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Macaé (RJ), quarta-feira, 2 de dezembro de 2015, Ano XL, Nº 8879
Fundador/Diretor: Oscar Pires
AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
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Citroën AirCross reestilizado
Para competir também com os SUVs compactos, novo Citroën AirCross foi reposicionado e agora parte de R$ 49.990, mas sem estepe na traseira. Versão C3 Picasso deixa de existir
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unto com a reestilização, a Citroën apresentou uma nova estratégia para os monovolumes derivados do compacto C3. Enquanto o C3 Picasso, com o sobrenome que identifica o segmento, deixa de existir, a versão aventureira AirCross passa a ser a única denominação para o modelo. Se por um lado o monovolume só passa a existir com os elementos típicos dos fora de estrada (como molduras nos para-lamas e estribos falsos), as versões mais simples perderam o indefectível estepe fixado na tampa traseira. As mudanças se concentraram na grade, conjuntos ópticos dianteiro e traseiro, para-choques, rodas e nas barras de teto. Foi o bastante para atualizar o modelo. Por dentro, o AirCross ganhou novos bancos e painel. PÁG. 4
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Peugeot 2008 aposta em motor turbo para vingar Modelo tem linhas arrojadas na carroceria, com "onda" no teto
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Audi A3 fica mais urbano Depois da BMW, é a vez da também alemã Audi entregar modelos fabricados no Brasil PÁG. 2
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AUTOTAL por LUIZ FERNANDO LOVIK Audi A3 fica mais urbano Depois da BMW (Séries 1 e 3 e X1), é a vez da também alemã Audi entregar modelos fabricados no Brasil. O Audi A3 Sedan nacional começa a ser entregue primeiro na configuração com motor de 1,4 litro, retrabalhado para ser flex e entregar 150 cavalos de potência e 25,49 kgfm de torque. Com preços iniciais de R$ 99.990 e R$ 109.990, sai mais em conta que o hatch mais barato da rival bávara e reforça o posicionamento contra sedãs médios que entram em sua faixa de preço sem ter tanto refino ou equipamento. Com estas credenciais, a Audi
do Brasil afirma, oficialmente, que pretende manter o bom nível de vendas de praticamente cinco mil unidades ao ano -- há até a expectativa de entregar 1.000 unidades do sedã nacional em mês e meio, até o apagar das luzes de 2015. Nos bastidores, porém, vozes ligadas à empresa apontam que o A3 Sedan feito no Paraná pode vender bem mais e realmente mudar paradigmas do segmento médio premium.Para isso, é preciso agradar a todo tipo de consumidor (não apenas satisfazer a entusiastas de tecnologia e velocidade) e andar bem em todos os pisos do país.
Redução de custos Em vez de lançar o totalmente novo 308 europeu no Brasil, a Peugeot optou por apenas reestilizar o modelo. A razão, embora não admita oficialmente, é a redução de custos de projeto. A grande mudança no hatch médio está na dianteira, que adota o novo padrão de estilo da marca francesa, acompanhado da transmissão automática de seis velocidades EAT6 – que estreou localmente no “primo” Citroën C4 Lounge. Fora as novidades estéticas, o 308 passa a ser posicionado em uma gama enxuta de versões (Allure e Griffe, com motores 1.6, 1.6 turbo THP repotenciado de 165cv para 173cv ou 2.0),
focado numa lista de equipamentos completa, esta sim, no padrão europeu, a partir de R$ 69.990. São de série arcondicionado de duas zonas, seis airbags (dois frontais, dois laterais e dois do tipo cortina), sistema Isofix de retenção para cadeirinhas, sensor de estacionamento traseiro, rodas aro 17 polegadas e teto solar panorâmico. O sedã 408 reestilizado chega ao mercado em novembro. Na sequência, vem o novo 308 de fato, importado. O hatch europeu passa por homologação e a Peugeot aguarda apenas uma estabilização do dólar para começar as vendas.
