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Brasil offshore sexta

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MACAÉ, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013

CONFIRA ONDE COMER BEM EM MACAÉ Polo Gastronômico acredita que faturamento cresça entre 40% e 50%

Marianna Fontes marifontes@odebateon.com.br

ILHOTE SUL

Tipo: frutos do mar, carnes e pizza sétima edição da Endereço: Av. Atlântica, Brasil Offshore atraiu 2620 - Cavaleiros milhares de visitanTelefone: (22) 2773-4402 tes à cidade. Após as 21h30, o movimento dos res- LUCCA RISTORANTE Tipo: comida italiana, frutaurantes em todo o município é intenso. Por isso, uma dica tos do mar e vinhos Endereço: Av. Atlântica, é reservar com antecedência 2910 - Cavaleiros para não ficar horas na fila. Telefone: (22) 2773-3736 DURVAL Tipo: pizza, carnes e frutos SANSAI Tipo: japonês do mar Endereço: Av. Atlântica, Endereço: Av. Atlântica, 1738 - Cavaleiros 2534 - Cavaleiros Telefone: (22) 2757- 1319 Telefone: (22) 2773-3015

A GALOPE

MARISCOS Tipo: churrasco, japonês e Tipo: japonês, frutos do SEU ADONIAS Tipo: carnes e comida mineira frutos do mar mar e comida brasileira Endereço: Av. Atlântica, Endereço: Rod. Amaral PeiEndereço: Av. Atlântica, 2690 - Cavaleiros xoto, Km 167Telefone: (22) 2400 - Cavaleiros Telefone: (22) 2773-5499 2773-6221 Telefone: (22) 2773- 3060

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LA FAZENDINHA

Tipo: pizzas e vinhos Endereço: Av. Atlântica, 972 - Cavaleiros Telefone: (22) 2762-1335

Restaurantes comemoram movimento durante Brasil Offshore

EXPEDIENTE - JORNAL BRASIL OFFSHORE É UMA PUBLICAÇÃO ANUAL • Propriedade: EJORAN - Editora de Jornais, Revistas e Agências de Notícias • Sede e Parque Gráfico Próprios. Rua: Benedito Peixoto, 90 Centro Macaé/RJ Tel. (22) 2106-6060 - CNPJ: 29699.626/0001-10 • Registrado na forma da lei • Diretor Presidente: Oscar Pires • Editor: Márcio Siqueira (marcio@odebateon. com.br) • Jornalista: Márcio Siqueira e Patrícia Lucena• Edição Gráfica: Weberth Freitas (weberth@odebateon.com.br) • Fotos: Wanderley Gil , Kaná manhães e Marianna Fontes (fotografia@ odebateon.com.br) • Acesse: www.odebateon.com.br • E-Mail: comercial@odebateon.com.br • A direção de O DEBATE não se responsabiliza e nem endossa os conceitos emitidos por seus colaboradores em ações ou artigos assinados, sendo de total responsabilidade do autor. • Filiado à ADJORI - RJ Associação dos Diretores de Jornais do Estado do Rio de Janeiro e à ADI Brasil • ANJ Associação Nacional de Jornais.

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PORTO DE R$ 1,5 BILHÃO SEGUE PARA ANÁLISE NA ANTAQ Projeto pode estar entre os registrados nos últimos dias junto a Agência Nacional de Transportes Aquaviários

Márcio Siqueira marcio@odebateon.com.br

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consolidação do projeto de construção do novo porto, cujo investimento pode alcançar R$ 1,5 bilhão, em área do São José do Barreto registrou nos últimos dias mais uma fase positiva. O Terminal Logístico de Macaé (Terlom), proposta que visa atender as demandas de logística de empresas que atuam na exploração e produção de petróleo na Bacia de Campos, pode estar entre os novos pedidos de autorização em análise pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Segundo dados divulgados nesta semana pela Agência, entre as em-

presas que apresentaram projetos para autorização está a Queiroz Galvão Desenvolvimento de Negócios, responsável pela elaboração e consolidação do projeto final do novo porto de Macaé, cujo potencial já despertou o interesse, não oficializado, da maior companhia petrolífera em atividade na Bacia de Campos, a Petrobras. Para garantir a realização das obras, o Terlom precisa passar pela avaliação de uma série de órgãos ligados a legislação federal e estadual referente a instalação de terminais portuários na costa brasileira. Além da Antaq, o projeto deve ser analisado pela Nacional da União, assim como pela Agência Nacional do Petróleo e Gás (ANP), devido a movimentação de materiais para unidades

de exploração e produção, e a Receita Federal, para questões alfandegárias. Em fevereiro deste ano, foi iniciado o processo de licenciamento ambiental do projeto. A expectativa é que as obras sejam iniciadas no segundo semestre do próximo ano, com previsão de conclusão em 2017. No mês passado, o Terlom foi apresentado pela equipe técnica da Queiroz Galvão Desenvolvimento de Negócios durante a reunião da Comissão Municipal da Firjan. O encontro contou também com a participação do governo municipal, que defende a construção do porto como um dos grandes empreendimentos projetados através do Macroplan, pacote de obras que estão sendo planejadas para alavancar o desenvolvimento da cidade.

Parte da área para instalação do novo porto já foi doada pela Prefeitura

Elaborado ao longo dos últimos dois anos, o novo porto passou a ser o principal projeto para instalação de bases marítimas, voltado a indústria do petróleo, na região Norte Fluminense. A expectativa

é que, além de atender as atuais demandas das empresas offshore, a base seja capaz de dar suporte logístico às operações direcionadas a exploração e produção de petróleo nas reservas do pré-sal.


