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Macaé (RJ), quarta-feira, 15 de março de 2017, Ano XLl, Nº 9265
Fundador/Diretor: Oscar Pires
AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
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Mitsubishi Outlander diesel fica mais barato Novos equipamentos e configuração diesel sem o Full Tecnology Pack estão entre as novidades da linha 2017. AUTOTAL
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RODAS E PNEUS DIVULGAÇÃO
Vai trocar rodas e pneus? Saiba os cuidados a tomar Não basta que os furos de fixação sejam coincidentes. É preciso ficar atento também a outros pontos.
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Mitsubishi Eclipse retorna como crossover médio Modelo volta ao mercado como um crossover, posicionado entre o ASX e o Outlander. PÁG. 2 Esqueça o cupê esportivo que fez sucesso entre os anos 1980 e 2000. O Mitsubishi Eclipse ganhou o sobrenome Cross e volta ao mercado no segundo semestre do ano, como um crossover médio, posicionado acima do ASX e abaixo do Outlander.
O Mitsubishi Eclipse Cross se destaca pela carroceria SUV-cupê, bem distinta dos irmãos da linha e mais próxima do estilo de modelos como BMW X4 e Mercedes-Benz GLC Coupé.
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Macaé (RJ), quarta-feira, 15 de março de 2017
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Mitsubishi Eclipse retorna como crossover médio Modelo volta ao mercado como um crossover, posicionado entre o ASX e o Outlander Esqueça o cupê esportivo que fez sucesso entre os anos 1980 e 2000. O Mitsubishi Eclipse ganhou o sobrenome Cross e volta ao mercado no segundo semestre do ano, como um crossover médio, posicionado acima do ASX e abaixo do Outlander. O Eclipse Cross se destaca pela carroceria SUV-cupê, bem distinta dos irmãos da linha e mais próxima do estilo de modelos como BMW X4 e Mercedes-Benz GLC Coupé. Com 4.405 m de comprimento, 1.805 m de largura e 1.685 de altura, o novo crossover é 11 cm mais comprido e 3 cm mais largo e 7 cm mais alto que o ASX. Sob o capô, o crossover traz duas opções de motores: um 1.5 turbo com injeção direta e câmbio CVT e um 2.2 turbodiesel com câmbio automático de oito marchas. Os dados de potência não foram divulgados.
O Eclipse Cross se destaca pela carroceria SUV-cupê
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Para começo de conversa, é preciso que o diâmetro final do conjunto roda/pneu tenha o mesmo diâmetro que o conjunto roda/pneu originais
RODAS E PNEUS
Vai trocar rodas e pneus? Saiba os cuidados a tomar Não basta que os furos de fixação sejam coincidentes. É preciso ficar atento também a outros pontos...
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grande maioria das pessoas acredita que, para trocar as rodas do carro, basta que os furos de fixação sejam coincidentes. Mas, tecnicamente falando, a coisa não é bem assim. É preciso prestar atenção a outros pontos que podem comprometer a dirigibilidade do veículo. Para começo de conversa, é preciso que o diâmetro final do conjunto roda/pneu tenha o mesmo diâmetro que o conjunto roda/pneu originais. E explico o porquê. Quando a roda modificada tiver diâmetro diferente da original, por exemplo, substituir uma roda de aro 15 por outra de aro 16, será preciso compensar essa diferença no diâmetro das rodas utilizando pneus de perfil mais baixo. Se o seu carro, por exemplo, utiliza pneus 195/60 como medida original, para usar uma roda de aro 16 você precisará utilizar pneus na medida 205/50, para que o diâmetro final das novas rodas tenha exatamente o mesmo diâmetro das originais. Esse cuidado é fundamental para que a relação final de transmissão do carro fique exatamente igual ao que os técnicos