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Macaé (RJ), quarta-feira, 27 de julho de 2016, Ano XL, Nº 9081
Fundador/Diretor: Oscar Pires
AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ
SUV Renault Koleos estará no Salão, mas venda só deve começar em 2017 Modelo é maior que o Duster e é mais refinado. Opções de motores diesel e gasolina vão de 130 cv a 175 cv
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Renault confirmou que o SUV topo de linha Koleos será uma de suas atrações no próximo Salão do Automóvel de São Paulo, de 10 a 20 de novembro, ao lado do compacto Kwid. A empresa quer aproveitar o evento para analisar a receptividade do público ao modelo, mas ele só deve chegar às lojas brasileiras no início de 2017, importado da Coreia da Sul. O SUV foi apresentado no Salão de Pequim, em abril passado, para 80 mercados. Ele é feito a partir da plataforma CMF-C/D, da aliança Renault-Nissan, também é utilizada nos Renault Espace (minivan), Talisman (sedã) e Kadjar (SUV), além dos crossovers Nissan XTrail, Rogue e Qashqai. No Brasil o modelo representaria a entrada da Renault em uma categoria mais luxuosa e maior de SUVs do que aquela que marca ocupa, com o Duster. Por isso, deve passar da faixa dos R$ 150 mil -- os preços não foram anunciados pela marca. Com 4,67 metros de comprimento e 2,70 m de distância entre eixos, ele é um pouco menor que Chevrolet Trailblazer e Toyota SW4, por exemplo, e supera o Duster em cerca de 30 centímetros. PÁG. 3
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Com 4,67 metros de comprimento e 2,70 m de distância entre eixos, ele é um pouco menor que Chevrolet Trailblazer e Toyota SW4, por exemplo, e supera o Duster em cerca de 30 centímetros
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AUTOTAL Chevrolet Onix 'aventureiro' é flagrado; versão irá se chamar Activ D
epois de diversos flagras com unidades camufladas, o novo Chevrolet Onix aparece "limpo", e em versão inédita, com visual aventureiro. Ela irá se chamar Activ, assim como na minivan Spin. O modelo, que será apresentado nos próximos dias foi fotografado pelo internauta Luiz Roberto Bentivegna, enquanto gravava o comercial de apresentação, no centro de São Paulo. Nas fotos, o veículo aparece sem qualquer tipo de camuflagem, já em sua versão final. Nota de redação:Na dianteira, há novos farois, para-choque e grade frontal, seguindo o estilo adotado pela montadora em modelos como Cobalt e Cruze. Já na traseira, as lanternas ganharam novo formato, com as pontas mais esticadas. Por
fim, nesta versão, o para-choque tem apliques plásticos nas cores preta e prata. Bentivegna ainda faz imagem da cabine do novo Onix. A carroceria também parece um pouco mais alta do que nas demais versões. Sem grandes mudanças, os destaques ficam pelo acabamento alaranjado, provavelmente exclusivo da versão, e da presença do assistente pessoal OnStar no retrovisor interno. Esta versão tera opção de câmbio automático e controle de velocidade de cruzeiro. Outra alteração, desta vez na ergonomia, é o reposicionamento do puxador interno das portas. Ponto criticado na versão atual, a peça deixou de ser na parte inferior da porta, e agora está no local mais usual, próximo aos comandos do vidro.
Líder no mercado brasileiro, o Onix será o último dos hatches compactos lançados em 2012 a mudar. Na mesma época, chegaram Hyundai HB20 e Toyota Etios. A dupla de origem asiática, no entanto, já passou pela primeira mudança mais perceptível. No caso do Onix, as mudanças chegarão também ao sedã Prisma. Ambos passam a adotar a nova identidade visual da GM. Porém, não haverá mudanças no conjunto mecânico. Ambos serão oferecidos com os já conhecidos motores 1.0 e 1.4, além das transmissões manual, de cinco marchas, e automática, de seis. O Onix Activ chega para concorrer com outros pseudoaventureiros, como Hyundai HB20X, Renault Sandero Stepway e Volkswagen CrossFox.
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SUV Renault Koleos estará no Salão, mas venda só deve começar em 2017 Modelo é maior que o Duster e é mais refinado. Opções de motores diesel e gasolina vão de 130 cv a 175 cv
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Renault confirmou que o SUV topo de linha Koleos será uma de suas atrações no próximo Salão do Automóvel de São Paulo, de 10 a 20 de novembro, ao lado do compacto Kwid. A empresa quer aproveitar o evento para analisar a receptividade do público ao modelo, mas ele só deve chegar às lojas brasileiras no início de 2017, importado da Coreia da Sul. O SUV foi apresentado no Salão de Pequim, em abril passado, para 80 mercados. Ele é feito a partir da plataforma CMF-C/D, da aliança RenaultNissan, também é utilizada nos Renault Espace (minivan), Talisman (sedã) e Kadjar (SUV), além dos crossovers Nissan XTrail, Rogue e Qashqai. No Brasil o modelo representaria a entrada da Renault em uma categoria mais luxuosa e maior de SUVs do que aquela que marca ocupa, com o Duster. Por isso, deve passar da faixa dos R$ 150 mil -- os preços não foram anunciados pela marca. Com 4,67 metros de comprimento e 2,70 m de distância entre eixos, ele é um pouco menor que Chevrolet Trailblazer e Toyota SW4, por exemplo, e supera o Duster em cerca de 30 centímetros. A altura em relação ao solo é de 21 cm e o portamalas tem capacidade para 600 litros, segundo a montadora.
