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Macaé (RJ), quarta-feira, 31 de maio de 2017, Ano XLIl, Nº 9319
Fundador/Diretor: Oscar Pires
AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
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BMW Série 8 retorna em 2018 De olho no público do Mercedes Classe S Coupé, marca prepara a volta do seu cupê de luxo. AUTOTAL
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Peugeot lança 308 e 408 Roland Garros por R$ 101.590 Serão oferecidas apenas 200 unidades do 308 e 100 unidades do sedã 408. PÁG.2
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Ford faz recall da Ranger por risco de quebra do eixo cardã Problema afeta exemplares dos modelos 2015 a 2017 da picape. A Ford anunciou o recall de unidades da Ranger, modelos 2015 a 2017 e equipadas com câmbio manual, para a verificação e possível substituição da presilha de fixação, dos cabos seletores de marcha, e do eixo cardã.
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Segundo a montadora, existe o risco de desprendimento dos cabos seletores de marcha e sua interferência no cardã, podendo ocasionar em quebra do componente, com perda imediata da força motriz e, em casos extremos, até em danos no assoalho da cabine.
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Ford faz recall da Ranger por risco de quebra do eixo cardã Problema afeta exemplares dos modelos 2015 a 2017 da picape DIVULGAÇÃO
Peugeot lança 308 e 408 Roland Garros por R$ 101.590 Serão oferecidas apenas 200 unidades do 308 e 100 unidades do sedã 408 A Peugeot volta a oferecer a série especial Roland Garros em sua linha. Por R$ 101.590, a marca francesa vai oferecer 200 unidades do 308 e 100 unidades do sedã 408, todas na cor Branco Nacré e com detalhes de acabamento exclusivos. Além dos logotipos do torneio
A Ford anunciou o recall de unidades da Ranger, modelos 2015 a 2017 e equipadas com câmbio manual, para a verificação e possível substituição da presilha de fixação, dos cabos seletores de marcha, e do eixo cardã. Segundo a montadora, existe o risco de desprendimento dos cabos seletores de marcha e sua interferência no cardã,
podendo ocasionar em quebra do componente, com perda imediata da força motriz e, em casos extremos, até em danos no assoalho da cabine. Outras informações podem ser obtidas no site do fabricante (www.ford.com.br) ou pelo telefone 0800 703 3673. Confira abaixo a numeração de chassi dos veículos afetados: Modelo 2015: chassis (8 úl-
timos dígitos) de FJ325611 até FJ360860. Produzidos de 13 de maio a 6 de julho de 2015 Modelo 2016: chassis (8 últimos dígitos) de GJ360262 até GJ401918. Produzidos de 1 de julho de 2015 a 19 de janeiro de 2016 Modelo 2017: chassis (8 últimos dígitos) de HJ402571 até HJ425122. Produzidos de 2 de fevereiro a 29 de abril de 2016.
francês de tênis, os carros serão oferecidos com rodas de 17 polegadas do modelo Horus, capas de retrovisores cromadas, tapete customizado e acabamento exclusivo nos bancos e apoios de braços. Baseado na versão de topo Griffe dos dois modelos, os 308
e 408 Roland Garros são equipados com o mesmo motor 1.6 THP de 173 cv (com etanol) e câmbio automático de seis marchas. A lista de equipamentos inclui teto solar, luzes diurnas de LED, central multimídia com GPS, seis airbags e sistema Isofix de fixação de assentos infantis.
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CITROËN DIVULGAÇÃO
O funcionamento da nova transmissão agrada tanto pela suavidade quanto pelas trocas breves (a quinta já está engatada a 50 km/h) e pela ausência de trancos
Citroën C3 automático ganha conforto com seis marchas O Citroën C3 estreia novo câmbio e se beneficia do maior número de marchas
O
conforto do Citroën C3 é de fazer inveja em alguns rivais. E sua dirigibilidade macia é uma das qualidades desse pequeno “tapete voador”. Só faltava um câmbio automático mais eficiente. Faltava! Isso ficou no passado, pois a nova transmissão de seis marchas veio substituir e corrigir os deslizes da antiga de apenas de quatro velocidades. Ela virá sempre conectada ao motor VTi 120 1.6 nas versões Attraction (R$ 58.540), que é novidade na linha 2018, Tendance (R$ 61.940) e Exclusive (R$ 65.490). Feita pela japonesa Aisin e importada da Europa, caiu como uma luva no C3. Afinal, as duas marchas a mais permi-
tiram ao motor “milisseis” trabalhar mais solto, proporcionando maior prazer de dirigir e menor consumo. Segundo a Citroën, em busca de mais linearidade e menor aspereza, houve uma nova calibração do pedal do acelerador e do conjunto motor/câmbio — a potência passou de 122 para 118 cv com etanol. O funcionamento da nova transmissão agrada tanto pela suavidade quanto pelas trocas breves (a quinta já está engatada a 50 km/h) e pela ausência de trancos. Na cidade, a primeira e a segunda marcha curtinhas, junto dos 80% de torque a partir de 1.500 rpm, garantem ágeis saídas de semáforos e boas retomadas.