previram quando desenvolveram o carro. Se você não tomar esses cuidados, e colocar pneus com medidas maiores que aquelas recomendadas acima, o maior diâmetro do conjunto roda/ pneus tornará a relação final de transmissão muito longa, piorando as acelerações e as retomadas de velocidade além de comprometerem o consumo de combustível para pior. Caso você utilize pneus de medidas menores do que aquelas que foram recomendadas acima como ideais, certamente você tornará a relação final de transmissão muito curta, aumentando o nível de ruído nas estradas e piorando sensivelmente o consumo de combustível. Isso sem contar que essa mudança na relação final de transmissão pode afetar até
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mesmo o funcionamento do computador de bordo, com indicação errôneas de pneu murcho ou descalibrado e até interferir no bom funcionamento do ABS e do controle de tração. E outras considerações devem ser feitas: pneus mais largos, apesar de aumentarem a aderência lateral e melhorar as frenagens, aumentam o arrasto aerodinâmico e o atrito do pneu com o solo, piorando o desempenho e aumentando o consumo, além de tornarem mais perigosos os riscos de aquaplanagem nos dias chuvosos. Em contrapartida, pneus mais estreitos, apesar de reduzirem o arrasto aerodinâmico e o atrito de rola-
mento, pioram sensivelmente a aderência lateral e aumentam os espaços e frenagens. E, é claro, pneus mais estreitos são menos sensíveis a aquaplanagem. Por isso, antes de substituir rodas e pneus, pense muito bem no que você vai fazer. Os resultados finais podem ser esteticamente bons mais tecnicamente desastrosos. Só substitua o conjunto original roda/pneu se você tiver a certeza do resultado final: um carro esteticamente mais bonito e adequado ao seu gosto, mas sem que isso afete a performance do carro em quaisquer circunstâncias. Vá em frente com a troca, mais seja sempre sensato.
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Honda WR-V mostra todas as virtudes de um Fit crossover O Honda WR-V é um carro perfeito para a cidade. Traz todas as qualidades do monovolume e ganha em conforto e dirigibilidade, por ter a suspensão reforçada
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Honda ataca novamente. Depois de abalar o mercado de SUVs e crossovers com o o lançamento do HR-V, que se tornou líder da categoria, a marca japonesa agora sai na frente ao lançar o menor crossover do Brasil. Trata-se do WR-V, um carro que tem todas as características para se tornar um sucesso de vendas. É bonito, é compacto e baseia-se no Fit, um dos carros de maior credibilidade no País. Além disso, o WR-V não é um simples “Fit aventureiro”, mas um legítimo crossover (a Honda vai chamá-lo de SUV), pois recebeu profundas modificações mecânicas. Mas, calma. O WR-V também está longe de ser um “mini HR-V”, como alguns consumidores mais afoitos podem pensar. O Honda WR-V tem sua própria personalidade. É um legítimo crossover, que reúne muitas características de um monovolume (o Fit) com algumas de SUV (suspensão reforçada, altura mínima elevada e posição de dirigir alta). O carro foi apresentado oficialmente em Foz do Iguaçu, segunda-feira (13) e começará a ser vendido na última semana do mês. Entretanto, tivemos a oportunidade de dirigi-lo em primeira mão em estradas de asfalto, ruas de paralelepípedos e caminhos de areia do litoral paulista, perto da elegante Riviera de São Lourenço. Quem conhece o Honda Fit vai gostar do WR-V. Devido aos reforços feitos na suspensão e na direção, à elevação da carroceria e aos pneus mais largos e mais altos, o carro ficou melhor de guiar em pisos ruins e ganhou em conforto. Visualmente, o WR-V teve o capô elevado e perdeu o aspecto de monovolume