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Macaé (RJ), quarta-feira, 23 de março de 2016, Ano XL, Nº 8973
Fundador/Diretor: Oscar Pires
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Fiat Mobi é flagrado sem disfarces A marca prepara mais um novo modelo para este ano: é o Mobi, compacto que será posicionado abaixo do Uno
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e você pensou que a Fiat ia se satisfazer sacodindo o mercado em 2016 com a Toro, pode esquecer. A marca prepara mais um novo modelo para este ano: é o Mobi, compacto que será posicionado abaixo do Uno, procurando briga com Volkswagen Up!. O modelo foi flagrado sem disfarces nenhum pela página Motor 1.0 da Depressão, no Facebook. A versão que aparece nas fotos é a Way, aventureira que foi lançada com o Mille e hoje está disponível no Uno e no Palio Fire. Com desenho distante de qualquer outro modelo da Fiat, o Mobi adota faróis longos na frente, com dianteira baixa, traseira com tampa plana e feita de vidro, como o Volkswagen Up! europeu. PÁG. 2
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Melhor "hot hatch" do mundo O Ford Focus RS alemão é um dos lançamentos mais aguardados de 2016
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Mitos e verdades sobre o seguro obrigatório DPVAT
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Novo compacto da Fiat, Mobi é flagrado sem disfarces Se você pensou que a Fiat ia se satisfazer sacodindo o mercado em 2016 com a Toro, pode esquecer. A marca prepara mais um novo modelo para este ano: é o Mobi, compacto que será posicionado abaixo do Uno, procurando briga com Volkswagen Up!. O modelo foi flagrado sem disfarces nenhum pela página Motor 1.0 da Depressão, no Facebook. A versão que aparece nas fotos é a Way, aventureira que foi lançada
com o Mille e hoje está disponível no Uno e no Palio Fire. Com desenho distante de qualquer outro modelo da Fiat, o Mobi adota faróis longos na frente, com dianteira baixa, traseira com tampa plana e feita de vidro, como o Volkswagen Up! europeu. Para ganhar o nome Way, o Mobi ganha a receita básica dessa família: paralamas com molduras plásticas pretas, parachoques redesenhados e adesivos com o nome da versão. As roda são de liga leve
de 13 polegadas. Os preços deverão ficar na casa dos R$ 30 mil na versão básica (chamada Like) chegando aos R$ 40 mil nas mais caras (Drive e Way). Uma intermediária (Easy) também será oferecida. O lançamento acontecerá ainda neste semestre e terá o motor 1.0 Fire de 75 cv como responsável por empurrar o compacto. Um bloco de três cilindros deverá chegar no ano que vem para repor o antigo quatro cilindros.
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Melhor hot hatch do mundo
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O Focus RS estabelece um novo marco no conceito 'hot hatch'.
O Ford Focus RS alemão é um dos lançamentos mais aguardados de 2016
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squeça tudo o que você acreditava ter aprendido sobre os 'hot hatches', porque o Ford Focus RS faz coisas que nunca foram feitas antes. Alimentado por um motor turbo de 350 cv/44,8 kgf.m e com novo e brilhante sistema AWD (tração integral), este deus mitológico da Ford faz mesmo você se sentir uma divindade. O Focus RS estabelece um novo marco no conceito 'hot hatch'. Sim, ele é impressionante. Ao soprar o turbo compressor, o motor bombeia com vigor, volante esterçado, dirijo o Ford Focus RS pela primeira vez por uma curva suave e fechada, tendo como cenário as belas colinas de Valência, na Espanha. Aproximando-se do ápice, deixo a precaução de lado e lanço mão de todo o musculoso turbo de 350 cv intensificando o rouco grito de guerra do motor. Com o rápido aumento da vibração, o carro está em modo de ataque pit-bull, como Alan Jones (ex-piloto australiano de Fórmula 1 campeão mundial em 1980) atrás de um líder. Mas, ao contrário, o Focus RS começou a contraesterçar – e me fez perceber que eu estava lidando com uma máquina úni-