EQUIPADO
Com 6 airbags, o SUV tem controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, assistência à frenagem, distribuição eletrônica da frenagem e assistência de partida em ladeira. Também variando de acordo com o mercado, o modelo pode ter sistema de frenagem automática de emergência, alerta de saída de faixa, alerta de pontos cegos e detector de fadiga. Além disso, existe a possibilidade de vir equipado com câmera de ré, acendimento automático dos faróis baixo ou alto, sensores de estacionamento e sistema de estacionamento tipo mãos livres. Na versão base, o Koleos tem sistema de áudio com tela de 4,2 polegadas, que oferece conectividade com smartphones. A partir da segunda versão, o sistema passa a ser o multimídia R-Link 2, com duas opções de tela: 7 polegadas e 8,7 polegadas. MOTORES
O SUV tem tração integral e as opções de motores vão de 130 cv a 175 c, combinadas com câmbio manual ou automático. Dependendo do país, o motor pode ser 2.0 (145 cv) ou 2.5 (170 cv), a gasolina. As opções a diesel são 1.6 (130 cv) e 2.0 (175 cv). A montadora não divulgou quais versões virão para o mercado brasileiro.
Com 4,67 metros de comprimento e 2,70 m de distância entre eixos, ele é um pouco menor que Chevrolet Trailblazer e Toyota SW4, por exemplo, e supera o Duster em cerca de 30 centímetros
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DUAS RODAS
Honda CBR 250RR é lançada para briga com Ninja 300 e R3 Pequena esportiva tem motor de 2 cilindros e 250 cc. Moto estreia novo farol dianteiro em formato de bumerangue
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Honda CBR 250RR foi lançada nesta segundafeira (25) na Indonésia. O modelo inédito possui motor de 2 cilindros, com refrigeração líquida, e será concorrente de Kawasaki Ninja 300 e Yamaha YZF-R3. Os dados de desempenho do motor ainda não foram divulgados. A pequena esportiva chega para ser uma evolução, comparada a CBR 250R, que tem motor de 1 cilindro e conjunto mais simples. De acordo com a empresa, as vendas começam no final do ano na Indonésia e os planos são de o modelo chegar depois ao Japão. Ainda não há informações sobre a chegada da CBR 250RR ao Brasil. A moto é a versão de produção do conceito que foi apresentado no Salão de Tóquio 2015. VISUAL RADICAL E TECNOLOGIA
A Honda trabalhou profundamente o visual da CBR 250RR, inclusive, estreando um novo conceito de farol dianteiro com dois faróis de estilo bumerangue. Destaque também para o escapamento com duas saídas e a rabeta bem alta e esportiva, com luzes de LED. O modelo tem acelerador eletrônico e 3 mapas de funcionamento do motor. Assim, o motociclista pode escolher entre uma entrega de potência mais linear ou mais esportiva. Com balança de alumínio e suspensões dianteiras invertidas, a moto também tem freios ABS e com discos nas duas rodas.
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Hyundai HB20 ganha edição limitada Ocean, com câmera de ré de fábrica É a única configuração que tem o equipamento previamente instalado. Série parte de R$ 49.755
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Hyundai anunciou nesta segunda-feira (18) a série limitada Ocean para o HB20 e o HB20S (sedã). A edição é limitada a 6 mil unidades e se baseia na configuração intermediária Comfort Plus. Ela sai de fábrica com câmera de ré, além de bancos de couro -nas configurações "tradicionais" do HB20, a câmera é oferecida como acessório e é montada na concessionária. Além do motor 1.6, a série vai ser oferecida também para o 1.0, mas apenas no hatch. Para os carros 1.6 o conjunto poderá ser combinado com transmissão manual ou automática. As opções de cor da carroceria serão azul perolizado, duas cores de prata metálico e branco sólido, que é a única pintura
pela qual não é cobrado nada a mais. A câmera de ré é integrada à central de entretenimento BlueMedia, que, fora da série, é vendida como opcional somenta para versões Premium. O equipamento tem função de espelhamento do celular para smartphones da Samsung e da LG, e é compatível com o sistema Apple CarPlay, que leva recursos do iPhone à tela de 7 polegadas do carro. No visual, a série adota a nova grade com borda cromada e acabamento em preto brilhante. No paralama, há um emblema exclusivo para a edição, com o nome Ocean e grafisco que "remete ao encontro das águas, assim como o Calçadão de Copacabana".