do Fit. A traseira tem lanternas envolventes e largas, no mesmo estilo das que equipam o Civic e o CR-V. Toda a parte inferior do carro é revestida de plástico preto, inclusive as caixas de rodas. E o teto tem um rack. O desenho das rodas também é exclusivo. Por dentro, ele é igual ao Fit EXL, mas os bancos e os painéis das portas têm um tecido exclusivo, cheio de tramas (na cor laranja quando a carroceria for vermelha). O sistema multimídia tem tela de 7” sensível ao toque e navegador por GPS. Para transformar o Fit no WR-V, os engenheiros da Honda (no Brasil e no Japão) foram fundo no bisturi. A cirurgia começou no próprio chassi. O entre-eixos cresceu 2,5 cm. As bitolas (distância entre as rodas) foram aumentadas em 4 cm na dianteira e na traseira. A altura mínima do carro passou de 145 para 179 mm (em relação aos eixos). Já o vão livre entre a carroceria e o solo é de 207 mm (mesmo valor do HR-V). Para compensar a maior altura, o cáster também foi ajustado. Mesmo assim, a Honda queria o WR-V “no chão”, ou seja, bastante estável não apenas nas retas (graças ao ângulo de cáster), mas também nas curvas. Por isso, seus engenheiros encomendaram para a Pirelli um pneu de medida nova no Brasil (195/60 R16). Assim, o WR-V ganhou pneus mais largos e de perfil mais alto. Para além do fato de serem do tipo “verde”, com menos resistência no atrito, os Pirelli P1 contam com duas lonas e dobram menos nas curvas. Em breve, o WR-V ganhará também uma opção
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Um bom carro para andar em pisos ruins
de pneus Bridgestone. Para completar a receita de um rodar mais macio e adequado a cidades com buracos e valetas nas ruas, a Honda introduziu buchas mais robustas, molas de SUV e amortecedores de maior diâmetro na suspensão dianteira. Na traseira, o eixo de torção foi enrijecido. Rodando, a direção do WR-V ficou tão leve que num primeiro momento assusta. Mas basta fazer algumas manobras para perceber que ela responde prontamente. O novo sistema de direção foi herdado do HR-V. Além disso, a coluna tem três pontos com buchas para filtrar melhor as irregularidades do piso. Conforto e praticidade são os itens que realmente podem fazer a diferença no Honda WR-V. Como ele não tem o porte nem o motor 1.8 do HR-V, não espe-
re dele grande desempenho. Ele fica muito aquém de seu irmão maior nesse quesito. O motor de 116 cv (compatível com o do Nissan Kicks) não garante ao WR-V acelerações brilhantes, mas o bom câmbio CVT, ligeiramente reajustado devido ao peso e aos pneus maiores, garante uma ótima nota de consumo. E as solicitações do acelerador são prontamente respondidas. Mas a versatilidade do Fit, com bancos configuráveis de várias maneiras (inclusive para se transformar numa cama), está presente em cada detalhe. A posição, o tamanho e a quantidade de porta-objetos é notável. Mais ainda o espaço traseiro. Pessoas de 1,80 m podem raspar ligeiramente a lateral da cabeça na curva do teto, mas como o banco traseiro é inclinado, basta
escorregar o corpo um tantinho à frente para eliminar esse problema, pois o espaço para as pernas é enorme para os passageiros. Quanto ao porta-malas, os 363 litros eram suficientes para o Fit, mas tornaram-se um ponto fraco agora que o carro pretende ser chamado de SUV (de qualquer forma, é maior que o do Renegade, e equibalente ao do EcoS port. A Honda vai produzir o WR-V na fábrica de Sumaré (SP), que já faz HR-V, Civic e City. O plano é exportar o WR-V para a América Latina. A Honda vai posicioná-lo entre o Fit (que já passou das 500.000 unidades vendidas no Brasil) e o HR-V. A ideia é fazer com que o WR-V seja o carro de entrada do segmento de crossovers, o que significa um ataque direto ao Ford EcoSport 1.6.
