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Automóveis 29 07 15

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www.odebateon.com.br

Macaé (RJ), quarta-feira, 29 de julho de 2015, Ano XL, Nº 8765

Fundador/Diretor: Oscar Pires

AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ

COMUNICAÇÃO ACIM

JEEP concessionária consolida parceria com o Tênis Clube de Macaé O objetivo é dar oportunidade aos associados em adquirir os veículos da marca a preços diferenciados

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a última quarta - feira (22/07), a concessionária JEEP firmou parceria

com os associados doTênis Clube de Macaé. O objetivo é dar oportunidade aos associados em ad-

quirir os veículos da marca JEEP a preços diferenciados. De acordo com Alessandro

Braga, gerente geral da JEEP Macaé, esse encontro, proporciona a integração com os associados do

VITRINE

Ford lança versão sedã reestilizada Focus Fastback Motor 2.0 de 178 cavalos e câmbio automático são de série

Tênis Clube, mostrando os diferenciais, condições e visibilidade da marca JEEP. "Chegamos na ci-

dade de Macaé no mês de abril e queremos que as pessoas conheçam a JEEP", ressaltou. PÁG. 3

AUTOTAL DIVULGAÇÃO

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Sedã-médio começa a ser vendido em agosto com nova dianteira e equipamentos

Jeep Renegade O jipinho brasileiro promete bater de frente não só com os SUV compactos, mas também com os utilitários esportivos diesel mais baratos PÁG. 2


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Macaé (RJ), quarta-feira, 29 de julho de 2015

AUTOTAL por LUIZ FERNANDO LOVIK Jeep Renegade 2.0 Turbo 4X4

Aparência esportiva Mostrado no Salão do Automóvel, em São Paulo, o Ford Fiesta Sport já está à venda no Brasil. O modelo será equipado com itens exclusivos para valorizar o visual esportivo e terá três opções de cores para a carroceria: vermelho, branco e preto perolizado. Na parte externa, o hatch elimina todos os cromados e traz para-choque dianteiro mais agressivo, grade dianteira e retrovisores em preto brilhante, faróis com máscara negra, saias laterais, para-choque traseiro com aplique especial e spoiler. Emblemas identificando a versão na traseira e na soleira das portas e rodas de liga leve de 16 polegadas

escurecidam completam o design. O modelo sairá de fábrica equipado com ar-condicionado, controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, vidros traseiros e dianteiros elétricos e faróis de neblina. Há também o sistema de conectividade Sync com comandos de voz, AppLink – permite acesso de aplicativos em smartphones – e Assistente de Emergência, que faz ligação automática para o SAMU em caso de acidente. Sob o capô, o já conhecido motor Sigma flex 1.6 litro de 125/128 cv de potência com gasolina/etanol e transmissão manual de cinco marchas.

Resgatando o clássico Jeep, que inclusive foi fabricado pela extinta Willys em Jaboatão dos Guararapes/PE, o Jeep Renegade chega remetendo ao passado mas com olhos no futuro e na liderança do segmento. O jipinho brasileiro, igualmente feito em Pernambuco, promete bater de frente não só com os SUV compactos, mas também com os utilitários esportivos diesel mais baratos. Em realidade, o Jeep Renegade 2.0 Turbo 4×4 começa em R$ 99.900, sendo assim o mais ba-

rato em sua categoria. Na versão Longitude o preço pula para R$ 109.900. Completo, incluindo o teto móvel My Sky, o veículo chega a R$ 142.900 com pintura sólida. O valor é alto e se distancia muito da proposta da versão 1.8 Flex, que parte de R$ 69.900. Apesar de ser o mesmo carro, a proposta de ambos é bem diferente e no caso do diesel, haverá muito mais chances do proprietário enveredar por estradas de terra bem ruins do que aquele que vai de Flex, cuja tração é somente nas rodas dianteiras.


