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Macaé (RJ), quinta-feira, 2 de março de 2017, Ano XLl, Nº 9256
Fundador/Diretor: Oscar Pires
AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
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VW cobra caro por visual diferente do Gol Track A Volkswagen optou por um caminho diferente com o novo VW Gol Track, que traz mudanças bem maiores. EXPERIÊNCIA
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SEGURANÇA DIVULGAÇÃO
Ford chama 9 mil Ka, Ka+ e EcoSport por falha nos cintos de segurança Fique atento aos comunicados emitidos pelas concessionárias das rodovias em seus respectivos sites oficiais. PÁG. 6
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Quer montar seu próprio supercarro? Honda cobra R$ 8 mil pela experiência Historicamente, o NSX nasceu no começo da década de 1990 e contou com a ajuda de Ayrton Senna. PÁG. 6
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magine comprar um carro e, além do cheque no valor do modelo, pagar ainda mais para fabricá-lo você mesmo na fábrica. Imaginou? Estranho, né? Pois é o que a Honda está oferecendo endinheirados interessados no supercarro NSX, que nos Estados Unidos usa
o logotipo da Acura, divisão de luxo da marca nos EUA. Quanto custa o "faça você mesmo" de luxo? Pelo menos US$ 2.700 mil (R$ 8.300 mil na conversão direta), sem contar o valor cobrado pelo carrão: de US$ 156 mil a US$ 205 mil (entre R$ 480 mil e R$ 630 mil limpos).
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AUTOTAL
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Os dez carros automáticos mais baratos do Brasil Confira o ranking de preços dos modelos equipados com câmbios automáticos tradicionais ou CVT VENDAS
Ranking da Fenabrave ● 1. TOYOTA ETIOS X 1.3
R$ 47.625 ● 2. KIA PICANTO — R$ 49.990 ● 3. TOYOTA ETIOS SEDÃ X 1.5
R$ 52.140 ● 4. CHEVROLET ONIX LT
R$ 53.890 ● 5. NISSAN MARCH 1.6 SV
R$ 54.090 ● 6. HYUNDAI HB20 1.6
COMFORT PLUS — R$ 54.595 ● 7. CITROËN C3 TENDANCE
R$ 57.690 ● 8. CHEVROLET PRISMA LT
R$ 57.890 ● 9. NISSAN VERSA 1.6 SV
R$ 57.990 ● 10. HYUNDAI HB20S 1.6
COMFORT PLUS — R$ 58.425
Nissan Versa 1.6 SV — R$ 57.990
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VOLKSWAGEN
VW cobra caro por visual diferente do Gol Track A Volkswagen optou por um caminho diferente com o novo VW Gol Track, que traz mudanças bem maiores
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s séries especiais fazem parte de estratégias das fabricantes para impulsionar as vendas de veículos e agradam a parcela do público que deseja um carro diferente. Só que, na maioria dos casos, essa diferenciação se limita a itens como adesivos, moldura das caixas de roda ou apliques decorativos. A Volkswagen optou por um caminho diferente com o novo VW Gol Track, que traz mudanças bem maiores. Na dianteira, os faróis são maiores, assim como a grade e o para-choque, que foram herdados da picape Saveiro. O resultado ficou bastante agradável. E, como não poderia ser diferente, o modelo exibe adesivos que identificam a versão, moldura preta nas caixas de roda e rodas de liga leve de 15” com desenho exclusivo. Só que essas alterações provocaram um aumento de 2 kg no peso do carro, além de 10 mm a mais na altura. As mudanças citadas parecem apenas estéticas, mas o Gol Track ainda apresenta desempenho distinto das demais versões equipadas com motor 1.0 de 82 cv. Na pista, o Gol Track acelerou de 0 a 100 km/h em 15s49, ou 0s28 mais lento que a versão Comfortline. Na retomada de 80 km/h a 120 km/h, o novo hatch precisou de 18s67 para cumprir a prova, enquanto o Comfortline necessitou de 17s45. Mesmo com essas diferenças, a dirigibilidade do Track é muito próxima da do Comfortline, com direção hidráulica bem calibrada e agilidade adequada para um carro dessa categoria no trânsito urbano. O carro conta com indicador de troca de marcha no quadro de instrumentos, item que ajuda a obter um melhor consumo
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de combustível. Na estrada, o Gol Track (como todo modelo com motor 1.0) não demonstra tanta agilidade, mas também não decepciona. O câmbio, como é padrão nos modelos da marca, segue exibindo engates rápidos e precisos. Internamente, o que diferencia o Track é a forração dos bancos. De resto, é tudo igual ao do Comfortline. Como opcional, a Volkswagen oferece a central Discover Media por
R$ 2.524 e um “pacote” que inclui alarme e, sensor de estacionamento traseiro, entre outros equipamentos, por R$ 3.592. A pintura na cor vermelha (como o carro das fotos) é sólida, mas custa R$ 438. Com tudo isso, o Gol Track custa R$ 52.748, preço alto para um carro 1.0. Mas, sem os itens opcionais, seu valor fica bem próximo ao da versão Comfortline e pode ser a opção para quem deseja exclusividade sem gastar muito.
