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Macaé (RJ), quarta-feira, 25 de janeiro de 2017, Ano XLl, Nº 9232
Fundador/Diretor: Oscar Pires
AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
KANÁ MANHÃES
Nissan Micra - Como anda a nova geração do nosso March Se por fora é um revolução, o Micra se mostra ainda melhor em como se comporta ao andar. SEMINOVOS
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AUTOTAL DIVULGAÇÃO
Hyundai ix35 muda para ficar mais eficiente Linha 2017 estreia novos equipamentos e motor 2.0 flex com start-stop. O carro é bem equipado, mas não tanto quanto alguns concorrentes. PÁG. 6 DIVULGAÇÃO
Seminovos: prós e contras da venda direta ao comprador ou para lojistas Muitas concessionárias e lojistas anunciam a compra de usados pagando o preço indicado pela Tabela Fipe. PÁG. 5
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Audi começa prévenda do suvinho Q2 na Argentina A Audi da Argentina já está promovendo a pré-venda do inédito SUV compacto Q2. O modelo se posicionará abaixo do Q3 e custa US$ 45 mil (praticamente o mesmo preço da versão Attraction, de entrada, do Q3 no Brasil). O Q2 é a aposta da Audi para o chamado segmento B, de veículos menores. Ele tem cerca de 20 cm a menos em comprimento que o Q3, mas já é feito na plataforma MQB (que dá origem a modelos como o Audi A3 e Volkswagen Golf ). Na Argentina, o "suvinho" será comercializado com o conhecido conjunto de motor 1.4 TSI de 150 cv e transmissão robotizada de dupla embreagem de sete marchas. A tração será sempre dianteira (não há opção quattro, integral, para o Q2). A versão de US$ 45 mil já virá equipada com rodas de liga leve de 17'', seis airbags e controle de estabilidade. Já a topo de linha, encomendada por US$ 56.800, adiciona rodas de 18'', teto solar, quadro de instrumentos digital e head-up display. A Audi não revelou planos de trazer o Q2 ao Brasil.
Audi Q2 dando um passeio por Cuba
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O NISSAN MARCH EUROPEU
Nissan Micra - Como anda a nova geração do nosso March Se por fora é um revolução, o Micra se mostra ainda melhor em como se comporta ao andar
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Micra, nome europeu do Nissan March, tem história na Europa: a segunda geração, de 1992, foi o primeiro japonês a ganhar um título de Carro do Ano no Velho Continente, em 1993, e um dos primeiros importados do Japão a fazer sucesso por lá. Depois dela, a terceira e quarta gerações não conseguiram fazer o mesmo barulho. Com este Micra, a Nissan espera repetir a história de 25 anos atrás. Vamos conhecer? COMO É
Este é o Micra mais longo (3,99 m), mais largo (1,74 m) e mais baixo (1,46 m) da história: em proporções, ele é claramente mais achatado, o que dá a impressão de olhar para um esportivo. No geral, ele se destaca: concebido e projetado para a Europa e produzido na França, ele é bem europeu. O interior tem uma faixa no painel que contrasta com o restante dos elementos, além de um revestimento na parte superior que é certamente o melhor do segmento. Nas partes mais escondidas, os materiais são mais simples, mas ainda satisfatório para seu segmento. Como pode-se perceber pelas fotos, a cabine é bastante semelhante à do Kicks. Na verdade, é como se o novo March fosse a versão hatch do SUV compacto. Na parte de multimídia, o Apple CarPlay já está disponível, enquanto o Android Auto chega daqui a um tempo. Os gráficos do painel e da tela de 7 polegadassão bons, de fácil entendimento, mas o número de botões no volante confunde quem não está acostumado. Questão de tempo para se familiarizar. O porta-malas? A capacidade divulgada de 300 litros está entre as melhores do segmento, muito bem aproveitado. Convence apenas por conta
de alguns acabamentos, como a corda da tampa, simples demais, e o espaço que fica quando rebatemos os bancos traseiros. Mas a posição de pilotagem surpreendeu. O assento baixo, o volante em posição correta e a alavanca de câmbio na mão dão vontade de dirigir. Atrás, o espaço está dentro da média. Para os mais exigentes, há mais espaço para a cabeça do que para os joelhos. COMO ANDA
Se por fora é um revolução, o Micra se mostra ainda melhor em como se comporta ao andar. Ainda com o antigo Micra na memória, fiquei impressionado com as respostas de direção
diretas, curvas precisas e a velocidade com que ele pode mudar de faixa. Sim, ele é um carro divertido, mesmo com o motor 0.9 de 3 cilindros turbo com 90 cv, que cumpre seu dever, com força em baixas rotações e bastante elástico. Mas há o outro lado da moeda: carros divertidos são um problema para quem procura uma suspensão macia. O Micra é confortável, quase sem batidas secas, com bom amortecimento, mas é inegável que existem concorrentes mais suaves, principalmente na cidade. Inicialmente, há três motores disponíveis. Além deste 0.9 turbo, há o 1.0 aspirado de 4 cilindros, com 73 cv, e o 1.5 tur-
