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Automóveis 25 06 14

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Macaé (RJ), quarta-feira, 25 de junho de 2014, Ano XXXIX, Nº 8431

Fundador/Diretor: Oscar Pires

AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ

FOTOS DIVULGAÇÃO

A linha 2015 do Linea Absolute alia requinte e charme à cabine do sedã. O contraste do bege com o preto dos materiais, a presença do acabamento metalizado em cobre na porta e o contorno em leds que envolve o painel à noite chamam a atenção

Mania de grandeza Fiat reposiciona o sedã Linea na linha 2015 e usa versão Absolute para ganhar imagem mais sofisticada

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Fiat decidiu reposicionar o seu sedã Linea 2015 no mercado. O modelo, lançado em 2008, foi planejado para disputar espaço entre os sedãs médios. Mas nunca chegou a fazer frente, de fato, aos concorrentes desta categoria. A plataforma, a mesma do compacto Punto, gera um espaço interno coerente com o de modelos menores. Mesmo que seu entreeixos, de 2,60 metros, fosse semelhante ao de alguns automóveis da época – caso do antigo Toyota Corolla. Mas ocorre que todos os

sedãs todos cresceram – hoje têm 2,70 m de entre-eixos – e o Linea ficou evidentemente para trás. Com isso, a marca italiana adotou uma nova estratégia: preparou o carro para “brigar” contra os compactos superiores, vistos como premium no Brasil. Para formar esta imagem, a versão de topo Absolute é fundamental, mesmo que responda por apenas 20% dos emplacamentos. Esteticamente, o carro tem mudanças sutis em relação à linha 2014, mas que fazem diferença. Ganhou novos para-choques,

faróis de neblina redesenhados, grade frontal, rodas de liga leve e tampa do porta-malas. A grade se modernizou com as barras horizontais cromadas. Aliadas ao “V” também cromado inserido no para-choque dianteiro, transmitem certa sofisticação à frente do carro. Na traseira, o para-choque foi reformulado e, agora, passa a impressão de se tratar de um veículo maior e mais robusto. A tampa do porta-malas redesenhada incorpora o porta-placa e destaca a grafia “Linea” de seu puxador cromado. PÁG. 8

O couro que reveste parcialmente os assentos, portas e volante tem um toque agradável e imperfeições do asfalto quase não são sentidas pelos ocupantes

MOTOMUNDO

AUTOPERFIL

Fator de atração

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Com a edição especial SP, linha 2015 da XJ6 engrossa vendas da Yamaha no segmento de 600 cilindradas

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Yamaha é a segunda fabricante que mais vende motocicletas no Brasil – só perde para a compatriota Honda. Mas, nos últimos meses, a marca do diapasão fez “chover” no segmento de 600 cc. Até maio, a linha XJ6 emplacou 1.782 unidades – destaques para os meses de março, com 489 vendas, e abril, com 473. Esses resultados fizeram a diferença para a “intocável” gama 600 da Honda – que conta com a best-seller CB600 F Hornet e a CBR 600F – ficar em apenas 103 motos até o final de maio. Em termos de comparação, no acumulado dos cinco primeiros meses de 2013, esse número estava em 549 modelos. PÁG. 11

Visualmente, ela é parecida com a naked N. Mas traz alguns detalhes que a diferenciam, como o número seis em destaque na parte carenada

Segundo dados do Conpet, instituto que mede a eficiência dos motores, o novo T5 Drive-E é 27% mais econômico no ciclo estrada e gasta 16% a menos no ciclo urbano que o T5 anterior

Volvo: força interior Volvo lança motores T5 Drive-E para os modelos S60, V60 e XC60, com câmbio de oito marchas PÁG. 6


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AUTOTAL por LUIZ FERNANDO LOVIK Letras mágicas A Audi passou a importar para o Brasil uma versão do utilitário esportivo Q3 que é muito mais esportivo do que utilitário. O RS Q3 é primeiro SUV da marca a receber o tratamento “RS”, o mais agressivo da marca alemã. E a boa dose esportividade começa no visual, com a grande grade em formato de colmeia e generosas tomadas de ar e detalhes prateados. Outro belo toque são as rodas de 19 polegadas e as saídas ovais do escapamento para maximizar o “ronco” do motor.

Esse, por sua vez, é um propulsor de um cinco cilindros 2.5 litros turbinado – o mesmo do TT-RS. Ele é capaz de gerar 310 cv de potência e 42,8 kgfm de torque. Com tais credenciais, o modelo acelera de zero a 100 km/h em apenas 5,2 segundos. A força é gerenciada pela transmissão automatizada S-Tronic de sete velocidade e duas embreagens e transferida para as quatro rodas por meio do sistema de tração integral Quattro. O preço é de R$ 273.600.

