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Macaé (RJ), quarta-feira, 18 de maio de 2016, Ano XL, Nº 9021
Fundador/Diretor: Oscar Pires
AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
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Novo Civic 2017 chega às lojas em agosto, segundo concessionários Maior e mais robusto, o Novo Civic terá espaço ampliado no habitáculo e também no porta-malas
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e acordo com concessionários Honda, o Novo Civic 2017 chega às lojas brasileiras em 25 de agosto. O sedã médio da marca japonesa é esperado com expectativa no mercado nacional. A montadora confirma o segundo semestre, mas não revela uma data específica. Maior e mais robusto, o Novo Civic terá espaço ampliado no habitáculo e também no porta-malas, que comporta 427 litros. Com estilo agressivo, o modelo deve resgatar parte do impacto provocado pelo New Civic em 2006. Na parte mecânica, o Honda Civic 2017 deve chegar com motor 2.0 Flex atualizado e o novo 1.5 Turbo, que entrega 174 cv no exterior. PÁG. 4
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Novo Prius chega em junho para ensinar Brasil a usar carro híbrido No geral, a potência do sistema é de 122 cv, mas a Toyota afirma que o carro está 20% mais econômico, chegando a 40 km/l de consumo PÁG. 2 DIVULGAÇÃO
Novas Nissan Frontier e Mitsubishi L200 terão a mesma base Com a compra da Mitsubishi pela Nissan, novas gerações das picapes terão a mesma plataforma em 2020 PÁG. 5
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Macaé (RJ), quarta-feira, 18 de maio de 2016
AUTOTAL Novo Prius chega em junho para ensinar Brasil a usar carro híbrido F oram 673 unidades vendidas em 38 meses, média de 18 carros ao mês. Esse é o histórico oficial de emplacamentos do híbrido Toyota Prius no Brasil, de janeiro de 2013, quando a marca decidiu importá-lo do Japão para projetos de viabilidade e visibilidade no país, a março de 2016. Tudo promete mudar com a nova geração. Em abril, segundo a Fenabrave (que reúne lojistas), foram 83 unidades. O motivo? O projeto cresceu: a marca quer vender a nova geração do Prius normalmente a pessoas físicas -- até então, o foco esteve na entrega controlada a instituições e pessoas jurídicas -- e emplacar uma cultura híbrida por aqui. Segundo informações de fontes ligadas à Toyota, a nova geração do Prius (apresentada no Salão de Tóquio, em setembro de 2015) será lançada no Brasil em breve, no dia 6 de junho. De fato, o Prius 4 já é visto rodando no Brasil. Há a possibilidade do inédito crossover C-HR (concorrente de Honda HR-V, Jeep Renegade e companhia) ser vendido também em versão híbrida no Brasil, além da versão equipada apenas com motor tradicional a combustão. Esta seria uma segunda etapa do projeto. Além do Prius, o Brasil também recebe poucas unidades do Lexus CT 200h (que usa a base do Prius) e do sedã de luxo Fusion, que cus-
ta pouco mais de R$ 140 mil e emplacou 7.410 unidades em 2015 e mais 1.200 este ano. HÍBRIDOS PARA TODOS
Com a disparidade crescente do real frente a moedas estrangeiras e preço ainda elevado de "carros verdes" no país, a Toyota negou interesse em fabricar o Prius localmente num futuro próximo -esperava-se o início da produção para 2018. Mas confirmou que vai "educar o consumidor" sobre as vantagens do híbrido. "Estou no Brasil com este objetivo: trabalhar forte para educar consumidores, alunos e também os governos sobre benefícios da tecnologia híbrida", afirmou Steve St. Angelo, homem-forte da Toyota do Brasil. Segundo o executivo, que também é presidente da marca para América Latina e Caribe, o mercado local está despreparado para a produção do Prius, daí a estratégia de seguir importando a nova geração. O volume vendido ainda seria pequeno e poucos saberiam aproveitar totalmente o carro, não justificando o custo da nacionalização. Esta confirmação veio da base de Prius instalada no país nos últimos três anos, como carros de frotas de táxi em Juíz de Fora (MG), São Paulo e Sorocaba (SP), pela USP (Universidade de São Paulo), pelo Detran do Distrito Federal e para polícias de Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
"Fico preocupado com esta baixa aceitação pelo brasileiro da tecnologia híbrida, porque o motor a combustão vai morrer", argumentou o executivo. Além da preocupação ambiental, há ganho no orçamento doméstico, segundo St. Angelo. "O custo de manutenção do Prius ao longo da vida é menor que o de um carro comum equivalente. E o custo de revisão é exatamente o mesmo do sedã Corolla", afirmou. Há também economia no posto de combustível: o Prius atual é o carro mais econômico do país (18,9 na cidade e 17 km/l na rodovia), segundo levantamento do Inmetro divulgado no final de abril. PRIUS FLEX?
