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MACAÉ, TERÇA-FEIRA, 11 DE JUNHO DE 2013
BRASIL OFFSHORE COMEÇA HOJE E JÁ É UM SUCESSO Volume de negócios gerados durante rodada deve ser 20% maior
Lincoln Weinhardt e Rodrigo Romero falam sobre suas expectativas para a feira
Patricia Lucena patricia@odebateon.com.br
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omeça hoje a sétima edição da terceira maior feira de petróleo e gás mundial, a Brasil Offshore 2013. As expectativas são as melhores possíveis e já movimenta diversos setores da economia macaense, como o comércio, restaurantes e hotéis. Uma das principais novidades deste ano é o fato de a Conferência Internacional ser gratuita. “A conferência é o carro-chefe da feira. Ela é uma troca de informações entre os técnicos, que têm o poder de decisão na hora da compra. A
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feira sem a conferência ficaria algo vazio. Como este ano ela será gratuita, com certeza atrairá mais gente. O maior auditório tem uma capacidade máxima de 600 pessoas”, contou Lincoln Weinhardt, secretário de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, durante uma entrevista coletiva realizada ontem (10) no Centro de Convenções. Segundo Lincoln, a Brasil Offshore é composta por três pontos: a conferência, os estandes da feira e a rodada de negócios. “A conferência é onde os técnicos debatem temas de importância no setor, que neste ano falará sobre integridade. A feira é a parte
mais visível e tangível, onde as empresas expõem os seus produtos para potenciais consumidores. E a Rodada de Negócios, organizada pela ONIP e pelo Sebrae, visa inserir empresas e empreendedores no arranjo produtivo do petróleo. A Brasil Offshore é uma integração desses três eventos.” No ano passado, a Rodada de Negócios movimentou R$ 170 milhões em possíveis negócios. Para este ano, Rodrigo Romero, subsecretário de Indústria e Comércio, acredita que haja um crescimento de 20% nesse valor. “Essa é uma oportunidade que a ONIP dá para que as empresas de pequeno e médio
porte tenham contato com as companhias maiores. É quando elas podem se conhecer e fazer negócios. É esse bate-papo que acaba gerando os maiores negócios”, disse Rodrigo. No entanto, Lincoln lembrou que durante a feira nada é vendido. “Durante a Rodada de Negócios as empresas se apresentam e conversam sobre contratos. Enquanto isso, a ONIP e o Sebrae questionam as empresas contratantes o quanto elas esperam consumir com os potenciais contratos. Com base nessa pesquisa chegamos a esse valor total. Mas na realidade essa é apenas uma expectativa de negócios.” Realizada a cada dois anos,
a Brasil Offshore registra a cada edição um novo recorde em participação de empresas, número de visitantes e, principalmente, em volume de negócios. Neste ano não será diferente. Poder público e a organização do evento acreditam que esta edição baterá novos recordes e os negócios serão bons. “A conferência trará a discussão necessária para os técnicos. Os estandes oferecerão os produtos debatidos durante as palestras. E a Rodada de Negócios é a oportunidade que as empresas têm para se conhecerem. É um networking que dá resultado”, avaliou Lincoln.
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PARQUE CIENTÍFICO SERÁ INAUGURADO DURANTE A FEIRA Projeto será apresentado pela subsecretaria de Ciência e Tecnologia da Prefeitura de Macaé
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onhecida por sua importância no setor de petróleo e gás, Macaé vem aos poucos se desenvolvendo em outras áreas e mostra que é um município com potencial. Uma das novidades que será apresentada durante a 7ª edição da Brasil Offshore é o lançamento do projeto de um parque científico. “Esse é um projeto que será apresentado através da subsecretaria de Ciência e Tecnologia e irá integrar a universidade, a indústria e o poder público. Assim, Macaé não será apenas um local onde as pessoas trabalham, mas
também uma região onde a tecnologia será desenvolvida”, contou Lincoln Weinhardt, secretário de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, durante uma coletiva de imprensa realizada ontem (10) no Centro de Convenções Roberto Marinho. O parque científico será apresentado no dia 14 de junho, às 15h30, com uma palestra. Porém, durante todos os dias da feira, a equipe do projeto fará palestras menores dentro do estande da Prefeitura de Macaé para explicar os objetivos e missões do parque. De acordo com Lincoln, além da área de petróleo, também serão feitas pesquisas nos segmentos de saúde e biologia. “A única definição que já temos
com o prefeito é que a operação do projeto será feita em conjunto com a Fundação de Ciência e Tecnologia de Macaé. O local onde o projeto fará suas atividades será divulgado na feira, mas estamos com três opções de locações, in-
clusive pontos móveis.” Na avaliação do secretário de Desenvolvimento, o parque científico traz benefícios como um todo para o município. “Macaé não será mais conhecida apenas como um lugar onde as pessoas trabalham
com o petróleo, mas também uma cidade onde as pessoas criam tecnologias para o petróleo. E essas tecnologias poderão ser usadas para outras áreas. Assim, o município começa a ter indústria que ficam na região.”
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COMÉRCIO AGUARDA FEIRA COM GRANDE EXPECTATIVA Lojistas acreditam que vendas podem aumentar em até 20%
Comerciantes apostam no aumento das vendas com a chegada de visitantes
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omeça hoje a 7ª edição da tão aguardada Feira e Conferência da Indústria de Petróleo e Gás - Brasil Offshore. A cidade de Macaé comemora a chegada do evento, que atrai milhares de visitantes e movimenta a economia regional como um todo. Além de registrar um “boom” na principal fonte de renda do mercado interno de Macaé, a presença de representantes das empresas de diversos locais do Brasil e do mundo impulsiona o faturamento de outros segmentos da economia macaense.
