MACAÉ (RJ), QUARTA-FEIRA, 27 DE NOVEMBRO DE 2013 • ANO XXXVII • Nº 8253 • FUNDADOR/DIRETOR: OSCAR PIRES • NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE
Prisma LTZ: marcha do progresso Com transmissão automática de seis velocidades, Chevrolet Prisma LTZ ganha competitividade Pág.9 AUTOPERFIL
VITRINE
DIVULGAÇÃO
DIVULGAÇÃO
Discreto charme
Fôlego renovado
Por muitos anos, os automóveis da Volvo estiveram à frente do seu tempo no que diz respeito à segurança. Em relação ao desenho, ao contrário, tinha modelos eram
Ao longo do tempo, o Outlander assumiu um papel de “coringa” na gama da Mitsubishi. Em 2003, a primeira geração do crossover – o feioso Airtrek – chegou
Volvo traz a linha 60 R-Design em busca de reposicionar a marca no Brasil considerados conservadores demais. Mas os tempos mudam. Hoje, segurança é uma obrigação de qualquer montadora que quer ser respeitada no mercado. Esta diluição de
sua principal vocação forçou a Volvo a buscar outras características para diferenciar seus produtos. E, ironicamente, a escolha foi valorizar justamente o desenho. Pág. 8
Mitsubishi quer dobrar as vendas com a nova geração do Outlander “engessada” ao Brasil. Era vendida apenas com motor 2.4 litros, tração 4X4 e um leve apelo off-road. Já a segunda fase do modelo, em 2006, expandiu o leque
com versões de quatro cilindros e tração dianteira e V6 4X4 para manter a sedução com aqueles que gostam de sujar o carro de lama. Pág. 7
2 Automóveis
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BMW
Dois por um A BMW finalmente apresentou oficialmente a nova Série 2. O modelo substituirá as versões cupê e conversível do antigo Série 1 e será mostrado ao público somente em janeiro, no próximo Salão de Detroit. As vendas devem começar apenas no segundo trimestre de 2014. O novo carro mantém as proporções das antigas versões, mas assume
Vitamina na linha
M
ais dois esportivos da Porsche vão desembarcar no mercado brasileiro em sua modelagem 2014. O primeiro é o topo de linha da gama 911. A versão Turbo S, que chega em dezembro, custará exatos R$ 1,099 milhão. O preço do cupê é justificado na potência que o motor 3.8 litros biturbo despeja: 560 cv. O câmbio é
sequencial de sete relações e dupla embreagem. Com tração integral, o modelo atinge os 100 km/h em apenas 3,1 segundos e chega aos 318 km/h de velocidade máxima, de acordo com a Porsche. Já a configuração GT3 é baseada nos modelos de competição da marca alemã. Ele chega no primeiro trimestre de 2014 por R$ 799
mil e traz um propulsor 3.8 litros capaz de gerar 475 cv. A nova geração de código 991 traz um sistema de esterçamento ativo das rodas traseiras para dar mais estabilidade em curvas de alta velocidade. Em termos de desempenho, o 911 GT3 sai da inércia e chega aos 100 km/h em 3,5 segundos e vai aos 315 km/h de máxima.
linhas mais esbeltas e traços mais rebuscados – ainda que lembre muito outros modelos da marca, como os sedãs Série 3 e Série 5. Por enquanto, apenas três versões foram divulgadas. A 220i, com o conhecido 2.0 litros turbo de 184 cv, capaz de levar o carro de zero a 100 km/h em 7 segundos. Junto dela, uma 220d, diesel, tam-
bém com um 2.0 de 184 cv e a topo de linha M235i, com o conhecido 3.0 litros de seis cilindros e biturbo, que produz 326 cv no novo carro. Os preços nos Estados Unidos começam cerca de US$ 33 mil – cerca de R$ 72 mil – e seguem até os US$ 44 mil, quase R$ 100 mil. O modelo ainda não tem previsão de chegada ao Brasil.
ASTON MARTIN X TOYOTA
Divórcio conturbado Ao que tudo indica, a relação entre Aston Martin e Toyota não terminou de maneira muito amigável. Depois de anunciar o fim da produção do Cygnet, baseado no japonês iQ – em função das baixas vendas –, o CEO da Aston, Ulrich Bez, afirmou que outro motivador do fim do carrinho foi a proximidade do encerramento da produção
também do modelo da Toyota – que ainda não havia se manifestado sobre o assunto. Segundo Bez, a Aston Martin chegou a ter planos grandes para o Cygnet, mas não contou com o apoio da Toyota em nenhum deles. Entre as ideias estavam levar o modelo aos Estados Unidos e ainda desenvolver um motor turbo para o Cygnet.
