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Macaé (RJ), domingo, 8 e segunda-feira, 9 de março de 2015, Ano XXXIX, Nº 8649 Fundador/Diretor: Oscar Pires
CADERNO DOIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
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CADERNO DOIS
O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
Macaé (RJ), domingo, 8 e segunda-feira, 9 de março de 2015
EDUCAÇÃO NA PONTA DO LÁPIS
por AMÉLIA AUGUSTA GUEDES MARINHO amelia.guedes@uol.com.br
Mulheres Educadoras
8 de março - Dia da Mulher Foi com um carinho muito grande, que vocês merecem, que organizamos esta simples edição de nossa coluna. Gostaríamos, de verdade, de colocar a foto e o
Adelina Arcangelo
Erani Viana
nome de todas. Mas... o espaço como vocês percebem, não dá. Sintam-se aqui, hoje, acolhidas com muito amor, porque nós sabemos o quanto vocês são ou foram importantes para a vida de nossas crianças, jovens
Andrea Aparecida Lourenco de Souza
Ines de Fatima Gomes
Andrea Costa, Ieda Malfetano, Fabiana Paiva, Lucia Helena Monteiro, Eliana Vaz, Izabel Azeredo.
Consuelo Damaso
Luciane Carneiro
Izes Maria Schuartz Rosa
Neide Chabude
Rosymanny
Marlene Aparecida Morcelli Murakami
Rosana Calandrini
Sandra Matsumura
Katia Golosov Cure
Maria Aparecida Costa
Maria Aparecida Santos , Maria Georgina e Maria Auxiliadora
Marilena Garcia
Eliane Salgado
Isis Maria Borges de Almeida Gomes Ivania Ribeiro
Lucia Thomaz
e adultos. E vocês precisam sentir esta importância. Mais ainda, têm direito a ela. Parabéns!!! Saúde e Paz! Nossos aplausos, de pé!
Milmar Madureira
Rose Mary de Paula Tomaz
Zilma Pires
Maria Helena Salles
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ESPECIAL MULHER
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Funcionárias de O DEBATE e do Hotel Personal ganham homenagem A comemoração acontece nesta segunda-feira (9), no Salão de Convenção do Hotel Personal Isis Maria Borges Gomes isismaria@odebateon.com.br
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ma expressiva homenagem recebem as funcionárias do jornal O DEBATE e do Hotel Personal pela passagem do Dia Internacional da Mulher, num gesto de reconhecimento e valorização. A comemoração acontece nesta segunda-feira (9), no Salão de Convenção do Personal, onde todas as mulheres profissionais serão reverenciadas nesta data, que representa todas as conquistas femininas nos últimos séculos. O clima de homenagem vai transcorrer em meio a extensa programação festiva. O evento tem início às 8h30 com recepção às participantes, sendo aberto às 9h com um coffee-break. Em seguida é iniciada a programação com palestra da médica Vânia Deveza sobre o tema “Violência contra a Mulher”. Logo após, a advogada Andréa Meirelles irá ministrar
palestra sobre o tema “Direitos da Mulher”. Já o médico Márcio Bittencourt e a enfermeira Maria Cláudia irão proferir palestra, abordando o tema “Saúde da Mulher”. E para encerrar, às 12h, o atleta Shiro Matsuda irá realizar uma aula de ginástica laboral. Ao final, as funcionárias presentes receberão certificado de participação, os palestrantes terão certificado de agradecimento, e todas as mulheres presentes serão agraciadas com um rosa. A comemoração é uma iniciativa dos diretores Zilma e Oscar Pires. O jornalista Oscar ressalta a competência profissional das mulheres, que se comprova nos dias atuais até mesmo em áreas de atuação que eram exclusivamente masculinas. O diretor destaca também as qualidades inerentes à mulher, como a sua sensibilidade, os dons do amor, delicadeza, generosidade,
doçura, abnegação, serenidade e o dom de tudo embelezar. A PREDOMINÂNCIA DA MULHER
É fundamental lembrar que a presença da mulher é marcante nas dependências do jornal O DEBATE e do Hotel Personal, onde elas predominam os ambientes, ocupando os mais diversos cargos, desde direção, editoria, administração, corpo jornalístico e serviços diversos. Ambas as empresas comprovam verdadeiramente que valorizam o trabalho feminino, ao registrar em seus quadros de funcionários cerca de 70% de mulheres. O Diretor de O DEBATE, jornalista Oscar Pires, deixa claro que este fato é apenas uma questão de justiça, como forma de reconhecimento da competência da mulher, que merece participar da vida econômica do país e disputar vagas no mercado de trabalho.
O clima de confraternização sempre reina no evento, no momento do coffee-break
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VIP'S por ISIS MARIA isismaria@odebateon.com.br
Mulheres lindas e competentes
Abraços de hoje
Da roupa do marido aos investimentos da família, a maioria das mulheres concentram decisões e tarefas que sobrecarregam cada vez mais a sua rotina. Sua jornada dupla (ou tríplice) de trabalho mostra que as mulheres se desenvolveram a ponto de não aceitarem abdicar do emprego,
Um domingo (8) de muitos abraços curte Viviane e Carlinhos Madureira Pinheiro, por conta do aniversário dela. A ani-
nem da família e nem da casa. Neste Dia Internacional da Mulher, comemorado neste domingo (8), elas merecem destaque pela competência e dedicação à família, derrubando barreiras e enfrentando desafios diários pela inclusão na sociedade.
Um exemplo de pioneirismo: Aurora Ribeiro Pacheco foi a primeira Eletrotécnica do sexo feminino em Macaé (Livro Mulheres de Macaé), como funcionária da LR Engenharia
festejada pelo seu aniversário. Parabéns, amiga!!!
Simone que curtiu clima de aniversário na quinta
versariante ganha abraços e mais abraços dos familiares e amigos chegados. Mil parabéns!!!
A bonita aniversariante de hoje, Viviane, em clima festivo junto ao marido Carlinhos
Abraços de quinta A jornalista Simone Noronha também curtiu clima de abraços na quinta-feira (5), sendo muito
Aniversariante de hoje Também este domingo (8) é dia especial para o Pastor Maurício Crespo Maciel, da Igreja Água Viva, pelo seu aniversário. Ele será bastante cumprimentado pelos membros da igreja e pelos mais íntimos. Felicidades, Pastor! Deus o abençoe sempre!!!
“PELO QUE DEIXAI A MENTIRA, E FALAI A VERDADE CADA UM COM O SEU PRÓXIMO, POIS SOMOS MEMBROS UNS DOS OUTROS.” (JOSUÉ 3:5)
O aniversariante Pr Maurício junto a sua bonita família: a esposa Raquel e os filhos Thalita, Thereza Raquel (Theteu), Thales e William
Lions em Ação O Lions Clube Macaé realizou o Jantar de Companheirismo, na quarta-feira (4), onde transcorreu a campanha
para arrecadar fundos para a compra de perucas e sutiãs em apoio ao projeto "Mulheres em Luta", do Movimento
A presidente Aurora ao lado de Andrea, Solange Assis e sua bisneta Letícia, e toda a turma do Lions Macaé
A bela Fabiana Moura curtiu carinhosos abraços, no domingo (1º), por conta do seu aniversário. Parabéns, linda!!!