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Diretoria do Tênis Clube presente na parceria com a concessionária JEEP

NOVIDADE

JEEP concessionária consolida parceria com o Tênis Clube de Macaé O objetivo é dar oportunidade aos associados em adquirir os veículos da marca a preços diferenciados

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a última quarta - feira (22/07), a concessionária JEEP firmou parceria com os associados do Tênis Clube de Macaé. O objetivo é dar oportunidade aos associados em adquirir os veículos da marca JEEP a preços diferenciados. De acordo com Alessandro Braga, gerente geral da JEEP Macaé, esse encontro, proporciona a integração com os associados do Tênis Clube, mostrando os diferenciais, condições e visibilidade da marca JEEP."Chegamos na cidade de Macaé no mês de abril e queremos que as pessoas conheçam a JEEP", ressaltou. Para o presidente do Tênis Clube de Macaé, Dewey de Figueiredo Almeida, a parceria agrega ainda mais valor aos benefícios oferecidos atualmente aos associados, destacou. Para maiores informações sobre a parceria entre o Tênis Clube de Macaé e a JEEP, o interessado deve entrar em contato através do telefone (22) 2796-2261.

“Chegamos na cidade de Macaé no mês de abril e queremos que as pessoas conheçam a JEEP” ALESSANDRO BRAGA, GERENTE GERAL DA JEEP MACAÉ


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Ford lança versão sedã reestilizada Focus Fastback Sedã-médio começa a ser vendido em agosto com nova dianteira e equipamentos. Motor 2.0 de 178 cavalos e câmbio automático são de série

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Ford lançou nesta segundafeira a versão sedã do novo Focus, que agora tem o nome de Fastback. A exemplo do hatch, lançado no mês passado, o sedã exibe visual reestilizado e novos equipamentos. O Focus Fastback começa a ser vendido em agosto a partir de R$ 77.900. A dianteira exibe a nova linguagem de estilo da Ford, com a grade no estilo ‘Aston Martin’. O conjunto óptico também segue a receita da versão hatch. A traseira permanece semelhante ao modelo anterior, mas a Ford inseriu uma caída de teto alongada e porta-malas curto, associando uma pegada mais esportiva do que um sedãmédio convencional. A versão de entrada do Focus Fastback é a SE (R$ 77.900)e o carro também pode ser configurado nas opções SE Plus (R$ 79.900), Titanium (R$ 87.900) e Titanium Plus (R$ 96.900). Todas as versões são equipadas com o motor Direct Flex 2.0 e câmbio automatizado PowerShift de seis velocidades. O bloco tem injeção direta e oferece 178 cavalos de potência a 6.500 rotações com etanol e 175 com gasolina. O torque fica nos 22,54 kgf.m (etanol) / 21,52 (gasolina) a 4.500 rpm. A Ford garante 88% da força já com 2.750 rotações. O câmbio tem os modos Drive e Sport e a partir da versão

SE Plus, oferece borboletas no volante. O carro pode ter até seis airbags (frontais, laterais e de cortina) e sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis. Há controles eletrônicos de estabilidade e tração e de torque em curvas. A versão Titanium Plus vem equipada com o assistente de frenagem autônomo, que evita o impacto em velocidade entre 20 km/h e 50km/h. Também na versão top de linha, agora o Focus oferece recurso de estacionamento automático de segunda geração. No modelo anterior, o carro já estacionava em vagas paralelas. Agora pode parar o veículo automaticamente em vagas perpendiculares. O motorista não precisa controlar a direção, mas deve regular acelerador e freio. VERSÕES E EQUIPAMENTOS DE SÉRIE

2.0 SE AT - R$ 77.900 - Rodas de liga leve de 17”, duplo airbag, sistema Advance Trac (controle de estabilidade, tração e curvas, assistente de partida em rampa, assistente preventivo antiderrapagem, monitoramento de pressão dos pneus e assistência de frenagem de emergência), freio a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, faróis de neblina, acendi-

mento automático dos faróis, espelho retrovisor eletrocrômico, sensor de chuva, chave programável MyKey e sistema de conectividade SYNC com AppLink e Assistênciade Emergência. SE Plus AT - R$ 79.900 - Rodas de liga leve 17” exclusivas, quatro airbags (frontais e laterais), bancos revestidos em couro, sensor de estacionamento traseiro, “Paddle Shift”, controle de velocidade de cruzeiro, limitador de velocidade e ar-condicionado de dupla zona. Titanium - R$ 87.900 - Rodas de liga leve 17” exclusivas, seis airbags (frontais, laterais e de cortina), chave com sensor de presença para acesso inteligente e botão de partida Ford Power, sistema de conectividade SYNC MyFord Touch com tela sensível ao toque de 8”, tela multifuncional colorida de 4,2” no painel de instrumentos, sistema de navegação e Premium Sound Sony com nove alto-falantes. Titanium Plus - R$ 96.900 Tudo das versõe anteriores mais o assistente de frenagem autônomo, faróis bi-xenon adaptativos, sistema de estacionamento automático em vagas paralelas e perpendiculares, sensor de estacionamento dianteiro, espelhos com rebatimento elétrico, banco do motorista com ajuste elétrico e teto solar.

