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Automóveis 24 02 2016

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Macaé (RJ), quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016, Ano XL, Nº 8949

Fundador/Diretor: Oscar Pires

AUTOMÓVEIS O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ

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308 Griffe THP 2016 oferece espaço e muitos itens de série Hatch médio da Peugeot agora é flex e tem novo câmbio automático de seis marchas

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alta do dólar e a crise econômica atrapalharam os planos de muita gente em 2015. A Peugeot também passou por isso e teve que repensar seus planos para o Brasil. A marca francesa queria trazer a nova geração do 308 europeu para o mercado nacional. O carro foi até homologado, mas a Peugeot resolveu esperar um momento melhor na economia nacional, já que o veículo chegaria com valor bem caro. A solução foi investir no facelift no 308 atual, como você vê nas fotos e vídeos desse teste. O hatch médio continua com a farta lista de equipamentos de série, mas o interior inalterado depõe contra o veiculo. PÁG. 4

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Ávida por novidades para 2016, indústria automotiva apresenta lançamentos

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Semana começa com apresentação de uma picape com duas opções de motorização PÁG. 7 DIVULGAÇÃO

Cobalt Elite 1.8 tem transformação radical, mas preço assusta PÁG. 6


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AUTOTAL por LUIZ FERNANDO LOVIK Onix é o carro mais vendido de 2015 O Chevrolet Onix foi carro mais vendido do Brasil em 2015, superando o Fiat Palio, líder de 2014, com 125.931 unidades emplacadas contra 122.364 do rival, informou a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A diferença foi de pouco mais de 3,5 mil emplacamentos a favor do carro da General Motors - as vendas do Palio inclui tanto o modelo atual quanto o Palio Fire (geração antiga). Desde novembro do ano passado, o Onix já havia ultrapassado o

Palio no acumulado do ano. É o segundo ano seguido com um campeão novo de vendas. Em 2014, o Palio quebrou o reinado de 27 anos de carro mais vendido, do Volkswagen Gol, porém com uma diferença bem menor, de apenas 408 unidades. É ainda a primeira vez em décadas que a GM coloca um modelo como líder de vendas, depois de ver o Monza no lugar mais alto em 1984, 1985 e 1986, antes de começar a "era Gol". Antes do Monza, o Chevette foi o preferido dos consumidores em 1983.

Aplicativos que dispensam o uso do smartphone A utilização de celulares no trânsito é uma prática proibida, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro – CTB. Mas novos recursos permitem promover o uso dos smartphones de maneira segura faz-se mais do que necessária. Foi o que a Google e Apple fizeram, criaram os Apple Car Play e Android Auto. Os aplicativos atuam em conjun-

to a centrais multimídias desenvolvidas pelas montadoras de veículos e permitem utilizar os principais recursos dos smartphones nos carros. No Brasil, o sistema só chega agora, nos novos carros de 2016. Mas desde 2014 a Apple e a Google se propuseram a criar uma maneira de disponibilizar nos carros a experiência de uso dos smartphones com segurança.


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308 Griffe THP 2016 oferece espaço e muitos itens de série Hatch médio da Peugeot agora é flex e tem novo câmbio automático de seis marchas

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alta do dólar e a crise econômica atrapalharam os planos de muita gente em 2015. A Peugeot também passou por isso e teve que repensar seus planos para o Brasil. A marca francesa queria trazer a nova geração

do 308 europeu para o mercado nacional. O carro foi até homologado, mas a Peugeot resolveu esperar um momento melhor na economia nacional, já que o veículo chegaria com valor bem caro. A solução foi investir no

facelift no 308 atual, como você vê nas fotos e vídeos desse teste. O hatch médio continua com a farta lista de equipamentos de série, mas o interior inalterado depõe contra o veiculo. O novo câmbio automático de seis velocidade

também compõe o pacote da linha 2016. A principal alteração está na dianteira. Os faróis de dupla parábola têm novo desenho, que lembra a pata de um leão. A grade também é nova, onde agora fica aplicado o logotipo

da Peugeot. que saiu da parte de cima do capô. com isso, agora o 308 está alinhado com a nova identidade visual da marca. O conjunto ótico exibe luzes diurnas em LED, agora na horizontal. Na traseira, as

lanternas têm o mesmo formato, mas com grafismos diferentes. Na parte inferior do para-choque, faltas saídas de escapamento continuam. Nas laterais, novas rodas aro 17 reforçam a vocação esportiva do modelo.