Tribo dos Malês, beneficiando mulheres carentes com câncer. A presidente Aurora Ribeiro Pacheco ressalta que
este trabalho merece todo apoio da comunidade, já que minimiza os sofrimentos das mulheres.
As companheiras do clube Hilma, Leda, Arival e Siqueira
Alcyr e Terezinha Loureiro também curtiram clima festivo, quarta-feira (4), celebrando o aniversário dele
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ESPECIAL MULHER
Tragédia marca a história da mulher Isis Maria Borges Gomes isismaria@odebateon.com.br
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dia 08 de março foi a data escolhida porque neste mesmo dia, no ano de 1857, centenas de operárias da fábrica de roupas Triangle Shirtwaist fizeram um mega protesto contra as más condições de trabalho, como redução na carga diária de trabalho (de 16h para 10), salários iguais aos dos homens (as mulheres que executavam o mesmo tipo de trabalho que os homens recebiam até um terço do salário deles), tratamento digno dentro do ambiente de trabalho, e de segurança das instalações. A manifestação teve uma resposta violenta. As operárias foram trancadas na fábrica, que depois foi incendiada. Cerca de 130 delas morreram carbonizadas. O acontecimento ficou registrado na história da cidade como uma das piores tragédias. Nos anos seguintes, os protestos continuaram sempre no dia 08 de março, revivendo a morte das costureiras.c
QUEIMA DE SUTIÃS MARCA A HISTÓRIA
Muitos movimentos e passeatas feministas foram realizados ao redor do mundo. No entanto, o episódio da queima de sutiãs em praça pública foi o mais marcante da história. Na década de 60, mulheres dos Estados Unidos e da Europa lutavam por sua emancipação. A simbologia deste gesto significava libertar-se da prisão, como se o sutiã fosse uma camisa-de-força. Elas queriam se livrar da organização social, que na época era mais machista que nos dias de hoje, que as aprisionavam. Elas procuravam colocar em prática seus direitos de cidadania, enquanto mulher, perante o homem e a sociedade. Na época, o exagero de queimar sutiãs nas ruas foi necessário para se fazerem notar e chamar a atenção da sociedade quanto às suas reivindicações. Atualmente, as mulheres - que já conseguiram conquistar mais igualdade perante o homem em questões trabalhistas e políticas - querem continuar avançando e buscam chamar os homens a essa discussão, para compor um debate que é do interesse de todos.
A mulher conquistou o seu lugar no mercado de trabalho ao lado dos homens, mas ainda sofre com a discriminação, jornada dupla de trabalho, desvalorização profissional e violência doméstica
A luta feminina foi devido a este marcante acontecimento que o Dia Internacional da Mulher é comemorado neste dia. A primeira vez que a data foi comemorada deu-se no dia 28 de fevereiro de 1909, na cidade de Nova Iorque, que já fora palco de vários protestos em busca de melhores condições de trabalho e equiparação salarial com os homens. A iniciativa de reservar um dia especialmente para a mulher foi do Partido Socialista da América. No ano de 1910, aconteceu em Copenhague a primeira conferência sobre a
mulher, dirigida pela Internacional Socialista. A data foi comemorada até o ano de 1920, depois caiu no esquecimento, sendo reavivada na década de 60. No ano de 1975, tido como o Ano Internacional da Mulher, a Organização das Nações Unidas começou a patrocinar o Dia Internacional da Mulher. DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Quando a data de 8 de março foi oficializada, o objetivo era não só comemorar como
também debater sobre o papel da mulher na sociedade atual. O intuito é fazer com que a diferença entre elas e os homens diminuam e, quem sabe, um dia termine. As mulheres, em reuniões e conferências que são realizadas no mundo todo, tentam acabar com o preconceito e a desvalorização. Mesmo com todos os avanços que o chamado “sexo frágil” conseguiu nas últimas décadas, elas ainda sofrem com salários menores, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional.
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Mulheres que fizeram história Conheça algumas personalidades femininas inesquecíveis:
Coco Chanel
Diana Spencer
Indira Gandhi
ela mal havia acabado de sair de um orfanato no interior da França quando seu jeito despojado de se vestir já anunciava uma das maiores mudanças ocorridas no guarda-roupa feminino em todos os tempos. Devolveu às mulheres a liberdade de movimentos e aboliu os espartilhos, os vestidos com armações e os cabelos postiços, deixando-os na altura do pescoço (daí surgiu o famoso corte Chanel). Em pouco tempo, seus modelos fizeram moda e Coco Chanel tornou-se uma das estilistas mais famosas em todo o mundo. E mais, numa época em que as mulheres deviam submissão a seus pais e maridos, ela foi empresária de sucesso e conquistou independência financeira, principalmente, após a criação do perfume Chanel nº 5, que vendeu milhões de frascos. Isso sem contar que viveu abertamente com os homens que amou, sem jamais se casar. Coco morreu em 1971, com 87 anos de idade;
quando se cas ou com o Príncipe Charles, em 1981, lady Diana Frances Spencer tornou-se Princesa de Gales e uma das mulheres mais polêmicas e amadas do século XX. Seu trabalho humanitário e sua agitada vida pessoal a transformaram em uma das personagens mais procuradas pela imprensa, fama que acabou provocando sua morte, em um acidente de carro. Seu casamento com Charles e sua permanência na família real não duraram muito: no dia 29 de fevereiro de 1996, ela anunciou ter aceitado o divórcio. Sua pensão foi fixada em 23 milhões de dólares. Após quase um ano mais tarde, sua vida terminou;
a Índia foi dominada pela Inglaterra por mais de um século, até sua independência, em 1947. A ascensão política de uma mulher, Indira Gandhi, ao mais alto cargo na mais populosa democracia do planeta foi especialmente significativa para as mulheres indianas, que tradicionalmente eram subservientes
Madre Teresa de Calcutá
Joana D’Arc não existe dúvida entre os historiadores de que Joana D‘Arc é a mais famosa das guerreiras francesas na história europeia. Embora jamais houvesse aprendido nada sobre guerra, ela demonstrava um talento militar incomum no campo de batalha e sua coragem motivava as tropas como nenhum homem jamais havia conseguido. Joana justificava isso afirmando que era guiada por santos e anjos, cujas visões a acompanhavam
aos homens. Além disso, Indira serviu de inspiração para muitas outras mulheres em países de Terceiro Mundo e deu início ao movimento pela participação da mulher na política. No dia 31 de outubro, Indira foi assassinada por dois dos seus próprios guardas de segurança quando passeava pelo jardim de sua casa;
o tempo todo, no campo de batalha e fora dele. Mas ninguém acreditava nisso, alegando que ela se utilizava de feitiçaria. Capturada pelos ingleses, foi considerada bruxa e queimada numa fogueira. Depois de sua morte, durante a qual deixou um raro exemplo de luta por seu rei e por seu país, muitas opiniões mudaram e o próprio Vaticano reconheceu seus contatos com os espíritos divinos e acabou por canonizá-la;
entre as mulheres do século XX, Madre Teresa de Calcutá destacouse de modo inconfundível entre aquelas que dedicariam sua vida a distribuir amor e compaixão aos sofredores. Essa vocação missionária a colocou entre as mulheres mais conhecidas e admiradas da segunda metade do século XX. Depois de anos de dedicação, Madre Te-
resa fundou, em 1948, a Ordem das Missionárias da Caridade, em Calcutá, na Índia. Na ordem, que dirigiu com suas características de tolerância e respeito, distribuiu ajuda e amor a pobres de todo o mundo, o que lhe valeu, em 1979, o Prêmio Nobel da Paz. Após sérios problemas de saúde, em setembro de 1997 Madre Teresa faleceu.
