MACAÉ (RJ), QUARTA-FEIRA, 22 DE JANEIRO DE 2014 • ANO XXXVII • Nº 8301 • FUNDADOR/DIRETOR: OSCAR PIRES • NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE
Honda em Rio das Ostras, só a Hayasa tem! 14 anos de mercado, sendo a única concessionária Honda em Rio das Ostras Pág. 3 VITRINE
TESTE
DIVULGAÇÃO
DIVULGAÇÃO
Sopro de vitalidade
Citroën injeta tecnologia e potência no C4 Lounge turbo para ressurgir no segmento de sedãs médios
A
Citroën aposta alto no C4 Lounge. O sedã, lançado em agosto, tem a missão de substituir o antigo C4 Pallas que, com seis anos de mercado, já tinha perdido o fôlego. Nessa função, o modelo até foi bem: quase tripli-
cou os emplacamentos do antecessor, com cerca de 900 carros nos primeiros dois meses cheios de comercialização. Mas o resultado ainda ficou abaixo das 1.500 unidades mensais profetizadas pela Citroën no lançamento – que
seria o mesmo volume alcançado pelo C4 Pallas no auge de vendas. Há pelo menos uma boa justificativa para esse desempenho: o segmento de sedãs médios tem atualmente uma concorrência feroz. Pág. 14
Coração leve Na pista de Balocco, na Itália, Alfa Romeo 4C esbanja a sua instigante combinação de motor turbo com baixo peso Pág. 6
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AUTOTAL
FIAT
Escorpião a caminho Esperado já há algum tempo no Brasil, a Fiat trará o 500 Abarth até o final de 2014. Com fabricação prevista para o México – assim como toda a gama do hatch vendida no país –, o subcompacto deve, inclusive, ser equipado com o mesmo conjunto mecânico utilizado
NISSAN
na Europa, um propulsor 1.4 16V MultiAir capaz de atingir 162 cv de potência, bem acima dos 100 cv que suas versões de topo entregam atualmente. O hatch tem uma pegada esportiva que vai além do desempenho. Faixas laterais, retrovisores na cor vermelha,
A cara do futuro
Para ampliar os negócios
D
isposta a se renovar e ampliar seu espaço no mercado brasileiro, a Lifan já prepara o lançamento de dois novos veículos neste primeiro semestre de 2014. Até o final de maio, a marca chinesa deve trazer o sedã compacto 530, que é equipado com motor 1.5 a gasolina com 16 válvulas e comando varável. O carro atinge 103 cv
de potência máxima a 6.000 rpm e torque de 13,5 kgfm a 3.500 rpm. Já a transmissão é manual de 5 marchas. O 530 tem disponível um pacote de equipamentos generoso, que segue o mesmo padrão do SUV X60. Entre eles, ar-condicionado, trio-elétrico (vidros, travas e ajuste dos espelhos retrovisores), duplo airbag, direção elétrica e freios
ABS nas quatro rodas. Mas, antes dele, a marca pretende lançar a picape Foison, que tem motor 1.3 a gasolina com injeção eletrônica e desenvolve 85 cv de potência e 11,3 kgfm de torque. O utilitário chega na versão cabine simples com caçamba de aço para carregar até 800 kg carga. A Foison terá direção elétrica e ar-condicionado como opcionais.
A Nissan apresentou no Salão de Detroit seu conceito Nissan Sport Sedan, que influenciará futuros modelos da marca. Com uma enorme grade em V, faróis em formato de bumerangue e teto composto de vidro, o carro entrega algumas das características que devem ser empregadas na oitava geração do Nissan Maxima, previsto para ser lançado nos Estados Unidos em 2015. Com medidas que alcançam 4,87 metros de comprimento, 1,91 m de largura, 1,37 m de altura e distância entre-eixos de 2,82 metros, o conceito conta com o motor 3.5 V6 a gasolina com 300 cv de potência e funciona com transmissão automática do tipo CVT. No interior, chamam atenção os gráficos do estofamento em forma de diamante e detalhes metálicos contrastantes.
rodas de 16 polegadas, pneus de perfil baixo e dupla saída de escape são alguns dos traços que realçam isso. Sobre valores, porém, não há qualquer tipo de confirmação. Atualmente, o modelo mais caro da linha 500 é o Cabrio, que sai das concessionárias por R$ 62 mil.
