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Educação 20 11 2016

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www.odebateon.com.br

Macaé (RJ), domingo, 20 de novembro de 2016, Ano XLI, Nº 9181

Fundador/Diretor: Oscar Pires

EDUCAÇÃO O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ

FOTOS: DIVULGAÇÃO

EDUCAÇÃO LANÇA CAMPANHA “DEVOLVER É LEGAL” PÁG.2

REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGISTRA DEMANDA DE TRÊS MIL NOVOS ALUNOS

GRUPO “ORQUESTRANDO A VIDA” PREPARA NOITE MEMORÁVEL EM APOIO À FAFIMA

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Saber inglês pode render um salário 30% maior Descubra todas as vantagens que um Inglês de qualidade no currículo pode trazer para sua carreira. PÁG.12


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Educação lança campanha “Devolver é Legal”

ARqUIVO SECOM

Iniciativa visa recolher material didático que será reaproveitado pela rede

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evolver é Legal” é uma campanha para os alunos do 4° e 5° anos do Ensino Fundamental e Ensino Médio da rede pública de ensino, lançada esta semana pela Coordenação do Programa Nacional do Livro Didático. O objetivo é aumentar ainda mais o percentual de livros devolvidos. Entre os anos de 2013 e 2015, cerca de 80% dos livros foram devolvidos. A Educação possui cerca de 50 cuidadores de livros, profissionais responsáveis nas escolas pelas campanhas e que participam regularmente do curso de Gestão do Livro Didá-

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tico. Segundo a coordenadora do Programa Nacional do Livro Didático, Rose Thomaz, os cuidadores dos livros didáticos também estimulam a comunidade escolar a devolver os livros que não são mais utilizados pelos alunos. “Legal porque é bom, devolver é legal também no sentido da legalidade de acordo com a resolução 42 do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE)”, explicou Rose. Durante o encontro dos cuidadores que aconteceu esta semana, eles receberam as instruções de como a escola deverá se

organizar para receber os livros deste ano e o planejamento de 2017 com estimativa das demandas de livros didáticos para as escolas do 6° ao 9° anos e a prestação de contas da devolução dos livros didáticos dos anos de 2013, 2014 e 2015. “Entregamos um certificado de Honra ao Mérito para as 12 escolas que participaram do Projeto: Pratique Cidadania “Cuide bem do seu Livro Didático” e do concurso Boas Práticas de Gestão do Livro Didático. A escola destaque foi a do Engenho da Praia, que foi o colégio campeão em Gestão do IDBE, informou Rose Thomaz.

Material didático será reutilizado por estudantes de novos níveis da rede pública

EXPEDIENTE - JORNAL EDUCAÇÃO É UMA PUBLICAÇÃO SAZONAL • Propriedade: EJORAN - Editora de Jornais, Revistas e Agências de Notícias • Sede e Parque Gráfico Próprios. Rua: Benedito Peixoto, 90 Centro Macaé/RJ Tel. (22) 21066060 - CNPJ: 29699.626/0001-10 • Registrado na forma da lei • Diretor Presidente: Oscar Pires • Editor: Márcio Siqueira (marcio@odebateon.com.br) • Vendas de Publicidade: Juana Lima (juanalimadebate@odebateon.com.br) • Edição Gráfica: Felipe Neto (comercial@odebateon.com.br) e Marcos Vinícius (marcosvinicius@odebateon.com.br) • Fotos: Wanderley Gil e Kaná Manhães (fotografia@odebateon.com.br) • Acesse: www.odebateon.com.br • E-Mail: comercial@odebateon.com.br • A direção de O DEBATE não se responsabiliza e nem endossa os conceitos emitidos por seus colaboradores em ações ou artigos assinados, sendo de total responsabilidade do autor. • Filiado à ADJORI - RJ Associação dos Diretores de Jornais do Estado do Rio de Janeiro e à ADI Brasil • ANJ Associação Nacional de Jornais.


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Grupo “Orquestrando a Vida” prepara noite memorável em apoio à FAFIMA

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Três mil ingressos estão à venda para apresentação que acontece no próximo dia 30 na Paróquia Santo Antônio

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om apresentações que marcaram a história de diversos municípios do Estado, através de montagens de óperas consagradas internacionalmente, como “La Bohème” de Puccini e “Elixir do amor”, o grupo Orquestrando a Vida prepara uma noite memorável e especial em Macaé. A iniciativa tem como finalidade ajudar a Fundação Luiz Reid a resgatar a história de 40 anos dedicados ao ensino de qualidade em Macaé. A apresentação acontece no próximo dia 30, a partir das 20h, na Paróquia Santo Antônio, no Visconde de

Araújo. Com a contribuição do conselheiro da Fundação Luiz Reid, Lafayete Fernandes, o grupo virá de Campos dos Goytacazes com o propósito de proporcionar a três mil convidados o encantamento que só a música clássica, da mais alta qualidade, é capaz de provocar. A população macaense é convidada a participar da apresentação. Já estão à venda três mil ingressos ao preço de R$ 30, que podem ser adquiridos na sede da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Macaé (FAFIMA), situada na Rua Tenente Rui Lopes Ribeiro, no Centro.