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Sete guerreiras que fizeram história no Brasil Neste Dia Internacional da Mulher, o pa-
ís reverencia algumas guerreiras que fizeram
Chiquinha Gonzaga foi a primeira mulher do Brasil a estar à frente de uma orquestra. Em 1885, a compositora e pianista Chiquinha Gonzaga estreou como maestrina. Precursora do chorinho, ela compôs mais de duas mil canções populares, entre elas a primeira marcha carnava-
lesca do País - “Ô Abre Alas”. Escreveu ainda 77 peças teatrais. Além da música, Chiquinha participava ativamente do movimento pela libertação dos escravos. Vendia de porta em porta suas partituras, a fim de angariar fundos para a causa.
história no Brasil, sendo pioneiras e totalmen-
te corajosas. Mulheres revolucionárias que es-
Alzira Soriano de Souza Maria Lenk em 1928, o governador do Rio Grande do Norte, Juvenal Lamartine, conseguiu uma alteração na lei eleitoral dando o direito de voto às mulheres. Elas foram às ruas pela primeira vez, mas seus votos foram anulados. O mesmo ano foi marcante
também por um outro motivo, Alzira Soriano de Souza foi eleita prefeita de Lajes (RN), pelo Partido Republicano. Ela não só entrou para a história do Brasil, como da América Latina, por ser a primeira mulher escolhida para ocupar um cargo eletivo.
Georgina de Albuquerque Nélida Piñon Ela foi uma das precursoras da participação das mulheres nas artes plásticas no Brasil. Georgina rompeu com o academicismo após uma viagem à França, em 1906, e, em 1952, tornou-se a primeira mulher a dirigir a Escola Nacional de Belas Artes, onde as mulheres só puderam entrar a partir de 1879. Em suas pinturas, Georgina trazia o impressionismo e suas derivações. Ela obteve menção honrosa no Salão Nacional de Belas Artes de 1909 por seu quadro “Supremo Amor” e foi a partir daí que seu talento foi reconhecido nacionalmente;
tiverm à frente do seu tempo e foram capazes de
Membro da Academia Brasileira de Letras (ABL) desde 1990, a escritora Nélida Piñon foi a primeira brasileira a ocupar a presidência da instituição. Em sua gestão, iniciou-se o processo de informatização da ABL, foi criado e implantado o Centro de Memória, e as portas da instituição foram abertas para visitação pública. Em 1961, Nélida publicou seu primeiro romance. Ela tem mais de uma dezena de livros publicados e numerosos prêmios no Brasil e no exterior. Também abriu caminho para que outra mulher assumisse a presidência da casa;
aos 17 anos, a nadadora brasileira Maria Lenk embarcou para Los Angeles. Ela foi a primeira atleta sul-americana a participar dos Jogos Olímpicos. Maria fez parte da primeira turma feminina formada em Educação Física no País, em 1938;
provocar mudanças culturais e sociais no Brasil:
Princesa Isabel última princesa imperial do Brasil e regente do Império por três ocasiões, na qualidade de herdeira de seu pai, o imperador Dom Pedro II. Isabel foi a terceira Chefe de Estado brasileiro após sua avó Leopoldina e sua trisavó Dona Maria I. Foi cognominada a Redentora por ter, através da Lei Áurea, abolido a escravidão no Brasil;
Maria Quitéria nascida em 27 de julho de 1792 em Salvador, a “Soldado Medeiros”, como era conhecida, foi militar brasileira e heroína da Guerra da Independência. Considerada a Joana d’Arc brasileira, é a ‘patrono’ do Quadro Complementar de Oficiais do Exército Brasileiro.
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“Sou uma sobrevivente”, afirma Marilena Garcia "Durante toda a minha vida as questões que envolvem a mulher, em todas as suas dimensões, me sensibilizavam"
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este mês de março, mês da mulher, vamos conversar com uma mulher especial que completa 70 anos no próximo dia 16. Ela foi a primeira mulher eleita para o Legislativo Macaense na década de 80, foi líder sindical durante a ditadura militar, ex-vice-prefeita do município, transformou-se num verdadeiro ícone histórico da região, cumpriu quatro mandatos eletivos e tem exatamente 18 anos de vida pública. Como vice-prefeita, assumiu interinamente a prefeitura em seis ocasiões e foi também Secretária Municipal de Educação, iniciando o processo de democratização da educação na cidade. Além disso, Marilena está comemorando neste mês os cinco anos de uma cirurgia bem sucedida do seu segundo câncer de mama. “Comemoro os meus 70 anos agradecendo e brindando à vida. Rompi e superei um modelo cultural familiar autoritário e conservador, criei sozinha os meus filhos baseada em critérios éticos e amorosos, casei e descasei quantas vezes decidi. Fui sindicalista durante a ditadura militar, conquistei através de eleições quatro mandatos eletivos defendendo as bandeiras da esquerda feminista, mas conservando a minha feminilidade. Vivi e participei das transformações históricas de Macaé. Muitos dos meus amigos são os mesmos há décadas. Aprendi muito nas salas de aula com meus alunos e colegas. Superei dois cânceres de mama conservando meu otimismo. Paguei um preço por esse histórico. Às vezes alto. Assim é a vida. Sofri e me fortaleci em cada um desses momentos.”
1.MARILENA, E AGORA, AOS 70 ANOS, COMO VOCÊ ESTÁ?
Assustada por ver como o tempo passou rápido, talvez demais. Dizem que a velhice tem as suas alegrias, mas eu ainda não descobri. Como sou persistente... Por enquanto, só um lembrete do Quintana: A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas! Quando se vê, já é sexta-feira... Quando se vê, já terminou o ano... Quando se vê, perdemos o amor da nossa vida. Quando se vê, já se passaram 50 anos! Agora é tarde demais para ser reprovado. Se me fosse dado, um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio. Seguiria sempre em frente e iria jogando, pelo caminho, a casca dourada e inútil das horas. Desta forma, eu digo: Não deixe de fazer algo que gosta, devido à falta de tempo, pois a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais. (MARIO QUINTANA) 2.CONTE PRA GENTE UM POUCO DA SUA HISTÓRIA FAMILIAR. VOCÊ NASCEU EM MACAÉ?