A dianteira exibe a nova linguagem de estilo da Ford, com a grade no estilo ‘Aston Martin’


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A nova Yamaha R1 é bastante diferente da versão 2014. Mas o motor quatro cilindros de 998 cc com virabrequim crossplane permanece o mesmo adotado pela marca japonesa em 2004 na MotoGP

MOTOMUNDO

Na garupa da emoção Com 200 cv e visual inspirado, nova geração da Yamaha YZF-R1 flerta com moto de competição por Raphael Panaro Auto Press

“É

o mais próximo possível que se pode chegar da M1”. Essa foi a definição para a nova geração da YZF-R1 dada por Valentino Rossi, heptacampeão de motovelocidade e piloto oficial da Yamaha na MotoGP. O italiano participou ativamente do desenvolvimento do modelo. Já a M1 é o protótipo que o piloto da marca japonesa usa na categoria. A relação entre os dois modelos ficou mais próxima durante o Salão de Milão, na Itália, onde a fabricante nipônica mostrou a segunda geração da superesportiva de rua. A superesportiva agora conjuga design de corrida, potência de 200 cv e muita tecnologia. Além do desempenho de moto de competição, a Yamaha deu à nova R1 uma estética esportiva e, ao mesmo tempo, futurista. Inspirada nas linhas da M1, a R1 traz cortes nas carenagens laterais e traseiras. O conjunto ótico também foi totalmente remodelado. Agora os faróis em formato de diamante ficam “escondidos” dentro da entrada de ar frontal e há filetes de luzes diurnas de leds logo acima. Já a rabeta ficou mais fina e as duas carenagens vazadas se encontram em um ponto mais alto, onde começa a lanterna vertical também em leds. Visivelmente, o modelo está mais curto e estreito. E na prática também. O comprimento caiu para 2,05 metros – 2 cm a menos. A largura foi reduzida em 2,5 cm – para 0,69 m. O que já era bom ficou ainda melhor na versão 2015 da Yamaha R1. O tradicional motor quatro cilindros em linha de 998 cc recebeu “upgrades” e agora passa a entregar 200 cv de potência a 13.500 rpm – 18 cv a mais. O torque ficou em 11,5 kgfm a 11.500 giros. Com 199 kg em ordem de marcha – 179 kg de peso seco –, a nova R1 tem relação peso/ potência absurda: menos de 1kg/cv. Já o virabrequim do tipo crossplane continua. Ele faz os pistões se movimentarem sequencialmente. Desta forma, enquanto o pistão de uma das extremidades está no ponto morto superior, seu oposto encontra-se em ponto morto inferior. Ao mesmo tempo, os dois centrais estão no meio do caminho, um com movimento de subida e o outro de decida. Para domar todo este manancial de força, a R1 conta com a

tecnologia. Os freios ABS agora adotam distribuição eletrônica da frenagem, há quatro mapeamentos para o propulsor, controle de tração com 9 níveis, sistema antiempinamento com três modos, controle de largada e o quickshift, que permite o piloto subir as marchas sem o uso da embreagem. A suspensão dianteira – garfo telescópico invetido – e a traseira – monoamortecida – têm cursos de 120 mm. Na Europa, a YZF-R1 parte de 18.490 euros – cerca de R$ 63 mil. A nova geração ainda não tem data para desembarcar no Brasil. A antiga, por sua vez, está à venda por R$ 65.500. POTÊNCIA COM CONTROLE