bodiesel, de 90 cv e 22,4 kgfm de torque. Se você pretende usar o Micra na cidade, eu não recomendo comprar este último pelos projetos recentes que buscam acabar com os motores diesel. Destaque para os itens de segurança, de série ou opcionais. Ele traz sistema de monitoramento de faixas (com volta automática do volante), aviso de ponto cego, sistema de frenagem automática com detector de pedestres, leitor de placas de trânsito e câmeras 360º. CURIOSIDADE
Mencionamos anteriormente o Micra de 1992. Uma
das chaves para seu sucesso foi o pacote completo de equipamentos, incluindo vidros elétricos e ar-condicionado. Bem, na nova geração, o ar-condicionado é opcional no Micra de entrada, da versão Visia. Não faz diferença, já que não é uma versão de grandes volumes, e o Micra tem preços alinhados com a concorrência. A tabela começa em 12.600 euros, na versão Versia com motor 1.0 de 73 cv, sem arcondicionado. A primeira versão realmente importante é a Acenta, de 14.800 euros (1.0) e 15.700 Euros (0.9 Turbo), com espelhos e maçanetas na cor do carro, central multimídia,
interior bicolor e ar-condicionado manual. O N-Conecta (16.700 euros) traz rodas de liga-leve, ar-condicionado automático, volante em couro e outras coisinhas mais, enquanto o topo de linha Tekna vai aos 17.700 euros, sempre com o motor turbo. E NO BRASIL?
Oficialmente, a Nissan não confirma a chegada do novo March ao país. Mas, segundo fontes ligadas à marca, ele pode vir inicialmente importado do México, para atuar acima do atual March produzido em Resende (RJ). De todo modo, isso não deverá acontecer antes de 2018.
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Na negociação com lojas e concessionárias geralmente o valor da tabela será jogado para baixo; é preciso negociar
Seminovos: prós e contras da venda direta ao comprador ou para lojistas O principal problema é que lojistas costumam forçar o preço de compra lá para baixo
Q
uem já participou de uma negociação de compra ou venda de carro usado sabe que paciência e precaução são as melhores amigas do bom negócio. Entretanto, a segurança da negociação com um concessionário ou lojista multimarcas acaba afetando a rentabilidade. Sendo assim, o que é melhor? Seguir a cartilha segura (pelo menos em teoria) das lojas especializadas ou arriscar uma negociação direta com compradores particulares? Esta é uma pergunta com mais de uma resposta. A SEGURANÇA DA CONCESSIONÁRIA
Primeiro é preciso avaliar: quem vende tem pressa para se desfazer do veículo e/ou receber o dinheiro? Se a resposta for afirmativa, então será melhor vender para uma empresa especializada, que cuidará de todos os trâmites legais e burocráticos, e estipulará prazos para efetuar o pagamento. Além de maior velocidade e comodidade desse tipo de negócio, fica mais fácil ingressar com reclamação contra uma empresa estabelecida e com CNPJ em órgãos de defesa do consumidor em casos de descumprimento do acordo. O principal problema é que lojistas costumam forçar o preço de compra lá para baixo. Como já mostrado por sites especializados, os valores podem ser bem inferiores aos da Tabela Fipe. VENDA DIRETA: TROQUE PLACA POR SITES
Agora, se a resposta à pergunta do terceiro parágrafo for negativa, a dica é apostar em paciência e disposição para negociar diretamente com o comprador.
"Quanto menos intermediários, melhor. Fazer negócio com um comprador particular possibilita receber um valor maior", analisa Vitor Klizas, presidente-executivo da Jato Dynamics, consultoria especializada em automóveis. É claro que essa modalidade exige mais trabalho e cuidados a ambas as partes, pois carece de garantias. As partes envolvidas vão assumir riscos e também exercer o papel de intermediário, verificando documentação e estado do veículo, bem como assumindo os custos com todo o processo de transferência. Contudo, há algumas formas de se precaver. "Por exemplo, o modo mais eficiente de encontrar um comprador não é colocando uma plaquinha de 'Vende-se'. Esse procedimento, na verdade, pode até servir de chamariz para assaltantes", ensina Klizas. "Atualmente a melhor ferramenta são os sites de compra e venda”, prossegue o especialista. Neles é possível, inclusive, pesquisar de forma rápida qual o valor médio do veículo que se pretende vender, de acordo com ano-modelo, equipamentos, estado do automóvel e região. Pesquisar a procedência do comprador e jamais assinar o DUT (Documento Único para Transferência) -- ou mesmo entregá-lo em branco a cartórios, despachantes ou ao comprador -- antes de receber o dinheiro combinado são outras dicas importantes. Reconhecer firma em cartório da transação e obter cópia autenticada dos documentos transferidos é obrigatório, pois dará segurança jurídica -- além de serem documentos exigidos para comunicar a transferência ao Detran de seu Estado.