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TERMINA HOJE A 7ª EDIÇÃO DA BRASIL OFFSHORE Grande público, palestras de alto nível e Rodada de Negócios produtiva marcaram o evento Evento na cidade gerou 17 mil postos de trabalho diretos e indiretos

Patricia Lucena patricia@odebateon.com.br

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ermina nesta sexta-feira (14) a sétima edição da terceira maior feira de petróleo e gás mundial, a Brasil Offshore 2013. Neste ano, o evento contou com 720 expositores, sendo que 157 participaram pela primeira vez, e atraiu cerca de 55 mil pessoas durante os quatro dias. Além de ter movimentado diversos setores da economia macaense, como hotelaria, gastronomia e comércio, a feira gerou 17 mil postos de

trabalho indiretos e diretos. De acordo com o prefeito da cidade, Dr. Aluízio Junior, Macaé é de fato a grande protagonista do cenário do petróleo, com 80% da produção de petróleo e 40% do gás natural. “Só precisamos de um projeto para incorporar esse conceito de capital nacional do petróleo. O que falta para o nosso município é uma moldura. Já temos a tela e agora precisamos fomentar para criar a moldura final.” Uma das novidades da feira deste ano foi a Rodada Tecnológica, onde pequenas empre-

sas de bases tecnológicas que desenvolvem novos produtos apresentaram suas soluções para os grandes contratantes. “Na terça-feira, as empresas de grande porte, de serviços ou de petróleo, tiveram oportunidade em assistir a apresentação de diversas empresas, com produtos novos e inovações tecnológicas”, explicou Alfredo Renault, superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP). Outra inovação, que atraiu ainda mais visitantes à feira, foi o fato de as palestras neste

ano serem gratuitas aos técnicos que se cadastrarem no site da feira. A Conferência abordou as três camadas da exploração e produção: na quarta-feira foi discutido o processo do poço ao reservatório; na quinta-feira, do poço à plataforma (o processo dentro d´água, o chamado subsea); e nesta sexta-feira, o processo acima da água (plataforma, planta e processos - o top side). O primeiro dia da Rodada de Negócios já surpreendeu. Foram realizados 320 encontros entre as empresas âncoras e os

fornecedores do setor de petróleo e gás. Esse número é igual ao total registrado nos dois dias da edição de 2011. Técnicos, empresários e estudantes que participaram da feira elogiaram a organização, os estandes e, principalmente, a qualidade dos debates durante a Conferência Internacional. “As palestras estão agregando bastante. As apresentações estão em um alto nível, com perguntas bastante relevantes”, contou Virgílio Barros, que trabalha na área submarina da Petrobras.


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ESPAÇO DA FEIRA FOI REFORMADO PELA PREFEITURA Órgão municipal afirma que ações de manutenção visam manter o local pronto para grandes eventos

Patricia Lucena patricia@odebateon.com.br

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sucesso da Brasil Offshore começou antes mesmo do evento acontecer. Isso porque a feira movimenta diversos setores do município, o que beneficia a população macaense de uma forma geral. Entre as áreas mais influenciadas estão: rede hoteleira, comércio, restaurantes e turismo. No entanto, para receber milhares de visitantes durante o período, a cidade precisa se preparar. O Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho recebeu uma série de ações de manutenção durante os últimos meses. Segundo a Prefeitura, as medidas não visam apenas a realização da feira,

mas também têm o objetivo de manter o espaço pronto a receber grandes eventos. Entre as ações, foram feitas a recuperação dos elevadores e dos mastros de bandeira, recuperação de troca das grades e do muro de contenção do estacionamento e uma preparação da área para receber as tendas e os participantes da feira. O local também recebeu a revisão e a recuperação das instalações elétricas, hidráulicas e das caixas de bombeiro. O restaurante, a cozinha, os banheiros, o auditório, as instalações de ar condicionado, o pavilhão dos portões e toda a estrutura da lanchonete também estão sendo restaurados. Em sua 7ª edição, a Feira e Conferência Internacional da

Centro de Convenções recebeu manutenção para Brasil Offshore 2013 Indústria de Petróleo e Gás já está com 90% do seu espaço total de exposição vendido. Organizado e promovido

em conjunto pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP)

e Sociedade de Engenheiros de Petróleo (SPE), o evento começa hoje e vai até o dia 14 de junho.


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FEIRA REGISTRA AUMENTO DE VISITANTES NO SEU 3º DIA Segundo a organização do evento, comparado a 2011, o aumento foi de 15% Expectativa da organização é de que movimento intenso se repita nesta sexta-feira (14)