O C3 também seduz no uso urbano pela direção leve ao esterço e pelas suspensões macias, responsáveis por filtrar e absorver muito bem as irregularidades do asfalto. Essa transmissão de seis velocidades também provou sua eficiência na estrada. A 100 km/h, o ponteiro do conta-giros repousa nas 2.500 rpm (120 km/h a 3.000 rpm), cooperando no conforto acústico dos ocupantes. Com o modo Eco do câmbio acionado, que altera as passagens de marchas deixando as respostas mais comedidas e privilegiando o consumo (5% melhor na comparação com a transmissão anterior de quatro velocidades), o computa-
dor de bordo informou um bom consumo de 15,7 km/l, quando abastecido com gasolina. Já quem quiser uma pitada de esportividade pode escolher pela função Sport para as marchas serem trocadas em rotação mais alta ou fazer mudanças sequenciais pela alavanca. É inegável que essa evolução fez bem ao C3. Um trunfo, principalmente frente ao seu primo e compatriota Peugeot 208 (ainda equipado com caixa automática de quatro marchas). Que esse casamento entre motor e câmbio seja duradouro no Citroën C3!
uma injeção de ânimo ao adotar a nova transmissão automática de seis marchas da japonesa Aisin. Outra novidade dentro da família AirCross é a saída da motorização 1,5 litro. O carro agora só é vendido com motor 1.6 de 115/118 cv (g/e). Já em conforto e em
conveniência, a central multimídia com tela de 7” passa a ser um item de série na gama composta pelas versões Live AT6 (R$ 67.990) e Shine AT6 (R$ 76.400). A nova cor externa dark carmin ( já oferecida na linha do Peugeot 208) também é encontrada no C3.
FICHA TÉCNICA
Citroën C3 1.6 Auto Exclusive ● PREÇO básico: R$ 58.540 ● CARRO avaliado: R$ 65.490 ● MOTOR: 4 cilindros em linha 1.6, 16V, comando variável ● CILINDRADA: 1587 cm3
CITROËN AIRCROSS
Assim como o C3, o Citroën AirCross também recebeu DIVULGAÇÃO
● COMBUSTÍVEL: flex ● POTÊNCIA: 115 cv a 5.750 rpm (g) e 118 cv a 5750 rpm (e) ● TORQUE: 16,1 kgfm a 4.000 rpm (g) e 16,1 kgfm a 4.750 rpm (e) ● CÂMBIO: automático sequencial, seis marchas ● DIREÇÃO: elétrica ● SUSPENSÕES: McPherson (d) e eixo de torção (t) ● FREIOS: disco ventilado (d) e tambor (t) ● TRAÇÃO: dianteira ● DIMENSÕES: 3,944 m (c), 1,708 m (l), 1,521 m (a) ● ENTRE-EIXOS: 2,460 m ● PNEUS: 195/55 R16 ● PORTA-MALAS: 300 litros ● TANQUE: 55 litros ● PESO: 1.202 kg ● 0-100 km/h: não divulgado ● VELOCIDADE máxima: não divulgada ● CONSUMO cidade: 10,9 km/l (g) e 7,6 km/l (e) ● CONSUMO estrada: 13,2 km/l (g) e 9,3 (e) ● EMISSÃO de CO2: 113 g/km ● NOTA do Inmetro: B ● CLASSIFICAÇÃO na categoria: B (compacto)
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REDUÇÃO
Nissan, Ford e Audi conseguem 1% de redução do IPI pelo Inovar-Auto Anfavea e presidentes de 14 montadoras entregaram a Michel Temer o projeto Rota 2030, para substituir o InovarAuto em 2018 e permitir que a indústria se prepare para o futuro livre comércio entre Mercosul e União Europeia
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rês montadoras já conseguiram o desconto de 1% do IPI por atingirem metas do programa InovarAuto, instituto pelo governo em 2012. Nissan, Ford e Audi fizeram a lição de casa e já preocupam a concorrência. Em setembro haverá outra rodada de avaliação, na qual pode-se conseguir 1% ou 2% de desconto no IPI. Algumas marcas consideram que, se uma das três conseguir avançar muito, terá grande vantagem competitiva no mercado. Mas a grande preocupação do mercado é outra. Trata-se de saber como ficarão as regras para a indústria automobilística a partir de 1º de janeiro de 2018, quando o InovarAuto deixa de vigorar. Devido à crise política que dificulta a governança do Brasil nos últimos três anos, as montadoras querem regras mais previsíveis para o futuro. Recentemente, os presidentes de 14 fabricantes reuniram-se com Michel Temer, capitaneados pelo presidente da Anfavea, Antonio Megale. A entidade apresentou um estudo, denominado Rota 2030, pedindo previsibilidade nas regras. Vários pontos foram colocados para o governo e precisam ser definidos rapidamente – mas, depois daquela reunião, o próprio Temer passou a balançar, o que complica ainda mais as coisas, pois o prazo é curto. Criado no primeiro governo de Dilma Rousseff, o InovarAuto resultou no investimento de R$ 15 bilhões em pesquisa e desenvolvimento no período 2012-2017. Os carros fabricados no Brasil ganharam muito em eficiência, melhorando