Dirigimos em primeira mão o Honda WR-V no litoral paulista, passando por vários tipos de piso
FICHA TÉCNICA
Honda WR-V 1.5 CVT ● PREÇO básico: R$ 79.400 ● CARRO avaliado: R$ 83.400 ● MOTOR: 4 cilindros em linha 1.5, 16V, duplo comando de válvulas ● CILINDRADA: 1496 cm3 ● COMBUSTÍVEL: flex ● POTÊNCIA: 115 cv a 6.000 rpm (g) e 116 cv a 6.000 rpm (e) ● TORQUE: 15,2 kgfm a 4.800 rpm (g) e 15,3 kgfm a 4.800 rpm (e) ● CÂMBIO: CVT (continuamente variável) ● DIREÇÃO: elétrica ● SUSPENSÕES: McPherson (d) e eixo de torção (t) ● FREIOS: disco sólido (d) e tambor (t) ● TRAÇÃO: dianteira ● DIMENSÕES: 4,000 m (c), 1,734 m (l), 1,574 m (a) ● ENTRE-EIXOS: 2,555 m ● PNEUS: 195/60 R16 ● PORTA-MALAS: 363 litros (1.045 litros com os bancos rebatidos)
As lanternas traseiras foram inspiradas no Civic e no CR-V
● TANQUE: 46 litros ● PESO: 1.130 kg ● 0-100 km/h: 10s5 (medição MOTOR SHOW) ● VELOCIDADE máxima: não divulgada ● CONSUMO cidade: 11,7 km/l (g) e 8,2 km/l (e) ● CONSUMO estrada: 12,4 km/l (g) e 8,7 km/l (e) ● EMISSÃO de CO2: 102 g/km ● NOTA do Inmetro: B ● CLASSIFICAÇÃO na categoria: A (Utilitário Esportivo Compacto)
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DIESEL
Mitsubishi Outlander diesel fica mais barato Novos equipamentos e configuração diesel sem o Full Tecnology Pack estão entre as novidades da linha 2017
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linha 2017 do Mitsubishi Outlander estreia no Brasil tendo como principal novidade uma nova versão a diesel mais acessível. Por R$ 181.990, a nova configuração mantém o motor 2.2 turbodiesel de 165 cv e 36,7 kgfm de torque, mas perde o pacote de equipamentos Full Tecnology Pack (composto por faróis de LED com comando automático do facho alto, freio de estacionamento eletrônico com assistente de partida em rampas, piloto automático adaptativo e sistema de frenagem automática de emergência). Com esses itens, o preço do Outlander diesel vai a R$ 199.990. Outras novidades da linha são o motor 2.0 a gasolina da versão de entrada, que recebeu modificações para ficar até 19,8% mais econômico, a lista de equipamentos (com ar-condicionado automático de duas zonas em todas as versões, antena tipo barbatana de tubarão no teto e monitor de pressão dos pneus) e o rack do teto agora na cor prata. CONFIRA
Preços e versões do Outlander 2017 2.0L R$ 135.990,00 ● OUTLANDER 3.0 V6 R$ 162.990,00 ● OUTLANDER 3.0 V6 Full Tecnology Pack R$ 175.990,00 ● OUTLANDER 2.2 Diesel R$ 181.990,00 ● OUTLANDER 2.2 Diesel Full Tecnology Pack R$ 199.990,00 ● OUTLANDER
Outras novidades da linha são o motor 2.0 a gasolina da versão de entrada, que recebeu modificações para ficar até 19,8% mais econômico
NÚMEROS
Quais são os 20 carros mais roubados no Brasil DIVULGAÇÃO
Os dados do ranking são do IVR (Índice de Veículos Roubados) da Susep Divulgado pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), o IVR (Índice de Veículos Roubados) é obtido pela divisão entre o número de ocorrências de roubo e furto e o total de unidades seguradas daquele modelo. Confira os 20 automóveis de passeio nacionais em produção mais visados pelos criminosos. Para evitar distorções no indicador, foram considerados apenas os carros com mais de 10 mil unidades seguradas. (Dados atualizados até 19 de janeiro de 2017). RANKING
Índice de Veículos Roubados - IVR ● 1. TOYOTA ETIOS: 2,911 ● 2. CHEVROLET ONIX: 2,717 ● 3. HYUNDAI HB20: 2,468 ● 4. FIAT PUNTO: 2,193 ● 5. FIAT WEEKEND: 2,130 ● 6. HONDA CIVIC: 2,019 ● 7. CHEVROLET COBALT: 2,006 ● 8. VOLKS VOYAGE: 1,985 ● 9. FIAT PALIO (ACIMA DE 1.0): 1,961 ● 10. FORD ECOSPORT: 1,949 ● 11. CITROËN C3: 1,932 ● 12. PEUGEOT 208: 1,927 ● 13. FIAT GRAND SIENA: 1,915 ● 14. VOLKSWAGEN GOLF: 1,914 ● 15. RENAULT LOGAN: 1,903 ● 16. RENAULT SANDERO: 1,901 ● 17. FIAT PALIO 1.0: 1,879 ● 18. VOLKS FOX 1.0: 1,876 ● 19. HYUNDAI TUCSON: 1,860 ● 20. VOLKS GOL (ACIMA 1.0): 1,831
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