Nasci e fui criada em Macaé. Sou de uma família classe média conservadora. Meu pai, Carlos Garcia, funcionário do Banco do Brasil, era um idealista humanitário e a minha mãe, Magda Garcia, era comerciante e estilista. Ambos sonharam e realizaram juntos. Meu avô, José Garcia, espírita kardecista, foi quem doou e construiu o Lar de Maria. Minha avó, Carolina Garcia, foi a primeira professora pública de Macaé. Tenho dois irmãos, Paulo César e Margareth. Casei-me aos 19 anos com Antônio Carlos Assis, mineiro, com quem tive três filhos: Guto, Mônica e Susana. Margarida veio depois, pelo caminho do coração. Foram eles que me mostraram a luz quando o túnel da vida estava muito escuro. Ana
Carolina, Lucas, Luisa, Gabriela, Júlia e Sofia, meus seis netos, são meus desafios, pois através do esforço que faço para conhecê-los mais, tenho me redescoberto na minha amorosidade. No meu genro, Herson Capri, tenho um amigo e companheiro de discussões políticas. Depois de divorciada, criei sozinha os meus filhos. Eles são as prioridades na minha vida. Tive mais três companheiros e com todos vivi alegrias e problemas, como são as relações humanas no seu cotidiano. 3 – E COMO FOI A SUA INFÂNCIA, E A SUA ADOLESCÊNCIA?
Como quase todas as crianças e jovens de Macaé, eu estudei nos Colégios Estaduais Matias Neto e Luiz Reid, piano com dona Letícia, pintura com Luisa e corte e costura com dona Terezinha. Meus pais se esforçaram para eu ser uma menina bem comportada. Frequentava as praias do Forte e Imbetiba, mergulhava na Praia da Concha e atravessava a nado o rio Macaé em frente ao Mercado de Peixes. Fiz pescaria de siri na Lagoa de Imboassica com os puçás feitos pelo meu pai, dançava nos bailes no Ipiranga, Tênis e Fluminense ao som das grandes orquestras e do piano de Armando Marconi. Namorei escondido na Rua da Praia e dancei as quadrilhas juninas de dona Eléa. Frequentava as matinês de domingo no cine Santa Izabel e depois tinha o footing no quarteirão do Cine Taboada. 4 – E A POLÍTICA? QUANDO VOCÊ COMEÇOU A SE ENVOLVER NELA?
Sempre esteve presente na minha vida. O desejo de colaborar nas mudanças para melhor marcaram os acontecimentos desde a minha infância. A política foi e sempre será uma grande paixão. O que me movia era o sonho, a paixão, a utopia. Durante a ditadura militar, como sindicalista, tínhamos a certeza de que transformaríamos o mundo. E realmente transformamos: a ditadura caiu. Sempre fui da ação. E quando abraço uma causa, inicio logo o processo de organização e vou em frente. Assim foi a Campanha dos Royalties do Petróleo, a Escola Técnica Federal, a criação do CETEP, as Casas das Mulheres Chefes de Família, a Câmara Juvenil, a criação do Arquivo do Legislativo, o PRODESMARPrograma de Desenvolvimento de Macaé e Região, e tantos outros. Quanto à minha formação política, foi em Cuba que, através da FEDIM - Federação Democrática de Mulheres, que estudei técnicas de planejamento de Mobilização Popular. Isso foi na Universidade de Havana, a extensão da Educação Popular. Na Amazônia, com as Mulheres Seringueiras, aprendi na prática a capacidade de superação das dificuldades do dia a dia. Na China, no Congresso Mundial de Mulheres, a convivência com mulheres de 165 países alargou meus horizontes. Como uma parte da minha geração que participava da política, estudei filosofia marxista com uma visão aberta e questionadora do mundo. Exerci os meus quatro mandatos durante 18 anos com zelo, destemor e paixão. Da vida pública registro grandes lembranças. Tive amigos e companheiros eternos. Sou aposentada como professora do estado. Não tenho vínculo empregatício com o município. Daí não ter nenhuma incorporação salarial. Como ex-vereadora, eu não recebo aposentadoria. Recebi os subsídios enquanto portadora de mandatos. Acabou. 5 – A SUA PARTICIPAÇÃO NA CONQUISTA DOS ROYALTIES DO PETRÓLEO PARA ESTADOS E MUNICÍPIOS FOI DECISIVA. COMO FOI ISSO?
WANDERLEY GIL
“Comemoro os meus 70 anos agradecendo e brindando à vida. Rompi e superei um modelo cultural familiar autoritário e conservador, criei sozinha os meus filhos baseada em critérios éticos e amorosos, casei e descasei quantas vezes decidi.” MARILENA GARCIA
Quando a Petrobras se estabeleceu em Macaé, em 1978, não existia a indenização dos Royalties. Foi uma conquista através de uma luta que durou seis anos. Das salas de aula até o Congresso Nacional a campanha intitulada ROYATIES, UM DIREITO, UMA NECESSIDADE foi crescendo, percorrendo estados brasileiros e chegou a Brasília. Os macaenses conseguiram a vitória em dezembro de 1986. A vitória dessa causa mudou a história e a economia do Estado do Rio e do Brasil. Tudo começou na Câmara Municipal de Macaé no ano de 1983. 6 – E AGORA FALA PRA GENTE SOBRE A SUA ATUAÇÃO NA QUESTÃO DE GÊNERO. A QUESTÃO DA MULHER.
Durante toda a minha vida as questões que envolvem a mulher, em todas as suas dimensões, me sensibilizavam. Nunca aceitei o papel do feminino que era imposto à minha geração. Quando assumi o primeiro mandato no legislativo, em 1982, transformei as minhas inquietações em ações. Daí a criação dos Conselhos (da Mulher e o de Combate à Violência), da Delegacia de Mulheres, das Casas de Mulheres Chefes de Família, as Mulheres da Paz, dentre outras. A política sempre foi, e ainda é, um espaço masculino. Aliás, todas as esferas que detêm o poder são masculinas. Basta observar a representação feminina do legislativo, executivo e judiciário brasileiros. Imagina só, na década de 70, uma sindicalista! E em 80, uma vereadora numa câmara só de homens? As situações eram complexas e variadas, engraçadas e sérias, como por exemplo, a necessidade da construção, em regime de urgência, de um banheiro feminino na Câmara Municipal porque jamais tinham pensado na possibilidade de uma mulher vereadora! As conquistas foram inúmeras, como a minha própria conscientização de todo o processo e o companheirismo de muitas mulheres e homens mais sensíveis e dispostos a mudanças. E também as novas feministas, articuladas e protes-
tando de forma organizada, que não deixaram de lado as antigas demandas. O fim da violência doméstica e do abuso sexual, assim como a liberdade sexual e reprodutiva, seguem como reivindicações primordiais. É a luta que continua. 7 – COMO VOCÊ VÊ A POLÍTICA HOJE?
O mundo mudou nos seus valores éticos e existenciais. A política mudou. Onde estão as paixões e utopias? Elas é que nos comprometem com projetos de justiça e de liberdade. Convivemos atualmente com a derrocada dos valores mais humanos e harmoniosos. Hoje vence o pragmatismo imposto pelo modelo imediatista, predatório e consumista do capitalismo selvagem. A política precisa buscar novos significados, uma nova definição. Não estou tratando de partidos políticos, nem de pessoas. A crise é civilizatória, mais profunda. É um momento precioso de reflexão. 8 – QUAIS AS SUAS EXPERIÊNCIAS E CONQUISTAS NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO?