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FORD FIESTA
Novo Ford Fiesta ST é revelado com motor de 200 cv
Destaque da nova geração do "hot hatch" é o novo motor 1.5 EcoBoost de três cilindros, com turbo e um novo sistema de injeção
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Ford revelou na Europa a nova geração do Fiesta ST. O mais esportivo modelo da linha traz como principal destaque o novo propulsor 1.5 EcoBoost de três cilindros e 200 cv. O lançamento oficial do ‘hot hatch’ será no Salão de Genebra, em março. Para atingir a marca dos 200 cv, o motor de três cilindros traz, além do turbo, um novo sistema de injeção direta e indireta de combustível de alta pressão e o duplo comando de válvulas com variador de fase. Outros destaques do propulsor são o sistema de desativação de um cilindro, para melhorar o consumo em situações de baixa demanda, é o escape ativo com amplificadores de som, responsável por garantir o ronco esportivo. Pela primeira vez, o Fiesta ST será equipado com um seletor de modos de condução com três opções de calibragem (Normal, Sport e Track), que alteram as respostas do motor, do sistema de direção, a atuação do controle eletrônico de estabilidade e também o ronco do motor. A Ford não divulgou os números de desempenho do novo ST. O atual, que é equipado com um motor 1.6 EcoBoost de 182 cv, acelera de 0 a 100 km/h em 6s9 e atinge os 220 km/h de máxima (limitada eletronicamente). O novo Fiesta ST chega ao mercado europeu no início de 2018, nas opções de carroceria de três e cinco portas.
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Legenda
FUTURO
Futuro tecnológico fará indústria de carros se concentrar na mão de poucos Conglomerado de marcas deve ser cada vez mais enxuto nos próximos anos
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ntre os grandes desafios da indústria automobilística mundial está a tendência de consolidação. Em outras palavras, fusões, aquisições, alianças e acordos para tornar o negócio sustentável a longo prazo. O quadro atual de grandes grupos controlando várias marcas ainda passará por modificações. Afinal, os investimentos para diminuição de consumo (por consequência de dióxido de carbono - mais conhecido por CO2 -, um dos gases de efeito estufa e mudanças climáticas), controle de emissões de gases regulamentados (monóxido de carbono, óxidos de nitrogênio e hidrocarbonetos) e maiores exigências de segurança veicular ativa e passiva vão demandar imensos recursos financeiros. Sem contar os gastos que já existem com hibridização e eletrificação. Mais recentemente os esforços para a gradativa adoção de veículos com direção semiautônoma e, em seguida, totalmente autônoma, levaram grupos automobilísticos a desenvolver pesquisas avançadas altamente custosas, alguns por conta própria, outros em associação com gigantes da informática. Como há muito dinheiro envolvido e altos riscos inerentes ao próprio negócio, o quadro atual de conglomerados deve se alterar. Há cerca de dois anos a consultoria Business Insider (BI) fez um levantamento e apontou que 14 grupos automobilísticos controlavam 54 marcas de automóveis e veículos comerciais leves, conforme a ilustração que abre esta reportagem. Pelo critério do estudo, os grupos Renault e Nissan estão separados pois formam apenas uma aliança. Nesse meio tempo a aliança comprou a russa Lada e a Nissan anexou a japonesa Mitsubishi. Mais cedo ou mais tarde os refe-
ridos grupos tendem a se fundir, apesar de resistência do governo francês, dono de 20% das ações da Renault. A Suzuki, que vendeu parte das suas ações para a Volkswagen e as comprou de volta, é a japonesa mais perto de algum grande conglomerado. A Honda afirma querer se manter independente. Duas pequenas japonesas, Mazda e Isuzu, terão dificuldades se não se unirem a um grupo maior. Na semana passada GM e PSA (Peugeot Citroën, DS e a chinesa Dongfeng) admitiram conversações para venda da alemã Opel e da inglesa Vauxhall (na verdade, carros Opel com logotipo próprio e volante do lado direito) -- o grupo americano perde dinheiro na subsidiária europeia há 16 anos e acumula prejuízo de US$ 15 bilhões. Como PSA e Opel já têm parceria para desenvolvimento de duas famílias de modelos, tudo indica que o negócio deverá ser fechado, embora não alterasse o quadro mundial de consolidação, pois se trataria de movimento interno. Especulações, no entanto, rondam os desdobramentos desse fato recente. Pode acontecer de a GM examinar a possibilidade de compra do grupo FCA (Fiat Chrysler Automobiles). No ano passado, Sergio Marchionne, principal executivo da FCA, veio a público sugerir tal negociação, mas os americanos ignoraram. Se ficar sem nenhuma presença na Europa, talvez tenha chegado o momento de a GM rever o assunto, como comentado na imprensa especializada dos EUA. Livre do peso que a Opel/Vauxhall representa, a superfusão formaria o maior conglomerado automobilístico do mundo, como foi a própria GM por 75 anos (1931 a 2005 e em 2011).