O Orquestrando a Vida se apresenta atualmente em parceria com a Orquest r a M a r i u c c i a I a c ov i n o, interpretando músicas do repertório sinfônico coral universal e repertório de ópera, além do seu trabalho constante de repertório “a capela”. Ao abrir espaço para a participação de jovens de comunidades carentes de Campos, o Orquestrando a Vida renova as esperanças de crianças e adolescentes através da música. O dinheiro arrecadado com os ingressos será revertido para a FAFIMA quitar uma dívida que chega a R$ 500 mil.

Maestro Luis Mauricio Carneiro conduz alunos de um dos mais conceituados projetos sociais baseado na música clássica


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Artesãos de Macaé são qualificados em parceria entre Educação e Sebrae

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Oficina “Cor, Forma e Design no Artesanato” prossegue as sextas-feiras e prepara uma exposição para dia 6

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judar a desenvolver o espírito criativo e enxergar novos métodos de alavancar as vendas. Esses são os principais objetivos das oficinas gratuitas de artesanato que estão sendo realizadas toda sexta-feira no Centro de Formação Carolina Garcia, da Secretaria de Educação de Macaé. Voltadas para as pessoas que já trabalham com artesanato, as oficinas são frutos de uma parceria com o Sebrae e são ministradas pelo artista plástico e consultor Cocco Barçante. Os encontros acontecem até o dia 25 de novembro. No dia 06 de dezembro será realizada uma exposição para comercialização dos produtos. - Pelo Sebrae, já desenvolvemos este trabalho há quatro anos. As oficinas ajudam o artesão a ver a sua atividade com outros olhos, desenvolvendo seu lado criativo e estudando novas possibilidades para melhorar seu produto, e, conseqüentemente alavancar as vendas. Quem quiser participar ainda dá tempo, disse Cocco, que já está organizando para o início de dezembro uma exposição para a venda dos trabalhos dos alunos. De acordo com ele, as aulas não tem um foco em um artesanato específico. “Temos aqui diferentes tipo de trabalho. O que fazemos é quase uma con-

sultoria personalizada, vendo o que cada um pode melhorar”, explicou o consultor, que está incentivando a turma a se cadastrar no programa “Artesanato em Movimento”, desenvolvido pelo Governo do Estado, que permite o artesão participar de grandes eventos, como a Feira da Previdência. Quem quiser se inscrever, basta procurar a equipe do Centro de Formação, que funciona no térreo do Colégio Municipal Maria Isabel Damasceno Simão, no centro da cidade. As oficinas de artesanato acontecem toda sexta-feira das 13h30 às 16h30. Ângela Márcia, da Associação Macaense de Culinária e Artesanato com o Peixe Peruá, está animada com as oficinas de Cocco. “Troquei só a corda do colar por orientação dele e já vendi mais peças porque ficou muito melhor. Trato a pele do peixe e faço espelhos”. Omar Peçanha, coordenador por seis anos do projeto Roçarte, começou no artesanato através da fibra de bananeira. Ele também é um dos participantes. “Reciclar em todas as áreas é necessário. Nossa exposição será linda”,comentou. Cocco, que é artista plástico, destaca que a forma e o cuidado ao pensar no produto a ser comercializado têm que atender também as necessidades de

As oficinas de artesanato acontecem toda sexta-feira das 13h30 às 16h30

mercado e despertar o interesse. “O conceito influi em todo o processo de produção. Desse modo, cores, temas e formas são um aliado no momento de construção de uma peça” disse

ele, que expôs seus trabalhos pelo projeto “Sentimentos do Rio” no qual demonstra, por meio de painéis, seu amor pela cidade do Rio de Janeiro, registrando a arte e moda dos bairros

cariocas. Trabalhando suas formas e cores, o artista criou uma paleta própria em suas obras, onde a Lapa é amarela, Santa Teresa sépia, Ipanema azul e o Cosme Velho lilás.