A MELHOR ESCOLHA
Como vender melhor as revisões em dia adequada ao tempo de vida do carro ● LATARIA e interior bem cuidados ● DETERMINADOS modelos e cores têm mais mercado e, portanto, maior valor de revenda. Tudo isso precisa ser considerado. ● TER
● QUILOMETRAGEM
TABELA FIPE
Vai vender seu carro? Preço da Tabela Fipe nem sempre é melhor negócio DIVULGAÇÃO
Muitas concessionárias e lojistas anunciam a compra de usados pagando o preço indicado pela Tabela Fipe. A proposta parece tentadora, mas não representa necessariamente o melhor negócio para quem está vendendo seu automóvel. A dúvida aparece ao consultar o preço de determinado modelo no site da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Ao compará-lo com anúncios do mesmo modelo, especialmente aqueles publicados em sites de compra e vendas de veículos, em geral o valor médio informado na segunda opção é maior. Em pesquisa realizada nesta semana, o Chevrolet Onix LT 1.0 2014 aparece na Fipe com preço médio de R$ 30,9 mil, enquanto o mesmo carro, com até 45 mil quilômetros rodados (cerca de 15 mil km por ano de uso), custa cerca de R$ 33,8 mil na média em sites de anúncios de carros. Não há o que discutir: a Fipe é hoje a principal referência do mercado, servindo como base para o cálculo do valor de seguro, financiamentos e até tributos, como o IPVA. Tanta é sua importância que o índice é usado inclusive nos sites especializados, como fonte de pesquisa adicional. O QUE CAUSA AS DIFERENÇAS DE PREÇO
A explicação para as diferenças de valores como a citada acima está na forma como a tabela é calculada. Segundo vídeo publicado oficialmente pela fundação, o índice representa o preço médio ao consumidor final apurado com vendedores em todo o país para determinada marca e modelo de veículo, com pagamento à vista. Para fins estatísticos, esse cálculo exclui os preços muito altos e muito baixos (resultado de estados excepcionalmente bons ou ruins de conservação),
além de desconsiderar veículos para revenda, blindados, carros para frotistas e de importação independente, por exemplo. Por outro lado, os sites de compra e venda, que fazem o papel de intermediadores, informam a média do preço cobrado por determinado carro com base nos anúncios publicados, que incluem desde unidades à venda por concessionárias e lojistas até veículos ofertados por particulares. Daí a tendência de a média subir nesses casos. “Como a transação é feita diretamente entre vendedor e comprador, a tendência é o preço ser jogado mais para cima nos sites, até como uma margem de negociação, antes de fechar negócio”, avalia Vitor Klizas, presidente da consultoria Jato Dynamics Brasil. Além disso, os sites trazem diferentes filtros, que podem refinar a busca por local, quilometragem, faixa de preço e uma série de outras características. Isso permite, por exemplo, pesquisar anúncios
de determinado automóvel em um Estado ou região específicos, com resultados mais fiéis à realidade daquele mercado. “Cada região é um mercado com nuances próprias. Picapes não têm a mesma valorização no Sudeste na comparação com o Centro- Oeste, onde esse tipo de veículo tradicionalmente é mais procurado e, portanto, tem maior valor de revenda”, explica Amos Lee Harris Júnior, consultor automotivo e presidente-executivo da Universidade Automotiva. AINDA A MELHOR REFERÊNCIA
Considerando todos esses fatores, vender o carro pela Fipe definitivamente não é garantia de conseguir o melhor preço, muito pelo contrário. Mas a tabela é um ponto de partida fundamental para começar as negociações. Como a Fipe é baseada no preço médio cobrado pelos vendedores, que necessariamente precisam obter sua margem de lucro, geralmente não resta muito espaço para elevar
o valor informado na tabela. “Por padrão, os vendedores costumam partir da Fipe e então depreciar o preço médio com base no estado do carro e da quilometragem, considerando reparos que serão necessários para revendê-lo. A não ser que esteja impecável, com até 30 mil km rodados, revisões em dia na concessionária e sem detalhes”, alerta o consultor da Universidade Automotiva. Na venda para concessionárias e lojistas, o alardeado pagamento pela Fipe acontece, quase sempre, quando o usado é deixado como parte do pagamento na troca por um modelo mais novo ou zero-quilômetro. Nesses casos, a depender das condições de conservação, é possível até receber até mais que o valor informado na tabela, especialmente se, na troca, o novo veículo for financiado. “O vendedor deixa de ganhar na revenda posterior do usado para faturar, realmente, com o financiamento do novo, que tem uma rentabilidade maior.