Na última edição, segundo dados da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), foram gerados aproximadamente R$ 170 milhões em negócios para os próximos 12 meses. Realizada a cada dois anos em Macaé, base das operações e responsável por mais de 80% da exploração offshore do Brasil, em 2011, o evento atraiu uma visitação superior a 52 mil profissionais e 700 expositores, sendo 155 deles internacionais. Com isso, a expectativa para este ano é ainda melhor. “Acredito que neste ano a Rodada de Negócios atinja um novo recorde e fortaleça ainda mais o crescimento do setor”, afirmou Francisco Na-
vega, membro da Comissão Municipal da Firjan. Em sua opinião, neste ano, a Rodada
em 2011, o evento atraiu uma visitação superior a 52 mil profissionais de Negócios deve gerar aproximadamente R$ 230 milhões, podendo chegar até mais. O comércio também comemora a chegada da feira. Grande parte dos lojistas acredita que a Brasil Offshore deve fazer com que o fluxo de pessoas aumente e, com isso, as vendas subam significativamente. “Essa época é
ótima para as vendas. Geralmente, temos um aumento de 15% a 20% e acabamos contratando temporários para atender a alta demanda”, afirma Gil Max Silva, gerente de uma loja de calçados. Vilma Cavalcante, subgerente de uma loja de roupas, espera que o movimento melhore bastante, já que, segundo ela, os últimos meses têm sido bem fracos. “A tendência é de aumento das vendas, porque teremos mais pessoas de fora na cidade.” A opinião de Marcia Silva, gerente de uma loja de cosméticos, não é muito diferente. “Estamos esperando ansiosamente o início da feira, porque a expectativa é que muitas pessoas venham à Macaé e, consequentemente,
comprem. Com certeza a feira dará um impulso ao comércio, que está um pouco fraco desde o início do ano.” Além da Brasil Offshore, Leliane dos Santos, vendedora de uma loja de roupas masculinas, lembra que os dias da feira caem na mesma semana do Dia dos Namorados, época em que as vendas já costumam aumentar. “Esse período deve ser ótimo, porque teremos o evento do petróleo, quando milhares de pessoas virão para cidade, e o Dia dos Namorados, que esperamos começar a vender bem. Provavelmente, iremos contratar cerca de três funcionários para essa semana.”
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ESPAÇO DA FEIRA FOI REFORMADO PELA PREFEITURA Órgão municipal afirma que ações de manutenção visam manter o local pronto para grandes eventos
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sucesso da Brasil Offshore começa antes mesmo do evento acontecer. Isso porque a feira movimenta diversos setores do município, o que beneficia a população macaense de uma forma geral. Entre as áreas mais influenciadas estão: rede hoteleira, comércio, restaurantes e turismo. No entanto, para receber milhares de visitantes durante o período, a cidade precisa se preparar. O Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho recebeu uma série de ações de manutenção durante os últimos meses. Segundo a Prefeitura, as medidas não visam apenas a realização da feira,
mas também têm o objetivo de manter o espaço pronto a receber grandes eventos. Entre as ações, foram feitas a recuperação dos elevadores e dos mastros de bandeira, recuperação de troca das grades e do muro de contenção do estacionamento e uma preparação da área para receber as tendas e os participantes da feira. O local também recebeu a revisão e a recuperação das instalações elétricas, hidráulicas e das caixas de bombeiro. O restaurante, a cozinha, os banheiros, o auditório, as instalações de ar condicionado, o pavilhão dos portões e toda a estrutura da lanchonete também estão sendo restaurados. Em sua 7ª edição, a Feira e Conferência Internacional da
Centro de Convenções recebeu manutenção para Brasil Offshore 2013 Indústria de Petróleo e Gás já está com 90% do seu espaço total de exposição vendido. Organizado e promovido
em conjunto pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP)
e Sociedade de Engenheiros de Petróleo (SPE), o evento começa hoje e vai até o dia 14 de junho.
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CAMPO DE MARLIM SUL TEM MAIOR VOLUME DE PRODUÇÃO Lojistas acreditam que vendas podem aumentar em até 20%
Cerca de 97,1% da produção de petróleo e gás natural são operados pela Petrobras
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óleo equivalente por dia, registrando uma participação de 79,5% na distribuição total da Capital Nacional do produção de petróleo por bacia. Petróleo está a todo No Brasil, a produção total vapor. Ontem (4), a de petróleo foi de aproximadaAgência Nacional do mente 1,923 milhões de barris Petróleo, Gás Natural e Bio- por dia e de 74,7 milhões de combustíveis (ANP) divulgou metros cúbicos por dia de gás que o campo de Marlim Sul, na natural, totalizando 2,393 mibacia de Campos, em Macaé, lhões de barris de óleo equivaregistrou o maior volume de lente por dia. O volume de proprodução de petróleo e gás na- dução de petróleo registrado tural, com uma produção total corresponde a uma redução de média de 332,9 mil de barris de cerca de 4,9% se comparada óleo equivalente por dia. ao mesmo período do ano pasA bacia de Campos como um sado. Já em relação a março, todo registrou uma produção houve um aumento de aproxide 1,699 milhão de barris de madamente 3,8%.