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Rede municipal de Educação registra demanda de três mil novos alunos Prazo para solicitação de vagas nas escolas municipais segue até o próximo dia 25

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om 3.064 inscritos na primeira semana, o cadastro para a entrada na rede municipal de ensino de Macaé para crianças de dois e três anos continua até o próximo dia 25, até as 17h. O sistema online de pré-matrículas está funcionando no site www. macae.rj.gov.br. Para as crianças a partir de quatro anos, alunos do Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio (Serra), as inscrições começam no dia 05 de dezembro. O resultado da pré-matrícula será no dia 11 de janeiro de 2017 por meio do portal da prefeitura e nas dependências das escolas municipais. De acordo com a coordenadora do Setor de Matrículas da Secretaria de Educação (Semed), Gabriela Chaves, o recorde de inscrições até agora foi o primeiro dia da pré-matricula, onde o sistema recebeu cerca de duas mil solicitações. Segundo ela, os pais não estão tendo problemas para acessar o sistema online, que foi todo reformulado pela equipe de Tecnologia da Informação da prefeitura. - O sistema conta com todas as informações necessárias, inclusive com um passo-apasso para esclarecer qualquer tipo de dúvida. A novidade desse ano é que as inscrições online também podem ser feitas por quem mora na Serra. Em 2016, conseguimos atender a todas as crianças de dois e três anos que se inscreveram - disse Gabriela. Quem não tem acesso à internet pode fazer a inscrição de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, no polo de atendimento no Centro de Educação Tecnológica Profissional (Cetep), situado à Rua Alfredo Backer, nº 363, Centro. Ao cadastrar a pré-matrícula, os interessados devem informar nome completo do candidato,

SECOM

Em uma semana, a rede municipal de ensino registrou solicitação de três mil prématrículas

data de nascimento, conforme certidão de nascimento; certidão de casamento ou documento oficial que a substitua; rede escolar de origem, quando for o caso, etapa de Educação Infantil, ano de escolaridade do Ensino Fundamental ou Médio ou ciclo da EJA a ser cursado em 2017. No sistema, o responsável deve, obrigatoriamente, apresentar três opções diferentes de unidades escolares que fazem parte da rede municipal. Também devem ser fornecidos declaração, conforme laudo clínico, se o candidato necessita de atendimento educacional especializado;

nome dos pais ou responsáveis; telefone para contato ou e-mail, além de endereço completo. O candidato à pré-matrícula deve ter idade específica ou a completar até dia 31 de março de 2017 para as três modalidades da Educação Infantil. São elas (maternal I - dois anos); maternal II - (três anos); pré I (quatro anos), pré II (cinco anos). O estudante que ingressar no Ensino Fundamental deve ter seis anos ou a completar no dia 31 de março de 2017. Para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), os alunos dos ciclos I ao V, devem ter 15 anos completos ou a completar. O

Ensino Médio somente é oferecido nas unidades escolares situadas na região serrana. ALOCAÇÃO

O processo de matrícula será efetivado de acordo com a previsão de vagas calculadas pelo sistema informatizado para o próximo ano letivo. A Secretaria de Educação poderá alocar o candidato em outra unidade municipal, caso não existam vagas nas opções apresentadas pelos pais ou responsáveis. Também será considerada a preferência ao candidato que necessitar de atendimento educacional especializado e

proximidade da residência. Caso a família venha optar pela matrícula do aluno em outra unidade escolar que não seja próxima da residência, o procedimento apenas será formalizado após integral atendimento de outros estudantes residentes nas proximidades das escolas, e se ainda houver vagas remanescentes. Além disso, a alocação dos candidatos também seguirá a proximidade da residência. Todas as etapas de pré-matrícula e matrícula da Rede Municipal de Ensino estão previstas na Portaria 10/2016 da Secretaria de Educação, de 1º de novembro de 2016.


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Feira Literária Interna do Castelo (FLIC) A FLIC é a culminância de um projeto desenvolvido ao longo do ano letivo de forma interdisciplinar Simone Mendonça

Assessoria de Imprensa – ACS

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ncentivar a leitura crítica, estimular o diálogo, a produção e a pesquisa e a autoria. Esses são alguns dos objetivos da Feira Literária do Castelo (FLIC) realizada pelos alunos do 1º ano do Ensino Médio com a participação ativa do 9º ano do Ensino Fundamental. Durante toda a manhã do dia 27 de outubro, eles receberam visitantes nos stands temáticos, onde conversaram sobre os livros e promoveram atividades interativas. - A feira é um trabalho de autoria, que possibilita o contato direto entre alunos, professores, pais e demais convidados, para a apresentação do resultado de todo o processo desenvolvido com os alunos ao longo do ano letivo: leituras, reflexões, análises, vídeo, música, entre outras atividades - explicou a Profes-