SERVIÇO
Veja os preços Ocean 1.0 câmbio manual: R$ 49.755 (mais R$ 1.100 por pintura metalizada ou perolada, exceto a cor metálica Prata Sand, que custa R$ 500) ● HB20 Ocean 1.6 câmbio manual: R$ 56.555 (mais R$ 1.100 por pintura metalizada ou perolada, exceto a cor metálica Prata Sand, que custa R$ 500) ● HB20 Ocean 1.6 automático: R$ 61.055 ● HB20S Ocean 1.6 manual: R$ 60.185 ● HB20 Ocean 1.6 automático: R$ 64.685 ● HB20
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Range Rover Sport SVR VITRINE
Conforto e Tecnologia
Requintado
No banco esportivo tipo concha mais confortável que o sofá de casa, facilmente encontro a melhor posição ao volante graças aos ajustes elétricos tanto do assento quanto da coluna de direção. Com a chave no bolso, pressiono o botão start/stop e um bramido grave e rouco traz o Land Rover à vida. Com o seletor da transmissão ainda no ‘P’ (Park) dou uma, duas, três bombadas no acelerador e a besta respira ofegante em ‘pipocos’ expelidos pelas quatro saídas de escapamento. A cabine chacoalha. Monstro da engenharia. Ganho as ruas da Zona Sul de São Paulo e o congestionamento me impede de experimentar qualquer peripécia. No meio do anda e para da Avenida Ibirapuera e suas obras intermináveis, o SVR parece um gorila raivoso enjaulado, sendo observado com olhar de curiosidade pelas pessoas – no caso os demais motoristas. Diversão, pelo jeito, só mesmo na estrada... Na rodovia Ayrton Senna sentido Guararema, o SVR respira ar puro. A transmissão automática de 8 marchas, que na cidade se comportou como um gentleman passando marchas suavemente, sem incomodar, se transforma. Em busca de mais esportividade, dou um toque para trás na manopla do câmbio, localizado no elevado console central, e o temperamento do Range Rover Sport muda. As trocas passam a acontecer em rotações mais elevadas. Caio para uma estradinha vicinal com mais curvas de raio longo e retas curtas. Chamo a condução para as borboletas atrás do volante. Em toda frenagem, cutuco de maneira ritma-
Apesar de toda voracidade externa e personalidade forte, o interior prima pelo requinte. Ser a marca oficial da rainha da Inglaterra exige um acabamento real. Os bancos são revestidos em couro, assim como o volante e parte do painel. As peças em alumínio e em fibra de carbono se encaixam perfeitamente. Uma combinação infinitamente melhor que as utilizadas em outros modelos da marca que envolvem maneira. O volante é grande e tem boa empunhadura, mas poderia ser ainda melhor, caso a circunferência fosse um pouco menor, entregando a esportividade que o conjunto mecânico merece. Ajudaria, inclusive, a posicionar melhor as aletas (paddle shift) para trocas de marchas. Multifuncional, tem comandos para todos os lados. Conta com mais botões que um joystic de PlayStation ou Xbox. Entre eles, um que aciona o aquecimento do volante – os bancos, dianteiros e traseiros, também contam com esta função. É possível ainda comandar, sem tirar as mãos do volante, o sistema de entretenimento, selecionar as funções do computador de bordo, configurar algumas funções do veículo e ‘setar’ o ACC (Adaptative Cruise Control). O painel de instrumentos é todo em TFT (tela de 12,3 polegadas), tecnologia que será cada vez mais comum em veículos de luxo. Além de ser completamente configurável, tem excelente visualização. Aliás, o bruto tem head-up display (informações projetadas no para-brisas para que o motorista não tire os olhos da rodovia) – que utiliza laser e é em cores. A central multimídia tem tela de 8 polegadas. Oferece todas as funções, como navegação, controle do ar-condicionado de quatro zonas, conectividade (smartphone).
da a aleta com os dedos da mão esquerda. Sexta, quinta, quarta, terceira, segunda marcha. A cada reduzida, o motor urra e o escapamento ‘estoura’. Os freios (ventilados de 380 mm na dianteira e 285 mm na traseira – pinças Blue Brembo com seis pistões) atuam muito bem. Com assistente de frenagem em curva – além do ABS e do EBD – é possível deixar para estancar no pedal um pouco mais tarde. E em nenhum momento, após alguns quilômetros intensos, o sistema apresentou fadiga. Tecnologias como vetorização de torque, controles dinâmico de estabilidade e eletrônico de tração são anjos-daguarda que amenizam abusos – atuam de maneira bastante intrusiva se necessário –, mas estão muito longe de serem santos milagreiros capazes de corrigirem irresponsabilidades. Não se brinca com 2,3 toneladas... A suspensão também é responsável por dar este ‘chão’ ao SUV melhor que muitos esportivos. Independente nas quatro rodas, trabalha com amortecedores pneumáticos que permitem ajustar a altura do veículo – dar aquela ‘socada’ no chão para encarar uma rodovia, por exemplo, ou embarcar alguma bagagem pesada no porta-malas com capacidade para 784 litros – 1.761 litros com o banco traseiro rebatido. Também é possível elevar a altura, já que o sistema de tração off road Terrain Response também está no SVR – mas, na boa, com um canhão deste na garagem, o máximo de piso acidentado que encarei foram as ruas da Zona Norte de São Paulo mesmo.
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