Marianna Fontes marifontes@odebaten.com.br

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m sua sétima edição, o terceiro dia da Brasil Offshore foi marcado pelo aumento significativo no seu movimento. Para evitar tumultos, esse ano a organização criou um sistema onde os visitantes podem fazer o cadastro pela internet com antecedência, gerando um número de identificação. Já a retirada de crachá é feita pelo próprio visitante em máquinas,

que imprimem tudo na hora. Mesmo com a facilidade para cadastramento, na tarde de ontem (13) longas filas se formaram na entrada. Quem preferiu fazer o credenciamento na hora, também precisou esperar um tempo maior para entrar na feira. Segundo a organização do evento, esse aumento no movimento era esperado, já que os últimos dias são geralmente os mais procurados. Mas não foi só em relação aos dois dias anteriores que essa edição bateu

recorde de público. Comparado ao terceiro dia da feira em 2011, a tarde desta quinta-feira registrou um crescimento de 15% na visitação. A expectativa é que esses números se repitam nesta sexta-feira (14), dia de encerramento. São milhares de pessoas de todos os cantos do mundo, que vieram para tratar de negócios, ver de perto as últimas novidades ou simplesmente conhecer a feira. Em relação à última edição, que registrou muitas críticas quanto a infraestrutu-

ra, muita gente tem aprovado a organização e as mudanças. “Esse ano o movimento foi bem maior. As pessoas apostaram mais no evento. Várias empresas e expositores novos e, acima de tudo, excelentes oportunidades para prospecção de novos negócios para minha área”, conta a gerente comercial da Unidas Rent a Car, Fátima Sinimbú. Esse ano, a Feira e Conferência Internacional da Indústria de Petróleo e Gás conta com mais de 700 stands, receben-

do um público médio de 55 mil pessoas durante os quatro dias. Ele é organizado e promovido pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) e Sociedade de Engenheiros de Petróleo (SPE). A Brasil Offshore é realizada a cada dois anos em Macaé, base das operações e responsável por mais de 80% da exploração Offshore do Brasil. Em 2011, o evento atraiu uma visitação superior a 50 mil profissionais e 636 expositores.


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11ª RODADA DA ANP ARRECADA R$ 2,8 BILHÕES

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Durante o leilão, foram arrematados 142 dos 289 blocos ofertados

Patricia Lucena patricia@odebateon.com.br

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11ª Rodada da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) de licitações de 289 blocos, em 23 setores, totalizando 155,8 km2, distribuídos em 11 bacias sedimentares, arrecadou R$ 2,8 bilhões. A rodada ocorreu após quatro anos e meio sem nenhum leilão licitação de novas empresas exploradoras de petróleo e gás no país. De acordo com dados da ANP, a rodada teve recorde em arrecadação de bônus de assinatura (valor pago pelas empresas na assinatura do contrato), somando R$ 2,8 bilhões. O ágio de 797,81% tam-

bém foi recorde, assim como a previsão de investimentos do Programa Exploratório Mínimo a ser cumprido pelas empresas vencedoras, que é de R$ 6,9 bilhões. De acordo com a ANP, o objetivo da 11ª Rodada é promover o conhecimento das bacias sedimentares, desenvolver a pequena indústria petrolífera e fixar empresas nacionais e estrangeiras no país, dando continuidade à demanda por bens e serviços locais, à geração de empregos e à distribuição de renda. Foram arrematados 100,3 mil km 2 dos 155,8 mil km 2 ofertados. Ao todo, 39 empresas de 12 países participaram, das quais 30 foram vencedoras, sendo 12 nacionais e 18 estrangeiras. Ainda segundo

a ANP, foram arrematados 142 dos 289 blocos oferecidos. O conteúdo local médio da 11ª Rodada foi de 62,32% para a Fase de Exploração do contrato de concessão e de 75,96% para a Fase de Desenvolvimento. Francisco Navega, membro da Comissão Municipal da Firjan, acredita que essa é uma grande oportunidade para novas empresas entrarem no mercado. “Apenas quatro ou cinco empresas tomam conta da exploração do petróleo e gás atualmente. Isso torna o mercado muito concentrado. Com os leilões, as empresas aumentam e, consequentemente, fortalece o mercado. No final de janeiro, o se- gia, Marco Antonio Martins cretário de Petróleo e Gás do Almeida, disse que o governo Ministério de Minas e Ener- esperava arrecadar até R$ 10

Durante o leilão foram arrematados 100,3 mil km2 dos 155,8 mil km2 ofertados

bilhões com essa 11ª rodada de leilão de blocos para exploração de petróleo e gás.


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PRIMEIRO DIA DA RODADA DE NEGÓCIOS BATE RECORDE DE REUNIÕES Foram realizados 320 encontros entre empresas âncoras e fornecedores do setor Rodada conta com 23 empresas âncoras e deve superar volume de negócios gerados em 2011

Patricia Lucena patricia@odebateon.com.br

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ermina nesta sexta-feira a Rodada de Negócios da Brasil Offshore 2013 e, segundo a Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), os resultados já mostram que a sétima edição irá superar as expectativas. O primeiro dia da rodada, segundo a organização, foi bastante produtivo. Foram realizados 320 encontros entre as empresas âncoras e fornecedores do setor de petróleo e gás previamente identificados pela ONIP. O número é igual

ao total registrado na última edição da rodada realizada em 2011. “A expectativa de negócios depende do número de encontros promovidos nos dois dias do evento, mas pelo visto será bastante positiva. É importante ressaltar, porém, que o mais importante na rodada é a oportunidade que as empresas têm de encontrar e apresentar seus produtos e serviços para grandes compradores”, afirmou o superintendente da ONIP, Alfredo Renault. A Schlumberger, por exemplo, afirmou que conheceu potenciais fornecedores e futuros parceiros. “As reuniões nos apre-

sentaram empresas com bom potencial para serem nossos fornecedores. Alguns deles oferecem serviços que são bem limitados no mercado e que podem representar bons negócios no futuro”, disse Orleans Lima, especialista em sourcing da empresa. As rodadas aconteceram em seu formato tradicional como nas edições anteriores, onde as pequenas empresas entram em contato direto com grandes companhias para apresentar seus produtos e serviços, gerando futuros negócios. “As grandes empresas apresentam quais são as suas demandas prioritárias em que elas