No entanto, os projetos teriam sido rejeitados pela Toyota. O carrinho com emblemas japoneses já não é mais importado para alguns países da Europa, como a Holanda, e as vendas encerrarão já com o fim dos estoques naquele mercado. Outras fontes apontam que a produção do iQ para o mercado europeu terminará em 2014.
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Automóveis 3
4 Automóveis
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C3 XBOX ONE
Citroën lança C3 Xbox One por R$ 49.990 Série limitada a 50 unidades dará a compradores os 50 primeiros Xbox One produzidos no Brasil
E
m parceria com a Microsoft, a Citroën lançou a série C3 Xbox One Edition. A edição especial do hatch será restrita a 50 unidades com o preço inicial de R$ 49.990. Os compradores do modelo ganharão um vide-
ogame Xbox One (um dos 50 primeiros produzidos no Brasil), além de um ano de serviço Xbox Live grátis e o jogo Forza Motorsport 5. Voltado a um público “jovem e conectado”, segundo a marca francesa, o sistema de vendas
da série será totalmente digital, garante Francisco Simon, diretor de Vendas e Marketing da Microsoft Brasil. Baseado na versão Exclusive 1.6, o modelo estará disponível somente na cor preta e conta com adesivos exclusivos nas la-
terais, teto e na tampa traseira, além de bancos customizados e o número de série no chaveiro. Direção elétrica, ar-condicionado digital, faróis com acendimento automático, rodas de liga leve de 16 polegadas, piloto automático e sensor de chuva
completam os itens de série. O motor é o já conhecido 1.6 litro de 16 válvulas flex, que desenvolve 122 cv de potência com etanol, acoplado a um câmbio manual de cinco marchas. O Xbox One é o novo conso-
le da Microsoft, equipado com um sistema de reconhecimento facial, gestual e de voz. Com lançamento marcado para o dia 22 de novembro, o aparelho promete integrar diversos serviços, como TV, Internet, música, Skype além dos games.
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Automóveis 5
PEUGEOT / CITROËN
Sem espaço para o "primo" Por compartilharem motorização, imaginamos que a vinda do Peugeot 208 GTi abriria espaço para a comercialização do Citroën DS3 Racing por aqui. Mas segundo a
RENAULT
Peugeot 208 GTI só no início de 2015
O
208 GTi, versão mais apimentada do hatch Peugeot, será uma das atrações do Salão do Automóvel de São Paulo, no ano que vem. De acordo com a assessoria de imprensa da marca, o modelo pode chegar às lojas
ainda no fim de 2014, mas o mais provável é que as vendas tenham início no começo de 2015. O preço deve ficar na faixa dos R$ 75 mil. Importado da França e com carroceria duas portas, o 208 GTi tende a conquistar muitos
fãs no país por causa do visual esportivo e do desempenho arrojado. Basta dizer que ele trará sobre o capô o motor 1.6 turbo, a gasolina, de 200 cv e 28 kgfm. A transmissão do modelo será manual de seis marchas.
assessoria da fabricante, isso por enquanto está fora de cogitação. Para desanimar ainda mais os fãs do modelo, basta dizer que a versão Racing do DS3 é
Novo Logan “É feio, mas funcional”, assim ficou conhecido o Renault Logan, lançado no Brasil em 2007. Mesmo com visual ultrapassado, o pequeno sedã emplacou 210 mil unidades em cinco anos, baseado em uma equação equilibrada entre preço, durabilidade e espaço. Com a próxima geração, a fabricante quer adicionar mais uma variável, a beleza, e manter o mesmo resultado, como se um parente chegasse no “churrascão” familiar de domingo trajando um terno bem ajustado e gravata
vendida em países vizinhos. No Chile, por exemplo, sua tabela parte de 20.290 pesos, o equivalente a R$ 87.247. O preço sugerido no Brasil para a versão normal é de R$ 79.970.
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NISSAN
Nissan realiza 1º teste com carro sem motorista A Nissan realizou nesta terça-feira o primeiro teste de um carro sem motorista em uma via expressa japonesa. O teste foi realizado com um Leaf, veículo 100% elétrico equipado com sistema de motorista autônomo, que andou na via expressa Sagami na prefeitura de Kanagawa, sudeste de Tokio.
Novo Fit será produzido no Brasil A
nova g e r a ç ã o d o compacto Fit será produzida na segunda fábrica da Honda no Brasil, que teve a pedra fundamental lançada nesta terça-feira (26), em Itirapina (SP), cidade que fica a 210 km da capital paulista. O evento contou
com a presença do governador do Estado, Geraldo Alckmin, do presidente e CEO da Honda Motor, Takanobu Ito, e do presidente da Honda South America, Masahiro Takedagawa. Com investimento de R$ 1 bilhão e geração de 2 mil
empregos, a unidade iniciará as operações no segundo semestre de 2015. O modelo atualizado, entretanto, apresentado em julho no Japão, chega ao país já no próximo ano e primeiramente será feito em Sumaré, distante 100 km de Itirapina.