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Ainda segundo o relatório da ANP, a produção do pré-sal em abril foi de 295,2 mil barris por dia de petróleo e 9,9 mil metros cúbicos de gás natural, totalizando 358,6 mil barris de óleo equivalente por dia. O resultado significa um aumento de 2,3% em relação ao mês anterior. Essa produção foi oriunda de 26 poços, sendo que a plataforma localizada no campo de Marlim Sul produziu, através de oito poços a ela interligados, cerca de 143,7 mil barris de óleo equivalente por dia, correspondendo a plataforma com maior produção em abril. Na avaliação de Francisco
Navega, membro da Comissão Municipal da Firjan, a produção ainda está muito abaixo do esperado e o maior problema é a demora nas licitações das áreas, o que faz com que o mercado fique muito concentrado em apenas uma empresa. De acordo com a ANP, cerca de 97,1% da produção de petróleo e gás natural foram provenientes de campos operados pela Petrobras. “Pode ser que na semana que vem a Rodada de Negócios melhore esse cenário, mas é preciso que o governo volte a tornar o Brasil atrativo. Os arranjos políticos acerca dos royalties
e lei dos portos foram muito demorados e isso atrapalha o setor de um modo geral. Não sou a favor de entregar tudo à iniciativa privada, mas também não podemos deixar tudo a cargo do poder público”, alerta Navega. O relatório ainda mostra que o estado do Rio de Janeiro está entre os maiores produtores de petróleo e gás natural, com uma produção de 1,574 milhões de barris de óleo equivalente por dia, representando 71,5% do volume total produzido no Brasil (2,392 milhões de barris de óleo equivalente por dia).
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PREFEITURA MONTA ESQUEMA ESPECIAL PARA O TRANSPORTE
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No ano passado, feira atraiu mais de 52 mil pessoas ao município
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esde o início do ano, o jornal O DEBATE vem notificando uma das maiores preocupações da população macaense em relação à 7ª edição da Brasil Offshore, que começa hoje (11) e vai até o dia 14 de junho. Principal problema nas grandes metrópoles brasileiras, Macaé vem enfrentando a mesma dificuldade com os intensos tráfegos pela cidade e o transporte público é alvo de frequentes reclamações, sem apresentar soluções concretas. Para tentar melhorar a situação, a Coordenadoria de Projetos e Fiscalização de Trânsito, da Secretaria de
Mobilidade Urbana, definiu o traçado que os ônibus de fretamento farão das empresas offshore, nos polos de Imboassica e Novo Cavaleiros, até o Centro de Convenções, durante os quatro dias da feira. Com isso, os funcionários das empresas que atuam no Parque de Tubos e imediações não precisarão utilizar automóveis individuais para chegar até a feira, desafogando assim o trânsito da cidade. Segundo a Prefeitura, eles terão acesso por linhas diretas de ônibus fretados pelas empresas das 14h às 22h. Além disso, a organização do evento também disponibilizará ônibus executivos gratuitos para os participantes credenciados em pontos próximos aos hotéis oficiais. Para facilitar o transporte
dos visitantes que não terão ônibus fretados pelas empresas, o Sistema Integrado de Transporte (SIT) informou que irá operar nos quatro dias da feira com 73 coletivos e uma frequência de cinco minutos passando em frente ao evento e no sentido Centro da cidade. Serão dois ônibus por hora fazendo Central X Evento direto, além dos coletivos que normalmente já fazem este itinerário. Os ônibus estarão identificados com a placa para a Brasil Offshore, visando facilitar a vida dos usuários. Na última edição, segundo dados da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), foram gerados aproximadamente R$ 170 milhões em negócios para os próximos 12 meses. Realizada a cada
Ônibus fretados pelas empresas e 73 coletivos da SIT devem desafogar o trânsito
dois anos em Macaé, base das operações e responsável por mais de 80% da exploração offshore do Brasil, em 2011, o
evento atraiu uma visitação superior a 52 mil profissionais e 700 expositores, sendo 155 deles internacionais.
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TEMA INTEGRIDADE VISA CONSCIENTIZAR PROFISSIONAIS Conferência nesta edição será gratuita e pretende movimentar o debate técnico
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o primeiro dia da 7ª edição da Brasil Offshore, mais uma novidade alimenta as discussões e gera ainda mais expectativa. Neste ano, a Conferência Internacional, organizada pela Society of Petroleum Engineers (SPE) e pelo Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Combustíveis (IBP), que começa amanhã (12), será gratuita para os técnicos que se cadastrarem no site da feira. Nas últimas edições, a participação na conferência custava cerca de R$ 2 mil. Segundo Igor Tavares, diretor do evento, nos últimos anos a Brasil Offshore passou por um processo de internacionalização. Isto é, foi adquirida por uma empresa multinacional, o grupo Reed Exhibitions Alcantara Machado, que organiza uma série de eventos ao redor do mundo no
segmento de exploração e produção, entre eles a Offshore Europe, em Aberdeen, na Escócia. “Desde essa mudança, a feira ampliou o seu alcance e passou a conquistar mais espaço, em nível nacional e internacional. As conferências realizadas na Offshore Europe, por exemplo, são gratuitas. Assim, a Brasil Offshore neste ano também passou a adotar o mesmo modelo que os principais eventos mundiais do calendário de feiras petróleo e gás.” Na avaliação de Lincoln Weinhardt, secretário de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, o fato de a conferência ter tornado-se gratuita tem o objetivo de movimentar mais a discussão técnica, valorizando os palestrantes e ampliando mais o debate. “Nas últimas edições, as salas da conferência ficavam vazias, porque o preço para participar