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SEGURANÇA
Ford chama 9 mil Ka, Ka+ e EcoSport por falha nos cintos de segurança Fique atento aos comunicados emitidos pelas concessionárias das rodovias em seus respectivos sites oficiais
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CRÉDITO
Ford convocou na última sexta-feira (24) 9.078 proprietários de Ka, Ka+ e EcoSport para participar de um chamado por conta de uma falha no fecho dos cintos de segurança, dianteiros e traseiros. Todas as unidades envolvidas são modelo 2017 e foram produzidas entre 09/11/2016 e 03/12/2016. Segundo o comunicado emitido pela empresa, "a lingueta do cinto de segurança pode não encaixar corretamente no fecho, não oferecendo a proteção adequada aos passageiros". A solução, de acordo com a marca, é a simples troca dos fechos, serviço que dura aproximadamente duas horas. RECALL
Os chassis envolvidos ● KA E KA+:
de H8421589 a H8448524 ● ECOSPORT: de H8608138 a H8631737
O atendimento começa hoje, quinta-feira (2). Para mais informações, a Ford disponibiliza seu site oficial e o telefone 0800 703 3673.
A solução, de acordo com a marca, é a simples troca dos fechos, serviço que dura aproximadamente duas horas
EXPERIÊNCIA
Quer montar seu próprio supercarro? Honda cobra R$ 8 mil pela experiência Historicamente, o NSX nasceu no começo da década de 1990 e contou com a ajuda de Ayrton Senna
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magine comprar um carro e, além do cheque no valor do modelo, pagar ainda mais para fabricálo você mesmo na fábrica. Imaginou? Estranho, né? Pois é o que a Honda está oferecendo endinheirados interessados no supercarro NSX, que nos Estados Unidos usa o logotipo da Acura, divisão de luxo da marca nos EUA. Quanto custa o "faça você mesmo" de luxo? Pelo menos US$ 2.700 mil (R$ 8.300 mil na conversão direta), sem contar o valor cobrado pelo carrão: de US$ 156 mil a US$ 205 mil (entre R$ 480 mil e R$ 630 mil limpos). Na verdade, trata-se de turismo automotivo: a Honda percebeu que existem clientes dispostos a pagar pela experiência de "ex clusividade". Ninguém vai pegar no pesado na fábrica de Marysville, em Ohio, de fato; no geral, o que acontece é acompanhar o processo artesanal de montagem do NSX, que leva até 14 horas, acompanhando as explicações de engenheiros, apertando um parafuso ou outro e, enfim, chegando ao clímax: aplicar os emblemas do veículo assim que a montagem for concluída. São seis "pacotes" diferentes, oferecendo um ou dois dias de visitação à fábrica, incluindo transporte, refeições, hospedagem e outras amenidades, tudo com a possibilidade de levar um acompanhante, mediante um custo extra. Além da visita à fábrica e de fazer cosplay de operário, o cliente tem a chance de acelerar seu Acura NSX recém-construído na pista ao lado da fábrica.
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Historicamente, o NSX nasceu no começo da década de 1990 e contou com a ajuda de Ayrton Senna, na época piloto da McLarenHonda, em seu desenvolvimento. Esta nova geração é um esportivo híbrido com chassi e carroceria de fibra de carbono, motor V6 3.5 biturbo e três motores elétricos para render 581 cv e 65 kgfm, acelerar de zero a 100 km/h em menos de 3 segundos e atingir a máxima de 307 km/h. A transmissão é automatizada de dupla embreagem e nove marchas e a tração, integral.
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