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Honda em Rio das Ostras... só a Hayasa tem! Na Hayasa você encontra os Seminovos Prime, uma possibilidade de adquirir veículos de outras marcas, sob o aval Hayasa
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anos de mercado, 4 lojas, sendo a única concessionária Honda em Rio das Ostras,a Hayasa hoje conta com filiais em Petrópolis, Teresópolis e Niterói. Inaugurada em Rio das Ostras no mês de maio de 2009 na ZEN – Zona Especial de Negócios, a Hayasa está sempre comprometidacom a excelência na comercialização de veículos novos e usados, oferecendo serviços de alta qualidade técnica, profissionais treinados, aliado aos mais modernos equipamentos disponíveis no mercado, junto ao completo estoque de peças originais Honda. Nossa assistência técnica oferece aos clientes serviços realizados de acordo com os rígidos padrões Honda de qualidade, executado por profissionais preparados na fábrica, utilizando peças genuínas e equipamentos de última geração. Além disso, temos os programas “Honda Conduz, O Frotis-
ta e Pro Driver” criados pela Honda pensando em atender a necessidade de todos os seus clientes e proporcionar maior satisfação ao seu público. Na Honda Hayasa você encontra os Seminovos Prime, uma possibilidade de adquirir veículos de outras marcas, sob o aval Hayasa. É por isso que contamos hoje com umextenso quadro funcional. Nossos colaboradores estãopreparados para proporcionar satisfação, tranqüilidade, conforto e segurança aos nossos clientes. Venha nos visitar! › RIO das Ostras - Rua do
Engenheiro s/n - Mar do Norte (ZEN) - (22) 3321-8600 › NITERÓI-ESTRADA Francisco da Cruz Nunes, 600 - Pendotiba (21)2616-9600 › PETRÓPOLIS - Rua Coronel Veiga, 1520 - Quitandinha - (24) 22499600 › TERESÓPOLIS - Av. Feliciano Sodré 829 - Várzea - (21) 2008-0600
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Coração leve
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O 4C é o primeiro carro da Alfa Romeo com pretensões globais em quase duas décadas. E tem o rejuvenescimento da marca com uma das principais missões. Uma das armas do 4C para inserir a Alfa Romeo no público jovem é o design
Na pista de Balocco, na Itália, Alfa Romeo 4C esbanja a sua instigante combinação de motor turbo com baixo peso POR MICHAEL FIGUEREDO Autopress
A
Alfa Romeo andava um pouco esquecida nos últimos anos. Apesar da marca ter um grande número de fãs no mundo inteiro, a gama recente da fabricante italiana se resumia basicamente a modelos derivados de carros da Fiat – casos dos hatches MiTo e Giulietta, baseados no Punto e no Bravo, respectivamente. Mas a marca do “cuore sportivo” entendeu que era hora de mudar essa realidade. E quando decidiu fazer algo “do zero”, criou um conjunto instigante. O resultado é o esportivo 4C, com tração traseira, motor central de 1.75 litro turbo e 240 cv de potência para empurrar menos de 900 kg. Lançado primeiramente na Europa, o 4C é o primeiro carro da Alfa Romeo com pretensões globais em quase duas décadas. E tem o rejuvenescimento da marca com uma das principais missões. Uma das armas do 4C para inserir a Alfa Romeo no público jovem é o design. Por fora, o esportivo é bem parecido com o protótipo mostrado no Salão de Genebra, em março deste ano. O capô tem dois marcantes vincos que se unem na parte inferior do para-choque e desenham uma espécie de triângulo invertido. Ali está a tradicional grade da Alfa Romeo – o tal “cuore sportivo” – cercada por outras grandes tomadas de ar em cada lado. O perfil esguio se caracteriza pelas pronunciadas caixas das rodas traseiras, que também abrigam entradas de ar e dão a impressão de força justamente onde está a tração do carro. Atrás, a superfície “musculosa”, as lanternas redondas e a luz de freio na tampa que cobre motor e o pequeno porta-malas misturam visual antigo e novo. O trem de força é outro bom argumento do 4C. O propulsor é um quatro cilindros – daí o nome do carro, como no caso do 8C, um esportivo de oito cilindros dos anos 30 que teve uma “reencarnação moderna” produzida entre 2007 e 2010.
O motor turbo a gasolina com injeção direta tem 1.750 cm³, volume de deslocamento clássico da Alfa Romeo, e entrega 240 cv de potência. O torque, de 35,7 kgfm, é constante entre 2.100 e 4 mil rpm. A transmissão é automatizada de dupla embreagem de seis velocidades. O conjunto permite ao 4C acelerar de zero a 100 km/h em 4,5 segundos e chegar até a máxima de 258 km/h. O propulsor, aliás, não tem muito trabalho para mover o carro. A construção do esportivo privilegiou o baixo peso. O chassi é feito de fibra de carbono, enquanto o alumínio foi utilizado em estruturas dianteiras, traseiras e no teto do 4C. Os vidros também contribuem para a leveza do esportivo italiano. Segundo a Alfa Romeo, eles pesam até 15% menos que os convencionais. Com isso, o 4C chegou à marca dos 895 kg em ordem de marcha, distribuídos em 3,98 metros de comprimento, 2,09 m de largura, 1,18 m de altura e 2,40 m de distância entre-eixos. O peso reduzido contribui ainda para a economia de combustível. Segundo a fabricante, o consumo é de 14,7 km/l. A busca pela redução de peso também afetou o interior do 4C. A Alfa Romeo introduziu apenas o necessário dentro do carro. O painel é todo em plástico rígido sem qualquer revestimento. Não há tapetes – apenas um carpete que reveste o assoalho – e nem mesmo porta-luvas. O carro também não conta com alguns sistemas oferecidos pela maioria dos carros vendidos na Europa. Caso da direção com assistência elétrica, dos sensores de estacionamento e dos ajustes elétricos dos bancos. Esses e outros equipamentos de conforto e conveniência devem ser oferecidos na versão que irá para os Estados Unidos a partir do ano que vem, mercado que será crucial para as pretensões da Alfa Romeo. Por enquanto, apenas os europeus poderão contar com o cupê. Na Europa, o 4C custará 60 mil euros, o equivalente a R$ 180 mil.