Estética alinhada Uma nova geração da Nissan Frontier foi apresentada na Tailândia, onde a picape começa a ser vendida ainda em 2014, assim como no Japão, com o nome de Navara. O modelo recebeu a atual identidade visual da marca japonesa, batizada de “V-Motion”, com vários detalhes cromados na grade frontal. Entre as novidades, estão luzes de led diurnas, repetidores de seta nos retrovisores e duas novas opções de cor: um tom de marrom e outro dourado. Sob o capô, a picape pode receber dois motores de quatro cilin-

dros e 2.5 litros. Um é turbodiesel e capaz de atingir 163 cv e 41,1 kgfm de torque ou 190 cv e 45,9 kgfm de torque. Já o outro é abastecido com gasolina e rende 165 cv e 25,5 kgfm de torque. Completam o trem de força um câmbio que pode ser manual de seis marchas ou automático de sete velocidades. Essa geração está prevista para chegar ao Brasil em meados do ano que vem, sendo produzida em São José dos Pinhais, no Paraná, na fábrica da Renault. Mas a picape deve aparecer em solo brasileiro já no próximo Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, em outubro próximo.


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TRANSMUNDO FOTOS DIVULGAÇÃO

A Mercedes batizou o processo de modernização de sua linha com o nome de Econfort – para representar as ideias de economia, conforto e força/ desempenho

Luxo em estado bruto Mercedes sofistica a linha de semipesados Atego e aposta no fascínio da estrela

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o universo dos automóveis, a estrela da Mercedes-Benz sempre apontou o caminho do requinte. Na linha de caminhões, porém, a marca se destacou pela precisão de construção e robustez de seus veículos. Mas isso vem mudando de uns anos para cá. A engenharia refinada e o padrão construtivo continuam lá, mas agora, e cada vez mais, o mercado de carga valoriza o conforto e o luxo dos modelos. Não é um consumo irracional de tecnologia. A eletrônica apli-

cada aos caminhões faz parte de uma equação que maximiza o lucro. Estes novos recursos visam impedir erros na operação, reduzir os custos de manutenção e melhorar a economia de combustível. Junto disso, o aumento do conforto do motorista reduz a fadiga no trabalho, o que melhora a produtividade. Itens como cabine com cama dupla, assentos e cabine com suspensão, já presentes no extrapesado Actros, agora chegam também ao pesado Axor e no semipesado Atego. A versão topo do semipe-

sado Atego, 2430, e a linha Axor ainda têm um requinte a mais: o opcional do câmbio automatizado PowerShift. Além disso, Axor, Actros e Atego 2430 receberam melhorias no eixo traseiro, sempre em busca de uma performance otimizada. O objetivo explícito da empresa é retomar a liderança geral entre caminhões, perdida há mais de uma década para a Volkswagen. Mas o caminho que a montadora busca não é tão óbvio. Em vez de criar produtos de menor custo, que pudessem

aumentar imediatamente as vendas, a Mercedes optou pela sofisticação. Inclusive porque a iminência da chegada de fabricantes chinesas, que têm caminhões mais baratos, dificultaria esta estratégia.. A ideia é ampliar o prestígio de seus produtos e tornar a marca mais desejada, mesmo caminho adotado no segmento de semipesados e pesados por Volvo e Scania. A Mercedes batizou o processo de modernização de sua linha com o nome de Econfort – para representar as ideias de

economia, conforto e força/desempenho. No total, foram implementadas nada menos que 40 novidades, desde a colocação de um cabide novo na cabine até a adoção de eixos sem redução nos cubos. Nessa linha, a marca promete, por exemplo, uma economia de até 6% e redução de custos de manutenção com a aplicação do câmbio PowerShift. A transmissão automatizada tem recursos como EcoRoll, que é uma espécie de “banguela controlada”. Há ainda uma programação específica para

situações que exigem força, a Power, e outra para facilitar as movimentações mais delicadas e lentas, chamada apropriadamente de Manobra. Pelas vantagem alardeadas pela montadora, o custo de R$ 5 mil para o câmbio não chega a ser alto. Ainda mais diante dos valores. O semipesado Atego 2430 custa R$ 235 mil. Já o pesado/ extrapesado Axor começa em R$ 244 mil e vai a R$ 405 mil, dependendo da configuração. Já o extrapesado Actros sai por R$ 335 mil.