Acumulei o mandato de viceprefeita e o cargo de Secretária de Educação. Eu tinha comportamentos diferenciados: como vice, tentava atuar nas lacunas do governo, como secretária, brigava feito uma leoa. Criamos um sistema integrado de Educação: fundamental, médio e superior. Definimos o eixo principal da FUNEMAC, que foi estruturar, através de cursos, as demandas do serviço público de Macaé. Daí as dezenas de cursos de graduação, extensão e pós. Também fomos buscar os idealistas e sonhadores para criar o CETEP, o CAP- Colégio de Aplicação, a Escola de Idiomas, os Mutirões Escolares e o Centro Filosófico Claudio Ulpiano. Quando me licenciei por motivo de saúde, tive a alegria de ser substituída pelo Prof. Guto Garcia, meu filho, que com a sua competência e dedicação marcou significativamente a sua passagem pela Educação com o PCCV- Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos e a instituição
das Eleições Diretas para Diretores, dentre outras realizações. 9 – E COMO VOCÊ SE SAIU COMO VICE-PREFEITA?
Fui a primeira mulher viceprefeita de Macaé. Um vice deve ser sábio e discreto. Procurei dar visibilidade ao meu papel atuando em projetos concretos. Quando assumi a prefeitura, em seis ocasiões, não me importava se era por 10 ou 30 dias. Assumia integralmente, mantendo inclusive harmonia com o secretariado. 10 – MARILENA, FALE UM POUCO DA SUA MACAÉ DE HOJE.
Acompanho pouco a política macaense. Quando terminou o meu mandato, mudei-me para o Rio. Saí da política competitiva por decisão pessoal, sem perder eleição. Não desejo nenhum cargo governamental de nenhuma esfera. Nem municipal, estadual ou federal. Acho que a chefia do executivo é sempre um desafio. Mas pelas características de Macaé, o desafio é maior. É um desafio desproporcional ao poder de execução. São problemas cotidianos que superam planejamentos e metas estabelecidas. Devemos lembrar que o ciclo do petróleo encontrou Macaé despreparada para responder aos impactos do crescimento desgovernado. É preciso lembrar também que houve uma sucessão de governos municipais que não se preocupavam com o planejamento do município. Hoje, por toda a problemática que envolve o setor petrolífero, a situação da cidade me preocupa. Mais do que nunca precisamos de união. Os poderes executivo, legislativo e judiciário, a sociedade civil organizada, os movimentos sociais, estudantes, trabalhadores e a população em geral, devem dialogar. Continuo acreditando na política e acho que hoje temos novos caminhos de atuação. 11 – O QUE MACAÉ SIGNIFICA NA SUA VIDA ATUALMENTE?
É a minha referência de existência. Através da família, amigos, companheiros, colegas de
trabalho, alunos, eleitores, vivi as fases mais significativas da minha vida. É o lugar onde me constituí cidadã, mulher, mãe, profissional, política. Onde travei as minhas batalhas mais importantes. É o lugar ao qual eu pertenço. 12 – COMO VOCÊ AVALIA A EDUCAÇÃO NO SEC. XXI?
Vivemos um impasse. Continuamos o debate de antigas questões não resolvidas e outras que se apresentam. Cito o professor português José Pacheco que sintetiza bem a nossa realidade brasileira: “Nossas escolas são do séc. XIX, os professores são do sec. XX e os alunos do sec. XXI.” Mas nunca se falou tanto em educação como eixo principal na construção de uma sociedade mais justa e cidadã. Isso é muito bom. 13 – E O PT?
O PT enfrenta uma crise séria, está ferido em alguns princípios éticos e ideológicos. Devemos ter a coragem, simples e honesta, de reconhecer todo o erro partidário. Mas há um norte claro a nos guiar que é o projeto que mudou a cara do País e produziu a maior mobilidade social vivida nestas plagas. Um projeto político que finalmente tirou o Brasil do Mapa da Fome, conforme dados da FAO (ONU) de 2014, depois de 514 anos de muita miséria e sofrimento. Crescer com distribuição, cuidar dos excluídos, combater a desigualdade é nosso objetivo e destino. É preciso manter o orgulho dessa conquista, reparar os erros e seguir em frente.
14 – E A SUAVIDA HOJE?
Está calma até demais. Já começa a incomodar! Mas eu estava mesmo precisando dar um tempo. O final do mandato com o acúmulo do stress da cirurgia e da quimioterapia foi bastante difícil. Hoje presto assessoria à minha filha, a atriz Monica Martelli, no programa Saia Justa do GNT. E também sou palestrante convidada quando os temas são Câncer de Mama e Educação. Mas pretendo ser uma militante no Direito de Envelhecer.
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ESPECIAL MULHER
Mulher avança no mercado de trabalho
FOTOS: MPORÃO
O sexo feminino avança nas conquistas de emprego no município atingindo 61,2% nos dois primeiros meses deste ano
A
s mulheres ganham cada vez mais espaço no mercado de trabalho. Dados da secretaria de Trabalho e Renda de Macaé apontam que o sexo feminino avança nas conquistas de emprego no município. A média, entre janeiro e fevereiro de 2015, de vagas cadastradas para elas na Central do Trabalhador é de 61,2%. No mesmo período, o número de encaminhamentos para empregos foi de 43,4%. O Dia Internacional da Mulher acontece neste domingo (8) e para a técnica de Segurança no Trabalho e Meio Ambiente, Sintiane de Jesus Mota, 31 anos, o motivo é para comemorar. - Estou há oito dias em Macaé. Sou da Bahia e minha esperança de me consolidar no município é grande. Esta é a segunda vez que estou na Central do Trabalhador. Esse serviço é muito importante, pois encaminha as pessoas para o mercado de trabalho. Cada dia que passa, estamos ganhando nosso espaço. Porém, ainda temos o preconceito de algumas empresas com relação a oportunidades na área industrial, pois preferem o sexo masculino, mesmo com os avanços da mulher. De
qualquer forma, temos muito a comemorar -, disse. O secretário de Trabalho e Renda, Alexandre Fernandes, afirmou que o público feminino tem superado os desafios. Segundo ele, ainda é preciso avançar nos segmentos de petróleo e construção civil. "Nesses dois setores a diferença ainda é grande, porém, já temos exemplos de mulheres que se capacitam e estão entrando para o mercado de trabalho nestas áreas. No ano passado, por exemplo, entre diversos formandos, algumas já se qualificaram como soldadoras e estão empregadas", ressaltou o secretário. Alexandre opinou, também, que a mulher, desde a faixa etária de 16 anos, do programa Jovem Aprendiz, até a adulta, é mais caprichosa, detalhista e intuitiva. "Desenvolvemos ações em parceria com outros órgãos, de geração de renda e qualificação profissional. Isso contribui bastante para o aprimoramento delas no mercado", frisou. No Centro de Educação Tecnológica e Profissional (Cetep), ligado à secretaria de Trabalho e Renda, são oferecidos diversos cursos. As oportunidades são nas áreas
As mulheres ainda sofrem preconceito de algumas empresas com relação a oportunidades na área industrial, pois preferem o sexo masculino
de beleza, artesanato, corte e costura, gestão, industrial e outras. A proposta é desenvolver políticas públicas de geração de trabalho e renda, estimulando a diversificação da economia. A Feira de Economia Solidária é mais um espaço para a mulher expor seus trabalhos. O objetivo é fomentar pequenos grupos produtivos (cooperativas, associações, redes solidárias, entre outros). A artesã Ana Lúcia Pinto de Souza Pereira, 51 anos, transformou suas habilidades em negócio. Depois de um diagnóstico de depressão, ela foi incentivada pelo marido a fazer um curso na área de artesanato e, atualmente, confecciona bonecas de pano e outros materiais. Os produtos são vendidos por encomendas e na feira, que funciona na primeira semana de cada mês na Praça Veríssimo de Melo, das 9h às 21h. "Quando comecei com esse quadro em 2004, meu marido me colocou no curso de bijuterias. Desde então, a confecção de bonecas de pano mudou a minha vida", afirmou Ana Lúcia.