sora Aparecida Alves de Araujo, que idealizou o projeto ao lado do Professor Moacyr Macedo. As leituras deste ano foram embasadas teoricamente pelos filósofos Jean-Jacques Russeau, Imamanuel Kant e Michel Foucault, para abordagem crítica e ampliação do conhecimento. - As leituras e análises dos livros lidos resultaram na criação de um novo enredo, capaz de reunir duas obras em um vídeo com texto, atuação e edição feitos pelos próprios alunos – explicou a Professora. Da junção de “Divergente” (Verônica Toth) com “Admirável Mundo Novo” (Aldus Huxley) surgiu “Admirável Mundo Divergente” (1º ano A). Já as obras “Todo Dia” (David Levithan) e “Os Miseráveis” (Victor Hugo) resultaram no vídeo “O outro lado da Moeda” (1ºano B). E “Meu pé de Laranja Lima” (José Mauro de Vasconcelos) e “O Pequeno Príncipe” (Antoine de

PAOLLA ITAGIBA - ACS

Saint-Exupéry) deram origem ao vídeo “Invisível” (1º ano C). Os alunos do 9º ano do Ensino Fundamental ficaram responsáveis pela obra “A Menina que roubava livros” (Markus Zusak), sobre o qual realizaram um trabalho de análise, crítica e troca de ideias a respeito das obras lidas. O PROJETO

A FLIC é a culminância de um projeto desenvolvido ao longo do ano letivo de forma interdisciplinar entre Língua Portuguesa, Literatura, Sociologia e Filosofia, a fim de possibilitar a ampliação da interpretação, leitura de mundo, formas de comunicação e o repertório cultural dos alunos. As atividades são divididas em etapas que vão do estímulo e preparação do aluno até a organização da feira. Nos primeiros e segundo semestres, foram realizadas atividades de estímulo à leitura crítica e engajamento nas ques-

tões sociais: debates, leitura de clássicos da Literatura, da Filosofia e da Sociologia, produção de textos e apresentações contextualizadas. No segundo, uma atividade interativa entre aluno e sociedade, que neste ano foi uma Cantata em homenagem ao músico e compositor macaense Benedito Lacerda, em comemoração ao centenário do samba; além da criação da fanpage Rádio e Poesia, destinada à troca de informações sobre os autores que foram trabalhados ao longo projeto. No terceiro, fo-

ram desenvolvidas comunidades virtuais associadas às temáticas das obras escolhidas, produção de vídeos e organização geral da Feira Literária. - Vejo a FLIC como uma oportunidade para os alunos refletirem sobre a vida. É uma forma de trazer para a nossa realidade a literatura que está se perdendo, de resgatar a leitura para que tenhamos visão de mundo. E uma vez aprendido, que a gente possa transmitir para outras pessoas – concluiu a Mariana Suaid Vasco Tomazi, do 1º ano.


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Os dez cursos com maior empregabilidade

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Veja os 10 cursos com maior empregabilidade; o seu está entre eles?

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uem não quer terminar a faculdade com um emprego garantido, ou pelo menos grandes chances de ser logo contratado? Se você está em dúvida sobre qual carreira seguir, considere avaliar mais um elemento em ao fazer sua escolha: a empregabilidade do curso superior. A empregabilidade envolve inúmeros fatores, como a competência do profissional, sua dedicação, região e setor da economia em que atua, etc. Por isso, as pesquisas sobre empregabilidade servem apenas como “guia” e não devem ser tomadas ao pé da letra. Uma das pesquisas mais confiáveis sobre o tema é o levantamento “Perspectivas Radar: Perspectivas Profissionais”, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O Ipea pesquisou a taxa de ocupação de diversas profissões de nível superior, usando como base dados do Censo Demográfico do IBGE e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Veja, a seguir, os 10 cursos com maior taxa de ocupação de acordo com a pesquisa do IPEA!

MEDICINA

Taxa de ocupação: 97,07%. A pesquisa comprova o que vemos na prática: é difícil ver um médico desempregado. Este profissional encontra trabalho em hospitais públicos e privados, pode montar sua própria clínica e normalmente começa a carreira trabalhando em dois ou mais lugares. O Brasil tem uma carência grande de médicos, principalmente para atuação nas cidades mais afastadas dos grandes centros. ODONTOLOGIA

Taxa de ocupação: 96,22%. O Brasil está entre os países que

formam a maior quantidade de dentistas no mundo! De acordo com a Associação Brasileira de Odontologia (ABO), todo ano entram no mercado cerca de 15 mil novos dentistas. Ainda assim, a empregabilidade desses profissionais é alta. Se nos grandes centros os clientes podem pagar mais pelos serviços, no interior há uma carência de profissionais especializados. ENGENHARIA CIVIL