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Volvo: força interior

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Segundo dados do Conpet, instituto que mede a eficiência dos motores, o novo T5 Drive-E é 27% mais econômico no ciclo estrada e gasta 16% a menos no ciclo urbano que o T5 anterior

Volvo lança motores T5 Drive-E para os modelos S60, V60 e XC60, com câmbio de oito marchas

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nquanto as fabricantes de carros de luxo alemãs Mercedes-Benz, BMW e Audi cuidam da instalação de suas novas unidades industriais brasileiras, a Volvo – controlada desde 2010 pela chinesa Geely –, não tem planos de se instalar por aqui. Mas a marca sueca não está parada. Trata de tornar mais competitivos seus produtos, estrategicamente posicionados na base do segmento de luxo. Agora, resolveu aprimorar a linha 60, que inclui o sedã S60, a perua V60 e o crossover XC60 – esse último é responsável por dois em cada três Volvo emplacados no Brasil. Os três receberam, em suas versões básicas, a nova motorização T5 Drive-E, 2.0 litros turbo de quatro cilindros com injeção direta e 245 cv, que atua conjugada ao novo câmbio automático Geartronic de 8 marchas. As versões mais caras dos modelos continuam equipadas com os mesmos motores T6, um 3.0 litros turbo com seis cilindros e 304 cv, com câmbio automático de seis velocidades. Ou seja, a novidade atinge exatamente as versões da linha

60 com preços mais competitivos – e, por isso mesmo, as mais vendidas. As configurações básicas de S60, V60 e XC60 agora compartilham o novo motor T5 2.0 turbo, desenvolvido pela própria Volvo, que ficou mais compacto e passou por uma “dieta” – está 22 kg mais leve que o anterior, que era de origem Ford. Segundo a marca, o bloco do motor Drive-E permite sua utilização em diversas configurações de potência e até de combustível – na Europa, é adotado também em versões diesel. Apesar do “downsizing”, o novo T5 a gasolina que está sendo lançado no Brasil apresenta evoluções em termos de potência e torque. Agora são 245 cv – antes eram 240 cv – entregues a 5.500 giros e 35,7 kgfm – contra 32,6 kgfm – disponíveis na ampla faixa entre 1.400 e 4.800 rotações. Além do ganho de força, a redução de consumo foi outro foco da reengenharia promovida no motor T5. A engenharia da Volvo afirma que os atritos nos pistões foram reduzidos em 50% se comparados ao modelo anterior. A eficiência na

Além do ganho de força, a redução de consumo foi outro foco da reengenharia promovida no motor T5

combustão também foi incrementada e o motor passou a ter aquecimento mais rápido nas partidas, o que também colabora para a redução no consumo de combustível. A função Eco+ otimiza as trocas de marchas e as respostas do acelerador, além de gerenciar de forma mais econômica a climatização. O já conhecido Start/Stop, que

desliga o motor quando o carro está parado, também contribui nesse aspecto. Mas, em termos de economia, a grande novidade do trem de força é o câmbio automático Geartronic de 8 velocidades, produzido pela japonesa Aisin. A nova caixa substitui a antiga automatizada de seis marchas com dupla embreagem que an-

tes acompanhava os motores T5 e incorpora modernidades como o Sistema Redutor de Perdas. Ela conta com a função Eco-Coast, que desacopla a transmissão quando o motorista alivia o pé do acelerador e aproveita o movimento inercial do veículo para poupar combustível. Segundo dados do Conpet, instituto que mede a eficiência dos motores, o novo T5 Drive-E é 27% mais econômico no ciclo estrada e gasta 16% a menos no ciclo urbano que o T5 anterior. O instituto constatou 8 km/litro na cidade e 11,1 km/litro na estrada. Mas nem só com economia de combustível que se conquista os consumidores de modelos de luxo. É preciso também exibir vigor. E novo trem de força também dá sua contribuição nesse aspecto. O controle de tração otimizado permite um leve destracionamento na arrancada inicial e, combinado com o sistema Controle da Largada, inédito nos modelos Volvo, busca proporcionar acelerações vigorosas, quando o carro parte da imobilidade. Agora o zero a 100 km/h de um

XC60 T5 Drive-E pode ser feito em 7,2 segundos, enquanto o modelo com o T5 anterior levava 8,1 segundos para atingir a mesma velocidade. Os preços da linha 60 com motor T5 Drive-E já foram definidos pela Volvo.. O sedã S60 R-Design sai por R$ 157.950 e a wagon V60 R-Design custa R$ 162.950. O crossover XC60 tem duas versões com esse motor: a Dynamic sai pelo mesmo preço da V60 R-Design – ou seja, R$ 162.950 – e a R-Design é a mais cara com esse motor. Já está sendo oferecida por R$ 193.950 nas 26 concessionárias brasileiras da Volvo. NÚMEROS

