva - 8º ano, 12 anos. ● “GOSTEI MUITO DA PALESTRA,
achei muito interessante, além
de importante. É muito bom para informar a galera mais jovem e evitar muitos acidentes”, Júlia Vieira - 13 anos. ● “NESSA PALESTRA APRENDI QUE USAR DROGAS É ERRADO,
também pude aprender mais sobre drogas, seus grupos, os tipos, as reações e etc...”- Mariana - 14 anos
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