era muito alto. A conferência credita a Brasil Offshore, pois a feira não pode ser apenas os estandes com os produtos, mas deve haver também uma discussão em torno dos assuntos técnicos que norteiam todo o sistema de produção. É extremamente importante juntar os técnicos com poder de decisão para debater.” Igor ainda avalia que a importância da Conferência se multiplica a cada edição, pois é o único lugar onde engenheiros, técnicos e profissionais que atuam neste mercado podem agregar práticas, através da exposição e teoria. Nesta edição, o tema da Conferência será a questão da integridade nas operações offshore. Igor explicou que este é um dos principais temas de discussão do setor. “A grade do evento foi elaborada por um comitê com
participantes das principais empresas e entidades do segmento, que se preocuparam em estabelecer um fórum de alto nível para contribuir com o desenvolvimento das atividades de exploração e produção no país”, acrescentou. Segundo Lincoln, o tema integridade está relacionado a todo o complexo do sistema de produção, desde a parte da perfuração do poço até a superfície, na plataforma. “Essa é uma discussão importante não apenas nos campos brasileiros, mas também nos internacionais. É preciso debater sobre os três níveis (poço, poço e plataforma e superfície) da exploração e produção. É preciso conscientizar as empresas para manterem a produção com respeito ao meio ambiente e segurança para os trabalhadores. Os poços devem durar anos e isso vale para todo o mundo que
produz petróleo.” A Conferência acontece nos dias 12, 13 e 14 de junho e abrangerá as três camadas da exploração e produção: no primeiro dia, será discutido o processo do poço ao reservatório; no segundo dia, do poço à plataforma (o processo dentro d´água, o chamado subsea); e no terceiro dia, o processo acima da água (plataforma, planta e processos - o top side). Além disso, o secretário destaca que os produtos expostos na feira estarão relacionados com as discussões na Conferência. “Os expositores vão apresentar equipamentos e tecnologias que são soluções para os temas debatidos”, afirmou Igor. A programação e o credenciamento para a Brasil Offshore e para a Conferência Internacional estão disponíveis no site: www.brasiloffshore.com.
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PORTO DE R$ 1,5 BILHÃO ATENDERÁ DEMANDA OFFSHORE Firjan garantiu “aposta” à proposta, desde que os prazos do projeto final do Terminal Logístico sejam cumpridos
Empresários que atuam na cadeia produtiva do petróleo conheceram projeto conceitual do terminal logístico do Barreto
Márcio Siqueira marcio@odebateon.com.br
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o conhecer o projeto conceitual do Terminal Logístico de Macaé, e acompanhar a defesa e o empenho da equipe do governo municipal em consolidar a construção de um novo porto em Macaé, proposta considerada como prioridade para a nova gestão da cidade, a Comissão Municipal da Firjan apresentou “chancela” em apoio a viabilização do terminal marítimo que pode gerar investimentos de mais de R$ 1,5 bilhão, ocupando uma área de cerca de 400 mil metros quadrados situada no São José do Barreto. O posicionamento favorável ao projeto, assim como o seu potencial em atender as demandas atuais da indústria do petróleo, também garantiram
ao projeto um olhar positivo de representantes de instituições como a Rede-Petro que, ao lado de membros da IADC (International Association of Drilling Contractors), acompanharam a apresentação do projeto conceitual do porto, feita por representantes da Queiroz Galvão Desenvolvimentos de Negócios, empresa responsável por construir o terminal marítimo. Contando com a participação do prefeito Dr. Aluízio Júnior (PV), do vice-prefeito Danilo Funke (PT), do vereador Chico Machado (PMDB), a apresentação ocorreu durante a reunião de maio da Comissão da Firjan. Principal ponto discutido no encontro, o projeto conceitual apresentou dados sobre as dimensões do terminal logístico, que prevê a construção de uma pista de 1.650 metros de extensão que dará acesso à platafor-
ma de 90 mil metros quadrados, onde serão implantados os 14 berços para ancoragem das embarcações que atenderam as demandas logísticas (transporte de materiais) utilizados por unidades de exploração e produção situadas na Bacia de Campos. Questões relativas ao deslocamento de containers e o embarque e desembarque de profissionais que atuam nas unidades, foram questionadas por membros do conselho. Segundo os representantes da Queiroz Galvão, o modelo do porto apresentado deverá sofrer modificações, de acordo com os apontamentos feitos pelos empresários e por membros do governo municipal. O interesse da Petrobras, principal empresa petrolífera em atuação no país, em operar no novo porto ficou evidente durante a apresentação. Porém, a necessidade de
atendimento às demais empresas que atuam na exploração e produção de petróleo em reservas da Bacia de Campos, também foi destacada e será contemplada pelo projeto final. Ao fazer a apresentação da equipe da Queiroz Galvão, o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Lincoln Weinhardt, afirmou que o projeto tem como objetivo atender o crescimento da principal atividade econômica do município. Números relativos ao Plano de Negócios e Gestão da Petrobras, através da implantação dos investimentos de mais de US$ 230 bilhões, que vai ampliar a exploração de petróleo, também foram apontados, como defesa para viabilização do porto. “Atualmente, de toda a demanda do Parque dos Tubos, base da Petrobras, 30% é atendida pelo Porto de Imbetiba e
70% segue para outros terminais da região”, apontou Lincoln. A necessidade de preparação do município para atender as demandas do porto também foi apontada pelos representantes da Queiroz Galvão. De acordo com o prefeito, a implantação de um novo arco viário, para atender a região Norte do município, está sendo planejada. Ao falar em nome do conselho, o presidente da Comissão Municipal da Firjan, Evandro Esteves, defendeu a importância do projeto, ressaltando a necessidade do cumprimento de prazos para que o porto se torne viável à demanda da cidade. “Iniciamos hoje uma aposta ao projeto, desde que todos os prazos relativos a consolidação do projeto sejam cumpridos e respeitados. Não há mais como esperar”, disse Evandro.