Doce vigor Verdade seja dita. O Alfa Romeo é um cupê muito mais para ser pilotado do que dirigido. Manobrar, por exemplo, é tarefa complicada. Pouco se vê pelo parabrisa traseiro. Mas nem por isso o novo “cuore sportivo” decepcionou. Basta girar a chave na ignição para se apaixonar pelo barulho do motor e, imediatamente, sentir uma incontrolável vontade de pisar no pedal da direita até o fundo. A aceleração é ágil, progressiva, e as trocas de marchas são quase imperceptíveis. O 4C não conta com qualquer assistência à direção. A ausência dos sistemas, no entanto, não interfere no conforto. O volante – revestido em couro e com base achatada – é bastante leve e responde com grande precisão
às correções. A suspensão também é muito bem equilibrada. Mesmo durante uma tocada do jeito agressivo que o “circuito di Balocco” pede, a carroceria não rola. O sistema de freios também deixou excelente impressão e transmite segurança ao condutor. O desempenho do 4C fica ainda mais animador com a seleção do modo Dynamic. As relações das marchas ficam mais longas e o barulho ainda mais instigante. O carro não é dos mais versáteis. O Alfa Romeo 4C é um esportivo, não um carro indicado para qualquer situação, como o uso cotidiano. Mas ainda assim é difícil imaginar que algum comprador se arrependa caso o escolha. Pelo menos para os finais de semana a diversão estará garantida.
NÚMEROS
1.75 L
turbo para empurrar menos de 900 kg
240 cv 35,7 kgfm potência máxima
de torque máximo
FICHA TÉCNICA
Alfa Romeo 4C › MOTOR: A gasolina, central-
traseiro, longitudinal, 1.750 cm3, biturbo, quatro cilindros em linha, com quatro válvulas por cilindro, duplo comando no cabeçote, duplo comando variável de válvulas. Injeção direta e acelerador eletrônico. › TRANSMISSÃO: Câmbio automatizado de dupla embreagem com seis marchas à frente e uma a ré. Tração traseira. Oferece controle eletrônico de tração. › POTÊNCIA máxima: 240 cv a 6 mil rpm. › TORQUE máximo: 35,7 kgfm entre 2.100 rpm e 4 mil rpm. › ACELERAÇÃO 0-100 km/h: 4,5 segundos. › VELOCIDADE máxima: 258 km/h. › DIÂMETRO e curso: 83,0 mm x 80,5 mm. › SUSPENSÃO: Dianteira independente do tipo double wishbone. Traseira independentes do tipo McPherson. Oferece controle eletrônico de estabilidade.
› PNEUS: 205/45 R17 na frente e
235/40 R18 atrás. › FREIOS: Discos ventilados na frente e atrás. Oferece ABS. › CARROCERIA: Cupê em monobloco de fibra de carbono com duas portas e dois lugares. Com 3,98 metros de comprimento, 2,09 m de largura, 1,18 m de altura e 2,40 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais e de cortina. › PESO: 895 kg. › PRODUÇÃO: Modena, Itália.
› LANÇAMENTO: 2013 › ITENS de série: Airbags frontais, freios ABS, controle de estabilidade ESP, seletor de modo de direção DNA, câmbio automatizado TCT com comandos no volante, predisposição para rádio, pedaleiras em alumínio, volante com regulagem de altura e profundidade, vidros, travas e retrovisores elétricos. › PREÇO na Europa: 53 mil euros, cerca de R$ 170 mil.