ca e inovadora. Ele joga a traseira para fora da curva com uma velocidade incrível, mas pude sentir com impressionante clareza o sistema inteligente de tração total fazer algo mágico. É pró-ativo, praticamente lê minha mente. Neste momento um arrepio percorre minha espinha. É quase espiritual, tal a habilidade do carro. Isso é novo, isso é diferente, está beirando o épico! É quase como experimentar pela primeira vez um banquete de caramelo temperado com sal em um pomposo restaurante. Então eu experimentei novamente, e novamente, empanturrando-me nas sensações. Após uma hora de intensa aventura, eu me rendo. Eu quero este carro. Agora. Ele não é somente um incrível 'hot hatch', é também um dos melhores carros de desempenho já produzido. Dirigindo em vias públicas, o Ford Focus RS é tão absolutamente progressivo na maneira como motiva e, especialmente nas curvas, que conduzi-lo rápido, extremamente rápido, acontece naturalmente. A maneira com que o carro explode para fora as curvas é muito, muito diferente de qualquer
um dos seus rivais e é isso que o torna tão atraente. E, veja só, um engenheiro da divisão de desempenho nos disse que o carro pode "teoricamente" direcionar até 1005 do torque para o eixo traseiro, e não 70%, como afirmado anteriormente. E eu acredito nisso. A comunicação através do volante é excelente e os níveis de aderência proporcionada pelos pneus Michelin Pilot Super Sports 235/35 ZR19 são excelentes, ainda com energia suficiente - e praticamente não há retardo do turbo - pro-
veniente do musculoso motor 2.3 para estimular a sobreviragem gradual. O motor é sensível em baixas rotações e em torno de 3.000 rpm é até musical, um torque corpulento o impulsiona para frente com um nível de veemência. É tão dócil que pode ser deixado na terceira marcha e ainda ter aceleração nas curvas em velocidade “warp”. A 5.000 rpm, o robusto motor de quatro tempos está colocando no passado seu ponto alto de 44,8 kgf.m, momentaneamente
batendo no modo 'overboost' (muito ar, normalmente a temperatura muito alta), em que a aceleração máxima estende os picos de saída para 45,5 kgf.m. O molho! Então, quando chega a 6.000 rpm bate os 350 cv e o cenário começa a ficar mais nítido, na medida em que o motor gira progressiva - e avidamente - ao seu limite de 6.800 rpm. Conduzindo por vias públicas desconhecidas, o Ford Focus RS supera o esperado. Simplesmente não há superlativos para descrever o quanto empolgan-
te, avançado e sedutor é dirigir este carro da maneira que está destinado a ser conduzido - firme e veloz. O interior deixa um pouco a desejar. As partes mais importantes são excelentes; volante, pedais, assentos Recaro estreitos. Mas alguns plásticos do painel interior aparentam e passam a sensação de qualidade inferior e o display de aquecimento/arrefecimento está ultrapassado. O sistema AWD que adiciona em torno de 60 kg é também pesado para um carro deste porte. A leitura do computador de bordo registrava 3,8 km/l após intensa explosão pelas Colinas seguida por um cruzeiro pelas autoestradas, o carro sugando todo o tanque de 52 litros de combustível depois de somente 180 km. O Ford Focus RS alemão é um dos lançamentos mais aguardados de 2016 e excede expectativas. Eu esperava uma fera rápida, controlável e talvez um pouco original, não muito diferente de seu antecessor de tração dianteira. Mas o que eu experimentei foi outro nível de genialidade, um carro que brilha de muitas maneiras.
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Audi lança A1 Sportback reestilizado, que parte de R$ 106.990 Versão top de linha Ambition de 192 cv tem preço sugerido de R$ 124.990
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Audi A1 Sportback chega ao Brasil reestilizado e em versões mais potentes. O compacto vem nas versões Attraction (R$ 106.990) e Ambition (R$ 124.990), com direto a novos acabamento e cores. A nova versão Ambition vem equipada com o motor 1.8 Turbo FSI de 192 cv de potência. Na versão Attraction o A1 traz motor 1.4 Turbo FSI de 125 cv. O carro ficou 2 centímetros mais longo, com comprimento total de 3,97 metros. A cúpula do teto é pintada em cor contrastante com o restante da carroceria. Seu chassi o torna mais esportivo e ágil. A nova direção eletromecânica garante que o motorista tenha assistência ideal em todas as situações de rodagem. O nível de assistência é reduzido conforme a velocidade do veículo aumenta. Uma novidade é a introdução do sistema Audi Drive Select, oferecido na versão Ambition 1.8. O motorista pode utilizá-lo para alterar as características do motor e do câmbio S tronic entre três modos: auto, eficiência e dinâmico. O ESC (Electronic Stabilization Control, ou controle eletrônico de estabilidade) torna a direção ainda mais precisa e estável e a vetorização de torque diminui a tendência do carro a sair de frente (subesterço) quando guiado no limite. Dados de fábrica indicam que na nova versão Ambition, a aceleração de 0 a 100 km/h leva 6,9 segundos, ante 7 segundos do modelo 2015. O propulsor de maior cilindrada faz o A1 atingir a velocidade máxima de 234 km/h, contra 227 km/h do modelo 1.4. Na versão Attraction o A1 acelera de 0 a 100 km/h é em 8,9 segundos, contra 9 segundos do modelo anterior. A velocidade máxima subiu de 203