sentem falta de fornecedores e nós buscamos no mercado potenciais fornecedores para entrarem em contato com essas empresas”, explicou Alfredo Renault, superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP). A edição 2013 da Rodada de Negócios da ONIP conta com a participação de 23 empresas âncoras - grandes companhias do setor de petróleo brasileiro. Além da Schlumberger, estão presentes a Aker Solutions, a Akzo Nobel, a Arprotec, a Asca, a Baker Hughes, a Cameron, o Estaleiro EISA, o Estaleiro Mauá, o Estaleiro TCE,

a Forship, a G-Comex, a IESA, a Kongsperg, a Mills, a Oceaneering Brasil, a Petrobras UOBC, a Petrobras UOBS, a Shell, a Techint, a Transpetro, a UTC e a WEG. Na edição 2011, a Rodada de Negócios gerou expectativa de cerca R$ 170 milhões em negócios. Durante a abertura da feira, o vice-presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, organizadora do evento, Paulo Otávio Pereira de Almeida, afirmou que a expectativa é que sejam gerados R$ 200 milhões em negócios, um crescimento significativo em relação ao ano passado.


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SEGUNDO DIA DA CONFERÊNCIA FALOU SOBRE INTEGRIDADE SUBMARINA Com um público de 150 pessoas, palestras trouxeram novidades tecnológicas na área Patricia Lucena patricia@odebateon.com.br

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erminou ontem (13) o segundo dia da Conferência Internacional, que está sendo realizada na Brasil Offshore 2013. A plenária de apresentação desta quinta-feira foi sobre como manter a integridade do equipamento submarino, expandir sua capacidade operacional e manter sua disponibilidade. Palestrantes e técnicos falaram sobre a necessidade de que a integridade seja prevista desde o início do projeto, ou

seja, na concepção do equipamento. “A capacidade máxima da sala é de 600 pessoas e hoje estava lotada. Foi muito bom”, comentou Guilherme Castro, gerente de manutenção e integridade na Petrobras e diretor da Society of Petroleum Engineers (SPE). Cristina Lucia Pinho, gerente executiva da Petrobras, presidiu a mesa de discussão ao lado do CEO da Technip Brasil, Adriano Novitsky. Entre os palestrantes que participaram estavam o gerente geral da Petrobras, Mauricio Antônio Costa Diniz, o diretor da FMC Technolo-

gies do Brasil, José Mauro, o gerente de engenharia da Shell Brasil Petróleo, Ebere Chimezie, e a gerente de negócios da GE Oil & Gas, Julia Costa. Segundo Guilherme, durante a plenária de discussão ficou claro que é preciso desenvolver mais tecnologias para a área subsea (processo dentro da água), pois há uma grande carência nesse sentido. “A demanda por serviços e materiais nesse setor irá crescer bastante no mundo todo, e não apenas no Brasil”, destacou Guilherme. Assim como aconteceu na

quarta-feira, a parte da tarde foi destinada às sessões técnicas sobre o tema subsea. Palestrantes e técnicos debateram sobre a intervenção submarina, a integridade dos dutos submarinos e a manutenção de equipamentos submarinos. “As palestras estão agregando bastante. Escolhi o dia de hoje porque fala sobre a parte da integridade submarina, que tem mais a ver com o meu trabalho. A parte da manhã foi mais uma visão geral do tema e a tarde foi focada mais na apresentação de so-

luções inovadoras na área. As apresentações estão em um alto nível, com perguntas bastante relevantes. O mais importante é que todo mundo está se eximindo um pouco da sua bandeira e usando as perguntas mais para o lado técnico e das perspectivas, no sentido de debater o tema da integridade e não falar sobre a sua própria empresa”, contou Virgílio Barros, que trabalha na área submarina da Petrobras. Hoje (14) será o último dia da Conferência, que irá tratar sobre a integridade de instalações na superfície.


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VISITANTES RECLAMAM DOS PREÇOS ELEVADOS DOS ESTACIONAMENTOS Valor da diária varia de acordo com o local, podendo chegar a R$ 40 Apesar do alto valor cobrado, longas filas se formam no entorno do Centro de Convenções

2015, venha com menos falhas. Como muita gente não quis optar pelo transporte público, que contou com ese v i d o a o p o u c o quema especial montado pela Prefeitutempo de gestão, a ra, e o número de táxis continua sendo questão do trans- insuficiente para atender o aumento na porte para a sétima demanda, os carros particulares passaedição da Brasil Offshore, que ram a ser a principal alternativa de acesestá acontecendo entre os dias so ao evento. 11 e 14 de junho, no Centro de Dependendo do horário, encontrar uma Convenções Jornalista Roberto vaga passou a ser uma tarefa nada fácil. Marinho, é um dos itens que Isso porque a maioria das pessoas preainda precisará passar por mu- fere parar nos lugares mais próximos do danças para que na próxima Centro de Convenções. edição, que deve acontecer em Entre longas filas de espera e superloMarianna Fontes marifontes@odebaten.com.br