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Mitos e verdades sobre o seguro obrigatório DPVAT Tire suas dúvidas sobre o tributo que deve ser pago junto com o IPVA

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omeço de ano é sempre assim: contas e mais contas para pagar. No caso de carros e motos, como se já não bastasse o temido IPVA, é preciso arcar ainda com o seguro obrigatório DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre). Pode até doer na hora de sacar a grana, mas a apólice garante diversos direitos que muita gente nem sabe do que se trata. Separamos alguns mitos e verdades sobre o seguro que existe desde 1974. Dá uma olhada:

1 – O SEGURO DPVAT COBRE DESPESAS DE DANOS MATERIAIS – MITO

A cobertura não vale para roubo, colisões, incêndio, etc. As indenizações valem para casos de morte, invalidez permanente e despesas hospitalares. 2 – O CULPADO PELO ACIDENTE NÃO TEM DIREITO À INDENIZAÇÃO – MITO

Qualquer pessoa que tenha se ferido tem direito ao seguro mesmo que tenha causado o acidente. 3 – POSSO PEDIR INDENIZAÇÃO ATÉ TRÊS

ANOS APÓS O ACIDENTE – VERDADE

A vítima não precisa solicitar a indenização de imediato. Mas vale lembrar que o recebimento dos valores não é cumulativo.

permanente, quando o repasse pode mudar conforme a gravidade da lesão. No caso do reembolso por despesas hospitalares, o pagamento é de até R$ 2.700 por vítima.

4 – OS VALORES DO SEGURO MUDAM DE ACORDO COM O TIPO DE AUTOMÓVEL – VERDADE

6 – SOMENTE HERDEIROS E CÔNJUGES PODEM RECEBER A INDENIZAÇÃO – MITO

Carros de passeio e aluguel, além de táxis e de auto-escola têm tarifa de R$ 105,65. Para ciclomotores o valor sobe para R$ 134,66, enquanto para caminhões o preço é de R$ 110,38. Estes tipos de automóveis só aceitam pagamento à vista. Podem parcelar em até três vezes os donos de motos (R$ 292,01), micro-ônibus e ônibus com cobrança de frete (R$ 396,49), além de micro-ônibus de até dez lugares ou ônibus sem cobrança de frete. 5 – O VALOR DA INDENIZAÇÃO MUDA DE ACORDO COM O ANO DO VEÍCULO – MITO

A indenização varia apenas de acordo com o tipo de ocorrência. Por morte, o valor a ser recebido é de R$ 13.500. Este também é o teto de valor no caso de invalidez

Na falta de pessoas indicadas acima, o benefício pode ser concedido a quem dependa da vítima. Isso vale para o caso de morte. Quando o assunto é invalidez permanente e despesas hospitalares, a vítima é quem recebe o valor. Mas se a vítima em questão é menor de 16 anos, o pagamento é feito ao representante legal. Se tiver 17 ou 18 anos, a indenização é repassada ao menor, desde que com consentimento de seu responsável. 7 - A INDENIZAÇÃO É PAGA EM ATÉ 30 DIAS – VERDADE

O valor é liberado em até 30 dias após a entrada com o pedido em um dos pontos de atendimento da Seguradora-Líder, que é quem administra o seguro DPVAT.

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Cobalt Elite 1.8 tem transformação radical, mas preço assusta Sedã inaugura nova linguagem global da marca no país e design tem novos faróis, lanternas e para-lamas dianteiros

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e patinho feio a cisne ou de sapo a príncipe. Assim pode ser definida a transformação radical de estilo do Cobalt, médio-compacto da GM. Reestilizações acontecem por motivo mercadológico. Fabricantes precisam expor na mídia produto com cara nova para ficar em evidência. Poucas reestilizações surtiram tanto efeito quanto esta. Além disso, a nova versão topo de linha, a Elite, abusa do marrom, tonalidade da moda no mundo automotivo, tanto na carroceria quanto no revestimento em couro dos bancos e painéis de portas. As lanternas verticais, tipo tuning, que tinham pouco a ver com o estilo do carro, foram substituídas pelas horizontais. O enorme farol quadrado cede a vez ao de formato horizontalizado. A tampa do porta-malas passa a ter aerofólio para compor o visual.