para 204 km/h. As duas versões são oferecidas com câmbio S tronic de dupla embreagem com sete velocidades. Na versão Attraction há rodas de liga leve de 16 polegadas de diâmetro e pneus 215/45. Já a Ambition traz rodas de 17 polegadas, com pneus 215/40. Por trás das rodas ficam os poderosos freios, com discos dianteiros ventilados com 256 (Attraction) ou 310 milímetros de diâmetro (Ambition). Nas traseiras as duas versões usam discos com 230 milímetros, seguros por pinças flutuantes de alumínio. Nas frenagens de emergência, as luzes de freio adaptativas piscam para alertar os motoristas que vêm atrás. O acabamento interno da versão Ambition é preto brilhante e os dois bancos esportivos dianteiros têm ajuste de altura. O teto é revestido de tecido preto. O volante e a manopla da alavanca da transmissão são de couro. Por fora a versão top de linha se destaca pelas rodas de 17 polegadas e pelo contraste
entre a pintura dos painéis, o arco preto brilhante e o pacote S-Line. O teto também traz pintura contrastante e, opcionalmente, o carro pode trazer o teto solar Open Sky, com acionamento elétrico. Os faróis são bixenônio, com luzes de condução diurna de LEDs, limpadores e ajuste automático de altura, de acordo com a distribuição interna de carga. A versão Ambition vem equipada de série com o Audi music interface e o Audi Sound system, além de rádio MMI e sistema Bluetooth de conexão para telefones celulares. O A1 Attraction também conta com conexão Bluetooth e rádio MMI. Tanto a versão Ambition como a Attraction podem receber também o pacote opcional WDI de tecnologia, que inclui controlador de velocidade, sistema de chave Keyless-go e o equipamento de som Bose surround. Na versão Attraction, o WDI inclui ainda o pacote de luzes, item já de série na versão Ambition.
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Nissan Frontier SV Attack 4X4 AT: gostosa de dirigir Sem alterações mecânicas, picape traz como novidade uma inédita central multimídia de 6,2” integrada com o sistema de navegação e a câmera de ré por R$ 134.990
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nquanto a linha portenha da Nissan Frontier não desembarca no Brasil, o modelo produzido em São José dos Pinhais (PR) chega à linha 2016 sem alterações no conjunto mecânico, mas com novidades dentro da cabine. A versão SV Attack 4X4 da picape da Nissan já havia herdado a opção de câmbio automático como upgrade no ano passado. Ela continua a abrigar um honesto motor 2.5 quatro cilindros turbodiesel de 190 cv a 3.600 rpm e 45,8 kgfm a 2.000 giros que pode ir acoplado a uma transmissão manual de seis marchas ou um câmbio automático de seis velocidades. A novidade é que a partir de agora a linha intermediária do utilitário SV Attack conta com uma nova central multimídia de 6,2”, que integra um sistema de navegação GPS e câmera de ré. A linha Frontier 2016 chegou às lojas no fim do ano passado sendo oferecida por preços que partem de R$ 109.690 na configuração SV Attack 4X2 (MT) e por R$ 129.890 na versão SV Attack 4X2 (MT). A variante SV Attack 4X4 (AT), avaliada por Autoesporte, é tabelada em R$ 134.990, enquanto a unidade de entrada S 4X4 (MT) tem preços que partem de R$ 109.690. E, finalmente, a versão topo de linha SL 4X4 (AT) com preço de R$ 151.890. IMPRESSÕES AO VOLANTE
A Nissan Frontier SV Attack 4X4 AT tem direção hidráulica leve e macia, a posição de dirigir é boa e a cabine acolhe bem o motorista e mais quatro pessoas, embora não haja cinto de segurança nem encosto de cabeça para o quinto elemento (que viaja no centro do banco traseiro). O volante multifuncional de couro tem boa pegada, mas ajuste apenas de altura. Na cabine a visibilidade é ótima, a posição de dirigir, alta e os bancos de tecido são confortáveis. O acabamento interno