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O superesportivo da Porsche usa um sistema com dois motores elétricos: um, de 127 cv, move exclusivamente as rodas dianteiras. O segundo, de 156 cv, trabalha em conjunto com o V8 de 4.6 litros de 616 cv e atua apenas nas rodas traseiras. O total de 899 cv e exorbitantes 127 kgfm de torque
AUTOMUNDO
Superesportivos: reforço energético
Fabricantes recorrem a motores híbridos para aliar desempenho e eficiência em novos superesportivos
N
em só de intenções “verdes” vivem os modelos híbridos. Ao combinar poderosos motores de combustão interna com sistemas de propulsão elétrica eficientes, alguns fabricantes – famosos pela falta de preocupação com consumo – buscam dar mais agressividade a seus modelos, atrás de potência e performance – e também se adequar às cada vez mais limitantes normas de emissões. Era, de fato, apenas questão de tempo para o uso da eletricidade resultar em propostas bem menos comportadas. Os híbridos esportivos têm usado, basicamente, dois tipos de motorização. Uma é o híbrido em paralelo, que é a alternativa mais “simples”, com o motor elétrico funcionando sozinho ou em conjunto com o a combustão, e a energia armazenada em baterias – num arranjo semelhante ao dos hí-
bridos “econômicos”. Outro é o sofisticado sistema Kers – como o dos bólidos de Fórmula 1 –, que armazena energia das frenagens e devolve em torque nos momentos de aceleração ou retomada. No último Salão de Frankfurt, BMW, Audi e Honda apresentaram seus novos esportivos i8, Sport Quattro e NSX com seus respectivos sistema híbridos. Mas outros “hiperesportivos” já haviam explorado esta combinação. A Ferrari LaFerrari, por exemplo, tem um motor elétrico que adiciona 163 cv ao já poderoso V12 de 6.3 litros e 800 cv de potência. Com 963 cv e 90 kgfm de torque enviados às rodas traseiras, ela é a virtual sucessora da Enzo e o carro de rua mais potente já feito pela fabricante italiana. Segundo a Ferrari, com este conjunto ela é capaz de acelerar zero a 100 km/h em menos de três segundos e ultrapassar
350 km/h. Serão somente 499 unidades fabricadas e o preço estimado deve ser superior a R$ 3,6 milhões no mercado europeu. A inglesa McLaren também apostou numa tecnologia semelhante para empurrar o P1, concorrente direto do LaFerrari e também sucessor o mítico F1. O bólido utiliza o mesmo V8 turbo de 3.8 litros do modelo “de entrada” MP412C, mas amplamente revisado para render 739 cv. Acoplado a ele, um sistema Kers adiciona outros 178 cv para chegar a 917 cv. No P1, o sistema híbrido tem função econômica. Ele pode ser dirigido por até 20 km – a uma velocidade constante de 50 km/h – em modo totalmente elétrico graças às compactas baterias de íons de lítio de alta densidade instaladas entre o habitáculo e o motor central-traseiro. Os números são semelhantes aos do
LaFerrari: zero a 100 km/h em menos de 3 segundos, máxima de 350 km/h e preço perto de R$ 3,5 milhões por lá. A Porsche, no entanto, havia adotado estratégia diferente em seu 918 Spyder. O superesportivo alemão usa um sistema com dois motores elétricos: um, de 127 cv, move exclusivamente as rodas dianteiras. O segundo, de 156 cv, trabalha em conjunto com o V8 de 4.6 litros de 616 cv e atua apenas nas rodas traseiras. O total de 899 cv e exorbitantes 127 kgfm de torque são capazes de fazer o 918 Spyder acelerar de zero a 100 km/h em 2,8 segundos e ir aos 340 km/h. Mesmo com todo esse poder, ele ainda é capaz de rodar cerca de 30 km/l em modo normal ou percorrer 32 km em modo totalmente elétrico – e também chegar a 150 km/h apenas com a carga das baterias. As emissões de poluentes ficam nos 79 g/km
de CO2, bem menos que os 330 g/km divulgados pela Ferrari, por exemplo. O Porsche, no entanto, é o mais “barato” do trio super poderoso e deve custar cerca de R$ 1,2 milhão para os europeus. Já a intenção da BMW com seu novo i8 é manter a pegada esportiva mesmo em sua linha de modelos energeticamente eficientes. Ele usa um propulsor 1.5 litro turbo de três cilindros, com 234 cv e 32,6 kgfm de torque para mover as rodas traseiras e um motor elétrico com 132 cv responsável pela tração nas rodas da frente. São dois câmbios, ambos automáticos, com seis marchas para as rodas traseiras e duas para as dianteiras. Esse pacote leva o i8 aos 100 km/h em 4,4 segundos e consegue um consumo médio de 40 km/l – além de apenas 25 g/km de CO2 emitidos. O preço é bem razoável: 106 mil euros, cerca de R$ 320 mil, no
mercado europeu. Já a Honda, ao reviver o NSX, apelou para um sistema chamado de SH-AWD. A marca japonesa ainda não revelou maiores detalhes, mas estimase que ele combine um motor a combustão com 450 cv que aciona as rodas traseiras e um elétrico de cerca de 110 cv para mover as rodas da frente. Enquanto isso, a Audi criou o Sport Quattro, outro revelado em Frankfurt, com o conhecido V8 biturbo de 560 cv acoplado a um elétrico de 150 cv, totalizando 710 cv. É capaz de acelerar de zero a 100 km/h em 3,7 km/h e chegar à máxima de 304 km/h. Considerando que o Sport Quattro pesa 1.850 kg em função das baterias, é impressionante. Isso mostra que a virada para a propulsão híbrida não deve matar os esportivos, e sim garantir sua sobrevivência em tempos de leis antipoluição cada vez mais rígidas.