2.0 turbo

nova motorização T5 Drive-E

245 cv

de potência máxima

8 marchas novo câmbio automático Geartronic


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A linha 2015 do Linea Absolute alia requinte e charme à cabine do sedã. O contraste do bege com o preto dos materiais, a presença do acabamento metalizado em cobre na porta e o contorno em leds que envolve o painel à noite chamam a atenção

TESTE

Mania de grandeza Fiat reposiciona o sedã Linea na linha 2015 e usa versão Absolute para ganhar imagem mais sofisticada por Márcio Maio Auto Press

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Fiat decidiu reposicionar o seu sedã Linea 2015 no mercado. O modelo, lançado em 2008, foi planejado para disputar espaço entre os sedãs médios. Mas nunca chegou a fazer frente, de fato, aos concorrentes desta categoria. A plataforma, a mesma do compacto Punto, gera um espaço interno coerente com o de modelos menores. Mesmo que seu entre-eixos, de 2,60 metros, fosse semelhante ao de alguns automóveis da época – caso do antigo Toyota Corolla. Mas ocorre que todos os sedãs todos cresceram – hoje têm 2,70 m de entre-eixos – e o Linea ficou evidentemente para trás. Com isso, a marca italiana adotou uma nova estratégia: preparou o carro para “brigar” contra os compactos superiores, vistos como premium no Brasil. Para formar esta imagem, a versão de topo Absolute é fundamental, mesmo que responda por apenas 20% dos emplacamentos. Esteticamente, o carro tem mudanças sutis em relação à linha 2014, mas que fazem diferença. Ganhou novos parachoques, faróis de neblina redesenhados, grade frontal, rodas de liga leve e tampa do porta-malas. A grade se modernizou com as barras horizontais cromadas. Aliadas ao “V” também cromado inserido no para-choque dianteiro, transmitem certa sofisticação à frente do carro. Na traseira, o para-choque foi reformulado e, agora, passa a impressão de se tratar de um veículo maior e mais robusto. A tampa do porta-malas redesenhada incorpora o porta-placa e destaca a grafia “Linea” de seu puxador cromado. Mas é por dentro que se notam as principais alterações. O painel frontal é todo novo, importado do Punto, e, na versão Absolute, chega na composição de cores bege e preto. No painel, a parte inferior é em plástico bege. Mesmo tom usado no revestimento em couro de parte das portas. Ali também há friso na cor cobre e maçanetas em preto brilhante. Os bancos têm revestimento parcial de couro com costuras bege e logomarca micro perfurada. O NÚMEROS

1.8 16v

O motor é sempre o 1.8 16V flex

132 cv

Potência máxima com etanol

19,9 kgfm Torque máximo com etanol

novo quadro de instrumentos tem iluminação branca, assim como os comandos dos vidros elétricos, rádio e de ar-condicionado. E uma luz guia em leds cria uma sutil borda iluminada no painel frontal e nas portas, que é percebida apenas à noite. O motor é sempre o 1.8 16V de 130/132 cv e torque de 18,4/18,9 kgfm com gasolina/etanol no tanque. O trem de força é completado pela transmissão automatizada de cinco marchas, com possibilidade de trocas manuais a partir de aletas no volante. Na versão Essence, a transmissão é apenas manual. A lista de itens de série do Linea Absolute é extensa. Já sai de fábrica com volante multifuncional em couro, sinalização de frenagem de emergência, regulagem elétrica dos faróis, computador de bordo, faróis de neblina, banco traseiro bipartido, ar-condicionado automático digital com saída para os ocupantes traseiros, computador de bordo, controlador de cruzeiro, vidros, travas e retrovisores elétricos, direção hidráulica, chave canivete com telecomando, sensores traseiros de estacionamento com visualizador gráfico e sistema de áudio baseado no Windows Mobile, operado

O Linea é um carro com visual um tanto quanto comportado.. Sem contar que suas formas mudaram muito pouco desde que foi lançado

por comandos de voz, com porta USB e Bluetooth. O preço é de R$ 66.450. Como opcionais, ainda é pos-

sível adquirir sensores crepuscular e de chuva, retrovisor eletrocrômico, airbags laterais e de cortina, sistema de áudio com

navegador GPS e som hi-fi com subwoofer, que fazem o preço pular para R$ 72.234. Um valor que poderia se justificar pelo

pacote de tecnologia e conforto que oferece. Mas está longe de combinar com um sedã com o porte do Linea.