CRÉDITO
Audi A3 Sedan 1.4 Turbo, um dos carros da marca com selo Conpet de eficiência energética
a economia de combustível e a potência dos motores. Porém, as montadoras tiveram problemas com a indústria de autopeças, que não conseguiu acompanhar o ritmo. Por causa disso, a Anfavea pretende que o programa Rota 2030 envolva também as autopeças. As montadoras querem rapidez na aprovação desse programa porque o Mercosul está negociando com a União Europeia um acordo de livre comércio em 15 anos. Isso permitiria que carros muito mais desenvolvidos do que os nacionais entrassem no mercado
brasileiro sem pagar impostos de importação. Hoje essa taxa é de 30% para quem produz no Brasil e com um adicional de mais 30% para quem apenas importa. OS PRINCIPAIS PONTOS SUGERIDOS PELA ANFAVEA AO GOVERNO SÃO OS SEGUINTES:
1 - Prevalência do acordado sobre o legislado. Recentemente, a Volkswagen atendeu a um pedido dos funcionários para reduzir o horário do almoço em 15 minutos e antecipar a saída em 15 minutos, para fugir do trânsito. Isso foi
feito. Mas a empresa tomou uma multa gigante por ferir a legislação trabalhista. 2 - Abrir o Refis para as autopeças, desde que elas se comprometam em fazer contratos de longo prazo com as montadoras. E incluir a indústria de fornecedores no mesmo programa de Pesquisa & Desenvolvimento que for instituído para os fabricantes de veículos. 3 - Criar um “road map” de equipamentos de segurança para os próximos 10 ou 15 anos, estabelecendo com grande antecedência quais se-
rão as tecnologias obrigatórias para os carros. Muitas montadoras reclamam que o Latin NCAP, um instituto uruguaio, não utiliza critérios claros para os testes de impacto e tem uma postura sensacionalista na hora de divulgar os resultados. A Anfavea quer que o Inmetro crie uma pista de crash tests (hoje só existem duas no Brasil, uma da GM e outra da Volkswagen). 4 - Criar um novo método de inspeção veicular, liberando carros que tenham até dois ou três anos de uso. 5 - Promover pátios de ve-
ículos multimarcas nos portos, para reduzir os custos de logística. A Polônia é a referência nesse setor. Tendo os custos poloneses como base zero, o Brasil está 70% pior e os Estados Unidos estão 30% pior. 6 - Resolver o problema da infraestrutura para evitar que aconteça de safras recordes ficarem retidas nos caminhões por causa das péssimas condições de muitas estradas brasileiras. A ideia é abrir a navegação de cabotagem para navios com bandeira estrangeira e chamar os cegonheiros para discutir a possibilidade de transporte fluvial, além de investimentos em ferrovias. 7 - Substituir a cultura punitiva pela cultura do incentivo e facilitar a importação de peças pequenas. Recentemente, um cliente da Volkswagen teve de esperar 60 dias com um Jetta parado à espera da liberação de importação de um vidro lateral (que tinha pouco estoque porque é uma quebra incomum). “Libera e depois audita e multa pesadamente se algo estiver errado”, sugere Megale. 8 - Simplificação tributária (e não redução de impostos), redução do IPVA para carros novos (atualmente 1/3 da frota circulante não paga), estímulo para tecnologias limpas (hoje o carro elétrico paga 25% de IPI) e isenção de impostos na importação de equipamentos de segurança. Também está em discussão a mudança do critério de impostos pela cilindrada, pois hoje não faz mais sentido que um carro 1.2 com motor mais eficiente pague mais IPI do que um carro 1.0 com motor ultrapassado.