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PREFEITO AFIRMA QUE PORTO FAZ PARTE DE OBRAS DO “MACROPLAM” Terlom está inserido na lista de projetos que serão apresentados pelo executivo no próximo mês Márcio Siqueira marcio@odebateon.com.br
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o encerrar ontem a reunião de maio da Comissão Municipal da Firjan, o prefeito Dr. Aluízio Júnior (PV) reafirmou que o Terminal Logístico de Macaé (Terlom) é uma das prioridades para o governo. Apesar das discussões relativas a “divisão” das bases de operação do porto, entre as empresas petrolíferas que atuam na Bacia de Campos, em especial a Petrobras, o líder do poder executivo afirmou que o terminal marítimo faz parte do planejamento desenvolvido pelo governo para preparar a cidade para a expansão futura da indústria do petróleo. “O Terlom é um projeto de
governo, conduzido pelo gabinete do prefeito, que faz parte de um conjunto de obras, o Macroplam, que exigirá recursos bilionários, propostas que serão apresentadas aos membros da Firjan na próxima reunião. A Prefeitura entende que a indústria do petróleo é maior que a Petrobras, a matriarca de todas as empresas ligadas ao setor. Porém, o porto é estratégico para Macaé”, afirmou. Ao anunciar a apresentação do “Macroplam”, lista de projetos que estão sendo planejados pela nova gestão, para atender a demandas de setores como mobilidade urbana e infraestrutura, o prefeito reafirmou que a construção do porto é essencial para que Macaé continue a “viver” a era do petróleo. “Precisamos sim diversificar
a economia da cidade, porém, Macaé deve viver a era do petróleo, que vai movimentar a cidade ainda por várias décadas. O município precisa também pagar a dívida social gerada nesse período, o foco do nosso governo”, apontou. O líder do executivo ressaltou a importância da participação das empresas que integram a indústria do petróleo na discussão do projeto que vai viabilizar a construção do porto. Ele afirmou ainda que a indústria offshore também tem papel fundamental no planejamento da cidade. “Discutir o planejamento do porto é fundamental para esse processo. A indústria do petróleo precisa se posicionar, afirmando que a aplicação desses recursos é necessária para que o Terlom aconteça”, declarou.
Prefeito afirmou que projeto é conduzido pelo seu gabinete
COMISSÃO....................................... Dr. Aluízio (PV) anunciou a criação da Comissão, integrada pela Comissão da Firjan, Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) e pela 15ª subseção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que atuará no acompanhamento de todos os processo de licenciamento realizado pela Prefeitura.
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PRODUÇÃO DO PETRÓLEO REGISTRA AUMENTO, MAS AINDA PREOCUPA Segundo Francisco Navega, da Firjan, volume produzido ainda está muito abaixo do previsto no Plano de Negócios Volume total de óleo mais gás natural produzido pela Petrobras soma 2,552 milhões de barris de óleo equivalente por dia
Patricia Lucena patricia@odebateon.com.br
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pós registrar em março uma queda na produção, a Petrobras divulgou que em abril a produção de petróleo teve um amento de 4,2% em relação ao mês anterior, totalizado uma média de 1,924 milhão de barris por dia. Incluída a parcela operada pela empresa para seus parceiros, a produção no Brasil foi de 1,982 milhão de barris por dia. Porém, a notícia não é tão boa quanto possa parecer. A produção total, considerando o petróleo mais o gás natural, produzida pela empresa em campos nacionais somou 2,316 milhões de barris de óleo equivalente por dia em abril, um acréscimo de 3% na comparação com o mês anterior. Somando à pro-
dução da empresa no exterior, o volume total de óleo mais gás natural produzido pela Petrobras atingiu uma média de 2,552 milhões de barris de óleo equivalente por dia, o que corresponde a um aumento de 2,6% sobre a produção total de março. Na avaliação de Francisco Navega, membro da Comissão Municipal da Firjan, apesar do aumento registrado em abril, a produção ainda está muito abaixo do previsto no Plano de Negócios da Petrobras. “De acordo com o plano, a produção hoje deveria estar em 3 milhões de barris de óleo equivalente por dia, mas em abril eles registraram 2,5 milhões de barris.” De acordo com a Petrobras, o aumento da produção é resultado, principalmente, do retorno à operação de algumas plataformas na Bacia de Campos, que
estavam em parada programada em março. Além disso, a estatal acredita que o crescimento aconteceu devido ao aumento do volume produzido pela plataforma da cidade de Itajaí, no campo de Baúna, na Bacia de Campos. As paradas programadas mais relevantes no mês de abril ocorreram na plataforma do Espírito Santo, no Parque das Conchas, operado pela Shell, e na plataforma do Brasil no Campo de Roncador. A empresa ainda destacou a contribuição crescente das áreas do pré-sal que tem se somado aos resultados consolidados da produção. No dia 17 de abril a produção do pré-sal bateu novo recorde, chegando a 311 mil barris de petróleo. Além do recorde diário, a companhia atingiu, no pré-sal, recorde mensal de 293,8 mil barris por dia. Já em relação à produção de
gás natural dos campos da companhia no Brasil, a Petrobras informou que alcançou um total de 62,424 milhões de metros cúbicos por dia, volume 1,2 milhão abaixo do realizado em março. A produção total de gás no Brasil, incluída a parte operada pela empresa para seus parceiros, foi de 66 milhões 543 mil metros cúbicos por dia. O decréscimo registrado na produção de gás natural, segundo a Petrobras, decorreu da parada programada para manutenção da Unidade de Produção de Gás Natural Vandemir Ferreira, na Bahia, entre os dias 5 e 25 de abril. Essa unidade processa o gás do campo de Manati, em que a Petrobras tem 35% de participação, diante de 65% dos seus parceiros. Segundo Navega, o maior problema é a demora nas licitações das áreas e a grande concentra-
ção de uma empresa no mercado petrolífero. “Pode ser que na semana que vem a Rodada de Negócios melhore esse cenário, mas é preciso que o governo volte a tornar o Brasil atrativo. Os arranjos políticos acerca dos royalties e lei dos portos foram muito demorados e isso atrapalha o setor de um modo geral. Não sou a favor de entregar tudo à iniciativa privada, mas também não podemos deixar tudo a cargo do poder público.” Navega ainda alertou que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) já se deu conta que essa concentração de mercado prejudica o setor de uma maneira geral. “É preciso que o Brasil volte a atrair investimentos como antes. O governo precisa acelerar os processos em todos os setores da economia, e não apenas do petróleo.”