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CHERY
Fim da linha A partir do dia 1º de fevereiro de 2014, a montadora chinesa Chery irá encerrar as vendas dos modelos S18 e Cielo em todo o território nacional. O anúncio foi feito através de um comunicado oficial e faz parte da nova estratégia de mercado da fabricante, que visa priorizar os
Nova geração do Fit A
Honda estreou no Salão de Detroit uma nova versão do Honda Fit. O modelo já havia sido mostrado há alguns meses no Japão, mas essa versão é voltada para o mercado da América do Norte. O modelo começará a ser produzido em breve, no México, na cidade de Celaya, em Guanajuato, onde fica a nova fábrica da montadora japonesa. A ex-
pectativa é produzir 200 mil unidades por ano. A principal novidade é que o carro está mais espaçoso internamente, beneficiando quem viaja no banco traseiro, pois o espaço para as pernas dos ocupantes foi priorizado. Sua motorização é 1.5l, quatro cilindros e injeção direta de combustível. A potência é de 130 cv, 13 cv a mais do que a versão anterior, a transmissão é manual de seis
velocidades ou transmissão variável da Honda. A versão brasileira do Fit 2015 começa a ser fabricada no final do primeiro semestre em Sumaré (SP) e será lançada ainda este ano. Como a versão americana do novo Honda Fit não mudou muito em relação ao modelo japonês, lançado no ano passado, acredita-se que o Fit nacional também não deve ser muito diferente.
ASTON MARTIN
Sustentável leveza A Aston Martin está se tornando famosa por criar alguns conversíveis de estética memorável.O último da linhagem foi apresentado esta semana: o Vanquish Volante. O novo conversível topo de linha da empresa inglesa é o primeiro com carroceria completamente feita em fibra de carbono. Assim, mesmo trazendo os reforços estruturais indispensáveis a um descapo-
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tável, o Volante pesa apenas 9 kg a mais que o cupê em que é baseado – são 1.844 kg no total. As melhorias de arquitetura e mecânicas fazem do Vanquish Volante um carro 14% mais rígido e com porta-malas 50% maior do que o do antecessor, o DBS Volante. Outra maneira de reduzir peso foi a adoção do teto de lona, bem mais leve que o rígido. Feito com material macio de tripla camada, ele
pode ser rebaixado ou levantado em 14 segundos. No resto, o conversível é quase idêntico ao Vanquish fechado. O motor V12 de 6.0 litros se manteve inalterado. Ele gera 573 cv e 63,2 kgfm de torque e é aliado a uma transmissão automática de seis velocidades. O belo conversível atinge os primeiros 100 km/h em 4,1 segundos e atinge 284 km/h de velocidade máxima.
modelos produzidos em solo brasileiro na sua nova fábrica em Jacareí (SP). Ainda no comunicado, a montadora explica que, mesmo com o fim da comercialização do S18 e do Cielo, os usuários dos veículos continuarão desde os serviços de pós-vendas e até manutenção
preventiva, pelo tempo que for necessário. Com essa decisão, o modelo deverá sofrer uma considerável desvalorização. O compacto médio Cielo chegou ao Brasil em 2009 e o S18 está presente no mercado desde 2012, além disso, foi o primeiro carro flex chinês a ser vendido no país.