ignorar os comandos do motorista. Nota 8. ● INTERATIVIDADE – O Linea Absolute tem todos os comandos em lugares previsíveis. O som tem botões em excesso, mas as principais funções são acessadas a partir do eficiente volante multifuncional. E o câmbio dualogic de cinco marchas conta com paddle-shifts para trocas manuais, o que aumenta a diversão de quem prefere dirigir com mais controle sobre a transmissão. Nota 8. ● CONSUMO – O Fiat Linea não participou do Programa de Etiquetagem do InMetro. Durante a avaliação, o modelo registrou média de 6,9 km/l na cidade, abastecido com gasolina. Nota 6. ● CONFORTO – O couro que reveste parcialmente os assentos, portas e volante tem um toque agradável e imperfeições do asfalto quase não são sentidas pelos ocupantes. O isolamento acústico é bom. O espaço

interno não é dos mais generosos. O entre-eixos de 2,60 metros não permite que os ocupantes traseiros desfrutem de muita folga. Nota 7. ● TECNOLOGIA – A configuração Absolute sai de fábrica com volante multifuncional, sinalização de frenagem de emergência, regulagem elétrica dos faróis, computador de bordo, arcondicionado automático digital, controle de cruzeiro, sensores traseiros de estacionamento com visualizador gráfico e sistema de áudio com comando de voz, porta USB e Bluetooth. Ainda aceita como opcionais sensores crepuscular e de chuva, retrovisor eletrocrômico, navegador GPS, som hi-fi com subwoofer e quatro airbags extras, além dos frontais obrigatórios. Nada mal para quem procura um carro que alie conforto e segurança a um bom custo/benefício. Nota 8. ● HABITABILIDADE – Os portaobjetos são pequenos, mas abrigam carteira, celular e outros itens. O por-

ta-malas é capaz de carregar bons 500 litros e essa capacidade pode ser estendida com o banco traseiro rebatido. O ângulo de abertura das portas é bom e é fácil entrar e sair do veículo. Nota 7. ● ACABAMENTO – O revestimento de bancos e da área de toque nas portas é em couro. Há uma quantidade razoável de plástico, mas de boa qualidade e não há folgas aparentes nos encaixes. O uso de preto e bege no interior tenta emprestar uma atmosfera de requinte ao habitáculo, mas este tipo de combinação não é unanimidade. À noite, o contorno em led que ilumina o painel frontal dá charme e um toque de luxo à cabine. Nota 8. ● DESIGN – O Linea é um carro com visual um tanto quanto comportado.. Sem contar que suas formas mudaram muito pouco desde que foi lançado, em 2008. Com isso, a impressão que se tem ao olhar para ele é a de que se trata de um modelo antigo,

próximo à época de ganhar uma nova geração. Coisa que a discreta renovação visual indica que não vai acontecer em menos de dois anos. Nota 6. ● CUSTO/BENEFÍCIO – O Ford Fiesta sedã Titanium 1.6 PowerShift, com transmissão automatizada de dupla embreagem, custa R$ 63.290. Ele não tem GPS nem como opcional, mas traz airbag de joelho, assistente de rampa e controle eletrônico de tração e estabilidade. Já o Honda City, na configuração top EX traz motor 1.5 com transmissão automática de cinco velocidades e começa em R$ 64.990. Mas é bem desfalcado em equipamentos: faltam airbags laterais e de cortina, GPS, sensores de luz e chuva. O Linea é o mais potente de todos e até tem uma boa lista de equipamentos, mas completo custa salgados R$ 72.234. Nota 5. ● TOTAL – O Fiat Linea Absolute somou 71 pontos em 100 possíveis.

PONTO A PONTO ● DESEMPENHO

– O motor 1.8 16V de 132 cv tem um comportamento dinâmico bem interessante. Responde rapidamente às pisadas no acelerador, mesmo em giros mais baixos – o torque máximo de 18,4/18,9 kgfm com gasolina/etanol no tanque só aparece às 4.500 rpm, mas a faixa de trabalho é razoavelmente plana. O Linea se mostra valente em retomadas e trechos de subida. Mesmo quando carrega quatro passageiros. Nota 8. ● ESTABILIDADE – Como a maior parte dos sedãs, o Linea tem a suspensão ajustada para proporcionar conforto aos passageiros, mas mantém também um bom compromisso com a estabilidade. Além de absorver bem os impactos causados pelos buracos típicos das ruas brasileiras, se mantém com as quatro rodas fincadas ao chão. Há rolagens na carroceria à medida em que as curvas são feitas em velocidades maiores, mas em nenhum momento o modelo ameaça

FICHA TÉCNICA

Fiat Linea Absolute Gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.747 cm3, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro e comando simples no cabeçote. Injeção eletrônica multiponto e acelerador eletrônico.