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PLANO DIRETOR DA BACIA DE CAMPOS: RECUPERAÇÃO DA EFICIÊNCIA DE UNIDADES Dispêndio de US$ 5,6 bilhões garantirá manutenção de unidades e sistemas de produção
Márcio Siqueira marcio@odebateon.com.br
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m meio ao processo de evolução do volume de produção de petróleo, a Bacia de Campos se prepara para colocar em prática um procedimento considerado como essencial para se garantir o nível satisfatório de eficiência de unidades e sistemas de produção implantados na região considerada como a mais antiga da UO-BC. Através do aporte de US$ 5,6 bilhões, recursos anunciados no ano passado, a Petrobras apresentou a implantação do Plano Diretor da Bacia de Campos, projeto desenvolvido desde o ano passado e que deverá atingir o seu ápice de manutenção de poços e sistemas submarinos. “Depois de 35 anos explorando e explotando nesta Bacia, com sistemas ficando antigos, nós resolvemos parar para estudar em todos os reservatórios, em todas as unidades de forma integrada. Estamos com uma projeção de médio e longo prazo, chamado Plano Diretor da Bacia de Campos, onde estamos olhando para a vida útil de todos os nossos sistemas”, explicou Joelson Falcão Mendes, gerente geral da Unidade de Operações da Bacia de Campos. Através do plano, a companhia visa recuperar o nível satisfatório de eficiência das unidades e sistemas de produção que desenvolve, há 35 anos, um dos principais papéis de sustentação e ampliação da capacidade da Petrobras em gerar riquezas e fluxo de caixa. “Temos hoje plataformas produzindo com 35 anos, e poços com essa mesma idade. Estamos olhando de forma integrada para toda a Bacia de Campos geológica. E em um trabalho de médio e longo prazo, estamos pensando em quais serão as plataformas que iremos substituir em 2018, 2020, 2025. Estamos fazendo este trabalho pensando em toda a infraestrutura da Bacia
de Campos. Este não é um trabalho de recursos e de forma imediata. É o que chamamos de estruturante”, acrescentou Joelson Falcão. Apesar de buscar resultados a médio e a longo prazo, a implantação do Plano Diretor garante a realização de um procedimento considerado novo pela Petrobras, que revê as prioridades de aplicação de recursos, buscando a elevação da curva de produção. “Recentemente, no início deste ano, percebemos que uma porção, a mais antiga, da Bacia de Campos, a que estou gerenciando, que tem plataformas sistemas que estão variando entre 13 anos a 35 anos, que está com um nível de eficiência operacional abaixo do que a gente entende que deve ser. Entre várias razões, a principal delas é que se acaba levando muito tempo para colocar recursos de manutenção em poços e sistemas submarinos quando tem um problema. Temos uma carteira muito grande de coisas a serem feitas, e evidentemente acaba se priorizando aquilo que garantirá um retorno imediato”, explicou o gerente geral da UO-BC. Ao propor a reestruturação de unidades de produção, o Plano Diretor da Bacia de Campos garantirá a realização de novas contratações de equipamentos e serviços, movimentando também outros setores ligados a indústria do petróleo. “Queremos diminuir o tempo entre intervenções, que sejamos mais rápidos, e isso faz com que tenhamos alguns equipamentos disponíveis e determinados serviços de forma mais rápida. A partir de 2013 teremos um aporte maior de recursos como um todo, e um nível maior de manutenção em nossos poços e sistemas submarinos. Isso reflete na contratação de mais unidades de manutenção e segurança, e tudo que envolve essas questões. Ou seja, serão mais serviços que estarão sendo contratados como um todo”, garantiu Joelson.