VOLKSWAGEN
Série especial Seleção Brasileira A Volkswagen lançou nesta quarta-feira uma linha em homenagem a Seleção Brasileira de Futebol. Com produção limitada a 20 mil unidades no total, os modelos Gol, Voyage e Fox serão estilizados e receberão o escudo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) nos para-lamas, inscrição Seleção na tampa do
porta-malas, além de uma faixa lateral. Segundo a montadora, os carros podem ser equipados com motor 1.0 litro ou 1.6 litro e transmissão manual ou automatizada – ambas de cinco marchas. Além dos detalhes na lataria, os carros sairão de fabricadas com um pacote razoável de equipamentos de série.
Gol e Voyage terão rodas de liga leve de 14 polegadas, enquanto o Fox Seleção será equipado com rodas de liga leve de 15 polegadas criadas para a série. Com desenho que remete a uma bola de futebol, as rodas possuem face diamantada e parte interna na cor preta - este item será opcional para Gol e Voyage.
"Por meio desses testes em rodovia, esperamos avançar no desenvolvimento tecnológico, com o desafio de disponibilizar logo veículos com motoristas autônomos”, afirmou, em nota, o vice-presidente mundial da Nissan, Toshiyuki Shiga. De acordo com a Nissan, o objetivo é que os carros com
sistema sem motorista estejam prontos para serem comercializados a partir de 2020. O Nissan Leaf utilizado no teste é equipado com tecnologia que detecta a condição da rodovia e, automaticamente, opera os principais controles do carro, incluindo direção, freio e aceleração
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Fôlego renovado
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Com o piloto automático adaptativo ligado – somente a partir dos 60 km/h –, o crossover quase vira um carro autônomo. Com outro veículo à frente, o sistema reduz a velocidade automaticamente e mantém uma distância segura – que pode ser regulada em três níveis. Com a pista livre, o dispositivo retoma a aceleração
Mitsubishi quer dobrar as vendas com a nova geração do Outlander POR RAPHAEL PANARO Autopress
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o longo do tempo, o Outlander assumiu um papel de “coringa” na gama da Mitsubishi. Em 2003, a primeira geração do crossover – o feioso Airtrek – chegou “engessada” ao Brasil. Era vendida apenas com motor 2.4 litros, tração 4X4 e um leve apelo off-road. Já a segunda fase do modelo, em 2006, expandiu o leque com versões de quatro cilindros e tração dianteira e V6 4X4 para manter a sedução com aqueles que gostam de sujar o carro de lama. Agora, em sua terceira geração, o remodelado Outlander reforça a intenção de aumentar o alcance. Com preços entre R$ 102.900 e R$ 139.900, a marca japonesa quer colocar seu modelo para brigar com uma generosa lista de rivais. Ela começa nos SUVs médios Honda CR-V, Chevrolet Captiva, Fiat Freemont e Kia Sportage até os médio-grandes Hyundai Santa Fe, Kia Sorento e Ford Edge. E ainda pretende dobrar a antiga média mensal de pouco mais 300 unidades/mês. A plataforma desta terceira geração é a nova RE, que substitui a GS, ainda usada nos modelos Lancer e ASX. Exatamente como estes dois modelos, a Mitsubishi também estuda nacionalizar o crossover. Mas a decisão depende da aceitação do carro no mercado interno. O próximo veículo confirmado a ganhar cidadania brasileiro em 2014 é o sedã Lancer, que se juntará a Pajero TR4, Pajero Dakar, L200 Triton e agora o ASX, fabricados em Catalão, Goiás. Por aqui, o novo Outlander será comercializado em três versões. A primeira, que tem a perspectiva de responder por até 65% das vendas do crossover, parte de R$ 102.990. Ela vem com o motor 2.0 litros 16V de 160 cv e 20,1 kgfm a 4.200 rpm, igual ao do Lancer. A tração é dianteira e a transmissão, automática CVT, que simula seis relações. Apesar de ser a versão de entrada, a Mitsubishi recheou o veículo com itens de série como sete airbags, freios ABS com EBD, controle de tração, partida sem chave, ar-condicionado, direção elétrica, sensores crepuscular e de chuva, volante com ajustes de altura e profundidade, sistema multmídia com tela de sete polegadas sensível ao toque, bancos de couro, teto solar, rodas de liga leve de 18 polegadas e faróis de led e neblina. De série, também vem o Hill Assist, que ajuda nos aclives e declives. Já nas duas configurações Outlander GT e Outlander GT Full Technology Pack, o crossover passa a ter sete lugares – a últi-