● MOTOR:

Câmbio automatizado com cinco marchas à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle de tração. ● POTÊNCIA: 130 cv com gasolina e 132 cv com etanol a 5.250 rpm. ● TRANSMISSÃO:

máximo: 18,4 kgfm com gasolina e 18,9 kgfm com etanol a 4.500 rpm. ● ACELERAÇÃO 0-100 km/h: 10,3 segundos com gasolina e 9,9 s com etanol. ● VELOCIDADE máxima: 190 km/h com gasolina e 192 km/h com etanol. ● DIÂMETRO e curso: 80,5 mm x 85,8 mm. Taxa de compressão: 11,2:1. ● TORQUE


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VW Cross Up já é vendido na Europa. A versão aventureira tem a carroceria elevada em 15 mm em relação ao Up normal e mas manteve a mesma motorização

AUTOPERFIL

Engarrafamento anunciado Marcas esperam o fim da Copa do Mundo para retomar os lançamentos automotivos em 2014

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Copa do Mundo, ainda mais no Brasil, rouba toda as atenções. Isso fez as fabricantes automotivas adiarem a apresentação de várias novidades. Como o tempo ficou o apertado entre o fim da campanha do hexa e o Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, em outubro, muitos lançamentos vão se concentrar no último trimestre. Mas, segundo o velho paradigma, tempo de mercado é dinheiro. Esperar demais para substituir um modelo que já não tem tanto poder de atração pode ser um mau negócio. Por isso, a Ford decidiu não perder tempo e mostrar o novo Ka logo depois da Copa. Nessa mesma época, chega o Honda Civic reestilizado – um ligeiro face-lift e mudança na oferta de equipamentos. Já a nova geração do sedã compacto City desembarca por aqui apenas em outubro, já colado ao motorshow paulistano. A Renault é outra que só está esperando o apito final na final para passar a vender o novo Sandero. O hatch compacto adotará um visual próximo ao do sedã Logan, que vem sendo muito bem-aceito no mercado. A Volkswagen planeja mostrar o Cross Up, versão aventureira do compacto, como novidade no Salão de São Paulo. A lista de modelos importados de luxo é bem mais farta. E as marcas também não se intimidam tanto com a Copa,

já que não são lançamentos bombásticos de modelos de grande volume. Dois exemplos: apenas em maio, a Kia começa a comercializar o sedã grande Quoris e a Audi inicia as vendas de esportivos como o utilitário RS Q3, o cupê de quatro portas RS 7, o conversível A3 cabriolet e o sedã S3. Em junho, a Porsche traz o SUV médio Macan nas configurações S e Turbo. Já as marcas alemãs mais tradicionais vão deixar para se movimentar depois da Copa. Caso da BMW, que promete os cupês M4 e Série 2 e o compacto “verde” i3. A Mercedes-Benz também planeja mostrar a quarta geração do Classe C e o utilitário GLA – a ideia é aquecer as vendas dos dois para, em 2016, nacionalizar ambos os modelos. Divertidos também são o Fiat 500 Abarth, desenvolvido pelo braço esportivo da marca italiana e importado do México, e a nova geração dos Mini Cooper e Cooper S, com teve medidas ampliadas. Há ainda uma expectativa de que garantam presença no motorshow paulistano dos esportivos Honda Civic Si – em versão cupê –, Ford Fiesta ST e Renault Megane RS. E, como muitas marcas se esforçam para guardar seus trunfos a sete chaves nos dias que antecedem os salões automotivos, é provável que a concorrência no setor seja ainda mais agressiva na reta final de 2014.