Taxa de ocupação: 95,72%. Uma pesquisa do Ipea estima que o Brasil precisará formar 95 mil engenheiros por ano até 2020 para atender a demanda do mercado. Atualmente, o número de engenheiros que se formam nas universidades está em torno de 38 mil. A Engenharia Civil é uma das mais requisitadas e apresenta boa taxa de empregabilidade. ARQUITETURA E URBANISMO

Taxa de ocupação: 94,69%. O último censo realizado pelo Conselho dos Arquitetos e Urbanistas do Brasil (CAU) revelou que a maior parte dos mais de 80 mil arquitetos brasileiros está no Sudeste, que concentra 53% dos profissionais. A região Sul vem em seguindo lugar, com 23% dos arquitetos, seguida pelas regiões Nordeste (12,31%) e Centro-Oeste (7,88%). A região Norte tem 3,57% dos arquitetos brasileiros. MATEMÁTICA

Taxa de ocupação: 94,39%. Considerado um curso fácil de entrar (no Vestibular) e difícil de sair, faltam matemáticos no mercado para atender a demanda do mercado profissional. Quem opta pelo curso de licenciatura é preparado para dar aulas e quem faz o bacharelado tem uma formação mais ampla, podendo tanto seguir a carreira em pesquisas acadêmi-

cas como atuar em mercados tão diversos quanto tecnologia da informação, setor financeiro e design de produtos. ENGENHARIA MECÂNICA E METALÚRGICA

existem mais de 97 mil farmácias e drogarias no Brasil. E a previsão da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de que o País deve ser o quarto maior mercado farmacêutico do mundo em 2016.

Taxa de ocupação: 94,36%. Duas engenharias empatam no ranking de empregabilidade do Ipea. A Engenharia Metalúrgica dedica-se a transformar minérios em metais e ligas metálicas. Esses produtos são utilizados em todo tipo de indústria. A Engenharia Mecânica também está fortemente ligada à produção industrial, envolvendo desde pequenos equipamentos até automóveis e aeronaves.

Taxa de ocupação: 94,13%. Apesar de contar com um grande número de cursos de licenciatura e pedagogia, faltam profissionais que queiram se dedicar à carreira de educação e formação de professores no Brasil. Com isso, quase todos aqueles que optam por esse caminho estão empregados.

FARMÁCIA

COMPUTAÇÃO

Taxa de ocupação: 94,30%. De acordo com o Conselho Federal de Farmácia (CFF),

EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Taxa de ocupação: 93,92%. A carreira na área de Tecnologia da Informação (TI) está

em alta, com muitas vagas, altos salários e poucos profissionais qualificados para atender a demanda do mercado. Quem faz qualquer curso superior ligado à Computação e TI consegue uma boa colocação rapidamente, muitas vezes antes mesmo de concluir a faculdade. CONTABILIDADE E ATUÁRIA

Taxa de ocupação: 93,87%. Contadores podem trabalhar com gestão de empresas, auditorias, controladoria e atuária, áreas bastante aquecidas no mercado de trabalho. A atuária dedica-se ao uso de cálculos complexos, estatística e probabilidade para determinar o valor de contratos e prêmios de produtos financeiros como seguros, resseguros e previdência.


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Saber inglês pode render um salário 30% maior Descubra todas as vantagens que um Inglês de qualidade no currículo pode trazer para sua carreira

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ocê já deve ter ouvido falar que saber inglês é fundamental para subir na carreira. Considerado um diferencial há anos, hoje em dia cada vez mais vagas de emprego pedem o domínio do idioma como requisito obrigatório e quem não possui essa qualificação pode ser excluído de grandes oportunidades. “Para uma mesma vaga, as empresas chegam a pagar até 30% a mais por um profissional que sabe inglês”, diz Juliana Alvarez, gerente de recrutamento da Page Personnel, especializada em seleção e recrutamento. Juliana estima que 60% das vagas de emprego pedem que o candidato saiba inglês e o número vem aumentando nos últimos anos. “Quem não sabe inglês deixa de participar de 60% das oportunidades do mercado”, conclui.

INGLÊS É PRÉ-REQUISITO, DESEJÁVEL OU DIFERENCIAL?