ma fileira toma parte do portamalas – e o tre de força é capitaneado por um propulsor V6 3.0 litros capaz de desenvolver 240 cv de potência e 31 kgfm de torque a 3.750 rpm. Nessas versões, o câmbio é automático de seis velocidades com a opção de troca manuais por meio de espátulas na coluna de direção e a tração é sempre integral. Somente o nível de equipamentos – e o preço, claro – difere as configurações. Por R$ 130.990, o Outlander GT ganha bancos elétricos e com aquecimento, ar-condicionado dual zone, tração integral e controle de estabilidade. Câmara de ré e sensor de estacionamento são opcionais. No topo da linha está o Outlander GT Full Technology Pack, por R$ 139.990. Além de todos os itens já mencionados anteriormente, a versão prima pela segurança. O pacote de tecnologia inclui o ACC ou controle de cruzeiro adaptativo. O motorista programa a velocidade que deseja andar e, caso um veículo em velocidade menor entre na frente, o carro reduz a velocidade automaticamente para manter a distância. Se o veículo da frente frear, o Outlander acompanha a frenagem. Outra novidade é o FCM – Foward Collision Mitigation –, um sistema que utiliza um radar para controlar a distância para possíveis obstáculos à frente. Ao entrar em distância de risco, o sistema ativa um alarme sonoro e um aviso no display solicitando ao motorista uma ação de frenagem. Caso o condutor fique sem reação e a velocidade relativa entre o Outlander e um outro veículo for de até 30 km/h, o sistema freia o veículo. Um limitador nesta tecnologia é que o sistgema só funciona com superfícies metálicas à frente. Se for um pedestre ou mesmo o muro da garagem, há o risco de bater. Completam a lista de diferenças, o sensor de estacionamento, câmara de ré e a tampa do porta malas com abertura e fechamento automático.
Parâmetros próprios O novo Outlander não impresssiona bem à primeira vista. É preciso alguns minutos para se acostumar com o visual do crossover. Porém, o mesmo não acontece com o interior. Apesar do entre-eixos típico de carro médio, de 2,67 metros, o teto alto permite um aproveitamento mais verticalizado do habitáculo, que é espaçoso para o motorista e para os ocupantes dos bancos traseiros. Já na terceira fileira de assentos – somente nas versões GT –, um adulto de estatura mediana sofre com a falta de área para as pernas. Predominantemente preto com alguns detalhes prateados, a cabine tem materiais de boa qualidade e aspecto fino. Os bancos de couro são confortáveis e, com ajustes elétricos, fica fácil achar a melhor posição para dirigir. Na apresentação, a Mitsubishi disponibilizou somente a versão topo de linha. O motor V6 3.0 litros de 240 cv “ros-
NÚMEROS
2.0 16V
na versão de entrada e nas outras um propulsor V6 3.0
160 cv 20,1 kgfm potência máxima
de torque máximo
FICHA TÉCNICA
Mitsubishi Outlander › MOTOR 2.0: Gasolina, dianteiro,
transversal, 1.998 cm3, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Injeção e acelerador eletrônicos. › TRANSMISSÃO: Câmbio automático continuamente variável à frente (CVT) e uma marcha a ré. Tração dianteira. Oferece controle eletrônico de tração. › POTÊNCIA máxima: 160 cv a 6 mil rpm. › ACELERAÇÃO 0-100 km/h: 12 segundos. › VELOCIDADE máxima: 190 km/h. › TORQUE máximo: 20,1 kgfm a 4.200 rpm › DIÂMETRO e curso: 86,0 mm x 86,0 mm. Taxa de compressão: 10,0:1 › PESO: 1.410 kg › TANQUE de combustível: 63 litros › MOTOR V6 3.0: Gasolina, dianteira, transversal, 2.998 cm3, seis cilindros em “V”, quatro válvulas por cilindro. Injeção e acelerador eletrônicos. › TRANSMISSÃO: Câmbio automático de seis marchas à frente e uma a ré. Tração integral com
distribuição eletrônica. Oferece controle eletrônico de tração. › POTÊNCIA máxima: 240 cv a 6.250 rpm › ACELERAÇÃO 0-100km/h: 10 segundos › VELOCIDADE máxima: 215 km/h › TORQUE máximo: 31 kgfm a 3.750 rpm › DIÂMETRO e curso: 87,6 x 82,9 Taxa de compressão: 10,5 : 1 › PESO: 1.570 kg › TANQUE de combustível: 60 litros › SUSPENSÃO: Dianteira independente do tipo McPherson, molas helicoidais e barra estabilizadora. Traseira independente do tipo multi-link, com molas helicoidais e barra estabilizadora. › PNEUS: 225/55 R18. › FREIOS: Discos ventilados na frente e atrás. Oferece ABS com EBD. › CARROCERIA: Utilitário esportivo em monobloco, com quatro portas e cinco lugares. Com 4,65 metros de comprimento, 1,80 m de largura, 1,68 m de altura e 2,67 m de entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais e de cortina de série.