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tações, muitos moradores do entorno viram nesse problema uma oportunidade de lucrar, transformando os terrenos particulares em estacionamento. Após as dificuldades de encontrar uma vaga, muitos motoristas foram pegos de surpresa na hora de pagar. Quanto mais próximo do evento, mais caro o valor. Se o visitante optar em deixar seu carro dentro do Parque de Exposições Latiff Mussi o valor chega a ser o dobro. O alto valor cobrado dentro do Parque de Exposições foi uma medida adotada pela Prefeitura para incentivar as pessoas a virem de transporte público, evitan-

do assim o problema de superlotação de carros. Para quem fosse todos os dias ao evento de carro, foi feito um preço promocional de R$80 pelos quatro dias. Sem opções, muitos visitantes têm reclamado dos preços abusivos. “Fui tentar parar meu carro no estacionamento montado no Parque de Exposições e fiquei um tempão para conseguir entrar. Na hora de pagar tomei um susto. Estavam me cobrando R$ 40 para deixar o carro durante o dia. Achei um absurdo isso. Como não tinha condições de pagar isso tudo, eu acabei procurando um estacionamento lá fora, que me cobraram

R$ 20, ou seja, 50% a menos. Mesmo assim achei caro, até porque a gente não tem nenhuma garantia de que nosso carro está em segurança”, ressalta a gerente comercial Maria de Fátima. Esse ano, a Feira e Conferência Internacional da Indústria de Petróleo e Gás conta com mais de 700 stands, recebendo um público de mais de 55 mil pessoas durante os quatro dias do evento. Ele é organizado e promovido em conjunto pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) e Sociedade de Engenheiros de Petróleo (SPE).


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PLANO DE GESTÃO DA PETROBRAS DEVE ESTIMULAR ECONOMIA MACAENSE Segundo Marco Navega, da Firjan, 60% dos investimentos serão para área de exploração e produção Patricia Lucena patricia@odebateon.com.br

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lguns dias depois de a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) ter anunciado uma queda de 8,5% na produção de petróleo em fevereiro, a Petrobras anunciou o seu Plano de Negócios e Gestão 2013-2017, com investimentos na ordem de US$ 236,7 bilhões em atividades do setor. Apesar de a notícia ser positiva para a Capital Nacional do Petróleo, há ainda alguns alertas que podem prejudicar o desenvolvimento da cidade. Segundo Marco Navega, membro da Comissão Municipal da Firjan, a boa notícia é que aproximadamente 60% dos investimentos anunciados pela estatal serão destinados à exploração

e produção de petróleo, o que beneficia diretamente Macaé. “Até 2017, eles pretendem dobrar a produção. Essa nova ordem da presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, potencializa a exploração e produção e isso é ótimo para o município.” Para este ano, a Petrobras anunciou que a previsão é de que a produção fique em torno de 2,022 milhões de barris por dia, com uma oscilação de 2% para cima ou para baixo. Além disso, a partir do segundo semestre, é esperado que sete novos sistemas entrem em produção, fazendo com que, em 2017, a produção atinja 2,75 milhões de barris por dia. No entanto, Navega alerta para o atraso do cronograma das plataformas, o que coloca em dúvida as metas de produção da companhia. “Algumas novas plataformas já deveriam estar prontas. Isso prejudica a produção e, consequentemente, o setor como um todo. Esse

Atraso no cronograma das plataformas pode prejudicar metas de produção da Petrobras

é um momento sensível para a Petrobras e qualquer queda na produção afeta o caixa da empresa.” No total, serão 53 novos poços, sendo 15 destinados ao pré-sal e o restante ao pós-sal. De acordo com Navega,

isso significa que a expectativa para vermelha para esse cenário otimista: a Macaé continua muito positiva. E a aproximação da OGX com a Petrobras. previsão é que, até 2020, a produção “Essa relação pode fazer com que muina cidade seja de 2 milhões de barris tas operações sejam transferidas para por dia. Campos dos Goytacazes, o que seria No entanto, um alerta acende a luz prejudicial para Macaé”, avalia Navega.


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PREFEITURA MONTA ESQUEMA ESPECIAL PARA O TRANSPORTE No ano passado, feira atraiu mais de 52 mil pessoas ao município

Patricia Lucena patricia@odebateon.com.br

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esde o início do ano, o jornal O DEBATE vem notificando uma das maiores preocupações da população macaense em relação à 7ª edição da Brasil Offshore, que começou dia 11 e vai até o dia 14 de junho. Principal problema nas grandes metrópoles brasileiras, Macaé vem enfrentando a mesma dificuldade com os intensos tráfegos pela cidade e o transporte público é alvo de frequentes reclamações, sem apresentar soluções concretas. Para tentar melhorar a situação, a Coordenadoria de Projetos e Fiscalização de Trânsito, da Secretaria de

Mobilidade Urbana, definiu o traçado que os ônibus de fretamento farão das empresas offshore, nos polos de Imboassica e Novo Cavaleiros, até o Centro de Convenções, durante os quatro dias da feira. Com isso, os funcionários das empresas que atuam no Parque de Tubos e imediações não precisarão utilizar automóveis individuais para chegar até a feira, desafogando assim o trânsito da cidade. Segundo a Prefeitura, eles terão acesso por linhas diretas de ônibus fretados pelas empresas das 14h às 22h. Além disso, a organização do evento também disponibilizará ônibus executivos gratuitos para os participantes credenciados em pontos próximos aos hotéis oficiais. Para facilitar o transporte

dos visitantes que não terão ônibus fretados pelas empresas, o Sistema Integrado de Transporte (SIT) informou que irá operar nos quatro dias da feira com 73 coletivos e uma frequência de cinco minutos passando em frente ao evento e no sentido Centro da cidade. Serão dois ônibus por hora fazendo Central X Evento direto, além dos coletivos que normalmente já fazem este itinerário. Os ônibus estarão identificados com a placa para a Brasil Offshore, visando facilitar a vida dos usuários. Na última edição, segundo dados da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), foram gerados aproximadamente R$ 170 milhões em negócios para os próximos 12 meses. Realizada a cada

Ônibus fretados pelas empresas e 73 coletivos da SIT devem desafogar o trânsito

dois anos em Macaé, base das operações e responsável por mais de 80% da exploração offshore do Brasil, em 2011, o

evento atraiu uma visitação superior a 52 mil profissionais e 700 expositores, sendo 155 deles internacionais.