tem bastante plástico, mas a impressão é de cuidado com os arremates (não há rebarbas). O rodar com a Frontier é macio, sem que o motorista perceba o que se passa debaixo do assoalho. O mérito vai para a acertada suspensão composta por um sistema independente com braços triangulares duplos, molas helicoidais e barra estabilizadora na dianteira, além do tradicional conjunto de eixo rígido traseiro. Outras qualidades que se destacam na picape são o câmbio automático, que efetua trocas suaves, e a potência do motor 2.5 turbo diesel de 190 cv a 3.600 rpm e 45,8 kgfm a 2.000 giros, que como já dissemos aqui não chega a ser o mais potente da categoria, mas dá conta de empurrar com competência os 2.054 quilos do veículo. Em nossos testes, o utilitário mostrou-se econômico para o segmento fazendo uma média de consumo de diesel de 9,4 km/l na cidade e 11,6 km/l na estrada. Na cidade, a picape se mostrou valente para transpor obstáculos como valetas e lombadas com seus 32° de ângulo de ataque, 24° de ângulo de saída e 22 cm de altura do solo. Viajando em rodovias a 120 km/h, o ponteiro do conta-giros fica em 2.500 rpm. Como todo o torque está disponível logo às 2.000 rotações, basta encostar no acelerador para sentir o turbo encher rapidamente. Bom para terrenos acidentados e escorregadios, o sistema de tração 4X4 pode ser acionado manualmente por um botão na parte inferior do painel central. A Frontier SV Attack 4X4 AT vem de série com ar-condicionado manual, direção hidráulica, trio elétrico, airbag duplo frontal, freios ABS com EBD, rádio com CD/DVD e MP3, entrada auxiliar, USB e central multimídia com tela de 6,2” e seis alto falantes. Também são originais de fábrica os faróis máscara negra, faróis de neblina, câmera traseira integrada à tela do rádio,
computador de bordo, controle de velocidade de cruzeiro, párabarro rígido nas rodas dianteiras e traseiras, parachoque dianteiro na cor do veículo e traseiro cromado e rodas de liga leve aro 16 que calçam pneus All Terrain 255/70. A Nissan posiciona muito bem os seus produtos. Por esse moti-
vo, fica evidente que a ausência dos bancos de couro reforça a estratégia da marca de diferenciar a versão topo de linha SL AT. Por isso, a picape só fica devendo mesmo em detalhes como a ausência do espelho no parassol do motorista, do acendimento automático dos faróis, do retro-
visor fotocromático e do cinto de segurança e do encosto de cabeça para o terceiro passageiro do banco de trás. A princípio, a nova central multimídia não é lá muito amigável. Mas depois que você entende a lógica do funcionamento do equipamento tudo fica mais
simples. A tela principal traz pequenos ícones interativos que dão acesso ao rádio, ao GPS, ao telefone, ao Bluetooth e a diversas outras funções. A sensibilidade da tela é boa, as respostas são rápidas e há ainda entrada para cartão SD e micro SD e entrada AUX.
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Mitos e verdades sobre o seguro obrigatório DPVAT Tire suas dúvidas sobre o tributo que deve ser pago junto com o IPVA
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omeço de ano é sempre assim: contas e mais contas para pagar. No caso de carros e motos, como se já não bastasse o temido IPVA, é preciso arcar ainda com o seguro obrigatório DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre). Pode até doer na hora de sacar a grana, mas a apólice garante diversos direitos que muita gente nem sabe do que se trata. Separamos alguns mitos e verdades sobre o seguro que existe desde 1974. Dá uma olhada:
1 – O SEGURO DPVAT COBRE DESPESAS DE DANOS MATERIAIS – MITO
A cobertura não vale para roubo, colisões, incêndio, etc. As indenizações valem para casos de morte, invalidez permanente e despesas hospitalares. 2 – O CULPADO PELO ACIDENTE NÃO TEM DIREITO À INDENIZAÇÃO – MITO
Qualquer pessoa que tenha se ferido tem direito ao seguro mesmo que tenha causado o acidente. 3 – POSSO PEDIR INDENIZAÇÃO ATÉ TRÊS
ANOS APÓS O ACIDENTE – VERDADE
A vítima não precisa solicitar a indenização de imediato. Mas vale lembrar que o recebimento dos valores não é cumulativo.
permanente, quando o repasse pode mudar conforme a gravidade da lesão. No caso do reembolso por despesas hospitalares, o pagamento é de até R$ 2.700 por vítima.