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Citroën AirCross reestilizado Para competir também com os SUVs compactos, novo Citroën AirCross foi reposicionado e agora parte de R$ 49.990, mas sem estepe na traseira. Versão C3 Picasso deixa de existir
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unto com a reestilização, a Citroën apresentou uma nova estratégia para os monovolumes derivados do compacto C3. Enquanto o C3 Picasso, com o sobrenome que identifica o segmento, deixa de existir, a versão aventureira AirCross passa a ser a única denominação para o modelo. Se por um lado o monovolume só passa a existir com os elementos típicos dos fora de estrada (como molduras nos para-lamas e estribos falsos), as versões mais simples perderam o indefectível estepe fixado na tampa traseira. As mudanças se concentraram na grade, conjuntos ópticos dianteiro e traseiro, para-choques, rodas e nas barras de teto. Foi o bastante para atualizar o modelo. Por dentro, o AirCross ganhou novos bancos e painel. A boa visibilidade proporcionada pelo para-brisa panorâmico e assento elevado foi mantida, assim como o bom espaço interno e o banco traseiro, que, quando rebatido, forma uma plataforma plana. De acordo com a Citroën, a direção elétrica está mais leve. A suspensão também foi recalibrada, ganhando em conforto. Os conjuntos mecânicos são os mesmos: o motor 1.5, com câmbio manual de cinco marchas, e o 1.6, que também faz par com o câmbio automático de quatro velocidades. PREÇOS E VERSÕES
As versões ganharam novas nomenclaturas. A de entrada
é a Start (R$ 49.990), disponível apenas com motor 1.5 e câmbio manual, e traz de série direção elétrica, ar-condicionado, rodas de aço de 16 polegadas, vidros e retrovisores elétricos. A versão Live está disponível com mecânica 1.5 manual (R$ 53.990) ou 1.6 automática (R$ 58.990), e vem equipada com barras de teto, rodas de liga leve de 16 polegadas, luzes diurnas em LED e rádio com Bluetooth e entrada auxiliar. A Feel é vendida com motor 1.6 com câmbio manual (R$ 58.990) ou 1.6 automático (R$ 63.990), e traz o estepe fixado na tampa traseira, além de pneus de uso misto, faróis de neblina e alarme. A topo de linha Shine (R$ 69.290) tem mecânica 1.6 com câmbio automático e vem com ar-condicionado automático, volante revestido em couro, detector de obstáculo traseiro, bancos revestidos em couro e tecido, câmera de ré, controlador de velocidade, sensores de chuva e crepuscular e a nova central multimídia com tela tátil de sete polegadas, que traz como destaque as funções de espelhamento do smartphone, 16GB para armazenar música e interação com aplicativos. ABS e airbag duplo frontal são obrigatórios por lei desde janeiro de 2014. O navegador está disponível como opcional apenas para essa versão. O novo AirCross tem três anos de garantia e manutenção com preços fixos.
As duas versões de entrada não trazem o estepe fixado na tampa do porta-malas
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Por fora, o 2008 tem visual sofisticado e bem resolvido, com luzes diurnas em LED nos faróis desde a versão de entrada
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Peugeot 2008 aposta em motor turbo para vingar Modelo tem linhas arrojadas na carroceria, com "onda" no teto e faróis em LED desde a versão de entrada
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ense num carro robusto, bem equipado, espaçoso e de visual modenro. Esta é a fórmula dos SUVs compactos, segmento que mais cresce no Brasil no momento. É claro que nem todos seguem à risca tais atributos, basta ver os novos Honda HR-V, Jeep Renegade e o renovado Renault Duster, cada um com seu ponto forte. No meio desta briga, a Peugeot acaba de apresentar o 2008, que aposta no custo/benefício, com uma lista recheada de itens para abocanhar sua fatia. Disponível em três versões de acabamento, o crossover custa de R$ 67.190 a R$ 79.590. Para testar o modelo na prática, fomos até Santo André (Bahia) avaliar as versões de entrada (Allure) e topo delinha (Griffe THP). Por fora, o 2008 tem visual sofisticado e bem resolvido, com luzes diurnas em LED nos faróis desde a versão de entrada. A configuração topo de linha se diferencia pelos retrovisores cromados e teto panorâmico de vidro. Por dentro, o acabamento merece aplausos. O painel de controle tem desenho arrojado, materiais de qualidade e encaixes precisos das peças. A ergonomia é outro ponto positivo, com comandos à mão do motorista e boa posição de dirigir, graças aos ajustes de altura e profundidade no banco do motorista e no volante multifuncional.