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PLANO DIRETOR DA BACIA DE CAMPOS: RECUPERAÇÃO DA EFICIÊNCIA DE UNIDADES Dispêndio de US$ 5,6 bilhões garantirá manutenção de unidades e sistemas de produção

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m meio ao processo de evolução do volume de produção de petróleo, a Bacia de Campos se prepara para colocar em prática um procedimento considerado como essencial para se garantir o nível satisfatório de eficiência de unidades e sistemas de produção implantados na região considerada como a mais antiga da UO-BC. Através do aporte de US$ 5,6 bilhões, recursos anunciados no ano passado, a Petrobras apresentou a implantação do Plano Diretor da Bacia de Campos, projeto desenvolvido desde o ano passado e que deverá atingir o seu ápice de manutenção de poços e sistemas submarinos. “Depois de 35 anos explorando e explotando nesta Bacia, com sistemas ficando antigos, nós resolvemos parar para estudar em todos os reservatórios, em todas as unidades de forma integrada. Estamos com uma projeção de médio e longo prazo, chamado Plano Diretor da Bacia de Campos, onde estamos olhando para a vida útil de todos os nossos sistemas”, explicou Joelson Falcão Mendes, gerente geral da Unidade de Operações da Bacia de Campos. Através do plano, a companhia visa recuperar o nível satisfatório de eficiência das unidades e sistemas de produção que desenvolve, há 35 anos, um dos principais papéis de sustentação e ampliação da capacidade da Petrobras em gerar riquezas e fluxo de caixa. “Temos hoje plataformas produzindo com 35 anos, e poços com essa mesma idade. Estamos olhando de forma integrada para toda a Bacia de Campos geológica. E em um trabalho de médio e longo prazo, estamos pensando em quais serão as plataformas que iremos substituir em 2018, 2020, 2025. Estamos fazendo este trabalho pensando em toda a infraestrutura da Bacia

de Campos. Este não é um trabalho de recursos e de forma imediata. É o que chamamos de estruturante”, acrescentou Joelson Falcão. Apesar de buscar resultados a médio e a longo prazo, a implantação do Plano Diretor garante a realização de um procedimento considerado novo pela Petrobras, que revê as prioridades de aplicação de recursos, buscando a elevação da curva de produção. “Recentemente, no início deste ano, percebemos que uma porção, a mais antiga, da Bacia de Campos, a que estou gerenciando, que tem plataformas sistemas que estão variando entre 13 anos a 35 anos, que está com um nível de eficiência operacional abaixo do que a gente entende que deve ser. Entre várias razões, a principal delas é que se acaba levando muito tempo para colocar recursos de manutenção em poços e sistemas submarinos quando tem um problema. Temos uma carteira muito grande de coisas a serem feitas, e evidentemente acaba se priorizando aquilo que garantirá um retorno imediato”, explicou o gerente geral da UO-BC. Ao propor a reestruturação de unidades de produção, o Plano Diretor da Bacia de Campos garantirá a realização de novas contratações de equipamentos e serviços, movimentando também outros setores ligados a indústria do petróleo. “Queremos diminuir o tempo entre intervenções, que sejamos mais rápidos, e isso faz com que tenhamos alguns equipamentos disponíveis e determinados serviços de forma mais rápida. A partir de 2013 teremos um aporte maior de recursos como um todo, e um nível maior de manutenção em nossos poços e sistemas submarinos. Isso reflete na contratação de mais unidades de manutenção e segurança, e tudo que envolve essas questões. Ou seja, serão mais serviços que estarão sendo contratados como um todo”, garantiu Joelson.

Investimentos devem atrair empresas nacionais e estrangeiras para Macaé


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MACAÉ, SEXTA-FEIRA, 14 DE JUNHO DE 2013

PARQUE CIENTÍFICO BUSCA MUDAR O PERFIL DA ECONOMIA MACAENSE Lançamento será feito hoje durante a Brasil Offshore

Parque Científico será um ambiente de compartilhamento e de troca de experiências

Patricia Lucena patricia@odebateon.com.br

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onhecida por sua importância no setor de petróleo e gás, Macaé vem aos poucos se desenvolvendo em outras áreas e mostra que é um município com potencial. Uma das novidades que será apresentada nesta sexta-feira (14), das 15h30 às 16h30, no Auditório Macaé, durante a Brasil Offshore, é o lançamento do Parque Científico e Tecnológico de Macaé. “O projeto é uma transformação do perfil econômico do município, que atualmente é focado no petróleo. É importante que as empresas que estão em Macaé desenvolvam suas tecnologias aqui na região. Nosso objetivo é mudar esse perfil de ser uma cidade que apenas presta serviço de produção para um município que dissemine suas próprias

tecnologias”, explicou Carlos Eduardo da Silva, assessor da Subsecretaria de Ciência e Tecnologia da Prefeitura de Macaé. Segundo ele, além dos recursos naturais e da mão de obra já presente na cidade, é preciso utilizar e disseminar o conhecimento existente. “Para isso, o parque será uma hélice tríplice, com a integração do governo municipal, empresas e universidades. A transformação deve ser através do conhecimento.” Carlos Eduardo afirmou que o Parque será um espaço físico onde os projetos serão desenvolvidos. “Quase todas as cidades têm um parque tecnológico, mas a maioria não dá certo por diversos motivos, mas principalmente porque é preciso implantar uma cultura empreendedora no local. As pessoas precisam estar dispostas a buscarem inovação. Por isso, esse é um projeto de longo prazo.” Assim, o objetivo principal do Parque Científico, segundo