Investimentos devem atrair empresas nacionais e estrangeiras para Macaé
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NOVOTEL: MELHOR OPÇÃO DE INVESTIMENTO EM MACAÉ Empreendimento, lançado durante a Brasil Offshore, é incorporado e construído por grupo mineiro que está no mercado há quase 40 anos
Empreendimento se destaca como principal investimento na rede hoteleira da cidade
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nvestir na rede hoteleira de Macaé pode ser um ótimo negócio porque soma a segurança de ser dono de um imóvel em uma cidade em expansão a ganhos superiores às aplicações no mercado financeiro. Um investimento hoteleiro seguro, no entanto, depende de fatores como a localização, a força da bandeira do hotel, a operadora que irá administrá-lo, a solidez da incorporadora e da construtora e um contrato que dê segurança ao investidor no médio e no longo prazos. Outro fator crucial é a escolha de um empreendimento adequado à demanda local. Por reunir todos esses diferenciais, o Novotel Macaé, que está sendo lançado durante a feira Brasil Offshore 2013, pode ser considerado a melhor opção de investimento no segmento hoteleiro da cidade. As obras do Novotel Macaé começam neste segundo semestre, com previsão de término no segundo semestre de 2015. “Por contar com uma
população flutuante superior a 30% da população residente, Macaé ainda possui grande déficit de unidades hoteleiras/dia. E esse déficit é crescente”, ressalta Janio Valeriano, diretor da Maio Empreendimentos, incorporadora do Novotel Macaé e parceira da Accor há 15 anos. Para se ter ideia de como o investimento pode ser interessante, nos cinco empreendimentos hoteleiros da parceria Maio/ Accor já entregues e em funcionamento, a taxa de ocupação mensal variou entre 77% e 90% em 2012. A rentabilidade líquida, já deduzidos os impostos, variou entre 10% e 16% sobre o valor do investimento realizado pelo investidor, atualizado pelo IGPM. Para o Novotel Macaé, destaca Jânio, a projeção também é de ótima rentabilidade em razão das altas taxas de ocupação esperadas. E o investidor ainda se beneficiará com a crescente valorização imobiliária na região. Deve-se considerar, ainda, que
o investidor do Novotel irá contar com uma gestão profissional de primeira linha realizada por uma organização do porte da Accor, líder mundial em operação hoteleira e líder de mercado na Europa. A Rede está presente em 92 países com aproximadamente 3.500 hotéis e 450 mil quartos. O modelo de contrato é o de “condo-hotel” - formatação jurídico-operacional, através da qual o investidor poderá adquirir uma ou mais unidades (apartamentos do hotel) em um empreendimento hoteleiro. O empreendedor assume o papel de “Sócio Ostensivo” das sociedades de investidores constituídas para cada hotel, fazendo a interface com os investidores e com o operador (Accor), responsabilizando-se pelo acompanhamento gerencial do desempenho do empreendimento. “Tudo para que o investidor possa desfrutar dos benefícios de seu investimento com tranquilidade, comodidade e segurança”, destaca Janio.
O Novotel é a marca de hotéis de categoria superior no portfólio do Grupo Accor. São aproximadamente 400 hotéis e resorts em 60 países, localizados nas principais cidades do mundo, de regiões de negócios a destinos turísticos. Em Macaé, o Novotel está estrategicamente localizado na Avenida Nossa Senhora da Glória, a uma quadra da Praia dos Cavaleiros. Trata-se do local preferido dos executivos, empresários e profissionais que passam a semana em Macaé a trabalho para fechar negócios ou visitar empresas. São 197 apartamentos de categoria superior, com o objetivo de atender exatamente a esse público proveniente do intenso fluxo de negócios que o mercado de petróleo e gás trouxe para a cidade. O investidor participará dos resultados das receitas provenientes de hospedagem e também do centro de eventos, do restaurante e bar abertos ao público.
Com quase 40 anos de atuação, o Grupo mineiro Maio/ Paranasa é uma referência no segmento da construção civil brasileira. A construtora Paranasa está presente em obras industriais e atua na execução de edificações comerciais e residenciais, shopping centers, flats e hotéis. São mais de 300 obras concluídas, com elevados padrões de qualidade. A Maio Empreendimentos atua há 15 anos prospectando, desenvolvendo e construindo hotéis de sucesso em parceria com a Hotelaria Accor Brasil. A Accor e o Grupo Maio/Paranasa, juntos, foram responsáveis por sete hotéis em Minas Gerais das bandeiras Mercure, Ibis e Ibis Budget, além do Ibis Itaboraí, no Rio de Janeiro. Outros seis empreendimentos da parceria estão em fase de construção, somando um investimento de R$ 500 milhões, entre os quais o primeiro Novotel de Belo Horizonte, o Novotel Savassi..
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ACIM, CDL E MACAÉ CVB JUNTOS NA BRASIL OFFSHORE
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Instituições que representam o setor empresarial estarão presentes na terceira maior feira da indústria do petróleo do Brasil
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terceiro maior evento de Petróleo e Gás do mundo contará com a presença das principais instituições comprometidas com o desenvolvimento econômico de Macaé, em todas as suas vertentes. Unindo forças, a Associação Comercial e Industrial de Macaé (ACIM), a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), e o Macaé Convention & Visitors Bureau, divulgarão suas ações na Brasil Offshore no estande de número 75, localizado na tenda 1, rua L. A Feira e Conferência Internacional será realizada no Centro de Convenções Jornalista Roberto Marinho (Macaé Centro), das 14h às 22h, e reuni-
rá mais de 700 expositores, incluindo as grandes empresas do setor Offshore, como Petrobras, National Oilwell Varco, Schlumberger, entre outras. Além do estande, a ACIM realizará uma apresentação sobre sua atuação e importância na cidade durante o evento, “Ações que integram empresa e Município”, no dia 11, às 17 horas. O evento está sendo promovido pela Prefeitura de Macaé, através da secretaria de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico, subsecretaria de Indústria e Comércio e do Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico (FUMDEC), e acontecerá no Auditório Macaé, do Centro de Convenções. “É muito im-
portante termos este espaço para apresentarmos nossas ações e mostrar a importância da ACIM para Macaé. Nosso objetivo é representar a classe empresarial como um todo e a Brasil Offshore é um evento importante para toda a cidade. Não podemos deixar de participar”, declarou Evandro Cunha, presidente da ACIM. O encontro contará, ainda, com apresentações do Sistema FIRJAN, Rede Petro - Bacia de Campos, Fecomércio, SEBRAE, AgeRio, Garantinorte (SGC) e da Petrobras. “O empresário que estiver presente vai poder se informar a respeito de todos os mecanismos que ele tem para desenvolver o seu negócio”, Membros das instituições apontaram o potencial da sétima edição da feira acrescentou Evandro.