Automóveis 7
› CAPACIDADE do porta-malas: 798 litros.
› PRODUÇÃO: Okazaki, Japão. › LANÇAMENTO mundial: 2012. › ITENS de série: Ar-condicionado,
travas e vidros elétricos, rádio/ CD/MP3/USB/Bluetooth, volante e banco do motorista com ajuste de altura, computador de bordo, direção elétrica, freios ABS, airbag frontais, laterais, de cortina e de joelho, revestimento em couro, retrovisores elétricos, rodas de liga leve, keyless, faróis de neblina e controle de tração. Preço: R$ 102.900. › GT adiciona bancos elétricos e com aquecimento, ar-condicionado dual zone, tração integral e controle eletrônico de estabilidade. Preço: R$ 130.990. › GT Full Technology Pack adiciona faróis baixo com xenon, lavador de farol, regulagem automática do facho do farol, maçanetas cromadas, tampa do porta malas com abertura e fechamento automático, câmara de ré, piloto automático adaptativo – ACC – e sistema sistema de prevenção de colisões – FCM. Preço: R$ 139.990.
na” na pista e o crossover de 1.570 kg se move sem titubear. O Outlander faz as curvas do autódromo Vello Cittá com facilidade e qualquer exagero no pedal da direita fazia o controle de tração e estabilidade entrar em ação e devolver o carro à rota. Mesmo sendo um modelo alto, de 1,68 metro, encarou as curvas mais fechadas sem problemas. Já no percurso de pouco mais de 100 km nas boas estradas do interior de São Paulo, o Outlander mostrou sua maior virtude: o conforto. Com o piloto automático adaptativo ligado – somente a partir dos 60 km/h –, o crossover quase vira um carro autônomo. Com outro veículo à frente, o sistema reduz a velocidade automaticamente e mantém uma distância segura – que pode ser regulada em três níveis. Com a pista livre, o dispositivo retoma a aceleração. E resta apenas ao motorista fazer curvas e tentar não dormir.
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60 R-Design: discreto charme Volvo traz a linha 60 R-Design em busca de reposicionar a marca no Brasil POR EDUARDO ROCHA AUTO PRESS
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or muitos anos, os automóveis da Volvo estiveram à frente do seu tempo no que diz respeito à segurança. Em relação ao desenho, ao contrário, tinha modelos eram considerados conservadores demais. Mas os tempos mudam. Hoje, segurança é uma obrigação de qualquer montadora que quer ser respeitada no mercado. Esta diluição de sua principal vocação forçou a Volvo a buscar outras características para diferenciar seus produtos. E, ironicamente, a escolha foi valorizar justamente o desenho. A
afirmação dessa nova identidade ficou bastante evidente com a chegada ao Brasil dos modelos R-Design na linha 60, a mais importante da marca, composta pelo sedã S60, pela station V60 e pelo crossover XC60. Tanto o sedã quanto a station passam a chegar somente nas versões T5 e T6 R-Design. Já o crossover XC60, como acontece com o hatchback V40, será oferecida tanto nas versões RDesign quanto nas atuais – no caso, a T5 Dynamic e a T6 Top, que são bem mais em conta que as novas. Os preços da linha RDesign, aliás, mostram que a ideia é realmente reposicionar – para cima – a Volvo no merca-
do brasileiro. Inclusive porque a expectativa da marca não é exatamente de aumentar as vendas no Brasil. A média atual da empresa, de quase 300 veículos mensais, a deixa muito próxima do limite da cota de importação de 3.800 unidades sem o superIPI, que adicionaria 30 pontos de imposto. O novo S60 T5 sai a R$ 154.950 e o T6 a R$ 205.950. O V60 fica em R$ 159.950 e R$ 209.950, respectivamente. Já o XC60 fica em R$ 159.950 no T5 Dynamic, R$ 189.950 no T5 R-Design, R$ 224.950 no T6 Top e R$ 249.950 no T6 R-Design. Os modelos mais baratos marca continuam sendo V40 T4 Dynamic, a R$