"COMPLETÃO"
Em contrapartida, a cabine compacta tem espaço limitado. Os ocupantes viajam próximos um do outro na frente e, atrás,
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A Peugeot espera que as versões automáticas respondam por 70% das vendas do crossover, embora não tenha colocado essa opção na versão topo de linha — uma estratégia arriscada em um segmento tão brigado
NÚMEROS
1.6 THP
O propulsor 1.6 THP turbo
173 cv Potência máxima
24,5 kgfm Torque máximo
ECOSPORT 1.6
Novas versões apenas dois adultos viajam com conforto. O console central entre os bancos poderia ser menos recuado, assim como a estilizada alavanca do freio de mão. Desde a configuração de entrada, o utilitário traz uma lista generosa de itens: direção elétrica; quatro air bags; arcondicionado digital de duas zonas; rodas de liga leve de 16 polegadas; trio elétrico; sensor de obstáculos traseiro; piloto automático; faróis com luzes diurnas em LED e central mul-
timídia "touch" de sete polegadas com GPS. A versão topo de linha agrega bancos parcialmente em couro; air bags de cortina; sensor de obstáculos dianteiro; sensores de chuva e crepuscular; controle de estabilidade; assistente de partida em rampas e o grip control, sistema pra pisos de baixa aderência que consegiu tirar o "mini SUV" de um atoleiro enlameado no meio do trajeto. FOME DE LEÃO
Apesar de ser mais alto e
encorpado que um hatch, o 2008 é um carro fácil de guiar. A direção elétrica ajuda nas manobras e a versão de entrada, com motor aspirado 1.6 de 122 cavalos, se mostrou ágil no trânsito. Porém, na estrada ela é um tanto ruidosa, sobretudo em velocidades mais altas, quando a cabine é invadida pelos barulhos de vento e rolagem dos pneus. Para quem curte pisar fundo, a versão turbo é um prato cheio de diversão. O propulsor
1.6 THP de até 173 cavalos é elástico e entrega potência de sobra, mesmo em baixas rotações — os 24,5 kgfm de torque máximo são oferecidos desde as 1.750 rotações. Pe n a q u e e st e m ot o r é acompanhado apenas de um câmbio manual de seis marchas, que embora macio e preciso, não traz o conforto de uma caixa automática — algo esperado para um carro desse valor. Assim, é preciso escolher entre potência e comodidade.
● A Peugeot apresentou
nesta terça-feira (7) o 2008, que chega em maio às lojas em três versões de acabamento com preços entre R$ 67.190 a R$ 79.590. O modelo chega para concorrer no agitado segmento dos SUVs compactos, no qual figuram o líder Ford Ecosport e os novos Jeep Renegade e Honda HR-V, além do Renault Duster, que acaba de ser reestilizado.
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Honda HR-V leva nota máxima no crash test Seis veículos são avaliados pelo Latin NCAP e Honda consegue cinco estrelas para três modelos. Ford Ka consegue alcança quatro estrelas
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Latin NCAP revelou nesta segunda-feira o resultado de seis novos testes de colisão de veículos vendidos na América Latina. A Honda se deu bem com nota máxima para o best-seller HR-V: cinco estrelas para adultos e crianças. Ford Ka também foi avaliado e recebeu quatro estrelas. Já um modelo Chevrolet comercializado no México foi reprovado. O Honda HR-V foi elogiado pela entidade ao receber nota máxima para adultos e crianças. “A estrutura mostrou um desempenho estável, bem como elementos avançados que permitiram oferecer bons níveis de segurança. O HR-V conta com ancoragens ISOFIX utilizadas no teste, ajudando o veículo a alcançar um ótimo resultado”. Agora, o crossover japonês está tecnicamente empatado com o rival Jeep Renegade, ambos com cinco estrelas para adultos e crianças. Em relação aos passageiros adultos, o HR-V leva vantagem: índice de 16.70 contra 16.12 do Renegade (nota máxima de 17.00). Já para crianças, o jipe saiu melhor: 43.54 contra 43.30 (máximo de 49.00). A Honda também vai comemorar bons resultados com o Fit e City. Os dois modelos tiraram cinco estrelas para adultos e quatro para crianças. “As estruturas de ambos os veículos mostraram um desempenho estável, bem como elementos avançados que permitiram oferecer bons níveis de
segurança”, afirma o Latin NCAP. Outro modelo avaliado foi o novo Ford KA, que alcançou quatro estrelas para o ocupante adulto e três estrelas para o criança, mesmo com Isofix. A marca foi criticada devido ao cinto abdominal central traseiro. “É de surpreender o fato de a Ford continuar a oferecer cintos de dois pontos na posição central no banco de trás em novas plataformas”. “Modelos que acabaram de ser lançados ao mercado contam com a máxima qualificação, e que os fabricantes assumem este compromisso de segurança com os consumidores. Espero que este compromisso se estenda para o resto das marcas para podermos nos aproximar do alvo do decênio das Nações Unidas de reduzir para a metade as mortes no trânsito”, declarou Maria Fernanda Rodríguez, presidente do Latin NCAP. Além desses quatro modelos, o Latin NCAP também colocou contra a parede o Volkswagen Vento, uma versão sedã do Polo da Europa, produzido na Índia e que não será vendido no Brasil. O veículo recebeu cinco estrelas para o ocupante adulto e três estrelas para o ocupante infantil. Já o Chevrolet Aveo, compacto vendido no México, teve um resultado vexatório. Obteve zero estrela para o ocupante adulto e duas estrelas para crianças. O carro avaliado não tem airbag duplo frontal.
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Honda HR-V: 5 estrelas para adultos e 5 para crianças
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