NOVIDADES

O que vem por aí ainda em 2014 ● AUDI

– A marca das quatro argolas traz ainda em maio os esportivos RS Q3 e RS 7, seguidos do S3 sedã em junho. Em julho, chega a vez do Brasil ganhar mais um conversível, com o desembarque do A3 Cabriolet no mercado nacional. A capota elétrica se abre ou fecha em 18 segundos e pode ser aberta em velocidades até 50 km/h. O mais provável é que chegue com o propulsor 1.8 TFSI, de 180 cv, que equipa a linha A3 aqui. ● BMW – O segundo semestre vai ser movimentado para a BMW no Brasil. Além da vinda dos cupês M4 e Série 2, a BMW já promete a chegada do elétrico i3. Estrela da marca no último Salão de Frankfurt, o modelo garante autonomia de cerca 160 km, aceleração de zero a 100 km/h em 7,2 segundos e tração traseira. Um prato cheio para quem busca desempenho e uma direção esportiva com emissão zero de poluentes. ● FIAT – A marca italiana deve lançar entre agosto e setembro o Uno reestilizado e começa a importação do 500 Abarth, desenvolvido pelo braço esportivo do grupo Fiat. Importado do México, o subcompacto terá sob o capô um motor 1.4 16V turbo capaz de atingir 162 cv e 23,5 kgfm de torque, com transmissão manual de seis marchas. ● FORD – Todas as atenções da marca americana estão voltadas para o lançamento do novo Ka hatch e sedã. Além de ganhar os traços da atual linguagem visual

da fabricante, o modelo também será responsável pela estréia do novo motor 1.0 litro com três cilindros e duplo comando variável. Ele entrega de 85 cv de potência e 10,7 kgfm de torque, quando abastecido com etanol. Com gasolina, os números são de 80 cv e 10,2 kgfm. ● GEELY – Depois de estrear no Brasil com o sedã médio EC7, a Geely inicia ainda este ano a venda do compacto GC2. Ele deve custar algo em torno de R$ 30 mil e conta com motor flex 1.0. Na China, o seu propulsor 1.0 12V três cilindros a gasolina entrega 68 cv e 9,0 kgfm de torque. No Brasil, o rendimento deve ser um pouco superior a isso. ● HONDA – A marca japonesa deve trazer de volta a versão esportiva do Civic, Si, mas na configuração cupê. Ele seria importado dos Estados Unidos com motor 2.4 16V de 201 cv e 23,4 kgfm de torque. Outro lançamento será a reestilização do Civic, em agosto, que adotará os traços do modelo americano com novos para-choques, grade frontal, faróis e lanternas. Em seguida, as atenções ficam voltadas para o novo City, previsto para outubro. ● JAC – A JAC se prepara para trazer para o mercado nacional seu primeiro utilitário esportivo, o T6. Disposta a conquistar resultados mais expressivos no Brasil, a chinesa vai apresentar o SUV médio no Salão do Automóvel de São Paulo, no último trimestre. O modelo deve custar em torno de R$ 70 mil para

tentar concorrer com as versões de topo de SUV compactos nacionais, como Renault Duster e Ford EcoSport. ● KIA – A coreana já prepara o território para o luxuoso Quoris no país. Mostrado no Salão do Automóvel de São Paulo em 2012, o modelo tem dimensões avantajadas: 5,09 metros de comprimento, 3,04 m de entreeixos e 1,90 m de largura. O motor é um 3.8 V6 que entrega 290 cv. E já no mês seguinte a marca passa a vender também a nova geração do Soul, que ganhou uma plataforma mais larga e comprida. ● LIFAN – Com uma participação ainda muito tímida, a Lifan vai investir em um segmento de maior volume. O sedã compacto 530 vem equipado com motor 1.5 16V a gasolina, com 103 cv de potência e 13,5 kgfm de torque, sempre com transmissão manual de cinco marchas. ● MERCEDES-BENZ – No segundo semestre, desembarca no Brasil o utilitário esportivo GLA – modelo que deve ser nacionalizado em 2016. Outro que segue o mesmo trajeto é o Classe C da quarta geração. O sedã ficou cerca de 100 kg mais leve e o visual segue a nova identidade da fabricante. Os motores são os mesmos da geração atual: 1.6 turbo de 156 cv e 2.0 turbo com 184 cv ou 204 cv. A transmissão é sempre a automatizada com dupla embreagem e sete velocidades. ● MINI – A nova geração do Cooper aparece com dimensões maiores

e novos motores. Eles passam a ser empurrado por um propulsor turbo 1.5 litro de 3 cilindros e 136 cv e 2.0 litros de 4 cilindros e 192 cv, para a versão S. ● PORSCHE – A maior novidade da Porsche no último triênio, o SUV médio Macan, desembarca no Brasil nas versões S e Turbo. Os motores são V6 biturbo, sendo um 3.0 de 340 cv e um 3.6 de 400 cv. A tração é sempre integral e o câmbio de dupla embreagem e sete marchas. Há chances ainda de algumas unidades do superesportivo 918 Spyder estar disponível para encomendas, mas o volume é para se contar nos dedos. ● RENAULT – Além do novo Sandero, que acompanha o visual do Logan, a marca francesa pretende importar o SUV compacto Captur, para brigar no andar de cima do segmento. Quem também pode ser trazido da França é o apimentado Megane R.S., um hatch médio com motor 2.0 turbo, semelhante ao usado no Fluence, mas configurado para render 225 cv, ou 45 cv a mais que no sedã médio. ● VOLKSWAGEN – A Volkswagen tem poucas novidades. A linha Fox vai passar por uma reestilização logo depois da Copa e, na época do Salão de São Paulo, chega ao mercado o Cross Up, que já é vendido na Europa. A versão aventureira tem a carroceria elevada em 15 mm em relação ao Up normal, mas manteve a mesma motorização.