122.950, e o V40 T5 R-Design, a R$ 138.950. Uma novidade que chega junto com a linha 60 RDesign é o sistema Sensus, um dispositivo multimídia sensível ao toque que permite navegar na internet e acessar e-mails, entre outros recursos. Ele é vendido como equipamento opcional e sai a R$ 7.190. Embora sejam apresentados como “esportivos”, os modelos da linha R-Design se apoiam mesmo no desenho mais invocado. Na parte mecânica, ganham uma calibragem de suspensão mais firme, que os deixa 15 mm mais baixos. Para manter a tradição, receberam também um aprimoramento no sistema de
detecção de pedestres, que agora consegue identificar também ciclistas. Já no visual, as mudanças são mais efetivas. A grade frontal perdeu a moldura cromada, os parachoques ficaram mais bojudos e a saia traseira ganhou um difusor de ar e saídas de escapamento cromadas. Os faróis foram horizontalizados, o capô ligeiramente rebaixado e os retrovisores ganharam uma capa em alumínio. No interior, os bancos são esportivos, com maior apoio lateral, pedais em alumínio e o acabamento é mais esmerado. Na motorização T6 há paddle shifts atrás do volante e as rodas são de 19 polegadas, enquanto
na T5 são de 18 polegadas – no caso da XC60, as rodas são de 19 e 20 polegadas. Mesmo que o ganho de esportividade nas novas versões seja muitíssimo sutil, os modelos T5 e T6 já eram bastante apimentados. Os T5 têm um motor 2.0 turbo de injeção direta, 240 cv, com tração apenas nas rodas dianteiras e câmbio automatizado de seis marchas com dupla embreagem – o mesmo do Ford Fusion. Já os T6 trazem um propulsor transversal de seis cilindros em linha, da própria Volvo. Trata-se de um 3.0 turbo com injeção direta de 304 cv com tração integral. Ele é gerenciado por um câmbio automático de seis marchas.
FICHA TÉCNICA
Volvo V60 T6 R-Design
› MOTOR: Gasolina, dianteiro, trans-
versal, 2.953 cm3, seis cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, comando duplo no cabeçote e turbocompressor. Injeção direta e acelerador eletrônico. › TRANSMISSÃO: Câmbio automático com seis marchas à frente e uma a ré. Tração integral com controle eletrônico de tração. › POTÊNCIA máxima: 304 cv a 5.600 rpm. › TORQUE máximo: 44,9 kgfm entre 2.100 e 4.200 rpm. › DIÂMETRO e curso: 82,0 mm x 93,2 mm. Taxa de compressão: 9,3:1. › ACELERAÇÃO 0-100 km/h: 6,2 segundos. › VELOCIDADE máxima: 250 km/h limitada eletronicamente. › SUSPENSÃO: Dianteira indepen-
dente do tipo McPherson, com molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira independente com braços múltiplos, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Controle eletrônico de estabilidade. › PNEUS: 245/35 R19. › FREIOS: Discos ventilados na frente e atrás. ABS de série. › CARROCERIA: Station wagon em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,63 metros de comprimento, 1,87 m de largura, 1,48 m de altura e 2,78 m de distância entre-eixos. Airbags frontais, laterais e de cortina de série. › PESO: 1.737 kg. › CAPACIDADE do porta-malas: 430 litros.
› TANQUE de combustível: 67,5 litros. › PRODUÇÃO: Ghent, Bélgica. › LANÇAMENTO no Brasil: 2013 › ITENS de série: Ar-condicionado digital, trio elétrico, direção elétrica, rádio/CD/MP3 com tela de 5 polegadas e oito alto-falantes, bancos e volante esportivos com revestimento de couro, airbags frontais, laterais e de cortina, ABS com EBD controle de estabilidade e tração, City Safety, sensores de luminosidade e chuva, faróis de xenon, banco do motorista com regulagem elétrica e teto solar, controle de cruzeiro adaptativo, sistema de detecção de pedestres, sistema de entretenimento com DVD, GPS e tela de 7 polegadas, câmara de ré e assistente de mudança de faixa de rolagem. › PREÇO: R$ 209.950.