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PREFEITURA GARANTE TRANQUILIDADE NO TRÂNSITO DURANTE A FEIRA Cidade contará com 65 agentes estrategicamente direcionados nas principais vias de acesso
Trânsito e segurança estão garantidos para a sétima edição da feira
Patricia Lucena patricia@odebateon.com.br
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omeça hoje a sétima edição da Brasil Offshore e uma das maiores preocupações da população é em relação à situação do trânsito da cidade, que em dias normais já é bastante intenso. Com obras espalhadas por todo o município, os macaenses temem que os trajetos durem ainda mais tempo. “Vamos solicitar que as obras parem durante os dias da feira para evitar maiores problemas com os visitantes. Além disso, estaremos com 65 agentes de trânsito estra-
tegicamente direcionados nas vias de acesso, para esclarecer as dúvidas dos usuários e guiá-los para as melhores rotas. Pedimos também que os motoristas utilizem as vias de contornos, como a Linha Azul e Verde, evitando assim o fluxo intenso no Centro da cidade”, disse o diretor de trânsito da Prefeitura de Macaé, Antônio Claudio Marques. Em relação ao transporte, Antônio Claudio acredita que o público de modo geral não é usuário do transporte coletivo, mas informou que haverá um total de 120 ônibus, distribuídos em quatro linhas que sairão de diversos bairros para o Centro de Convenções.
Além disso, a organizadora do evento está colocando ônibus para as empresas trazerem seus funcionários, desestimulando assim o uso do veículo individual. “Também iremos disponibilizar um ponto de táxi nas dependências do Centro de Convenções, facilitando o acesso ao usuário.” Para o visitante que optar por usar seu próprio veículo, o valor do estacionamento será de R$ 40 a diária. “Mas aquele que sabe que virá todos os dias, pode pagar os R$ 40 no primeiro dia e fechar o pacote para os outros três dias por mais R$ 40”, afirmou Lincoln Weinhardt, secretário de Desenvolvimento Econômico e
Tecnológico. Durante os cinco primeiros meses do ano, a Prefeitura de Macaé efetuou reparos e consertos no Centro de Convenções Roberto Marinho, onde está sendo realizada a feira. Foram feitas todas as adequações necessárias na área de infraestrutura, como o sistema de abastecimento de água e de coleta de esgoto, revisão da rede elétrica, da estrutura para rede de internet e do maquinário do restaurante. Além disso, foram realizados trabalhos de acabamento e adaptações estéticas, como pintura das grades externas e local interno de um modo geral. “A Defesa Civil e o Corpo
de Bombeiros já realizaram a vistoria de deram autorização final. As vistorias foram feitas há duas semanas e o Centro está pronto para receber os expositores e visitantes”, disse Luciano Castilhos, coordenador da Defesa Civil. Segundo Luciano, duas ambulâncias e dois postos médicos móveis ficarão no Centro de Convenções, além dos postos de apoio. “Também poderemos contas com as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e do Corpo de Bombeiros, que ficam bem próximas ao local da feira. A questão de segurança está bem resolvida e os usuários podem ficar tranquilos.”
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PETROBRAS GARANTE INVESTIMENTO DE US$ 236,7 BILHÕES Até 2017, mais de 1 milhão de barris de petróleo devem ser produzidos no pré-sal
Até 2017, Petrobras planeja investir US$ 236, 7 bilhões
Patricia Lucena patricia@odebateon.com.br
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m abril, a Petrobras apresentou o Plano de Negócios e Gestão 2013-2017 para investidores, empresários e profissionais do setor. De acordo com a companhia, a previsão é de que, até 2017, sejam produzidos mais de 1 milhão de barris de petróleo só na parte do pré-sal. Para isso, no total, serão investidos US$ 236,7 bilhões (US$ 207,1 bilhões para projetos em implantação). A área de exploração e produção receberá US$ 147,5 bilhões, principalmente para desenvolver o pré-sal e a cessão onerosa. O setor de abastecimento é outro destaque do plano, com investimentos de US$ 64,8 bilhões para a ampliação do parque de refine, melhorias operacionais, petroquímica, entre outros. Para atingir tais metas, a Petrobras informou que terá o suporte de planos como o Programa de Aumento da Eficiência Operacional da Bacia de Campos (Proef), o Programa de Otimização de Custos Operacionais (Procop); o Programa de Desinvestimento (Prodesin), o Programa de Otimização de
Infraestrutura Logística (Infralog) e o Programa de Redução de Custos de Poços (PRC-Poço). Para este ano, a expectativa é que a produção fique em torno de 2.022 milhões de barris por dia, com oscilação de 2% para cima ou para baixo. A partir do segundo semestre deste ano, sete novos sistemas entrarão em produção. Em 2017, a previsão é que a produção seja de 2,75 milhões de barris por dia, e alcance 4,2 milhões em 2020. Os apontam projeções positivas também para a ampliação da produção de petróleo, que corresponderão a cerca de 69% do total dos investimentos, direcionados principalmente às atividades desenvolvidas na Bacia de Campos, que correspondem a 95% do total do volume de petróleo extraído nos poços do pós-sal. Cerca de US$ 200 bilhões estimados pelo Plano de Negócios serão aplicados em projetos já em implantação. Já aproximadamente US$ 30 bilhões irão custear projetos em fase de aprovação. A previsão é que cerca de US$ 2,8 bilhões serão destinados para a exploração e produção de petróleo, que possui o maior ritmo na Bacia de Campos atualmente. Cerca de 19% dos recursos serão utilizados no processo de descoberta de novos poços.
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