As mulheres têm motivo de sobras para festejar o Dia Internacional da Mulher
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CADERNO DOIS
Macaé (RJ), domingo, 8 e segunda-feira, 9 de março de 2015
O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
ESPECIAL MULHER
Teatro SESI Macaé comemora Dia da Mulher com a peça 'Rosa'
Monólogo com Débora Olivieri conta experiências de uma senhora judia que viveu o terror nazista Isis Maria Borges Gomes isismaria@odebateon.com.br
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m comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Teatro SESI Macaé apresentou, neste sábado, dia 7, às 20h, o espetáculo “Rosa”, com a atriz Débora Olivieri. A deliciosa comédia dramática é de autoria de Martin Sherman e direção de Ana Paz, abrindo o circuito cultural 2015 do Sesi Macaé. O Teatro do Sesi Macaé fica na Alameda Etelvino Gomes, 155, Riviera Fluminense. Outras informações pelo telefone (22) 2791-9214. A peça ‘Rosa’, que fez grande sucesso nas temporadas carioca e paulista, conta a história de Rosa, uma senhora judia de aproximadamente 80 anos que, durante o shivah (período do luto judaico), relembra sua vida, como sua infância em Yultishka - cidadezinha perdida no meio da Ucrânia, de estradas de terra batida e de casinhas minúsculas - até seus dias atuais, em Miami Beach, cidade americana que a acolheu. Rosa revive momentos marcantes, como sua mudança para Varsóvia, a invasão da Polônia pelos nazistas, o sonho da Palestina - a terra dos antepassados, que Deus havia prometido - sua passagem por Jerusalém, Atlantic City e Connecticut. Clandestina num navio em Sete, na França, Rosa também viu o mar pela primeira vez e achou que era uma alucinação. Com leveza, emoção e muita ironia, a personagem nos conduz para quase um século de histórias - suas e do mundo. Débora foi indicada como Melhor Atriz aos Prêmios Shell e Prêmio APTR de Teatro em 2011 com Rosa.
DIVULGAÇÃO
DEBORA OLIVIERI
Debora Olivieri, 53 anos, estudou Artes Cênicas na Escola Macunaíma com Silvio Zilber e Miriam Muniz; Ganhadora do Prêmio Mambembe e APCA de Melhor Atriz por sua atuação no espetáculo “Morangos e Lunetas”, de Denise Crispum e Beto Crispum; Corpo com Klaus Vianna e Artes Plásticas e Educação com Fanny Abramovich. Trabalhou em teatro com Charles Möeller e Claudio Botelho, Miguel Falabella, Marília Pêra, Naum Alves de Souza, Joaquim Vicente, Robert Castle, dentre outros. No cinema, foi dirigida por Arnaldo Jabor, Carla Camurati, Alain Fresnot, Guilherme de Almeida e participou dos filmes “Vendedor de Passados”, direção de De Lula Buarque; “Educação Sentimental”, direção de Julio Bressane; “Isolados”, direção de Tomas Portella; “Banho Maria”, direção de Miguel de Oliveira, dentre outros. Na TV, participou de novelas e séries na TV Globo, HBO, Telefe (Argentina) e TV Cultura, tendo sido dirigida por Denis Carvalho, José Alvarenga, Ricardo Wadington, Jayme Monjardim, Roberto Talma, Miguel Falabella, Jorge Fernando, Wolf Maia, dentre outros. Em 1986, também ganhou o Prêmio Governador do Estado de SP por sua atuação no espetáculo Morangos e Lunetas, de Denise Cris pum e Beto Cris pum. Sua última novela foi “Guerra dos Sexos”, com direção de Jorge Fernando, na TV Globo.
A comédia dramática, de 90 minutos de duração, tem texto assinado por Martin Sherman e direção de Ana Paz
O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
Macaé (RJ), domingo, 8 e segunda-feira, 9 de março de 2015
CADERNO DOIS
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ESPECIAL MULHER
Mulheres vencem o câncer e viram exemplo de superação Quatro moradoras de Macaé contam como conseguiram dar a volta por cima e alertam sobre a prevenção WANDERLEY GIL
Marianna Fontes
marifontes@odebateon.com.br
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pesar de serem rotuladas como “sexo frágil” pelos homens, as mulheres muitas vezes provam que são muito mais fortes do que aparentam ser. Um exemplo disso são as milhares que lutam contra o câncer. O DEBATE, como forma de homenageá-las pelo Dia Internacional da Mulher, que é celebrado neste domingo (8), e também alertar a sociedade e o poder público, traz a história de quatro guerreiras, que enfrentaram a doença e hoje são exemplos de superação. A primeira delas é Kathia Reid, de 53 anos, que teve câncer no ovário esquerdo. Ela foi uma das primeiras pacientes a realizar todo o tratamento no Centro Oncológico de Macaé, no Hospital São João Batista. “Em agosto de 2013 fiz alguns exames e me disseram que eu tinha um cisto no ovário. Fiquei nessa até outubro, e nisso a minha barriga inchando cada vez mais e eu sentindo muitas dores. Procurei o Dr. Flávio Antunes e ele só de ver o meu estado já percebeu que se tratava de um tumor. Sete dias depois eu já estava operando. Precisei tirar o útero, o ovário, a trompa e o tumor. Graças a Deus não estava muito avançado. Felizmente sou muito alto astral e tenho muita fé, isso me ajudou a enfrentar essa doença. Não foi fácil. Eu, que era muito vaidosa, precisei raspar o cabelo. Mas consegui superar. E a minha vontade de viver acabava chamando atenção dos enfermeiros do hospital, que sem-