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O sedã é recheado de equipamentos interessantes como arcondicionado automático de duas zonas e faróis de xenon direcionais. O isolamento acústico é dos melhores e mal se ouve o motor ou ruídos externos – mesmo com o carro em velocidade de cruzeiro
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Sopro de vitalidade
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Citroën injeta tecnologia e potência no C4 Lounge turbo para ressurgir no segmento de sedãs médios POR IGOR MACÁRIO Autopress
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Citroën aposta alto no C4 Lounge. O sedã, lançado em agosto, tem a missão de substituir o antigo C4 Pallas que, com seis anos de mercado, já tinha perdido o fôlego. Nessa função, o modelo até foi bem: quase triplicou os emplacamentos do antecessor, com cerca de 900 carros nos primeiros dois meses cheios de comercialização. Mas o resultado ainda ficou abaixo das 1.500 unidades mensais profetizadas pela Citroën no lançamento – que seria o mesmo volume alcançado pelo C4 Pallas no auge de vendas. Há pelo menos uma boa justificativa para esse desempenho: o segmento de sedãs médios tem atualmente uma concorrência feroz. Por outro lado, o Lounge é um carro de preço atraente. Começa em R$ 60.990 e chega a R$ 78.690 na Exclusive THP completa – preço relativamente inferior aos das versões topo dos principais. A configuração mais cara, que responde por 20% das vendas do Lounge, se apoia ainda no belo design, no bom conteúdo tecnológico e no desempenho conviencente fornecido pelo motor THP. Este propulsor 1.6 16V, turbo de alta pressão, segue movido apenas a gasolina, com 165 cv a 6 mil rpm e 24,5 kgfm a baixas 1.400 rotações. Ele é casado sempre com a transmissão automática de seis marchas. O conjunto é suficiente para levar o sedã de zero a 100 km/h em bons 8,8 segundos e à máxima de 214 km/h. Esse motor é usado por diversos modelos da PSA Peugeot Citroën, como os DS3, DS4, DS5,
Peugeot 3008, 508, RCZ e ainda na versão mais cara do rival 408. Além dos carros do grupo francês, o propulsor funciona sob o capô dos Mini e dos BMW mais baratos, como os 116 e 118i, além do recém lançado 316i. Na conversão do hatch francês C4 em sedã – que não é comercializado na Europa –, a equipe de design da marca conseguiu um resultado interessante. Até a coluna central, o modelo é igual ao hatch e, a partir daí, a porta é alongada e o entre-eixos esticado. A adição do terceiro volume não deturpou a harmonia das linhas originais. O vidro de trás é côncavo, recurso usado também no médio-grande C5, modelo no qual o Lounge é claramente inspirado. As proporções são corretas e o desenho final tem personalidade própria. A frente é marcada pela grade dianteira, que desenha o emblema da Citroën no centro, e pelos faróis grandes, repuxados para as laterais – num arranjo semelhante ao do visto nos carros da linha DS, mais luxuosa. O C4 Lounge Exclusive é muito bem equipado de série. A versão com motor turbo incorpora itens importantes em relação à Exclusive com motor 2.0, como sensores
de ponto cego, painel com iluminação personalizável e a tela de 7 polegadas que inclui GPS e câmara de ré. Além disso, a Exclusive THP é a única que pode receber opcionalmente teto solar elétrico e faróis de xenônio. De resto, ar-condicionado automático de duas zonas, bancos em couro, airbags frontais, laterais e de cortina, controle de estabilidade ESP e partida por botão são de série em todos os Exclusive. Completo, ele custa R$ 83.280 e mira os conterrâneos Peugeot 408 THP, com exatamente o mesmo conjunto mecânico e preço de R$ 78.590, e Renault Fluence Privilège de R$ 83.799 com motor 2.0 litros de 143 cv e câmbio automá-
tico CVT. Os líderes do segmento, Honda Civic EXR e Toyota Corolla Altis custam mais, R$ 83.990 e R$ 85.890 respectivamente. Todos usam propulsores 2.0 litros, mas apresentam desempenhos mais modestos que o Citroën. Assim como o terceiro mais vendido, o Chevrolet Cruze, que conta apenas com motor 1.8 de 140 cv e sai, na versão top, a R$ 83.190. As exceções são o Volkswagen Jetta Highline TSI, com motor 2.0 turbo de 211 cv e preço completo de R$ 105.652, e o Ford Focus Titanium sedã e seu motor 2.0 litro com injeção direta e 178 cv, de preço de R$ 90.990. A briga pelo topo é acirrada.