Com os planos de fabricação local, surgiram também rumores sobre o uso de motor a combustão bicombustível em conjunto com o gerador elétrico. A ideia para a nova geração não está descartada. Só que o problema de aceitação agora é da matriz da Toyota. "Etanol ainda é um combustível pouco compreendido por nossa matriz, no Japão", admitiu St. Angelo. "Mas essa também é parte do meu trabalho aqui e já montei equipe para desenvolvimento de híbridos com esta plataforma", disse. Segundo o executivo, é um trabalho de longo prazo, mas necessário, uma vez que a sustentabilidade é atual bandeira da Toyota. "É um caminho sem volta
e o Brasil precisa acompanhá-lo. Na Noruega, por exemplo, 87% de nossas vendas são de modelos híbridos. Na Califórnia (EUA), até mais. Essa é a tendência global". COMO ELE É
Fabricado sobre a nova plataforma modular da Toyota (que também vai original o C-HR e a nova geração do Corolla), o novo Prius segue com motor 1.8 VVT-i de quatro cilindros, mas retrabalhado para gerar 96 cv e 14,5
kgfm de torque (gasolina), aliado a elétrico (recarregável por meio de bateria) de 72 cv e 16,6 kgfm. No geral, a potência do sistema é de 122 cv, mas a Toyota afirma que o carro está 20% mais econômico, chegando a 40 km/l de consumo. Também está mais seguro e tecnológico: (seis airbags, aços de maior rigidez, controle de cruzeiro adaptativo, sistema anti-colisão frontal, lateral e de detecção de pedestres, faróis au-
tomáticos com LED), ainda que o pacote para o Brasil não tenha sido confirmado. E mais espaçoso, já que agora é um sedã de fato e está mais comprido e largo. Porém, há uma questão crucial: o carro inaugura nova linguagem visual da marca que deve gerar polêmica. Por ter mais equipamentos, mas ser mais barato de produzir, espera-se que a Toyota mantenha os preços do atual modelo -- entre R$ 111 mil e R$ 120 mil.
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Novo Civic 2017 chega às lojas em agosto, segundo concessionários Maior e mais robusto, o Novo Civic terá espaço ampliado no habitáculo e também no porta-malas
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e acordo com concessionários Honda, o Novo Civic 2017 chega às lojas brasileiras em 25 de agosto. O sedã médio da marca japonesa é esperado com expectativa no mercado nacional. A montadora confirma o segundo semestre, mas não revela uma data específica. Maior e mais robusto, o Novo Civic terá espaço ampliado no habitáculo e também no portamalas, que comporta 427 litros. Com estilo agressivo, o modelo deve resgatar parte do impacto provocado pelo New Civic em 2006.
Na parte mecânica, o Honda Civic 2017 deve chegar com motor 2.0 Flex atualizado e o novo 1.5 Turbo, que entrega 174 cv no exterior. A transmissão CVT proporcionará mais eficiência em consumo. Diante de tudo isso e outras novidades, o modelo já provoca descontos do Civic atual. De acordo com as revendas, o Civic está sendo vendido com descontos de até R$ 6.800. O motivo é claro, limpar os estoques para garantir a chegada da nova geração, que deve manter a fábrica de Sumaré/SP na capacidade limite por bom tempo.