pre me pediam para dar um apoio aos outros pacientes. A Marilene, do Mulheres em Luta, sempre me pede suporte”, conta. Ao contrário de Kathia, que sempre fez o preventivo, Rosimárcia Rosa Monteiro, também com 53 anos, conta que até os 46 anos nunca tinha feito uma mamografia. Em novembro de 2009 ela descobriu que tinha câncer de mama, um dos mais comuns nas mulheres. “Quando eu descobri, o caroço já estava em estágio avançado. Até então, nunca tinha feito o preventivo na minha vida. Descobri que tinha algo errado quando toquei no meu seio. E mesmo assim demorei uns sete meses para ir ao médico, pois tinha medo de ouvir que poderia ser câncer. Quando soube, fiquei muito triste, deprimida, o mundo parecia que estava desabando. A minha sorte foi que a minha família me deu muita força para lutar e meu filho cuidava de mim. Esse acolhimento foi fundamental. Precisei fazer a mastectomia. Fui uma das primeiras a receber a prótese do Mulheres em Luta. Antes disso, eu usava um paninho no sutiã. Como eu sou muito religiosa, acredito que a Deus me deu uma segunda chance. Hoje olho tudo diferente, tenho mais disposição. Dou mais valor à minha vida. Digo para quem estiver passando por uma situação semelhante para nunca perder a sua fé”, ressalta. No caso de Dulcineia França, de 56 anos, que também foi diagnosticada com câncer de mama, a doença surgiu devido ao uso de um medicamento hormonal. “O ginecologista me passou um hormônio, o Gestinol, porque eu estava com
lheres, todo mundo precisa fazer o preventivo. O câncer não difere sexo. Também faço um apelo aos maridos, para que não abandonem suas esposas nesse momento. É um momento muito triste. O apoio de todo mundo é fundamental”, enfatiza. SOLIDARIEDADE TAMBÉM VIRA EXEMPLO
Projeto Mulheres em Luta, que não tem vínculos políticos, dá suporte a pacientes com câncer
um mioma. Isso foi no final de 2010. Fiquei durante um ano tomando e quando era para suspender, não consegui ser atendida pelo mesmo médico. Diante disso, resolvi continuar com a medicação por conta própria por mais um ano. Com isso, minhas células se multiplicaram e surgiu o tumor. Descobri durante uma mamografia, que eu fazia regularmente, que tinha uma alteração. Depois de fazer uma ultrassonografia, ficou constatado que era câncer. Estava no início, só que o meu tratamento foi pelo SUS, o que demorou. Essa demora é perigosa. Quando fui ver já estava avançado e tive que tirar a mama. Foi uma luta muito grande, mas superei através da minha fé”, relata. A última delas, mas não menos importante, é Nilceia Santos, de 67 anos. Ela, que também teve câncer de mama, conta que o pior não foi o tratamento, que era feito em Campos dos Goytacazes, mas sim o des-
CIGARRAS DE MACAÉ por AURORA RIBEIRO cigarrasmacae@gmail.com
CIGARRAS DE MACAÉ - Hoje um domingo especial, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, apresentamos:
Receita de Mulher
Vinicius de Moraes
As muito feias que me perdoem Mas beleza é fundamental. É preciso Que haja qualquer coisa de flor em tudo isso Qualquer coisa de dança, qualquer coisa de haute couture Em tudo isso (ou então Que a mulher se socialize elegantemente em azul, como na República Popular Chinesa). Não há meio-termo possível. É preciso Que tudo isso seja belo. É preciso que súbito Tenha-se a impressão de ver uma garça apenas pousada e que um rosto Adquira de vez em quando essa cor só encontrável no terceiro minuto da aurora. É preciso que tudo isso seja sem ser, mas que se reflita e desabroche No olhar dos homens. É preciso, é absolutamente preciso Que seja tudo belo e inesperado. É preciso que umas pálpebras cerradas Lembrem um verso de Éluard e que se acaricie nuns braços Alguma coisa além da carne: que se os toque Como o âmbar de uma tarde. Ah, deixai-me dizer-vos Que é preciso que a mulher que ali está como a corola ante o pássaro Seja bela ou tenha pelo menos um rosto que lembre um templo e Seja leve como um resto de nuvem: mas que seja uma nuvem Com olhos e nádegas. Nádegas é importantíssimo. Olhos, então Nem se fala, que olhem com certa maldade inocente. Uma boca Fresca (nunca úmida!) é também de extrema pertinência. É preciso que as extremidades sejam magras; que uns ossos Despontem, sobretudo a rótula no cruzar as pernas, e as pontas pélvicas No enlaçar de uma cintura semovente. Gravíssimo é porém o problema das saboneteiras: uma mulher sem saboneteiras É como um rio sem pontes. Indispensável Que haja uma hipótese de barriguinha, e em seguida A mulher se alteia em cálice, e que seus seios Sejam uma expressão greco-romana, mais que gótica ou barroca E possam iluminar o escuro com uma capacidade mínima de cinco velas. Sobremodo pertinaz é estarem a caveira e a coluna vertebral Levemente à mostra; e que exista um grande latifúndio dorsal! Os membros que terminem como hastes, mas bem haja um certo volume de coxas E que elas sejam lisas, lisas como a pétala e cobertas de suavíssima penugem No entanto sensível à carícia em sentido contrário. É aconselhável na axila uma doce relva com aroma próprio Apenas sensível (um mínimo de produtos farmacêuticos!) Preferíveis sem dúvida os pescoços longos De forma que a cabeça dê por vezes a impressão De nada ter a ver com o corpo, e a mulher não lembre Flores sem mistério. Pés e mãos devem conter elementos góticos Discretos. A pele deve ser fresca nas mãos, nos braços, no dorso e na face Mas que as concavidades e reentrâncias tenham uma temperatura nunca inferior A 37º centígrados, podendo eventualmente provocar queimaduras Do primeiro grau. Os olhos, que sejam de preferência grandes E de rotação pelo menos tão lenta quanto a da terra; e Que se coloquem sempre para lá de um invisível muro de paixão Que é preciso ultrapassar. Que a mulher seja em princípio alta Ou, caso baixa, que tenha a atitude mental dos altos píncaros. Ah, que a mulher dê sempre a impressão de que se fechar os olhos Ao abri-los ela não mais estará presente Com seu sorriso e suas tramas. Que ela surja, não venha; parta, não vá E que possua uma certa capacidade de emudecer subitamente e nos fazer beber O fel da dúvida. Oh, sobretudo Que ela não perca nunca, não importa em que mundo Não importa em que circunstâncias, a sua infinita volubilidade De pássaro; e que acariciada no fundo de si mesma Transforme-se em fera sem perder sua graça de ave; e que exale sempre O impossível perfume; e destile sempre O embriagante mel; e cante sempre o inaudível canto Da sua combustão; e não deixe de ser nunca a eterna dançarina Do efêmero; e em sua incalculável imperfeição Constitua a coisa mais bela e mais perfeita de toda a criação inumerável.