FICHA TÉCNICA
Lounge THP, mas o computador de bordo acusou média de 7,5 km/l de gasolina em ciclo urbano e 12,3 km/l em ciclo rodoviário. Nota 6. Conforto – O acerto mais rígido que dá ao sedã um bom comportamento dinâmico tira pontos do modelo no conforto de marcha. No entanto, o isolamento acústico é muito bom – mesmo em velocidades elevadas, pouco se ouve motor ou vento. Os bancos têm densidade firme, boa para horas a bordo do carro, e os revestimentos são sempre agradáveis ao toque. Quatro passageiros viajam com bastante espaço disponível e mesmo um terceiro ocupante atrás não viaja com aperto. Nota 8. Tecnologia – O C4 Lounge é construído sobre a plataforma PF2 da segunda geração do C4 hatch francês, lançado na Europa no fim de 2010. A base, no entanto, é uma
evolução da usada no primeiro C4 e já está sendo substituída na Europa pela modular EMP2, do novo Peugeot 308. O motor da versão topo é o badalado 1.6 litro THP, desenvolvido numa parceria entre a PSA e a BMW. Há sistemas de segurança importantes, como seis airbags e controles de estabilidade e tração de série, assim como monitor de ponto cego. Nota 8. Habitabilidade – As dimensões generosas do habitáculo facilitam o uso do carro no dia-a-dia. As portas são grandes e com bom ângulo de abertura. O porta-malas acomoda 450 litros e pode ser expandido com o rebatimento do banco traseiro. No entanto, o interior merecia mais porta-objetos. O vão sob o apoia-braço central é raso e à frente da alavanca de câmbio há apenas um pequeno porta-trecos. Na prática, somente os bolsões das portas ou o
porta-luvas cavernoso são realmente úteis. Nota 7. Acabamento – A impressão inicial da cabine é boa. O alto do painel é emborrachado e os materiais usados em geral são de qualidade. No entanto, em regiões menos visíveis do interior, os plásticos são simples demais e contrastam com o padrão adotado no restante. Nota 8. Design – A Citroën conseguiu um resultado feliz ao criar a versão sedã do C4. O visual manteve a harmonia das linhas, sem que o terceiro volume pareça um mero enxerto. Os traços são elegantes e o uso contido de cromados dá um toque de sofisticação ao conjunto. Nota 8. Custo/benefício – Na briga acirrada entre os sedãs médios, a Citroën oferece um conjunto equilibrado e ainda atual com o C4 Lounge. A versão topo Exclusive THP é bem
NÚMEROS
1.6 16v
propulsor 1.6 16v, turbo de alta pressão
165 cv 24,5 kgfm de potência máxima
a baixas 1.400 rotações
Ponto a ponto Desempenho – Os 165 cv produzidos pelo valente 1.6 THP são bem suficientes para empurrar os 1.512 kg do C4 top sem esforço aparente. A aceleração de zero a 100 km/h ocorre em bons 8,8 segundos e a máxima chega aos 214 km/h. O propulsor consegue tirar o carro da inércia sem dificuldade, tem retomadas consistentes e dá leveza ao conjunto. O câmbio automático de seis marchas tem atuação correta para tirar o melhor do motor. O torque e 24,5 kgfm aparece pleno já a baixas 1.400 rotações e confere vitalidade ao sedã. Nota 9. Estabilidade – A suspensão firme do C4 Lounge cumpre bem o trabalho de controlar os movimentos da carroceria e honra as boas tradições da marca nesse quesito. O comportamento é bem neutro, embora a frente tenha alguma tendência de
escapar, rapidamente controlada pelo ESP. A direção tem boa relação com as rodas e peso correto, com boa sensação de segurança. O conjunto é bem acertado e até aceita uma tocada mais agressiva sem perder a compostura. Nota 8. Interatividade – É possível encontrar facilmente a melhor posição de dirigir no C4 Lounge – apesar do volante ter um tamanho um tanto exagerado. Todos os comandos vitais estão bem posicionados e apenas o console central confunde quem utiliza o carro pela primeira vez. A quantidade de botões é grande e a configuração do GPS e do sistema de som, por exemplo, é um tanto complicada. Uma tela sensível ao toque facilitaria bastante a interação com o sistema. Nota 7. Consumo – O InMetro não testou nenhuma unidade do Citroën C4
C4 Lounge Exclusive THP › MOTOR: Gasolina, dianteiro,
transversal, 1.598 cm 3, turbo com intercooler, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro. Comando duplo de válvulas no cabeçote com sistema de variação de abertura na admissão e escape. Injeção eletrônica multiponto e acelerador eletrônico. › TRANSMISSÃO: Câmbio automático de seis marchas à frente e uma a ré.. Tração dianteira. Oferece controle de tração. › POTÊNCIA máxima: 165 cv a 6 mil rpm. › TORQUE máximo: 24,5 kgfm a 1.400 rpm. › ACELERAÇÃO 0-100 km/h: 8,8 segundos. › VELOCIDADE máxima: 214 km/h. › DIÂMETRO e curso: 77,0 mm x 85,8 mm. Taxa de compressão: 11,0:1. › SUSPENSÃO: Dianteiro tipo pseudo McPherson e traseira com travessa deformável. Molas helicoidais, amortecedores hidráulicos pressurizados à gás e barra estabilizadora nos dois eixos. Oferece controle de estabilidade de série. › PNEUS: 225/45 R17. › FREIOS: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. Oferece ABS com EDB. › CARROCERIA: Sedã em mono-
bloco, com quatro portas e cinco lugares. 4,62 metros de comprimento, 1,78 m de largura, 1,50 m de altura e 2,71 m de entre-eixos. Oferece airbags frontais, laterais e de cortina. › PESO: 1.512 kg em ordem de marcha. › CAPACIDADE do porta-malas: 450 litros. › TANQUE de combustível: 60 litros. › PRODUÇÃO: El Palomar, Argentina. › LANÇAMENTO no Brasil: 2013. › ITENS de série: Ar condicionado automático com duas zonas, direção eletro-hidráulica, airbags frontais, laterais e de cortina, vidros, travas e retrovisores elétricos, rádio CD/ MP3/USB/Bluetooth com tela de sete polegadas, navegador GPS, câmara de ré, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, controle de tração e de estabilidade ESP, volante multifuncional, bancos em couro, monitor de ponto cego, computador de bordo, controlador de velocidade de cruzeiro, partida por botão, sensores crepuscular e de chuva, retrovisor interno fotocrômico. Opcionais: Teto solar elétrico, pintura metálica e faróis de xenon direcionais. › PREÇO básico: R$ 78.690. › PREÇO completo: R$ 83.280.