Se maioria das vagas de emprego no Brasil exige que os candidatos saibam inglês , é importante que o profissional entenda o que exatamente as empresas estão pedindo e como isso pode ajudar a avançar na carreira em cada um dos casos. INGLÊS COMO PRÉ-REQUISITO

Quando a vaga exige o inglês como pré-requisito , significa que o profissional vai precisar usar o idioma em diversas atividades do seu dia-a-dia. Muitas vezes são posições em empresas multinacionais com filial no Brasil e a pessoa que vai ocupar o

cargo deve ser capaz de fazer viagens internacionais e reuniões com colegas e chefes de outros países, participar de congressos e apresentar relatórios em inglês, entre outras atividades. Nesses casos, antes mesmo de verificar a competência técnica, o tempo de experiência e habilidades comportamentais, a empresa seleciona os candidatos que têm inglês fluente. “É o primeiro filtro, e quem não sabe falar o idioma já está fora do processo seletivo”, explica Juliana. Vale lembrar que cargos mais altos , para diretoria e presidência, costumam exigir o inglês como pré-requisito, mesmo para empresas brasileiras. Isso porque, quanto mais se avança na carreira, maior é a probabilidade de o profissional ser exposto ao idioma, seja em reuniões, negociações com estrangeiros ou a simples leitura de materiais de referência. Se você pretende chegar a esse nível profissional, saber inglês é fundamental. INGLÊS DESEJÁVEL

Uma vaga com a observação “inglês desejável” pode significar muito mais do que um “desempate” entre dois candidatos com a mesma competência. “Vivemos em um mundo globalizado e quando a vaga indica que o inglês é desejável significa que o profissional vai precisar dele em algum momento da carreira”, explica Juliana. Ela justifica que mesmo as empresas familiares estão se profissionalizando e buscando referências internacionais, comprando produtos e

Quem não sabe inglês deixa de participar de 60% das oportunidades do mercado

serviços de fora ou negociando com empresas estrangeiras. E essas vagas podem significar que o profissional que sabe inglês estará apto a dar um passo maior, realizar atividades que exijam o idioma, assumir um cargo de maior responsabilidade no futuro ou mesmo ocupar um posto de liderança. Às vezes, a indicação de “inglês desejável” funciona como um crivo intelectual . “É uma pessoa que com certeza se desenvolveu mais culturalmente, ampliou seus horizontes. É um indício de maior versatilidade e também significa que aquela pessoa estudou mais”, explica. Nesses casos, quem investiu em seu desenvolvimento, sai na frente. INGLÊS COMO DIFERENCIAL

Mesmo quando a vaga não especifica, o candidato que sabe falar inglês pode ter maiores chances de conseguir o emprego e ser promovido no futuro. Pode ser que o profissional não precise usar o idioma em um primeiro momento, mas com o tempo poderão surgir oportunidades interessantes, como fazer uma viagem internacional ou assumir um posto de liderança. Nesse caso, o inglês não vai ser determinante para entrar na empresa, mas certamente ajudará a dar um passo a mais na carreira. NÃO SEI INGLÊS. E AGORA?

Além de perder a chance de ter um salário 30% maior, a especialista cita duas grandes des-

vantagens de não saber inglês : ficar fora de 60% dos processos seletivos, ou seja, perder mais da metade das oportunidades de conseguir um emprego. Ficar estagnado na carreira, deixar de ser promovido ou até ser substituído por outro profissional que domine o idioma. No entanto, ainda dá tempo de investir no aprendizado para buscar melhores oportunidades. A dica para quem não pôde estudar inglês por qualquer motivo é começar logo, e não esperar ser confrontado com essa necessidade para depois entrar em um curso. Juliana destaca ainda que não é preciso fazer os cursos mais caros ou intercâmbios internacionais para ser valorizado no mercado e que autodidatas e pessoas que aprendem o idioma depois de adultos não têm do que se envergonhar. “Um candidato que aprendeu o idioma sozinho, foi estudar quando já era mais velho ou frequentou cursos mais simples é bem visto pelos entrevistadores. Ele demonstra iniciativa e estímulo para se desenvolver.” Se você se convenceu da importância de aprender o idioma , saiba que a oferta de cursos de inglês está cada vez maior e mais acessível. Hoje em dia é possível acompanhar aulas gratuitas pela internet, há mensalidades de cursos de inglês para todos os bolsos, cursos de extensão em universidades públicas e, para quem estuda ou trabalha e tem horários apertados, existe a opção dos cursos de inglês no formato EAD (a distância).

QUAIS OS EMPREGOS QUE MAIS EXIGEM O INGLÊS?