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Novas Frontier e L200 terão a mesma base Com a compra da Mitsubishi pela Nissan, novas gerações das picapes terão a mesma plataforma em 2020
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nova geração da Mitsubishi L200 Triton será baseada na plataforma da próxima Nissan Frontier. A ação foi sugerida
pelo CEO da Nissan, Carlos Ghosn, e seria um processo natural da compra da Mitsubishi pela Nissan. De acordo com Ghosn,
embora sejam produtos distintos em suas essências, é racional que usem a mesma plataforma para diminuir os custos. "Mas vamos desen-
volvê-las separadamente porque os clientes são muitos diferentes entre si". É provável que o lançamento das novas gerações
da picapes aconteça daqui a quatro anos, já que os produtos acabaram de ser renovados e sequer estrearam no Brasil ainda. Será
a segunda iniciativa dessas da Nissan, que já é parceira da Renault e da Mercedes nas novas picapes das marcas.
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Nova Chevrolet S10 muda no design, ganha tecnologias Picape média parte de RS 97.890 na versão de entrada e R$ 167.490 para a High Country
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om mudanças no visual e, principalmente, no itens tecnológicos, a nova Chevrolet S10 2017, que teve imagens reveladas e vista ao pública na feira agrícola Agrioshow, vai manter os preços, mesmo com todas as mudanças, que se concentram na dianteria e nos itens tecnológicos, pois a motorização permanecerá a mesma. Segundo a fabricante, a nova S10 agora traz identidade visual em harmonia com o DNA global da GM. Na traseira, o que mudou foi a tampa da caçamba, que traz uma pequena câmera de ré embutida na maçaneta, deixando o visual um pouco mais limpo. O compartimento de carga pode ter diferentes tipos de cobertura conforme a configurações e ainda há opção de lanternas com LED. Em relação as cores, há um novo azul e um preto ouro negro, que fazem sua estreia na linha 2017 da picape. Elas se juntam às já existentes prata, branco, vermelho e cinza. Por dentro a cabine traz mais sofisticação e melhoria no acabamento das portas e também do painel de instrumentos. Os itens disponíveis passam ainda por acendimento automático dos faróis, câmera na traseira com gráficos para auxílio em manobras, sensor de estacionamento dianteiro, vidros com abertura e fechamento a distância e computador de bordo.
Nova S10 muda na forma e no conteúdo, mas mantém preços
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Falta de manutenção gera defeito em cascata Manutenção deficiente no carro pode elevar gastos por comprometer outros componentes
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abe aquele chiado leve nas pastilhas de freio que mais dói nos ouvidos do que parece atrapalhar o funcionamento do carro? Pois bem, ele é simples de resolver, mas, se for deixado de lado, pode dar origem a vários problemas mais sérios, criando o perigoso “efeito cascata”. No caso dos freios, por exemplo, negligenciar a troca de pastilhas, que custam em média R$ 344 o par para um Gol 1.0, pode, com o tempo, abreviar severamente a durabilidade dos discos. Nessa hipótese, o prejuízo pode passar de R$ 336, valor médio das peças novas para o Volkswagen. Trocar o óleo no tempo ou quilometragem indicados pela montadora também pode parecer chato, mas esperar que o carro apresente algum problema em decorrência da falta do serviço, que para um Gol 1.0 custa cerca de R$ 120 (incluindo o filtro, a R$ 30), é muito pior. Isso pode levar à necessidade de retífica do cabeçote ou do bloco do motor. A conta sai por R$ 2 mil, aproximadamente, para um Fiat Palio 1.0. Segundo especialistas, barulhos na suspensão, como de pequenas batidas, incomodam bastante quando surgem, mas tendem a piorar com o tempo. Folgas nas articulações podem ser compensadas com reapertos e ajustes, evitando a
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No caso dos freios, por exemplo, negligenciar a troca de pastilhas, pode com o tempo abreviar severamente a durabilidade dos discos
troca de uma bandeja inteira, o que representa um gasto de ao menos R$ 250 para um Fiat Idea, por exemplo.
Além disso, o desgaste acentuado de componentes da suspensão pode prejudicar o sistema de direção e até diminuir
a durabilidade dos pneus. Vazamentos de óleo também devem ser vistos com atenção. Em casos extremos,
se o lubrificante escorrer por dentro do cofre do motor, pode afetar componentes elétricos e causar uma pane geral,
além de risco de problemas no próprio propulsor, que estará com menos lubrificante que o ideal.
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