É claro que a nova Yamaha R1 é bastante diferente da versão 2014. Mas o motor quatro cilindros de 998 cc com virabrequim crossplane permanece o mesmo adotado pela marca japonesa em 2004 na MotoGP. A categoria rainha do motociclismo também ajuda no design do modelo, voltado para uma maior performance. Os 199 kg se mostram compactos e torna o peso semelhante ao do modelo menor, a R6. Há quatro mapeamentos a serviço do piloto. Porém, o trabalho dos engenheiros japoneses é realmente percebido ao girar a chave. O painel de instrumentos acende e mostra diversas informações da motocicleta. Os controles permitem ajustar tantos itens que a Yamaha criou um website dedicado, onde é possível “brincar” com diversas configurações. A central eletrônica remapeada e a unidade de medição inercial trabalham juntas para impedir que a moto empine e também perca aderência. O controle de tração com 9 ajustes também ajuda nesse sentido. A R1 é uma motocicleta cheia de personalidade, com desempenho para profissionais, mas que pode ser guiada por amadores. O chassi é um passo à frente também. Além das rodas, o quadro é feito de magnésio e o entre-eixos foi encurtado em 1,4 cm para dar maior maneabilidade. A frenagem é outro ponto positivo. Para parar os 200 cv, a Yamaha instalou discos duplos de 320 mm na dianteira e simples de 220 mm na traseira. Com a nova R1, quem vai em cima pode abusar e para “piorar” as coisas, ela executa um bom trabalho nas ruas sem tornar a condução “desesperada”.

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Combinação explosiva AUTOMUNDO

Mini JCW de terceira geração adota motor 2.0 turbo e se torna o mais potente da história por Raphael Panaro Auto Press

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ito e feito. Antes de apresentar a terceira e atual geração do Cooper, a Mini adiantou que a numerosa gama do icônico carrinho sofreria mudanças. A fabricante, que pertence ao Grupo BMW, afirmou que iria se concentrar em “apenas” cinco carrocerias para o modelo – a antiga geração tinha sete. Nos planos da marca inglesa estão a existente hatch – com duas e quatro portas –, o conversível, o crossover Countyman, a station Clubman e um futuro modelo ainda indefinido. Com isso, as configurações roadster e cupê deixam a linha. Outras variantes que permanecem em pauta são as esportivas preparadas pela John Cooper Works. E, claro, a primeira a aparecer nessa nova fase é no tradicional Cooper. O novo JCW chega com a credencial de ser o Mini mais potente a ser oferecido em 55 anos de história. Para dar esse título ao modelo, a engenharia mandou para longe a ideia de downsizing. O motor 1.6 THP de 211 cv e 26,5 kgfm de torque – que equipava o modelo anterior – deu lugar ao 2.0 litros turbinado, que está atualmente sob o capô da versão “normal” Cooper S. Porém, em vez de 192 cv, o propulsor foi calibrado para fornecer 231 cv entre 5.200 e 6 mil rpm, além de 32,6 kgfm de torque entre 1.250 e 4.800 rotações. Com transmissão manual de seis marchas, o Cooper JCW cumpre o zero a 100 km/h em 6,3 segundos. Já com a caixa automática, também de seis relações, o tempo cai para 6,1 segundos. A velocidade máxima é de 246 km/h.

A vocação esportiva ainda aparece no visual, porém de forma menos “exagerada”. Com 3,87 metros de comprimento, 1,72 m de largura, 1,41 m de altura e 2,49 m de distância entre-eixos, o Mini John Cooper Works conserva muito do design do conceito apresentado no Salão de Detroit, nos Estados Unidos, em janeiro de 2014. Os para-choques são diferenciados com mais tomadas de ar, há saias laterais, spoiler integrado e dupla saída de escapamento central. As rodas são de 17 polegadas com desenho exclusivo para a versão – 18 polegadas são opcionais. A potência extra demandou alguns cuidados da Mini em relação à segurança. O modelo conta, de série, com airbags frontais, laterais e de cortina, além de freios da Brembo. O conjunto suspensivo foi recalibrado e o carrinho ganhou bloqueio eletrônico de diferencial com a opção de controle eletrônico de amortecimento. Entre as comodidades para o motorista estão os bancos esportivos, sistema multimídia, head-up display, park assist, câmaras de ré, ar-condicionado digital bizone e som premium Harman Kardon. Na Inglaterra, o Mini John Cooper Works parte de 24.380 libras – cerca de R$ 116 mil. O carro aterrisa no Brasil ainda esse ano, mas sem preço definido.

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NÚMEROS

2.0 litros Motor 2.0 litros turbinado

231 cv Potência máxima

O Mini John Coopers Works é o mais potente de todos os tempos. Combina a sensação de um carro de corrida com uma “pegada” premium. Graças à tecnologia do motor, a aerodinâmica e tecnologia de suspensão derivada diretamente das pistas, possibilita um prazer de condução extremo. Tração dianteira, baixo centro de gravidade, ampla largura e arquitetura rígida são outros itens que corroboram esse “feeling”


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AUTOMÓVEIS

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