4 – OS VALORES DO SEGURO MUDAM DE ACORDO COM O TIPO DE AUTOMÓVEL – VERDADE
6 – SOMENTE HERDEIROS E CÔNJUGES PODEM RECEBER A INDENIZAÇÃO – MITO
Carros de passeio e aluguel, além de táxis e de auto-escola têm tarifa de R$ 105,65. Para ciclomotores o valor sobe para R$ 134,66, enquanto para caminhões o preço é de R$ 110,38. Estes tipos de automóveis só aceitam pagamento à vista. Podem parcelar em até três vezes os donos de motos (R$ 292,01), micro-ônibus e ônibus com cobrança de frete (R$ 396,49), além de micro-ônibus de até dez lugares ou ônibus sem cobrança de frete. 5 – O VALOR DA INDENIZAÇÃO MUDA DE ACORDO COM O ANO DO VEÍCULO – MITO
A indenização varia apenas de acordo com o tipo de ocorrência. Por morte, o valor a ser recebido é de R$ 13.500. Este também é o teto de valor no caso de invalidez
Na falta de pessoas indicadas acima, o benefício pode ser concedido a quem dependa da vítima. Isso vale para o caso de morte. Quando o assunto é invalidez permanente e despesas hospitalares, a vítima é quem recebe o valor. Mas se a vítima em questão é menor de 16 anos, o pagamento é feito ao representante legal. Se tiver 17 ou 18 anos, a indenização é repassada ao menor, desde que com consentimento de seu responsável. 7 - A INDENIZAÇÃO É PAGA EM ATÉ 30 DIAS – VERDADE
O valor é liberado em até 30 dias após a entrada com o pedido em um dos pontos de atendimento da Seguradora-Líder, que é quem administra o seguro DPVAT.
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VW Gol Comfortline 1.0 2017
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A Volkswagen apresenta a linha 2017 de Gol e Voyage que chegam com pequenas novidades visuais, novo motor, painel renovado e o sistema App-Connect. Segundo a marca ambos os modelos incorporam as novas linhas do DNA mudial de design da Volkswagen
A quinta geração do carro mais vendido no país de todos os tempos é reestilizada pela segunda vez. Motor de três cilindros, painel e multimídia se destacam
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e as linhas da carroceria são o que mais chama a atenção no automóvel, a Volkswagen fez alterações no para-choque dianteiro, farol, lanterna traseira e tampa do porta-malas. São sutis as diferenças em relação ao modelo anterior, mas perceptíveis. O conjunto ficou agradável. Desta vez, a fabricante foi além e mudou aquilo que o motorista vê tão logo entra no carro: o painel central. E de muito bom gosto, parecido com o do Golf, de linhas horizontais, limpas e inclinado para trás, que aumenta a sensação de espaço, e em sintonia com produtos mais atuais da marca, como Golf e up.! O volante multifuncional semelhante ao do Golf está nos pacotes de opcionais e dá aspecto de qualidade. Essas modificações vão dar sobrevida ao modelo até a chegada da sexta geração, prevista para fim de 2017 ou 2018. A geração atual foi lançada em 2008. São quatro os sistemas multimídia disponíveis. O da versão testada é o mais sofisticado (ver avaliação na página 2). Se a conectividade está em alta, alguns
itens importantes ficaram de fora. A coluna de direção é fixa. Não há regulagem de altura nem de distância, porém, o banco do motorista pode ser elevado. Há três apoios de cabeça no banco traseiro. Entretanto, o cinto central é do tipo abdominal. Falta também sistema Isofix para fixação de cadeira infantil, que oferece mais segurança no transporte. O encosto do banco traseiro rebate totalmente, mas não é fracionado. Por isso, nenhum ocupante divide espaço com carga mais comprida. Ou passageiro ou ela. O porta-malas tem capacidade coerente com as dimensões do carro e a tampa somente é aberta inserindo-se a chave ou acionando-se o comando nela. Falta comando interno. DIRIGINDO
A principal diferença desse Gol para o anterior é o eficiente motor 1.0 de três cilindros, o mesmo do Fox e do up.! O desempenho melhora sensivelmente, pois a perda de energia é muito menor do que no motor 1.0 anterior, de quatro cilindros, sendo muito mais eficiente na
estrada e na cidade. Detalhe: funciona muito melhor abastecido com álcool, além de a diferença de 0,7kgfm de torque ser bastante significativa. A diferença de potência é de 7cv. O consumo também é menor, ajudado pelos pneus de baixa resistência ao rolamento, denominados de verdes. Os engates do câmbio têm o tradicional padrão excelência da Volks: macios, precisos e muito leves. O multimídia do Gol é o AppConnect. A unidade testada está equipada com o Discover Media, que é mais completo dos quatro sistemas disponíveis para o Gol. Durante o uso, o que mais agrada é a quantidade de funções, que podem ser acionadas por comando de voz (navegação, telefonia e mídia). Outro destaque é a possibilidade de espelhar o conteúdo do smartphone na tela tátil de 6,3 polegadas, via cabo USB. Uma funcionalidade interessante é a apresentação de um menu ao aproximar a mão da tela, sem precisar tocá-la. No mais, trata-se de um sistema bem completo.
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