CUPÊ
BMW Série 8 retorna em 2018
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De olho no público do Mercedes Classe S Coupé, marca prepara a volta do seu cupê de luxo Maior cupê da BMW nos anos 1990, o Série 8 está de volta. A marca alemã revelou um conceito do modelo, que chega ao mercado já no próximo ano com a função de competir contra o grande (e luxuoso) Mercedes Classe S Coupé. Revelado na edição deste ano do evento automotivo Concorso d’Eleganza Villa d’Este, na Itália, o conceito do novo Série 8 já é praticamente o carro de produção. A silhueta baixa e longa do cupê
remete diretamente ao carro original, mas com linhas bem ao gosto do século 21, e que, segundo a montadora, refletem a livre interpretação do típico desenho dos BMW. No interior, o Série 8 mistura elementos clássicos e esportivos, com componentes em fibra de carbono combinados ao couro, alumínio polido e cristal Swarovski . A marca ainda não divulgou o conjunto mecânico e o pacote tecnológico que será oferecido no novo Série 8.
A silhueta baixa e longa do cupê remete diretamente ao carro original, mas com linhas bem ao gosto do século 21
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CHEVROLET
Chevrolet Prisma 2018 estreia com novidades DIVULGAÇÃO
Novos equipamentos e nova opção de cor para a carroceria são as mudanças da linha 2018 do sedã compacto, que parte de R$ 45.790
O
Chevrolet Prisma 2018 chega às concessionárias tendo como principal novidade a adoção de novos equipamentos de série em todas as versões. A versão de entrada Joy, que manteve o visual pré-reestilização, agora traz de série as travas elétricas das portas e o alarme antifurto. Já as versões LT e LTZ, além da nova opção de cor Imperial Blue, ganharam a luz de neblina traseira. Outra novidade da linha 2018 do modelo é a disposição dos logotipos traseiros, com o nome do carro agora posicionado do lado esquerdo, seguindo o padrão mundial da marca. Sem alterações mecânicas para a linha 2017, o modelo segue sendo oferecido com o motor 1.0 de 80 cv (com etanol), exclusivo da versão Joy, e o 1.4 de 106 cv (com etanol), das configurações LT e LTZ. O Prisma 2018 parte de R$ 45.790 (Joy), R$ 55.790 (LT) e R$ 60.990 (LTZ).
A versão de entrada Joy, que manteve o visual pré-reestilização, agora traz de série as travas elétricas das portas e o alarme antifurto
VOLKS
Volkswagen mostra o Up GTI em evento na Áustria
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Marca alemã revelou a versão esportiva do carrinho, que chega em 2018 com visual mais ousado e uma configuração mais potente do motor 1.0 TSI Previsto para chegar ao mercado europeu no próximo ano, o Volkswagen Up GTI foi apresentado na edição 2017 do Wörtherseetreffen, evento anual que reúne na Áustria os fãs da marca alemã. De acordo com a Volks, o Up esportivo presta uma homenagem ao Golf GTI original de 1976. Sob o capô, o Up GTI traz o mesmo motor 1.0 TSI usado no carro vendido no Brasil, porém calibrado para desenvolver 115 cv de potência e 20,4 kgfm de torque. Conjunto que permi-
te ao carro acelerar de 0 a 100 km/h em 8s8 e atingir a velocidade máxima de 197 km/h. Além do propulsor mais potente, o Up GTI traz um visual mais ousado, com novo kit aerodinâmico, grade frontal em estilo colmeia, faixas laterais e rodas de liga leve de 17 polegadas. No interior, não poderiam faltar o tradicional tecido xadrez dos bancos e a característica manopla do câmbio. Completa o pacote a suspensão rebaixada em 15 mm na comparação com os Up mais pacatos.
De acordo com a Volks, o Up esportivo presta uma homenagem ao Golf GTI original de 1976
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