Mesmo que você não use o inglês em seu emprego atual, aprender o idioma é um bom investimento em seu futuro profissional. A especialista Juliana Alvarez estima que, por conta da crescente globalização, dentro de 10 ou 20 anos todas as vagas de emprego vão pedir que os candidatos falem inglês. Assim como aconteceu com os cursos superiores, ser fluente no idioma não será mais um diferencial e sim o requisito mínimo para conseguir entrar no mercado de trabalho. Na lista das áreas que mais pedem inglês fluente estão: Secretariado, Marketing, Tecnologia da Informação (TI) e Vendas. Cerca de 80% das vagas de emprego para secretária tem o inglês como pré-requisito. Nas áreas de Marketing, TI e Vendas Técnicas (destinadas a engenheiros, engenheiros químicos e industriais, entre outros), metade das vagas exige o idioma. Já a área de Vendas em geral, para vagas em que o profissional não precisa ter um profundo conhecimento técnico do produto, 30% das oportunidades exigem inglês. É o caso, por exemplo, de vendedores do setor de alimentos que negociam com grandes supermercados e conglomerados multinacionais de varejo. A especialista observa que até pouco tempo atrás essa não era uma exigência comum e que o fenômeno está acontecendo também na área de Finanças, mesmo para cargos mais técnicos.


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A receita simples da cidade que melhor educa no País Como a rede pública é a única opção em Águas de São Pedro, crianças de todas as faixas de renda estudam juntas

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cada nome anunciado no pátio da escola, novas palmas, gritos e assobios. O que à primeira vista poderia parecer a comemoração pelo resultado de uma competição esportiva era na verdade a premiação da 19ª Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. Quinze medalhas foram entregues a alunos da Escola Municipal Maria Luiza Fornasier Franzin, em Águas de São Pedro, no Estado de São Paulo, a cidade com melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de educação do Brasil. “Em três anos, conseguimos mais de 30 medalhas”, conta a professora de Geografia Tatiana Heidorn. Com uma colega, ela preparou todos os alunos da escola, do quinto ao nono ano, para a olimpíada, com aulas interativas e multidisciplinares. “Acredito que esse tipo de projeto nos diferencie de outras escolas.” Águas de São Pedro pontua 0,825 no quesito educação do IDH. Medido pela ONU, o índice vai de 0 a 1 e leva em conta escolaridade da população adulta e o fluxo escolar da população jovem, ou seja a taxa de evasão. Em termos gerais, levando em conta também renda e longevidade, a cidade fica atrás apenas de São Caetano do Sul, também em São Paulo. A cidade é pequena, tem apenas 3,2 mil habitantes, e, com seus 3,6 quilômetros quadrados, é o segundo menor município do Brasil em área. Todo mundo se conhece. Quando um aluno falta, alguém da escola vai à casa dele para saber por que - e isso faz com que a taxa de evasão seja praticamente zero. Famosa por suas águas medicinais, Águas de São Pedro vive do turismo. A tranquilidade e a qualidade da educação vêm atraindo novos moradores. Somente do ano passado para este, 81 novos alunos se matricularam na rede municipal.

DIVULGAÇÃO

Ela engloba uma creche e duas unidades de ensino fundamental, que são as únicas opções na cidade. No total, são 605 alunos. No prédio que abriga 203 alunos do quinto ao nono ano do ensino fundamental, inaugurado em 2000 em perfeito estado, também funciona a Secretaria Municipal de Educação. Nos últimos anos, o município destinou cerca de 27% do orçamento à área - mais do que o mínimo de 25% previstos na Constituição. A escola de Ensino Médio da cidade é administrada pelo governo estadual. PARADOXO SOCIAL

Márcia Marques Cruz, mãe de uma aluna do sexto ano, se mudou de São Paulo para Águas de São Pedro em busca de qualidade de vida. Ela chegou à cidade em 2009, antes de o IDH municipal, referente a 2010, ser divulgado. Depois de bancar uma escola particular na capital, Cruz decidiu colocar a filha mais nova na escola pública. E não se arrepende. “Nem todas as escolas particulares têm tudo o que tem aqui: robótica, culinária, judô, natação, tênis, psicólogo, fonoaudiólogo. Se uma escola em São Paulo proporciona isso, é extracurricular, e é preciso pagar”, diz a administradora de empresas. Como a rede pública é a única opção em Águas de São Pedro, crianças de todas as faixas de renda estudam juntas. “Aqui tem do filho do jardineiro ao filho do empresário. Isso não se vê em outras escolas”, diz Cruz. “Normalmente filho de empresário vai para escola particular, aqui em Águas é tudo misturado. As crianças crescem todas juntas, não têm preconceito”, completa Lucélia Francisco, mãe de aluno e funcionária da cozinha da escola. João Pontes, coordenador pedagógico da unidade, diz que há ali alunos de todas as classes

sociais, da A à E. “Trabalhar com composição heterogênea é a grande riqueza e o grande desafio ao mesmo tempo”, afirma ele, nascido em Águas de São Pedro e ex-aluno da escola. Além do IDH, a cidade também se destacou nos últimos anos no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que leva em consideração a taxa de aprovação escolar e o desempenho na Prova Brasil. A nota da quarta série ou quinto ano subiu de 4,8 em 2005 para 7,0 em 2005. No último ano do ensino fundamental, passou de 4,3 em 2005 para 5,6 em 2015. A nota 6 corresponde ao sistema educacional de países desenvolvidos. COMUNIDADE ENVOLVIDA