Carlos Eduardo, será gerar um ecossistema de inovação. Tornar o parque um local atrativo para desenvolver pesquisas tecnológicas e criar uma cultura mais empreendedora. “Para gerar inovação não basta apenas dinheiro e tecnologia, mas também é fundamental a troca de experiências e um contexto mais social. Por isso a importância da cultura da sociedade”, afirmou Ramon Baptista Narcizo, assessor da Subsecretaria de Ciência e Tecnologia da Prefeitura de Macaé. Segundo Carlos Eduardo, a maioria das cidades que implanta um Parque Científico pretende atrair mais empresas e gerar emprego. “O foco de Macaé é diferente, porque as empresas já estão aqui. Nós queremos abrigar centros de pesquisa e criar mecanismos para desenvolver novas empresas.” Sobre o local onde o Parque será implementado, Carlos Edu-

ardo disse que ainda há uma indefinição sobre isso, mas a ideia é que esteja próximo a Cidade Universitária, no bairro Novo Cavaleiros. “Em Macaé, há três polos industriais. Um no Parque dos Tubos, um no Novo Cavaleiros e um em Cabiúnas. A ideia inicial é que o parque fique em um terreno da Prefeitura às margens da Linha Verde, no Novo Cavaleiros. Mas ainda não é certo, pois o prefeito está analisando as opções.” A estrutura do Parque será composta por uma administração, feita pela Prefeitura de Macaé, núcleos tecnológicos das universidades e uma incubadora de empresas, que será um espaço de auxílio aos empresários para desenvolver as novas empresas para enfrentarem o mercado. “A incubadora será um ambiente de compartilhamento e de troca de experiências.” Além do Parque Científico, a Prefeitura pretende implan-

tar projetos complementares, como o Museu do Petróleo, o Espaço da Ciência, para uma maior integração da sociedade, e um Jardim Botânico, criando também uma área biológica. “A ideia é não criar algo muito grandioso. O Parque terá um modelo modular, visando incentivar a cultura nas pessoas aos poucos. Não adianta criar algo enorme de repente, sem a população, as universidades e as empresas tenham essa consciência empreendedora”, ressaltou Carlos Eduardo. Joelson Rodrigues, subsecretário de Ciência e Tecnologia, afirmou que Macaé precisa aproveitar esse momento para ir além da produção do petróleo e investir parte dos recursos dos royalties em conhecimento. “O petróleo pode um dia acabar e as empresas vão embora. Se aproveitarmos esse momento e utilizarmos todo esse conhecimento que está aqui, a cidade continuará se desenvolvendo.”


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INSTITUIÇÕES E PETROBRAS JUNTAS EM PROL DA CADEIA PRODUTIVA DO PETRÓLEO Um dos projetos teve seu convênio renovado durante o segundo dia evento

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esta quarta-feira (12), a Brasil Offshore 2013 foi palco para que empresas e instituições tivessem a oportunidade de concretizar negócios, que beneficiam diretamente o setor empresarial de Macaé e região. Exemplo disso foi a assinatura da renovação do convênio do Projeto “Fortalecimento do APL de Petróleo, Gás e Energia da Bacia de Campos”, realizado no estande da Petrobras, que contou com a presença de diversas autoridades. Segundo o gerente do Setor de Petróleo e Gás do Sebrae, Antônio Batista, muito mais que definir recursos financeiros, o objetivo do projeto é facilitar o dia

a dia do empresário. “O projeto envolve tecnologia, capacitações gerenciais e abertura do mercado, como forma de atração de novas empresas para a região. O projeto também ajuda a mobilizar os empresários para que eles se tornem mais competitivos, fortalecendo assim o arranjo produtivo da cadeia de Petróleo, Gás e Energia”, explicou. A renovação do convênio, que acontece pela terceira vez, foi assinada entre o diretor do Sebrae, Evandro Peçanha e o gerente geral da UO-BC, Joelson Falcão. “O convênio propiciou a capacitação das empresas, principalmente as micro e pequenas. Nosso objetivo é facilitar o acesso dessas empresas a Petrobras e já registra-

mos um resultado significativo. Agradecemos a Petrobras por essa oportunidade de estarmos renovando o convênio”, ressaltou Evandro. Joelson Falcão destacou que a Política de Sustentabilidade, promovida pelo convênio, é de suma importância para a Petrobras. “Hoje o tema Sustentabilidade é importante para todo o país e vai de encontro com a política da Petrobras, que visa promover a cidade e a região na qual está inserida”, declarou. Dentro do convênio existem ações voltadas também para a Rede Petro-BC, apoiando os projetos desenvolvidos pela instituição, previstos em seu planejamento estratégico. Em seguida, foi realizada a assina-

A renovação do convênio foi assinada entre o diretor do Sebrae e o gerente geral da UO-BC tura do Acordo de Resultados ACIM, Rede Petro-BC, Sebrae pelas instituições participantes. Nacional, Sistema FIRJAN e SeSão elas: Organização Nacional cretaria Municipal de Desenvolda Indústria do Petróleo (ONIP), vimento Econômico.