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IX35 LINHA 2017 DIVULGAÇÃO
Ainda há uma versão básica, que sai por R$ 99.990, mas que segue sem mudanças em relação à oferecida na linha 2016
Hyundai ix35 muda para ficar mais eficiente Linha 2017 estreia novos equipamentos e motor 2.0 flex com start-stop. O carro é bem equipado, mas não tanto quanto alguns concorrentes
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lançamento do sucessor New Tucson não abalou a vida do Hyundai ix35 no mercado brasileiro. O crossover médio continua em produção na fábrica da Hyundai Caoa em Anápolis (GO) e estreia na linha 2017 com mudanças para melhorar a eficiência energética. As novidades estão restritas às versões GL (R$ 107.050) e GLS, (R$ 131.290), que ganharam pneus de baixa resistência à rolagem e monitor de pressão no painel. Ainda há uma versão básica, que sai por R$ 99.990, mas que segue sem mudanças em relação à oferecida na linha 2016. Na mecânica, o motor 2.0 flex de 157/167 cv ( gasolina/etanol), que trabalha em conjunto com um câmbio automático de seis marchas, agora passa a contar com sistema start-stop. De
acordo com o fabricante, as mudanças possibilitaram um ganho de até 14% no consumo de combustível. Tivemos a oportunidade de avaliar o ix35 com start-stop e seu funcionamento agradou. O desligamento do motor é suave e as partidas são rápidas. Um motorista mais distraído quase não nota o equipamento em operação. De resto, o ix35 segue o velho conhecido do mercado, com uma dinâmica típica dos SUVs e um conjunto motor e câmbio adequados à proposta. Um ponto fraco do ix35 está na lista de equipamentos de série. A versão de entrada sai de fábrica com ar-condicionado com saídas de ar para os passageiros do banco traseiro, rádio com conexão bluetooth, sensor de estacionamento traseiro, vidros, travas e retrovisores elétricos, fixação isofix para
assentos infantis e acendimento automático dos faróis. Equipamentos presentes no concorrente Jeep Compass Flex desde a configuração Sport (que sai pelos mesmos R$ 99.990 do ix35 básico), como a central multimídia com tela sensível ao toque, o piloto automático, o monitor de pressão dos pneus e os controles de tração e estabilidade estão presentes no ix35 apenas a partir da versão GL. Atual sexto colocado em emplacamentos na categoria, o ix35 segue como um dos favoritos do público brasileiro. Resta saber se o coreano vai conseguir manter o seu encanto frente à concorrência. E até em relação ao New Tucson, um pouco mais caro, porém bem mais atual. Os novos números de consumo ainda não foram divulgados.
FICHA TÉCNICA
Hyundai ix35 GLS básico: R$ 99.990 avaliado: R$ 131.290 ● MOTOR: 4 cilindros em linha, 16V, DOHC ● CILINDRADA: 1.999 cm3 ● COMBUSTÍVEL: flex ● POTÊNCIA: 157 cv a 6.200 rpm (g) e 167 cv a 6.200 rpm (e) ● TORQUE: 19,2 kgfm a 4.700 rpm (g) e 20,6 kgfm a 4.700 rpm (e) ● CÂMBIO: automático, seis marchas ● DIREÇÃO: elétrica ● SUSPENSÕES: McPherson (d) e dual-link (t) ● FREIOS: disco ventilado (d) sólido (t) ● TRAÇÃO: dianteira ● DIMENSÕES: 4,410 m (c), 1,820 m (l), 1,655 m (a) ● ENTRE-EIXOS: 2,640 m ● PNEUS: 225/55 R18 ● PORTA-MALAS: 590 litros (1.435 litros com os bancos rebatidos) ● TANQUE: 58 litros ● PESO: 1.500 kg ● 0-100 km/h: 10s4 (Automobil Revue) ● VELOCIDADE máxima: 196 km/h (Automobil Revue) ● CONSUMO: não divulgado ● NOTA do Inmetro: não divulgada ● EMISSÃO de CO2: sem dados ● PREÇO
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