fornida de equipamentos e custa R$ 78.690 – chega a R$ 83.280 com a adição de um pacote que inclui pintura metálica, teto solar e faróis de xenônio direcionais. Um Peugeot 408 com o mesmo conjunto mecânico é ligeiramente mais barato, por R$ 78.590, enquanto o terceiro franco-argentino do segmento, o Renault Fluence, vai a R$ 82.799 na versão topo Privilège em igualdade de equipamentos. Os líderes do segmento, Honda Civic e Toyota Corolla, custam ligeiramente mais – na casa dos R$ 85 mil em suas versões topo – e oferecem conjuntos mecânicos menos refinados. Apenas o Volkswagen Jetta tem motor turbo na configuração top, mas o preço passa dos R$ 100 mil. Nota 7. Total – O Citroën C4 Lounge Exclusive THP somou 76 pontos em 100 possíveis.
MACAÉ, QUARTA-FEIRA, 22 DE JANEIRO DE 2014
Automóveis 15
MOTOMUNDO DIVULGAÇÃO
O motor Twin Cam de 1.690 cm3 ruge alto quando é dada a partida, mas logo se aquieta numa marcha lenta suave e silenciosa. Mesmo com elevados 394 kg de peso seco, a Electra Glide Ultra Classic se movimenta com serena graciosidade. O assento baixo e o enorme guidão dão estabilidade e é até possível transitar em meio urbano sem tanta dificuldade
Voz do dono
Harley-Davidson Electra Glide Ultra atualizada acelera nas estradas italianas
M
esmo os eventuais clássicos precisam de atualizações. A Harley-Davidson ouviu seus compradores por um período de quatro anos e agora começou a fazer as primeiras modificações com base nos dados obtidos pela pesquisa. A marca americana lançou o Projeto Rushmore para a linha 2014, que aplica diversos aperfeiçoamentos mecânicos e de design nas motocicletas. Inicialmente implantado em três motos, as Electra Glide Ultra – Classic e Limited –, Street Glide e Road King Classic, o objetivo de melhorar a interação dos usuários com seus veículos. O nome do Projeto vem do monte esculpido com as faces dos ex-presidentes
norte-americanos George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln, no estado da Dacota do Sul, Estados Unidos. Os três modelos foram escolhidos por usarem o mesmo motor, o Twin Cam 103 – em alusão ao volume de deslocamento em polegadas cúbicas. O dois cilindros de 1.690 cm³ teve o cabeçote refeito, que passa a usar um sistema de refrigeração dupla, com arrefecimento líquido para o cabeçote e a ar para o bloco. O sistema de admissão é novo e privilegia mais força em baixas rotações. O torque agora chega a 14,4 kgfm a 3.250 rotações. A potência exata, como de praxe, é escondida pela Harley. Com
ele, a marca promete mais suavidade e linearidade no funcionamento. Para os ocupantes, mais melhorias. Os bancos foram redesenhados para ampliar o conforto, assim como manetes e comandos à disposição do piloto. O sistema de entretenimento com GPS Infotaintment ganhou uma tela maior, com 4,3 polegadas, embutida no painel. Ele se conecta com telefones celulares através de uma entrada USB – localizada num pequeno porta-objetos à direita do sistema – ou por Bluetooth. Também pode ser operado por voz ou botões específicos. O sistema de som ainda traz alto-falantes de 5,25 polegadas localizados nas late-
rais do assento traseiro e um amplificador mais potente. Visualmente, a Electra Glide teve os baús laterais e traseiro reformulados – agora podem ser operados apenas com uma das mãos. Eles também ganharam nova iluminação por leds. Na frente, o farol é novo, com luzes diurnas e dois blocos elípticos para os fachos baixo e alto, além das unidades de neblina nas laterais. Ela não é uma moto barata – na Europa, custa 27.700 euros, o equivalente a R$ 83 mil. Por aqui, a Electra Glide Ultra Classic anterior custava mais de R$ 100 mil, patamar que deve ser mantido com a nova gama beneficiada pelo Projeto Rushmore.
16 Automóveis
MACAÉ, QUARTA-FEIRA, 22 DE JANEIRO DE 2014