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RODADA DE NEGÓCIOS DEVE ATINGIR NOVO RECORDE EM 2013 Segundo Francisco Navega, da Firjan, mercado está aquecido e deve fortalecer ainda mais com a feira

Rodada de Negócios garante bons negócios as pequenas e médias empresas brasileiras

Patricia Lucena patricia@odebateon.com.br

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s principais expectativas para a 7ª edição da Brasil Offshore, que começou na terça-feira (11), são em torno dos negócios que devem ser gerados na Rodada de Negócios deste ano. Em 2011, a feira ultrapassou o recorde registrado em 2009, de R$ 119 milhões, e atingiu R$ 170 milhões de negócios. Para este ano, a expectativa é que o valor alcance um novo recorde, já que apenas

o primeiro dia registrou 320 encontros entre as empresas âncoras e os fornecedores. “O mercado está extremamente aquecido. As empresas querem saber das novidades, participar dos leilões e isso gera investimentos e negócios”, avalia Francisco Navega, membro da Comissão Municipal da Firjan. Segundo ele, o fator de maior importância da feira é em relação aos relacionamentos que são feitos. “Na maioria das vezes, os negócios que são gerados depois da Rodada de Negócios são infinitamente

maiores. Isso devido à relação que os fornecedores e os compradores conquistam.” Nesse sentido, a expectativa de Navega é que neste ano a Rodada de Negócios atinja um novo recorde e fortaleça ainda mais o crescimento do setor. A Brasil Offshore registra a cada edição um novo recorde em participação de empresas, número de visitantes e, principalmente, no volume de negócios. Empresas nacionais e internacionais lotam os espaços no Centro de Convenções com seus produtos e serviços,

visando fechar negócios direcionados à indústria do petróleo brasileiro. Além do setor de exposição, a Rodada de Negócios é o ponto alto da feira e a cada evento gera milhões de negócios. “A cada ano o volume de negócios da feira cresce. Existem empresas que já disponibilizam capital para fechar negócios durante a Brasil Offshore e isso é muito bom para o mercado brasileiro. Além disso, toda essa movimentação contribui e muito para o setor empresarial de Macaé”, avalia Navega.

Segundo ele, as projeções são as melhores possíveis e os indicadores apontam que grandes investimentos podem chegar, principalmente, a Macaé, que concentra mais de 80% da produção do petróleo de todo o país. Em abril, a Petrobras anunciou o seu Plano de Negócios e Gestão 2013-2017, com um investimento de US$ 236,7 bilhões e um aumento significativo de produção. Isso mostra que o mercado está aquecido e a Brasil Offshore vem para fortalecer ainda mais o setor.


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PETROBRAS GARANTE INVESTIMENTO DE US$ 236,7 BILHÕES Até 2017, mais de 1 milhão de barris de petróleo devem ser produzidos no pré-sal

Até 2017, Petrobras planeja investir US$ 236, 7 bilhões

Patricia Lucena patricia@odebateon.com.br

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m abril, a Petrobras apresentou o Plano de Negócios e Gestão 2013-2017 para investidores, empresários e profissionais do setor. De acordo com a companhia, a previsão é de que, até 2017, sejam produzidos mais de 1 milhão de barris de petróleo só na parte do pré-sal. Para isso, no total, serão investidos US$ 236,7 bilhões (US$ 207,1 bilhões para projetos em implantação). A área de exploração e produção receberá US$ 147,5 bilhões, principalmente para desenvolver o pré-sal e a cessão onerosa. O setor de abastecimento é outro destaque do plano, com investimentos de US$ 64,8 bilhões para a ampliação do parque de refine, melhorias operacionais, petroquímica, entre outros. Para atingir tais metas, a Petrobras informou que terá o suporte de planos como o Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Bacia de Campos (Proef), o Programa de Otimização de Custos Operacionais (Procop); o Programa de Desinvestimento (Prodesin), o Programa de Otimização de Infraestrutura Logística (Infralog) e o Programa de Redução de Custos de Poços (PRC-Poço).

Para este ano, a expectativa é que a produção fique em torno de 2.022 milhões de barris por dia, com oscilação de 2% para cima ou para baixo. A partir do segundo semestre deste ano, sete novos sistemas entrarão em produção. Em 2017, a previsão é que a produção seja de 2,75 milhões de barris por dia, e alcance 4,2 milhões em 2020. Os apontam projeções positivas também para a ampliação da produção de petróleo, que corresponderão a cerca de 69% do total dos investimentos, direcionados principalmente às atividades desenvolvidas na Bacia de Campos, que correspondem a 95% do total do volume de petróleo extraído nos poços do pós-sal. Cerca de US$ 200 bilhões estimados pelo Plano de Negócios serão aplicados em projetos já em implantação. Já aproximadamente US$ 30 bilhões irão custear projetos em fase de aprovação. A previsão é que cerca de US$ 2,8 bilhões serão destinados para a exploração e produção de petróleo, que possui o maior ritmo na Bacia de Campos atualmente. Cerca de 19% dos recursos serão utilizados no processo de descoberta de novos poços.


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