O envolvimento dos pais é fundamental, e conseguir isso é mais difícil entre as famílias de baixa renda, diz Pontes. Regularmente há atividades para as famílias aos sábados, e hoje já há um grupo de cerca de 50 pais que participam ativamente da vida escolar.

Cruz faz parte dele. Como voluntária, ela deu aula de culinária durante dois anos - atividade hoje sob responsabilidade de estudantes de gastronomia do Senac. Ela é uma espécie de fiscal da escola, controlando periodicamente a qualidade da merenda e dos materiais. “Quanto mais pais participam, melhor. Acho que a dificuldade de escolas públicas serem de primeira linha é a falta de interesse dos pais”, diz. Pontes concorda: “A escola pública em condições normais está muito enfraquecida, é preciso trazer olhares de fora: pais, parcerias com empresas, universidades, terceiro setor assim se consegue oferecer na escola pública coisas que não se conseguiria só com a verba disponível.” TECNOLOGIA E CONTROLE DE EVASÃO

Além do Senac, a Fundação Telefônica é uma importante parceira, tendo doado 400 tablets e notebooks como parte do projeto Escolas Inovadoras.

A tecnologia também está presente nas aulas de robótica, que fazem parte da grade curricular para os alunos do sétimo ano e é elegível para os do oitavo e nono ano. Divididos em grupos de quatro, os alunos têm a tarefa de montar um protótipo diferente a cada aula, com peças de Lego especiais. Desta vez, o desafio era fazer uma catapulta funcionar. Concentrados, eles programam o robô no computador, e comemoram quando uma bolinha é arremessada com sucesso. A professora de robótica é Heidorn, a mesma que prepara os alunos para a Olimpíada de Astronomia nas aulas de Geografia. Quando questionada sobre o que nessa escola tão particular - numa cidade tão pequena - pode servir de exemplo para outras, ela responde: “Você começa a ver mudanças a partir do momento em que a equipe escolar é unida, em que se consegue trazer os pais para a escola e todo mundo junto pensa na melhor forma de ensinar.”


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Macaé, domingo, 20 de novembro de 2016

MEC diz que garantirá reajuste salarial a professores federais

WANDERLEY GIL

Impasse provoca organização de manifestações e paralisação de atividades

O

ministro da Educação, Mendonça Filho, disse que garantirá o reajuste aprovado em julho desse ano de 10,77% a professores e servidores da área técnica de universidades e institutos federais. Parte do reajuste, que é de 5,5%, está sendo pago desde agosto deste ano. Os 5% restantes serão pagos a partir de janeiro de 2017. Segundo ele, o pagamento está contemplado no Projeto de Lei Orçamentária de 2017, em tramitação no Congresso Nacional. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), o pagamento dos salários até o final deste ano está garantido devido ao acréscimo de R$ 5 bilhões em créditos suplementares à pasta.

As universidades e os institutos federais serão contemplados com a maior parte do crédito, ou seja, R$ 4,8 bilhões. Os demais R$ 200 mil serão destinados a outras unidades do MEC. Já o restante, previsto para ser pago em 2017, aguarda aprovação do Congresso Nacional. A declaração do ministro foi feita um dia antes de protestos da Jornada de Lutas, organizada por entidades sindicais de todo o país. As representações dos servidores das universidades e institutos participam do ato. Nos institutos federais, de acordo com o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, servidores de

76 unidades estão em greve nas regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. O MEC diz ainda que liberou, no último mês, R$ 742 milhões de limite de empenho às instituições federais de ensino. Com essa liberação, as universidades e institutos federais terão 100% de disponibilidade do orçamento para as despesas de custeio, necessárias para a manutenção e continuidade da prestação dos serviços, já a contar de outubro. Ao todo, foram liberados R$ 800 milhões a mais do que os valores empenhados em 2015 para custeio das universidades federais e Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

Servidores que atuam no IFF Macaé também serão contemplados com o reajuste


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Macaé, domingo, 20 de novembro de 2016

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Macaé, domingo, 20 de novembro de 2016

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