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Automóveis 9 O Prisma é um carro muito bem resolvido. Tem design inspirado, que impossibilita qualquer relação com a geração anterior. E, para completar, o interior também agrada. A lista de equipamentos também é convincente – principalmente pelo sistema MyLink, que deixa a vida dentro do carro bastante divertida. No entanto, faltava a opção de câmbio automático. E, quando a Chevrolet decidiu introduzir a caixa de seis velocidades, criou um conjunto realmente interessante
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Marcha do progresso
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Com transmissão automática de seis velocidades, Chevrolet Prisma LTZ ganha competitividade POR MICHAEL FIGUEREDO Autopress
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or décadas, o consumidor brasileiro manteve um certo distanciamento dos câmbios automáticos. Pagava-se caro para contar com o equipamento, tido como artigo de luxo num passado ainda recente. No entanto, o trânsito cada vez pior das grandes cidades fez a transmissão automática ganhar relevância como um importante item de conforto. De olho na demanda, diversas marcas começaram a popularizar a oferta. Hoje são raros os modelos que disponibilizam apenas câmbio mecânico. O Prisma era um deles. Porém, para a linha 2014, a Chevrolet introduziu um câmbio automático de seis velocidades no sedã compacto e melhorou o recheio da configuração topo do modelo, a 1.4 LTZ. Desse modo, aumentou a competitividade do Prisma diante das versões “top” dos rivais. A proposta da marca é oferecer transmissão automática pe-
lo preço de uma automatizada. O equipamento adiciona R$ 3 mil à configuração LTZ e eleva o preço do Prisma a R$ 49.990. Praticamente a mesma diferença cobrada pelas versões sem pedal de embreagem dos concorrentes Volkswagen Voyage, Fiat Grand Siena e Hyundai HB20S – R$ 2.730, R$ 2.020 e R$ 3.200, respectivamente. No entanto, os dois primeiros são automatizados – ou seja, câmbios mecânicos com mudanças robotizadas – e o da marca coreana, que também é automático de fato, com conversor de torque, é uma caixa antiga de quatro marchas. Mais moderna, a transmissão da Chevrolet é uma evolução da oferecida nas linhas de Cruze, Cobalt e Spin. Está disponível também na versão intermediária 1.4 LT do sedã e ainda no hatch Onix. A nova transmissão explora bem o motor. O 1.4 usado é o Família I com alterações em peças como pistões e bobinas que reduziram o atrito e deixaram o propulsor mais leve. A unida-
de de força tem basicamente os mesmos números de desempenho da versão acoplada ao câmbio manual – a mínima diferença está na aceleração de zero a 100 km/h, cumprida em 10,1 segundos pelo Prisma automático – tempo 0,6 segundo mais rápido que o da versão manual. Gera 98 cv de potência com gasolina e 106 cv com etanol. O torque é de 12,9 e 13,9 kgfm, respectivamente, a 4.800 rpm. Além do conforto proporcionado pela nova transmissão, outro fator que embala as vendas do
Prisma é o design. O porte robusto combinado ao perfil com o para-brisas bem inclinado e o porta-malas curto cria um aspecto esportivo. A frente, derivada do hatch Onix, traz a atual identidade visual da Chevrolet com a grade bipartida e os faróis avantajados. Os vincos do capô sugerem agressividade. A lista de equipamentos do Prisma LTZ traz itens como airbag duplo, ar-condicionado, trio elétrico, ABS e direção hidráulica, além de computador de bordo, rodas de liga leve de 15 polegadas e faróis de neblina. Além, é claro, do já conhecido sistema de entretenimento MyLink, que continua a ser um dos principais argumentos de vendas da linha compacta da Chevrolet. NÚMEROS
1.4 litro 106 cv motor flex
de potência máxima quando abastecido com etanol
13,9 km/l
Ponto a ponto Desempenho – O motor 1.4 não faz muito esforço para puxar os 1.079 kg do Prisma LTZ automático. Não dá para dizer que sobra vigor, mas o sedã acelera com disposição. A transmissão automática de seis velocidades desenvolve um trabalho competente junto ao propulsor. Nas retomadas acima dos 80 km/h, a redução de marcha poderia ser mais ágil. Nota 8. Estabilidade – O Prisma chama a atenção pelo equilíbrio. Quase não se sente a carroceria rolar e, nas curvas, predomina a sensação de controle sobre o carro. Isso se repete tanto numa tocada mais pacata, na cidade, quanto em velocidades mais elevadas. Nota 8. Interatividade – O MyLink é uma das principais atrações do
Prisma LTZ. O sistema controla diversas funções de entretenimento, como rádio com funções CD/MP3/ USB/Bluetooth/iPod, além de funcionar como uma extensão de alguns aplicativos para smartphones. Não é necessário muito estudo para aprender a operar o equipamento. A visibilidade do Prisma é boa à frente e razoável para a traseira, devido à inclinação do teto em direção ao terceiro volume. Todos os comandos mais importantes do carro estão bem posicionados e o uso é intuitivo. A leitura do painel de instrumentos é bastante clara. Nota 8. Consumo – A Chevrolet não cedeu nenhuma unidade do Prisma automático para o InMetro fazer medições. Abastecido com gasolina, o computador de bordo do sedã