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Macaé, quarta-feira, 25 de junho de 2014 FOTOS DIVULGAÇÃO

Visualmente, ela é parecida com a naked N. Mas traz alguns detalhes que a diferenciam, como o número seis em destaque na parte carenada

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Fator de atração Com a edição especial SP, linha 2015 da XJ6 engrossa vendas da Yamaha no segmento de 600 cilindradas

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Yamaha é a segunda fabricante que mais vende motocicletas no Brasil – só perde para a compatriota Honda. Mas, nos últimos meses, a marca do diapasão fez “chover” no segmento de 600 cc. Até maio, a linha XJ6 emplacou 1.782 unidades – destaques para os meses de março, com 489 vendas, e abril, com 473. Esses resultados fizeram a diferença para a “intocável” gama 600 da Honda – que conta com a best-seller CB600 F Hornet e a CBR 600F – ficar em apenas 103 motos até o final de maio. Em termos de comparação, no acumulado dos cinco primeiros meses de 2013, esse número estava em 549 modelos – de acordo com a Abraciclo, associação que reúne os fabricantes de motos. E um dos motivos para essa ascensão da XJ6 pode ter sido a chegada, em março último, da

linha 2015, que veio com uma novidade. Além das tradicionais versões F e N, a Yamaha trouxe uma edição especial batizada de SP. Visualmente, ela é parecida com a naked N. Mas traz alguns detalhes que a diferenciam, como o número seis em destaque na parte carenada – em alusão a modelos de corrida – e as tomadas de ar e suporte do farol com aspecto de fibra de carbono. A parte mecânica é capitaneada pelo motor quatro cilindros de 600 cc, arrefecido a líquido e com duplo comando no cabeçote. Ele é capaz de produzir 77,5 cv de potência a 10 mil rpm e 6,1 kgfm de torque a 8.500 giros. O propulsor vem associado a uma câmbio manual de seis marchas. O resultado dessa combinação é uma aceleração de zero a 100 km/h em 4,5 segundos. Com toda essa dinâmica, a Yamaha instalou freios duplos a disco

FICHA TÉCNICA

Yamaha XJ6 N SP ● MOTOR:

Gasolina, quatro tempos, 600 cm3, quatro cilindros, quatro válvulas por cilindro, comando duplo no cabeçote e refrigeração a água. ● CÂMBIO: Manual de seis marchas com transmissão por corrente.

● POTÊNCIA

máxima: 77,5 cv a 10 mil rpm. ● TORQUE máximo: 6,1 a 8.500 giros. ● DIÂMETRO e curso: 65,5 mm X 44,5 mm. ● TAXA de compressão: 12,2:1 ● SUSPENSÃO: Dianteira por garfo

de 298 mm na dianteira e 245 mm na traseira. Outro destaque da XJ6 N SP é o escapamento. Ele termina em uma pequena ponteira localizada sob o motor, onde está alojado o abafador e o catalisador. De acordo com a Yamaha, isso melhora o centro de gravidade e potencializa a pilotagem, além de conferir um “ronquinho” mais robusto. A naked é bem equipada e vem com banco bipartido – para exaltar a esportividade – e guidão regulável, Já o painel de instrumentos traz conta-giros analógico e velocímetro digital, além de diversas funções e luzes-espia, incluindo a indicativa do sistema imobilizador. Disponível nas cores cinza e branco, a XJ6 N SP custa a partir de R$ 29.490 e R$ 32.590 quando equipada com freios ABS – outra adição da nova linha.

telescópico com curso de 130 mm. Traseira com braço oscilante e curso ajustável de 130 mm. ● PNEUS: 120/70 R17 na frente e 160/60 R17 atrás. ● FREIOS: Disco duplo na frente e atrás. ● DIMENSÕES: 2,12 metros de comprimento total, 0,77 m de largura, 1,08 m de altura, 1,44 m de distância entre-eixos e 0,78 m de altura do assento.

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