DENTRO

Modificações nos paineis de porta e reposicionamento dos comandos dos vidros, deixandoos com melhor acesso. Na base

do retrovisor interno estão os comandos do sistema de informação OnStar, que está integrado ao multimídia MyLink. Porém, o melhor do Cobalt é o espaço interno, principalmente para os que assentam no banco traseiro. A mesma fórmula adotada pelos concorrentes diretos: Nissan Versa e Renault Logan, que não figuram no quadro de concorrentes pela falta da transmissão automática. Esses três não se encaixam no segmento médio-médio por terem bitolas menores. O que é valorizado neles é o espaço interno e portamalas enorme. Esses modelos têm espaço de carros médiosgrandes para pernas no banco traseiro. Porém, faltam apoio de cabeça e cinto retrátil de três pontos no assento central. Ausência de itens básicos de segurança em carro de quase R$ 70 mil é inadmissível. O acabamento evoluiu muito e, na versão Elite, o revestimento em couro está muito benfeito. Os encaixes dos plásticos também. No embalo da eletrônica, o sistema OnStar é o queridinho da GM.


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Ávida por novidades para 2016, indústria automotiva apresenta lançamentos Semana começa com apresentação de uma picape com duas opções de motorização

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título de comparação, a Toro é 45 centímetros mais comprida do que uma Fiat Strada, mas tem 43cm a menos do que uma Chevrolet S10 cabine dupla. O modelo pertence a uma categoria inaugurada pela Renault Oroch, mas que foi batizada pela Fiat de Sport Utility Pick-up (SUP) devido à proposta de ser uma picape com “gosto” de SUV, mas com a dirigibilidade de automóvel. Na prática, a Toro não entrega acabamento de SUV nem mesmo na versão topo de linha, que tem plásticos com aspecto ruim e, na unidade testada, montagem ruim

de algumas peças plásticas e do couro do volante (enrugado). A favor ficam a posição elevada de dirigir e o espaço interno, aparentemente um pouco melhor que da Oroch. Na caçamba, a picape da Fiat também leva a melhor, com 820 litros de capacidade, contra 683 litros da Oroch. A tampa bipartida da caçamba permite, por meio de um acessório, estender o compartimento de carga, ganhando mais 405 litros. Há duas motorizações. O motor 1.8 E.torQ Flex foi aperfeiçoado, ganhando mais torque e potência em rotações menores. Os números agora são 135cv

(gasolina)/139cv (etanol) de potência e 18,8kgfm (g)/19,3kgfm (e) de torque. Esse motor está disponível com câmbio automático de seis marchas. O motor 2.0 turbodiesel tem 170cv e 35,7kgfm, e pode ser associado a um câmbio manual de seis marchas (que é a versão voltada para o trabalho) ou câmbio automático de nove marchas. A tração pode ser 4x2 ou 4x4 com reduzida. Completam a configuração mecânica a suspensão traseira multilink e a direção com assistência elétrica. O elevado peso da picape, que varia entre 1.619 quilos e 1.871 quilos, mesmo com

motorização diesel, tira o brilho do desempenho. A versão de entrada Freedom 1.8 Flex automática (R$ 76.500) tem de série ar-condicionado, rádio com comandos no volante, banco do motorista com regulagem de altura, auxiliar de partida em subidas, sensor de estacionamento traseiro, revestimento da caçamba, controle eletrônico de estabilidade e sistema Isofix para fixação de assento infantil. A Toro Opening Edition (R$ 84.400) é uma série especial de lançamento para a motorização 1.8 flex automática, com visual diferente. Em relação à versão

de entrada, tem rodas de liga leve de 16 polegadas com parafusos antifurto, faróis de neblina, retrovisores elétricos rebatíveis, capota marítima na caçamba, arcondicionado dual zone, câmera de ré, volante em couro com paddle shifts e central multimídia Uconnect Touch NAV de cinco polegadas. A Toro Freedom 2.0 diesel 4x2 manual (R$ 93.900) traz a mais rodas de aço de 16 polegadas, protetor de cárter e o skid plate integrado ao para-choque dianteiro. A Freedom 2.0 diesel 4x4 manual (R$ 101.900) ainda conta com controle automático

em descidas íngremes no fora de estrada, retrovisores externos elétricos, alarme e iluminação de caçamba. Topo de linha, a Toro 2.0 diesel Volcano 4x4 automática tem a mais ar-condicionado dual zone, rodas de liga leve de 17 polegadas, câmera de ré, central multimídia Uconnect Touch NAV de cinco polegadas, quadro de instrumentos com display colorido de sete polegadas, faróis de neblina que iluminam em curva. A Fiat espera vender 50 mil unidades da Toro por ano, sendo 40% da versão flex, 18% a diesel manual 4x2, 12% a diesel manual 4x4 e 30% da diesel automática.


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