torque máximo a 4.800 rpm
registrou uma média de 9,1 km/l em trajeto misto. Nota 7. Conforto – O sedã oferece espaço interno coerente com o que se espera do segmento de compactos. Há espaço de sobra para as pernas, os ombros e cabeças dos ocupantes dos bancos da frente. A densidade dos estofados também agrada, assim como o trabalho feito pela suspensão. O conjunto absorve bem os desníveis do solo. O isolamento acústico é eficiente e pouco se ouve do motor e do ambiente externo. Nota 7. Tecnologia – O motor do Prisma não é novo. Trata-se de uma atualização do Família I, propulsor introduzido no Brasil sob o capô do Corsa, em 1994. Em compensação, o carro é construído sobre uma plataforma nova – a GSV, sigla em inglês para veí-
culos compactos globais. A transmissão também tem concepção recente, assim como o conjunto suspensivo. Para completar, a versão LTZ do sedã oferece boa lista de equipamentos de série, com itens como trio elétrico, sensor de estacionamento traseiro e o sistema MyLink. Nota 8. Habitabilidade – O ângulo de abertura das portas facilita bastante a entrada no carro, tanto na frente, quanto atrás. Há espaços para guardar todo tipo de objeto, desde os de acesso mais imediato, como carteira, telefone e trocados para pagamento de pedágios, por exemplo, até copos e garrafas. Nota 7 Acabamento – Não há requinte dentro do Prisma, embora o acabamento seja bem feito. Quase tudo é corretamente arrematado. Uma ra-
FICHA TÉCNICA
GM Prisma 1.4 LTZ automático › MOTOR: Gasolina e etanol,
dianteiro, transversal, 1.389 cm3, quatro cilindros em linha, duas válvulas por cilindro e comando simples no cabeçote. Injeção multiponto sequencial e acelerador eletrônico. › POTÊNCIA máxima: 106 e 98 cv a 6 mil rpm com etanol e gasolina. › TORQUE máximo: 13,9 e 12,9 kgfm a 4.800 rpm com etanol e gasolina. › ACELERAÇÃO de 0 a 100 km/h: 10,1 e 10,5 segundos com etanol e gasolina. › VELOCIDADE máxima: 180 km/h. › DIÂMETRO e curso: 77,6 mm X 73,4 mm. Taxa de compressão: 12,4:1. › PNEUS: 185/65 R15. › PESO: 1.079 kg. › TRANSMISSÃO: Câmbio automático com seis marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. › SUSPENSÃO: Dianteira independente do tipo McPherson, com molas helicoidais com carga lateral, amortecedores telescópicos e barra estabilizadora. Traseira semi-inde-
ra exceção são as alças das portas, que apresentam algumas rebarbas. Mas, na média, o resultado é correto. Nota 7. Design – As linhas do Prisma estão entre as menos conservadoras do segmento. A linha do teto cai em direção a traseira de modo que cria um perfil muito mais próximo de um cupê do que de um sedã. O terceiro volume é bastante discreto. A identidade visual da Chevrolet se faz presente na parte frontal, com a grade dividida horizontalmente e os faróis anabolizados. Mas as linhas estão mais proporcionais que as dos outros lançamentos mais recentes da fabricante. Nota 8. Custo/benefício – O Prisma não é dos sedãs mais baratos. E na versão topo, isso se evidencia
pendente com eixo de torção, molas helicoidais e amortecedores telescópicos hidráulicos. › FREIOS: Discos na frente e tambor atrás. ABS de série. › CARROCERIA: Sedã em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,28 metros de comprimento, 1,71 m de largura, 1,49 m de altura e 2,53 m de distância entre-eixos. Oferece airbag duplo de série. › CAPACIDADE do porta-malas: 280 litros. › TANQUE de combustível: 54 litros. › PRODUÇÃO: Gravataí, Rio Grande do Sul. › ITENS de série: Airbags frontais, freios ABS, banco do motorista com ajuste de altura, direção hidráulica, chave canivete, direção com ajuste de altura, travas e vidros elétricos, alarme, protetor de cárter, faróis com máscara negra, lanternas escurecidas, rodas de liga leve em 15 polegadas, ar-condicionado, faróis de neblina, MyLink, vidros traseiros e espelhos elétricos e computador de bordo. › PREÇO: R$ 49.990.
ainda mais. Os R$ 49.990 pedidos pelo 1.4 LTZ automático colocam o sedã da Chevrolet entre os mais caros do segmento. Perde apenas para o Hyundai HB20S, que custa R$ 52.795 com motor 1.6 e oferece uma ultrapassada transmissão automática de quatro marchas. A lista traz ainda o Fiat Grand Siena com o automatizado Dualogic por R$ 44.080 – quase R$ 6 mil mais barato – e o Volkswagen Voyage I-motion, também automatizado, que custa R$ 48.920. Porém, nos dois modelos, as listas de equipamentos das versões de topo são bem mais limitadas que a do Prisma, fato que joga a favor do sedã da Chevrolet. Nota 7. Total – O Chevrolet Prisma 1.4 LTZ automático somou 75 pontos em 100 possíveis.
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MACAÉ, QUARTA-FEIRA, 27 DE NOVEMBRO DE 2013
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