Para todas as mulheres, de nossa Macaé, o carinho especial de nosso Coro de Cigarras!!! Feliz dia, semana, mês, ano... Feliz vida-mulher!!!
cigarrasmacae@gmail.com <mailto:cigarrasmacae@gmail.com>
Aurora Ribeiro Pacheco
locamento até o outro município. “Nós já estamos debilitadas, esse tempo todo na estrada acaba desgastando ainda mais e aumentando o nosso sofrimento. O ideal era poder fazer tudo em Macaé, mas você precisa realizar todo o procedimento onde você deu entrada”, conta. Ela conta que além da mamografia e da ultrassonografia, ela só descobriu o problema após uma ressonância magnética. “Isso mostra que nem sempre os dois métodos são suficientes. Quando descobri que estava com câncer, saí do medico revoltada, chorando. Eu confesso que não tive uma boa reação. Fiz os exames, operei e hoje faço o tratamento. A sorte é que eu descobri no início e não precisei tirar a mama. Mesmo assim resolvi tirar forças de onde eu pensava que não tinha e dei a volta por cima. Pensar positivo é sempre importante”, relata. Nilceia também faz um alerta aos homens. “Não são apenas as mu-
Além do câncer, o que une essas mulheres é Marilene Ibraim, fundadora do Projeto Mulheres em Luta. Apesar de não ter a doença, foi graças à sua sensibilidade, que essa iniciativa surgiu, e hoje presta apoio a várias pacientes de Macaé e de outras cidades do norte, noroeste e baixada litorânea do Estado do Rio de Janeiro. O Banco de Próteses, Sutiãs e Perucas é o único na região que oferece o material para pacientes com câncer gratuitamente. Ele é reabastecido com recursos vindos de eventos beneficentes promovidos pelo Movimento Negro Tribo dos Malês 21. O próximo “Boteco da Marilene” está agendado para o dia 11 de abril, na Rinha das Artes. Marilene conta que a iniciativa surgiu após ela acompanhar de perto um caso de Celine, uma moradora de Macaé que lutou contra a doença, mas não sobreviveu. “Eu corro atrás de acompanhante para ficar com elas no hospital, consigo remédios, que muitas vezes estão em falta na Farmácia Popular, tento marcar os exames, levo para fazer o tratamento. Tem vezes que tenho vontade de desistir, mas sempre aparece alguém precisando dessa ajuda e eu não consigo deixar de me envolver, deixar de ajudar. É preci-
so conscientizar as pessoas sobre a prevenção e o poder público tem que dar toda estrutura para isso”, alerta. Ela ressalta que muitas mulheres que ela presta apoio enfrentam a doença sozinhas. “Muitas moram longe da família e não têm com quem contar. É aí que a gente atua. Buscando dar esse suporte e acolhimento para quem está passando por um momento muito difícil na vida. Além da solidão, também existe um problema social. Muitas pacientes vivem em situação de vulnerabilidade. E a mulher com câncer precisa ter uma alimentação saudável, como que elas vão custear isso se mal têm dinheiro para comprar o básico?”, conta. As mulheres carentes que precisam do suporte, podem procurar os representantes do projeto através do número (22) 99956-4574. Qualquer voluntário que deseje participar e abraçar o projeto também pode entrar em contato. DADOS ALARMANTES NO MUNDO
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 14 milhões de novos casos de câncer surgem anualmente em todo o mundo. Os dados também apontam uma média de 8 milhões de mortes por vários tipos da doença, sendo que 60% dos óbitos ocorrem em países da África, Ásia e América do Sul. E a situação pode ser ainda mais preocupante do que se imagina. Uma análise feita pela OMS mostra que esses números devem aumentar 70% nos próximos 20 anos, passando de 14 milhões para 22 milhões.
MENSAGEM DE FÉ por ROBSON OLIVEIRA
Mulheres Guerreiras nunca desistem! mulheres guerreiras são como águias, se renovam no sofrimento! Se fortalecem no amor, e lutam com todo vigor. Mulheres guerreiras são verdadeiras águias, que voam bem alto para repor todos suas forças do seu sofrimento. São enérgicas, valentes e vão bem fundo no seu desejo. De onde elas buscam esta força? Do seu coração, do seu ser, da sua fé, do seu amor, do seu querer. Mulheres guerreiras têm uma fé tão intensa, que chega a ultrapassar seus limites, na busca do impossível. Pois o impossível para elas é apenas o início de uma grande
batalha. Com muita fé e determinação, mulheres guerreiras buscam o que querem: vencer!! Esta é a sua meta. Lutar é a sua força. Mulheres guerreiras têm na alma a força de lutar e fé de vencer. A vida não é um cenário rosa, cheio de flores. A estrada é espinhosa, atravessamos desertos, às vezes passamos por pinguelas estreitas, nos deparamos com vales, enfrentamos ventos fortes e tempestades. Não vivemos nesse mundo imunes aos problemas, sofrimentos e dores. Caminhamos muitas vezes com o rosto co-
berto de decepção e lágrimas. Mas tudo isso não acontece por acaso. Os problemas e adversidades são os exercícios necessários para a musculatura da fé. Toda vez que saímos de uma tempestade saímos mais fortes, mais experientes, mais conhecedores de Deus. Assim foi com Jó: "Eu te conhecia de ouvir falar, mas agora os meus olhos te veem." Mulheres, nunca desistam e lancem sobre Deus toda a vossa ansiedade, pois Ele cuida de vós! Feliz Dia Internacional da Mulher!
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CADERNO DOIS
O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
Macaé (RJ), domingo, 8 e segunda-feira, 9 de março de 2015
O DEBATINHO por KÁTIA GOLOSOV CURE katiacure@bol.com.br
Pequenos, hoje se comemora o Dia Internacional da Mulher. Olhando para o passado observamos que seria impensável vermos uma mulher comandando
Viva a mulher!!!
uma empresa, tomando decisões, ditando regras e, sobretudo, não deixando para trás o seu batom, sua escova progressiva e ainda seu trejeito mimoso de ser.
Hoje podemos fazer a seguinte leitura: A Mulher é aquela que lutou com afinco para alcançar seus sonhos, tanto no seu lado profissional quanto como pro-
vedora da família. É inegável que a mulher conquistou seu espaço na sociedade com muita luta e sacrifício. Portanto, pequenos, vamos parar para aplaudir e
gritar “VIVA A MULHER”, não apenas no “Dia Internacional da Mulher”, não apenas no “Dia das Mães”, não só no Dia das Avós que são mães duas vezes. Mas
sim, Viva a Mulher, todos os dias, todos os minutos e os segundos, porque “Ela é linda todo o tempo”. Parabéns a todas as mulheres deste planeta!!!”
Ela arrebatou todas as atenções, foi a musa infantil revelação do Carnaval 2015, ganhando a cena como a “Minnie da Disney”. É a lindinha Maria Alice Sousa. Alegres e inebriados estavam seus pais, Jessica e Henrique Sousa com sua pequerrucha encantadora. E a dinda Carmen Lucia que é orgulho puro com essa afilhada. Maravilha de neném!!!
Esse gato charmoso e inteligente é o Victor Rezende curtindo o verão. Seus pais Mey Silveira e Edlo curtem o rapazinho de montão. Mas vale a pena, pois é fantástico!!!
Olha que Mulher maravilha mais cheia de graciosidade e meiguice!!! É a bela Isabela Cabral de Oliveira Borba, a mocinha apaixonante de seus papais, Clisse e Francis Borba. Divina, realmente!!! Sinônimo de talento e inteligência!!! É o Gabriel Alvarez Curvelo, imenso amor dos médicos Camile e Sérgio Júnior. Um prêmio!!!
Esse rapazinho é o cara!!! É João Guilheme, fonte de energia de seus pais Rose e Carlos Gilmar. Felicidade pura!!!
A divazinha Maria Clara Matos Lessa, a inspiração deliciosa de seus pais Mariana e Toni. Uma gracinha realmente!!!